Categoria: Roadie News

  • NOTURNALL – ALÍRIO NETTO – São Paulo/SP, 24 de abril de 2018

    NOTURNALL – ALÍRIO NETTO – São Paulo/SP, 24 de abril de 2018

    Quem diria que em plena terça-feira teríamos uma noite histórica, regada a heavy metal, atrações circenses e ilusionismo, tudo isso em um teatro, com ingressos esgotados semanas antes (tanto que rolou show extra no Manifesto Bar, no dia 21), e sendo filmado? Pois foi exatamente o que Noturnall (com o auxílio da Cia da Madrugada e do mágico Wander Rabelo) e Alírio Netto, ambos trazendo convidados pra lá de especiais, proporcionaram ao público paulistano no último dia 24. A data era especial para o Noturnall, que exibiria seu show diferenciado, chamado de “Noturnall Freakshow”, e também para o cantor e ator Alírio Netto, que comemorava 25 anos de carreira. A ocasião foi marcante, inclusive, para o aconchegante Teatro Porto Seguro, que pela primeira vez abria espaço para a realização de um evento de música pesada. Trata-se de um bonito espaço cultural, com enorme pé-direito, capacidade para praticamente 500 pessoas – incluindo balcão superior -, e privilegiado por excelente acústica e iluminação. Em entrevista que fiz com Alírio Netto para a edição atual da revista ROADIE CREW (#231), ele contou que a ideia desse evento ser registrado em DVD pelas duas bandas partiu de conversas que teve com Fernando Quesada (baixista do Noturnall), durante shows que fizeram juntos. E já que haveria filmagens, minutos antes do início do primeiro show a produção da Foggy Filmes explicou à plateia como se comportar durante as apresentações.

    Pontualmente às 21h00, as luzes se apagaram e o telão ao fundo do palco começou a projetar imagens de Alírio Netto. Também mostrou depoimento de Brian May, lendário guitarrista do Queen, à respeito do artista brasileiro. Isso porque, recentemente, Alírio conquistou um feito de enorme proporção: foi confirmado para integrar o “Queen Extravaganza”, projeto idealizado pelo próprio May e por seu ‘bandmate’, o baterista Roger Taylor. Acompanhado dos músicos do Noturnall, Quesada, Brunno Henrique (guitarra), Juninho Carelli (teclado) e Henrique Pucci (bateria), Alírio Netto entrou tocando o tema principal do musical “Jesus Christ Superstar”, o qual ele foi protagonista. “Back to Light”, seu mais recente single, deu sequência e ganhou coro da plateia. Para o repertório, Alírio reuniu um punhado de músicas de toda a sua carreira, e para tocá-las alguns convidados. O primeiro deles foi seu ex-companheiro de Age of Artemis, Giovanni Sena (baixo), que assumiu o lugar de Quesada em “Truth in Your Eyes”, do álbum de estreia do grupo, “Overcoming Limits” (2012). Depois, com Quesada de volta ao seu posto, foi a vez de Marcelo Barbosa (Angra), ex-parceiro de Alirio no Khallice, fazer dupla com Brunno Henrique nas guitarras na bela “Reasons”, do EP “Inside Your Head” (2008).

    A segunda metade do set foi especial e começou de maneira intimista e acústica. No palco agora estavam Carelli, e aos violões o ex-Noturnall Leo Mancini e Quesada, para acompanhar Alírio, que convidou para um duo a sua esposa, a simpática e bem humorada Lívia Dabarian, a Scaramouche do musical “We Will Rock You”, em que ele interpretou Galileo. O cenário estava criado de maneira romântica para uma bela versão da emocionante “Who Wants to Live Forever” (Queen), em que o casal deu um show à parte, mostrando que se completam não só como marido e mulher, mas também nas vozes e na escolha das mesmas profissões. Cada um dos dois teve direito a uma paradinha na canção para mostrar seus talentos vocais. Arrancaram aplausos, principalmente quando, abraçados, selaram a música com um beijo cinematográfico. A seguir, todos se retiraram e Alírio se sentou ao piano disposto ao centro do palco para um medley cativante, que incluiu trechos de “Take Me Home” (Age of Artemis), “Retrato”, música de seu álbum solo “João de Deus” (2016), e “Black Hole Sun”, clássico do Soundgarden.

    A seguir, Alírio comentou que pegou emprestado do vocalista italiano Fábio Lione os músicos Rafael Bittencourt, Marcelo Barbosa, Felipe Andreoli e Bruno Valverde, e brincou após os quatro serem aplaudidos: “Pra quem não sabe, esse aqui é o Angra”. Juntos e acompanhados de Juninho Carelli tocaram “Make Believe”, para histeria dos fãs do grupo. Antes de se despedir, Alírio anunciou seus últimos convidados, o tecladista Sérgio Golivek (Conceitual Club), Adriano Daga (Malta), além de reconvocar Sena, Barbosa e Brunno Henrique, para o encerramento com outro hino do Queen: “The Show Must Go On”. Alírio Netto é um talento nato e em pouco mais de cinquenta minutos provou que o palco, ainda mais de um teatro, é um local onde ele se sente em casa, tendo em vista que é nesse tipo de ‘habitat’ que nesses seus 25 anos de carreira, ganhou reconhecimento como cantor e ator de musicais como os mencionados “We Will Rock You” e “Jesus Chris Superstar”, além de óperas como “Carmem”, “Madame Butterfly”, “La Boehme” e “Don Giovani”.

    Pegando o gancho da última música tocada por Alírio Netto, realmente o show deveria continuar. E durante intermináveis minutos, o logotipo do Noturnall foi projetado nas cortinas fechadas do palco, enquanto uma introdução sombria rolava no som mecânico. Tudo isso para criar um clima denso para o público, que estava prestes a conferir as loucuras que o grupo havia prometido para sua apresentação. De cara, Brunno Henrique, Fernando Quesada, Juninho Carelli e Henrique Pucci chegaram agitando bastante, tocando a pesadíssima “No Turn At All”, acompanhados das sempre presentes garotas zumbis. Elas trouxeram uma jaula, de onde, segundos depois, surgiu o frontman Thiago Bianchi. “Zombies” veio na cola com as zumbis praticando pole dance ao fundo, entre a bateria de Pucci e as plataformas de teclado de Carelli. Antes de “Wake Up”, música do novo álbum “9” (2017), Carelli se dirigiu pra frente do palco, de onde uma armadilha desceu do teto. Sob o comando de Wander Rabelo, mágico/ilusionista responsável pelos números de circos famosos – como o do ator Marcos Frota – e quadros de programas como Domingão do Faustão, as zumbis amarraram o tecladista de ponta-cabeça e a armadilha o suspendeu. Era um número de escapismo, onde, de lá de cima, Carelli conseguiu se soltar e pular de volta ao palco no segundo final, dos trinta que foram contados regressivamente pelo cronômetro no telão. Aplaudido, Carelli arrancou gargalhadas: “quase morri nessa porra!”, gritou.

    Após o começo agitado, na primeira pausa Bianchi brincou: “tá rolando um show de boteco bacana aqui hoje, heim?”. Então agradeceu a presença dos fãs e dos músicos convidados, elogiou Alírio Netto, comemorou a arte em geral, se referindo aos adereços e números que ele e seus companheiros trouxeram, e alertou que as músicas seriam tocadas de maneira ainda mais visceral e veloz. Uma delas, “Fight the System”, que tem o início cantado em português e em estilo rap, foi a única representante do segundo álbum, “Back to Fuck You Up” (2015). Depois dela, Bianchi fez um trocadilho ao dizer que a noite estava sendo “mágica”. Porém o clima mudou da diversão à comoção – ainda que Carelli tenha feito graça através dos efeitos que mandava de fundo, o que fez com que todos caíssem na risada -, quando o vocalista falou dos problemas de saúde que enfrentou por decorrência de câncer, de acidente automobilístico e também de alcoolismo, e revelou que a letra da próxima música, na verdade, era a reprodução inalterada da carta de despedida que havia escrito para seus amigos. Foi a deixa para “Moving On”, que no meio ganhou uma paradinha em que as zumbis apareceram fazendo contorcionismo. O clima de emoção seguiu quando Bianchi abriu o coração ao falar bem do próximo convidado, o guitarrista original da banda, Leo Mancini. Acompanhado de Mancini e de Quesada, que estavam ao violão, e de Carelli na sanfona, Thiago Bianchi anunciou “Heart As One”, ressaltando que a parte financeira recebida com os ganhos desta música, que ganhou uma bela versão acústica no show, é toda revertida às crianças do G.R.A.A.C.C. (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer).

    As provocantes zumbis deram novamente o ar da graça quando retornaram carregando um caixote, por onde agora foi Pucci quem surgiu de dentro. Em seguida, um belo par de pernas atravessou o palco sem o restante do corpo, empurrando uma mesa de rodinhas. Um número bastante ‘misterioso’, que só podia ser a deixa para “Mysterious”. Nessa, Quesada entrou usando um roupão de época, em que sua cabeça deslizava enquanto ele tocava. Mas como nem tudo é perfeito, durante a execução dessa música o baixista não conseguiu tirar o traje e teve que sair do palco, deixando de tocar por alguns instantes até retornar. Após outro número de contorcionismo, as zumbis deixaram um adereço medieval em cena, no qual em “Sugar Pill” uma delas saiu da “barriga” de Brunno Henrique, que, de dentro do equipamento, não conseguiu disfarçar o riso. Antes da pesada “Nocturnal Human Side”, foi a vez do convidado Alírio Netto surgir da jaula. O final dessa, que teve o clipe com participação do americano Russel Allen (vocalista do Symphony X e do Adrenaline Mob) rolando no telão, foi feito com os dois vocalistas ajoelhados e soltando a voz em sintonia.

    Depois de todos se retirarem do palco, Bianchi falou sussurrando: “o homem vem aí”. Carelli retornou aplaudido e alertou: “Calma que agora vai ser foda. Aguenta coração!”. Thiago Bianchi não perdeu a tirada e sacaneou cantarolando o refrão de “Aguenta Coração”, do cantor José Augusto. Então as zumbis entraram acompanhando um alienígena, e assim que a banda começou a tocar “Hey!”, todos enlouqueceram quando elas tiraram sua máscara. O ser era ninguém menos do que James LaBrie, que mandou bem no duo vocal com Bianchi. Depois dessa, o carismático vocalista do Dream Theater cumprimentou a todos, elogiou o Noturnall e disse estar feliz por ter sido convidado para participar do show. Ao anunciar a próxima, LaBrie revelou que a letra foi inspirada no filme “The Shawnshank Redemption” (no Brasil, “Um Sonho de Liberdade”, de 1994) e explicou o conceito lírico, dizendo que foi baseado num cenário que ele mesmo criou. Ele se referia à música “Jekyll or Hyde”, de seu álbum solo “Static Impulse” (2010). Mas o que os fãs queriam mesmo era ouvir músicas do Dream Theater. Primeiro veio a comemorada balada “Through Her Eyes”, do respeitado “Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory” (1999), em que James LaBrie foi acompanhado apenas por Carelli ao piano e Quesada ao violão. Já o final, com todos de volta, inclusive as cinco zumbis, foi dado com um dos grandes hits da banda americana: “Pull Me Under”, do ótimo “Images and Words” (1992). E foi engraçado que nessa o próprio LaBrie atravessou feio quando seguiu cantando parte do refrão, quando na verdade havia começado a ponte para o solo. Mas nada que tenha atrapalhado a continuação da música. Foi uma apresentação memorável do Noturnall, uma banda que merece elogios por estar sempre se superando e se desafiando a mostrar ao público novas experiências, tanto dentro quanto fora dos palcos. E lanço aqui uma pergunta. Responda-me se for capaz. Quem no Brasil atualmente tem tido a audácia de resgatar a essência de espetáculos estilo shock rock, nos moldes do que estamos acostumados a ver nos shows do pioneiro Alice Cooper?

    NOTURNALL – Setlist: Intro No Turn At All Zombies Wake Up Fight the System Moving On Hearts as One Mysterious Sugar Pill Nocturnall Human Side Hey! Jekyll or Hyde Through Her Eyes (Dream Theater) Pull Me Under (Dream Theater)   ALIRIO NETTO – Setlist: Intro Jesus Christ Superstar Back to Light Truth in Your Eyes (Age of Artemis) Reasons (Khallice) Who Wants to Live Forever (Queen)   [Medley ao piano]: -Take Me Home (Age of Artemis) -Retrato -Black Hole Sun (Soundgarden)   Make Believe (Angra) The Show Must Go On (Queen)
  • Mike Shinoda (LINKIN PARK) divulga o clipe de “About You”

    Mike Shinoda (LINKIN PARK) divulga o clipe de “About You”

    O vocalista do LINKIN PARK, Mike Shinoda, lançou um videoclipe para a música About You, tirada de seu próximo álbum solo Post Traumatic. A faixa é uma colaboração com o produtor blackbear, e o clipe, que você vê abaixo, foi dirigido por Shinoda.

    O cantor/produtor lançou três novas faixas solo como EP digital no final de janeiro. Também intitulado Post Traumatic, o set abordou diretamente a morte do colega de LINKIN PARK, Chester Bennington, e a própria ansiedade de Shinoda sobre o que viria a seguir.

    Falando com Matte Babel da ‘ET Canada’, Shinoda declarou sobre o processo de composição de Post Traumatic: “Começou em um lugar muito escuro. No começo, eu não estava saindo da minha casa. Era muito claustrofóbico, eu tinha perdido um dos meus amigos e colaboradores mais próximos. Nós associamos quem somos, até certo ponto, com o que fazemos, então me senti muito perdido”.

    Ele continuou: “A experiência deste último ano tem sido louca, e eu queria colocá-la na música – não apenas para colocar um selo nela e dizer: ‘Isso aconteceu’ – mas também para levar até os fãs e as pessoas que estiveram conosco ao longo desse caminho, para que possam acompanhar a minha narrativa ou entender onde estou.”

    Questionado sobre o quão difícil foi o processo emocional de fazer música e escrever esse tipo de música, Mike disse: “A vida era difícil; a música era fácil. A música tornava as coisas mais fáceis. Começamos a falar sobre ​​’saúde mental? Envolvemo-nos, por exemplo, na prevenção do suicídio? Você quer se envolver com organizações que lidam com a depressão e assim por diante, até mesmo com o vício? E eu pensei, com algumas dessas coisas eu não tenho muita experiência. Você pode pensar que sim, pois um dos meus melhores amigos lidou com elas, mas eu pessoalmente não sofro com isso. Eu acho que a coisa mais poderosa que eu posso fazer pelas pessoas é realmente pegar as coisas que eu aprendi e compartilhá-las com os outros. Então, por exemplo, quanto à saúde mental, eu aprendi que nós devemos tratar ela como se fosse saúde física. Então, se você disser: “não estou me sentindo bem”, ou se você acordar e disser “estou passando mal”, o que você faria? Você falta no trabalho, toma algum remédio, e se for realmente ruim, você diz: ‘Ok, eu preciso ir ver um médico. Isso é muito ruim’. Mas por alguma razão, não fazemos isso quando se trata de saúde mental “.

    Shinoda também tocou em sua própria tristeza pela perda de seu amigo e colega de banda e seu desejo de avançar com o próximo capítulo de sua vida.

    “Às vezes você tem que se sentir triste e você tem que esperar até que isso pare de acontecer”, disse ele. “Eu tive dias terríveis e agora tenho menos dias ruins. E, eventualmente, encontrarei um novo ‘normal’, como uma estase. E essa é a jornada em que estou. Neste álbum, você verá isso acontecendo. Quando eu sair e começar a turnê, quando conversar com os fãs e travar diferentes conversas com pessoas diferentes, a coisa vai evoluir “.

    Shinoda fará sua primeira aparição solo desde a morte de Bennington no festival Identity LA da primavera. O evento gratuito acontecerá no centro de Los Angeles no dia 12 de maio.

    Ele também discutiu o futuro da banda em um artigo da ‘Vulture’, dizendo: “Eu não posso dizer o que vai acontecer com a banda… Acredite, eu quero saber qual é a resposta. Mas simplesmente não há uma. O que eu sei é que, para o futuro imediato, essa coisa que estou fazendo não poderia ser mais importante para mim pessoalmente ”.

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  • PASTORE lança videoclipe de “Time Goes By” gravado no Sesc Santo André

    PASTORE lança videoclipe de “Time Goes By” gravado no Sesc Santo André

    A banda Pastore, liderada pelo vocalista Mario Pastore, segue divulgando o terceiro álbum de estúdio “Phoenix Rising” em todo o Brasil. Como agradecimento aos fãs, o músico acaba de lançar o segundo videoclipe deste novo álbum. A faixa escolhida foi “Time Goes By”, que conta com imagens gravadas ao vivo no Sesc Santo André em março deste ano, e que você confere abaixo.

    O videoclipe foi gravado com imagens captadas pela banda e os fãs no show do Sesc Santo André, que aconteceu no último dia 16 de março de 2018, e produzido pela MondoCão Filmes. “Este vídeo é um presente aos fãs que compareceram em peso ao Sesc Santo André e nos ajudaram neste evento especial”, contou Mario Pastore.

    “Phoenix Rising” está disponível para entrega por todo o país na Die Hard, uma das mais conceituadas lojas de Rock e Metal do Brasil. O trabalho foi lançado primeiramente no Japão pela gravadora Spiritual Beast e conta com bons números de vendas no país nipônico. A capa foi desenhada pelo artista Marcelo Berno, que produziu as artes dos trabalhos anteriores do Pastore.

    O álbum foi produzido, mixado, masterizado e gravado por Márcio Eidt, que também gravou boa parte das guitarras de “Phoenix Rising”. Com Mario Pastore no vocal, o novo CD do Pastore teve a contribuição de vários músicos como: Márcio Eidt (guitarra), Ricardo Baptista (guitarra), Johnny Moraes (guitarra), Marcelo de Paiva (bateria), Vito Montanaro (bateria), Rafael Dyszy (bateria), Fabio Carito (baixo), Renato Caetano (baixo), além da participação do guitarrista Edu Ardanuy no cover de “Lightning Strikes Again” (Dokken), faixa disponível no Japão.

    A banda Pastore confirmou recentemente gravação de CD ao vivo no dia 27 de Maio, em uma apresentação que acontece no Espaço Som, em São Paulo, às 18h, com – o evento conta com a abertura da Armadilha. Os ingressos já estão à venda no site da Ticket Brasil.

    Line-up: Mario Pastore (vocal) Marcio Eidt (guitarra) Ricardo Baptista (guitarra) Johnny Moraes (guitarra) Marcelo De Paiva Berno (bateria) Fabio Carito (baixo)

    SERVIÇO: PASTORE NO ESPAÇO SOM EM SÃO PAULO Quando: 27 de Maio de 2018 (domingo) Onde: Espaço Som Endereço: R. Teodoro Sampaio, 462 e 512 – Pinheiros, São Paulo Abertura da casa: 18h00 | previsão de início: Armadilha 19h • Pastore 20h Ingressos: https://ticketbrasil.com.br/show/5986-pastore-saopaulo-sp/ Valores: R$ 35,00 (antecipado) R$ 40,00 (na portaria)

    Link relacionado: https://www.facebook.com/PastoreOficial

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  • KOBRA AND THE LOTUS divulga cover do FLETWOOD MAC

    KOBRA AND THE LOTUS divulga cover do FLETWOOD MAC

    O KOBRA AND THE LOTUS lançou o videoclipe oficial para sua versão do clássico do FLEETWOOD MAC, The Chain, e você já pode conferir abaixo. A faixa integra a segunda parte do trabalho conceitual da banda, que será lançada um ano após a bem sucedida estreia com Prevail I. Com lançamento marcado para amanhã, 27 de abril pela Napalm Records, Prevail II continua exatamente de onde o KOBRA AND THE LOTUS parou em 2017.

    A vocalista Kobra Paige comenta: “Humanidade. Uma das maiores lutas da nossa existência é mantê-la.

    “Este álbum sequencial mergulha mais profundamente na escuridão da nossa psique e explora o tormento pessoal e a luta que infligimos a nós mesmos, uns aos outros e à terra.

    “Tornou-se lugar-comum para as pessoas desistir de si mesmas e perder sua autoestima e a crença em suas habilidades. Isso, por sua vez, afeta nossas ações diárias / comportamento. Somos uma espécie mutável, mas também somos seres profundamente capazes de agir com altruísmo, passíveis de evolução e positividade.

    “Este álbum irá encerrar o capítulo de Prevail na mais suave de todas as notas, reconhecendo que cada pessoa tem o desejo de ser – e merece ser – verdadeiramente vista, amada e ouvida. Quando a ignorância é eliminada, podemos reconhecer que nós estamos todos juntos nessa”

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  • GRAVEYARD disponibiliza primeiro trailer do seu álbum de retorno

    GRAVEYARD disponibiliza primeiro trailer do seu álbum de retorno

    O sueco GRAVEYARD lançou o primeiro trailer do seu aguardado álbum de retorno Peace. O disco foi gravado no Park Studios em Estocolmo com o produtor Chips Kiesbye (HELLACOPTERS, MICHAEL MONROE, NOMADS) e o engenheiro Stefan Boman (BURT BACHARACH, ALICE COOPER, DEF LEPPARD).

    A banda comentou: “Como vocês devem saber, nós temos feito algumas viagens ultimamente. De muitas maneiras e em muitos níveis. O bom é que trouxemos de volta algumas coisas para todos vocês. Aqui está uma primeira lembrança da estrada para Peace.”

    Peace já está disponível em pré-venda, em vários formatos, e será lançado em 25 de maio pela Nuclear Blast.

    O GRAVEYARD anunciou seu retorno em janeiro de 2017, apenas quatro meses depois de dizer que a banda estava acabando. A nova formação do grupo não inclui o baterista Axel Sjöberg, que aparentemente está se concentrando em sua nova banda, o BIG KIZZ. Ele foi substituído por Oskar Bergenheim.

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  • SAMAEL: Guitarrista deixa a banda após 16 anos

    SAMAEL: Guitarrista deixa a banda após 16 anos

    O guitarrista do SAMAEL, Marco “Makro” Rivao, decidiu deixar o grupo “para fazer algo diferente”. A partir de agora, o baixista Thomas “Drop” Betrisey assumirá as funções de guitarrista na banda de black metal/metal industrial suíça, e um novo baixista será anunciado em breve.

    Rivao disse em um comunicado: “Como alguns de vocês podem saber, eu passei os últimos 16 anos tocando guitarra no SAMAEL. Durante esses anos, tive a chance de conhecer muitas pessoas/fãs adoráveis, que em alguns casos se transformaram em amigos, e assim esta declaração vai para todos vocês.

    “Eu sempre fui fã de Passage, Rebellion, Ceremony Of Opposites e quando recebi um telefonema em 2002 do SAMAEL me perguntando se eu gostaria de me juntar à banda, parecia uma honra e também uma chance de viver da música.

    “Todos juntos, nós compartilhamos uma boa quantidade de bons momentos e eu gostaria de agradecer a todos vocês por tornar esses momentos reais.

    “O SAMAEL é a história de Vorph e Xy e eu tenho sido principalmente um intérprete ao vivo para a música deles, e eu gostaria de agradecê-los também por me oferecer esta oportunidade.

    “Agora é hora de eu fazer algo diferente, e por isso estou deixando o SAMAEL.

    Vorph, Xy, Drop e todos os membros da tripulação que eu integrei durante esses anos são como família para mim e assim deve permanecer.

    “Obrigado novamente a todos vocês por fazerem destes últimos anos uma jornada tão incrível com o SAMAEL!”

    O álbum mais recente do SAMAEL, Hegemony, foi lançado em outubro passado pela Napalm Records.

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  • Vocalista do GHOST revela a ‘razão de ser’ da música “RATS”

    Vocalista do GHOST revela a ‘razão de ser’ da música “RATS”

    O vocalista do GHOST, Tobias Forge, que se apresenta sob os nomes de Papa Emeritus e agora Cardinal Copia, disse ao ‘The Pulse Of Radio’ o que o inspirou a escrever Rats, primeiro single do próximo álbum do grupo sueco, intitulado Prequelle:

    “Há alguns anos, eu pensei, ‘eu realmente quero ter uma grande faixa de abertura que capture a mente das pessoas imediatamente’”, disse ele. “Então eu escrevi Square Hammer e tudo correu bem. Mas eu não queria que Square Hammer se transformasse na nossa Start Me Up, que é sempre a melhor para tocar primeiro. Eu quero poder variar. Então nós precisávamos de outra música que funcionasse como uma faixa de abertura. Essa foi basicamente a minha intenção com Rats”.

    Por muito tempo, os fãs acompanharam a jornada da banda sem saber quem estava por trás dela. Recentemente, o cenário mudou quando Tobias Forge se revelou como o homem por trás do Ghost. Ele é responsável por fazer com que o lançamento de cada álbum se parece cada vez mais com a première de um filme. Além de ser diretor, Forge representa os personagens, e comanda desde o roteiro dos vídeos até o figurino, a identidade visual e a trilha sonora do grupo.

    Outra mudança interessante na saga do Ghost foi o anúncio de Cardinal Copia como o vocalista de Prequelle.

     As letras do próximo disco da banda mergulham em assuntos como a praga, o apocalipse e as eras sombrias da humanidade. Apesar de abordar tais temas atemporais, o trabalho também é um retrato do mundo em que vivemos atualmente, que ganha vida em uma emotiva e inspiradora coleção de músicas.

    Além de anunciar o disco, o Ghost também lança o single principal “Rats”, acompanhado de um clipe dirigido por Roboshobo. A faixa está disponível para download via iTunes, Apple Music, Amazon e Google Play. Os fãs que adquirirem Prequelle na pré-venda recebem um download da faixa.

    Prequelle é o sucessor do terceiro disco de estúdio do Ghost, Meliora, e do EP Popestar (2016), que levou os suecos ao panteão das melhores bandas de rock do mundo ao resultar em um prêmio Grammy por Melhor Performance de Metal. Nos Estados Unidos, Meliora esteve entre o Top 10 da parada dos 200 Álbuns Mais Vendidos da Billboard. A banda estreou na TV norte-americana com o single principal do disco, “Cirice”, no programa da CBS The Late Show with Stephen Colbert. Popestar apareceu no primeiro lugar do Top de Álbuns de Rock e Hard Rock da Billboard e se manteve no topo das paradas de rádio com “Square Hammer”.

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  • Teria o ANTHRAX se rendido à era do streaming?

    Teria o ANTHRAX se rendido à era do streaming?

    No mês passado, o baterista do ANTHRAX, Charlie Benante, chegou às manchetes quando disse que “a Apple teve grande influência na destruição da música”, quando, há quase 20 anos, a indústria musical se recusou a se adaptar às mudanças trazidas pela Internet. “As gravadoras tiveram uma grande parte nisso, porque ficaram gananciosas”, disse ele. “Os artistas ficaram gananciosos quando sentiram: ‘Ah, eu posso conseguir um contrato de três álbuns por 75 milhões de dólares’, mas no fim das contas, se eles estão pegando todo esse dinheiro, o que acontece com as bandas menos conhecidas que estão se esforçando para se tornar algo? De onde vem esse dinheiro? Quero dizer, foi uma bagunça completa, e realmente cavou o próprio buraco. E agora quem está pagando por isso? Todo mundo.”

    Em uma entrevista de 2015, o guitarrista e líder do ANTHRAX, Scott Ian deu declarações contra o Spotify, dizendo que “nós deveríamos estar sendo melhor pagos por nossos streams” e alegando que serviços como o Spotify “realmente desvalorizaram a música”.

    Porém, segundo uma nova entrevista, parece que a opinião de Ian sobre o Spotify mudou radicalmente:

    “Eu não era fã de streaming de música inicialmente, porque eu estou em uma banda e me senti meio ‘tudo bem, ok, eu não gosto dessa ideia porque as bandas estão sendo roubadas’”, admitiu Ian em entrevista ao Ressurection Fest da Espanha. “Eu ainda sinto como se as bandas estivessem sendo roubadas, mas ao mesmo tempo, eu definitivamente gosto… Eu amo poder estar na minha casa e basicamente ter qualquer música no meu celular, eu posso ir no Spotify e ter aquelas músicas tocando por toda a minha casa a qualquer momento”.

    Acrescentando que o Spotify é “uma boa ferramenta para todas as bandas”, Scott explicou que o streaming de música “não compensa a perda de vendas de discos”, mas que os consumidores mudaram sua audição online, tornando o modelo de streaming o caminho do futuro:

    “Se você não se adaptar, você não sobrevive”, disse ele. “É evolução, e é realmente o que é. Nos últimos anos, nos adaptamos e aceitamos o que está acontecendo no mundo. Você não pode lutar constantemente contra as coisas que você nunca poderá vencer e sobre as quais não tenha controle. Então você se adapta, aceita isso e pensa: ​​”Qual é a melhor maneira de isso funcionar para nós? E como usamos essa nova ferramenta para melhor representar o ANTHRAX?” E o Spotify tem funcionado muito bem para nós nos últimos anos – especialmente no último disco, porque nós realmente o abraçamos em For All Kings. A garotada nos descobre no Spotify e depois compram ingressos para vir nos ver ao vivo. E então eles se tornam fãs pelo resto da vida, uma vez que tenham visto a banda ao vivo”.

    For All Kings foi o primeiro álbum de estúdio do ANTHRAX desde Worship Music, de 2011. O ANTHRAX lança seu novo DVD ao vivo, Kings Among Scotland amanhã, 27 de abril, via Megaforce Records.

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  • JUDAS PRIEST: “Andy Sneap foi o substituto perfeito para Glenn Tipton”

    JUDAS PRIEST: “Andy Sneap foi o substituto perfeito para Glenn Tipton”

    O baixista do lendário grupo de heavy metal britânico JUDAS PRIEST, Ian Hill concedeu entrevista recentemente para Val Tapia, da ‘38IZ Videos’. Perguntado sobre como Andy Sneap está se saindo na árdua tarefa de substituir o guitarrista original do JUDAS PRIEST, Glenn Tipton – que anunciou há dois meses que estava se afastando da estrada devido à sua batalha contra a doença de Parkinson – Hill disse: “Ele está indo muito, muito bem, especialmente quando você considera que ele só teve cerca de três semanas para ensaiar um repertório de quase duas horas, com intervalos para os solos. E, claro, enquanto a turnê segue adiante, ele está ficando mais confiante no palco, e está fazendo algumas performances incríveis. Então, musicalmente, não há nada faltando – ninguém vai sentir falta de nada musicalmente. Visualmente, claro, tem uma grande diferença. Glenn não está lá. Ele tem sido parte da banda por todos esses anos, por mais de 40 anos”.

    Ian continuou: “Foi uma pancada muito forte quando [Glenn] disse que não poderia fazer a turnê. Não foi uma surpresa; acho que todos nós sabíamos que isso não iria acontecer desta vez. Ele foi diagnosticado pouco antes da turnê de Redeemer Of Souls, e durante os ensaios da banda, ele era bem difícil para ele começar. Mas, com o passar do tempo, ele foi melhorando a cada dia, ao ponto de fazer algumas performances tremendas na última turnê. E nós estávamos meio que esperando que isso acontecesse desta vez também, mas depois da primeira semana, nós sabíamos que ele não poderia fazer isso, foi realmente uma coisa trágica. A parte mais difícil foi Glenn se convencer de que ele podia não podia mais fazer isso. Mas Andy assumiu esta responsabilidade, e está fazendo um ótimo trabalho – ele realmente está fazendo um ótimo trabalho. Ele é uma espécie de substituto perfeito, na verdade, na medida em que ele é íntimo com o novo material, ele conhece a estrutura de todas as novas músicas, o que é muito importante quando você está tentando aprender alguma coisa. E ele também sempre foi um fã da banda, então você pode confiar que ele vai honrar a herança da banda, por assim dizer. Então, ele foi a escolha perfeita”.

    Tipton descobriu que tinha Parkinson há quatro anos – depois de ter sido acometido pela condição degenerativa pelo menos meia década antes – mas só recentemente anunciou que iria ficar de fora das atividades de turnê em apoio ao último álbum do JUDAS PRIEST, Firepower. O guitarrista, que agora tem 70 anos e tocou em todos os álbuns da banda desde a estreia em 1974 com Rocka Rolla, não está deixando o JUDAS PRIEST, apenas não consegue lidar com os rigorosos desafios da performance ao vivo. Ele está sendo substituído em turnê pelo produtor do álbum Firepower, Andy Sneap, também conhecido por seu trabalho como guitarrista no HELL, e no SABBAT, além da quantidade incrível de álbuns de outros artistas que produziu.

    O JUDAS PRIEST deu início à turnê mundial de Firepower em 13 de março, no Mohegan Sun Arena em Wilkes-Barre, Pensilvânia (EUA).

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  • Gene Simmons, sobre o KISS: “Não podemos fazer isso para sempre”

    Gene Simmons, sobre o KISS: “Não podemos fazer isso para sempre”

    Rumores de que a banda norte-americana KISS estaria se preparando para embarcar em uma turnê de despedida tomaram força nos últimos meses, após a notícia de que o grupo estava tentando registrar o nome The End Of The Road. Um pedido do KISS foi arquivado em 8 de fevereiro no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos, que, se for aceito, significa que a banda poderia usá-la em “apresentações ao vivo de uma banda musical”. Porém, até o momento, nenhuma turnê oficial de despedida foi anunciada.

    Em uma nova entrevista com o ‘Chicago Sun-Times’, o baixista Gene Simmons reconheceu que a turnê final do KISS com a formação atual provavelmente acontecerá em um futuro não muito distante. “Acontecerá, um em algum momento”, disse ele. “Nós não podemos continuar fazendo isso para sempre. Nós somos a banda mais trabalhadora no show business. Se Mick Jagger calçasse as minhas botas de dragão, ele não duraria meia hora”. Mais importante, diz Simmons, a banda “não quer ficar no palco um dia a mais do que enquanto nos sentimos válidos… Lembre-se, nós nos apresentamos com a frase ‘você queria o melhor, você tem o melhor, a banda mais quente do mundo’ e não com a frase ‘nós costumávamos ser os melhores’.

    Perguntado pelo jornalista Michael Cavacini sobre o registro da marca ‘The End of the Road’ e o possível fim das atividades da banda, o líder do KISS, Paul Stanley, disse: “Não é a primeira marca registrada que foi solicitada. Achei que era um nome fantástico e fiquei surpreso por ninguém ter usado antes. Eu queria certificar-me de que, quando a usarmos – e chegará o momento que a usaremos, imagino – eu queria ter certeza de que nós a possuíssemos, e ela é nossa. Quando quisemos sair e fazer a turnê Hottest Show on Earth, a Ringling Bros. veio até nós e disse: ‘Vocês não podem fazer isso’. Isso foi um alerta para mim. Nós sempre tivemos slogans ou frases que são sinônimo de nós, e esta é mais uma. Tudo termina, de uma forma ou de outra. Quando chegar a hora, quero sair com estilo e quero sair cuspindo fogo. Então, quando tive essa ideia, pensei, ‘vamos ter certeza de que nós possamos fazer isso”. “Não sei o que dizer, mas não sei o que dizer, não sei o que dizer. estilo, e quero sair com armas de fogo. Então, quando encontrei essa ideia, Eu pensei que vamos garantir que nós amarremos isso.”

    Cerca de vinte anos atrás o KISS já havia anunciado publicamente seus planos de despedida. Stanley disse mais tarde que a tumultuada Farewell Tour da banda em 2000 não era mais do que uma tentativa do grupo de “tirar o KISS de sua miséria”, depois de anos de choques de ego e desentendimentos sobre créditos de composição entre os membros originais da banda.

    Gene Simmons declarou no ano passado, em entrevista para o Glasgow Live, que a banda ainda “tem mais alguns anos” para queimar nos palcos, antes de uma possível despedida. Também foi essa a impressão que ele passou para a ROADIE CREW, em entrevista publicada em 2016 (ed. #213): “tem alguma coisa com o Kiss que supera a barreira do tempo. A gente impressionava o garoto de 5 anos de idade lá nos anos 70, e fazemos o mesmo hoje em dia. É algo totalmente autêntico. Não dá pra fingir, não dá pra enganar a audiência. O pessoal percebe na hora se você abrir um sorriso falso ou se não está dando o melhor de si. A banda está viva e tocando melhor do que nunca! […] Eu me sinto mais forte e mais poderoso quando coloco aquela máscara.”

    O guitarrista Paul Stanley por várias vezes declarou que existe a real possibilidade de o Kiss seguir adiante sem ele e Gene Simmons na formação, declarando que “nós não caímos na limitação das outras bandas, pois nós não somos as outras bandas”, e que “em algum momento, eu gostaria de ver alguém na banda no meu lugar, isso porque eu amo a banda”. Ainda no mês passado, ele comentou a razão de não querer mais passar muito tempo na estrada: “eu não quero sair de casa”, ele disse. “Eu tenho uma família, eu tenho filhos e, honestamente, acho que minha principal responsabilidade é ser um pai, e não quero perder isso. E certamente, à medida que envelhecemos, sabemos que a vida é finita e eu escolho o que eu quero fazer neste momento”.

    Se “o fim da linha” se aproxima ou não, só o tempo irá dizer. Resta aos fãs lembrarem da trajetória de sucesso, da grandeza e dos grandes hits que a banda forjou, assim como das palavras de Gene Simmons para a ROADIE CREW: “Gene, Paul, Ace e Peter eram quatro vagabundos das ruas de Nova York que tinham um sonho e acabaram encontrando o pote de ouro no fim do arco-íris. E cada vez que você ouve a frase ‘You wanted the best, you got the best’, isso não é uma simples apresentação da banda, mas um desafio que nos colocamos a cada vez que subimos num palco.”