Categoria: Roadie News

  • AD BACULUM “Black Death Doom Metal soteropolitano cheio de ódio!!!”

    AD BACULUM “Black Death Doom Metal soteropolitano cheio de ódio!!!”

    Ad Baculum: Lunatic, Lord Hades e Inquisitor. Foto: Divulgação

    Os Soteropolitanos do Ad Baculum vem conquistando legiões de fãs por todo mundo com uma sonoridade autêntica. Isso nos mostra que o Negro Underground brasileiro está muito vivo e se espalhando pelos quatro cantos do planeta. Gentilmente os membros, Lord Hades e o Inquisitor, nos falam à respeito de toda história do passado e do presente da banda, suas experiências nos shows, suas influências e também suas aspirações para o futuro. Com exclusividade a banda revela o título do seu mais novo trabalho, “Birth of Human Tragedy” que está em processo de produção com previsão de seu lançamento em 2019.

    Você com certeza é um dos percussores do Metal Negro na américa do sul, você foi o primeiro vocalista do grande Mystifier e outrora era chamado como Meugninuosoan, como ainda é conhecido por uma legião de seguidores. Como se deu o fato de trocar o pseudônimo? foi por causa do contexto musical/ideológico da banda? LORD HADES: Saudações à todos os Death Black Metal maníacos ao redor do mundo!!! Na verdade, éramos 4 garotos malvados, Eu, e o Beelzebubth fundamos a banda e depois vieram Behemoth e Lucifuge R. pra completar o tormento! A primeira apresentação da banda foi uma loucura. Foi em um festival patrocinado pela prefeitura em que qualquer banda poderia subir no palco e mostrar seu som. Quando entramos em ação as pessoas ficaram horrorizadas em ver cruzes invertidas, pregos, correntes e sangue de animais no palco. Logo começou a rolar brigas no público causada pela energia negativa e clima de podridão no ar. Eu saí do Mystifier por problemas pessoais e profissionais, mas depois do Mystifier e Necrolust, eu ainda criei outro projeto, o Ritual. Fizemos algumas apresentações, porém, os outros membros não se mostraram interessados em continuar e a desgraça acabou. O meu pseudônimo agora é Lord Hades, e o significado dispensa comentários já que é bem conhecido entre os apreciadoras da antiga mitologia grega.

    Com o Mystifier fez grandes trabalhos e na minha opinião o disco mais importante do Black Metal sul americano, o álbum Wicca. O Ad Baculum tem uma sonoridade autêntica, muito diferente dos seus trabalhos no passado. A aspiração de fazer o som que faz hoje já vinha desde o passado?

    LORD HADES: As composições do Ad Baculum atualmente soam muito diferente do antigo Mystifier. Minhas inspirações são variadas, não me prendo à modismos. É tanto que o Ad Baculum está na contramão de outras bandas do estilo que vemos por aí. Estamos adentrando um clima mais mórbido, um clima chegando no Morbid Black Death Doom.

    Foto: Divulgação

    O Ad Baculum inicialmente foi idealizado para ser um projeto com apenas um membro, você. Como surgiu a ideia de tornar o Ad Baculum uma banda? LORD HADES: Quando eu pertencia ao Mystifier eu colaborava com letras, mas o instrumental eu não fazia. Na mesma época eu cantava e fazia bateria no Necrolust, mas os compromissos com o Mystifier fizeram com que eu me afastasse do Necrolust. Agora com o Ad Baculum, nas gravações, sempre toco todos instrumentos exceto a bateria. Atualmente encontro-me extremamente satisfeito com o Ad Baculum em formato power trio tornando-se uma banda. Após conhecer o Inquisitor, passamos som juntos e percebi o potencial do Ad Baculum como uma banda. Convidamos o Splatter como baterista e começamos a fazer apresentações. Fiquei bastante satisfeito com o resultado. Após algumas mudanças, hoje somos Eu, Inquisitor e Lunatic a formação oficial do Ad Baculum.

    Inquisitor, você participou de grandes bandas como o Poisonous com características muito diferenciadas. Como está sendo a experiência de estar no Ad Baculum?

    INQUISITOR: A experiência de fazer parte do Ad Baculum é das melhores possíveis. Eu sempre fui um maníaco por Death Black Metal!!!! Eu já era fã da banda antes mesmo de fazer parte dela. Hoje, ajudo o Lord Hades a dar forma às músicas do Ad Baculum. Isso para mim é uma verdadeira honra!!! HAIL SATANÁS!!!

    É notório que a banda tem uma identidade única em suas composições. As composições ficam unicamente centradas no Lord Hades ou hoje como uma banda, todos compõem juntos? LORD HADES: Eu componho as letras do Ad Baculum, faço também as linhas musicais. Após isso, Inquisitor vem e dá uma forma mais nítida e brutal nas músicas.

    Foto: Divulgação

    A banda até este momento tem 5 trabalhos e 1 ao vivo. A divulgação tem sido satisfatória? está havendo distribuição fora do país? INQUISITOR: Sim, com certeza. Temos uma aceitação muito boa fora do Brasil. Temos também uma gravadora extremamente competente que lançou nosso último álbum, a Brazilian Ritual Records que espalha suas pragas por todo o continente. Estamos em negociação também com a Regain Records da Suécia para relançar nosso último álbum nos EUA e Europa. Pode ser em qualquer lugar do mundo com separatismo ou não eles vão ter que nos engolir!!! Somos negros, nordestinos e fazemos o real e autêntico Death Black Metal doa a quem doer! Eles aceitando ou não! Fodam-se!!!

    O último álbum “Summe Potens & Callidus” lançado em 2017 teve ótima repercussão entre os seguidores, cheguei a ouvir que este até o momento é o melhor álbum da banda. Na opinião de vocês este de fato é o melhor álbum da banda? LORD HADES: Não acho esse o melhor álbum da banda, eu gosto muito do clima caótico do Morbid End of Cannibalistic Cosmos e também gosto da evolução musical do Opening the Abyss, já que iniciamos à partir desse trabalho como uma banda e não mais como um projeto “one man band”. INQUISITOR: Gosto muito do resultado do que fiz no Summe Potens & Callidus, mesmo não tendo tempo hábil para ter criado mais nele. Mas os meus álbuns prediletos do Ad Baculum são o Blackness Doctrine e o Opening the Abyss.

    As capas de todos os álbuns são muito bem feitas. De quem vem as ideias para criação destas artes? LORD HADES: Quem construiu o logo foi o famoso artista mexicano Alemsahim. A capa do ” Blackness Doctrine” é de autoria do francês Chris Moyen. O álbum Abstract Abysmal Domain teve a capa feita pelo italiano Ahrin Von Past. No “Morbid End…” eu mesmo fiz a montagem para a capa. O “Opening the Abyss” tem na capa uma pintura do artista medieval Paul Gustave Dore, 1869. Que desenhou as ilustrações para o livro A divina Comédia, de Dante Alighieri. O álbum “Summe Potens & Callidus” tem a capa feita pelo paulista Natan Viana.

    Foto: Divulgação

    Já existe um novo trabalho a caminho? pode nos falar um pouco a respeito? LORD HADES: Sim, já estamos em estúdio compondo material para nosso próximo álbum. Eu e o Inquisitor já começamos a dar forma às músicas. Lunatic também já está criando a bateria. Posso adiantar que serão 9 faixas do mais puro Black Death Doom Metal soteropolitano cheio de ódio!!! Vou adiantar para vocês também o título do álbum que se chamará “Birth of Human Tragedy”.

    Você vem se mantendo fiel ao estilo e toda sua ideologia por todos esses anos, o que é louvável. Como você enxerga hoje o cenário como um todo? LORD HADES: Atualmente gosto muito das cenas do Chile e Grécia. No Brasil, nos anos 80, Belo Horizonte em MG, tinha maior cena que revelou bandas de potencial internacional. Atualmente está muito decadente. Nos anos 80 tínhamos muitos problemas com brigas sangrentas com punks e carecas nacionalistas aqui em Salvador. Mas, atualmente, esses movimentos políticos têm bem menos notoriedade aqui na cidade. Foram exterminados até o último homem. Só o que resta é o império do metal underground!!! Aqui no estado tem surgido bandas de potencial muito grande como: Escarnium, Poisonous, Morbid Perversion, Putrid Sêmen entre outras que não vêm à mente no momento. Além das já renomadas de outrora como: Headhunter DC, Bennemerinnen, Deformity BR entre outras que infestam nossa terra de peste negra!!!!

    Os álbuns são bem conceituais, as letras são muito bem escritas. Quais são suas inspirações na hora de escrevê-las? LORD HADES: Minhas inspirações vêm do meu interesse por antigas civilizações e o lado obscuro do cosmos. Ainda acrescento o que tem de pior na natureza humana em minhas composições, alertando o quanto decadente é a nossa civilização ao ponto de tornarmo-nos criaturas parecidas com pragas nas plantações.

    Foto: Divulgação

    Durante a carreira do Ad Baculum houve uma mudança intensa de selos, vocês lançaram seus álbuns pela Undercover, Craneo Negro, Hammer of Damnation e Brazilian Ritual Records. Como foi a relação da banda e os selos? O novo trabalho já tem o selo definido para o seu lançamento? LORD HADES:  Muitos selos nos procuram para lançar nossos álbuns. Damos prioridade aos mais comprometidos com a causa underground, que é a nossa cena. Temos sempre uma ótima relação com esses parceiros que se interessam em espalhar nossas pragas em forma de música pelos 4 cantos desse local imundo chamado de planeta terra. No momento estamos em negociação com alguns selos para o lançamento do nosso próximo álbum em 2019.

    Quais são suas principais influências? LORD HADES: Minhas influências são os primórdios do metal maldito feito nos anos 80. Acho que isso é o bastante!

    INQUISITOR: Black Sabbath, Slayer (old), Possessed, Celtic Frost (old), Warfaire Noise 1 Compilation entre outros!!!

    Quantos aos shows, vocês já tocaram em diversos estados brasileiros e inclusive participou da 4º edição do importante festival Brazilian Ritual onde foi feito um registro ao vivo da banda. Como foram os preparativos e a produção para este registro? INQUISITOR: A experiência de fazer parte do cast do festival Brazilian Ritual em São Paulo foi diabólica. Experiência ímpar! O idealizador do festival, Eduardo Beherit é um verdadeiro guerreiro da cena underground brasileira. Fomos muito bem recebidos até o último momento pela produção do evento! Só temos a agradecer ao idealizador desse festival e desejar que venham vários outros!!!

    Foto: Divulgação

    Como tem sido a receptividade da banda nas cidades por onde passaram? Já houve algo vocês desaprovaram? LORD HADES: Até o momento só fizemos shows fudidos ao redor do Brasil. São Paulo, Aracaju e Rio Grande do Sul ofereceram as melhores estruturas para o Ad Baculum até o momento.

    Vocês pretendem divulgar o trabalho que está sendo concebido em uma turnê internacional? LORD HADES: Sim, com certeza! Estamos recebendo algumas propostas e avaliando as melhores formas para podermos espalhar nossa praga em outras civilizações!

    Tenho muitos contatos em muitos países e principalmente os amigos que estão espalhados por toda américa do sul me perguntam sempre sobre vocês. Existe uma pretensão de visitar os nossos países vizinhos e sanar a grande vontade que os nossos Hermanos têm de vê-los ao vivo? LORD HADES: Temos um grande interesse em excursionar pelo nosso continente sul americano. Ouço muitas bandas desses países e eles respiram o verdadeiro underground! Espero que em breve nos convidem para fazer alguns rituais por essas terras!!!

    Quais são as aspirações da banda para o futuro? INQUISITOR: Vamos continuar trabalhando até o último suspiro e fazer nosso trabalho em nome da maldição e da intolerância! Nosso principal argumento é: falar menos e fazer mais!!! Por isso já estamos dando forma ao novo álbum.

    Meus amigos, eu agradeço muito a entrevista cedida e por toda atenção. Um forte abraço a vocês… LORD HADES: O Ad Baculum é que agradece o espaço cedido, Eden! Um grande hail à Roadie Crew e aos leitores maníacos por metal maldito!!!!

    Enquanto o novo álbum da banda ainda está sendo produzido ficamos aqui com duas músicas escolhidas pelo próprio Inquisitor para completar esta entrevista. São elas: The Man Who Defied God  (Lyric Vídeo) e “Babylonia in Blood”.

  • Festival Setembro Negro terá a ‘psicodelia pesada e ocultista’ do lendário COVEN

    Festival Setembro Negro terá a ‘psicodelia pesada e ocultista’ do lendário COVEN

    Pela primeira vez no Brasil, uma das mais antigas bandas com temas satânicos, o Coven se apresenta no festival Setembro Negro.

    O Coven participará da 12ª edição do festival, que acontecerá nos dias 29 e 30/09, e contará também com as bandas Aeternus, Enthroned, Morbid Saint, Schirenc Plays Pungent Stench, Purgatory, Razor, Vulcano, At The Gates, Taake, Wolfbrigade, Amen Corner, Decomposed God, Human Atrocity, Infested Blood e Manger Cadavre.

    Para mais informações, siga a página do evento no Facebook:

    https://www.facebook.com/events/2045030379098810/

    Formado no final dos anos 60 nos Estados Unidos, pouco antes do Black Sabbath na Inglaterra (coincidentemente eles tinham um baixista chamado Greg “Oz” Osborne), apesar do som não ser tão pesado, chamavam a atenção – e chocavam – pelas letras satânicas, cantadas pela líder e vocalista Esther “Jinx” Dawson.

    Seu disco de estreia, “Witchcraft Destroys Minds & Reaps Souls” é considerado um dos mais satânicos da história, principalmente se considerarmos a época em que foi lançado, em 1969… Outro fato curioso é que a música que abre o disco leva o nome de “Black Sabbath” – que passava despercebida em meio a títulos como “Pact with Lucifer”, “Choke, Thirst, Die”, “Dignitaries of Hell” e “Satanic Mass”.

    Depois de “Witchcraft Destroys Minds & Reaps Souls”, eles ainda lançaram pérolas como “Coven” (1971), “Blood on the Snow” (1974), “Metal Goth Queen: Out of the Vault” (compilação, 2008 e “Light The Fire” (EP, 2016)

    Assista o Coven tocando no Muskelrock 2017, na Suécia:

    https://www.youtube.com/watch?v=ncRuuc_hrLg&t=1375s

    Acompanhe o Coven em seus canais oficiais:

    https://www.facebook.com/TheOfficialCoven/

    https://www.cafepress.com/jinxcoven

    SERVIÇO: 12ª Edição FESTIVAL SETEMBRO NEGRO

    Dias: 29 e 30 de Setembro (Sábado e domingo)

    Local: Carioca Club Pinheiros (R Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – Sao Paulo/SP)

    Tel. (11) 3813-8598 / www.cariocaclub.com.br

    PROGRAMAÇÃO:

    Sábado (29/09)

    13:00 – ABERTURA PORTAS

    14:00 – 14:30 – HUMAN ATROCITY (30”)

    14:45 – 15:20 – INFESTED BLOOD (35”)

    15:35 – 16:15 – PURGATORY (40”)

    16:30 – 17:10 – AETERNUS (40”)

    17:25 – 18:10 – TAAKE (45”)

    18:25 – 19:15 – VULCANO (50”)

    19:30 – 20:30 – RAZOR (60”)

    20:45 – 21:55 – COVEN (70”)

    Domingo (30/09)

    14:00 – ABERTURA PORTAS

    15:00 – 15:30 – MANGER CADAVRE (30”)

    15:45 – 16:20 – DECOMPOSED GOD (35”)

    16:35 – 17:15 – AMEN CORNER (40”)

    17:30 – 18:10 – ENTHRONED (40”)

    18:25 – 19:10 – MORBID SAINT (45”)

    19:25 – 20:15 – SCHIRENC PLAYS PUNGENT STENCH (50”)

    20:30 – 21:30 – WOLFBRIGADE (60”)

    21:45 – 22:55 – AT THE GATES (70”)

    INGRESSOS:

    https://www.clubedoingresso.com/setembronegrofestival

    Página oficial do festival: www.facebook.com/SetembroNegroFestival

    Página oficial da Tumba Produções: www.facebook.com/tumbaproductions

  • VIXEN lançará novo álbum ao vivo em julho

    VIXEN lançará novo álbum ao vivo em julho

    Um dos nomes clássicos do hard rock dos anos 80, o VIXEN, lançará Live Fire em 6 de julho pela Rat Pak Records. Mixado por Michael Wagener, Live Fire apresenta 12 faixas ao vivo e foi gravado no lendário Arcada Theatre de Chicago durante a bem sucedida turnê do grupo em 2017. Além dos maiores clássicos da VIXEN, o trabalho também inclui uma versão de estúdio recém-gravada de You Ought to Know By Now, uma versão acústica totalmente nova do hit Edge Of A Broken Heart, e uma versão ao vivo de uma faixa inédita chamada Big Brother.

    Em relação a You Ought to Know By Now, a vocalista Janet Gardner diz: “Ela dá um gostinho dos dias clássicos da VIXEN, com uma energia e paixão revitalizada!”. A baixista Share Ross acrescenta: “Esta música é a conexão final entre nossa história com Jan e nosso futuro!”

    Falando do material ao vivo, a baterista Roxy Petrucci comenta: “É muito legal ver tantos fãs antigos e novos curtindo essas músicas clássicas enquanto as tocamos ao vivo, então faz sentido lançar este álbum ao vivo!”. A guitarrista Britt Lightning acrescenta: “Este álbum realmente capta toda a espontaneidade e energia da performance ao vivo da banda”.

    Tracklist:
    1. Rev It Up (Live)
    2. How Much Love (Live)
    3. One Night Alone (Live)
    4. Cryin’ (Live)
    5. Meet The Band (Live)
    6. Rock Me (Live)
    7. Streets In Paradise (Live)
    8. I Don’t Need No Doctor (Live)
    9. Love Is A Killer (Live)
    10. Love Made Me (Live)
    11. Big Brother (Live) *previously unreleased*
    12. Edge of A Broken Heart (Live)
    Bonus tracks:
    1. You Ought To Know By Now (New Studio Version)
    2. Edge of A Broken Heart (New Studio Acoustic Version)
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  • Massacre Records assina com o ASSASSIN

    Massacre Records assina com o ASSASSIN

    A Massacre Records anunciou que os veteranos do thrash metal alemão ASSASSIN são agora parte do seu cast. O novo álbum da banda será lançado no outono de 2019.

    Originalmente formado em 1985, a banda já lançou inúmeras demos, álbuns e também um DVD. Eles não são estranhos aos palcos de pequenos clubes e nem de grandes festivais.

    O último álbum de estúdio do ASSASSIN, Combat Cathedral, saiu em maio de 2016, via Steamhammer / SPV.

    Depois que o membro fundador e vocalista Robert Gonella saiu do ASSASSIN em 2014, o novo vocalista Ingo “Crowzak” Bajonczak se juntou ao grupo.

    No final de 2016, o guitarrista de longa data do ASSASSIN, Michael Hoffmann, saiu da banda por “motivos pessoais”. Ele já foi substituído por Frank “Blackfire” Gosdzik (ex-KREATOR, SODOM).

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  • TORTURE SQUAD lança novo clipe “Dont Cross My Path” nessa sexta no programa “É Noize”

    TORTURE SQUAD lança novo clipe “Dont Cross My Path” nessa sexta no programa “É Noize”

    Sexta-feira (25/05) vai ao ar mais uma edição do programa “É Noize” com o comando de Paulinho Heavy. O Programa terá nessa edição o renomado grupo de Death Metal, Torture Squad, os músicos irão apresentar algumas músicas da carreira da banda em formato ao vivo e conceder entrevista exclusiva para o apresentador.

    Uma das principais novidades que o programa irá oferecer ao público, é conferir em primeira mão o lançamento oficial do novo clipe do Torture Squad, “ Dont Cross My Path”.

    O programa terá início às 20 horas com transmissão pelo canal de Web-Tv, “All TV”, responsável pela transmissão do “É Noize”. Para assistir essa entrevista e conferir o Torture Squad executando no estúdio os maiores clássicos e as mais recentes músicas, basta estar conectado no link: https://alltv.com.br/

    Logo após o programa “É Noize” o novo clipe do Torture Squad estará disponível no canal oficial da banda para os fãs.

    https://www.facebook.com/paulheavy.toledo/videos/1683794238323076/

    Formação

    Mayara “Undead” Puertas – vocal

    Rene Simionato – guitarra

    Castor – baixo

    Amilcar Christófaro – bateria

    Mais informações:

    Site Oficial: www.torturesquad.net.br

    Facebook: www.facebook.com/torturesquad

    YouTube: www.youtube.com/torturesquadband

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/torture-squad/

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  • VAZIO E VULCANO levam o black metal até o Sesc Pompeia

    VAZIO E VULCANO levam o black metal até o Sesc Pompeia

    Na noite da próxima quinta, dia 24 de maio, o Sesc Pompeia promove um show de rock que reúne, no palco da Comedoria, as bandas Vazio e Vulcano, duas das principais representantes do black metal paulista. O trio Vazio se apresenta pela primeira vez no Sesc Pompeia, a partir das 21h30; em seguida, quem sobe ao palco é o grupo santista Vulcano. Em apresentação única, o show tem ingressos à venda pela internet e também nas bilheterias das unidades do Sesc.

    Com dois anos de carreira, o grupo Vazio tem o ocultismo e a decadência apocalíptica como os temas centrais das letras, todas em português e escritas por Renato Gimenez (vocais e guitarras), que alia, em suas composições, iconoclastia e filosofia de culto ao lado escuro da vida e da morte.

    Vulcano, por sua vez, tem 37 anos de estrada, sendo considerada como a primeira banda de metal extremo do Brasil (e possivelmente da América do Sul). Fundado em 1981, o grupo já construiu um legado de 15 álbuns gravados e centenas de apresentações pelo mundo.

    Além do som das duas bandas convidadas, o concerto traz, também, esculturas de madeira e ferro do artista plástico Rafael Frattini e apresentação do RG Noise City, projeto solo de Renato Gimenez, vocalista do Vazio, com performances de ruído.

    Mais sobre Vazio:

    O trio Iniciou as atividades em 2016 e conta com Renato Gimenez (Social Chaos, Armagedom e RG Noise City) nos vocais e guitarras, Daniel Vecchi (Social Chaos) na bateria, e o baixista Loukas (ex Praga). Vazio lançou seu primeiro registro em maio de 2017, destacando-se como uma das revelações da cena black metal paulista do ano passado. Após dezenas de shows em território nacional, em setembro de 2017 o Vazio embarcou para sua primeira turnê no continente europeu, com 23 apresentações.

    No palco, Vazio promove um show especial com a fusão de linguagens artísticas e composições presentes no primeiro registro da banda, além de novas músicas compostas para futuros lançamentos, entre eles sons que devem estar no disco split com a banda Death by Starvation, com previsão de lançamento até o final deste ano.

    Site da Vazio: https://www.vazio.bandcamp.com

    Clipe oficial da canção “Monumentos da Decadência”:

    https://www.youtube.com/watch?v=6OyT4I3_go4

    Mais sobre Vulcano:

    Com quase 40 anos de carreira, Vulcano é uma das principais bandas de black/death metal do país. Considerado o primeiro grupo de metal extremo do país, e possivelmente do América do Sul, foi fundado em 1981. O primeiro registro gravado da Vulcano ocorreu entre 1982 e 83, com o single “Om Pushne Namah”, cantado em português e hoje considerado uma relíquia do metal underground brasileiro.

    Em todo esse tempo de estrada, já construiu um legado de 15 álbuns e centenas de apresentações pelo mundo. Neste ano, o grupo retoma a turnê de seu último álbum, ”XIV” (2016), e aproveita para divulgar o terceiro álbum ao vivo da banda – o disco duplo “Live III – From Headbangers to Headbangers” (2018).

    No palco do Sesc Pompeia, a Vulcano apresenta um show dividido em dois: na primeira parte, algumas músicas dos álbuns “Live!” (1985), “Anthrophofagy” (1987), “Ratrace” (1990), “Tales from the Black Book” (2004), “The Man; The Key; The Beast” (2013), “Wholly Wicked” (2014) e “XIV” (2016). Na segunda metade, o álbum “Bloody Vengeance”, clássico de 1986 e um dos principais trabalhos da banda, será executado na íntegra.

    Compõem a Vulcano Zhema Rodero, na guitarra (desde 1981), Luiz Carlos Louzada, noa vocais (1997-2000, 2008, desde 2010), Diaz, no baixo (2007-2013, desde 2016), Arthur Von Barbarian, na bateria (desde 1987) e Gerson Fajardo, na guitarra (desde 2015).

    SERVIÇO

    Show | Vazio + Vulcano

    Dia 24 de maio de 2018, quinta, às 21h30

    Comedoria do Sesc Pompeia

    *A capacidade do espaço é de 800 pessoas. Assentos limitados: 150. A compra do ingresso não garante a reserva de assentos. Abertura da casa com 90 minutos de antecedência ao início do show.

    Ingressos: R$ 6 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$ 10 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$ 20 (inteira).

    Venda online (sescsp.org.br/pompeia) e presencial nas unidades do Sesc SP.

    Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos.

    Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.

    Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia

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  • BLOODBATH cancela turnê norte-americana

    BLOODBATH cancela turnê norte-americana

    Devido a circunstâncias imprevistas e incontroláveis que envolvem complicações com o processo de visto dos EUA, o supergrupo sueco/britânico de death metal BLOODBATH – que conta com Jonas Renkse e Anders Nyström do KATATONIA, juntamente com Martin Axenrot do OPETH e Nick Holmes do PARADISE LOST, foi forçado a adiar suas datas anunciadas da turnê norte-americana. A turnê estava marcada para começar esta semana, e incluia apresentações no Maryland Deathfest e no Modified Ghost Festival. A turnê será reprogramada para uma data posterior.

    O BLOODBATH declarou em um comunicado: “É com uma imensa mistura de raiva, frustração e tristeza que somos forçados a anunciar as seguintes notícias: Nós não embarcaremos amanhã para começar nossa primeira turnê norte-americana, que tanto esperávamos. Estivemos ensaiando e preparando isso há meses, e nossas malas e bagagens estão prontas na porta, mas, infelizmente, devido à imigração e embaixada dos Estados Unidos cometerem erros com nossos vistos, eles não conseguiram consertá-lo a tempo nem reemiti-los.

    “Nós esperávamos nunca ter que fazer este tipo de anúncio. Nós ainda estávamos confiando que eles iriam emiti-lo a tempo, mas agora com menos de 24 horas para ir, nós temos que aceitar nosso destino; vai acontecer.

    “Sentimos muito por todos vocês que compraram um ingresso e fizeram planos para ver o BLOODBATH! Se serve como consolo, nós estaremos reagendando (nada mais é aceitável!) E nos preparamos para tocar o tour o quanto antes. Mais notícias sobre reembolsos, etc. o mais rápido possível”.

    O BLOODBATH entrou recentemente no estúdio para começar a gravar o sucessor do álbum Grand Morbid Funeral, de 2014.

    Holmes fez sua estreia no BLOODBATH em Grand Morbid Funeral, que foi lançado em novembro de 2014 via Peaceville. O trabalho contou com participações especiais de Chris Reifert e Eric Cutler do AUTOPSY.

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  • CORROSION OF CONFORMITY – São Paulo/SP, 12 de maio de 2018

    CORROSION OF CONFORMITY – São Paulo/SP, 12 de maio de 2018

    Nem tem como negar: uma das coisas mais legais que aconteceram em 2018 foi o lançamento do disco No Gods No Crown. Além de ser um ótimo disco do Corrosion of Conformity, ele também marcou algo especial: o retorno do guitarrista/vocalista Pepper Keenan, após 13 anos sem gravar nada novo com a banda. Se ouvir a voz inconfundível de Keenan no álbum já foi uma experiência engrandecedora, o que poderia ser melhor do que a chance de conferir este retorno ao vivo? E era justamente essa a nossa principal tarefa, em 12 de maio, quando o grupo finalmente voltou ao Brasil.

    Para dar o passo inicial nesta festa, tivemos a apresentação dos gaúchos do AXES CONNECTION. A inexperiência que a existência de um único álbum de estúdio – A Glimpse of Illumination (2017) – pode indicar, é derrubada pelos quase trinta anos de história do grupo, as boas e fortes canções e a vontade de usar a música para superar dramas e tragédias que marcaram o passado do quarteto. Na verdade, logo que o show iniciou e The Meaning of Evil começou a explodir os alto-falantes, nem parecia que estávamos diante de uma banda que estreava nos palcos. Bom entrosamento, músicos capacitados e o bom som da casa ajudaram a perceber cada nuance do som setentistas que faixas como Rearrange Yourself, Wisdom is the Key e Use the Reason têm a oferecer, e ressaltam a variedade rítmica alcançada pelas composições, um misto de metal setentista, stoner rock e hard rock, uma mistura que não costuma desapontar. Uma pena a casa ainda não estar com seu melhor público para acompanhar este show, que encerrou com Prepare Your Soul, e o cover para She Sells Sanctuary, clássico oitentista do lendário The Cult.

    Já com um público melhor, foi a vez do UGANGA tomar o palco. Também dono de uma experiência contada em décadas, os mineiros acrescentavam peso extra ao caldo da noite de sábado em São Paulo, e claro, seriam os primeiros a garantir os ‘circle pits’ naquela noite, com seu potente thrashcore. Em plena divulgação do DVD Manifesto Cerrado, e na correria para lançar em breve o seu novo álbum de estúdio, Servus, o hoje vocalista Manu ‘Joker’ (isso, aquele mesmo) colocou fogo nos olhos e no coração dos presentes. O grupo – que hoje se completa com Marco Henriques (bateria), Raphael Franco (baixo) e o trio de guitarristas Thiago Soraggi, Christian Franco e Murcego – começou seu curto e poderoso set com Guerra, uma das músicas mais legais de Opressor (2014), álbum que ainda detém o status de mais recente do grupo.

    A mudança de vibração que a entrada baixo/bateria/guitarra desta canção proporcionou era palpável, quase que uma presença física dentro da casa de shows. Aquele peso, aquela correria típica do hardcore é sempre garantia de agitação, e conforme a curta música ia correndo contra o tempo, a agitação e o calor iam tomando conta dos presentes. Nada poderia ser mais apropriado para este momento de empolgação e calor do que a já clássica Nas Entranhas do Sol, que como sempre, contou com a interpretação ensandecida de Manu Joker, que cantava como que a proteger os olhos do brilho de um sol implacável. A próxima, O Campo, conta com um ‘groove’ único, uma pegada que garantiu alguns hematomas para os mais empolgados (é, o negócio foi louco!), e torcicolos para os mais contidos, mas não houve quem não agitou, uma coisa linda de se ver! “Muito obrigado pela presença de todos”, agradeceu o vocalista, “é foda ver que aquela coisa de ficar na porta esperando a banda principal tá acabando, e que todo mundo está na mesma cena”, ele continuou, para em seguida mandar o cover de Troops of Doom, uma homenagem ao Sepultura que quase derrubou as paredes do Vic Club. Ao Pé da Grande Árvore, a nova Fim de Festa e Fronteiras da Tolerância puseram fim nessa vibrante apresentação, que esperamos, não demore para ter um ‘bis’ na Capital Paulista.

    E então, era hora de reabastecer as energias rapidamente para o show do CORROSION OF CONFORMITY, que já percebíamos, contaria com a casa em quase sua lotação máxima. As premissas básicas para um grande show – boa banda, boas músicas, bom público, bom som – já estavam todos devidamente ‘ticados’ na lista quando o baixista Mike Dean subiu ao palco. Solitário sob os holofotes (o baterista convidado, Jon Green, já estava no palco há algum tempo, mas passou relativamente despercebido), o descabelado baixista se recostou em sua bela pilha de amplificadores para puxar as primeiras linhas gordurosas da noite, um som que parecia anunciar aquela mistura de gêneros que o COC sempre apresentou tão bem. Não demorou para que surgissem Woody Weatherman (guitarra) e Pepper Keenan, claro, muito celebrado pelos presentes. Trajando uma camisa onde se lia claramente a frase ‘amai-vos uns aos outros’ (ah, não era isso?), o vocalista foi direto ao ponto, e a banda emendou a nova The Luddite com Broken Man, primeira do ótimo Deliverance (1994) a ser tocada na noite, e que contou com ótima acolhida do público.

    No melhor esquema ‘falando menos dá para tocar mais’, a banda seguiu sem grandes discursos, com apenas umas curtas pausas para trocar instrumentos, tomar uns goles de cerveja ou mandar um breve ‘obrigado’ aos presentes. Perfeito, já que nenhum de nós queria que o tradicional e protocolar ‘melhor plateia do mundo’ tomasse o lugar de Señor Limpio (outra de Deliverance) ou de Long Whip/Big America (Wiseblood, 1996), que certamente nos garantiram diversão muito maior. Mais uma pequena pausa para molhar a velha garganta ressecada, e Pepper Keenan já estava pronto para seguir adiante, agora com Who’s Got The Fire (America’s Volume Dealer, 2000), uma faixa tão estranha quanto cativante, e que destaca um belíssimo solo de guitarra, aqui apresentado à perfeição. Wolf Named Crow, provavelmente a melhor música do novo álbum, No Gods No Crown, veio na sequência, e não foi espanto para ninguém ver que ela foi cantada por muitos dos fãs presentes.

    Certo, Paranoid Opioid é muito provavelmente a música mais conhecida de In the Arms of God (2005), mas confesso que eu não esperava um ‘circle pit’ tão insano nessa parte do show, que já mergulhava na sua segunda metade. Na verdade, eu esperava que isso fosse acontecer na pesada Vote With a Bullet, um verdadeiro clássico dos tempos de Blind (1991). E claro que aconteceu, meus amigos, e como aconteceu! Um pandemônio musical louvado com suor, ‘mosh’, gritos e toda aquela saudável insanidade que costuma rolar em momentos como esse. Mas a verdade é que já não havia mais tempo para muita coisa, então restava emendar mais clássicos: primeiro, Albatross, e depois, Clean My Wounds, aqui presente como ‘bis’, e com uma longa jam entre os instrumentistas.

    É, uma bela noite no Centro de São Paulo. No retorno de Pepper Keenan, nenhuma música de Eye For An Eye (1984), Animosity (1985), Corrosion of Conformity (2012) ou IX (2014) foi tocada, e ninguém se entristeceu com isso. O favorito de muitos estava de volta, e foi celebrado com músicas da sua era. Agora, ficamos esperando por uma outra celebração: já que Reed Mullin não pode estar por aqui, por conta de uma recente cirurgia no joelho esquerdo, que tal em breve a banda voltar para o Brasil, para celebrarmos o ‘retorno’ dele? Seria a desculpa perfeita para vermos de novo todas essas canções fantásticas ao vivo…

  • ALTA VELOCIDADE: Músicos, jornalistas e fãs de rock se reúnem em corrida de Kart

    ALTA VELOCIDADE: Músicos, jornalistas e fãs de rock se reúnem em corrida de Kart

    Diversos esportes têm muito a ver com o rock e o metal. Começando pelo futebol, como comprovamos no especial sobre a Copa do Mundo de 2014 (ed. #185), mas também passando pelo futebol americano (bandas de rock como Rolling Stones e The Who já fizeram o show do intervalo do Super Bowl, a final do campeonato) e pelos chamados esportes radicais, que sempre têm rock na trilha sonora.

    Então, por que não juntar rock e esporte a motor? Foi o que fez o blog FuteRock, comandado pelo jornalista Charley Gima, que promoveu no último domingo, dia 20 de maio, o Fórmula FuteRock Edifier no Kartódromo Internacional Granja Viana, em Cotia, na Grande São Paulo. O evento reuniu nada menos que 30 nomes do mundo do rock, como músicos e jornalistas, além de fãs e convidados.

    Dentre os participantes estavam Felipe Andreoli (Angra), Nando Fernandes (Rádio Show), Bruno Sutter (solo e Massacration), André Mellado (Woslom), Diego Sabio (Anthares), Mylena Monaco (Synaya), Paulo Soares (Krusader) e Vini Castellari (Project 46). Representando os jornalistas, participaram Thiago Mauro Rahal, Costabile Salzano Jr., Adriano Coelho e este repórter da ROADIE CREW. Também alinharam no grid Silvio Golfetti (Voice Music, ex-Korzus), Silvano Brancati (Manifesto Bar), Evanil Alves (FuteRock) e Charley Gima, além de representantes das empresas patrocinadoras e diversos fãs, como Everton Roso e Leandro Dicieri, pilotos de kart e fãs de metal que fizeram questão de participar.

    Como no futebol sempre tem aquela resenha antes do jogo, o mesmo aconteceu no kartódromo.  Só que lá o assunto era rock. Felipe Andreoli, por exemplo, comentou que a turnê atual do Angra tem sido um grande sucesso, assim como o novo disco da banda, Ømni. E enquanto Bruno Sutter brincava dizendo que era Andrea de Cesaris (piloto italiano de Fórmula 1 que detém o recorde de maior número de provas sem uma mísera vitória e que batia tanto que era chamado de ‘Andrea de Crasheris’) fomos todos para o briefing.

    Lá, além de instruções básicas sobre segurança, incluindo a função de cada bandeira utilizada pelos comissários, cada piloto um recebeu um kit do blog FuteRock contendo fones de ouvido cedidos pela Edifier, DVDs oferecidos pela loja virtual Black Rock e uma cerveja FuteRock, uma APA (american pale ale) produzida pela Cervejaria Villa’s.

    E debaixo de um frio de 10º era hora do treino de classificação. Dá pra dizer: o negócio é intenso. A pista é usada para competições profissionais, portanto tem um nível de dificuldade bastante grande, com curvas fechadas, subidas, descidas e algumas curvas em que não dá pra ver o final. Tudo bem, se dá algum problema os comissários praticamente esfregam uma bandeira amarela na sua cara, mas daí a conseguir se livrar do enrosco é outro problema, como conto logo em seguida. Aliás, com 30 karts correndo ao mesmo tempo, a maior parte deles guiada por malucos que tinham aquela experiência pela primeira vez, certamente os comissários bateram o recorde de intervenções numa corrida. Ao longo dos 25 minutos de prova (5 de classificação e 20 de corrida), praticamente o tempo todo uma bandeira era agitada em algum ponto do circuito.

    Outro aspecto que chama a atenção é o barulho. Um kart é praticamente um chassi grudado no chão com um motor e um piloto em cima. Ou seja, o motor grita na sua orelha durante o tempo todo – e é um carrinho valente, que chega aos 80 km/h na reta, sensação que se potencializa pelo fato de você estar praticamente sentado no chão. E justamente por conta disso, dá pra fazer curvas bem rápido, o que gera outro som: os pneus (slick) cantam praticamente todo o tempo. Ah, e tem as zebras! Pra quem não sabe, são aqueles complementos da pista existentes nas curvas, pintadas em duas cores (daí o nome zebra), que ajudam o carro a ficar dentro dela. Algumas dessas zebras eram “sonoras”, como explicou Leandro, ou seja, proporcionavam uma tremenda vibração quando atacadas. Pra completar, o volante é duro de verdade e dá trabalho manter o bicho na pista – é literalmente trabalho braçal!

    Só que tudo isso, que parece um desconforto imenso, é o que torna o negócio divertido. E a raiva que dá quando alguém te ultrapassa e a vontade de gritar “acelera, prego!” quando você faz alguém comer poeira só aumentam a diversão.

    Durante a prova você não tem a menor noção da sua classificação. Na reta principal há um painel que mostra os dez primeiros colocados – os outros que tentem adivinhar. Acabei me classificando em 22º para a largada. Quase no fim da fila, mas passei um punhado que rodou logo na segunda curva. Estava indo até bem até, logo no começo, dar de cara com uma bandeira amarela. Tirei o pé (mas não muito…) fiz a curva e dei de cara com três karts atravessados na minha frente. É muito rápido, não dá pra fazer praticamente nada. Virei o volante, o kart girou e bateu de lado em algum outro que estava parado por ali. Sorte dentro do azar: parei de frente pra pista, foi só acelerar e continuar a prova. Só que aí um batalhão tinha me deixado pra trás.

    Quase rodei mais duas vezes, ataquei várias zebras e levei uma pancada de responsa na traseira no fim da reta principal (mas segurei a onda e mantive o carro na pista). Lá pelas tantas, os braços começam a perguntar que diabos você está fazendo com eles – os pulsos, principalmente, doem um bocado para quem não está com o preparo físico exatamente em dia, caso deste que vos fala. E os tais 20 minutos passam rápido, muito rápido.

    Você recebe a bandeira quadriculada e não tem a menor ideia da sua classificação, mas logo a organização do kartódromo passa o resultado: 22º lugar. Entre largada e chegada, teoricamente não saí do lugar. Mas quem se importa?

    Todo mundo vai para os boxes e o que se vê é um bando de marmanjos crescidos (alguns levaram os filhos adolescentes pra assistir) com os olhos brilhando como se fossem crianças com um brinquedo novo. O rock deixou de ser assunto na hora resenha, só se falava na corrida ali. Era hora do pódio. Evidentemente, os dois kartistas experientes ficaram com os dois primeiros lugares (e eram impressionantes a velocidade e a facilidade com que eles te ultrapassavam…), mas para efeito da brincadeira proposta pelo FuteRock valeu a partir do terceiro colocado. Assim, os três primeiros foram Marcelo Martins (executivo da AACD, convidado do FuteRock), Rafael Nalesso (fã sorteado para participar momentos antes do início da corrida) e Eric Claros (baterista do Children of the Beast). Cada um ganhou um fone de ouvido Bluetooth oferecido pela Edifier.

    Só que, muito mais que isso, cada um de nós ganhou o direito de voltar a ser criança ao pilotar carrinhos que parecem ser de brinquedo mas são coisa muito séria. E o que todo mundo se perguntava enquanto ia pra casa era: quando vai ser a próxima corrida?

  • 5 motivos para não perder a única apresentação do ARMORED SAINT no Brasil

    5 motivos para não perder a única apresentação do ARMORED SAINT no Brasil

    No dia 03/06 – daqui menos de duas semanas – o Armored Saint se apresentará em São Paulo (Fabrique Club, Rua Barra Funda, 1075 – Próximo ao Terminal da Barra Funda e Clash Club)). Listamos 5 motivos para você não perder esse showzaço: Eles nunca tocaram aqui; Banda clássica do Heavy Metal, formada em 1982, são de uma leva de nomes como Metallica, Anthrax, Slayer, entre outras do primeiro escalão do Metal dos EUA – e muito aguardados por aqui. O Armored Saint existiu de 1982 a 1992 (período onde poucas bandas visitavam o Brasil), depois, de 1999 a 2003 (com pouquíssimos shows por causa da carreira do vocalista John Bush no Anthrax). Desde 2006 que estão de volta, inclusive, lançando material excelente.

    Discografia de responsa; São 7 álbuns de estúdio – fora EP’s e ‘ao vivos’. Ao longo de sua carreira, o Armored Saint manteve a regularidade, com álbuns acima da média – impossível não citar a trinca de abertura, uma avalanche de Metal, com “March Of The Saint” (1984), “Delirious Nomad” (1985) e “Raisinf Fear” (1987). Embora seu disco mais ‘famoso’ ainda seja, “Symbol Of Salvation” (1991).

    Formação praticamente original; Desde a formação inicial, permanecem John Bush (vocais), Joey Vera (baixo), Gonzo Sandoval (bateria) e Phil Sandoval (guitarra). Só não é 100% original, pois Jeff Duncan (guitarra), está no lugar de Dave Prichard (guitarrista que faleceu em 1991). Ainda assim, Duncan está na banda desde 1990, inclusive gravando “Symbol Of Salvation” – como já falado, o álbum mais conhecido da banda.

    John Bush; Um dos vocalistas mais originais e carismáticos de sua geração. Fez sucesso no Anthrax na década de 90 – inclusive o maior sucesso comercial do Anthrax, “Sound Of White Noise” (1993). Muita gente não sabe, mas Bush foi chamado para integrar o Metallica nos anos 80, quando decidiram que seriam um quinteto, ideia recusada por Bush…

    Pode ser que nunca mais voltem; Por mais dura que seja essa afirmação, tratam-se de músicos formados nos anos 80, ou seja, gente além dos 50 anos. Devido aos altos custos de uma turnê, e o mercado atual, pode ser que demore para uma oportunidade dessas – o que torna difícil essa volta.

    Recentemente a banda fez uma apresentação no tradicional festival alemão Rockpalast. Assista, aqui:

    https://www.youtube.com/watch?v=Z2Ok97XY-Ic

    Nesta semana foram disponibilizados ingressos físicos, e sem taxa de conveniência nos seguintes pontos da Galeria do Rock (Av. São João, 439, Centro, São Paulo):

    -Loja Die Hard Records: 2º Andar, Loja 313

    -Loja Lady Snake: 1º Andar, Loja 213

    Ingressos online:

    https://ticketbrasil.com.br/…/5731-armoredsaint-saopaulo-sp/

    O vocalista John Bush enviou um recado onde convida todos os fãs da banda para o único show no Brasil. Assista:

    https://www.youtube.com/watch?v=dSlZ4IUWf-I

    No dia do show haverá venda de um compacto de 7’ polegadas, exclusivo para a turnê, licenciado pela Metal Blade para a Abigail Records.

    O Armored Saint está divulgando seu último álbum de estúdio, o excelente “Win Hands Down” (2015) – depois disso, lançaram o ‘ao vivo’ “Carpe Noctum”, em 2016.

    Siga a página do show de São Paulo:

    https://www.facebook.com/events/979438258871718/

    Produção: Abigail Records

    SERVIÇO:

    Abigail Records apresenta:

    Armored Saint – Pela primeira vez, e em apresentação exclusiva no Brasil!!!

    Data: 03/06/18 – Domingo

    Local: Fabrique Club (Rua Barra Funda, 1075 – Próximo ao Terminal da Barra Funda e Clash Club)

    Abertura da casa: 18h | Armored Saint: 20h

    Ingressos:

    Pista Meia (Lote 1): R$100

    Pista Promocional (Lote 1): R$110

    Pista Inteira (Lote 1): R$200

    Ingressos online: (início das vendas: 19/01 – 10h)

    https://ticketbrasil.com.br/show/5731-armoredsaint-saopaulo-sp/

    Ou nos pontos credenciados pela Ticket Brasil.

    Pontos de venda sem taxa:

    Galeria do Rock (Av. São João, 439, Centro, São Paulo):

    -Loja Die Hard Records: 2º Andar, Loja 313

    -Loja Lady Snake: 1º Andar, Loja 213

    Produção: Abigail Records