Depois de realizar a primeira turnê pela América do Sul ao lado dos italianos do Elvenking, o Trend Kill Ghosts segue promovendo o álbum de estreia, “Kill Your Ghosts“, com um importante compromisso em sua agenda. O grupo paulista de power metal, formado por Diogo Nunes (vocal), Rogério Oliveira (guitarra), Danilo Perez (baixo) e Leandro Tristane (bateria), se prepara para se o opening act do “Dark Dimensions Metal Fest“, que reunirá Accept e W.A.S.P. e será realizado em 8 de dezembro no Internacional Eventos, em Guarulhos (SP).
O vocalista Diogo Nunes revela que a primeira turnê pela América do Sul foi uma experiência incrível para a banda. “Ficará marcada em nossas vidas para sempre. Passamos pela Colômbia, Chile, Argentina, Peru e finalizamos no Brasil. Infelizmente, o show no Peru foi cancelado devido a taxas de última hora que o governo cobrou do produto local. Era algo que não contávamos, mas esperamos poder passar por lá em uma próxima. O mais incrível é que, por ser nossa primeira tour, tínhamos fãs em cada país visitado e pessoas cantando nossas músicas fora do Brasil. De certo modo, até nos emocionou porque, além de um orgulho imenso, é uma alegria saber que o nosso trabalho está sendo reconhecido e estamos colhendo os frutos em tão pouco tempo”, declarou.
Sobre participar do “Dark Dimensions Metal Fest”, o vocalista comemora o fato de se apresentar com duas forças do heavy metal em sua cidade. “Fomos convidados para tocar em nossa cidade natal, Guarulhos, com duas lendas do heavy metal mundial: Accept e W.A.S.P., outro motivo de orgulho e alegria para nós e que chega para abrilhantar ainda mais a nossa carreira. Claro, sabemos da responsabilidade, mas prometemos entregar um show incrível e vamos botar para quebrar tudo em Guarulhos”, concluiu.
Ingressos para o “Dark Dimensions Metal Fest” estão disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/darkdimensionsmetalfest
Formado em 2018, o Trend Kill Ghosts aposta no power metal/metal melódico, com referências a nomes como Gamma Ray, Helloween, Avantasia, Edguy, Savatage e Stratovarius. O álbum de estreia, “Kill your Ghosts”, que teve a arte de capa criada por Lucas Pereira (Marvel HQ), foi lançado no último mês de julho em todas as plataformas digitais e traz participações especiais de Ralf Scheepers (Primal Fear, ex-Gamma Ray e Tyran’ Pace) em “Ghost’s Revolution” e de Raphael Dantas (SoulSpell, Ego Abscence) e Lúcia Ricardo (EvenDusk) em “Promise”.
“Kill Your Ghosts” foi antecipado com o singles “Frozen” e “Ghost’s Revolution”, que trouxe a participação de Ralf Scheepers (Primal Fear, ex-Gamma Ray e Tyran’ Pace), e o lyric video “Deceivers”, o Trend Kill Ghosts apresenta o seu primeiro videoclipe. A faixa escolhida foi “Living a Lie”, pois, segundo a banda, a letra vai de encontro com o objetivo de “tocar na ferida” com o que vemos atualmente na sociedade, especialmente nas falsidades e mentiras das redes sociais.
Veja o clipe de “Living a Lie” em https://youtu.be/eYuPj7_PaZA
Categoria: Roadie News
-

TREND KILL GHOSTS confirmado no ‘Dark Dimensions Metal Fest’
-

MORTTICIA: Capa de novo EP é divulgada e ilustrador fala sobre o trabalho
A banda de Heavy Metal gaúcha MORTTICIA está divulgando a capa e o track list de “A Light in the Black”, que deverá ser lançado no primeiro trimestre do próximo ano. Com a demo “Existence/Resistance” de 2018 na bagagem e uma excelente receptividade, a banda mostra-se confiante com este novo trabalho, que contou com o talento e profissionalismo do artista gráfico Vinicius Gut para compor sua capa. O ilustrador, que é do interior de São Paulo, atua profissionalmente na área gráfica a mais de dez anos, e tem como foco principal a criação na área musical, criando merchandising, capa de CDs, pôsteres, etc.Já tendo passado por empresas de publicidade e marcas de roupa, dedica-se exclusivamente como freelancer há três anos, vindo a trabalhar com marcas e artistas como Jack Daniel’s, Vans, Ultra Music Festival, Wu-Tang Clan, Fall Out Boy, Dead Fish, Pense entre muitos outros. Questionado sobre seu estilo e influências, Vinicius cita alguns exemplos: “Meu trabalho tem muita influência visual do punk/hardcore/skate/DIY. Minhas influências são muitas, mas artistas e estúdios como Jim/Jimbo Phillips, Yaia Gift, Dave Quiggle, DKNG, Lincoln Design têm muita influência e inspiram muito meu trabalho.”.
O trabalho desenvolvido com a MORTTICIA foi um grande desafio para o artista, por se tratar principalmente pelo estilo da banda: “Meus clientes, em grande maioria, são do meio do Hardcore onde geralmente se pede um estilo mais sujo visualmente e como a Mortticia é uma banda mais voltada para o Heavy Metal, pedia um estilo bem diferente, mais rebuscado. Acabou que foi bem prazeroso porque eles confiaram 100% no meu trabalho e me deixaram livre para impor o meu estilo, tentei ao máximo elevar o nível e acho que conseguimos um resultado bastante satisfatório.”. Entretanto, ele revela que o processo foi bem fácil e prazeroso, resultando numa arte impactante: “Eles sabiam bem o que queriam e me mostraram referências, sugeriram ideias de elementos que aparecem nas novas músicas e criaram todo um conceito para que eu pudesse trabalhar em cima do modo que achasse o mais coerente. Eu dei alguns pitacos sobre a composição, coisas que poderiam ou não fazer sentido, mas com relação ao briefing o mérito é praticamente todos da banda.”.
O track list de “A Light in the Black” conta com três faixas inéditas e três regravações da demo. O baixista Guilherme Hoppen Wiersbicki ainda declara: “Estamos com a projeção de lançar o primeiro single até a terceira semana de novembro, porém antes disso há mais novidades da banda chegando, aguardem!”.
As músicas que vão compor o EP são as seguintes:
1. Limiar
2. Hear My Words
3. Violence
4. Life Is On (One Flower)
5. Dialektik
6. Ocean Of Change
Contatos:
Site: https://mortticia.rocks
Facebook: www.facebook.com/MortticiaPOA
Instagram: www.instagram.com/mortticiapoa
Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br
Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop -

AIRBOURNE: Confira o novo vídeo, “Backseat Boogie”
A banda australiana de hard rock AIRBOURNE lançou seu quinto álbum de estúdio, Boneshaker, em 25 de outubro pela Spinefarm Records. A capa do disco é uma colaboração entre Matt Read, da Combustion Ltd. e Sean Tidy da Design House Studio Ltd.Sobre o tema da arte, o guitarrista Matthew Harrison afirma: “Todo o sentimento que buscávamos era sobre viver pelo rock ‘n’ roll. Queríamos criar algo digno de uma tatuagem, que fosse uma arte clássica, e que resistisse ao teste do tempo.”
Abaixo você confere o vídeo oficial para a música Backseat Boogie. Joel O’Keeffe, vocalista do AIRBOURNE, afirma: “Meio filmado em uma passagem de som na última terça-feira e meio filmado em um show louco na Dinamarca – aqui está Backseat Boogie, para aguçar seu apetite por um mega 2020 e o início dos dois anos de Boneshaker World Tour“.Com a criação de Boneshaker, o AIRBOURNE decidiu seguir o caminho mais ousado; alinhar-se com o produtor número um de Nashville, Dave Cobb – cujos créditos incluem a trilha sonora para Nasce Uma Estrela, de Chris Stapleton – como uma maneira de conquistar novos territórios longe de seus velhos refúgios e zonas de conforto.
“É um show ao vivo no estúdio. Isso é algo que sempre quisemos fazer – encontrar uma maneira de trazer a alma e o poder de um show ao vivo do AIRBOURNE para o álbum. Cobb capturou nosso raio e o colocou em uma garrafa”, afirma o líder da banda, Joel O’Keeffe.
Ao levar a banda para o histórico Studio A, no Music Row de Nashville, habitat natural de Cobb, produtor premiado com seis prêmios Grammy e um dos centros criativos mais premiados da Cidade da Música, os quatro músicos se colocam diante de um desafio: fazer um disco com a mesma vibração daquelas gravações clássicas do final dos anos 70 na Austrália, que inspiraram tanto a banda.
Tracklist:- Boneshaker
- Burnout The Nitro
- This Is Our City
- Sex To Go
- Backseat Boogie
- Blood In The Water
- She Gives Me Hell
- Switchblade Angel
- Weapon Of War
- Rock ‘N’ Roll For Life
-

EPICA – 27 de outubro de 2019 – Rio de Janeiro/RJ
O que esperar de uma banda que esteve no Rio de Janeiro e no mesmo Circo Voador no ano anterior? No caso do Epica, a questão não é o fato de a apresentação em março de 2018 ter sido parte da turnê de The Holographic Principle (2016), enquanto desta vez a banda holandesa estava comemorando os dez anos de Design Your Universe, um daqueles álbuns apontados pelos fãs como o favorito. Não, no caso do Epica, a questão é que o grupo pode voltar ano sim, ano também que vai encontrar casa cheia e fãs de braços abertos. Mais do que isso, é interessante chegar à conclusão de que o sexto show na cidade nada maravilhosa foi provavelmente o melhor de todos desde a primeira vez, em 2005 – aliás, cinco foram somente nesta década (2010, 2012, 2015, 2018 e 2019).
Tudo bem. Pode ser a empolgação recente, uma vez que todas cinco apresentações anteriores foram acima da média – sim, o Epica é muito bom de palco. Pode ser também que o repertório com nove músicas de Design Your Universe tenha ajudado, mas a verdade é que aquela noite de domingo mostrou ser especial a partir do momento em que, na ordem e com o prelúdio Samadhi rolando nos PAs, entraram no palco Ariën van Weesenbeek (bateria), Coen Janssen (teclados, fazendo aviãozinho), Mark Jansen e Isaac Delahaye (guitarras e vocais guturais), Rob van der Loo (baixo, único da atual formação que não gravou Design Your Universe) e, já com Resign to Surrender arrepiando, Simone Simons (vocal).
Mas por que parecia especial? Não era só a animação do público que lotou a lona mais famosa do Rio, mas também a percepção de que havia algo errado no palco, digamos assim. Ao fim da arrasadora trinca de abertura do quarto disco de estúdio – exatamente, as espetaculares Unleashed e Martyr of the Free Word foram tocadas na sequência –, algo estava bem claro: parada no centro do palco, balançando os cabelos e interagindo com a plateia de lá mesmo, Simone parecia cansada, o que poderia ser justificado pela extenuante agenda da turnê. Não era isso, mas uma indisposição gástrica que acometeu também Jansen, que, de fato, parecia muito mais concentrado em seu instrumento do que o normal, apesar de não poupar sorrisos.
Mas o que isso significou? Nada. Vamos adiantar um pouco o repertório, direto para Burn to Cinder, que ficou espetacular ao vivo e jogou todos os holofotes no fim para Simone, que continuou a brilhar na belíssima Tides of Time. Desconforto estomacal? Meu amigo, se ela já estava cantando muito desde o início, aqui deixou todo mundo de queixo caído, dos que não perceberam nada aos que notaram que alguma coisa estava errada. Ironicamente, no entanto, o fato de a vocalista não ter se movimentado tanto pode ter ajudado as fãs a prestarem mais atenção ao seu vestuário. “Nossa, que vestido bonito que ela está usando”, disse uma admiradora, completando, algumas músicas depois, quando a viu em cima do praticável entra o teclado e a bateria. “Que sapato lindo! Queria saber onde ela comprou.” Tenho certeza de que foi uma indireta para o namorado, então segue a foto dos sapatos para o rapaz correr atrás. O Natal está chegando.
E sim, presente no Instagram como fotógrafa amadora, modelo involuntária e especialista em maquiagem (ela é embaixadora de uma famosa marca de cosméticos), Simone inspira muitas mulheres. E isso é ótimo, convenhamos, mas de nada adiantaria sem o talento musical, e é por isso que todo Epica continua em ascensão. Antes do momento ‘fashion’, a banda tinha feito bonito em Our Destiny (com uma bela iluminação verde para compor o cenário) e Kingdom of Heaven, cujo instrumental mais intrincado, com uma ótima inserção de violão, mostra como as entradas de van Weesenbeek e Delahaye, dois músicos com background de metal extremo, foram benéficas ao Epica.
E você se lembra da menção ao fato de a banda ser muito boa de palco? Talvez pelas limitações temporárias de Simone e Jansen, Delahaye e Janssen resolveram brincar, interagir e levar suas performances a outro nível, tipo tocar depois de beber uma dúzia de latinhas de energético. Cada um. Deu ainda mais gosto de ver, algo que van der Loo pouco conseguiu, afinal, praticamente não parava de bater cabeça e sacudir as longas madeixas. Quando o fez, abriu um enorme sorriso ao notar a festa constante que os fãs faziam na pista e na arquibancada. “Vocês querem mais uma? É uma música do The Quantum Enigma, e Começamos a tocá-la nesta turnê”, disse Simone ao anunciar In All Conscience, que ficou sensacional e nem pareceu soar como novidade para os fãs.
“Vocês querem cantar comigo?”, perguntou Simone mais uma vez. Seu desejo é uma ordem, ainda mais quando a música é Cry for the Moon, o hino máximo do álbum de estreia, The Phantom Agony (2003), lançado quando a vocalista mal havia atingido a maioridade. E foi a catarse esperada por todos, uma vez que se trata fácil, fácil de uma das favoritas de cada fã nestes 16 anos de Epica, e nem mesmo o solo de van Weesenbeek no fim, meio de zoeira mesmo, esfriou o clima. Para fechar o set antes do protocolar bis, Design Your Universe até poderia ter ficado para fechar a noite, uma vez que, além de ser a faixa-título do álbum que é a razão da turnê, o fim com piano e voz, ressaltado pela luz vermelha em cima de Simone, resultou num clima todo especial.
E o bis? “Que calor! Este é o show mais quente até agora”, disse Janssen, depois de soltar as notas de We Will Rock You, do Queen, em seu keytar. “É por causa do clima ou são vocês? Ah, vocês é que são lindos. Não podemos nos esquecer disso. Fazem moshpit sem que precisemos pedir.” Depois do tecladista, estava aberto talk show. “A palavra da noite e ‘mais’”, brincou Delahaye, estendendo a diversão ao colocar a plateia para, claro, pedir mais. “Olá! Tudo bem, metaleiros?”, perguntou van Weesenbeek, obviamente de maneira nada pejorativa. Mas era hora de música, e Sancta Terra deu o pontapé num encore que contou com Simone empunhando bandeiras do Epica e do Brasil, obviamente com uma intenção bem diferente da dos “cidadãos do bem” que transformaram a bandeira nacional e a camisa da seleção brasileira em símbolos indesejáveis.
Mas como a verdadeira intenção era celebrar, Delahaye pediu que os fãs abrissem uma roda na pista. E os fãs abriram. Janssen ameaçou descer para tocar no pit. E desceu. Foi uma festa, realmente, mas uma que não poderia acabar ali. “Vocês fazem moshpit, batem cabeça e se divertem demais. Vocês são o melhor público, e é por isso que os amamos”, disse Simone, com um enorme sorriso no rosto e jeito de que valeu mesmo qualquer esforço para realizar o show. “Estão prontos para pular?”, perguntou a vocalista antes de anunciar Beyond the Matrix, que quase colocou a casa abaixo.
Quase porque o derradeiro desfecho, com Consign to Oblivion, começou com um ‘wall of death’ pedido por Simone e, claro, atendido com prontidão pela plateia. Um encerramento apoteótico, com a banda distribuindo coraçõezinhos e estendendo a permanência no palco para reverenciar seus fãs cariocas. E nem mesmo a ausência de Quietus e da dobradinha com Deconstruct e Semblance of Liberty, que ficaram fora certamente por causa dos problemas como Simone e Jansen, macularam aquele que foi mesmo o melhor dos seis shows da banda holandesa no Rio de Janeiro em quase 15 anos de relacionamento. Pontos para os fãs cariocas do Epica – não necessariamente para os fãs cariocas de metal, que estão devendo – e para a banda, que já pode começar a planejar a volta para 2020.
Setlist
1. Resign to Surrender
2. Unleashed
3. Martyr of the Free Word
4. Our Destiny
5. Kingdom of Heaven
6. In All Conscience
7. The Price of Freedom
8. Burn to a Cinder
9. Tides of Time
10. Cry for the Moon
11. Design Your Universe
Bis
12. Sancta Terra
13. Beyond the Matrix
14. Consign to Oblivion -

STEVE STEVENS: “O plano é continuar com Billy Idol”
O guitarrista STEVE STEVENS – que se tornou mundialmente conhecido por sua longa e bem-sucedida parceria com o vocalista BILLY IDOL – concedeu entrevista para a edição atual da revista ROADIE CREW, e disse que “o pano é continuar com Billy Idol”.Além da parceria que rendeu sucessos como Rebel Yell, White Wedding, Eyes Without A Face e Dancing With Myself, Stevens tem uma carreira longa e frutífera, que encontrou ainda um novo caminho na banda DEADLAND RITUAL, que traz ainda em sua formação o baixista Geezer Butler (BLACK SABBATH), o baterista Matt Sorum (THE CULT, GUNS N’ ROSES) e o vocalista Franky Perez (APOCALYPTICA).
Sobre o trabalho no DEADLAND RITUAL, Stevens foi enfático: “Em primeiríssimo lugar, isso jamais foi abordado como um projeto. Sempre foi visto como uma banda, inclusive o modo como gravamos (…). Agora é só torcer para que em termos de logística eu consiga equilibrar tudo. Tomara que as duas bandas coexistam”.
Ele também confirma que existem planos para um novo álbum de BILLY IDOL: “também temos composto novas músicas. O plano é continuar com Billy Idol”.
A entrevista completa com STEVE STEVENS está na edição #248 da ROADIE CREW, que já está disponível nas bancas e aqui no site da revista. Para adquiri-la, clique aqui.
Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop -

CONVERGE vem ao Brasil pela 1º vez em março de 2020
A espera enfim terminou. A Powerline orgulhosamente anuncia a histórica banda norte-americana Converge para fazer a tão aguardada estreia no Brasil – será show único, dia 21 de março de 2020, no Carioca Club, em São Paulo. Após quase 30 anos de carreira, o quarteto vem ao país como ícone absoluto do hardcore metal, dono de álbuns com status de clássicos devido à genialidade da profundidade e peso das composições de impacto descomunal.Pioneiros nos idos dos anos 90 na mistura entre o hardcore e o metal, o quarteto de Salem, próximo a Boston, é, sem dúvida, uma das bandas mais pedidas nas últimas duas décadas para se apresentar no país. São seguidos de perto por uma enorme legião de fãs, fanáticos pelas diversas texturas sonoras e a aura caótica oferecidas em doses cavalares, numa intensidade e dinâmica comparadas ao que fazem bandas tão seminais quanto, como Neurosis, The Dillinger Escape Plan e Norma Jean.
O Converge é mundialmente conhecido pelo autêntico – e pontual – rótulo ‘hardcore torto’, devido aos criativos, estridentes, pesados, carregados de groove e às vezes ora progressivos, ora complexos riffs. A pluralidade do Converge é criar músicas que dilaceram e, quase num mesmo instante, trazem conforto. A ousadia também é uma constante na carreira da banda: facilmente se encontra elementos de outras vertentes entre as músicas, como punk, thrash metal e até noise, sem nunca perder o fio condutor agressivo e barulhento.
O mais recente lançamento, o oitavo álbum da discografia, é The Dusk in Us (2017), que trilha os mesmos caminhos do anterior, o aclamado All We Love We Leave Behind (2012, com resenhas de destaque na Pithfork, Kerrang e Consequence of the Sound). Aqui, Jacob Bannon (vocal), Kurt Ballou (guitarra), Nate Newton (baixo) e Ben Koller (bateria) soam mais melódicos e menos ríspidos do que o clássico Jane Doe (2001), quase que unânime como um dos discos mais influentes da música pesada dos anos 2000.
Muito dos louros do Converge, aliás, é graças à criatividade e experiência do guitarrista Kurt, também um renomado produtor – é proprietário do estúdio GodCity, onde gravam High on Fire, Everytime I Die, Cave In, Orchid, Iron Reagan, entre outras. O baixista Nate é outro membro com uma intensa carreira paralela ao Converge: divide seu tempo como guitarrista e vocalista do supergrupo de sludge Old Man Gloom, além de também estar à frente do Doomriders e, recentemente, ter sido o baixista do Cavalera Conspiracy (banda formada pelos irmãos ex-Sepultura, Igor e Max).
De uma banda histórica, a expectativa é nada menos do que um show histórico para marcar a estreia do Converge no Brasil, fazer vale a pena a espera de décadas e ser um daqueles eventos que pessoas lembrarão e comentarão por anos a fio.
A arte do poster da turnê sul-americana, que também tem um data em Santiago, no Chile (20/3, no Blondie), foi produzida pelo vocalista Jacob Bannon.
SERVIÇO Converge em São Paulo (21/3/2020) Evento: https://www.facebook.com/events/719340981914810 Data: 21 de março de 2020 Horário: 18 horas Local: Carioca Club (rua Cardeal Arcoverde, 2899, São Paulo/SP) Ingresso: R$ 120,00 (1º Lote, meia promocional e estudante); R$ 180 (1º Lote, inteira) Venda online: https://pixelticket.com.br/eventos/4585/converge-em-sao-paulo Venda física: Locomotiva Discos (rua Barão de Itapetininga, 37 – Centro, SP) Classificação etária: 16 anos
Foto da banda: David-Robinson
Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop













