Categoria: Roadie News

  • SLAYER: Confira o novo trailer de “The Repentless Killogy”

    SLAYER: Confira o novo trailer de “The Repentless Killogy”

    A lendária banda thrash SLAYER – atualmente formada por Tom Araya, Kerry King, Gary Holt e Paul Bostaph – juntamente com a Trafalgar Releasing, Nuclear Blast Records e Prime Zero Productions, disponibilizaram o segundo trailer oficial para o novo curta-metragem e concerto Slayer: The Repentless Killogy.

    Vingança, assassinato, derramamento de sangue e retribuição. O filme The Repentless Killogy foi escrito e dirigido por BJ McDonnell, que concebeu e dirigiu os três brutais videoclipes – You Against You, Repentless e Pride In Prejudice – para o último álbum de estúdio do SLAYER, Repentless (2015).

    “Quando decidimos fazer esses três vídeos iniciais”, disse McDonnell, “tínhamos a intenção de continuar os próximos capítulos do SLAYER e Wyatt em um álbum seguinte. Mas o SLAYER anunciou que Repentless seria o álbum e a turnê final, então essa história, os vídeos e, finalmente, um concerto ao vivo completo é um encerramento perfeito da turnê Repentless. Este é o fim do SLAYER. Este é o fim dos monstros. “

    The Repentless Killogy é estrelado por muitos dos atores que apareceram na série de vídeos original: Jason Trost (“Beats of Rage”, “Hatchet III”) como Wyatt, Danny Trejo (“Machete”, “From Dusk Til Dawn”), Richard Speight (“Band of Brothers”, “Supernatural”), Derek Mears (“Agents of SHIELD”), Jessica Pimentel (“Orange Is The New Black”), Tyler Mane (“X-Men”, “Halloween II”) , Bill Moseley (“The Devil’s Rejects”, “O Massacre da Serra Elétrica 2”), Caroline Williams (“O Massacre da Serra Elétrica 2”, “Sharknado 4”) e Sean Whalen (“Twister”, “The People Under The Stairs”).

    A segunda parte de The Repentless Killogy apresenta o set ao vivo completo do SLAYER Los Angeles Forum, em 5 de agosto de 2017, e foi dirigido por Wayne Isham, que dirigiu vídeos para artistas como METALLICA, FOO FIGHTERS, e grandes astros da música Pop. Apresentando-se em frente a uma das produções de palco mais marcantes da carreira da banda, o SLAYER toca muitas das favoritas dos fãs, incluindo South Of Heaven, War Ensemble, Mandatory Suicide, Dead Skin Mask, Raining Blood e Angel Of Death.

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  • MACUMBAZILLA anuncia gravação de videoclipe de Hellhounds

    MACUMBAZILLA anuncia gravação de videoclipe de Hellhounds

    Em breve o Macumbazilla estará apresentando ao mundo seu novo single “Hellhounds”, produzido por Tiago Brandão e masterizado por Brendan Duffey.

    Mas o que poucos sabem, é que, a aguardada música será disponibilizada em videoclipe oficial que está sendo produzido com uma equipe de ponta e o apoio de uma importante cervejaria do Paraná.

    Contando com o apoio da Bastards Brewery, a cervejaria mais Rock and Roll do Brasil e parceira de longa data da banda, o Macumbazilla se prepara para dia 10 desse mês, iniciar as gravações do clipe de “Hellhounds” com Fernando Kopp e Roberto Romero da ZNE Studios, que será a responsável pela captação, edição e produção do vídeo.

    Além de contar com esse backline de peso, o single inédito também será disponibilizado para audição em todas as plataformas de Streaming e já está sendo acordado com várias rádios do país, a vinculação da música nas programações de cada um desses veículos que está apoiando o novo trabalho do Macumbazilla.

    Seja um dos primeiros a conferir o novo clipe, que será divulgado exclusivamente no canal oficial da banda no YouTube. Caso ainda não seja um dos inscritos, acesse o link abaixo, se inscreva e ative o “Sininho” para ser notificado do lançamento oficial de “Hellhounds”.

    Formação: André Nigoski – vocal/guitarra Carlos “Piu” Schner – baixo Júlio Goss – bateria

    https://www.macumbazilla.com.br/

    https://www.facebook.com/macumbazilla/

    https://roadie-metal.com/press/macumbazilla

  • MAYHEM: Confira o novo vídeo, “Falsified And Hated”

    MAYHEM: Confira o novo vídeo, “Falsified And Hated”

    O MAYHEM, nome pioneiro do black metal norueguês, lançou seu novo álbum de estúdio, Daemon, em 25 de outubro. Abaixo você confere o novo vídeo oficial dos noruegueses Falsified And Hated.

    Daemon não é uma continuação direta de Esoteric Warfare. Como todos os álbuns do MAYHEM antes, Daemon só representa a si mesmo. É um lobo solitário e singular. De fato, Daemon também não é um novo capítulo na carreira célebre do MAYHEM. Pelo contrário, é um novo tomo, de caráter autoritário e selvagem. Composto com a mesma formação – Necrobutcher (baixo), Hellhammer (bateria), Attila (vocal), Teloch (guitarra) e Ghul (guitarra) – que lidou com Esoteric Warfare e tocou De Mysteriis Dom Sathanas na íntegra nos últimos anos, Daemon não é um retorno para canções clássicas como Freezing Moon, Pagan Fears ou Buried By Time And Dust. Isso é o que foi o álbum ao vivo, De Mysteriis Dom Sathanas Alive (2016). Daemon é mudança, uma oportunidade para a boca do inferno se abrir mais.

    “O MAYHEM sempre será o MAYHEM“, afirma o guitarrista / compositor Teloch. “Se colocarmos o gênero de lado um pouco, ninguém mais soa como o MAYHEM. Mesmo quando De Mysteriis saiu, ele não foi inicialmente considerado um álbum de black metal, se minha memória não falha. Difícil de rotular essa banda. ‘Metal’ seria o mais adequado. Não é puro black metal na minha opinião. Apesar da opinião geral, não tenho certeza se é, mas as pessoas podem chamar do que quiserem, se é black metal para elas, então, tudo bem. Nós realmente não nos importamos. Para mim, é importante manter algum tipo de vibração de black metal, pelo menos”.

    O processo todo foi concebido em diferentes lugares. O MAYHEM entrou no NBS Audio Studio (também conhecido como Necromorbus Studio) em Söderfors, na Suécia, para gravar bateria e vocais com o produtor / engenheiro de som Tore Stjerna. O recém instalado Studio A, instalado em uma antiga igreja, recebey Hellhammer e Attila Csihar para gravar suas respectivas partes para Daemon. Então Ghul gravou suas guitarras na Holanda, enquanto o baixo foi projetado por Teloch e tocado por Necrobutcher no Lupercal Studio em Oslo, Noruega. Teloch levou suas faixas de guitarra para o SleikBallaMi Studio, também em Oslo. Daemon foi então levado de volta para Stjerna para mixagem, e enviado para Thomas Johansson no The Panic Room para masterização. O processo todo levou cerca de três meses para ser concluído.

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  • THE MELTIES –  A NOVA VOZ DA RESISTÊNCIA

    THE MELTIES – A NOVA VOZ DA RESISTÊNCIA

    Depois de alguns anos lutando pela sobrevivência no underground, finalmente a banda The Melties está lançando o seu álbum de estreia, intitulado com o significativo título Hit Me. Arriscando uma abordagem política e social justamente em uma época que o país mais precisa deste tipo de postura, a banda – formada Jana (voz) Thizzy (bateria), Jesus (guitarra) e Macci (baixo) – também surpreende na sua proposta musical, que une o peso típico do metal e do grunge com aquele algo típico de um Sonic Youth, uma verve depressiva que recorda o antigo Placebo (em Second Chance) e mais um milhão de referências que vão se cruzando em um caminho musical absolutamente único. Junto com essa entrevista onde falam sobre sua trajetória e o processo de elaboração de Hit Me,  a ROADIE CREW traz com exclusividade a estreia no álbum (que você pode ouvir agora em todas as plataformas de streaming, clicando aqui). Boa leitura, e boa viagem. Você vai querer voltar aqui.

    Vamos começar pelo início: como e quando surgiu a banda?

    Macci: O The Melties surgiu no início de 2013, após o fim da banda chamada Money Honey, que os quatro integrantes do Melties participavam, desde o fim dos anos 2000. O que era pra ser uma retomada dessa banda, após um período de pausa, acabou se tornando o The Melties, que veio de forma imediata com renovação e frescor de ideias absolutamente novas e desgarradas.

    A princípio, ainda em 2013, éramos somente inspirados em rock alternativo e um pouco de metal; mas devido as “convulsões” sociais deste ano, mais elitizadas do que sociais, fomos abraçados por vários questionamentos, inclusive culturais. A partir daí, começamos a pensar qual seria o nosso papel como artistas no mundo, e vimos que era urgente a imersão e a resistência em um mundo tão raso, inspirado por uma sociedade tão ególatra e de uma política tão obscurantista.

    A partir de 2014, já estávamos quase pertencendo a uma sonoridade que representaria toda a vibração que sentíamos a respeito de quase tudo que nos afligia. E, com certeza, o Metal, o Punk, o noise do Grunge, e a música alternativa, representam muito melhor os sentimentos de revolta, frustrações e resistência ao sistema político, social e cultural.

    Vocês já tinham experiência em bandas antes da The Melties? Qual era o background musical de vocês, como músicos e/ou fãs de música?

    Jesus: Eu e o Macci já tínhamos uma bagagem de bandas cover de Classic Rock, Punk, Hard Rock e Grunge, e de som autoral ao longo dos anos, mas nada que soasse perto do que conseguimos com o Melties.

    Thizzy: Estive desde os meus 16 anos inserida na cultura rock, por meio do meu então, namorado, Macci. Acompanhei de perto todos as dores e glórias de uma banda de rock, porém, ainda nos bastidores, sem imaginar tocar nada. Em 2001, tive aulas de bateria na faculdade, mas não tinha bateria, e não aprendi nada, foi uma experiência traumática. Depois de 12 anos, com 33 anos de idade, senti vontade de aprender tocar bateria novamente, comprei uma bateria simples, pois não tinha grandes pretensões. Como a banda do Macci, na época Money Honey, estava sem bateria, fui tirando as músicas na raça, em casa mesmo, com ajuda do Macci. E então fizemos um “teste” (para mim e a vocal Jana), e foi decisivo para o começo de uma nova história, que viria ser o The Melties.

    Jana: Nasci numa família apaixonada por música, mas sem músicos. Mas a minha grande influência no rock foi o meu irmão mais velho. Na adolescência, formei uma banda com mais duas amigas do colégio, mas não passou de ensaios nas tardes de domingo. Depois de me formar como atriz, comecei a fazer aulas de canto e estudar música. E seguindo os conselhos do meu professor comecei a trabalhar em companhias de teatro musical. Mas a vontade de ter banda e compor sempre esteve comigo. Até o Melties (que na época era outra banda) aparecer na minha vida.

    Uma das coisas que imediatamente chama a atenção neste álbum de estreia da The Melties é apresentada logo de cara, na faixa de abertura, Noise One. Diferente das demais, ela não tem letra, e inicia com o som do batimento cardíaco. Bem, sei que existe um ‘convidado especial’ muito bacana nesta faixa (risos), então, você poderiam explicar essa história para os nossos leitores?

    Macci: Noise One foi um entusiasmo, uma inspiração no nascimento, na criação, no absolutamente novo, do ponto estático para a permanente expansão. E já com o resultado positivo da gravidez da Thizzy, minha esposa (baterista do Melties), tornou Noise One quase uma experiência exotérica, astral. Queríamos que ela soasse como o Big Bang, um começo de tudo, uma colisão de estéticas musicais, e o coração do Deni, surgindo até o ponto mais alto e percorrendo um bom trecho da música, foi perfeito! Vale destacar que não é só o som dos batimentos cardíacos do Deni ali, gravado e introduzido; mas a música e o álbum todo foram gravados com a Thizzy grávida de cinco meses, o Deni está presente em todas as músicas.

    Além disso, existiu uma razão especial para escolherem essa música para abrir o disco? O que quiseram mostrar com ela?

    Thizzy: A razão de Noise One abrir o álbum é exatamente pelo nascimento, o início da criação e produção do álbum, essa coisa de “Barulho Um” tem a ver com o princípio de tudo.

    Logo na sequência, vocês trazem Hit Me, uma música rápida, direta, repleta de uma vibração muito intensa, e que mantém essa intensidade na letra. ‘Try to hit me, just try’, um ótimo verso para cantar junto nos tempos atuais (risos). O que podem nos falar sobre esta música?

    Macci: Hit me é a sensação de sufocamento e revolta pelo desmonte da civilidade e dos direitos humanos. A luta pela liberdade de escolha e decisão do indivíduo, a exigência de respeito. Mas existe uma ameaça ali, dizendo que haverá sim, retaliação. Ao ponto de você lutar e resistir até o fim, sem concessões! Tudo isso transformado em um ritmo e em uma estética musical muito direta, rápida, entonação punk, emoções anarquistas e libertárias. Sempre quando pensamos sobre Hit Me, sentimos que nada é capaz de impedir a gente de se manifestar sobre o sistema que nos castra nas liberdades gerais.

    Com um apelo que faz lembrar o grunge, vem na sequência Hate Me, uma das minhas favoritas. O sentimento que essa música emana é do tipo ‘você é tão ruim quanto as ideias que você abraça’. A pegada é essa mesmo?

    Jana: Nela abordamos o “aqui se faz, aqui se paga”, de que não serei cúmplice do mal que alguém pode causar. A verdade sempre vem à tona, cedo ou tarde, essa é a mensagem.

    Outra das minhas favoritas, Selfish tem um apelo musical único, com muito do rock alternativo dos anos 90, mesclado com o peso do doom/stoner metal. Gostaria que falassem um pouco do processo de composição musical, como fazem para unir elementos de mundos musicais diferentes em uma única música?

    Jesus: O Melties é essa fusão de um monte de coisa bacana, suja e pesada que ouvimos ao longo do nosso caminho (como indivíduos e como banda). O processo de composição mesmo trazendo influências tão distintas, como você bem mencionou, vem de maneira quase orgânica pra gente, não pensamos ou arquitetamos uma estrutura ou, se uma música deve soar como “isso”, ou como “aquilo” as composições fluem de modo bem natural.

    E agora não poderia deixar de pedir que comentem a letra desta mesma música (Selfish), pois como disse, é uma das minhas favoritas (risos).

    Jana: É uma música que fala sobre a raça humana, seu egoísmo e egocentrismo. Que é capaz de qualquer coisa pra conseguir o que quer, independentemente do que possa acontecer com o próximo. Os versos finais da música são questionamentos para nós refletimos e, até nos sentirmos incomodados e envergonhados. Pois conseguimos viver nossas “vidinhas” sem lembrar que todos os dias têm pessoas sofrendo nesse mundo e não fazemos quase nada pra mudar essa realidade.

    The Blame on Me traz os elementos anteriormente citados, e adiciona uma dose emocional extra, existe algo muito emotivo nesta música.  Que mensagem ela traz?

    Jana: Gostaria que a Blame fosse uma música com a qual as pessoas que estão passando por momentos de depressão, ansiedade e autoquestionamentos se identificassem, e não se sentissem sós nesses pensamentos sombrios. É como se fosse um pedido de ajuda. E também fala de como as redes sociais podem nos prejudicar, com essa falsa impressão de que todo mundo tem uma vida perfeita, enquanto a sua está se afundando. No nosso lyric vídeo uma pessoa escreve a letra como se fosse uma carta de suicídio… É um tema cheio de tabus que deve ser abordado com urgência, as pessoas precisam levar a depressão a sério.

    Assista o lyric video: https://youtu.be/RROk7icGbww

    De um modo geral, o álbum Hit Me traz elementos musicais variados em perfeito equilíbrio, e fãs de metal em geral, de rock alternativo, punk e grunge têm muito a aproveitar no disco. O que acreditam ter sido o essencial para alcançarem o resultado?

    Jesus: Acho que a ideia sempre foi essa e ficamos felizes por ter alcançado esse resultado (risos). Somos fãs e amplos consumidores de material de bandas de Rock Alternativo, Metal, Punk e Grunge. Esse é literalmente o core que forma e une a banda, as influências e o gosto musical de cada um, sem dúvida, foram fatores essenciais para conseguirmos dar vida a esse “mix”.

    Com o álbum lançado, quais são os próximos passos da The Melties?

    Ricardo: Ainda em novembro, no dia 29, vamos lançar o videoclipe da música Satans Royal Dance. E, com certeza, vamos trabalhar bastante pra intensificar a agenda de shows pra promover o disco, temos muita ânsia de que o maior número de pessoas possa conhecer um disco que nos foi tão prazeroso em criar.

  • OZZY OSBOURNE: Confira o novo single, “Under The Graveyard”

    OZZY OSBOURNE: Confira o novo single, “Under The Graveyard”

    Após cerca de dez anos de espera por uma nova música, OZZY OSBOURNE finalmente lançou seu novo single, Under The Graveyard. Uma balada grandiosa que se transforma em um rock arrasador, este é apenas o primeiro single do próximo álbum de Ozzy, Ordinary Man, que será lançado via Epic Records no início de 2020.

    “Este álbum foi um presente do meu poder superior – é uma prova para mim que você nunca deve desistir”, disse Ozzy.

    Gravado em Los Angeles, o álbum apresenta o produtor Andrew Watt nas guitarras, Duff McKagan (GUNS N’ROSES) no baixo e Chad Smith (RED HOT CHILI PEPPERS) na bateria.

    Em entrevista recente ao ‘The Sun’, Ozzy disse que ter participado do novo álbum do rapper Post Malone, após uma longa batalha para se recuperar de um quadro de pneumonia que o deixou em terapia intensiva no início deste ano, deu-lhe um novo sopro de vida.

    “Eu nunca tinha ouvido falar desse garoto. Ele queria que eu cantasse na música Take What You Want, então eu fiz, e uma coisa levou a outra. Eu comecei a gravar um novo álbum com o produtor de Post Malone, Andrew Watt. São apenas nove faixas, mas foi um catalisador para me levar onde estou hoje.

    “Se não fosse para fazer este disco, eu ainda estaria em tração, pensando ‘vou ficar aqui para sempre.’ Eu sinto muita falta de música. Meus fãs são muito leais e tão bons. Até o lançamento do álbum, eu pensei que estava morrendo. Mas isso me tirou do sério”.

    Há um ano, Osbourne disse ao ‘Boston Herald’ que esperava voltar ao estúdio depois de concluir sua turnê de despedida, a No More Tours 2: “Eu tenho um monte de músicas escritas, tenho muitas ideias e realmente quero fazer um novo álbum, mas sobre quando e como ele se juntará, eu realmente não sei”, disse ele.

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  • LABORATORI lança single ‘Comunicado 3’

    LABORATORI lança single ‘Comunicado 3’

    Laboratori, atualmente formado por Chili (vocal) e Jean Forrer (bateria), acaba de lançar a música “Comunicado 3” como um posicionamento aos acontecimentos recentes com a banda. “No último dia 23 de outubro, passamos por uma situação lamentável envolvendo os agora ex-integrantes. O baixista agrediu sua namorada, em meio a uma discussão durante a madrugada, e, assim que tomamos conhecimento do ocorrido, o expulsamos do grupo”, conta Forrer. “Porém, poucos minutos depois, outra garota se encorajou com a primeira denúncia e expôs outro suposto caso de agressão, ocorrido há alguns meses, dessa vez envolvendo o guitarrista. Conversamos com a vítima e tentamos entender o ocorrido. Mesmo sem muitos detalhes sobre essa suposta agressão, decidimos também tirar o guitarrista. Eles devem colher as provas e resolverem esse caso judicialmente. Não cabe à banda viver as sombras desse ocorrido”, acrescentou o baterista sobre os casos, que foram notificados nas redes sociais da banda através de comunicados. Veja o clipe “Comunicado 3” em https://youtu.be/Mq6ZW8YL24o

    A Laboratori foi formada em 2014 sobre as sigla RCSF (Respeito, Compromisso, Sangue, Família) e esses são os pilares da filosofia do grupo e serão mantidos e respeitados. Assim, logo no dia seguinte aos fatos ocorridos, Jean e Chili se reuniram no estúdio Dual Noise (SP) e compuseram a música “Comunicado 3”, deixando claro o posicionamento contra esse tipo de comportamento intolerável. “Além disso, também foi uma forma de agradecer o apoio de quem esteve por perto, sabendo separar a instituição Laboratori da atitude individual dos integrantes”, disse Forrer. “Mesmo tomando as atitudes cabíveis, algumas pessoas, felizmente uma minoria, rotularam a banda de forma injusta. A Laboratori foi cortada de um evento que participaria no dia 2 de novembro e quase perdeu outros dois compromissos futuros, mas, felizmente, os organizadores voltaram atrás”, acrescentou Chili. Quem se manteve firme ao lado da Laboratori foram as bandas SSD e Lacuna. A banda SSD comemora 14 anos de existência com um show no Espaço Som, em Pinheiros (SP), no próximo domingo (dia 10). Laboratori e Lacuna fazem parte dessa festa. Mais informações sobre o evento em https://www.facebook.com/events/517679275736391/ “O recado foi dado. Quem acompanha a trajetória da banda sabe como os valores RCSF são priorizados. São nesses momentos que percebemos quem está do nosso lado, quem aproveita a fase ruim pra tentar nos derrubar, mas a Laboratori tá aí. Segue firme e forte. Os ensaios com novos integrantes já começaram e em breve uma nova formação será anunciada. RCSF é o que vira pra nóis!”, concluiu Chili. Enquanto isso, os shows marcados estão sendo realizado com ajuda de Rick Rocha (guitarra) e Armando Rocha (baixo), músicos que integraram o Laboratori no passado. Sites relacionados: facebook.com/laboratori.oficial instagram: @laboratori_rcsf Contato para shows e merchandising: [email protected]

    Fonte: ASE Press Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • BRAVEHEART lança single e vídeo ‘Hell Yeah!’

    BRAVEHEART lança single e vídeo ‘Hell Yeah!’

    Após soltar “Hell Yeah!“, disponibilizado em todas as plataformas de streaming no último dia 29 de outubro, o trio curitibano BraveHeart, formado por Michael Bahr (vocal e baixo), Marcos Camillo (guitarra) e Juliano Natal (bateria), apresenta o videoclipe 360º e o lyric video do novo single, lançado pela Red Records. “Começamos as primeiras ideias de ‘Hell Yeah!’ após termos feito a abertura para o Black Label Society, no final de março deste ano. Se compararmos a primeira jam com o resultado final, a essência dela sempre esteve nos riffs e no refrão, cantarolado em ‘Hell Yeah!’”, revelou o vocalista e baixista Michael Bahr. “A música foi finalizada mesmo em setembro, quando fizemos nossa pré-produção, e percebemos que necessitava de uma parte a mais, parte esta que se encontra no meio da música hoje juntamente com o solo”, acrescentou. Veja o clipe 360º de “Hell Yeah!”, produzido pela Murder One Films e BraveHeart, em https://youtu.be/7pNHaDldn80

    “Como todo processo, a letra nasceu por último. Prefiro sentir a batida da música e a métrica que surge na minha cabeça para pensar numa letra que encaixe com a vibe que a música está me passando. Neste caso, a letra fala do passado, que ainda estrangula a pessoa e faz com que ela não consiga seguir adiante. Trata da necessidade de se ‘rasgar’, se for necessário, para sair desta situação. Por isso, berre, grite, crie coragem e deixe sair isto que você proporcionou para sua vida”, explicou Bahr. Veja o lyric video de “Hell Yeah!” em https://youtu.be/uhlGHDw668o

    “Hell Yeah!” foi gravado por Lucas Pereira no Boom Sound Design, em Curitiba (PR), “Hell Yeah!” foi mixado e masterizado por Luke Forehand no Blackbird Studio, em outubro em Nashville (EUA). Além do lyric e o vídeo 360º, o trio planeja vídeos Playthrough. “Criamos uma série de vídeos, sendo o primeiro deles, um registro tocando a música em uma câmera 360º, onde o espectador pode se sentir no mesmo ambiente da banda, podendo ser usado o VR para uma experiência mais imersiva. O segundo vídeo foi o lyric video com o mesmo conceito da capa e depois virão os playthrough, onde cada integrante toca individualmente seu instrumento junto com a música original”, concluiu Bahr. Mais informações em www.braveheart.com.br YouTube: @braveheartrock Mídias sociais: @braveheartrock Ouça “Hell Yeah!” no Spotify em https://is.gd/eScFbI Spotify: www.braveheart.com.br/spotify

    Fonte: ASE Press Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • VOX IGNEA: single e videoclipe ‘Covil’ antecipam novo EP

    VOX IGNEA: single e videoclipe ‘Covil’ antecipam novo EP

    A banda paulistana de hard rock Vox Ignea antecipa o lançamento do novo EP, “Nem um minuto a mais“, agendado para o final de novembro, com o single e videoclipe “Covil“. A faixa é uma crítica a um sistema de trabalho hierárquico infelizmente muito comum, em que o empregador julga ter poder e, até mesmo, propriedade sobre seu empregado e foi inspirada em uma situação de assédio moral vivida pela vocalista Raquel Lopes. “‘Covil’ fala sobre um período em que eu trabalhei tendo de aguentar a tirania das minhas chefes, passando por constrangimentos e humilhações quase todos os dias”, explicou.

    Veja o clipe de ‘Covil‘, dirigido por Plinio Scambora (Pier 66 Films), em https://youtu.be/dqOCGSnQUk0

    Para o guitarrista Rodrigo Santos, “Covil” é a música mais forte da Vox Ignea. “Ela conta com mudanças de andamento, de climas e há uma forte influência de Black Sabbath e de Rival Sons, trazendo um riff bem característico que se repete ao longo da música. Mesmo sendo nossa composição mais longa, por ser a nossa preferida do EP, não tivemos dúvida em escolhê-la como primeiro single.”

    Raquel Lopes (vocal), Rodrigo Santos (guitarra), Evandro Araújo (baixo) e André Martins (bateria) registraram o novo EP ao lado do produtor Henrique Canale, no estúdio Toque Final (SP). Já a arte gráfica de “Nem um minuto a mais” foi elaborada pelo designer Aurélio Lara. Sites relacionados: facebook.com/voxignea instagram.com/vox_ignea_ https://www.voxignea.com.br/ Contato para shows: [email protected] Fonte: ASE Press Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • LEPROUS: Confira o ‘track by track’ do novo álbum, “Pitfalls”

    LEPROUS: Confira o ‘track by track’ do novo álbum, “Pitfalls”

    O principal nome do rock progressivo norueguês, LEPROUS, lançou seu sexto e mais ambicioso álbum de estúdio, Pitfalls, em 25 de outubro, via InsideOut Music. Pitfalls foi novamente gravado com David Castillo no Ghostward Studios (OPETH, KATATONIA). O disco foi mixado por Adam Noble (PLACEBO, BIFFY CLYRO, NOTHING BUT THIEVES, DEAF HAVANA). A arte da capa é uma pintura da artista indonésia Elicia Edijanto.

    O vocalista e tecladista do LEPROUS, Einar Solberg, teceu o seguinte comentário sobre o próximo álbum: “Estamos incrivelmente orgulhosos em anunciar Pitfalls! É o álbum que ninguém espera do LEPROUS. Quando você acha que sabe para onde ele está indo, você vai perceber que você está errado, não é apenas a maior produção musical que fizemos, mas também a mais pessoal e honesta.

    “O álbum foi escrito em um dos meus anos mais difíceis, onde lutei contra a depressão e a ansiedade. Sem filtros, sem metáforas, apenas a verdade. Eles dizem que escrever músicas é terapêutico. Mas eu diria que é um eufemismo. Para mim, Pitfalls é o resultado de um ano e meio de aprendizado de como atravessar um túnel escuro. A música tem sido minha tocha.”

    O vídeo ‘track by track’ para Pitfalls está disponível abaixo.

    Após o lançamento de Pitfalls, o LEPROUS fará uma extensa turnê europeia ao lado do THE OCEAN e PORT NOIR.

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  • RIDERS MACHINES: Buscando inspiração na História para criar conceito lírico de álbum

    RIDERS MACHINES: Buscando inspiração na História para criar conceito lírico de álbum

    Prestes a completar uma década de história, é justamente em cima dessa palavra tão cheia de significados que o RIDERS MACHINES buscou inspiração para compor o álbum “History”. Ig Red (vocal), Alex Magnus (guitarra), J. Crow (bateria), Lukk Machine Gun (baixo) e Mary Yamazuki (teclado) iniciaram suas atividades na cidade de Campos dos Goytacazes/RJ e desde então vem crescendo significantemente na cena da região. Gravado no Forest Lab, mixado e masterizado pelo Produtor Lisciel Franco, o álbum “History” tem como foco a paixão do vocalista Ig Red por histórias reais ou fictícias, seja de uma simples pessoa dos dias atuais ou até mesmo um fato histórico de uma grande civilização antiga. O músico explica melhor o processo de composição: “Todas as letras foram feitas com intuito de mostrar algumas histórias sobre o meu ponto de vista como compositor, foi um processo simples, pois a medida que as letras ficavam prontas eu já tinha na cabeça como cantá-las e muitas das partes instrumentais iniciais para tirá-las do papel, houve uma compreensão inteligente e proativa dos companheiros de banda para adicionar seus talentos as ideias iniciais e uma enorme e decisiva colaboração do guitarrista Alex Magnus para rebuscar todas as ideias.”.

     Ouça “History” no Spotify:

    https://spoti.fi/2pGMqIv

    Com uma discografia crescente, o RIDERS MACHINES debutou em 2016 com os singles “Are you ready for Love?” e “Poison in your Heart”, produzidos pelo estúdio Hammer. Em 2017 são disponibilizados mais dois singles, dentre eles“Pirates” e uma homenagem a um dos espaços que mais ajudaram a banda nessa caminhada, “Freaks Bar”, ambos produzidos, mixados e masterizados pelo Felipe Nareba. Segundo o vocalista Ig Red, “O álbum “History” é um projeto de alguns anos, idealizado no quarto, sonhado por mim e abraçado por todos com algumas músicas alteradas, algumas músicas surgindo no meio do processo e outras entrando no lugar até chegar no trabalho final que é extremamente satisfatório, gravado e mixado no Forest Lab com o fantástico Liscel Franco, com o apoio incondicional da Halo in Rock Produções e que tem gerado um excelente feedback, o que só pode deixar a banda orgulhosa e com força para prosseguir no circuito.”.

    E no próximo dia 16/11 o RIDERS MACHINES dividirá o palco com o Hatefulmurder em Campos/RJ, com ingressos custando entre R$ 15 e R$ 25 reais. O show será realizado no Saturnália Club, localizado na Avenida Pelinca, 410, Parque Tamandaré, com início marcado para as 20h.

    Confira mais informações:

    https://www.facebook.com/events/486041322253657

    Contatos:

    Facebook: www.facebook.com/RidersMachinesBand

    Instagram: www.instagram.com/ridersmachinesband

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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