Categoria: Roadie News

  • METALIZER divulga data de lançamento e mais três faixas são disponibilizadas

    METALIZER divulga data de lançamento e mais três faixas são disponibilizadas

    Os ‘thrashers’ da Metalizer não param! Depois de divulgar a capa e o título do novo álbum, “The Pact”, e três novas músicas, o quinteto paulista agora definiu a data de lançamento e disponibilizou mais três composições para audição em streaming.

    “The Pact”, o terceiro disco da banda, será lançado oficialmente no dia 2 de dezembro no formato digital. O disco poderá ser conferido através de diversas plataformas como Youtube, Spotify, Deezer, Itunes e etc. Vale destacar que a banda busca parcerias para o lançamento físico do trabalho.

    As faixas divulgadas são as seguintes:

    Consumed (Never Satisfied) que aborda um personagem fictício (existem muitos na vida real), que conseguiu tudo que o dinheiro podia lhe dar, mas mesmo assim por mais que conseguisse coisas nunca se sentia satisfeito, realizado, e no fim das contas de tanto consumir ele que acabou consumido por essa insatisfação, que nunca terminaria. (ouça: https://www.youtube.com/watch?v=lHj4CbjOBpk&feature=youtu.be)

    A Menace To Society, o título pode parecer que se trata de uma ameaça a vida e convivência entre pessoas em uma sociedade, mas o sentido real na “ameaça” é ser uma ameaça a uma sociedade quando ela se torna nociva, cheio de características ruins, ódio, preconceito, etc. Ser uma ameaça a este tipo de sociedade estabelecida é o que essa letra enaltece. (ouça: https://www.youtube.com/watch?v=ojm0SnJV2gc&feature=youtu.be)

    Wild Eyes é uma música que aborda o estilo Heavy Metal de ser, mas tentando trazer uma visão diferente do que já falamos em letras do passado. Manter os “olhos selvagens” é manter o mesmo espírito de quando começamos a curtir Metal quando mais jovens, a mesma vontade, curiosidade, ou seja, por mais velhos que estamos ficando com o tempo, a nossa essência não pode ser perdida. (ouça: https://www.youtube.com/watch?v=kF9aMT3w-Q0&feature=youtu.be )

     Obs.: As faixas estarão disponíveis nas outras plataformas digitais em breve.

    Mais informações:

    Spotify: https://open.spotify.com/album

    Facebook: https://www.facebook.com/MetalizerOfficial/

    Instagram: https://www.instagram.com/metalizerthrash/

    E-mail: [email protected]

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  • NOTURNALL / EDU FALASCHI / MIKE PORTNOY – 07 de novembro de 2019, São Paulo/SP

    NOTURNALL / EDU FALASCHI / MIKE PORTNOY – 07 de novembro de 2019, São Paulo/SP

    Quem compareceu à Tropical Butantã na última quinta-feira (09), presenciou uma bela celebração. Com sua “Redemption Tour”, que nesse mês de novembro está passando por diversos estados brasileiros, o reformulado Noturnall se uniu à Edu Falaschi no palco e, como se não bastasse, trouxe à São Paulo, assim como nas demais cidades e capitais, o lendário baterista americano Mike Portnoy, que, por sua vez, reencontrou-se com seu ex-parceiro de Adrenaline Mob, o compatriota Mike Orlando, hoje guitarrista da banda paulistana. Pensa que foram apenas essas as atrações? Na véspera do show, o Noturnall pegou todos de surpresa com a confirmação de ilustres convidados, o aclamado baixista Luis Mariutti e seu novo parceiro de Shaman, o respeitado vocalista Alirio Netto. Para aquecer o público, que compareceu em bom número (poderia ter sido maior) para assistir toda essa turma de peso, o Noturnall escalou as bandas Unthold, Seventh Sign From Heaven e Violet.

    Infelizmente, não conseguimos chegar à tempo de conferir a apresentação da banda sorocabana Violet. Segundo a produção do evento nos informou, Paulo Xuxa (vocal), Marcos Pascoli (guitarra), Fio Bass (baixo) e Theo Queiroz (bateria) apresentaram não só músicas do EP lançado em 2018, que foi produzido pelo próprio Thiago Bianchi, frontman do Noturnall, sendo elas Hey There!, For Your Information, Never Never e These Lines, como também covers de Hunting High and Low do A-Ha (lançado em videoclipe no ano de 2015) e Walk do Pantera.

    Diretamente do Piauí, o Seventh Sign From Heaven deu sequência ao evento. Prestes a lançar o álbum The Woman and the Dragon, que assim como o EP do Violet também foi produzido por Thiago Bianchi, o grupo tocou pela primeira vez em São Paulo. Integrado por Mark Neiva (vocal e guitarra), Emanuel Lima (guitarra), Zinha Soares (baixo) e Filim Nascimento (bateria), o quarteto deu início com a própria Woman and the Dragon, seguida de Rise, duas de suas novas músicas. Ambas evidenciaram uma veia heavy tradicional, sem invencionices ou linhas mirabolantes, tecnicamente falando. Na sequência, foi a vez do cover do Iron Maiden para o clássico Can I Play with Madness, do álbum Seventh Son of a Seventh Son, de 1988. Nessa, ficou ainda mais nítido de que, em termos vocais, falta versatilidade à Neiva. Outro ponto que requer atenção da banda, principalmente dos integrantes da linha de frente, é a performance de palco, levando em conta que Neiva, Lima e Soares estavam praticamente estáticos em suas posições. Há de se destacar, no entanto, a atuação de Filim Nascimento, bem como a do próprio Neiva nos solos. Prosseguindo, o grupo mandou duas de seu EP Judgement of Egypt, de 2017: a cadenciada música de mesmo nome e The Devil Fears His Name. Fechando, um medley do Metallica composto dos hinos Seek and Destroy e Creeping Death. No próximo dia 15, o Seventh Sign From Heaven voltará a abrir para o Noturnall, agora na capital pernambucana Recife.

    Não demorou muito e o Unthold assumiu o palco. O grupo mostrou seu heavy metal agressivo e, ao mesmo tempo moderno, contando com melhor som e iluminação do que as bandas anteriores, além de imagens esquisitas de umas caveiras coloridas que ficavam flutuando no telão ao fundo. Foi um set curto, de apenas vinte minutos, porém convincente, suficiente para que a banda passasse bem o seu recado, mesmo esse sendo o primeiro show de sua história. Impressionou ver o experiente João Luiz, figura conhecida do cenário nacional, frontman também das clássicas bandas Golpe de Estado e Casa das Máquinas, além de ex-King Bird, soltando a voz em uma sonoridade bem mais pesada do que lhe é habitual – embora seu estilão altamente influenciado pelo saudoso Ronnie James Dio permaneça intacto, tanto em termos vocais quanto em seus trejeitos no palco. Uma observação: é impressionante como João se parece com Vitor Rodrigues, ex-vocalista do Torture Squad e Voodoopriest, e atual Victorizer, até no jeito de se comunicar com o público. Completado por Bruno Sena (guitarra), o canhoto Marcelo Maia (baixo) e Alex Cristopher (bateria), o Unthold executou as agressivas Place of Gear, Halls of Mirror, Atahualpa e Ruthless World – já gravada, essa contou em estúdio com a participação do vocalista Tim “Ripper” Owens (Judas Priest, Iced Earth, Yngwie Malmsteen, Charred Walls of the Damned, Beyond Fear, Hail! e outros). Tais músicas lembraram muito o trabalho de bandas como Adrenaline Mob e Symphony X. Elas farão parte do homônimo álbum que o Unthold deverá lançar em 2020. Além do próprio João Luiz, destaque também para Bruno Sena, que é muito bom guitarrista.

    Passados cinquenta minutos – sendo 30 de atraso em relação ao horário divulgado – Paul Martins, guitarrista da banda Hellene e apresentador do Autoral Brasil Kiss FM, da Rádio Kiss FM, fez as honrarias para a atração principal. Antes, ele informou ao público que todos ali seriam filmados, já que um DVD estava sendo gravado. Tanto que havia uma enorme grua na pista. Assim que Paul anunciou o Noturnall, a euforia foi intensa, principalmente quando após breve introdução mecânica, Thiago Bianchi (vocal), Mike Orlando (guitarra), Saulo Xakol (baixo) e Henrique Pucci (bateria) surgiram tocando a violenta Nocturnal Human Side, do homônimo debut, lançado em 2014. Simultaneamente, o clipe da música rolou no telão. Bianchi e Pucci entraram usando óculos de laser e luvas com luzes. O som estava cristalino, algo surpreendente, levando em conta a massa bruta que é a música do Noturnall. Já o telão, durante todo o show exibiu clipes e lyric videos, perfeitamente sincronizados com as respectivas músicas que iam sendo tocadas. Sem dar tempo de os fãs respirarem, o Noturnall mandou mais duas pedradas: Wake Up, do terceiro e mais recente álbum 9 (2017), e No Turn at All, outra do de estreia. Nessa, uma garota zumbi entrou engatinhando e foi dançar no pole dance que estava posicionado entre a bateria de Pucci, ornada por um ET, e a que estava coberta, esperando pela entrada de Mike Portnoy. Ensandecido, Orlando agitava o público. Falando no talentoso guitarrista, era de se estranhar não sair fumaça de seus dedos, de tão cavalar sua velocidade nas cordas.

    Antes de continuar, Bianchi – mais magro e bem fisicamente – deu boa noite e disparou: “Que sonho! E vai tomar no cu, que difícil!”, desabafou. “Tudo isso aqui é por vocês”. Após ser aplaudido e levar na esportiva a saída dos ex-integrantes do Noturnall, o vocalista falou de sua ‘redenção’ (captou o porquê de a turnê se chamar “Redemption Tour”?) e listou as conquistas do grupo em 2019: mini-turnê com o Disturbed pela Rússia (gravada em DVD), shows com Portnoy, entrada de seu ídolo Mike Orlando na banda, lançamento recente do clipe da nova música Scream For Me!, segunda participação do grupo no “Rock in Rio” e o DVD que estava sendo gravado no show. E esbravejou: “Tudo na maior dificuldade. Brasil é foda, é difícil viver aqui, ainda mais fazendo heavy metal”, antes de comemorar e ser aplaudido ao dizer: “Estamos aqui hoje com uma produção internacional. Tudo o que quiserem tem, pra vocês chegarem aqui e terem esse sorriso, essa energia”. À propósito, quem assistiu a “Redemption Tour” em São Paulo, tendo de bônus convidados de peso, viu uma produção de primeiro mundo (com direito à palco com tapete estilizado com o logo do Noturnall, além de colunas laterais simulando as da antiguidade – ao melhor estilo Iron Maiden), algo que não é inimaginável para uma banda que, em 2018, na mini-turnê “Freakshow”, que contou com o próprio Alírio Netto, comemorando 25 anos de carreira, e do também vocalista James LaBrie, parceiro de Portnoy no Dream Theater, apresentou números impressionantes de mágica, ilusionismo e atrações circenses. A próxima do set Bianchi anunciou com sangue nos olhos: “Graças à essa porra de país, essa música se chama Fight the System!” – do segundo álbum, Back to F*** You Up! (2015). Após Shadows, de 9, Bianchi rasgou elogios ao apresentar seus companheiros e apresentou a nova e veloz Cosmic Redemption, que integrará o quarto álbum do Noturnall.

    Era chegada a hora de a primeira atração ser chamada ao palco. Enquanto Bianchi fazia as honrarias, o telão cometeu ‘spoiler’ mostrando a capa do álbum Rebirth do Angra, com o nome de Edu Falaschi escrito abaixo. O vocalista, que dispensa apresentações, chegou cumprimentando o público e teve que enrolar em seu discurso, enquanto ligavam o teclado do também convidado Fabrizio Di Sarno. Com tudo nos conformes, Falaschi comandou Nova Era, do citado álbum de 2001, seu debut com o Angra. Depois dessa, Pucci, Sarno, Xakol e Orlando deixaram o palco livre para o líder do Almah, ex-Angra e Symbols, mandar um set acústico, no formato voz/violão. Falaschi quis começar a primeira música, porém parou e chamou o roadie, dizendo: “eu não toco com violão desafinado, nem fodendo”, brincou. Enquanto o violão era afinado, Bianchi retornou ao palco e declarou amizade à Edu. Eles se abraçaram e comoveram os fãs. Já com seu violão de doze cordas empunhado, Edu foi acompanhado pelo público em Rebirth. Depois veio The Silent Man (Dream Theater), com os fãs cantando, já que Edu a aprendeu dias antes e não havia decorado a letra. Por último, tocou Pegasus Fantasy, música da banda japonesa MAKE-UP, usada como tema do anime Cavaleiros do Zodíaco. Após a trinca acústica, Bianchi, Sarno, Orlando e Pucci se juntaram novamente à Edu e receberam os ilustres Luis Mariutti e Alírio Netto, para uma homenagem à Andre Matos (Viper, Angra, Virgo, Symfonia, Avantasia e carreira solo). Tocaram o hino Carry On, que o saudoso cantor, tecladista, pianista e maestro gravou com o Angra no debut Angels Cry (1993).

    Finalizada essa parte do show, o público vibrou quando o pano que protegia a bateria de Mike Portnoy foi retirado. Portnoy se uniu ao Noturnall e à Falaschi, que se despediu cantando As I Am, música que o baterista gravou quando no Dream Theater, no álbum Train of Thought (2003). Na sequência, com Bianchi de volta, Portnoy quebrou tudo em Under A Glass Moon, música do aclamado Images and Words (1992), segundo álbum do Dream Theater – meu favorito, seguido de Awake (1994). Era impressionante ver Portnoy executar arranjos tão complexos com tamanha naturalidade e tranquilidade, ao ponto de, em dados momentos, jogar uma das baquetas ao alto enquanto tocava. Aliás, falando em baterista, não posso deixar de elogiar o ex-Project 46 Henrique Pucci, outro monstro dos tambores. Antes da próxima, Portnoy agradeceu o público, comentou que estava tocando músicas do Dream Theater que ele nunca mais tocou ao vivo, e agradeceu Thiago Bianchi por ter feito tudo isso acontecer e por lhe trazer ao Brasil. O público não só aplaudiu, como fez o tradicional “olê, olê, olê, olê, Portnoy, Portnoy”, coro que sempre emociona os artistas estrangeiros. O baterista agradeceu e relembrou: “Depois que saí do Dream Theater, estava em uma banda com Russell Allen (vocal), John Moyer (baixo) e esse filho da puta aqui, o senhor Mike Orlando. O último show que fiz com eles (Adrenaline Mob), foi aqui no Brasil, em São Paulo. E aqui estamos nós, seis anos depois! Eu e Mike Orlando faremos alguns sons do (álbum) Omertá (2012), que vocês conhecem”. Primeiro veio Hit the Wall; depois foi a vez de Indifferent, na voz de Orlando, que antes falou ao público que o Brasil é a sua segunda casa; por fim, Undaunted. Encerrando o primeiro ato do show, veio uma pérola do Dream Theater: Take the Time, outra de Images and Words.

    Voltando à falar de redenção, não do Noturnall, mas de Thiago Bianchi especificamente, é justo um parágrafo só para falar dele. É surpreendente vê-lo no palco após tudo o que passou com sua saúde. Para se ter uma ideia, quando esteve internado em 2016, devido à um grave quadro de pancreatite, o médico chegou a decretar que Bianchi teria apenas seis meses de vida. Felizmente, seu médico errou feio e se precipitou no diagnóstico. Não bastasse estar de volta aos palcos, Bianchi continua cantando com a maestria de sempre, justificando ser um dos melhores vocalistas do metal mundial. Neste primeiro ato do show, foi de impressionar vê-lo esbanjando versatilidade, tirando de letra não apenas as complexas músicas do Noturnall, como também as igualmente difíceis de serem interpretadas e eternizadas nas vozes de ninguém menos do que “monstros” como Russell Allen (Adrenaline Mob), André Matos – quem mais você vê se atrever a cantar Carry On do Angra e alcançar as altas regiões vocais que André explorava, a não ser Bianchi? – e James LaBrie. Bem, neste caso, Thiago Bianchi tem feito ainda mais bonito em músicas que o próprio vocalista do Dream Theater não se arrisca mais a cantar, tendo em vista que ao vivo sua voz já não tem mais a potência de antes. Em recente entrevista, o próprio Mike Portnoy se rendeu ao talento de Bianchi.

    Dando continuidade ao show, na volta para o bis Thiago Bianchi anunciou os vencedores do concurso realizado em parceria entre o Noturnall e a Rádio Kiss FM. Foram chamados para tocar com a banda e Mike Portnoy os felizardos Miguel Arthur dos Santos para o baixo, Guilhos Lacerda para a guitarra, e a vocalista Angel Sberse. E eles seguraram bem a bronca em Cowboys From Hell do Pantera, apesar de umas escorregadelas na letra da música e uma falha na guitarra de Lacerda no início do solo. O encerramento do show aconteceu em grande estilo, com Portnoy e Pucci (que entrou no decorrer) debulhando, juntos, em seus respectivos kits de batera, duelando na também nova Scream For Me! – algo até então inédito na história do metal nacional, além de inspirador para qualquer batera ver ao vivo dois verdadeiros tratores das baquetas lado a lado no palco em uma mesma música. Falando em Scream For Me!, recentemente ela ganhou um videoclipe de enredo cinematográfico e produção hollywoodiana, o primeiro do país a conter cena de capotamento automobilístico. Se no vídeo de Mysterious, música do álbum 9, o Noturnall havia contado com os pilotos da Stock Car Rubens Barrichello, Cacá Bueno, Giulio Borlenghi e Vitor Baptista, dessa vez foi o próprio Bianchi que assumiu o volante, no caso do carro tunado que capota no vídeo.

    Passado o show do Noturnall em São Paulo, Thiago Bianchi nos atendeu e falou sobre o grande momento que está atravessando na carreira: “De fato, é a melhor época da minha vida. Em uma comparação esdrúxula com o Annus Mirabilis de Einstein (N.R.: o cantor se refere ao ano de 1905, referente ao domínio da Física, o ano em que Albert Einstein publicou suas descobertas sobre o efeito fotoelétrico, movimento Browniano e a teoria especial da relatividade, além da equação E=mc²”), acho que teria a ver com a Noturnall. Desde que essa banda mudou de formação, parece que soltaram realmente as âncoras do barco e ele começou a ter mais velocidade. A empatia dos fãs aumentou, parece mais verdadeira, não sei se havia um bloqueio quanto aos ex-integrantes. Tudo começou a dar certo de uma forma que não dava. Ficamos muito tempo tentando fazer uma turnê com o Disturbed e agora conseguimos, rapidamente; Estávamos tentando entrar na mente do “Rock in Rio” e conseguimos voltar. Mesmo no terceiro palco, fomos novamente lembrados; A turnê com esse cara (Mike Portnoy), que escolhe a dedo como e com quem ele trabalha; Finalmente, a vinda do Mike Orlando pra banda, que era algo que queríamos muito; Os clipes, sendo o atual (Scream For Me!) o mais legal da minha carreira. É um momento de coroação de muito trabalho, que vem de vários anos, desde Karma e Shaman até Noturnall, em sua primeira fase. Acho que hoje posso dizer que, finalmente, cheguei aonde eu queria musicalmente. Vivo uma fase maravilhosa, como vocalista e como produtor, são mais de 400 discos produzidos e estou produzindo 48 bandas neste momento. Tenho uma confiança imensa dessa galera e fico muito à vontade e orgulhoso de ter tantos sonhos empilhados em minhas mãos”, comemorou.

    Antes de se despedir, Bianchi desabafou: “As pessoas têm esse lance de acharem que sou ‘riquinho’ por minha mãe ser cantora. Minha mãe batalhou muito, me criou no gogó, cantando em boate. Diferente do que as pessoas imaginam, não foi uma pessoa com grana. Hoje ajudo e sempre ajudei em casa, e realmente ganho muito bem, não tenho vergonha nenhuma de falar, mas tudo que ganho vem das bandas de heavy metal, e todo meu trabalho, tudo que faço você pode ouvir nele. Reinvisto o que ganho em minha família e na banda, que é meu grande sonho. Então, acho justo, e fico muito feliz de ter essa oportunidade e tentar fazer o metal nacional um lugar melhor do que o que eu encontrei. Realmente, estamos vivendo nossa melhor fase, essa capa da Roadie Crew (#249, out/2019) coroou esse momento. E tem mais coisa vindo por aí, logo contarei à vocês, é mais uma bomba que fechamos durante essa turnê, uma notícia maravilhosa. Estou louco para dar com a língua nos dentes (risos)”, finalizou. E teve boatos de que o Noturnall ainda estava na pior. Se isso é estar na pior, porra… O que quer dizer estar bem, né?

  • ANGEL WITCH: Confira o novo vídeo, “Death From Andromeda”

    ANGEL WITCH: Confira o novo vídeo, “Death From Andromeda”

    O novo álbum da lendária banda inglesa ANGEL WITCH. intitulado Angel Of Light, foi lançado em 1 de novembro, via Metal Blade Records. O novo vídeo oficial para a música Death From Andromeda, pode ser visto abaixo.

    A estreia de 1980 do ANGEL WITCH na Bronze Records criou ondas de choque que ressoariam em todo o reino nascente do thrash, doom e death metal. Agora, quase quatro décadas depois, a banda permanece como guardiã de um estilo que transcende sua era e o arquétipo. Sua formação atual nasceu onze anos atrás, entregando o aclamado álbum de 2012 As Above, So Below. A tão esperada continuação desse álbum finalmente chegará no verão de 2019 pela Metal Blade Records.

    ANGEL WITCH comenta: “É difícil acreditar que já passou quase uma década desde que gravamos nosso último álbum e é muito empolgante para nós, pessoalmente, ter outro álbum totalmente pronto e que reflita a paixão e a química da formação que tivemos nos últimos dois anos e meio.

    “Quando procuramos um selo para lançar o material, estávamos tão entusiasmados que sabíamos que precisávamos de um time em torno de nós que compartilhasse o mesmo nível de entusiasmo pelo projeto que os membros da banda tinham e, mesmo que ainda estivéssemos a um mês de distância a partir da data de lançamento, parece que descobrimos exatamente isso na família Metal Blade: seu perfeito equilíbrio do entendimento de onde vinham, sua própria contribuição sutil e criativa, aderência diligente às linhas do tempo que limitam nossas prevaricações internas e capacidade de perguntar ‘vocês realmente acham que isso vai funcionar, rapazes?’ quando necessário, fez toda a diferença em transformar oito músicas que gravamos na chuvosa Leeds em um álbum completo. O que mais você esperaria de uma empresa internacional formada inteiramente por fãs de heavy metal?”

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  • FIT FOR AN AUTOPSY: Confira o vídeo oficial para “The Sea Of Tragic Beasts”

    FIT FOR AN AUTOPSY: Confira o vídeo oficial para “The Sea Of Tragic Beasts”

    A banda de Nova Jersey FIT FOR AN AUTOPSY lançou seu quinto álbum de estúdio, The Sea Of Tragic Beasts, em 25 de outubro pela Nuclear Blast Records (Human Warfare na Austrália).

    O videoclipe oficial da faixa-título do novo álbum, The Sea Of Tragic Beasts, pode ser visto abaixo.

    “Desfrutem de Shepherd, nossa homenagem ao estilo melodeath do início dos anos 2000″, diz o guitarrista Will Putney. “Filmamos este pequeno vídeo divertido de uma só vez. Foram quatro minutos – e conseguimos derramar lixo no [vocalista] Joe [Badolato] enquanto fazíamos uma declaração sobre o meio ambiente. Você não conseguirá superar isso.”

    The Sea Of Tragic Beasts mais uma vez teve produção, engenharia, mixagem e masterização de Putney na Graphic Nature Audio em Belleville, Nova Jersey. A arte da capa foi criada por Adam Burke.

    Confira o tracklist:
    1. The Sea Of Tragic Beasts
    2. No Man Is Without Fear
    3. Shepherd
    4. Your Pain Is Mine
    5. Mirrors
    6. Unloved
    7. Mourn
    8. Warfare
    9. Birds Of Prey
    10. Napalm Dreams
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  • Berg Menezes lança videoclipe da música “Saia dessa Ilha”

    Berg Menezes lança videoclipe da música “Saia dessa Ilha”

    O cantor Berg Menezes acaba de lançar seu mais novo videoclipe, da música “Saia dessa Ilha”, faixa do disco “Qual é a sua Revolução?”, lançado em 2018. O clipe é um registro feito pelo próprio artista em sua passagem pela Irlanda, Inglaterra, Itália e Portugal e nos convida a mergulhar em fragmentos de uma viagem, de uma existência e de uma vontade genuína de viver intensamente e ir tropeçando no que a vida tem pra oferecer.

    Assista o videoclipe de “Saia dessa Ilha”: https://youtu.be/qHOHSGRbGb4

    E é nesse sentido do se permitir intensidade, que se desnuda em possibilidades impensadas: se nos mantermos em zonas de conforto ou em ilhas perigosamente monótonas. “Saia dessa ilha é uma música que fala de liberdade, de desafios e de rompimentos. É uma música que surgiu durante o processo de criação específico pro disco no ano passado e acabou se tornando uma das músicas mais ouvidas nas plataformas”, disse o cantor e compositor Berg Menezes. “No clipe, são minhas imagens de viagem, com a Carol minha esposa e a irmã dela, a Aline. Mas acho que o trabalho da Mari (Mariana Lage que editou o clipe) foi de tentar dar ritmo e traduzir o sentimento que é o novo e esses desafios”, completou o cantor.

    Em dezembro de 2019, Berg Menezes irá se apresentar em São Paulo com a banda Canil, também de Fortaleza. Mais informações serão divulgas em breve. O cantor possui uma longa trajetória na música. Atuando na cena cearense, em Fortaleza, há mais de 10 anos, o músico participou das bandas Relicário e Os Coadjuvantes, e a partir de 2011 começou sua carreira solo. De lá pra cá lançou quatro trabalhos: os EPs “Imperfeito” (2013) e “Vagabundo” (2014); seu primeiro álbum cheio, “Pedra” (2016); e em 2018 lançou seu mais recente disco, “Qual é a Sua Revolução?”, que foi viabilizado através de uma campanha crowdfunding, amplamente abraçado pelos fãs.

    Para o artista, o segundo álbum é a solidificação de sua carreira, que ainda conta com várias participações em festivais como Festival UFC de Cultura, Feira da Música, Ponto.Ce, Garage Sounds e Nóia, dentre outros. Apresentações fora do Ceará, como a Festa da Música, na cidade de Recife e participação em tributos a artistas nacionais como “O Mundo Ainda Não Está Pronto – Tributo ao Pato Fu” são parte da história do artista.

    Links relacionados:
    Site Oficial: www.bergmenezes.com.br
    Canal do Youtube: https://www.youtube.com/bergmenezes

     

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  • LYRIA e TUATHA De DANANN de graça no Rio

    LYRIA e TUATHA De DANANN de graça no Rio

    O folk e o rock se unem em uma grande celebração à música, nos dias 16 e 17 de novembro, na Arena Socioambiental, no Aterro do Flamengo. O evento gratuito contará com a presença das bandas Lyria, Tuatha de Danann, Café Irlanda e Brazilian Pipers. E ainda, o Duo Magic, Loba Luna e Wakanu, além de Henrique, o Trovador. Os shows fazem parte da programação da Feira Medieval Carioca, que contará com diversas atrações temáticas.

    Um dos grandes nomes do metal nacional, o Lyria apresenta a versão acústica da turnê “Immersion”, que lotou espaços no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. No repertório do show, as canções do álbum “Immersion”, considerado pela mídia especializada um dos melhores de 2018, e também sucessos do trabalho anterior, como a queridinha do público, “Jester” do álbum de estreia “Catharsis” (2014). A banda receberá os fãs gratuitamente em seu stand para fotos e autógrafos.

    Criada em 2012 por Aline Happ (voz), a banda de metal carioca é uma das mais conhecidas do país, chegando a contar com 94 mil curtidas no Facebook e ainda, na mesma rede social, o clipe de “Jester”, conta com quase três milhões de visualizações. O vídeo mais recente, The Rain”, em menos de um mês, supera as 80 mil visualizações no YouTube. O segundo álbum, “Immersion”, contou com um financiamento coletivo para ser produzido, arrecadando mais de 13 mil dólares (cerca de 48 mil reais). Feitos extraordinários para uma banda independente de metal brasileira.

    O encontro acontece na Arena Socioambiental, no Aterro do Flamengo, durante a Feira Medieval Carioca, a maior do gênero na América Latina.

    Serviço

    Lyria em show gratuito

    Data: 16 e 17 de novembro (sábado e domingo)

    Horário: 10h às 18h

    Local: Arena Socioambiental (próximo à Praça do Skate)

    Endereço: Avenida Infante Dom Henrique, nº 12 – Glória – Rio de Janeiro/RJ

    Entrada Gratuita

    Evento: https://www.facebook.com/events/470405313539736/

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  • AXECUTER: Dose dupla em Santa Catarina

    Visando divulgar ainda mais seu atual trabalho, “Surrounded By Decay”, os paranaenses do AXECUTER confirmaram dois shows em Santa Catarina nos próximos dias.

    O primeiro deles (30/11/2019) será em Balneário Camboriú/SC no conhecido ‘OpenBar Music&Art’, onde acontece o ‘Midnight Movers’, que contará também com Frade Negro, confira o cartaz:

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/AXECUTER_BC.jpg
    Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/561652957957712/

    Na semana seguinte, 07/12/2019, o AXECUTER pega a estrada novamente, desta vez até Jaraguá do Sul/SC, para se apresentar no ‘Ózamarelo Rock Festival’ e dividir palco com as bandas Decadência, Atlantis, Volkmort, Oculto e Crazy Boys, confira:

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/AXECUTER_Jaragua.jpg
    Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/2649799185033211/

    Em paralelo, o AXECUTER foi destaque recentemente no podcast Rock Add, onde concedeu uma entrevista ao apresentador Luciano Piantonni. O programa pode ser ouvido não só pelo YouTube mas também pelas demais plataformas digitais, confira:

    Spotify: https://open.spotify.com/episode/3bbNHGcoDQdg0XNRrjXT6s
    Apple Podcasts: https://podcasts.apple.com/br/podcast/rock-add-31-living-metal-axecuter-slayer/
    Deezer: https://www.deezer.com/episode/58560172
    YouTube: https://youtu.be/hreZ-qT1RcY

    Contato para shows:
    E-mail: [email protected]
    WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções

    Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
    Sites relacionados:
    https://www.facebook.com/axecuter/
    https://axecutermetal.bandcamp.com/
    https://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/Axecuter/24
    Fonte: Sangue Frio Produções

    Edições avulsas, assinatura física e digital.

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  • KING DIAMOND: Confira a nova música, “Masquerade Of Madness”

    KING DIAMOND: Confira a nova música, “Masquerade Of Madness”

    A nova música do KING DIAMOND, Masquerade Of Madness, pode ser ouvida abaixo. Mixada por Andy La Rocque e King Diamond no Sonic Train Studios, a faixa aparecerá no primeiro álbum de estúdio do KING DIAMOND em 12 anos, The Institute, que será lançado em 2020 pela Metal Blade Records.

    King Diamond comentou: “Masquerade Of Madness é uma das primeiras músicas de estúdio do KING DIAMOND em um longo período de tempo. Ela será apresentada em uma futura história de horror de dois álbuns, da qual a primeira parte é intitulada The Institute.

    “O estilo é aquele clássico do KING DIAMOND, com muita dinâmica e quantidades limitadas de compactação para obter vocais e instrumentos com sons muito naturais ao longo da música. Você encontrará algumas orquestrações complexas, incluindo os trabalhos típicos de corais que você costuma ouvir no KING. DIAMOND, e um processo de pensamento especial que traz os vocais de volta à vanguarda: ‘Todos os vocais são vocais principais’.

    Andy e eu estamos atualmente trabalhando em várias músicas diferentes com alto potencial para o próximo álbum; todas são absolutamente arrasadoras. Continuaremos esse trabalho quando voltarmos da nossa turnê norte-americana em dezembro, durante a qual você poderá ouvir a versão ao vivo de Masquerade Of Madness. Por enquanto, esperamos que você goste da versão de estúdio de Masquerade Of Madness“.

    Mais cedo, em agosto deste ano frontman dinamarquês comentou, fazendo referências ao título do novo álbum: “Por razões desconhecidas para você, é claro que você não tem como chegar ao ‘Instituto’ por conta própria neste momento. Portanto, nós levaremos ‘O Instituto’ até você. Você não deve perder esta oportunidade especial de tratamento que só nós podemos te dar. Pode ser para o seu próprio bem, você sabe … “

    Em suporte ao novo álbum The Institute, KING DIAMOND embarcará em uma turnê norte-americana com o UNCLE ACID & THE DEADBEATS e o IDLE HANDS em novembro / dezembro.

    King Diamond comenta: “Cuidado, América do Norte, estamos chegando até você neste inverno. Tenho muito orgulho em trazer dois convidados especiais e incríveis para vocês. Seus nomes são UNCLE ACID & THE DEADBEATS, e IDLE HANDS. Marque uma consulta agora”.

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  • BLIND GUARDIAN TWILIGHT ORCHESTRA: Confira o vídeo oficial de “War Feeds War”

    BLIND GUARDIAN TWILIGHT ORCHESTRA: Confira o vídeo oficial de “War Feeds War”

    Prometendo ser um dos projetos mais ambiciosos da história do metal, o próximo lançamento da lendária banda alemã BLIND GUARDIAN fará valer a longa espera. A ideia de gravar um álbum orquestral foi originalmente formada na mente das duas principais luzes do universo BLIND GUARDIAN – guitarrista André Olbrich e o vocalista Hansi Kürsch – durante os anos 90, quando o BLIND GUARDIAN começou a usar elementos orquestrais para aprimorar seu som grandioso.

    Abaixo você confere o vídeo oficial para War Feeds War.

    O projeto monumental começou a tomar forma nos últimos anos e, espelhando suas cascatas épicas de som, o conceito lírico foi desenvolvido. Para criar o conceito, André e Hansi trabalharam ao lado do autor de best-sellers alemão Markus Heitz, cujo último romance, Die Dunklen Lande, foi lançado em 1º de março. O livro se passa em 1629 e contém o prequel para a obra do BLIND GUARDIAN TWILIGHT ORCHESTRA, Legacy Of The Dark Lands, que será lançado em 8 de novembro.

    Markus é um ótimo contador de histórias; com Die Dunklen Lande, ele criou o cenário perfeito, e com o misterioso Nicolas, o personagem perfeito para nossos trabalhos complexos”, diz Kürsch. “Sua inventividade parece quase infinita. Absolutamente impressionante e muito inspiradora.”

    Ambos os lados (disco e livro) contam à sua maneira a história do mercenário Nicolas e seu envolvimento na Guerra dos Trinta Anos. Heitz começa a história em seu livro, e o BLIND GUARDIAN segue sua trilha em Legacy Of The Dark Lands.

    Qual é o segredo que cerca Nicolas? Ele será capaz de se livrar das correntes de guerra? Como seus entes queridos se sairão? Em Legacy Of The Dark Lands, via BLIND GUARDIAN TWILIGHT ORCHESTRA, Olbrich e Kürsch cumprem seu desejo de enfatizar o canto coral imponente e os arranjos orquestrais clássicos. Esta promete ser uma obra diferente de qualquer outra que o quarteto alemão já tenha lançado, ou melhor, uma obra como nunca foi ouvida antes.

    Hansi declara: “Finalmente, depois de séculos conversando sobre isso, é hora de liberar a besta. Ouvimos seus apelos e aqui está, uma primeira visão do que é Legacy Of The Dark Lands. Chegamos ao Point Of No Return, e com certeza não haverá retorno. Legacy Of The Dark Lands será lançado em 8 de novembro de 2019. Divirta-se ouvindo o primeiro single deste maravilhoso álbum. Point Of No Return é uma música muito vívida e já lhe dá uma visão muito boa do que esperar do próximo lançamento. A música tem tudo, é intensa, muito melodiosa e épica ao mesmo tempo. Não se esqueça de conferir o lyric video para Point Of No Return. Mas agora, aproveite esta primeira curta viagem às ‘Terras Negras’. Ainda assim, este é apenas o começo”.

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  • SEPULTURA: Confira o novo single e vídeo, “Isolation”

    SEPULTURA: Confira o novo single e vídeo, “Isolation”

    O Sepultura lançou hoje, em todas as plataformas digitais, o single Isolation. A música, que também teve o clipe divulgado (confira abaixo), é faixa do novo álbum Quadra, com lançamento previsto para 7 de fevereiro de 2020.

    Segundo o autor da letra, o vocalista Derrick Green, Isolation trata do sistema prisional dos EUA. “A prática desumana do confinamento solitário muda a estabilidade mental dos prisioneiros. Eles não são reabilitados, mas transformados para pior. Uma vez lançados de volta à sociedade, todos pagamos o preço pelo que foi feito com eles”, explica Green.

    O single foi escolhido para abrir o disco. “A faixa é mais tradicional, do trash metal, mas tem elementos novos, como o coral e os arranjos de vozes que acompanha o Derrick. O disco foi composto desta forma: dividido em quatro – três faixas para cada lado -, como se fosse um disco de vinil duplo (A,B,C,D). O lado A, onde a Isolation abre é mais tradicional trash, que representa o discurso do Sepultura, mas sempre com elementos novos. Por isso, a Isolation tem essa característica rápida  e tradicional”, diz o guitarrista Andreas Kisser.

    O clipe, editado por Douglas Aguilar, foi feito com imagens captadas durante o show do Sepultura no Rock in Rio 2019. A apresentação no evento foi baseada nas capas históricas do Sepultura, que aproveitou para mostrar a capa do novo álbum e a música Isolation.

    Quadra foi gravado na Suécia e leva a produção de Jens Bogren, o mesmo do disco Machine Messiah, lançado em 2017. “Trabalhar com Bogren é sensacional. Foi fundamental. O produtor sempre é o quinto elemento da banda dentro do estúdio. Energia 100% dentro do disco. Ele expandiu a ideia de corais, de coisas de cordas”, comenta Kisser.

    Quadra foi inspirado no Machine Messiah, um disco diferente na história do Sepultura, com elementos inusitados. “Com o Quadra estamos explorando as novas possibilidades que o Machine Messiah trouxe. O lado A é mais tradicional, trash metal; o B é mais percussivo, com ritmos brasileiros; O C vai um pouco mais além com o violão, mais instrumental como característica geral. É ir um pouco mais além; e o D é aquela coisa mais ‘groovada’, lenta, com melodia. Traz a participação da Emmily Barreto, do Far From Alaska.  O vocal feminino casou muito bem com a voz do Derrick. O Quadra é uma consequência do crescimento do Sepultura”, diz.

    O Sepultura trabalha a nova turnê prevista para março ou abril nos EUA. A participação da banda já está confirmada em alguns festivais de verão europeus e programa uma turnê na Europa, no final do ano, além de América do Sul e outros locais. Para Kisser, será uma turnê histórica, levando em consideração o momento em que a banda se encontra.

    Bio

    Formado em Belo Horizonte, em 1984, o Sepultura passou a ser uma das principais figuras no cenário underground que florescia para o thrash metal. Com sonoridade inventiva e exuberante e ao mesmo tempo crua e primitiva, a banda rompeu preconceitos ao fixar a América do Sul no mapa do metal assim como ajudou a dar forma para algo novo e brutal no heavy metal desde seus primeiros álbuns, Morbid Visions, Schizophrenia e Beneath The Remains. Obstinados a viajar para qualquer parte, o Sepultura construiu com firmeza uma das bases de fãs mais dedicada do planeta e, enquanto na década de 1990 muitas bandas tentavam se firmar criativa e comercialmente, os brasileiros conseguiram isso de ponta a ponta: em 1993, com Chaos AD, e em 1996, com Roots, clássicos instantâneos que provaram desde o lançamento serem extremamente influentes sobre várias gerações de músicos do metal.

    A saída de Max Cavalera, frontman e membro fundador da banda em 1997. poderia ter descarrilado um grupo menos focado, mas mais tarde, naquele mesmo ano, a convocação do vocalista Derrick Green se provou um golpe de mestre.

    As duas últimas décadas assistiram o Sepultura evoluir, diversificar e prosperar com o lançamento de uma sucessão de registros devastadores que adicionaram muita profundidade à ilustre biografia da banda.  Da indiscriminada euforia causada pelo primeiro registro de Green no grupo, Against (1998), à Roorback (2003), para o brilhante e com riffs que guiam ao futurismo, Kairos (2011) e o extremamente aclamado The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart (2013), produzido por Ross Robinson, o progresso do Sepultura tem sido perpetuado com sua integridade artística impecável.

    O álbum Machine Messiah é um disco com músicas cuidadosamente elaboradas, desafiadoras e impactantes. Lançado em 2017, traz o casamento perfeito entre os melhores solos de Andreas Kisser e a voz potente de Derrick Green, dois gigantes do heavy metal mundial.

     Sonoridade e riffs bem encorpados são a essência do álbum. As faixas têm características únicas e não deixam de marcar a inovação musical do Sepultura.

     Iceberg Dances, por exemplo, faz a guitarra de Kisser praticamente falar. “Há muitos elementos novos nesse disco e isso é algo que sempre fazemos. “Sempre colocamos 100% de energia e paixão. Falamos muito sobre tudo, especialmente quando chega a parte das letras e encontrar o melhor caminho para expressar o que queremos dizer”, afirma Kisser.

    Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Paulo Jr. (baixo) e Eloy Casagrande (bateria) celebraram recentemente os 33 anos de existência do Sepultura. Derrick tem um motivo a mais para comemorar: está há 20 anos à frente dos vocais da banda.

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     Site: www.sepultura.com.br

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