Categoria: Roadie News

  • Tony Iommi falará sobre documentário “The End of the End” no Whitley Bay Film Festival

    Tony Iommi falará sobre documentário “The End of the End” no Whitley Bay Film Festival

    O aclamado guitarrista do BLACK SABBATH, Tony Iommi, comparecerá como convidado especial em uma exibição do documentário The End Of The End, em 19 de agosto no Whitley Bay Film Festival, no Reino Unido. O célebre diretor do filme, Dick Carruthers, também será um convidado. O evento acontece no The Exchange em North Shields, apresentado pelo Whitley Bay Film Festival e pelo historiador da música e autor Chris Phipps.

    Tendo vendido mais de 100 milhões de discos em todo o mundo, o guitarrista do BLACK SABBATH forjou seu lugar na história da música como o “Master of Metal”. A diretora do festival, Ema Lea, disse: “Estamos extremamente honrados em receber uma lenda como Tony Iommi. Sua música tem sido massivamente influente e popular (…) Tony falará sobre sua vida e sobre a importância do documentário que captura o show final da banda. “

    Chris Phipps disse: “A banda tirou seu nome do filme clássico de terror de Boris Karloff de 1963, ‘Black Sabbath’, dirigido por Mario Bava. Eles ficaram intrigados com o fato de que as pessoas realmente pagavam para ter medo – assim como seu público fez durante décadas”.

    O Whitley Bay Film Festival não é estranho ao mundo do rock. Em 2015, eles exibiram Tommy, de Ken Russell, no Whitley Bay Playhouse, e o cantor Roger Daltrey do THE WHO esteve presente.

    O programa completo do festival, agora em seu nono ano, será anunciado no início de julho.

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  • GRAVE DIGGER divulga informações sobre seu novo álbum

    GRAVE DIGGER divulga informações sobre seu novo álbum

    Os veteranos alemães do GRAVE DIGGER lançarão seu novo álbum, The Living Dead, em 14 de setembro pela Napalm Records.

    Uma nova turnê, nomeada de “Tour Of The Living Dead”, será lançada em Hannover, Alemanha, em 11 de janeiro de 2019 e terminará em Tel Aviv, Israel, em 9 de fevereiro de 2019. O apoio na caminhada virá do BURNING WITCHES.

    O vocalista do GRAVE DIGGER, Chris Boltendahl, falou com o ‘Get Ready To Rock!’ sobre o que o inspira a escrever novas músicas. “Eu diria que somos inspirados por nossa própria criatividade”, disse ele. “Como você bem sabe, nós tocamos esse estilo de música há muitos anos e cada membro dessa banda é um músico muito talentoso, então, no fim das contas, o que nós fazemos é simplesmente tocar o tipo de música que nós amamos – a música que crescemos ouvindo. Temos a sorte de ter adquirido o nosso próprio estilo ao longo dos anos, e isso, creio eu, é a coisa mais importante que uma banda pode ter. Quando as pessoas me dizem, ‘você soa assim ou como essa banda’, minha resposta para eles é: ‘Bem, nós soamos como o GRAVE DIGGER. Muito obrigado.’ [Risos]”

    O último álbum do GRAVE DIGGER, Healed By Metal, foi lançado em janeiro de 2017 pela Napalm Records.

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  • TARJA: Musa revela prévia de “Act II” antes de turnê no Brasil

    TARJA: Musa revela prévia de “Act II” antes de turnê no Brasil

    Com produção da Top Link Music, a cantora Tarja Turunen, eterna musa do Metal lírico mundial, se apresenta em São Paulo, dia 1 de setembro, no Tom Brasil. Recentemente, Tarja anunciou o lançamento do aguardado “Act II” para o final de julho pela earMUSIC/Shinigami Records. Ao vivo, o material dá continuidade ao formato do aclamado “Act I: Live in Rosario” (2012).

    Tarja se apresentará no Brasil no final do próximo mês de agosto, com shows que acontecem nos dias 25 no Circo Voador (Rio de Janeiro/RJ), 26 no Cine Theatro Brasil Vallourec (Belo Horizonte/MG), 28 na Área de Eventos Shopping Vila Velha (Vila Velha/ES), 30 no Teatro Manauara (Manaus/AM), 1º de setemebro no Tom Brasil (São Paulo/SP) e 2 de setembro no Toinha Brasil Show (Brasília/DF).

    “Act II” foi filmado durante a mais recente turnê mundial de Tarja, “The Shadow Shows”, na qual a cantora rodou o mundo por aproximados 300 mil quilômetros, fazendo mais de 200 shows em 40 países, frente a 1 milhão de pessoas. O material consiste no set intimista de 75 minutos de duração que Tarja fez no Metropolis Studio em Londres (ING), e a empolgante performance ao vivo de um de seus shows em Milão (ITA), além de entrevistas e galerias de fotos inéditas.

    A produtora Top Link Music informa os fãs que acaba de disponibilizar uma quantidade limitada de ingressos na loja da Consulado do Rock (Galeria do Rock), na capital paulista. O show deve contar com inúmeros sucessos de todos os quatro álbuns da Tarja, como ‘Innocence’, ‘Die Alive’, ‘Until My Last Breath’, entre outras grandes composições de seus trabalhos.

    Mesmo que os espetáculos sejam distintos em aparência, som, abordagem musical e adrenalina, ambos têm uma coisa em comum: desde a primeira até a última melodia, a produção de última geração exibe o desempenho energético de Tarja e sua graciosa e charmosa presença.

    SERVIÇO SÃO PAULO Top Link Music apresenta TARJA Act II Quando: 1 de setembro (Sábado) Horário: 22h00 Local: Tom Brasil Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281, São Paulo Ingressos online: https://www.ingressorapido.com.br/event/5766/d/23988#!/tickets Classificação: 14 anos – Menores de 14 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal. Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria.

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  • ANGRA Banda confirma a 97ª data da turnê ‘Ømni World Tour’ apenas este ano

    ANGRA Banda confirma a 97ª data da turnê ‘Ømni World Tour’ apenas este ano

    A banda Angra confirmou recentemente a 97ª data de sua bem sucedida turnê mundial.

    O grupo celebrará essa marca emblemática com shows em mais de 24 países ao redor do mundo e muitas novidades para os fãs.

    Os músicos Fabio Lione (vocal), Rafael Bittencourt (guitarra), Marcelo Barbosa (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria) prometem shows enérgicos e com repertório abrangente que vem reunindo em uma única noite diversas fases da banda.

    O álbum “ØMNI” está disponível em todas as plataformas digitais e chegou ao mercado mundial mostrando toda força e versatilidade do Angra

    Escute o álbum “ØMNI”: https://goo.gl/JGjoNF

    Em paralelo a banda confirmou recentemente a gravação de um DVD inédito no Tom Brasil, em São Paulo, no dia 21 de julho. Neste show, os músicos vão apresentar o álbum “ØMNI” na íntegra com participação da cantora Sandy além de vários dos sucessos escolhidos pelos fãs by request.

    Confira todas as datas da turnê mundial e fique ligado nas novidades:

    Site oficial: www.angra.net

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  • SUICIDAL TENDENCIES promete lançar novo álbum em setembro

    SUICIDAL TENDENCIES promete lançar novo álbum em setembro

    De acordo com Dave Lombardo, baterista do SUICIDAL TENDENCIES, a banda lançará um novo álbum completo em setembro.

    O último lançamento do SUICIDAL TENDENCIES foi o EP Get Your Fight On!, que saiu em março. Foi o segundo lançamento do grupo com Lombardo, Ra Diaz no baixo e Jeff Pogan na guitarra. O trabalho incluiu novas faixas, uma versão cover para a clássica I Got A Right, de IGGY POP, e o trabalho artístico de Mike Strachan.

    O vocalista e líder do SUICIDAL TENDENCIES, Mike Muir, disse ao ‘SCENEzine’ sobre Get Your Fight On!: “O ponto é que muitas vezes, especialmente hoje em dia, as pessoas não querem se comunicar, elas só querem gritar e não querem ouvir o que os outros têm a dizer. Eles só querem ouvir o que querem, e são o tipo de pessoa cuja base de força é baseada em números.

    “Meu pai sempre disse que existem dois tipos de lutas, uma onde você luta com os punhos e termina com cicatrizes, e aquelas em que luta com a mente, que são mais profundas, as batalhas que são realmente importantes. A vida é uma luta que você briga com a sua mente. Então, para nós, Get Your Fight On! é sobre ser mais esperto. É sobre fazer do seu jeito, é sobre saber quem você quer ser e sobre descobrir um caminho para chegar lá. É sobre não ser a vítima, é sobre ser vitorioso, é sobre a realização em um momento particular. Pode até não ser onde você queria estar na vida, mas isso é apenas uma oportunidade para lutar um pouco mais, ser um pouco mais forte. Ás vezes, não há nada de errado em dar um passo para trás, retomar as forças e elaborar um plano melhor, mas desistir nunca é um bom plano. Então, para conseguirmos essa abordagem, não repetimos a mesma coisa. Faça algo diferente, mas faça pela razão certa, porque você acredita que é bom, que tem alguma validade e você não precisa da confirmação de ninguém”.

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  • CARL PALMER’S ELP LEGACY – São Paulo/SP, 24 de maio de 2018

    CARL PALMER’S ELP LEGACY – São Paulo/SP, 24 de maio de 2018

    Minha mãe costumava dizer que existem bandas que têm um espectro musical eterno, e outras bandas que são um eterno espectro musical. Algumas bandas que, por mais que o tempo passe, sempre deixarão para trás um rastro de pioneirismo e qualidade, mas um rastro tão forte e intenso, que jamais será possível ignorar que elas estiveram ali. E também existem as bandas espectro, aquelas que, mesmo pioneiras e excelentes, parecem lutar uma batalha invencível, e mesmo quando bem sucedidas na sua época, acabam para sempre como apenas um resquício, uma memória fragmentada e quase que completamente ausente, evanescente com o passar dos anos. Bem, ao menos foi isso que entendi. Talvez ela só quisesse mesmo era me dizer que o progressivo é a eternidade do espírito, e que o death metal é, bem, o metal da morte. Mas o fato é que, após assistir a bela apresentação do eterno baterista Carl Palmer no Espaço das Américas, encontrei sentidos muito maiores naquela frase que ouvi há tantos anos, e que hoje significam ainda mais, após confrontadas com esta valorosa experiência.

    Ter, diante dos olhos, a figura do lendário baterista Carl Palmer, um dos gigantes que há mais de quatro décadas ajuda a redefinir a forma como a bateria é tocada, é uma experiência mais do que sensorial, é etérea para aqueles que vivem a música, trabalhem com ela ou não. E vê-lo em uma circunstância tão especial quanto esta que vem sendo celebrada nesta turnê, chega a ser impossível descrever. Sim, somos saudosistas. Olhamos para o passado com saudade, mas não por um sentimento egoísta de orgulho por nossos velhos triunfos, mas por lembrarmos de quem estava ao nosso lado quando aqueles momentos aconteceram. Ídolos que se foram. Amigos. Talvez, até aquela mãe que te ensinou tantas lições que você jamais esqueceria. Carl Palmer também estava ali para celebrar, para não deixar a memória se esvair. Era hora de homenagear seus velhos companheiros Keith Emerson e Greg Lake (ambos falecidos em 2016), ao lado de quem Palmer formou o lendário ELP.

    Mostrando que certas bandas têm um espectro musical eterno, o lendário baterista subiu no palco acompanhado de uma banda mínima, formada apenas pelos jovens Paul Bielatowicz (guitarra) e Simon Pitzpatrick (Chapman stick e baixo). Não haveria teclados, e os microfones só seriam usados para, vez ou outra, mandar um recado para a plateia. O ambiente do palco começava a cada vez mais contagiar as cadeiras, e aquele grande evento começou a tomar contornos cada vez mais intimistas quando enfim a música se fez ouvir, com Abaddon’s Bolero, uma música que sempre imaginei ser inconcebível sem os teclados. Embora o nosso lado saudosista estivesse doido para irromper aos berros, em uma tempestade de críticas motivadas pela ausência dos nossos ídolos, a competência de Bielatowicz e Pitzpatrick não deixavam dúvidas de que até Emerson e Lake aprovariam. Nada como começar com uma ótima primeira impressão.

    A sequência seria ainda mais surpreendente, sempre no bom sentido: Karn Evil 9: 1st Impression, Part 2 foi um deleite para os fãs de Brain Salad Surgery (1973), e era perceptível a emoção de muitos ali presentes, seja pela atuação irretocável do baterista, seja pela forma como Pitzpatrick recriava no baixo as mais intrincadas partes do teclado de Emerson, e a maneira como Bielatowicz usava sua guitarra para frisar as partes mais melódicas. Para aqueles que antes diziam que este seria ‘o show de uma única estrela’, estava aí a prova de que Carl Palmer não estava sendo acompanhado por meros coadjuvantes.

    Tank abriu a sequência do álbum de estreia do grupo, Emerson, Lake & Palmer (1970), mas uma vez consagrando a dupla das cordas, mas foi com a pesada Knife-Edge (que contou até com Carl Palmer explicando a origem da canção antes de iniciar) que experimentamos um dos momentos de maior êxtase da noite. O ritmo pesado, que mescla partes fortes de bateria, baixo e guitarra trouxe à tona as eternas menções ao trabalho do ELP por parte das bandas do moderno Prog Metal. Trilogy (do álbum de mesmo nome, 1972) colocou fim na primeira parte da apresentação, mas sabíamos que ainda tinha muita coisa por vir, e coisa especial.

    Falando em ‘coisa especial’ claro que Canario (Love Beach, 1978) foi celebrada, mas ouvir este trio incrível tocando 21st Century Schizoid Man, clássico absoluto do King Crimson, foi sensacional. Tão sensacional quanto ela, talvez apenas o emocionante momento em que a tão esperada Lucky Man deu as caras, com mais uma performance irretocável de Palmer, e com a plateia cantando os versos da canção, sem saber disfarçar a emoção. Se falamos antes em saudosismo, neste momento a saudade chegava a doer, ao mesmo tempo que a música oferecia um alívio para a alma.

    Tarkus chegou para dar os tons finais à apresentação, e qualquer coisa que eu possa falar será pífio se comparado à beleza de Fanfare for the Common Man, uma das mais belas músicas que já foram escritas. O show precisa chegar ao fim, mesmo para as bandas que têm um espectro musical eterno. Novamente, o tempo vence. Saímos intimamente amaldiçoando o tempo, que levou nossos ídolos, que levou aqueles que amamos, que fez o show terminar tão rapidamente… Mas lá dentro, no nosso íntimo, sorríamos: pois este mesmo tempo tinha curado as feridas de Carl Palmer, e dado para ele a coragem de homenagear seus amigos de tão bela maneira. O mesmo tempo que mostrou-me que, mais uma vez, minha mãe estava certa: o espectro musical do ELP é eterno.

  • BULLET FOR MY VALENTINE lança clipe de “Letting You Go”

    BULLET FOR MY VALENTINE lança clipe de “Letting You Go”

    Nesta segunda, 4 de junho, chegou o novo vídeo do Bullet For My Valentine. O clipe é de “Letting You Go”, terceira faixa divulgada do próximo disco da banda, Gravity. Assista ao registro visual aqui: https://www.youtube.com/watch?v=Len0qLhmhL0 “A composição de ‘Letting You Go’ foi muito desafiadora em diversos sentidos. É, de longe, a canção mais experimental que eu já fiz, em termos de melodia e letra. Eu realmente quis fazer algo que se destacasse e nos separasse das outras bandas do nosso gênero, e é exatamente o que ‘Letting You Go’ faz”, disse Matt Tuck. Enquanto isso, o BFMV anunciou que sairá em turnê em outubro pela Europa. Of Mice & Men fará os shows de abertura das apresentações. Veja todas as datas confirmadas aqui: https://www.bulletformyvalentine.com/live/. Gravity já está disponível em pré-venda (https://bfmv.com/gravity). Todos que comprarem o álbum irão receber downloads de “Piece of Me”“Over It” e “Letting You Go”. O disco tem lançamento previsto para 29 de junho e é o primeiro do BFMV pela Search and DestroySpinefarm Records. O trabalho registra um momento em que a banda está reescrevendo o futuro, buscando novos caminhos para a música pesada, ao mesmo tempo em que brilha no legado construído desde sua formação.

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  • VENOM INC. divulga comunicado sobre a cirurgia cardíaca de Mantas

    VENOM INC. divulga comunicado sobre a cirurgia cardíaca de Mantas

    Conforme informe divulgado na semana passada, o ex-guitarrista do VENOM e atual VENOM INC, Jeff “Mantas” Dunn passou por uma bem-sucedida cirurgia de coração no início do mês.

    Hoje o VENOM INC. – o trio formado pelo lendário Mantas, Demolition Man & Abaddon – lançou a seguinte declaração:

    “No dia 30 de Abril de 2018 o nosso amigo, irmão e guitarrista Jeff “Mantas” Dunn sofreu um grande ataque cardíaco. Durante a provação, Jeff morreu e teve de ser ressuscitado. Após um mês de tratamento hospitalar ele recebeu uma cirurgia ‘bypass’ dupla em Lisboa, Portugal  (onde ele reside atualmente). A operação foi um grande sucesso e ele está se recuperando em casa, em Portugal. Mantas gostaria de dizer …”

    A nota continua com a reprodução daquela publicada pelo próprio Mantas, na semana passada:

    “O que aconteceu a seguir classifica-se facilmente como a experiência mais aterrorizante da minha vida. Lembro-me de chamar o nome de Anita e ouvir minha própria voz dizendo: ‘Foda-se, lute! Não ouse desistir! LUTE!’ E então, nada.

    “Disseram-me que os paramédicos e o médico lutaram por mais de cinco minutos para me trazer de volta… Essencialmente, eu tinha morrido na ambulância.

    “Quando estabilizei o suficiente para ser transferido, fui levado para a unidade coronária de Leiria, onde tentaram introduzir um stent para desbloquear as artérias. No entanto, isso não foi bem-sucedido e, portanto, o próximo passo seria um bypass duplo.

    “Depois de alguns dias em observação e de todos os tipos de medicação para manter tudo em equilíbrio, fui transferido para a unidade cardiotorácica de Abrantes para aguardar a transferência para Lisboa para o bypass duplo.

    “Agora estou em casa descansando e me recuperando, caminhando e construindo lentamente minha força.

    “A partir deste dia, passar pela segurança do aeroporto será interessante, pois o meu peito é preso com aço cirúrgico.

    “Tem havido coisas que aconteceram durante as últimas semanas, as quais achei muito difíceis de aceitar, mas está melhorando.

    Eu simplesmente não sei por onde ou como começar a agradecer a cada médico, enfermeiro ou profissional de saúde que tenha desempenhado algum papel, por menor que seja, para me ajudar a me recuperar disso. Ainda há um caminho a percorrer, mas permaneço positivo.

    “Meus agradecimentos e amor duradouro vão para Anita, que esteve comigo a cada passo do caminho. Meu irmão Tony Dolan, que ao ouvir a notícia, pegou o primeiro voo disponível para estar ao meu lado. Meus vizinhos e amigos em nossa maravilhosa vila, que, apesar das barreiras da linguagem, demonstraram tanta preocupação e compaixão.

    “Espero ver vocês em um palco em algum lugar do mundo em breve, meus amigos. Total respeito, Jeff.”

    Certamente estes são tempos difíceis, mas com o espírito que impulsiona o VENOM INC., a banda pretende honrar os próximos eventos e shows. No entanto, o grupo é forçado a cancelar quaisquer compromissos até agosto, quando eles estarão de volta com força e poder total. Além disso, a banda contará com Jeramie Kling na bateria para as  datas restantes em 2018.

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  • FALLEN IDOL lança terceiro disco e já disponibiliza trabalho para venda

    FALLEN IDOL lança terceiro disco e já disponibiliza trabalho para venda

    Com seis anos de estrada, a banda brasileira Fallen Idol chega ao seu terceiro disco de estúdio completo. Ao todo (se contarmos os três singles) este é o sexto trabalho do power trio de Arujá, que carrega o título de “Mourn the Earth”. O álbum traz a banda em seu melhor momento e conta com sete faixas distribuídas em cerca de 44 minutos.

    Tracklist:

    1. Witches of Lucifer
    2. Time To Mourth The Earth
    3. Wait
    4. Shattered Mirror
    5. Chrisalism
    6. Lucidity
    7. Secret Place

    Transitando pelos caminhos do Doom Metal oitentista, o Fallen Idol carrega influências que também passam pelo Heavy Metal tradicional dos anos 70 e 80, o que faz com que sua sonoridade resulte em algo pesado e sombrio. As caraterísticas da banda, que foi formada em 2012, se devem ao fato de sua formação se manter a mesma desde o início contando com Rodrigo Sitta (vocal/guitarra), Márcio Silva (baixo) e Ulisses Campos (bateria).

    Gravado no estúdio No Limits, entre outubro e dezembro de 2017, “Mourn The Earth” foi produzido por Ivi Kardec, Felipe Stress e Rod Sitta. Mixado e masterizado por Ivi Kardec e Felipe Stress, o disco contou com a arte gráfica feita por Cesar Benatti, além do design do próprio Cesar e Rodrigo Bernardo. O disco sucede o aclamado segundo álbum da banda, “Seasons of Grief”, lançado em 2016.

    Ouça os singles que serviram como prévia do disco: Witches of Lucifer: https://fallenidol.bandcamp.com/album/witches-of-lucifer-single Shattered Mirror: https://fallenidol.bandcamp.com/album/shattered-mirror-single-2 “Mourn The Earth” é lançado em parceria com os selos Nomade Records, Tales from the Pit, The Metalvox, Left Hand Prod., Mutilation Records e Nuktemeron Records. Discografia: “Fallen Idol” (2015) “The Boy And The Sea” (single – 2016) “Seasons of Grief”  (2016) “Witches of Lucifer”  (sngle – 2018) “Shattered Mirror” (single – 2018) “Mourn the Earth” (single – 2018) Mais informações e encomendas: https://www.facebook.com/fallenidoldoom/ https://fallenidol.bandcamp.com/ Por: VHPress Foto: Neneh Thall   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • ANGRA – Rio de Janeiro/RJ, 31 de maio de 2018

    ANGRA – Rio de Janeiro/RJ, 31 de maio de 2018

    Sabe aquela noite que valeu a pena mesmo que nem tudo tenha dado certo? Na verdade, que valeu a pena mesmo que algo tenha dado muito errado. É possível resumir assim a primeira passagem do Angra pelo Rio de Janeiro na turnê para promover o novo álbum, “ØMNI” (2018). Sim, primeira, porque falta agora uma apresentação sem… Bem, vamos por partes. O Circo Voador já estava lindamente abarrotado de gente – acredite, feriado no Rio de Janeiro, ainda mais prolongado, não significa casa cheia em shows – quando Fabio Lione (vocal), Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa (guitarras), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria) mandaram ver “Nothing to Say”, o início de um “set list especial e variado”, como Lione anunciaria pouco depois. Desnecessário dizer que a lona entrou em ebulição, afinal, é um dos maiores clássicos da banda – e é de “Holy Land” (1996), um dos trabalhos emblemáticos do metal brasileiro.

    E aí veio a nova “Travelers of Time”, que todos sabiam cantar, sem contar a turma que abriu a primeira roda da noite, para alegria de Bittencourt. “Angels and Demons” surgiu em seguida e, apesar de já na estar na hora de algum outro exemplar de “Temple of Shadows” (2004) entrar no repertório, mostrou por que é uma das favoritas dos fãs. De “Secret Garden” (2014), “Newborn Me” e aquela seção instrumental espetacular no meio da canção soaram arrasadoras e foram muito bem acompanhadas pelo público, que continuou respondendo maravilhosamente bem ao passado – com “Time”, uma joia à la Queensrÿche presente em “Angels Cry” (1993) – e ao presente do Angra, porque “Light of Transcendence” foi a prova definitiva de que “ØMNI” caiu em suas graças. Não à toa, o coro com o nome da banda ecoou forte na casa, e o set list especial mostrava que o caminho seria um pouco de cada álbum – à exceção de “Aqua” (2010), com boa dose de razão.

    Com Bittencourt substituindo sozinho os corais do início, “Running Alone”, de “Rebirth” (2001), foi uma agradável surpresa, apesar de a expectativa por “Acid Rain”, originalmente no set, ter sido frustrada. Um momento de calmaria com a bela “Storm of Emotions” e um momento de “eu já sabia!” com “Insania”, porque estava na cara que seu refrão iria pegar fácil, fácil. Rolou piada com a falta de gasolina, “especialmente no Rio de Janeiro”, na hora de Bittencourt agradecer a todos por terem ido ao show; teve solo de bateria – curto, felizmente; e houve problemas. Lione, que desde antes vinha sofrendo com problemas técnicos, não escondeu sua irritação em “Black Widow’s Web”, uma das mais aguardadas da noite. Daí para frente, a situação só piorou. Fosse o microfone, fosse o fone/monitor ‘in ear’ de retorno, a situação fez com que Lione ficasse cada vez mais puto – mas muito puto – com o técnico da mesa de som lateral.

    Nem mesmo um vocalista da excelência de Lione consegue acertar o tom da música quando não consegue ouvir o que está acontecendo, então imagine tendo de fazer também as partes de Alissa White-Gluz – Bittencourt assumiu os vocais gravados pela Sandy. Mas o show tinha de continuar, apesar de te rolado uma esfriada no clima em “Upper Levels” – uma pena, porque aquele trecho instrumental ‘mezzo’ Kansas, ‘mezzo’ Rush merecia ovação – e em “ØMNI – Silence Inside”, a ponto de Lione inflar o público para tirá-lo de uma apatia que havia evaporado durante uma baita versão de “Z.I.T.O.” com Bruno Sá (Geoff Tate) na flauta. A ótima “Ego Painted Grey”, de “Aurora Consurgens” (2006), quase foi esquecida pelo vocalista, que voltou a sofrer com microfone/retorno em “Lisbon” (tome esporro no técnico, diga-se) e, ao fim do maior clássico de “Fireworks” (1998), atirou o pedestal no chão.

    O público? Ciente de que algo estava errado, fez a sua parte. Voltou ao estado normal de espírito em “Lisbon” e gritou com vontade o nome de Lione depois da excepcional “Magic Mirror”. Uma recompensa e um merecido reconhecimento ao vocalista que, com nova falha no microfone logo no início da música, transformou a raiva numa interpretação matadora junto ao instrumental técnica e criativamente impecável conduzido por Andreoli, Barbosa, Bittencourt e Valverde (entenda-se: cantou para cacete). Uma deixa providencial para o bis que começou com Bittencourt numa versão voz e violão de “Reaching Horizons”. Melhor, uma versão vozes e violão, porque foi bonito ver e ouvir os fãs cantarem sozinhos boa parte da “primeira música que o Angra compôs”, como lembrou o guitarrista, hoje o único integrante da formação original.

    “Este é o Angra de hoje, o Angra do futuro, o Angra do ‘ØMNI’”, disse Bittencourt, mandando um “obrigado a todos os ex-integrantes da banda” por terem ajudado a construir uma história de 28 anos, praticamente. E na apresentação da banda de hoje e do futuro, justiça feita a Lione, o mais aplaudido. Ele foi novamente prejudicado em “Rebirth”, uma vez que o microfone mal funcionou, mas contou com o apoio dos fãs, que cantaram um clássico da segunda fase do Angra que muito bem se aplica à nova era – com trocadilho – do grupo tendo o italiano nos vocais.

    Antes de “Reaching Horizons”, Bittencourt mencionou as rodas abertas na pista ao longo da noite: “Vontade de pular aí”. Promessa cumprida no medley de “Angels Cry” com “Nova Era”, que transformou o Circo num pandemônio. Por um instante parecia que o guitarrista havia largado o instrumento porque havia algum problema, mas não. Foi mesmo para se atirar na plateia e ser devolvido ao palco depois de uma breve seção de ‘crowd surfing’. Definitivamente, foi a imagem de um noite que valeu a pena, a imagem de uma banda que, apesar dos problemas, felizmente insiste em se renovar e se fortalecer. E que a noite tenha sido realmente apenas a primeira no ciclo de divulgação de “ØMNI”, para fazer com que aquela quinta-feira seja lembrada com um ensaio de luxo.

    Nota de rodapé: a abertura coube ao Maieuttica, formado por Allan Sampaio e Frank Lima (vocais), Rubens Junior e Lucas Rodrigues (guitarras), Bruno Pinho (baixo) e Vitor Arante (bateria). Promovendo seu segundo disco, “Hiatus: Ausência” (2018), o sexteto carioca apresentou um metalcore que pode agradar em cheio a ouvidos menos exigentes. Se o estilo se popularizou de tal forma que o sentimento de déjà vu é inevitável, a banda também não ajuda com seu som genérico. Imagine o Linkin Park resolvendo virar uma banda de heavy metal com algumas pitadas de Faith No More (muito por causa de alguns trejeitos vocais de Lima, responsável pelas partes extremas/guturais).

    É isso o que se ouviu em músicas como “Brame”, “Hidra”, “Além da Lei” e “O Paciente: Cárcere” – que contou até com a participação da modelo, dançarina e coreógrafa Thalita Ferreira –, somado a uma arrogância juvenil em algumas declarações de Lima, como “Nós somos o Maieuttica. Sim, é um nome difícil de falar” e “Quem não fugiu das aulas da filosofia sabe o que significa”. Acredite, Maieuttica não é um nome difícil de falar. Difícil é decifrar alguns logos de bandas de black metal. E imagino que, assim como o vocalista, aqueles que se formaram em filosofia ou que são da área de humanas em geral lembrem tudo o que aprenderam nas aulas de matemática, geometria, física, química…

    Set list
    1. Nothing to Say
    2. Travelers of Time
    3. Angels and Demons
    4. Newborn Me
    5. Time
    6. Light of Transcendence
    7. Running Alone
    8. Storm of Emotions
    9. Insania
    10. Bruno Valverde Solo
    11. Black Widow’s Web
    12. Upper Levels
    13. Z.I.T.O.
    14. ØMNI – Silence Inside
    15. Ego Painted Grey
    16. Lisbon
    17. Magic Mirror
    Bis
    1. Reaching Horizons
    2. Rebirth
    3. Carry on / Nova Era