Categoria: Roadie News

  • THANATOS: Lenda holandesa do death metal anuncia novo álbum

    THANATOS: Lenda holandesa do death metal anuncia novo álbum

    A veterana banda de death metal holandesa THANATOS firmou um contrato com a Listenable Records. A banda está atualmente trabalhando em material para o sucessor do álbum Global Purification de 2014, para um lançamento previsto para o início de 2020.

    O THANATOS, uma das primeiras bandas de death/thrash metal da Holanda, tornou-se um nome ilustre que vem assombrando a cena metal underground há décadas, e que agora comemora seu 35º aniversário em 2019.

    O guitarrista/vocalista Stephan Gebédi comenta: “Quando o THANATOS surgiu em 1984, o metal ainda era cru e não polido, e havia um forte sentimento de ‘nós contra o mundo’ entre as bandas e fãs. Estávamos em guerra com o establishment, a religião organizada e o mainstream. A cena atual do metal perdeu muitas de suas arestas. Algumas bandas adotaram um som polido e plástico e uma atitude um tanto agradável, politicamente correta. Agradeça a Deus, ou melhor, a Satanás, por bandas que ainda escolhem ir contra o fluxo, agitar alguma controvérsia e nunca deixar de possuir a sensação original “.

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  • TOSCO: Assista versão de ensaio de nova música “João do Cão”

    TOSCO: Assista versão de ensaio de nova música “João do Cão”

    O Tosco, banda de Thrashcore de Santos, nem bem lançou seu álbum de estreia (“Revanche”), e já estão com as músicas de seu sucesso, bem adiantadas. Ouça uma versão de ensaio para “João do Cão”; https://www.youtube.com/watch?v=YQNYTIf3QDg&feature=youtu.be Eles devem entrar em estúdio no final de outubro, e a previsão de lançamento do novo álbum, é para o início de 2020. A música “Cala A Boca Globo” já virou hino no cenário underground, graças a sua singela letra, e refrão forte. O videoclipe dessa música foi gravado durante o show que eles realizaram com a lenda CJ Ramone, em Santos, no dia 18 de Outubro do ano passado. A direção/edição do vídeo é de Lucas Siqueira da 20.Age. Assista o vídeo de “Cala A Boca Globo”: https://www.youtube.com/watch?v=B8FsE8q9ltA Ouça “Revanche” no Spotify: https://open.spotify.com/album/25FOblezVRFCgVzaN8snia?si=Mc93tb8pQmOEyEQE0-lLyw A formação do Tosco traz Osvaldo Fernandez (vocal), Ricardo Lima (guitarra), Anderson Casarini (baixo) e Paulo Mariz (bateria). Siga o Tosco em seus canais oficiais: www.facebook.com/TOSCOthrashcore-187018881838980/ www.instagram.com/tosco_thrashcore_metal/ https://www.youtube.com/channel/UC8iwXI0cEN4wdjqo8TvodbQ

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  • THE NAMM SHOW 2019 – Centro de Convenções de Anaheim – 24 – 27 janeiro de 2019

    THE NAMM SHOW 2019 – Centro de Convenções de Anaheim – 24 – 27 janeiro de 2019

    Por Eduardo Simões

    A sigla NAMM significa National Association of Music Merchants, algo como Associação Nacional dos Comerciantes de Música. De acordo com os seus organizadores, o evento fortalece a indústria de instrumentos musicais e promove os prazeres e benefícios de fazer música. Mas a NAMM é muito mais do que isso… Metade dos músicos que você escuta frequenta a NAMM e você tromba com eles dando autógrafos, tirando fotos e discutindo detalhes do seu equipamento, técnica e carreira.

    Comecei a minha visita pelo stand da Gibson. O gigantesco stand estava dividido em dois grandes ambientes. No primeiro, centenas de guitarras com placa onde se lia: “teste essa guitarra”. No segundo um grande palco com vários shows – no sábado Robby Krieger tocou várias músicas do The Doors.

    Próximo passo: o stand da ESP. Logo na entrada Ron Bumblefoot Thal conversava com Vivian Campbell sobre amplificadores, cordas e braços de guitarra fretless, ou seja, sem trastes. Testei as novas guitarras da linha LTD, que mesmo mais em conta, são sensacionais. Outro destaque eram os amplificadores ENGL, que firmaram parceria com a ESP.

     

    Chegando no stand da Ernie Ball encontro John Petrucci conversando com fãs. Já que ele estava ali resolvi testar uma belíssima guitarra John Petrucci vermelha que custa U$ 3.000,00. Lá… Que guitarra! Infelizmente continuei não conseguindo tocar metade das músicas do Dream Theater. Talvez mais da metade….

    Na sequência o stand da Ibanez. Peguei uma guitarra Prestige e uma J-Custom para comparar. Queria descobrir porque a segunda custa o dobro da primeira, que já não é barata. Excelentes guitarras. Mas… E tivesse batido uma na outra? Ou deixado cair no chão? Na NAMM parecem não se preocupar: salvo raras exceções você pode testar à vontade todos os produtos.

    No stand principal da Fender testei algumas de guitarras, pedais e amplificadores. Depois assisti o show do músico Nathaniel Murphy, que em um pequeno palco tocava para 10 pessoas versões de músicas de clássicos do rock e pop americano em uma bela Stratocaster preta. Mais um pequeno show que se durasse horas ninguém se importaria.

    No stand ao lado as outras marcas ligadas à Fender: Jackson, EVH, Charvel, etc. Como sempre, os produtos EVH, criados de acordo com as especificações do Eddie Van Halen são destaque. Neste ano o destaque era um protótipo da guitarra Striped Shark, ou Shark Byte, cópia de uma das guitarras que Eddie nos primórdios da banda e que deve chegar às lojas dos EUA em maio. Na entrada do stand da Fender Dave Ellefson, Andreas Kisser, Phil Demmel e Scott Ian faziam uma disputada sessão de autógrafos. Scott Ian estava acompanhado do seu filho, que recebeu uma Jackson de um funcionário da Fender para se distrair enquanto o pai trabalhava.

    Próximo passo: tirar uma foto com Michael Anthony. Entrei na fila da sessão de autógrafos e ouvi os funcionários da Peavey gritando as instruções: “um item autografado por pessoa, andem rápido e, por favor, NÃO PERGUNTEM SE ELE VOLTOU PARA O VAN HALEN.” OK! Proibido esclarecer boatos! Antes de me autografar a capa do meu Van Halen I ele perguntou o meu nome. Quando ouviu a resposta caiu na gargalhada. Mostrei o meu crachá pra mostrar que o meu nome realmente é Eduardo, Ele escreveu “para Eddie com um abraço”.

    O número de marcas é intimidador. São aproximadamente 20 mil stands. De repente você está testando amplificadores de marcas menos populares. Alguns custam realmente muito caros, mas valem cada centavo. Se tiverem oportunidade testem os Diezel, Friedman e Morgan.

    No stand da Framus toquei na guitarra modelo Devin Townsend. Quase 10 mil dólares! Depois toquei em um protótipo bem mais em conta, que chegará ao mercado no segundo semestre. Fiz de tudo pra sair de lá com ela, mas não podiam vender o protótipo.

    Uma coisa gratificante na NAMM é ver que as empresas brasileiras, como a Tagima, SG e Nux, estão despertando muito interesse nos EUA. Da mesma forma, muitas bandas brasileiras recebem um respeito muito grande do público e dos patrocinadores. Encontrei músicos do Sepultura, Krisium, Angra, Andre Matos, Edu Falaschi, Eminence, Claustrofobia, Sinistra, Quarteto Kroma e Oficina G3. Todos sendo tratados com o respeito que merecem! Andreas divulgava cordas e cabos com a sua assinatura, amplificadores Orange e guitarras Jackson. Marcelo Barbosa e Felipe Andreoli marcavam presença em folders no stand da Ibanez, Alan Wallace do Eminence renovava contrato com a ESP. Kolsene, do Krisium, dava autógrafos no stand da Peavey. E, embora não tenha encontrado o Aquiles Priester, vi a sua enorme bateria exibida com destaque no stand da Sonor.

    A Roland montou uma sala com isolamento acústico dentro do seu stand. Então, do lado de fora, uma banda de country fazia um show com produtos da marca. Dentro do “aquário”, Dirk Verbeuren, baterista do Megadeth, “destruía” a nova bateria eletrônica da marca.

    Na PRS eu testei o cabeçote MT 15, criado de acordo com as especificações do Mark Tremonti. Tão impressionante quanto as guitarras da marca.

    As empresas de bateria deixam todos os pratos nos stands com as baquetas preparadas. Coloquei o protetor de ouvir e testei sem cerimônia todos os pratos de várias empresas. O mesmo teste/terapia podia ser feito em vários estandes de peles e baterias, tornando o lugar, em alguns momentos, bem barulhento.

    Andando você costuma ouvir pequenos “shows” bem interessantes. De repente escuta alguém mandando uma versão sensacional de Waysted Years, você sabe de quem… Era Ron Bumblefoot Thal, com violão e voz. Como se estivesse em um churrasco, rodeado de amigos. Não sabia que cantava tanto. Depois da sua apresentação vários repetiram a mesma frase: Ron é um dos músicos mais acessíveis da NAMM.

    Outra coisa interessante é que os presentes, mesmo os mais famosos, tratam bem os fãs – em três anos de NAMM vi apenas quatro músicos não sendo educados.

    Finalmente, preciso comentar que além das centenas de shows abertos a todos, acontecem alguns eventos com ingressos limitados. Nesse ano a banda que gravou o clássico Eat Em And Smile com David Lee Roth se reuniria para uma jam que teria Jeff Scott Soto cantando. Infelizmente os ingressos estavam muito disputados e fiquei de fora.

    É difícil explicar o que é ir à NAMM. Mas espero ter dado uma breve noção. Se tiver chance de ir um dia não pense duas vezes!

  • PICTURE: lenda do metal holandês se apresenta no Manifesto Bar

    PICTURE: lenda do metal holandês se apresenta no Manifesto Bar

    Os fãs ficaram animados quando o grupo holandês Picture lançou o álbum ao vivo “Live – 40 Years Heavy Metal Ears, 1978-2018” (Pure Steel Records), trazendo músicas de todas as fases de sua carreira. Agora, os brasileiros poderão ver e sentir novamente o poder de fogo desta lendária banda de metal, que se apresentará no dia 16 de junho (domingo), a partir das 18h, no Manifesto Bar, tradicional casa de São Paulo, que este ano celebra seus 25 anos de atividades. Exceto pelo guitarrista Appie de Gelder, o Picture atualmente conta com os integrantes fundadores – Ronald van Prooijen (vocal), Jan Bechtum (guitarra), Rinus Vreugdenhill (baixo) e Laurens “Bakkie” Bakker (bateria) –, que gravaram os dois primeiros discos – “Picture” (1981) e “Heavy Metal Ears” (1981). O repertório do show, no entanto, contará com músicas de quase todas as fases da extensa carreira, incluindo os clássicos “Eternal Dark”, “Diamond Dreamer”, “Heavy Metal Ears”, “Bombers”, “You’re All Alone”, “Message from Hell”, “Night Hunter”, “The Hangman” e “Lady Lightning”, entre outros. Além dos shows, com participações em importantes festivais europeus este ano, entre eles o “Bang Your Head” (ALE), a banda também está preparando um disco novo de inéditas, programado para sair ainda este ano. Duas das novas, “Line of Life” e “Little Annie”, já constam no canal do YouTube – veja a versão ao vivo de “Little Annie”, apresentada em novembro de 2018 em Drachten (HOL) em https://youtu.be/a6VdwkgusjE.

    Serviço – Picture: Data: 16 de junho (domingo) Abertura da casa: 18h Local: Manifesto Bar Endereço: Rua Iguatemi, 36, Itaim Bibi – São Paulo/SP Ingressos: R$ 80 Venda online na Ticket Brasil: https://ticketbrasil.com.br/show/6828-picture-saopaulo-sp/ingressos/ Fone: (11) 3168-9595 | WhatsApp (11) 94747-5883 Cartões: Visa, Mastercard, Elo, American Express e Dinners Débito: Visa Electron, Maestro, Rede Shop Censura: 16 anos Acesso a deficientes / ar condicionado Wi-fi: a casa possui acesso a internet sem fio Serviço de Vallet: R$20,00 E-mail: [email protected] Site: www.manifestobar.com.br Fonte: ASE Press Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • TIM RIPPER OWENS: informações sobre o show em São Paulo

    TIM RIPPER OWENS: informações sobre o show em São Paulo

    O vocalista americano Tim Ripper Owens retornará ao Brasil para uma apresentação ao lado dos brasileiros Vulcano (guitarra, Hellish War) e Kiko Shred (guitarra), Will Costa (baixo, Higher) e Lucas Tagliari (bateria). O evento será realizado no dia 11 de abril (quinta-feira), a partir das 20h, no Manifesto Bar, tradicional casa de São Paulo, que este ano celebra seus 25 anos de atividades. O repertório deste show será voltado para a fase em que Ripper era vocalista do Judas Priest, tendo o álbum “’98 Live Meltdown” como referência. Confira o vídeo do vocalista convidando os fãs para a apresentação em https://youtu.be/vam8UNAA0dQ

    Já o guitarrista Kiko Shred, que atualmente promove seu terceiro álbum solo, “Royal Art”, comentou sua empolgação para tocar com Ripper. “Estou empolgado para tocar com Tim Ripper Owens novamente na América do Sul. É  um dos melhores vocalistas que já tive a oportunidade de acompanhar! O setlist é formado por músicas que fazem parte do disco ao vivo ‘Live in London’, que Tim gravou com o Priest. Então, a galera pode esperar os clássicos”, concluiu Shred, que, além de São Paulo, tocará com Ripper no Chile, Paraguai e demais datas no Brasil (Londrina/PR e Pouso Alegre/MG). Serviço – Tim Ripper Owens: Data: 11 de abril (quinta-feira) Show: 20h Local: Manifesto Bar Endereço: Rua Iguatemi, 36, Itaim Bibi – São Paulo/SP Ingressos: R$ 70 (1º lote) Venda online na Ticket Brasil: https://ticketbrasil.com.br/show/6845-timripper-saopaulo-sp/ Fone: (11) 3168-9595 | WhatsApp (11) 94747-5883 Cartões: Visa, Mastercard, Elo, American Express e Dinners Débito: Visa Electron, Maestro, Rede Shop Censura: 16 anos Acesso a deficientes / ar condicionado Wi-fi: a casa possui acesso a internet sem fio Serviço de Vallet: R$20,00 E-mail: [email protected] Site: www.manifestobar.com.br

    Fonte: ASE Press Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • KIP WINGER: convidando fãs para set acústico em São Paulo

    KIP WINGER: convidando fãs para set acústico em São Paulo

    Kip Winger voltará a reviver os tempos do álbum acústico “Down Incognito” (1998), sucessor do debut solo, “This Conversation Seems Like a Dream” (1997) em show que será realizado no dia 31 de março, a partir das 18h, no Manifesto Bar, em São Paulo (SP). O vocalista e multi-instrumentista, que recentemente declarou que planeja soltar o novo disco do Winger em 2020 e teve uma passagem pela banda de Alice Cooper, com o qual gravou os álbuns “Constrictor” (1986) e “Raise Your Fist and Yell” (1987), mandou um recado convidando os fãs para o show – veja abaixo (https://youtu.be/6LsWHYo6d7w)

    Além de músicas da carreira solo, como “Cross”, “Free”, “California” e “How Far Will We Go”, o repertório contará com grandes clássicos do Winger, como “Miles Away”, “Blind Revolution Mad”, “Rainbow in the Rose”, “Down Incognito”, “Easy Come Easy Go”, “Who’s the One”, “Can’t Get Enuff”, “Hungry”, “Headed for a Heartbreak”, “Madalaine” e “Seventeen”. Na ocasião, Kip estará na companhia do percussionista Robbie Rothchild.

    Venda online na Ticket Brasilhttps://ticketbrasil.com.br/show/6743-kipwinger-saopaulo-sp/

    Serviço – Kip Winger: Data: 31 de março (domingo) Abertura da casa: 18h | Show: 20h Local: Manifesto Bar Endereço: Rua Iguatemi, 36, Itaim Bibi – São Paulo/SP Ingressos: R$ 120 (promocional 1º lote) Venda online na Ticket Brasil: https://ticketbrasil.com.br/show/6743-kipwinger-saopaulo-sp/ Fone: (11) 3168-9595 | WhatsApp (11) 94747-5883 Cartões: Visa, Mastercard, Elo, American Express e Dinners Débito: Visa Electron, Maestro, Rede Shop Censura: 16 anos Acesso a deficientes / ar condicionado Wi-fi: a casa possui acesso a internet sem fio Serviço de Vallet: R$20,00 E-mail: [email protected] Site: www.manifestobar.com.br Fonte: ASE Press

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  • VENOMOUS: o ‘inferno verde’ em versão ao vivo

    VENOMOUS: o ‘inferno verde’ em versão ao vivo

    Após realizar shows ao lado de grupos estrangeiros como Vader e Jinjer, além de ter realizado shows pelo Brasil e Europa, o Venomous apresenta seu poder de fogo com o vídeo ao vivo de “Green Hell“. Ainda que trabalhando em camadas baseadas no death metal, com toques de metal tradicional e thrash, a música conta com outra faceta do quinteto. “‘Green Hell’, presente em nosso disco de estreia, tem muita inspiração em ritmos brasileiros”, observou o guitarrista Ivan Landgraf. “Ela fala sobre a colonização portuguesa no Brasil e de como nos foi deixada uma herança de sangue, onde a velha oligarquia ainda impera e na qual os governos caem, mas ainda somos dominados pelo ouro”, acrescentou o vocalista Tigas Pereira. Veja o vídeo ao vivo de “Green Hell”, gravado no Manifesto Bar (SP) e produzido por Eduardo Crescenzi em https://youtu.be/5b8CbUQPOHo

    O Venomous promete um novo single para o final de abril, que virá com uma surpresa que tem ligação com outro grupo brasileiro que uniu o metal à música regional brasileira. “Não faremos um som ou algum disco inteiramente como fizeram Angra, Sepultura e Overdose, mas pretendemos colocar alguns elementos em uma de nossas composições futuras”, adiantou o guitarrista Gui Calegari. “Nosso ritmo de trabalho é intenso e atualmente, além dos shows, estamos em processo de composição de nosso segundo álbum, que marcará a estreia do baixista, vocalista e multi-instrumentista Renato Castro, que substituiu Alexandre Bonal. Ele fez a sua estreia conosco no ‘On Fire Fest’, em Diadema (SP) no último dia 17 de março, mas é meu parceiro no The Hammer (Motörhead Tribute) há uma década”, concluiu o guitarrista Ivan Landgraf. Site relacionado: https://www.facebook.com/venomousoficial/ Contato para shows: [email protected]

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  • PANYCHIDA – Tradição, estreias e novos planos

    PANYCHIDA – Tradição, estreias e novos planos

    Formado na República Tcheca em 2004, o Panychida pode não ser um dos mais tradicionais representantes do rico cenário metálico da sua terra natal, mas o que tem feito nos últimos quinze anos dignifica o seu nome e os eleva até a categoria de ótimos representantes da música pesada de seu país. Formada por verdadeiros amantes do metal, que desde muito cedo acostumaram os ouvidos aos mais diferentes subgêneros, o Panychida mostra toda a sua versatilidade em álbuns que soam conectados, mas diferentes entre si, em uma evolução contínua mas nunca devotada ao rompimento com o passado. Aliás, é muito pelo contrário. Se algo fica evidente na conversa com o guitarrista Honza Vanek, é que o amor pelos velhos moldes é parte importante no caráter sonoro do Panychida, que estreia nos palcos do Brasil durante o Thorhammerfest 2019.

    Olá Honza, fico feliz em dizer que finalmente conseguimos trazer o Panychida até a ROADIE CREW . Bem, a banda Panychida começou em 2004, certo? Qual foi o objetivo original deste grupo?

    Honza Vanek: Sim, esta é a primeira vez, e antecede nossos primeiros shows no Brasil, muito em breve. Estou muito ansioso por isso. Bem, em 2004 éramos quinze anos mais novos. O objetivo era se divertir, fazer shows, viver a vida do metal, queríamos nos divertir e tentar espalhar nossa música por aí. Ainda é mais ou menos o mesmo. Nós ainda fazemos isso para nos divertir e, com o passar dos anos, enquanto estamos alcançando novos níveis, também é bom ver novos lugares e conhecer novas pessoas ao redor do mundo. Isso realmente me parece ser uma boa diversão… Exceto os longos voos, que eu realmente odeio.

    Como o nome Panychida se encaixa com a ideia que vocês tinham para a banda? Aliás, o que significa Panychida?

    Honza: Panychida é uma cerimônia ritual para os mortos. Vem da liturgia ortodoxa. Não que estivéssemos muito ligados à religião, mas a raiz da palavra remonta aos tempos antigos e está ligada também aos tempos pagãos. Para nós, significa simplesmente a conexão entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos e tem seus laços com o lugar de nossa origem. Nosso ex-vocalista escolheu o nome, e seguimos adiante com ele mesmo depois. Ainda tem a boa ‘vibe’ e atmosfera que trazia antes para nossa música, embora nossa musicalidade tenha evoluído um pouco desde nossos primeiros dias. Agora nos sentimos mais como uma banda tradicionalmente enraizada do que no começo, onde havia como objetivo ter uma espécie de imagem black metal pagã. Mas isto foi rapidamente embora com o nosso ex-vocalista, as conexões ainda estão lá, é claro, mas as nossas raízes musicais pessoais estão mais na superfície hoje em dia. Deve ser pesado da melhor maneira possível! Então está tudo indo bem.

    Seu primeiro álbum, Paganized, foi lançado em 2007. Como vocês chegaram nesse primeiro álbum e como foram os primeiros anos da banda?

    Honza: Nós tínhamos acabado de gravar o álbum. Ele foi baseado nas músicas que estávamos reencenando em nossa sala de ensaios nos anos anteriores. Então, nós tínhamos enviado algumas promos, e uma proposta veio da antiga gravadora alemã Folter Records (que também trabalhou com SKYFORGER, THE STONE, THE COMMITTEE e muitos outros). Depois dele, ficamos para o nosso segundo álbum, mas depois começamos a colaborar também com outros rótulos. Ainda estamos em contato com Jörg (o dono da gravadora) e ainda conversamos de tempos em tempos. Nós estávamos entusiasmados e esperávamos colocar a banda no exterior o mais rápido possível. Foi um pouco mais difícil como nós percebemos mais tarde, mas ainda estamos felizes por onde chegamos depois desses anos. É bom saber que existem pessoas em todo o mundo que ouvem nossas músicas, embora não sejam tantas pessoas assim.

    Desde o primeiro álbum, vocês mostraram ter muito cuidado com as letras. Quão importante é a letra para a música, e onde você costuma encontrar inspiração para suas letras?

    Honza: As letras são importantes para que você, como autor, esteja feliz com o resultado. Normalmente, sou eu (hoje em dia, já que no começo da banda era o nosso ex-vocalista), que escreve a maioria das letras, então eu só escolho tópicos, que são de alguma forma próximos a mim… baseados em minhas leituras, estudos ou viagens. Mitologia, filosofia, natureza, velhos tempos, história e lendas… É basicamente sobre isso que as nossas músicas tratam. Claro que você pode ir mais fundo se quiser, mas cabe mais aos ouvintes do que aos interpretes. Há definitivamente mais se você quiser descobrir. O mais importante ainda é a música em si, eu diria. Mas acabamos de preparar o nosso novo álbum, e será totalmente dedicado aos tempos antigos e à vida das pessoas na região montanhosa checa conhecida como Šumava (hoje em dia um parque nacional). Eu estudei muito sobre o modo de viver e os lugares dos velhos tempos, as lendas e a vida dos habitantes das terras altas comuns. Isto é o que eu considero como um tópico único, espero que o álbum seja lançado em breve. Ou pelo menos no final do ano. Eu amo os lugares nas montanhas, vou para lá muitas vezes, então para mim será um álbum muito pessoal definitivamente.

    Quanto da História do seu país podemos encontrar na sua música? Quero dizer, o quanto as letras da sua música estão ligadas ao rico legado cultural do seu país?

    Honza: Acabei de revelar um pouco do que estamos planejando para o futuro, e lá definitivamente haverá muita História. Mas tudo isso estará ligado a essa região montanhosa. Mas você pode encontrar alguns tópicos históricos em nossas letras também nos álbuns anteriores. Algumas partes de nossas lendas, e assim… tem uma parte que é simplesmente fantasia, e algo que está historicamente enraizado. Eu acho que é importante manter o que peno ser uma história nacional. Mantém as pessoas juntas, e dá-lhe uma espécie de auto-identificação, simplesmente cria a sua personalidade. Não é preciso ser um inimigo para as outras nações, mas deve ser integrado à sua própria história. Mas nos tempos em que vivemos as coisas vão exatamente ao contrário… não tenho grandes ideais sobre a situação atual do mundo. Na verdade, o mundo de hoje realmente é uma droga, e tudo parece ter o jeito invertido de ser… São tempos estranhos.

    A propósito, você tem um evento favorito na história de sua terra natal? Algo que você gostaria de explorar em alguns dos seus próximos álbuns?

    Honza: Eu não diria um evento, mas estudei antropologia nos anos da universidade e sempre amei os assuntos que lidam com a vida cotidiana ou pessoas comuns. A chamada história do dia a dia – e eu acho que você poderá observar isso no nosso próximo álbum. Está cheio de história e lendas. E eu sempre amei as montanhas tchecas – não tão gigantes e altas, mas há história transpirando e esperando por você nas profundezas das florestas! E isso é definitivamente o que uma banda de metal deveria lidar!

    E o que pode nos contar sobre música? O que você gosta de ouvir quando tem algum tempo livre? Quem foram seus primeiros heróis na música e como você encontrou o caminho para “escapar” do poder das influências e encontrar seu próprio som?

    Honza: Bem, pessoalmente eu diria que sou o cara dos anos oitenta. Claro que percorri o longo caminho de descobrir diferentes tipos de metal e até mesmo algo além dele. Mas no final acabei onde comecei. E eu comecei como uma criancinha, na idade de cinco ou seis anos, ouvindo IRON MAIDEN e RUNNING WILD com meu pai. E é aí que estou agora de novo. De qualquer forma eu tenho meus favoritos em toda a escala da música metal em quase todos os lugares, mas eu sempre mantenho o METAL. A essência do metal verdadeiro deve estar presente. Não há merdas modernas como essa nova coisa chamado metal music. Nunca!! Falar sobre a verdadeira essência do metal significa que você deve sentir a história, o respeito às raízes, mesmo que seja uma nova banda. Você simplesmente sabe quando é verdadeiro. Eu realmente gosto de voltar no tempo e descobrir os álbuns que senti falta daquela época. Há bandas em todos os gêneros de metal com a essência que eu estou falando… Vamos apenas nomear alguns: nunca se esqueça do IRON MAIDEN e JUDAS PRIEST, RUNNING WILD são alguns dos meus tops (os álbuns mais antigos, os novos não soam mais tão bem), ACCEPT é ótimo também. DESTRÖYER 666 ou NECROPHOBIC representa como deve ser quando se fala de black/thrash… DISSECTION! Nunca se esqueça do KING DIAMOND e do MERCYFUL FATE… Mas eu até considero muito o KATATONIA como uma banda com o espírito do metal… as bandas mais jovens como ENFORCER ou PROCESSION também são incríveis, com o verdadeiro espírito! Mas também amo DISMEMBER e BENEDICTION… É, consumo toneladas de música todos os dias.

    A cena metálica da República Tcheca dispõe de um bom nome no Brasil, graças às bandas de black metal, nomes como MANIAC BUTCHER, AVENGER, ROOT, MASTER’S HAMMER e TÖRR são muito bem vistas no underground. Eu sei que vocês sempre tiveram uma boa conexão musical com o black metal. Quanto as atmosferas de black metal ajudam você a alcançar seus objetivos com sua arte? Você acha que o black metal ainda é uma boa maneira de expressar seu espírito artístico?

    Honza: Sempre houve toques de black metal em nossa música e definitivamente é uma forma de expressão, mas enquanto você ouve nossa música, pode perceber que não é o único caminho para nós… Estávamos conectados com algumas das bandas que você mencionou há muito tempo, no começo da banda… O baterista atual do Master’s Hammer e o cérebro de Avenger – Honza Kapak foi integrante da nossa banda por muito tempo, e chegou a fazer três álbuns conosco. Ele teve um grande impacto nesses álbuns. Alguns de nossos membros também tocaram em diferentes bandas que são mais ou menos black metal. Para citar apenas um – confira MALLEPHYR, onde você pode encontrar nosso guitarrista tocando baixo. Bem, quando eu estava falando sobre o verdadeiro espírito do metal – ou essência – podemos definitivamente contar com o black metal, claro… mas é necessário evitar aquela estupidez pintada de crianças… há muitas dessas em todo lugar, mas elas não podem realmente capturar o que se deve procurar na música. Haverá sempre algo de black metal em nossa música, eu acho … haverá também heavy metal e algumas pontes de destruição podem aparecer… quem sabe. O objetivo é mantê-lo pesado, mas o black metal em sua melhor forma é definitivamente um instrumento para expressar os estados mentais mais profundos e serve melhor do que qualquer outro gênero que existe.

    Bem, seu último álbum completo, Haereticalia – The Night Battles, foi lançado em 2016. Você disse que já tem músicas para um novo álbum, então o que podemos esperar do seu próximo registro?

    Honza: Sim, já faz um tempo que lançamos nosso último, e já estamos trabalhando no novo. Eu tenho revelei alguns detalhes antes, mas ainda estamos trabalhando nele. Está sendo extremamente lento desta vez, pois estamos trabalhando há quase um ano nessas músicas. Mas nossa vida pessoal também tem suas prioridades de tempos em tempos e devemos respeitar isso. Esperamos que seja concluído no final deste ano para, aí ele poderia ser lançado no final do ano ou no início do próximo. Eu acho que será nosso álbum mais pesado até hoje. Ainda será muito melódico e atmosférico. Estou feliz com os resultados, já que as músicas estão começando a ganhar suas formas. Será muito diferente do álbum Haereticalia, que foi muito baseado em partes atmosféricas e orquestrais. Este será mais direto e mais tradicional, eu diria.

    Como você revelou no início da entrevista, o Panychida vai tocar no Brasil em breve, como parte do elenco do festival Thorhammerfest de 2019. Então, o que você pode nos dizer sobre a experiência de vir para o Brasil e o que podemos esperar para ver no seu show?

    Honza: Nós vamos dar o nosso melhor, como sempre fazemos. Queremos que as pessoas se divirtam e aproveitem o tempo conosco. É muito mais fácil quando a plateia está ligada na música e ela pode viver a música, e isso é o que eu realmente espero dos rapazes e garotas brasileiros. Para nós, é uma grande aventura atravessar o oceano… nós tocamos no México há alguns anos e também foi uma experiência fantástica. Como somos uma banda pequena, é sempre bom ver pessoas curtindo nossa música tão longe da nossa terra natal. Nós definitivamente vamos trazer nossos produtos oficiais conosco, então parem para uma conversa e uma cerveja, e teremos o maior prazer de conversar e ver como as coisas estão por aí. Encontre-nos nos shows e tome uma cerveja conosco! Obrigado por suas perguntas e seu tempo! Até breve.

  • AMON AMARTH divulga “Raven’s Flight”, primeiro single do novo álbum, “Berserker”

    AMON AMARTH divulga “Raven’s Flight”, primeiro single do novo álbum, “Berserker”

    A banda sueca AMON AMARTH lançará seu novo álbum, Berserker, no dia 3 de maio pela Metal Blade Records. O disco foi gravado na Sphere Studios em North Hollywood, Califórnia, com o produtor Jay Ruston, que trabalhou anteriormente com o ANTHRAX, STEEL PANTHER, URIAH HEEP e STONE SOUR.

    O primeiro single do álbum, Raven’s Flight, pode ser visto abaixo.

    “O álbum anterior foi um álbum conceitual, mas não queríamos entrar em uma situação em que cada álbum tem que ser um disco conceitual, então esse é diferente”, declarou o frontman Johan Hegg. “Nós queríamos nos afastar disso e tentar soar um pouco mais diversificado, com as letras e tudo mais. Eu tenho ideias de muitas coisas diferentes, de coisas históricas e fontes mitológicas. Às vezes você só pega algo que está na sua mente e não tem que ter um significado maior por trás disso – às vezes é apenas uma ótima letra de metal que se encaixa com uma ótima música de metal, e essas são ótimas músicas de metal.

    “Para mim, este é o AMON AMARTH 2.0″, continuou Hegg. “Eu acho que o que fizemos aqui é nos dar o espaço para explorar outras partes da nossa musicalidade e quem somos como uma banda. Se você está contente com o que você fez, qual é o ponto de continuar? Nós sempre queremos criar novas ideias, encontrar novas maneiras de fazer as coisas e criar espetáculos maiores e melhores, e realmente tentar melhorar cada aspecto do que a banda é. Queremos tentar continuar crescendo e fazer isso pelo tempo que tivermos a possibilidade de fazê-lo, porque este é o melhor emprego do mundo”.

    O último álbum do AMON AMARTH, Jomsviking estreou no 19º lugar na parada Billboard 200 em março de 2016. O disco foi lançado pela Metal Blade na América do Norte e pela Sony Music internacionalmente. O primeiro registro conceitual da carreira do AMON AMARTH foi produzido e mixado por Andy Sneap (JUDAS PRIEST, MEGADETH, TESTAMENT, ACCEPT).

    O AMON AMARTH trabalhou com um baterista de sessão, Tobias Gustafsson (VOMITORY, CUT UP), durante as sessões de gravação de Jomsviking, após a saída do antigo baterista Fredrik Andersson. A banda conta hoje com o baterista Jocke Wallgren, do OCTOBER TIDE.

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  • Confira “Ride With The Devil” e “Crash And Burn”, novas músicas do MÖTLEY CRÜE

    Confira “Ride With The Devil” e “Crash And Burn”, novas músicas do MÖTLEY CRÜE

    Duas novas músicas do MÖTLEY CRÜE, Ride With The Devil e Crash And Burn, podem ser ouvidas abaixo. As faixas aparecem em The Dirt Soundtrack, que acompanha o filme da Netflix The Dirt, baseado na biografia do MÖTLEY CRÜE de 2001, que atingiu a lista de best-sellers do The New York Times.

    Lançada ontem (22 de março), a trilha sonora de 18 músicas masterizada pelo ganhador do Grammy, Dave Donnelly, apresenta uma coleção de clássicos do MÖTLEY CRÜE que ressaltam os momentos significativos que moldam o filme. O álbum inclui 14 favoritas dos fãs e faixas que alcançaram o topo das paradas, como Dr. Feelgood, que ficou em sexto lugar no Hot 100 da Billboard e Girls, Girls, Girls, que alcançou o segundo lugar no Top 200 da Billboard. Além destas, também aparecem na trilha sonora os sucessos Kickstart My Heart, Same Ol’ Situation (S.O.S.), Shout At The Devil e a icônica balada Home Sweet Home.

    Exclusivamente para a trilha sonora do filme, o MÖTLEY CRÜE gravou quatro novas músicas, incluindo o single The Dirt (Est. 1981) (feat. Machine Gun Kelly), que mescla versos de rap em torno dos riffs de guitarra. As três outras novas músicas são Ride With The Devil, Crash And Burn, e um cover de Like A Virgin, da MADONNA.

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