Categoria: Roadie News

  • AD BACULUM – Lançamento do novo álbum previsto para fevereiro

    AD BACULUM – Lançamento do novo álbum previsto para fevereiro

    A conceituada banda soteropolitana de black/death metal Ad Baculum anunciou que o seu sexto álbum está com lançamento previsto para fevereiro deste ano, esse novo trabalho se chamará The Birth Of Human Tragedy que trará nove faixas e que será lançado através da gravadora Brazilian Ritual Records.

    Foi revelada a capa e também a tracklist que compõe este trabalho, a banda também disponibilizou a faixa Ritual de Sangue Asteca para audição. Trazendo até seus fãs uma amostra do álbum destruidor que está por vir.

    Com certeza será mais um grande álbum que aguardamos ansiosos para podermos ouvirmos na integra.

    Tracklist: 1-Expired Life Time 2-The Birth of Human Tragedy 3-Dying in Silence 4-Born in Chaos 5-Decadent Civilization 6-Human Remains 7-Ritual de Sangue Asteca 8-Anathema 9-Worshipers of Evil Ouça a música Ritual de Sangue Asteca disponibilizada para audição:
  • Confira “Dark Reverie”, nova música do QUEENSRŸCHE

    Confira “Dark Reverie”, nova música do QUEENSRŸCHE

    O nome primordial da cena prog metal mundial, o QUEENSRŸCHE lançará seu novo álbum, The Verdict, em 1º de março de 2019, pela Century Media Records. O próximo lançamento da banda foi produzido, mixado e masterizado por Chris “Zeuss” Harris (ROB ZOMBIE, ICED EARTH, HATEBREED) no Uberbeatz em Lynwood, Washington; Planet-Z em Wilbraham, Massachusetts; e Watershed Studio em Seattle, Washington. Pré-encomendas e formatos serão anunciados em breve.

    Uma nova música intitulada Dark Reverie está disponível abaixo.

    “Estou extremamente orgulhoso do que conseguimos realizar neste disco”, afirma o vocalista do QUEENSRŸCHE, Todd La Torre. “A dedicação implacável e o trabalho árduo de todos os envolvidos foram muito recompensadores. Estou animado e ansioso pela hora em que ele não pertencer mais somente a nós, mas ao mundo. Esperamos que todos vocês gostem de ouvir tanto quanto gostamos de fazê-lo!”

    O guitarrista Michael “Whip” Wilton acrescenta: “The Verdict é o disco mais metal e mais progressivo que fizemos há muito tempo. Eu não poderia estar mais animado para todo mundo ouvir isso”.

    Mais cedo neste ano, Todd falou sobre a direção musical do novo álbum com a ‘Eclectic Arts’, dizendo: “Eu estou adorando. É muito divertido. Eu tenho escutado ele constantemente. Eu acho que tem mais músicas rápidas nesse álbum do que no último”.

    “Eu me lembro do último, quando estávamos fazendo a lista de faixas, foi, tipo, ‘Ok, precisamos de outra música rápida’”, continuou ele. “E nós ficamos, tipo, ‘Oh, nós não temos uma’. Então não havia tantas músicas em ritmo acelerado quanto nós gostaríamos, mas nós meio que escrevíamos músicas, e seguíamos adiante. Mas esse álbum tem, eu acho, mais músicas nessa direção. Eu acho que há elementos que são mais progressivos – algumas assinaturas diferentes de tempo. É um álbum bom, temos experimentado algumas faixas e, até agora, estamos muito felizes com a direção que esse álbum tomou. E mal posso esperar para ver as pessoas ouvirem isso”.

    Questionado sobre quais outras diferenças os fãs podem esperar ouvir no próximo álbum do QUEENSRŸCHE, em comparação com seu antecessor, Todd disse: “Há algumas faixas lentas, assombrosas e legais nesse álbum. Como eu disse, há elementos mais progressivos neste álbum, eu acho… Certamente mais do que no último. A música Condition Hüman foi meio que progressiva nos padrões do QUEENSRŸCHE, então há alguns desses elementos acontecendo. Conteúdo realmente bom para as letras – elas são instigantes. Nunca tentei dizer a ninguém o que pensar, mas sim para que pensem. Mais uma vez, muito disso lida com coisas que estão acontecendo no mundo, com as quais todos podem se identificar e se relacionar. Eu tentei algumas acrobacias vocais realmente boas nesse álbum. Não há uma tonelada de vocais altos, mas há alguns vocais altos nele. Quer dizer, para mim, soa como um grande álbum do QUEENSRŸCHE. Mas você nunca sabe, até que o disponibilize para todos, e então ele não é mais seu, não mais”.

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  • SOILWORK: Confira o novo vídeo, “Witan”

    SOILWORK: Confira o novo vídeo, “Witan”

    Os suecos do SOILWORK lançaram seu novo vídeo, Witan, que você pode ver abaixo. A música é parte de Verkligheten, 11º álbum de estúdio dos suecos, que será lançado em 2019, pela Nuclear Blast. O sucessor de The Ride Majestic (2015) foi gravado nos estúdios Nordic Sound Lab em Skara, na Suécia, com o produtor Thomas “Plec” Johansson.

    O vocalista Björn ‘Speed’ Strid comentou recentemente sobre o novo trabalho de estúdio do SOILWORK:

    “Neste novo álbum, voltamos ao básico do heavy metal clássico, mas com um toque de nosso próprio legado sonoro, com melodias melancólicas trabalhadas em um ritmo às vezes furioso e dotado de grande diversidade. As pessoas vão reconhecer a vibração que tivemos nos dois álbuns mais recentes, mas sentimos que levamos o nosso som ainda mais longe, com mais energia, elementos mais obscuros, mas ainda assim estranhamente revigorantes”.

    Ele continua:

    “As sessões de gravação deste álbum foram diferentes de qualquer coisa que fizemos antes. Todos estão muito envolvidos em todo o processo e nos permitimos experimentar mais e ter sonoramente mais opções. Nosso baterista Bastian Thusgaard, que não gravou com a gente anteriormente, trouxe outra dimensão ao nosso som, e ele fez o resto de nós intensificar a nossa maneira de tocar também. E trabalhar com o produtor Thomas “Plec” Johansson (The Panic Room) foi um verdadeiro prazer. Embora tenhamos passado por muitas coisas nos últimos anos, nos sentimos mais como uma unidade do que sentíamos há muito tempo.

    “Nós, como banda, estamos longe de esgotar nossas habilidades criativas e musicais e queremos trazer o SOILWORK de volta para as grandes plateias. Nossos fãs ao redor do mundo podem esperar que a promessa seja cumprida quando nosso ciclo de turnê começar na promoção de nosso próximo álbum”.

    The Ride Majestic foi o último álbum do SOILWORK com o baterista de longa data Dirk Verbeuren, que deixou a banda em julho de 2016 para se juntar ao MEGADETH. Ele foi substituído no SOILWORK por Bastian Thusgaard, do THE ARCANE ORDER.

    Thusgaard comenta: “Estou muito orgulhoso das minhas realizações neste álbum. Eu recebi uma grande liberdade tanto na escrita quanto na gravação. Obviamente, eu queria honrar ‘a vibe de bateria’ que se desenvolveu na banda ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, estou muito ciente do fato de que eu sou um baterista diferente dos meus antecessores. Isso é algo que eu realmente queria mostrar, adicionando minha própria vibração ao som da banda”.

    Em 2016, o SOILWORK lançou uma coletânea especial de raridades intitulada Death Resonance, através da Nuclear Blast.

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  • Maniacs Metal Meeting 2018 – 30/11 a 02/12 – Rio Negrinho/SC

    Maniacs Metal Meeting 2018 – 30/11 a 02/12 – Rio Negrinho/SC

    Por: Luiz Harley Caires

    Rio Negrinho é uma cidade localizada no Norte catarinense, com pouco mais de 39 mil habitantes, a característica de sua colonização cria uma atmosfera de um pequeno vale europeu, porém em determinada época do ano, a aura da região muda, pois uma tropa de maníacos invadem essa cidade que sedia o Maniacs Metal Meeting (MMM), um dos maiores eventos Underground do país.

    Ocorrido na Fazenda Evaristo entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro, chegando à sua terceira edição neste ano de 2018, o MMM apresentou mais de 30 atrações de vários cantos do país, com uma organização impecável, liderada por uma equipe predominantemente feminina, o que engrandece ainda mais este evento.

    Somada a organização, cabe ressaltar a infraestrutura, com vasta área de camping e lazer (tirolesa, lagos, trilhas, cachoeira), uma boa praça de alimentação – com opções veganas inclusive -, espaço para as bandas venderem seu merchandising e o bar… ABERTO 24 HORAS, com bebidas a preço justo. Está feita a fórmula para um festival de sucesso, que só tende a crescer a cada nova edição.

    Verbal Attack

    O primeiro dia do festival iniciou-se as 19 horas como programado (aliás, o cronograma foi muito bem seguido nos três dias do evento), com a banda catarinense Verbal Attack, que como o nome não deixa menor dúvida, executa um Thrash com pegada Hardcore e letras de protesto, como se ouve em “Guerra Civil” e “Animal Irracional”, destaque também para a versão matadora de “Polícia” do Titãs e “Refuse /Resist” do Sepultura.

    Flageladör

    666!!! Com esse grito de guerra, entra no palco o Flageladör, apresentando seu trabalho recém lançado, “Predileção Pelo Macabro”, trazendo então as músicas inéditas, “Nas Minhas Veias Correm Fogo” e “Terror Pós Atômico”, ao lado de clássicos como “Assalto da Moto Serra”, presenciamos um show direto e energético, não esperávamos nada diferente desta banda.

    Chegara a hora do Metal tradicional, e para representa-lo, nada melhor do que o Dominus Praelli, o “Senhor da Guerra” trouxe para Rio Negrinho um best of de sua carreira, e o melhor, com a sua formação original. Impossível não bangear aos sons de “Cold Winds”, “Battle of Stanford Bridge”, “Raise Your Axe” e o cover de Judas Priest com “Grinder”.

    Dominus Praelli

    O Velho fez um dos melhores shows do festival, e isso ficou visível em razão do número de fãs que se encontravam em frente ao palco, e como o vocalista Caronte afirmou – “O que vimos foi uma possessão coletiva”, em sons “Senhor de Tudo”, “Satã Apareça”, “Mais Um Ano Esfria” e “Sob o Maldito Verão do Sul”, isso ficou notável, fiquei sem palavras e sem voz literalmente para relatar essa apresentação, resumindo ela foi incrível!!!

    O próximo show tinha uma carga emocional muito forte, pois tratava-se do Rebaelliun. A banda passou pela trágica morte de Fabiano Penna em fevereiro desse ano, e com a convicção que a melhor forma de homenagear o músico é fazer sua música ser tocada, o, agora trio, mostrou a genialidade de suas composições, focando no trabalho mais recente “Hell’s Decrees”. Tivemos os sons “Legion”, “Afrontt The Gods” tocando em nossos ouvidos, assim como “War Cult Anthem”, com a lembrança e inspiração de seu eterno guitarrista.

    Rebaelliun

    Um altar no palco, velas negras e o chamado para cerimônia do 7Peles. Existia muita curiosidade, e até desconfiança, por parte do público, pois o que seria o 7Peles? Uma banda ou apenas visual? Pois bem, a missa ou melhor dizendo, a apresentação foi um tira teima, a sonoridade sombria do 7Peles, ecoou pelo evento, atraindo mais fieis para o culto. Vale dizer que sons como “Heylel” e “Qayin”, ficam muito mais pesadas ao vivo.

    Para clarear um pouco o ambiente, tivemos o Still Life, banda lendária de Power Metal (ou metal melódico se preferir) de Santa Catarina, que saiu de uma pausa para se apresentar em alguns festivais. Para quem não os conhece, fica aqui a indicação, pois o som vai naquela pegada melódica, com passagens mais agressivas como percebeu-se nos sons “Silent Hill”, “Destination Somewhere” e “Still Life”.

    Lacrimae Tenebris

    Para fechar o primeiro dia, o Doom Metal se fez presente com a banda Lacrimae Tenebris, e mesmo com horário um tanto quanto tardio – 3 da madrugada -, o público estava presente e a banda retribuiu com uma bela apresentação, tanto nas suas músicas autorais “Casa de Espelho” e “Solitude”, como no inusitado cover de Behemoth, “Blow Your Trumpets Gabriel”.

    2° Dia:

    Logo pela manhã, fomos avisados que por problemas com o voo o Holocausto não iria se apresentar no evento, ficou nítido que a organização do festival tentou achar uma solução possível, porém, a banda teve que cancelar sua participação, dessa forma, houve algumas pequenas mudanças nos horários, e para abrir o evento no segundo dia, tivemos a apresentação do one-man-band Rope Bunny, que ocupou o palco com seu talento. Canta muito esse rapaz!

    Vindo de Curitiba/PR, o Grimpha executou uma energética apresentação de Death Metal, bem na linha da velha escola. Divulgando seu EP “Induced Hate” recém lançado, o show foi um petardo sonoro apresentando além da faixa título desse trabalho, sons como “Faces of Fury” e “Doctrine of Thorns”.

    CrotchRot

    O Grindcore se fez muito presente no festival e a sua vertente “porn” foi representada pelo CrotchRot, com músicas que atendem pelos singelos nomes “Pata de Camelo” (faixa título do EP), “X Gordinha”, “Molho Madeira” e “Suruba de Crackudo”. Essa banda do Paraná fez a pista inteira dançar e se quebrar no mosh, um show divertido, pervertido e pesado ao mesmo tempo.

    Com o sucesso do EP “Eticamente Questionável”, a Eskröta mostrou que ao lado do seu discurso afiado, temos uma grande banda de Crossover/Thrash. Se apresentou com o músico Jhon França na bateria, ao lado de Tamy no baixo e Yasmin na guitarra e vocal, sendo que, essa não é a sua formação oficial, mas tivemos um baita show em que o EP foi executado na íntegra, indo mais além com a apresentação da nova música “Burn The Poor”.

    Symmetrya

    Hora do Prog Power Metal e a banda catarinense Symmetrya teve essa responsabilidade em demonstrar que é uma forte representante do estilo. Tendo lançado recentemente o trabalho “Beyond The Darkness”, dele apresentaram músicas como: “Dying Hard” e “Recipe For Disaster”, além de sons já mais conhecidos como “To Live Again” e um cover para “Heaven and Hel”.

    Indo totalmente na direção contrária, o ROT trouxe para o MMM o seu Grind, porrada na variação de vocais, dando um diferencial para a banda e a apresentação foi sem pausas, paulada atrás de paulada com “Indiferent”, “Horizonte Invertido”, “Post Mortal Promisses” e diversos outros clássicos.

    ROT

    A cena de Minas Gerais nos presenteia com fortíssimos nomes e o Paradise In Flames está somada a esta lista com sonoridade muito ‘bonita’, por mais que isso pareça paradoxo para uma banda de metal extremo, mas não é possível pensar em outro adjetivo ao presenciar ao vivo sons como “Hell Now” e Everlasting Scars, “The Devil From the Sky”.

    Não bastasse fazer uma apresentação destruidora com Flageladör no dia anterior, Hugo Golon voltou ao palco com o seu projeto Cemitério. A sonoridade deles é perfeita para bater cabeça e cantar junto, tanto os sons do trabalho de estreia, como o  EP, “Oaxiac Odèz”,  “A Volta dos Mortos Vivos”, “Quadrilha de Sádicos” e “Tara Diabólica”, tiveram seus refrãos cantados pela audiência e ao final de cada música um grito uníssono do público: “- Cemitério, Cemitério”! Emocionando a banda e, de acordo com Hugo, foi um dos seus melhores shows.

    Cemitério

    Diretamente de São Paulo, o Creptum impressionou o público pela maturidade de suas composições tanto as mais conhecidas, “In the Arms of Death” e “On the Pale Horse”, como “VAMA”, “On My Skin” e “Transformation”,  que estarão presentes em um próximo trabalho e pelo que podemos presenciar ao vivo, a banda lançará um belíssimo Opus de Black Metal em 2019.

    O Facada é quase uma unanimidade para fãs de Metal Extremo, chamá-los de Grind é senso comum, porém a banda transita por vários gêneros e consegue passar sua mensagem de descontentamento com a sociedade e com tudo que está ao nosso redor, denunciando a exploração do homem pelo próprio homem. Este ano lançaram “Quebrante” um dos melhores trabalhos do Metal brasileiro e dele tivemos faixas como “Feliz Ano Novo”, ao lado de clássicos como “Tudo Vai Ficar Pior”, e  “O Cobrador”, chamou a atenção também o discurso feito pela banda em tempos de tanta polarização na cena o Facada não se omite doa a quem doer.

    Facada

    O The Evil também foi afetado pela questão dos voos, entretanto a organização conseguiu contornar a situação de forma profissional e a banda chegou ao festival e apresentou seu trabalho. Claro que o nome Wagner (ex-Sarcófago) foi o destaque, mas isso até a vocalista Miss Aileen começar a cantar. Sua voz é mágica, ao mesmo tempo forte e em alguns momentos hipnótica. Somado a isso, o visual da banda com máscaras e o ritmo cadenciado fez o The Evil sair ovacionado do palco.

    Por alguns momentos a Fazenda Evaristo foi transportada para a Noruega no auge do Inner Circle. cabeças de porcos penduradas, hóstias arremessadas e vinho sendo cuspido, o Murder Rape, não abre concessões no seu Black Metal e por isso mesmo tem o status de banda respeitada, mesmo não dando entrevistas, nem divulgando seus trabalhos, deixam que a música fale por si, como em “And Evil Returns” e “Embassy of Satan”.

    Murder Rape

    O Sad Theory é uma banda que não faz muitas apresentações ao vivo então cada uma delas tem que ser especial, e essa no Maniacs Metal Meeting foi impressionante por dois motivos primeiro a energia que a banda apresenta no palco e segundo pela qualidade das músicas, poucas vezes fez tanta logica classificar uma banda com Prog/Death Metal, sendo que eles lançaram recentemente o trabalho “Entropia Humana Final” e dele tivemos sons como “Alvorada das Hienas e “Punhais Longos e Cortes Profundos”.

    Se tocar em um festival como o Maniacs já é uma adrenalina, imagina estrear uma formação? Foi esse teste de fogo por qual passou o Trator BR. E que ótimo dizer que foi uma grande estreia, a banda que antes vinha de SP agora erradicada em Florianópolis/SC, mostrou um time entrosado e no setlist músicas do trabalho “Verde Amarelo Azul e Preto” com “Trator de Guerra Brasileiro” e “Floresta Armada” e novos sons que farão parte do seu terceiro trabalho que virá forte conforme o que foi apresentado.

    Trator BR

    O horário poderia não ser dos melhores, porém, como ocorreu na noite anterior, uma boa parcela do público ficou até o final, e presenciou o Folk Black Metal do Opus Tenebrae. Os elementos da cultura celta são muito frequentes na sonoridade dessa horda, seja pelos instrumentos, ou pela temática de suas músicas, que soam como verdadeiros hinos de guerra e exaltação da cultura daquele povo, entretanto, ao contrário de muitas bandas de Folk, o Opus Tenebrae não abre mão da agressividade, o que percebemos em sons como: “In My Blood”, “Opera Mortis” e “Aurea Hyspania”.

    3° Dia:

    O último dia do festival começou a partir das 11 horas, e quem foi acordando e indo em direção ao palco, encontrou a banda catarinense Deadnation que é relativamente nova, porém, tem na sua formação, músicos experientes da cena de Santa Catarina e toda essa experiência se reverte em um Death Metal da velha escola, com sons como “Redrum” e “Blood Spill”, além do cover de Dismeber, com “Casket Garden”.

    Devido a um problema de deslocamento, o God of Carnage não pode se apresentar no evento então, depois de um tempo livre, tivemos a apresentação do duo Decadência, que consiste nos músicos Gustavo Toscan Da Silva – acordeom e voz, e  Nélio Gomes na bateria, e se essa formação lhe parece inusitada, vale dizer que o peso do Metal estava presente, com uma sonoridade que eles chamam de Crust/Folk, definição perfeita para sons como “Toda Uma Vida Pra Nada” e “Lixo”, além de uma versão matadora de “Grândola Vila Morena”.

    Wargore

    O cansaço poderia estar batendo nos bangers, mas a sequência a seguir foi para tirar o folego de todos, começando pelo Wargore, banda paranaense que mostrou o por que está sendo aclamada pelos fãs de Death Metal. Sem muito intervalo entre as músicas, eles bombardearam a audiência com sons como “Cursed Existence”, “Doomed to Live” e “Destroy the Creation”. Se você curte Metal Extremo e ainda não conhece o Wargore, faça um favor pra si mesmo, busque ouvir o som do grupo e depois me diga se eu não estava certo.

    Terror, Gore, e Death Metal é representado quando sobe ao palco o Offal, uma verdadeira lenda do Underground nacional, com uma sonoridade que é totalmente ‘old school’, que é acrescentada por um fascínio a filmes de terror B. A apresentação foi extrema, com uma postura de palco teatral e o que chamou a atenção, foi o fato que o que se ouve nos CD’s, é reproduzido fielmente no show e quem conhece canções como “Feast For the Dead”, “Trial of the Undead” e “The Hideous Return of Dr. Death”, sabe o quanto isso impressiona.
    Offal

    O Hutt em sua apresentação fez jus ao fato de ser um dos nomes mais comemorados do Grindcore nacional, ao lado de Facada e Desalmado. Com um set rápido e totalmente feito para iniciados no estilo, ou seja, se você não curte este estilo, o show do Hutt foi um tormento, e eles adoram isso! O set passou por músicas dos trabalhos clássicos “Sessão de Descarrego” e “Monstruário” e também do mais recente trabalho “Apocalipster” com faixas como “Sete palmos de Esperança” e “Flores, Vela e Caixão”.

    Hutt

    Com status de headliner, o Sextrash trouxe na bagagem mais de 30 anos de underground e trabalhos marcantes para a cena extrema brasileira como “Sexual Carnage” e “Funeral Serenade”, e baseado nesses trabalhos que também tivemos “Seduced By Evil” e a icônica “Alcoholic Mosh”, a banda ainda dedicou um som para a Holocausto, que não pode comparecer no evento, e para celebrar a influência da cena de Minas Gerais, executaram um cover de “Nightmare” do lendário Sarcófago.

    E assim chega ao fim a maratona do Maniacs Metal Meeting, e na bagagem de retorno o que levamos, maior do que a sensação de cansaço foi sem dúvida a sensação de êxtase, por ter prestigiado este evento de tal magnitude e conforme passa o tempo, surge a nostalgia e a expectativa pelo Maniacs Metal Meeting 2019.

    Sextrash
  • ETERNAL SACRIFICE: “Ad Tertium Librum Nigrum” entre os melhores álbuns de 2018 pelo site Underground Extremo

    ETERNAL SACRIFICE: “Ad Tertium Librum Nigrum” entre os melhores álbuns de 2018 pelo site Underground Extremo

    Depois de inúmeras críticas positivas acerca do seu novo trabalho, “Ad Tertium Librum Nigrum”, o ETERNAL SACRIFICE celebra mais uma conquista neste início de 2019. O novo álbum dos baianos está dentre os melhores trabalhos de Black Metal pelo site Underground Extremo, figurando ao lado de outros grandes nomes do cenário nacional como Malkuth, Imperador Belial, Ocultan, Amen Corner, Apokalyptic Raids e muito mais, confira: https://www.undergroundextremo.com/2019/01/melhores-do-ano-black-metal-2018.html https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/c3624b6f6480eaba872f8876aa93b511.jpg Lançado em setembro de 2018 via Hammer Of Damnation, “Ad Tertium Librum Nigrum” já está disponível para audição na íntegra no YouTube, ouça agora: https://youtu.be/rPLLg5uVlrU Adquira aqui: https://hodrecs.com/detalhes_produto.php?cod_produto=3694#.XDcnFFVKjIU O CD também pode ser comprado diretamente com o ETERNAL SACRIFICE escrevendo para [email protected] ou diretamente pelo Facebook em www.facebook.com/eternalsacrifice666/. Em parceria com a Sangue Frio Records, “Ad Tertium Librum Nigrum” também integrará as principais plataformas de streaming mundiais. Siga agora a banda em sua plataforma mais utilizada:

    Spotify: https://open.spotify.com/artist/7ehRWMm4SxSQ5ZNxlTVLmM Deezer: https://www.deezer.com/br/artist/14805543 iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/eternal-sacrifice/1385909539 Napster: https://br.napster.com/artist/eternal-sacrifice Tidal/Wimp: https://listen.tidal.com/artist/9886940 Contato para shows: [email protected] Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato Sites relacionados: https://hodrecs.com/ https://www.facebook.com/eternalsacrifice666/ https://sanguefrioproducoes.com/artistas/ETERNALSACRIFICE/59 Fonte: Sangue Frio Produções

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  • KROMORTH – Comemorando 20 anos de resistência e dedicação ao Death Metal

    KROMORTH – Comemorando 20 anos de resistência e dedicação ao Death Metal

    Este ano o Kromorth completa 20 anos de existência e de muita fidelidade aos seus princípios. O seu debut álbum Geodesic Beast vem angariando muito boas criticas ao redor do mundo. Para falarmos sobre esta banda que hoje é o maior expoente do metal cuiabano, convidamos o seu fundador Rodrigo Auad que nos cedeu uma entrevista muito franca. Além de nos falar à respeito de sua trajetória, expressa sua insatisfação à respeito do público que em sua opinião as “intrigas e panelas infestam a cena nacional”, um manifesto muito coerente.

    Rodrigo Auad, Foto por: Tonny Arts

    O Kromorth foi criado por você em 1999, como surgiu a vontade de criar a banda?

    Rodrigo Auad – Sim! A banda foi criada por mim em 1999, com a proposta de executar Metal Extremo, o que levou a criar o Kromorth foi à vontade e determinação em ter uma banda de metal.

    A cena de Cuiabá é muito pouco difundida, eu particularmente tenho o Kromorth como a maior banda da cena cuiabana. A banda enfrentou alguma dificuldade em sua carreira por estar em Cuiabá? Você pode nos falar sobre a cena extrema daí?

    Rodrigo Auad – Atualmente o Kromorth é a banda mais expressiva do Estado de Mato Grosso, o Centro Geodésico da América do Sul (Cuiabá/MT) está sendo difundido mundo a fora pelo Kromorth, e representando o MT em outros Estados Brasileiros. Dificuldade sempre tem por estar longe dos grandes centros e sobre a cena local o apoio poderia ser maior, mas infelizmente tem muita sabotagem e boicote por parte de certos grupos e pessoas daqui, mas isso não nos atinge e seguimos em frente como sempre fizemos.

    Um ano após do surgimento do Kromorth vocês lançaram seu primeiro registro com três músicas In The Name Of Kutulu. Como foi experiencia de estar apresentando ao Brasil seu primeiro registro? Lembra de como foi a repercussão na época?

    Rodrigo Auad – Ter lançado o In the Name of Kutulu em 2000, foi muito importante pela experiência adquirida, a repercussão na época foi muito positiva por parte da cena nacional.

    Depois da demo lançada a banda passou um longo período de sete anos sem registrar mais nada, tanto que em 2007 a banda decide entrar em recesso, criando assim mais um hiato de mais seis anos. O que aconteceu de fato que culminou da banda quase que parar suas atividades?

    Rodrigo Auad – O fato foi que esse período de hiato foi necessário para que vários assuntos internos fossem resolvidos e colocados em ordem, além do amadurecimento musical da banda. Mas mesmo em período de hiato nunca paramos com a banda, pelo contrário, foi arquitetado um plano devastador a ser executado na hora certa.

    Esq. para Dir.: Elton Bernardino, Rodrigo Auad, Fabio Agassi e Lincoln Lima. Foto por: Tonny Arts

    Passados todos estes anos o underground recebe uma grande notícia, o Kromorth está de volta e trabalhando em novas composições. Como foi o processo de retorno as atividades?

    Rodrigo Auad – Como eu disse, foi arquitetado um plano devastador, o Kromorth retornou as atividades no momento certo, com novo direcionamento e novas composições.

    Entre 2012 e 2015 a banda passou por alguma dificuldade por parte dos membros? Já que a banda finalmente se estabiliza em 2015 e assim retornando aos palcos. Nos conte o que aconteceu no período destes três anos até a estabilização se concretizar…

    Rodrigo Auad – Sem dúvidas a instabilidade da formação foi a maior dificuldade do Kromorth, várias pessoas incapacitadas tentaram compor a formação, e somente em 2015 a formação se estabiliza, e segue definitiva.

    Quanto aos shows iniciais depois da volta definitiva, como foram essas apresentações? Se lembra de alguma opinião por parte do público que estiveram presentes nessas apresentações?

    Rodrigo Auad – Para a banda as apresentações foram satisfatórias e brutais, já a opinião que chegou até a nós por parte do público foi positiva.

    2018 – Geodesic Beast “Debut Álbum”

    Em 2018 tive uma grata surpresa, o primeiro álbum finalmente lançado depois de 19 anos de muita luta. Qual a sua opinião a respeito de Geodesic Beast?

    Rodrigo Auad – Para o Kromorth o Geodesic Beast é um triunfo, pois foram anos de luta e dedicação até lança-lo, na minha opinião trata-se de um marco na história do Kromorth, pois em 2019 o Kromorth completa 20 anos de existência, com um grande álbum lançado.

    Realmente é um ótimo CD, o trabalho apresentado nele é impecável. A gravação foi feita no lendário Da Tribo, estúdio do renomado Ciero que dispensa apresentações. Por que a decisão pelo Da Tribo?

    Rodrigo Auad – A nossa parceria com o “Da Tribo Studio” vem desde 2000, quando gravamos a nossa primeira demo, e por ter tradição no cenário nacional e ter gravado diversas bandas, decidimos gravar novamente no “Da Tribo Studio”.

    Pelo que li no encarte a todo processo de gravação ficou a cargo Trek Magalhães. Como foi a experiência de trabalhar com este grande profissional?

    Rodrigo Auad – O Trek é um irmão e amigo de longa data e trabalhar com ele foi incrível, ele é extremamente profissional no quesito engenharia e produção, ter tido ele no processo de gravação do álbum foi fundamental para que chegássemos em um resultado brutalmente satisfatório.

    E nesse primeiro material a banda conta com um grande nome assinando a produção deste álbum, o Moyses Kolesne. Qual foi o ganho que este trabalho teve em termos de qualidade tendo o Moyses como produtor?

    Rodrigo Auad – Na verdade o Moyses produziu apenas a “Intro” do álbum, com certeza o álbum ganhou um reconhecimento maior com ele na produção. O Moyses é um irmão e amigo de longa data, e quando terminamos de gravar o álbum, perguntamos para ele, se ele poderia produzir a “Intro”, ele aceitou e ficamos extremamente gratos pela participação dele no álbum.

    E a lista de grandes nomes envolvidos não para por aí, toda concepção gráfica ficou a cargo de outro monstro renomado Rafael Tavares. Toda ideia da arte partiu dele ou você participou também? O que achou do trabalho feito pelo Rafael atingiu suas expectativas? 

    Rodrigo Auad – Sim! A arte do álbum ficou a cargo do renomado profissional Rafael Tavares, todo o conceito e o contexto foi passado para ele, e através de um belo trabalho retratou toda a ideia da banda, atingindo todas as expectativas.

    Para materialização de trabalho a banda contou com o apoio da lab 6 e Mad Merchadising. Como surgiu essa parceria entre vocês e eles?

    Rodrigo Auad – O Fábio Zperandio responsável pela Lab6 Music, é um irmão e amigo de longa data, e sempre acreditou e apoiou o Kromorth, a Lab6 Music nos deu um suporte fundamental no lançamento do álbum, e com a Mad Merchandising não temos mais nenhuma relação e nem parceria, por motivos profissionais.

    A divulgação e distribuição do material está sendo satisfatória?

    Rodrigo Auad – A divulgação e distribuição do álbum até o momento estão sendo satisfatórios, já foi distribuído em vários países, o álbum será lançado no México pelo selo “Iron, Blood & Death Corp.” com distribuição mundial.

    E quanto aos shows para divulgação de Geodesic Beast como estão? Houveram alguns shows fora do Brasil?

    Rodrigo Auad – No momento fizemos algumas datas no Brasil, este ano pretendemos expandir as datas em outras regiões do país, e temos proposta de fazer datas na Bolívia.

    Esq. para Dir.: Fabio Agassi, Rodrigo Auad, Lincoln Lima e Elton Bernardino

    Como está sendo a receptividade deste trabalho por parte da mídia especializada e do público?

    Rodrigo Auad – A receptividade por parte da mídia especializada esta sendo positiva, mas pelo público nem tanto, as bandas procuram desenvolver um trabalho sério, mas infelizmente ainda falta valorização e apoio por parte do público.

    Já existe a possibilidade de segundo álbum nos próximos anos? Já estão pensando nisso?

    Rodrigo Auad – Sim! Já estamos compondo material novo para o próximo álbum, maiores detalhes em breve.

    Uma pergunta que sempre faço a todos que entrevisto aqui. Como você vê a atual cena underground de nosso país?

    Rodrigo Auad – Cito novamente a questão do público, o público tem deixado de comparecer nos eventos e de adquirir material, se tem show em uma praça pública vão 1000 pessoas, se tem show cobrado vão 50 pessoas, acredito que deveria melhorar nesse ponto, sem contar as intrigas e panelas que infestam a cena nacional.

    Tem pouco tempo vocês se apresentaram ao lado de grandes nomes, o Havok 666, Chaoslace e Funeratus em um show histórico em Cuiabá. Vocês estão estudando alguma possibilidade de vir divulgar o álbum por aqui?

    Rodrigo Auad: Foi um show em Cuiabá em Junho/18 tocamos juntos com Chaoslace, Havok666 e Funeratus, foi um show histórico para todas as bandas e para Cuiabá, para este ano temos proposta de fazer algumas datas em São Paulo.

    Está para sair ainda sem data definida um split com o Kromorth e Hells Ambassador que será lançado pela Diabolicum Productions. Nos fale a respeito…

    Rodrigo Auad – Esse split ainda é um projeto, vamos ver se será viável a realização desse Split, pois ambas as bandas estão focadas em lançar seus futuros álbuns.

    Rodrigo Auad, muito obrigado por nos ceder esta entrevista, um forte abraço e conte sempre conosco. As últimas palavras são suas…

    Rodrigo Auad – Agradeço pela oportunidade da entrevista ao Kromorth, e dizer aos leitores e público em geral, que o Kromorth segue firme na brutalidade extrema 666, Muito Obrigado. HAIL!!!!

    Abaixo segue o vídeo ao vivo da música “Kromorthian Warrior” gravado em Curitiba: https://youtu.be/nLq-vrLj56s  
  • Em novo vídeo, OVERKILL fala sobre suas primeiras influências musicais

    Em novo vídeo, OVERKILL fala sobre suas primeiras influências musicais

    Os veteranos thrashers de New Jersey, OVERKILL, lançarão seu 19º álbum de estúdio, The Wings Of War, em 22 de fevereiro de 2019, através da Nuclear Blast/Shinigami. O disco foi gravado no Gear Recording Studio em Nova Jersey, SKH Studio na Flórida e Jrod Productions com engenharia manipulada pelo baixista D.D. Verni e o guitarrista Dave Linsk. O álbum foi produzido pela banda, enquanto Chris “Zeuss” Harris cuidou da mixagem e masterização. Travis Smith (NEVERMORE, OPETH, SOILWORK, DEATH) foi novamente recrutado para criar arte de capa para o álbum.

    Abaixo você pode conferir o segundo episódio da série de documentários intitulada Welcome To The Garden State, onde os membros do OVERKILL detalham suas influências iniciais e como isso ajudou a moldar o gênero e seu som.

    The Wings Of War marca a primeira gravação do OVERKILL com o baterista Jason Bittner (SHADOWS FALL, FLOTSAM AND JETSAM), que se juntou à banda no ano passado.

    O vocalista Bobby “Blitz” Ellsworth comenta: “Foi uma explosão fazer The Wings of War! É como algo velho se sentir novo mais uma vez, já que nossa química foi alterada pela adição de Jason Bittner. Eu estava curioso desde o início, como isso funcionaria? Acho que o que conseguimos aqui é um novo e melhorado OVERKILL que abraçou a nova química, enquanto levamos nossas raízes para o presente. A nova fórmula produziu não apenas mais força bruta, mas mais espaço para a melodia, uma relação de duplo ganho. O segredo é não estar interessado apenas na mudança, mas também nela. Eu vou te dizer uma coisa, ainda é divertido fazer álbuns com o OVERKILL.

    No mês passado, falando ao “Trunk Nation” da SiriusXM na manhã de ontem (quarta-feira, 10 de outubro), o baixista do OVERKILL, D.D. Verni afirmou sobre os planos da banda para os próximos meses: “Nós acabamos de mixar o novo álbum – na verdade há apenas dois dias. Acabei de obter a sequenciamento final e tudo isso, então está tudo pronto. Estamos trabalhando na capa agora. Nós ainda não temos um título – vamos ter que criar isso em breve – mas nós temos muitas ideias. E o novo lançamento provavelmente será em fevereiro [de 2019]. A primeira semana de março nós pretendemos estar em turnê na Europa, e então estaremos de volta aqui nos Estados Unidos. Teremos muitas turnês do OVERKILL – temporada de festivais nos Estados Unidos, na Europa, de um lado para outro, por toda parte. A rotina habitual – tentaremos tocar em todos os lugares”.

    Em junho deste ano o vocalista do OVERKILL, Bobby “Blitz” Ellsworth falou ao ‘Patch.com’ sobre a direção musical do novo material da banda: “O que eu noto é que há partes dele que mergulham no heavy metal realmente clássico, que é impulsionado pelo riff. Temos aqueles riffs brutais de metal, e também temos riffs de heavy metal mais clássico. O riff brutal seria mais no sentido moderno do OVERKILL, mas o riff clássico leva de volta para a sensação de Feel The Fire, Taking Over, The Years of Decay”.

    “Eu acho que o que estamos fazendo é manter esses riffs clássicos, mas adicionando a brutalidade depois”, continuou ele. “Então tem a vibração do heavy metal clássico, com a agressão gerada por ele. Obviamente, não vamos soar progressivos ou caminhar fora da trilha que estamos seguindo. Seria um exagero. Mas o resultado final é realmente excitante, porque notamos cada diferente nuance. Então, eu acho que vai ser interessante”.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • MICHAEL SCHENKER FEST anuncia novo álbum

    MICHAEL SCHENKER FEST anuncia novo álbum

    Em 2016, o virtuoso guitarrista alemão Michael Schenker reuniu o time do MICHAEL SCHENKER FEST, uma turnê com os ex-vocalistas do MICHAEL SCHENKER GROUP Gary Barden e Graham Bonnet, além de Robin McAuley do MCAULEY SCHENKER GROUP. O back-up instrumental foi fornecido pelo antigo M.S.G., o baixista Chris Glen e o baterista Ted McKenna, além do guitarrista / tecladista Steve Mann, também do MCAULEY SCHENKER GROUP. Esses shows foram tão arrebatadoramente recebidos pelo público em todo o mundo que parecia lógico que os protagonistas fizessem novas músicas juntos. A decisão de trazer Doogie White, vocalista do TEMPLE OF ROCK de Schenker, acrescenta ainda mais substância ao time de Michael.

    O álbum de estreia do MICHAEL SCHENKER FEST, Resurrection – que também conta com participação de Kirk Hammett, do METALLICA – foi lançado em 2 de março de 2018 pela Nuclear Blast e entrou em paradas em todo o mundo, incluindo o número 10 na Alemanha, número 16 na Áustria e Suíça, 18 no Japão, e 81 nos EUA.

    Celebrando seu 64º aniversário, Michael Schenker está feliz em anunciar um novo álbum de estúdio.

    “Obrigado aos meus fãs em todo o mundo por todas as mensagens de aniversário que recebi hoje”, diz ele. “Eu gostaria de aproveitar esta oportunidade para retribuir suas mensagens de aniversário, dizendo que estou atualmente no estúdio com Michael Voss, gravando um segundo álbum de estúdio do MICHAEL SCHENKER FEST. Com grande prazer, teremos mais uma vez Gary Barden, Graham Bonnet, Robin McAuley e Doogie White nos vocais, com Chris Glen (baixo) Ted McKenna (bateria) e Steve Mann (teclados / guitarra).

    “É ótimo manter a família unida para outro álbum de estúdio e já está soando ótimo”, acrescenta.

    O novo álbum do MICHAEL SCHENKER FEST tem lançamento previsto para agosto, via Nuclear Blast Records.

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  • TÝR: Novo álbum, “Hel”, será lançado em março

    TÝR: Novo álbum, “Hel”, será lançado em março

    Em 8 de março, o TÝR lançará seu oitavo álbum completo, Hel, pela Metal Blade Records. Hel é uma coleção de canções folk metal impiedosamente melódicas e irresistivelmente cativantes, que irá ressoar imediatamente em qualquer um que tenha seguido o grupo a qualquer momento durante as duas décadas de sua carreira.

    Para uma prévia do álbum, o primeiro single, Fire And Flame, pode ser conferido abaixo.

    Conhecido por sua natureza prolífica – seus primeiros cinco álbuns completos foram lançados no espaço de apenas sete anos – a lacuna de seis anos entre Valkyrja (2013) e Hel é de longe a mais longa entre quaisquer dois discos da banda. Durante esse período, o grupo fez uma turnê longa, levando o álbum ao redor do mundo, incluindo uma turnê de apoio ao CHILDREN OF BODOM na América do Norte, e uma aparição no cruzeiro 70000 Tons Of Metal. No entanto, outros fatores contribuíram para este intervalo prolongado entre os lançamentos.

    “Nos aproximamos dessa forma diferente de trabalho porque eu percebi que se eu continuar fazendo álbuns da maneira que fizemos até agora, eu morreria de um ataque cardíaco antes dos 50 anos”, diz o guitarrista / vocalista Heri Joensen. “Essa é uma das razões pelas quais mudamos nosso método e levamos tanto tempo com este.”

    Que essa tática – que também inclui mais contribuições na composição do baixista / vocalista Gunnar Thomsen e do guitarrista Terji Skibenæs do que de lançamentos anteriores – foi benéfica, é algo confirmado no produto final, que talvez seja mais imersivo do que os álbuns que vieram antes.

    “Musicalmente, inclina-se um pouco para o nosso álbum, Ragnarok (2005)”, afirma Thomsen. “É um pouco mais épico e muito melhor trabalhado do que qualquer um dos nossos álbuns anteriores.” Ele também marca a estreia em gravação do baterista Tadeusz Rieckmann, que vem ocupando o posto de baterista para os shows ao vivo do TÝR desde 2016.

    “Tivemos alguns problemas para encontrar o cara certo há alguns anos, mas Tadeusz é o homem para o trabalho”, diz Joensen. “Ele é um baterista tecnicamente capaz, mas ao mesmo tempo, ele tem um peso natural muito ‘old-school’ para seu estilo, e ele toca com emoção profunda, que é exatamente o que precisamos.”

    Track list: 01. Gates Of Hel 02. All Heroes Fall 03. Ragnars Kvæði 04. Garmr 05. Sunset Shore 06. Downhill Drunk 07. Empire Of The North 08. Far From The Worries Of The World 09. King Of Time 10. Fire And Flame 11. Against The Gods 12. Songs Of War 13. Alvur Kongur Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • Aquiles Priester: canal do YouTube atinge marca de 100 mil inscritos após lançamento do vídeo de “The Glory of the Sacred Truth” do novo DVD

    Aquiles Priester: canal do YouTube atinge marca de 100 mil inscritos após lançamento do vídeo de “The Glory of the Sacred Truth” do novo DVD

    O baterista Aquiles Priester acaba de ultrapassar a marca de 100 mil inscritos em seu canal oficial do YouTube após divulgar o vídeo de “The Glory of the Sacred Truth” (Edu Falaschi) do novo DVD & Blu-Ray “All Access to Aquiles Priester’s Drumming”, gravado no Harman Experience Center em Los Angeles, na Califórnia, nos Estados Unidos. Esta é uma marca e tanto para o baterista brasileiro, que de maneira totalmente orgânica e fiel aos seus fãs chegou nesse número bastante expressivo.

    O registro foi filmado pela Foggy Films com 12 câmeras, idealizado pelos produtores Junior Carelli e Rudge Campos, em parceria com Adair Daufembach, que cuidou da gravação, mixagem e masterização do novo trabalho, que foi gravado em Agosto de 2018. Assista o vídeo de “The Glory of the Sacred Truth” (Edu Falaschi)https://youtu.be/Rhztpcvjn80 A pré-venda do DVD & Blu-Ray “All Access to Aquiles Priester’s Drumming” se inicia no dia 15 de janeiro de 2019. Para o lançamento ser ainda mais especial e diferenciado, os Fãs do Aquiles poderão incluir na compra antecipada o ingresso para uma única sessão (exclusiva e limitada), de cinema em São Paulo, onde o blu-ray será exibido na íntegra. O baterista também realizará um workshop de lançamento em São Paulo, seguido de uma sessão de autógrafos. Mais detalhes serão divulgados pelo baterista em sua rede social completa como Facebook, Instagram e YouTube.

    Aquiles Priester usa as seguintes marcas em todas as turnês e eventos: Mapex Drums, Paiste Cymbals, Roland, AKG Microphones, JBL, Soundcraft, Gibraltar Hardware, Evans Drum Heads, Pro-Mark Sticks, LP Percussion, DW Pedals, SKB Cases, Xtreme Ears, Urbann Boards PsychoShoes, Power Click, Consulado do Rock e Lady Snake Rock Wear.

    Links relacionados: https://www.aquilespriester.com https://www.facebook.com/aquilespriester

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