Categoria: Roadie News

  • VENOMOUS: o ‘inferno verde’ em versão ao vivo

    VENOMOUS: o ‘inferno verde’ em versão ao vivo

    Após realizar shows ao lado de grupos estrangeiros como Vader e Jinjer, além de ter realizado shows pelo Brasil e Europa, o Venomous apresenta seu poder de fogo com o vídeo ao vivo de “Green Hell“. Ainda que trabalhando em camadas baseadas no death metal, com toques de metal tradicional e thrash, a música conta com outra faceta do quinteto. “‘Green Hell’, presente em nosso disco de estreia, tem muita inspiração em ritmos brasileiros”, observou o guitarrista Ivan Landgraf. “Ela fala sobre a colonização portuguesa no Brasil e de como nos foi deixada uma herança de sangue, onde a velha oligarquia ainda impera e na qual os governos caem, mas ainda somos dominados pelo ouro”, acrescentou o vocalista Tigas Pereira. Veja o vídeo ao vivo de “Green Hell”, gravado no Manifesto Bar (SP) e produzido por Eduardo Crescenzi em https://youtu.be/5b8CbUQPOHo

    O Venomous promete um novo single para o final de abril, que virá com uma surpresa que tem ligação com outro grupo brasileiro que uniu o metal à música regional brasileira. “Não faremos um som ou algum disco inteiramente como fizeram Angra, Sepultura e Overdose, mas pretendemos colocar alguns elementos em uma de nossas composições futuras”, adiantou o guitarrista Gui Calegari. “Nosso ritmo de trabalho é intenso e atualmente, além dos shows, estamos em processo de composição de nosso segundo álbum, que marcará a estreia do baixista, vocalista e multi-instrumentista Renato Castro, que substituiu Alexandre Bonal. Ele fez a sua estreia conosco no ‘On Fire Fest’, em Diadema (SP) no último dia 17 de março, mas é meu parceiro no The Hammer (Motörhead Tribute) há uma década”, concluiu o guitarrista Ivan Landgraf. Site relacionado: https://www.facebook.com/venomousoficial/ Contato para shows: [email protected]

    Fonte: ASE Press Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • PANYCHIDA – Tradição, estreias e novos planos

    PANYCHIDA – Tradição, estreias e novos planos

    Formado na República Tcheca em 2004, o Panychida pode não ser um dos mais tradicionais representantes do rico cenário metálico da sua terra natal, mas o que tem feito nos últimos quinze anos dignifica o seu nome e os eleva até a categoria de ótimos representantes da música pesada de seu país. Formada por verdadeiros amantes do metal, que desde muito cedo acostumaram os ouvidos aos mais diferentes subgêneros, o Panychida mostra toda a sua versatilidade em álbuns que soam conectados, mas diferentes entre si, em uma evolução contínua mas nunca devotada ao rompimento com o passado. Aliás, é muito pelo contrário. Se algo fica evidente na conversa com o guitarrista Honza Vanek, é que o amor pelos velhos moldes é parte importante no caráter sonoro do Panychida, que estreia nos palcos do Brasil durante o Thorhammerfest 2019.

    Olá Honza, fico feliz em dizer que finalmente conseguimos trazer o Panychida até a ROADIE CREW . Bem, a banda Panychida começou em 2004, certo? Qual foi o objetivo original deste grupo?

    Honza Vanek: Sim, esta é a primeira vez, e antecede nossos primeiros shows no Brasil, muito em breve. Estou muito ansioso por isso. Bem, em 2004 éramos quinze anos mais novos. O objetivo era se divertir, fazer shows, viver a vida do metal, queríamos nos divertir e tentar espalhar nossa música por aí. Ainda é mais ou menos o mesmo. Nós ainda fazemos isso para nos divertir e, com o passar dos anos, enquanto estamos alcançando novos níveis, também é bom ver novos lugares e conhecer novas pessoas ao redor do mundo. Isso realmente me parece ser uma boa diversão… Exceto os longos voos, que eu realmente odeio.

    Como o nome Panychida se encaixa com a ideia que vocês tinham para a banda? Aliás, o que significa Panychida?

    Honza: Panychida é uma cerimônia ritual para os mortos. Vem da liturgia ortodoxa. Não que estivéssemos muito ligados à religião, mas a raiz da palavra remonta aos tempos antigos e está ligada também aos tempos pagãos. Para nós, significa simplesmente a conexão entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos e tem seus laços com o lugar de nossa origem. Nosso ex-vocalista escolheu o nome, e seguimos adiante com ele mesmo depois. Ainda tem a boa ‘vibe’ e atmosfera que trazia antes para nossa música, embora nossa musicalidade tenha evoluído um pouco desde nossos primeiros dias. Agora nos sentimos mais como uma banda tradicionalmente enraizada do que no começo, onde havia como objetivo ter uma espécie de imagem black metal pagã. Mas isto foi rapidamente embora com o nosso ex-vocalista, as conexões ainda estão lá, é claro, mas as nossas raízes musicais pessoais estão mais na superfície hoje em dia. Deve ser pesado da melhor maneira possível! Então está tudo indo bem.

    Seu primeiro álbum, Paganized, foi lançado em 2007. Como vocês chegaram nesse primeiro álbum e como foram os primeiros anos da banda?

    Honza: Nós tínhamos acabado de gravar o álbum. Ele foi baseado nas músicas que estávamos reencenando em nossa sala de ensaios nos anos anteriores. Então, nós tínhamos enviado algumas promos, e uma proposta veio da antiga gravadora alemã Folter Records (que também trabalhou com SKYFORGER, THE STONE, THE COMMITTEE e muitos outros). Depois dele, ficamos para o nosso segundo álbum, mas depois começamos a colaborar também com outros rótulos. Ainda estamos em contato com Jörg (o dono da gravadora) e ainda conversamos de tempos em tempos. Nós estávamos entusiasmados e esperávamos colocar a banda no exterior o mais rápido possível. Foi um pouco mais difícil como nós percebemos mais tarde, mas ainda estamos felizes por onde chegamos depois desses anos. É bom saber que existem pessoas em todo o mundo que ouvem nossas músicas, embora não sejam tantas pessoas assim.

    Desde o primeiro álbum, vocês mostraram ter muito cuidado com as letras. Quão importante é a letra para a música, e onde você costuma encontrar inspiração para suas letras?

    Honza: As letras são importantes para que você, como autor, esteja feliz com o resultado. Normalmente, sou eu (hoje em dia, já que no começo da banda era o nosso ex-vocalista), que escreve a maioria das letras, então eu só escolho tópicos, que são de alguma forma próximos a mim… baseados em minhas leituras, estudos ou viagens. Mitologia, filosofia, natureza, velhos tempos, história e lendas… É basicamente sobre isso que as nossas músicas tratam. Claro que você pode ir mais fundo se quiser, mas cabe mais aos ouvintes do que aos interpretes. Há definitivamente mais se você quiser descobrir. O mais importante ainda é a música em si, eu diria. Mas acabamos de preparar o nosso novo álbum, e será totalmente dedicado aos tempos antigos e à vida das pessoas na região montanhosa checa conhecida como Šumava (hoje em dia um parque nacional). Eu estudei muito sobre o modo de viver e os lugares dos velhos tempos, as lendas e a vida dos habitantes das terras altas comuns. Isto é o que eu considero como um tópico único, espero que o álbum seja lançado em breve. Ou pelo menos no final do ano. Eu amo os lugares nas montanhas, vou para lá muitas vezes, então para mim será um álbum muito pessoal definitivamente.

    Quanto da História do seu país podemos encontrar na sua música? Quero dizer, o quanto as letras da sua música estão ligadas ao rico legado cultural do seu país?

    Honza: Acabei de revelar um pouco do que estamos planejando para o futuro, e lá definitivamente haverá muita História. Mas tudo isso estará ligado a essa região montanhosa. Mas você pode encontrar alguns tópicos históricos em nossas letras também nos álbuns anteriores. Algumas partes de nossas lendas, e assim… tem uma parte que é simplesmente fantasia, e algo que está historicamente enraizado. Eu acho que é importante manter o que peno ser uma história nacional. Mantém as pessoas juntas, e dá-lhe uma espécie de auto-identificação, simplesmente cria a sua personalidade. Não é preciso ser um inimigo para as outras nações, mas deve ser integrado à sua própria história. Mas nos tempos em que vivemos as coisas vão exatamente ao contrário… não tenho grandes ideais sobre a situação atual do mundo. Na verdade, o mundo de hoje realmente é uma droga, e tudo parece ter o jeito invertido de ser… São tempos estranhos.

    A propósito, você tem um evento favorito na história de sua terra natal? Algo que você gostaria de explorar em alguns dos seus próximos álbuns?

    Honza: Eu não diria um evento, mas estudei antropologia nos anos da universidade e sempre amei os assuntos que lidam com a vida cotidiana ou pessoas comuns. A chamada história do dia a dia – e eu acho que você poderá observar isso no nosso próximo álbum. Está cheio de história e lendas. E eu sempre amei as montanhas tchecas – não tão gigantes e altas, mas há história transpirando e esperando por você nas profundezas das florestas! E isso é definitivamente o que uma banda de metal deveria lidar!

    E o que pode nos contar sobre música? O que você gosta de ouvir quando tem algum tempo livre? Quem foram seus primeiros heróis na música e como você encontrou o caminho para “escapar” do poder das influências e encontrar seu próprio som?

    Honza: Bem, pessoalmente eu diria que sou o cara dos anos oitenta. Claro que percorri o longo caminho de descobrir diferentes tipos de metal e até mesmo algo além dele. Mas no final acabei onde comecei. E eu comecei como uma criancinha, na idade de cinco ou seis anos, ouvindo IRON MAIDEN e RUNNING WILD com meu pai. E é aí que estou agora de novo. De qualquer forma eu tenho meus favoritos em toda a escala da música metal em quase todos os lugares, mas eu sempre mantenho o METAL. A essência do metal verdadeiro deve estar presente. Não há merdas modernas como essa nova coisa chamado metal music. Nunca!! Falar sobre a verdadeira essência do metal significa que você deve sentir a história, o respeito às raízes, mesmo que seja uma nova banda. Você simplesmente sabe quando é verdadeiro. Eu realmente gosto de voltar no tempo e descobrir os álbuns que senti falta daquela época. Há bandas em todos os gêneros de metal com a essência que eu estou falando… Vamos apenas nomear alguns: nunca se esqueça do IRON MAIDEN e JUDAS PRIEST, RUNNING WILD são alguns dos meus tops (os álbuns mais antigos, os novos não soam mais tão bem), ACCEPT é ótimo também. DESTRÖYER 666 ou NECROPHOBIC representa como deve ser quando se fala de black/thrash… DISSECTION! Nunca se esqueça do KING DIAMOND e do MERCYFUL FATE… Mas eu até considero muito o KATATONIA como uma banda com o espírito do metal… as bandas mais jovens como ENFORCER ou PROCESSION também são incríveis, com o verdadeiro espírito! Mas também amo DISMEMBER e BENEDICTION… É, consumo toneladas de música todos os dias.

    A cena metálica da República Tcheca dispõe de um bom nome no Brasil, graças às bandas de black metal, nomes como MANIAC BUTCHER, AVENGER, ROOT, MASTER’S HAMMER e TÖRR são muito bem vistas no underground. Eu sei que vocês sempre tiveram uma boa conexão musical com o black metal. Quanto as atmosferas de black metal ajudam você a alcançar seus objetivos com sua arte? Você acha que o black metal ainda é uma boa maneira de expressar seu espírito artístico?

    Honza: Sempre houve toques de black metal em nossa música e definitivamente é uma forma de expressão, mas enquanto você ouve nossa música, pode perceber que não é o único caminho para nós… Estávamos conectados com algumas das bandas que você mencionou há muito tempo, no começo da banda… O baterista atual do Master’s Hammer e o cérebro de Avenger – Honza Kapak foi integrante da nossa banda por muito tempo, e chegou a fazer três álbuns conosco. Ele teve um grande impacto nesses álbuns. Alguns de nossos membros também tocaram em diferentes bandas que são mais ou menos black metal. Para citar apenas um – confira MALLEPHYR, onde você pode encontrar nosso guitarrista tocando baixo. Bem, quando eu estava falando sobre o verdadeiro espírito do metal – ou essência – podemos definitivamente contar com o black metal, claro… mas é necessário evitar aquela estupidez pintada de crianças… há muitas dessas em todo lugar, mas elas não podem realmente capturar o que se deve procurar na música. Haverá sempre algo de black metal em nossa música, eu acho … haverá também heavy metal e algumas pontes de destruição podem aparecer… quem sabe. O objetivo é mantê-lo pesado, mas o black metal em sua melhor forma é definitivamente um instrumento para expressar os estados mentais mais profundos e serve melhor do que qualquer outro gênero que existe.

    Bem, seu último álbum completo, Haereticalia – The Night Battles, foi lançado em 2016. Você disse que já tem músicas para um novo álbum, então o que podemos esperar do seu próximo registro?

    Honza: Sim, já faz um tempo que lançamos nosso último, e já estamos trabalhando no novo. Eu tenho revelei alguns detalhes antes, mas ainda estamos trabalhando nele. Está sendo extremamente lento desta vez, pois estamos trabalhando há quase um ano nessas músicas. Mas nossa vida pessoal também tem suas prioridades de tempos em tempos e devemos respeitar isso. Esperamos que seja concluído no final deste ano para, aí ele poderia ser lançado no final do ano ou no início do próximo. Eu acho que será nosso álbum mais pesado até hoje. Ainda será muito melódico e atmosférico. Estou feliz com os resultados, já que as músicas estão começando a ganhar suas formas. Será muito diferente do álbum Haereticalia, que foi muito baseado em partes atmosféricas e orquestrais. Este será mais direto e mais tradicional, eu diria.

    Como você revelou no início da entrevista, o Panychida vai tocar no Brasil em breve, como parte do elenco do festival Thorhammerfest de 2019. Então, o que você pode nos dizer sobre a experiência de vir para o Brasil e o que podemos esperar para ver no seu show?

    Honza: Nós vamos dar o nosso melhor, como sempre fazemos. Queremos que as pessoas se divirtam e aproveitem o tempo conosco. É muito mais fácil quando a plateia está ligada na música e ela pode viver a música, e isso é o que eu realmente espero dos rapazes e garotas brasileiros. Para nós, é uma grande aventura atravessar o oceano… nós tocamos no México há alguns anos e também foi uma experiência fantástica. Como somos uma banda pequena, é sempre bom ver pessoas curtindo nossa música tão longe da nossa terra natal. Nós definitivamente vamos trazer nossos produtos oficiais conosco, então parem para uma conversa e uma cerveja, e teremos o maior prazer de conversar e ver como as coisas estão por aí. Encontre-nos nos shows e tome uma cerveja conosco! Obrigado por suas perguntas e seu tempo! Até breve.

  • AMON AMARTH divulga “Raven’s Flight”, primeiro single do novo álbum, “Berserker”

    AMON AMARTH divulga “Raven’s Flight”, primeiro single do novo álbum, “Berserker”

    A banda sueca AMON AMARTH lançará seu novo álbum, Berserker, no dia 3 de maio pela Metal Blade Records. O disco foi gravado na Sphere Studios em North Hollywood, Califórnia, com o produtor Jay Ruston, que trabalhou anteriormente com o ANTHRAX, STEEL PANTHER, URIAH HEEP e STONE SOUR.

    O primeiro single do álbum, Raven’s Flight, pode ser visto abaixo.

    “O álbum anterior foi um álbum conceitual, mas não queríamos entrar em uma situação em que cada álbum tem que ser um disco conceitual, então esse é diferente”, declarou o frontman Johan Hegg. “Nós queríamos nos afastar disso e tentar soar um pouco mais diversificado, com as letras e tudo mais. Eu tenho ideias de muitas coisas diferentes, de coisas históricas e fontes mitológicas. Às vezes você só pega algo que está na sua mente e não tem que ter um significado maior por trás disso – às vezes é apenas uma ótima letra de metal que se encaixa com uma ótima música de metal, e essas são ótimas músicas de metal.

    “Para mim, este é o AMON AMARTH 2.0″, continuou Hegg. “Eu acho que o que fizemos aqui é nos dar o espaço para explorar outras partes da nossa musicalidade e quem somos como uma banda. Se você está contente com o que você fez, qual é o ponto de continuar? Nós sempre queremos criar novas ideias, encontrar novas maneiras de fazer as coisas e criar espetáculos maiores e melhores, e realmente tentar melhorar cada aspecto do que a banda é. Queremos tentar continuar crescendo e fazer isso pelo tempo que tivermos a possibilidade de fazê-lo, porque este é o melhor emprego do mundo”.

    O último álbum do AMON AMARTH, Jomsviking estreou no 19º lugar na parada Billboard 200 em março de 2016. O disco foi lançado pela Metal Blade na América do Norte e pela Sony Music internacionalmente. O primeiro registro conceitual da carreira do AMON AMARTH foi produzido e mixado por Andy Sneap (JUDAS PRIEST, MEGADETH, TESTAMENT, ACCEPT).

    O AMON AMARTH trabalhou com um baterista de sessão, Tobias Gustafsson (VOMITORY, CUT UP), durante as sessões de gravação de Jomsviking, após a saída do antigo baterista Fredrik Andersson. A banda conta hoje com o baterista Jocke Wallgren, do OCTOBER TIDE.

    https://youtu.be/H24S0nym-pE Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • Confira “Ride With The Devil” e “Crash And Burn”, novas músicas do MÖTLEY CRÜE

    Confira “Ride With The Devil” e “Crash And Burn”, novas músicas do MÖTLEY CRÜE

    Duas novas músicas do MÖTLEY CRÜE, Ride With The Devil e Crash And Burn, podem ser ouvidas abaixo. As faixas aparecem em The Dirt Soundtrack, que acompanha o filme da Netflix The Dirt, baseado na biografia do MÖTLEY CRÜE de 2001, que atingiu a lista de best-sellers do The New York Times.

    Lançada ontem (22 de março), a trilha sonora de 18 músicas masterizada pelo ganhador do Grammy, Dave Donnelly, apresenta uma coleção de clássicos do MÖTLEY CRÜE que ressaltam os momentos significativos que moldam o filme. O álbum inclui 14 favoritas dos fãs e faixas que alcançaram o topo das paradas, como Dr. Feelgood, que ficou em sexto lugar no Hot 100 da Billboard e Girls, Girls, Girls, que alcançou o segundo lugar no Top 200 da Billboard. Além destas, também aparecem na trilha sonora os sucessos Kickstart My Heart, Same Ol’ Situation (S.O.S.), Shout At The Devil e a icônica balada Home Sweet Home.

    Exclusivamente para a trilha sonora do filme, o MÖTLEY CRÜE gravou quatro novas músicas, incluindo o single The Dirt (Est. 1981) (feat. Machine Gun Kelly), que mescla versos de rap em torno dos riffs de guitarra. As três outras novas músicas são Ride With The Devil, Crash And Burn, e um cover de Like A Virgin, da MADONNA.

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  • MISERY INDEX: Confira o novo vídeo, “Naysayer”

    MISERY INDEX: Confira o novo vídeo, “Naysayer”

    A banda de Death Metal norte-americana MISERY INDEX lançou um videoclipe oficial para a música Naysayer, tirada do último álbum da banda, Rituals Of Power. A chegada do clipe coincide com o lançamento da turnê europeia do grupo, que começa hoje, 23 de março, no Heidelberg Deathfest. O MISERY INDEX será apoiado pelo THE LION’S DAUGHTER, assim como pelo WORMROT e o TRUTH CORRODED.

    A banda comenta sobre o vídeo: “Para comemorar o lançamento de nossa primeira turnê para o novo álbum, oferecemos um vídeo para a faixa Naysayer.

    “O vídeo foi filmado várias semanas atrás em nosso espaço de ensaios em Baltimore e tem a intenção de capturar a banda em nosso cenário criativo mais primitivo. A ideia era dar vida e animar visualmente o que é talvez a música mais feroz e implacável do álbum.

    Naysayer é direto ao ponto; afasta os capuzes daqueles que buscam se esconder atrás das paredes (materiais ou digitais) e os chama pela sua inveracidade e desumanidade. Tenho certeza de que todos nós conhecemos alguns ‘naysayers’.

    “Aumente o som, deixe arrebentar tudo e cante junto.”

    Rituals Of Power foi lançado em 8 de março pela Season Of Mist. A arte do disco foi criada por Raphael Gabrio.

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  • JINJER: Confira o novo vídeo, “Teacher, Teacher!”

    JINJER: Confira o novo vídeo, “Teacher, Teacher!”

    A banda ucraniana JINJER lançou seu novo EP de cinco músicas, Micro, em 11 de janeiro de 2019, através da Napalm Records.

    O baixista Eugene Abdiukhanov comenta: “Quase dois anos e meio desde o lançamento e turnê do nosso álbum King Of Everything, todos nós tivemos a vontade de começar a escrever novas músicas. A paixão de criar novas músicas cresceu mais do que você imagina e convertemos toda essa energia em algo especial e novo… E parece que criamos um monstro e mal posso esperar para que todos vocês escutem!”

    O vídeo oficial da música Teacher, Teacher! pode ser visto abaixo

    No começo do ano, Abdiukhanov disse à rede francesa ‘Loud TV’ que a banda entraria no estúdio no outono para começar a gravar novas músicas. “Nós vamos gravar um EP – quatro ou cinco músicas, absolutamente novas”, disse ele. “Vai ser uma direção diferente, será uma abordagem diferente, mas ainda JINJER. Vai ser progressivo”.

    O terceiro álbum do JINJER, King Of Everything, foi lançado em julho de 2016 pela Napalm Records.

    O segundo LP da banda, Cloud Factory – que foi lançado em 2014 – foi reeditado no começo do ano com duas faixas ao vivo.

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  • HARD:ON: vídeo traz passo a passo da criação da arte de capa

    HARD:ON: vídeo traz passo a passo da criação da arte de capa

    O artista Marcelo Calenda, do estúdio de retoque e ilustração Revolut, editou um vídeo que traz o passo a passo da criação da arte de capa do segundo álbum da banda de hard rock Hard:On, “Bad Habits Never Die”. “Para fazer esta capa eu perdi mais tempo pensando do que efetivamente desenhando. O ‘making of’ em ‘timelapse’ mostra o processo muito acelerado. Como o título sugeria que maus hábitos não morrem, imaginei um planeta. Pode ser até a Terra em uma situação bem futurista e pós-apocalíptica ou outro planeta, já que o homem é representado por um robô, um androide em meio a algumas coisas que caracterizam maus hábitos da década de 80”, explicou Calenda.

    O artista revela que escolheu o estilo de arte baseado na do ilustrador japonês Hajime Sorayama. “Ele fez a capa de ‘That’s the Stuff’ do Autograph e a de ‘Just Push Play’ do Aerosmith, mas eu não queria que fosse exatamente um desenho dos anos 80. Queria que remetesse, como se fosse uma leitura como se a gente tivesse pulado no tempo de um disco como ‘Theatre of Pain’, do Mötley Crüe, direto para esse, mas com um toque de modernidade que também tem no som. Embora o som seja hard rock de raiz, ele tem um toque de modernidade e tentei refletir isso na arte, puxando uma cromia e na paleta de cores, que fosse esse disco do Mötley e as artes carcaterísticas de Sorayama, de androides tão característicos dos anos 80”, revelou o artista, que já criou artes para artistas como 1853, Strangeways, Sun, Adriana Sanchez, Barra da Saia e Opera Mono.

    Bad Habits Never Die” também foi antecipada em videoclipe, gravado no Rocks Studio, com direção de Ricardo Amaro e fotografia e edição de Eric Teixeira. “Tivemos uma ideia simples durante as sessões de gravação do disco. Registramos o vídeo em pouco tempo, valorizando a música e tomando um cuidado especial para capturar as imagens”, observou o baixista Ricardo Bolão.

    O repertório de “Bad Habits Never Die” será o seguinte: 1-Bad Habits Never Die 2-Catwalk 3-Dr She 4-Touchdown 5-Sunset Drive 6-Open Your Eyes 7-Kings of the Pit 8-Two to Tango 9-Life

    A produção das nove faixas do álbum “Bad Habits Never Die”, que será lançado pela Shinigami Records, foi feita pela banda, ao lado do renomado produtor José “Heavy” Luís Carrato (SP Metal, Ratos de Porão, Platina, A Chave do Sol, Gueto, Camisa de Vênus, Inocentes e outros). A parte instrumental foi registrada no Rocks Studio (SP) e as vozes no Cubic Sun Studios, em Berlim (ALE). “Exploramos novos estilos dentro do hard’n’heavy para as novas composições, mas sem perder a essência 80’s do Hard:On”, concluiu Chris Hoff. Site relacionado: https://www.hardonmusic.com Fonte: ASE Press Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop

  • DEATH ANGEL revela capa, data de lançamento e primeiro single do novo álbum, confira!

    DEATH ANGEL revela capa, data de lançamento e primeiro single do novo álbum, confira!

    Os veteranos do thrash metal da Bay Area de San Francisco, DEATH ANGEL, vão lançar seu aguardado nono álbum completo, Humanicide, em 31 de maio, pela Nuclear Blast Records.

    Com Humanicide, o DEATH ANGEL não apenas mantém seu trono no universo do thrash metal, como também consegue se manter progredindo em seu estilo. Eles aplicam uma grande variedade de elementos diferentes à sua música, sempre pressionando para adicionar novidade ao som. Desta vez, eles incluíram de tudo, desde partes acústicas e músicos convidados, até mesmo (pela primeira vez) a inclusão de um piano. Todas as 10 músicas fluem perfeitamente, mas cada uma deixa sua própria impressão distinta.

    O primeiro single e faixa título, Humanicide, representa triunfalmente a totalidade do álbum, energizando imediatamente o ouvinte. O vocalista Mark Osegueda comenta: “Eu queria escrever algo que os fãs de metal realmente entendessem. Algo sombrio e intenso, algo que ainda faz sentido. Agora, acho que é muito evidente que a Terra está em um estado doentio”.

    O guitarrista Rob Cavestany acrescenta: “Quando eu escrevi a música para a nossa canção Humanicide, eu estava gravando um álbum que teria todos os elementos de um opus épico do thrash. Isso significa uma introdução ao estilo metal clássico que levava a uma feroz ‘Riff-o-Rama’ típica do Bay Area Thrash. Uma das minhas músicas favoritas do DEATH ANGEL, com certeza, que parece a sucessora da nossa Thrown To The Wolves. Mal posso esperar para tocá-la ao vivo.”

    Pelo quarto álbum consecutivo, o DEATH ANGEL retornou ao produtor e amigo Jason Suecof (DEICIDE, TRIVIUM) dos estúdios da Audiohammer para gravação e mixagem, juntamente com a masterização do lendário Ted Jensen (SLIPKNOT, PANTERA) da Sterling Sound, que adicionou os retoques finais e deu vida a tudo isso. Brent Elliott White (LAMB OF GOD, MEGADETH) foi o responsável pela ameaçadora arte da capa.

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  • RADICAL KARMA lança o EP de estreia, “Entre o Fim e o Começo”

    RADICAL KARMA lança o EP de estreia, “Entre o Fim e o Começo”

    Radical Karma tem em sua formação membros com larga experiência sobretudo no cenário punk rock/hardcore, mas que nele se aprofundam em outro universo, ainda que as raízes estejam fincadas, inevitavelmente, no underground. Após o lançamento de dois singles, com excelente repercussão, o quarteto enfim lança o EP “Entre O Fim E O Começo”. Ouça as quatro faixas aqui:https://ONErpm.lnk.to/RadicalKarma.

    Gabriel Zander [voz], Fausto Oi [baixo], Mateus Brandão [guitarra] e Fernando Martins [bateria] se encontraram entre janeiro e dezembro de 2018 e sorrateiramente para ensaios no Estúdio Porto, e sem fazer alarde gravaram um EP com quatro faixas.

    A produção é assinada por Philippe Fargnolli [CPM22, Reffer, ex-Dead Fish] e todo o processo foi feito no Estúdio Costella, na capital paulista onde o grupo reside.

    Assim como o recorte de um diário, o EP “Entre O Fim E O Começo”, lançado pela Flecha Discos, é repleto de sentimentos que são exteriorizados por meio de causas e efeitos, embalados com um toque melancólico natural e uma melodia espontânea.

    A abertura com “Ainda Bem Que Decidiu Ficar”, tem clima pungente, a tensão da letra [e narrativa intensa e envolvente] é refletida na solidez da base e dos riffs.

    As canções parecem extensões de experiências vividas e que de alguma forma se conectam e formam um momento de superação – de extremos, do [quase] decesso à celebração a vida.

    “Ambar Báltico” é terapêutica, ela aquece e acalma. A princípio emana angústia, desejo por proteção, mas que ao poucos se transforma em um grito de libertação, do anseio à exteriorização: “e doa a quem doer, não deixe de viver; e doa a quem doer seja sempre você”. Já existem planos para a produção de um clipe que ficará a cargo dos irmãos Luca e Davide Bori, da banda soteropolitana Vivendo do Ócio.

    O rock alternativo, aquele à margem entre o indie e o mainstream de nomes como Smashing Pumpkins, Pixies e Seaweed, paira entre as referências. Não há uma cartilha a ser seguida, mas alguns dos ensinamentos marcam presença nas entrelinhas.

    Assertivas defendidas pela escritora americana Carol J. Adams, autora de “A Política Sexual da Carne” – onde ela denuncia a cultura dominante viril-carnista e toda a opressão arraigada – reverberam em “Referente Ausente”. Na contramão da seriedade do tema, leveza e calmaria na harmonia, um ode pacifista-ativista tal qual a simplicidade de valores do indiano Mahatma Gandhi.

    Toda a identidade visual do RK ficou nas mãos da designer e ilustradora Camila Rosa, de Joinville [SC]. Ela vem despontando com sua arte de resistência, onde não poupa cores e mensagens de empoderamento feminino.

    Sonoramente a banda traz energia acumulada ao longo de décadas de estrada e o desejo de produzir material de qualidade, “Sinto Muito Que Não Sinta Nada” reflete isso e encerra o EP com a rispidez de quem se encontra em estado de aflição diante da apatia de outrem.

    Da bagagem anterior, o Radical Karma carrega a vivência do it yourself e a vontade de tocar em todos os cantos possíveis, de clubes pequenos a grandes festivais espalhados pelo Brasil. O material, que futuramente se juntará a um outro EP e formará um disco cheio, já está disponível nas plataformas digitais. Este é só o começo!

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  • STEVE PERRY lança vídeo oficial para “We’re Still Here”

    STEVE PERRY lança vídeo oficial para “We’re Still Here”

    O vocalista STEVE PERRY lançou seu primeiro vídeo musical oficial em quase 25 anos, para a música We’re Still Here, faixa de seu álbum mais recente, Traces.

    Uma série de vídeos ao vivo foi lançada anteriormente em apoio a Traces. No entanto, o novo clipe de We’re Still Here representa o primeiro vídeo oficial de Perry como artista solo desde Missing You em 1994, e seu primeiro vídeo oficial desde When You Love A Woman, do JOURNEY, lançado em 1996.

    O clipe inspirado no neo-noir foi dirigido por Myriam Santos (COMMON, ANDRA DAY, TOMMY LEE) mostra Perry dirigindo um Chevelle SS preto e brilhante de 1970 através das mesmas ruas de Hollywood que o levaram a escrever essa canção emotiva e reflexiva ao lado do produtor/compositor canadense Brian West.

    Perry compartilhou a história por trás de We’re Still Here. “Brian e eu tínhamos acabado de começar a escrever a música e estávamos tendo algumas ideias no estúdio”, disse ele. “Quando nós demos uma pausa para o jantar eu fui para este lugar na rua, e essa foi a primeira vez que eu estava em Hollywood há muito tempo. Lá estava eu na Sunset Blvd, Hollywood e Vine, apenas andando por aí. Eu vi uma geração completamente nova de garotos de 16 e 17 anos que estava correndo por aí, apenas aproveitando a vida. Eu senti uma familiaridade com esses garotos. Ainda estamos aqui, fazendo a mesma coisa.”

    https://youtu.be/1mS6diwXA08 Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop