Categoria: Roadie News

  • NEURO RUPTURA: Anunciando a entrada de novo guitarrista

    NEURO RUPTURA: Anunciando a entrada de novo guitarrista

    A banda gaúcha NEURO RUPTURA dá as boas-vindas a Rodrigo Carpes como novo guitarrista, substituindo Matheus Benites e fazendo par nas guitarras com Marcus “Titânio”. Segundo nota oficial, “Rodrigo é um guitarrista experiente e extremamente habilidoso com riffs pesados e marcantes, possuindo influências diretas de bandas como Jinjer, Architects, Periphery e Monuments”. O músico já fez parte de projetos com ex-integrantes de bandas como It’s All Red, My Soundtracked Life, Sun Sideup, entre outras bandas da cena alternativa dos anos 2000 em Porto Alegre. Rodrigo já faz parte do processo de gravação do próximo single, que deverá ser lançado ainda este semestre com uma de suas criações, inclusive.

    Rodrigo comenta: “A banda Neuro Ruptura é uma combinação perfeita para o meu gosto musical e estilo de tocar. Melódico, pesado e com conteúdo a ser transmitido. Tenho a honra de fazer parte da banda e estou ansioso para dividir o palco com todos nos próximos shows. Desde minha entrada na banda em janeiro deste ano, tocando músicas novas e antigas, venho aprendendo novas formas de pensamento musical. O senso aguçado aos detalhes, principalmente do baterista Diego Lucher e do guitarrista Titânio, realmente fazem o som da banda ser único no cenário atual independente! Preparem-se, pois vem muita coisa boa e diferente pela frente! “

    Tendo iniciado suas atividades em 2002, a NEURO RUPTURA tem trabalhado na divulgação de seu primeiro álbum completo, o CD intitulado “2K18”, alusão ao ano de 2018, um ano de renovações para a banda. Com dez músicas inéditas, o álbum mostra toda a evolução sonora e amadurecimento pessoal de cada músico. Sem se encapsular em um estilo especifico a sonoridade da banda caminha livremente entre o Rock Alternativo, o New Metal, Nu Metal, Metal Alternativo e todas as referências advindas de seus integrantes. Composto de dez faixas, “2K18” foi produzido por Wes Di Castro, Diego Lucher e Marcus “Titânio” e mixado/masterizado por Wes Di Castro no DropAllien Studio. Sobre a sonoridade variada, a banda declara: “Procuramos explorar toda a extensão do que significa ser músico, ser uma banda, ser uma forma de entretenimento e cultura a todos! Buscando um som pesado e harmonioso carregado dos mais variados sentimentos. Nossas letras sempre em português buscam referências no cotidiano, na complexidade da mente e do coração.”.  NEURO RUPTURA é formada ainda por Marcos Ramírez e Jean Kaiser nos vocais, Diego Lucher na bateria e Guilherme Carvajal no baixo.

    Ouça “2K18” nas principais plataformas digitais:

     Spotify: https://spoti.fi/2M2X6bz

    Deezer: https://bit.ly/2K3k1Gh Contatos: Site: www.neuroruptura.com.br Facebook: facebook.com/neurorupturaoficial Instagram:  instagram.com/neuroruptura Twitter: twitter.com/neuroruptura Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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  • Segundo Eric Bloom, BLUE ÖYSTER CULT lançará novo álbum de inéditas

    Segundo Eric Bloom, BLUE ÖYSTER CULT lançará novo álbum de inéditas

    O membro fundador do BLUE ÖYSTER CULT, Eric Bloom, confirmou ao ‘MassLive.com’ que a banda planeja lançar seu primeiro novo álbum desde Curse Of The Hidden Mirror, de 2001.

    “Ainda não estamos trabalhando nisso, mas a tinta está no contrato em breve”, disse ele. “Todos nós estamos trabalhando em músicas ao longo dos anos, mas há muita negociação, porque não se trata apenas de o novo produto, mas também sobre o relançamento do catálogo.”

    Dois anos atrás, Bloom disse ao ‘OC Weekly’ que ele não estava particularmente entusiasmado em trabalhar em novas músicas, especialmente considerando que Curse Of The Hidden Mirror não exatamente conseguiu brilhar nas paradas.

    “Na realidade econômica, custa dinheiro fazer um disco”, disse Bloom. “O tempo que leva para fazer um disco, se você quer fazê-lo do jeito certo, é um tempo que teríamos que tirar do nosso trabalho, e é preferível estar trabalhando do que fazer um álbum que ninguém vai comprar. Nós somos uma banda de rock clássico com um futuro paradoxal: o atual público que compra os álbuns não vai realmente se importar com o que lançarmos.

    “As rádios de rock clássico provavelmente não vão tocar nada novo que fizermos”, acrescentou Bloom. “Estações de música pop não tocam nada nosso. As pessoas descobrirem que temos algum material novo é improvável. Eu sei que os fãs mais ardorosos gostariam de ter novidades nossas e, eventualmente, nós vamos fazer isso, mas por uma década, não há realmente nenhuma razão para fazer isso”.

    O BLUE ÖYSTER CULT está ativo desde 1967 e lançou vários álbuns aclamados pela crítica, sem nunca chegar ao topo da parada da Billboard (o mais bem colocado de seus álbuns foi Fire Of Unknown Origin, de 1981). O single mais bem sucedido da banda é o icônico Don’t Fear The Reaper.

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  • KAMPFAR: Novo álbum, “Ofidians Manifest” será lançado em maio

    KAMPFAR: Novo álbum, “Ofidians Manifest” será lançado em maio

    A banda norueguesa de black metal KAMPFAR lançará seu mais novo álbum de estúdio, Ofidians Manifest, no dia 3 de maio, via Indie Recordings. Abaixo você pode assistir ao primeiro single do novo álbum, Ophidian, em um vídeo produzido por Dariusz Szermanowicz & Grupa 13.

    O KAMPFAR nasceu em 1994 pelas mãos do vocalista Dolk (MOCK), e após o EP homônimo de 1996, lançou seu debut, Mellom Skogkledde Aaser, em 1997, hoje considerado um clássico da segunda geração do black metal norueguês. Em 2006 a banda lançou seu terceiro álbum completo Kvass, que iniciou a parceria da banda com a Napalm Records. Ao lado da Napalm, os noruegueses ainda lançaram os álbuns Heimgang (2008) e Mare (2011).

    Djevelmakt (2014), sexto álbum do grupo, marcou a estreia do KAMPFAR ao lado do selo Indie Recordings, que também inclui o álbum de 2015, Profan, e o novo, Ofidians Manifest, que será lançado em maio.

    Além de Dolk (bateria e voz) e Ask (bateria e voz), o KAMPFAR também conta com o guitarrista Ole Hartvigsen e o baixista Jon Bakker.

    O sétimo álbum de estúdio do KAMPFAR, Profan venceu o Spellemann Award (Grammy norueguês) na categoria Metal.

    Foto da banda: Sebastian Ludvigsen Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • JORDAN RUDESS (DREAM THEATER) lançará novo álbum solo em 19 de abril

    JORDAN RUDESS (DREAM THEATER) lançará novo álbum solo em 19 de abril

    O tecladista JORDAN RUDESS (DREAM THEATER) lançará seu novo álbum solo, Wired For Madness, em 19 de abril pela Music Theories Recordings / Mascot Label Group.

    Wired For Madness irrompe e flui com todo o drama, técnica e melodicismo que se tornaram marcas musicais de Rudess. O álbum também apresenta a ação do mago dos teclados nos vocais. Convidados de renome incluem o baterista Marco Minnemann, o vocalista do DREAM THEATER, James LaBrie, os guitarristas Vinnie Moore, Guthrie Govan, Joe Bonamassa e John Petrucci.

    Jordan dissipa qualquer noção de que se trata de um registro conceitual. “Não é um álbum conceitual”, diz ele. “No entanto, a faixa-título tem uma história que eu estava imaginando enquanto a escrevia. A ideia era sobre um cara que queria passar por um processo de transformação, que envolvia tornar-se parcialmente computadorizado e robótico. Suas habilidades como humano estavam diminuindo, então ele decidiu tomar vantagem de um procedimento médico moderno para ‘atualizar’ e estender suas capacidades físicas e mentais. Através do curso (ou maldição) deste processo ele se torna cada vez mais separado do mundo ‘normal’ externo, permitindo que o computador assuma grande parte de suas tarefas diárias e decisões. Isso deixa sua mente livre para viajar entre loucura e iluminação espiritual. Depois de um anjo visitá-lo, o ouvinte fica se perguntando se ele está experimentando a verdadeira iluminação ou se ele está se movendo para fora do mundo físico para a próxima dimensão”.

    Rudess ocupa com louvor o posto de tecladista do DREAM THEATER desde a gravação de Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory, de 1999. Além do DREAM THEATER, ele lançou vários trabalhos solo aclamados, além de vários trabalhos que envolvem música e tecnologia.

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  • Rock Add: Confira segunda parte de especial com Gastão Moreira e Andreas Kisser.

    Rock Add: Confira segunda parte de especial com Gastão Moreira e Andreas Kisser.

    O quarto episódio do podcast Rock Add traz a segunda parte do especial “professores”, dedicado a nomes que fazem/fizeram programas de rádio e TV, no seguimento rock/metal. Nessa segunda parte, os personagens são Gastão Moreira e Andreas Kisser. Os entrevistados contaram histórias bacanas sobre suas carreiras na comunicação. Ouça (YouTube ou Soundcloud): https://www.youtube.com/watch?v=pvDVkz4YDaU https://soundcloud.com/user-646114045/rock-add-04-professores-tv-e-radio-pt-2-gastao-moreira-e-andreas-kisser A primeira parte do especial, teve nomes de lendas como Paulinho Heavy, Walcir Chalas e Vitão Bonesso. Confira histórias sensacionais, que narram grande parte do Rock/Metal no Brasil. Ouça: (YouTube ou Soundcloud): https://youtu.be/XD7gSPQxAq0 https://soundcloud.com/user-646114045/rock-add-03-professores-tv-e-radio-pt-1-paulinho-heavy-walcir-chalas-e-vitao-bonesso O Rock Add é apresentado por Luciano Piantonni e Daniel Closs, e tem novas edições a cada quinta feira (Os links são disponibilizadas no Facebook do Podcast). Siga os canais oficiais do Rock Add: www.facebook.com/ROCK-ADD-769946106738258/ https://soundcloud.com/user-646114045 www.youtube.com/channel/UCEC8kPw54daF4tMkdY2dYFQ www.instagram.com/rock.add.br/

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  • MELYRA busca votos para tocar em Portugal

    MELYRA busca votos para tocar em Portugal

    Depois de concorrer com mais de 500 competidores, a banda carioca Melyra chegou a semifinal do EDP Live Bands Brasil, que levará o grupo ganhador para tocar no festival NOS Alive, em Portugal. A a Melyra lançou no último ano o disco “Saving You From Reality”, considerado pela mídia especializada nacional e internacional um dos melhores de 2018. Agora as instrumentistas buscam o primeiro show na Europa.

     Vote na Melyra: https://edplivebands.edp.com/brasil/banda/melyra

     Performance enérgica, som pesado e riffs poderosos são as principais características da Melyra, grupo carioca formado em 2012. De lá pra cá a banda já tocou no Circo Voador (RJ), abrindo para os suecos do Arch Enemy; participou do tributo ao cantor Edu Falaschi, conquistando elogios da crítica; além de tocar em eventos conhecidos na capital fluminense, como Rio Novo Rock, Rio Banda Fest e Roquealize-se.

    “Ganhar o festival significa muitas coisas para nós! Eu acho que a gente receberia uma confirmação de que estamos indo no caminho certo, de que atingimos a maturidade musical que a gente queria e precisava! Como um reconhecimento pelo nosso trabalho duro e incansável! Além disso, eu também vejo uma possível vitória como uma demonstração de carinho e força da nossa base de fãs, que está muito engajada em nos ajudar nessa empreitada!”, anima-se Fernanda Schenker, guitarrista e backing vocal da Melyra.

    A banda é formada também por Nena Accioly (baixo e guturais), Roberta Tesch (guitarra e backing vocal), Verônica Vox (voz) e Drika Martins (bateria). Juntas, elas acreditam que a vitória seria uma grande vitrine para o trabalho da Melyra.

     “Um show na Europa agrega muito pro nosso currículo, ainda mais sendo num grande festival! Isso faz com que a gente alcance outro patamar e consequentemente consiga fechar mais shows no Brasil e na América Latina. Por fim, também vemos a questão da representatividade feminina! Seria animal ter uma banda composta só de mulheres e tocando som pesado como vencedora do festival. Iríamos mostrar do que somos capazes e isso pode inspirar e ajudar muitas outras mulheres a crescer na música. Estamos muito focadas em conseguir dar mais esse passo na nossa carreira e vamos com tudo atrás de mais essa vitória!”, define Fernanda.

    Maturidade e peso se refletem nas 10 faixas de “Saving You From Reality”, o disco de estreia da Melyra. O álbum conceitual traz como temática central a  fuga da realidade como forma de escapar dos problemas, ou mesmo de não enlouquecer. Atual e pulsante, o disco mostra que o metal nacional continua firme, forte e necessário.

     O EDP Live Bands está em sua 4ª edição no Brasil e desde então já contabilizou mais de 4.400 bandas inscritas em todo o território brasileiro. A banda ganhadora do EDP Live Bands Brasil além de tocar no NOS Alive, em Portugal, também gravará um master de um disco.

     Vote na Melyra: https://edplivebands.edp.com/brasil/banda/melyra

     Ouça “Saving You From Reality”

    Spotify: https://bit.ly/SYFR_Spotify

    Deezer: https://bit.ly/SYFR_Deezer

    Google Play: https://bit.ly/SYFR_Google

    Apple Music: https://bit.ly/SYFR_Apple

    YouTube: https://youtu.be/j-V7H9sZMVQ

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  • FURIA ROCKPAULERA: Álbum de estreia dos gaúchos ratifica sua forte personalidade

    FURIA ROCKPAULERA: Álbum de estreia dos gaúchos ratifica sua forte personalidade

    FURIA ROCKPAULERA, inicialmente chamada somente Furia, foi formada na cidade de Santa Maria/RS no final de 1999. Com a necessidade de transmitir sua mensagem de forma mais direta trocou suas letras, originalmente cantadas em inglês pelo português. Em suas músicas cheias de críticas e contestações o tom de protesto é evidente, abordando temas essencialmente do nosso cotidiano e que repercutem diretamente na sociedade. Ao longo dos anos a banda passou por várias fases e diferentes formações evoluindo seu conceito musical e formando sua personalidade. Atualmente a FURIA ROCKPAULERA é um trio formado por Bruno Ramos Vaz no vocal e guitarra, Duda Barcelos no baixo e Fabrício Ruivo na bateria.

    Com influências variadas que vão do Reggae ao Rap, do Hardcore ao Metal Extremo somado ao vocal visceral às guitarras brutais, ao grave estremecedor do baixo e a batida sólida da bateria a banda dá vida a um som pesado, denso e coeso o qual chamam de ROCK PAULERA.

    Ao longo de sua trajetória a FURIA ROCKPAULERA registrou vários trabalhos que caracterizam muito bem cada fase da banda, culminando com o lançamento do primeiro álbum no ano de 2018, intitulado “Não Deixe a Raiva Destruir seu Dia”. Composto de dez faixas, o full length abrange as duas décadas de história do grupo com muita coesão e fúria!

    Ouça “Não Deixe a Raiva Destruir seu Dia” nas principais plataformas digitais:

     Spotify: https://spoti.fi/2G0Al6H

     Deezer: https://bit.ly/2IbXjsY

    Contatos: Facebook: facebook.com/furiarockpaulerapesadoafu

    Instagram:  instagram.com/furiarockpaulera Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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  • BLACK LABEL SOCIETY – 5 de abril de 2019, Rio de Janeiro/RJ

    BLACK LABEL SOCIETY – 5 de abril de 2019, Rio de Janeiro/RJ

    Oito vezes em 11 anos. Não está ruim para o headbanger carioca acompanhar as aventuras de Zakk Wylde em cima do palco – além do Black Label Society, a matemática inclui o Zakk Sabbath e as duas apresentações ao lado de Ozzy Osbourne. Mais do que isso, o guitarrista comprovou o status de queridinho do público ao encher o Circo Voador pela terceira vez seguida, então não será surpresa se em breve voltar à cidade com seu projeto que revisita a primeira fase do Black Sabbath, afinal, o Madman reagendou todas as datas deste ano de sua No More Tours 2 para 2020. Só que o sonho e/ou o desejo ficam para depois, porque a realidade foi a quinta parada do BLS em sua turnê de sete datas pelo Brasil – a banda tocou em Porto Alegre, Curitiba, Brasília e Manaus antes do Rio de Janeiro, de onde seguiu para São Paulo e Belo Horizonte.

    Mas a noite de sexta-feira começou com o anfitrião Syren, que agarrou a oportunidade com unhas e dentes. Em 30 minutos, Luiz Syren (vocal), Pedro Soriano (guitarra), Thiago Velasquez (baixo) e Julio Martins (bateria) mostraram o que a banda, em suas diferentes formações, sempre fez de melhor: heavy metal em estado bruto e sem firulas, daqueles contagiantes e recheados de riffs, melodias e refrãos bacanas. Com dois discos nas costas, Heavy Metal (2011) – viu só? – e Motordevil (2015), o quarteto equilibrou o curto set entre o antigo e o novo. Do álbum mais recente, My Shadown, My Dear Friend foi o cartão de visita, e a ótima Eyes of Anger veio a seguir para mostrar o carisma de Syren, que não se fez de rogado ao pedir gritos mais altos de “boa noite” e colocou a plateia para entoar o coro da música. E quem já estava na pista e nas arquibancadas comprou o barulho, cantando o refrão da faixa-título do trabalho de estreia – feito sob medida exatamente para isso, diga-se.

    Syren

    O novo single, Salvation, cujo ‘lyric video’ já está no YouTube, premiou dois fãs que, da pista, acertaram o nome da música – cada um levou para casa um CD do grupo – e mostrou que o direcionamento continua firme e forte, mas com um detalhe agradável: de forma consciente ou não, o refrão tem um bem-vindo toque de Nevermore. Hora de apresentar os integrantes, de agradecer à produtora do evento pela justa oportunidade e, principalmente, soltar uma verdade: “Fazer heavy metal no Rio é coisa de herói”, disse Syren, batalhador de longa data no cenário no carioca e um dos principais vocalistas do estilo no Brasil, ainda que, talvez por ser radicado numa cidade outrora maravilhosa, não tem o reconhecimento que merece. Mais uma do primeiro disco, Die in Paradise – que dá nome à cerveja da banda – encerrou um show enxuto e que manteve o nível lá em cima o tempo todo. Mais uma vez, heavy metal puro e feito por quem e para quem cresceu ouvindo as melhores referências do estilo.

    Aquecimento feito, então era hora de a cortina com a caveira e o logo do Black Label Society – aqueles da capa internacional de Sonic Brew(1999), o álbum de estreia – cobrir o palco para anunciar que a partir dali Zakk Wylde, Dario Lorina (guitarra), John DeServio (baixo) e Jeff Fabb (bateria) tomariam conta da festa. Depois de Whole Lotta Sabbath, o mashup de War Pigs com Whole Lotta Love criado pelo australiano Tom Compagnoni, rolar no PA, a cortina caiu para o quarteto começar o massacre com Genocides Junkies, e nem mesmo a breve falha na guitarra de Wylde poderia diminuir a previsível empolgação – mas é bom ressaltar que o som estava muito, muito bom. Em seguida, Funeral Bellinaugurou o primeiro pula-pula da noite, colocando os fãs também para cantar o refrão, e Suffering Overdue injetou a primeira dose mais forte de fritação do chefão do BLS. E foi assim, com uma sequência de três cruzados no queixo, que os fãs foram vencidos.

    Black Label Society

    Exatamente, foram três sem sair de cima até a primeira das trocas de guitarra ao longo da apresentação – não para mostrar a vasta coleção de Wylde, porque isso ele faz nas redes sociais, mas por causa das diferentes afinações –, e Bleed for Me manteve o clima quente. Até porque Fabb resolveu brincar no andamento mais reto da canção e enfiou uns licks para tornar as coisas mais interessantes. Com um groove incomum para o BLS, Heart of Darkness antecedeu o que foi, de fato, o primeiro grande momento da noite, porque Suicide Messiah foi matadora! Teve um efeito bem legal com canhões de fumaça (ou gelo seco, vá saber…), roadie com o megafone para cantar o nome da música no refrão e, melhor de tudo, um Circo Voador em uníssono fazendo o mesmo no encerramento. Um momento tão legal que arrancou palmas e um baita sorriso de Wylde. Sim, deu até para ver os dentes no meio da barba e da cabeleira que o deixam parecido com o primo Coisa, de A Família Addams. E tem foto para provar.

    Black Label Society

    Como o álbum mais recente do BLS, Grimmest Hits (2018), ainda tem cheiro de novo, a banda (cuja formação é a mesma desde 2014) felizmente mostrou algumas de suas faixas. E três vieram em sequência: Trampled Down Below teve direito a Lorina com arco à la Jimmy Page; All That Once Shined levou Wylde a abandonar a tradicional (e encenada) pose de marrento para brincar com o público, que começou um coro com a melodia da canção; e Room of Nightmares soou sensacional com seu refrão simples e eficiente. Até então, o peso estava dominando a famosa casa na Lapa, mas sempre tem aquele momento de calmaria, sabe? Uma trilogia de sensibilidade, aliás. Começou com Bridge to Cross, tendo Lorina no teclado (com som de teclado mesmo), e terminou com Spoke in the Wheel e a indefectível In This River, ambas com Wylde no teclado (agora com som de piano). E a última foi, claro, o destaque. Não pelas brincadeiras de Wylde, que ainda mostrou seu lado de pianista virtuoso, mas por causa das bandeiras de Dimebag Darrell, à esquerda do palco, e Vinnie Paul, à direita. Desnecessário dizer qual foi a reação dos fãs ao ver as imagens dos saudosos irmãos.

    Com o pé novamente no acelerador, o BLS matou a pau com The Blessed Hellride e resgatou mais uma do novo disco, a ótima A Love Unreal, mas foi Fire it Up que levou a lona ao delírio. Tivemos mais efeitos com os canhões de fumaça, as várias bolas jogadas para a plateia – simulando a bola 8 da sinuca, como na capa de Shot to Hell (2006), apesar de a canção ser de Mafia (2005) – e um desfecho com muita debulhação, incluindo Wylde tocando com os dentes, com a guitarra nas costas e duelando com Lorina, e uma menção a Smoke on the Water, do Deep Purple. Era tanta felicidade que os fãs mandaram um trenzinho na canção seguinte, Concrete Jungle, e tome mais uma leva de solos, agora com um duelo estendido entre Wylde e Lorina, que se revezavam na plataforma usada pelo vocalista e guitarrista, além de nova menção a um clássico no fim: Black Sabbath, a música.

    Black Label Society

    Os fãs adoraram, ou talvez seja isso mesmo que a grande maioria espera, mas é um tempo perdido se considerarmos que nada de Order of the Black (2010) foi tocado – honestamente, OverlordParade of the Dead e Godspeed Hellbound são melhores do que ficar vendo o que todos já sabemos, ou seja, que Wylde é um dos grandes guitarristas do heavy metal. Mas teve Stillborn, um hino, para reconduzir o show ao seu devido lugar, com Fabb enlouquecido atrás da bateria, como se estivesse tomado pela energia que era emanada para o palco – sejamos justos: DeServio, braço-direito de Wylde, tem uma baita presença de palco, e o conjunto da obra acaba compensando a relativa timidez de Lorina. Mas o que dizer de um show que acaba sob efusivos aplausos de uma casa cheia? Ora, foi bom para caramba, e os fãs ainda ganharam camisas oficiais do Black Label Society. Digo, aqueles que se dispuseram a se estapear para disputar os mimos que foram jogados pela banda.

    Black Label Society

    Setlist Black Label Society
    Genocide Junkies
    Funeral Bell
    Suffering Overdue
    Bleed for Me
    Heart of Darkness
    Suicide Messiah
    Trampled Down Below
    All That Once Shined
    Room of Nightmares
    Bridge to Cross
    Spoke in the Wheel
    In This River
    The Blessed Hellride
    A Love Unreal
    Fire it Up
    Concrete Jungle
    Stillborn

    Setlist Syren
    My Shadown, My Dear Friend
    Eyes of Anger
    Heavy Metal
    Salvation
    Die in Paradise

  • Confira “Changing Of Seasons”, novo single do SANTA CRUZ

    Confira “Changing Of Seasons”, novo single do SANTA CRUZ

    O SANTA CRUZ retornou com um novo single, Changing Of Seasons. A música – que foi co-escrita e produzida por Kane Churko (OZZY OSBOURNE, DISTURBED, FINGER DEATH PUNCH) – está disponível para streaming no Spotify, Apple Music, Bandcamp e outras plataformas digitais. Um lyric video de Rafael Ortega da Ecliptic Visions pode ser visto abaixo.

    Changing Of Seasons é apenas a primeira amostra do novo álbum do SANTA CRUZ, que será lançado no outono. O grupo celebrará seu lançamento com uma apresentação ao lado do GUNS N’ ROSES no festival ‘Louder Than Life’ em Louisville, Kentucky, que acontece dos dias 27 a 29 setembro. Nos meses anteriores, a banda tem uma série de shows agendados pela Europa, incluindo um uma passagem pela Alemanha com o WHITESNAKE e vários festivais na Finlândia natal do grupo.

    O vocalista / guitarrista Archie Cruz declarou sobre o novo single: “Changing Of Seasons é sobre passar o inferno na vida, e lutar para dar a volta por cima, não importa o que aconteça. Ela é dedicada para todos os lutadores e sobreviventes. Musicalmente, eu encontrei meu parceiro ideal em Kane Churko, com quem conseguimos criar uma paisagem sonora totalmente nova para o SANTA CRUZ, que marca um enorme passo adiante para a banda.”

    Mais informações sobre o vindouro novo álbum do SANTA CRUZ serão reveladas nas próximas semanas.

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  • D-A-D: Ouça agora o novo single, “Burning Star”

    D-A-D: Ouça agora o novo single, “Burning Star”

    Os hard-rockers dinamarqueses do D-A-D lançaram Burning Star, o primeiro single do próximo álbum. Uma edição limitada de sete polegadas em vinil de Burning Star com A Prayer For The Loud no lado B será disponibilizada nos shows da banda nesta semana. O single vem um ‘sleeve’ em formato de pôster que só será vendido nos shows.

    O novo álbum do D-A-D será o primeiro da banda desde DIC.NII.LAN.DAFT.ERD.ARK, lançado em novembro de 2011.

    Em uma entrevista de abril de 2018 com o ‘Metal Covenant’, o vocalista do D-A-D, Jesper Binzer, declarou sobre o longo atraso na conclusão de um novo álbum de estúdio: “Eu acho que não importa realmente se passou muito tempo ou pouco tempo, eu acho que é sempre um risco. Então, essa coisa toda sobre gastar cinco, seis, sete anos tem a ver não fazer o disco pelas razões erradas. Quer dizer, as principais razões hoje são apenas para descobrir a resposta para perguntas como ‘ainda estamos aqui?’. ‘Nós nos sentimos criativos?’. ‘Estamos preparados para apoiar a obra ao vivo?’. ‘Nós nos sentimos artísticos?’.” Quando você tem músicas suficientes, você pode ouvi-las e dizer: ‘Ok, este é um ótimo conjunto de músicas’, e então você não está fazendo isso por qualquer razão que não seja a de mostrar ao mundo o que temos.”

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