Categoria: Roadie News

  • DEVIN TOWNSEND faz vídeo ‘unboxing’ de seu novo álbum, “Empath”

    DEVIN TOWNSEND faz vídeo ‘unboxing’ de seu novo álbum, “Empath”

    O gênio canadense DEVIN TOWNSEND, apareceu em um novo vídeo, onde faz o ‘unboxing’ de seu mais novo álbum de estúdio, Empath. O vídeo pode ser visto abaixo.  Empath foi lançado na sexta-feira, 29 de março, via InsideOut Music.

    Nos últimos anos, o sucesso pelo qual Devin trabalhou lentamente vem, felizmente, com o poder de controlar seu próprio destino criativo. Os sucessos recentes com o DVD gravado em um Royal Albert Hall completamente lotado, ou Retinal Circus (2012), ou ainda o DVD ao vivo Ocean Machine do ano passado com a Orchestra And Choir Of State Opera Plovdiv o colocaram em uma posição onde novo álbum Empath irá de uma vez por todas se definir como uma força musical fora de qualquer classificação de gênero em particular.

    Neste álbum, Devin decidiu ver o que aconteceria se todos os estilos que compõem seus interesses atuais fossem finalmente representados em um só lugar. Para finalmente abalar o medo da expectativa, e apenas fazer o que é ele pretendia fazer de forma criativa, Empath, fiel ao nome, permite que o público tenha a sensação de uma variedade de emoções musicais. A dinâmica musical representada neste álbum é ampla, desafiadora e imensa. Abordar esse tipo de trabalho com uma longa história do que torna a música pesada em algo realmente “pesado” permite que isso seja feito com um tipo de poder raramente ouvido.

    Ao lado de Devin neste álbum estão Mike Keneally como diretor musical, assim como Morgan Ågren (MATS AND MORGAN, FRANK ZAPPA, FREDRIK THORDENDAL), Anup Sastray (MONUMENTS, PERIPHERY), Samus Paulicelli (DECREPIT BIRTH, ABIGAIL WILLIAMS), Nathan Navarro, Elliot Desagnes, Steve Vai, Chad Kroeger, Anneke Van Giersbergen, Ché Aimee Dorval, Ryan Dhale e o coral Elektra Women’s Choir.

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  • ATTOMICA apresenta datas de sua Tour Sul-Americana que terá início em maio

    ATTOMICA apresenta datas de sua Tour Sul-Americana que terá início em maio

    Um dos principais nomes do Thrash Metal brasileiro, o Attomica, apresenta oficialmente as datas de sua mais nova tour sul-americana que terá passagens pelo sul do BrasilParaguaiArgentina e Chile.

    Ao todo serão 09 datas que terão início dia 05 de maio em Maringá/PR, 10 de maio em Cascavel/PR e logo após o grupo ruma para o Paraguai em data única na capital Assuncion no dia 11 de maio. Após alguns dias de “Day off”, o Attomicaruma para a Argentina e abre uma sequência de três shows sendo o primeiro na capital Buenos Aires dia 15 de maio, emMorón dia 16 e Monte Grande dia 17.

    Outro país que receberá o Attomica e sua mais nova tour de divulgação do álbum “The Trick” será o Chile. O primeiro show será na capital Santiago no dia 18 de maio, no dia 20 a banda se apresenta em Puerto Montt e fechando a atual tour, dia 24 de maio o Attomica se apresenta e La Serena.

    Attomica já trabalha com novas datas e muito em breve uma nova tour será anunciada para o segundo semestre de 2019. Interessados em contratar a banda para uma apresentação em sua cidade, basta entrar em contato pelo E-mail:[email protected]

    Shows: Agência OM / Phill Lima

    Tel/WhatsApp:

    +55 2499296-6639 / +55 11 93067-6175

    E-mail: [email protected]

    Atual Formação:

    André Rod – Vocal/Baixo

    Marcelo Souza – Guitarra

    Argos Danckas – Bateria

    Mais informações:

    Facebook: https://www.facebook.com/AttomicaOficial/

    YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC5YqRwaKRaX81dfUtTL3vgg

    Instagram: https://www.instagram.com/attomicaoficial/

    Twitter: @attomicaoficial

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/attomica/

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  • Fãs e amigos de Raphael Dantas da FACING FEAR, se mobilizam em prol do guitarrista

    Fãs e amigos de Raphael Dantas da FACING FEAR, se mobilizam em prol do guitarrista

    Na segunda-feira (8) a cidade do Rio de Janeiro atravessou a noite em um pesadelo natural. Às 20h55 foi decretado estado de crise na capital fluminense, devido um enorme temporal que vitimou fatalmente, até onde se tem notícia, sete pessoas e que adentrou pela manhã de terça-feira, causando deslizamentos e inundações. “De acordo com dados do Alerta Rio, o sistema de monitoramento meteorológico da prefeitura do Rio, o volume de chuva acumulado em apenas quatro horas na noite dessa segunda foi até 70% maior do que o esperado para todo o mês de abril em alguns pontos dessas regiões”, publicou a Agência Brasil no portal EBC.

    Dentre as várias vítimas deste fenômeno meteorológico, estava o guitarrista e fundador da Facing FearRaphael Dantas que, na noite de ontem, viu parte de seus bens ser levada pelas águas que caiam em seu bairro Inhoaíba, na zona oeste do Rio. O músico estava na companhia de outro fundador da banda, baterista Vall Maranhão, no momento da enchente, como relata aos amigos no Whatsapp: “Oi, gente, eu e Vall viemos aqui pra casa de um amigo, que aqui está tudo bem… fica perto da minha casa… Então, o que acontece… a água entrou e tal e desceu. Tiramos o máximo de água possível, porém a sujeira está toda lá”.

    Com mais detalhes, Raphael explica a situação que vive neste momento. “Aí é aquilo, perdi cama, colchão, perdi duas caixas e um ‘ampi’ e mais um montão de outras coisas… não tinha como ficar lá porque estou sem material pra fazer a limpeza toda, estou sem sacos, panos, sei lá… desinfetante, rodo… essas coisas, então falei: ‘Vall, vou pra casa desse meu amigo e de manhã a gente volta pra tentar limpar a casa’. E vai ser isso aí… o quintal ainda está meio cheio, então não tinha como eu tirar as coisas, mas é isso aí, bola pra frente e muito obrigado o apoio de vocês, valeu!

    Desde o dia de ontem, o vocalista Tarry Painkiller e Vall procuram conscientizar as pessoas para a solidariedade em suas redes sociais. Na manhã desta segunda-feira, a baixista Nathalia Souza, iniciou uma vaquinha virtual no Vakinha.com para amenizar o drama do colega, sua família e todos da banda. “Olá pessoal, sou Nathalia do Facing Fear! Como muitos já sabem, nosso companheiro e amigo Raphael Dantas perdeu tudo que havia dentro de sua casa, na catástrofe que ocorreu na noite passada. Perdeu móveis, comida, pertences pessoais, roupas, documentos, tudo! Estamos acabados pelo ocorrido, então resolvi criar essa vaquinha para unirmos forças para tentar ajudar nosso amigo a sair dessa”, apela.

    O link de acesso para a colaboração de fãs, amigos e parceiros da Facing Fear e para todas as pessoas que quiserem contribuir, segue abaixo e se encerra no dia 8 de julho de 2019.

    https://www.vakinha.com.br/vaquinha/s-o-s-raphael-dantas-facing-fear

    Fonte: Brauna Music Press

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  • HERETIC: relança seu primeiro álbum “Leitourgia” em todas as plataformas de Streaming pelo selo digital Roadie Metal

    HERETIC: relança seu primeiro álbum “Leitourgia” em todas as plataformas de Streaming pelo selo digital Roadie Metal

    O primeiro álbum do Heretic apresentou ao mundo um trabalho instrumental, capitaneado pelo renomado guitarrista goiano, Guilherme Aguiar Leal, que em 10 faixas consegue expressar toda sua técnica, feeling, groove e peso, em músicas que aliam Death Metal com arranjos orientais em uma proposta extremamente autêntica e inovadora.

    O registro intitulado de “Leitourgia” foi lançado em formato físico inicialmente no ano de 2015, após seus 04 anos de história o material é oficialmente disponibilizado em todas as plataformas de Streaming através do selo digital da Roadie Metal.

    Você pode conferir esse excelente material nas plataformas abaixo ou escolher a sua favorita buscando por “Heretic Brazil – Leitourgia”:

    Spotify: https://open.spotify.com/album/0QJ7u8nW0JAGPIiNurZoBl?si=lGZ5UotzSjKmLjvceudxLw

    Music.Amazon: https://music.amazon.com/albums/B07N8V2BY4

    Deezerhttps://www.deezer.com/br/album/86155092

    ITunes:https://itunes.apple.com/br/album/%CE%BB%CE%B5%CE%B9%CF%84%CE%BF%CF%85%CF%81%CE%B3%CE%AF%CE%B1/1451194111

    Google Play: https://play.google.com/store/music/album/Heretic_Brazil_λειτουργία

    Tidal: https://listen.tidal.com/album/103375902

    CD Baby: https://store.cdbaby.com/cd/heretic4

    Amazon: https://www.amazon.com/λειτουργία-Heretic-Brazil/dp/B07N8V2BY4/ref=sr_1_2

    7Digital: https://www.7digital.com/artist/heretic/release/λειτουργία-9021880

    Akazoo: https://www.akazoo.com/album/27142038/n

    Tracks:

    01 – Rajashtan Ritual

    02 – I Am Shankar

    03 – Lamashtu

    04 – Ghost of Ganeesha

    05 – Unleash the Kraken

    06 – Sensual Sickness

    07 – Sonoro

    08 – Solaris

    09 – Solitude

    10 – The Hedonist

    O Heretic é formado por:

    Erich Martins – vocal

    Guilherme Aguiar – guitarra

    Laysson Mesquita – baixo

    MAIS INFORMAÇÕES:

    Facebook: https://www.facebook.com/heretic.project/

    Site: https://heretika.wixsite.com/hereticbrazil

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/heretic/

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  • GRETA VAN FLEET – 5 de abril de 2019, Rio de Janeiro/RJ

    GRETA VAN FLEET – 5 de abril de 2019, Rio de Janeiro/RJ

    Led Zeppelin. Para o bem ou para o mal, a banda de Robert Plant, Jimmy Page, John Paul Jones e John Bonham é sempre a primeira coisa que vem à cabeça – e sai da boca – quando o assunto é o Greta Van Fleet. E as reações costumam ser maniqueístas, apesar de ser possível encontrar um meio-termo, mesmo nesse hype que envolve os irmãos Josh (vocal), Jake (guitarra) e Sam Kiszka (baixo) e o baterista Danny Wagner. Por exemplo, dá para achar que Anthem of the Peaceful Army (2018) é um baita disco de rock’n’roll, mas ainda assim não listá-lo entre os melhores lançamentos do ano porque, bem, tudo que está ali foi feito cinco ou quatro décadas atrás por Plant, Page, Jones e Bonham. Mas aí os garotos, que este ano levaram o Grammy de melhor álbum por From the Fires (2017), vêm ao Brasil e mostram que são mesmo para valer.

    Não que isso vá mudar a opinião daqueles que escolheram 8 em vez de 80, mas numa Fundição Progresso lotada – cuja capacidade oficial é de 5.000 pessoas, então olha a que ponto chegou o hype do Greta Van Fleet no Rio de Janeiro… –, o quarteto fez um show para deixar muita gente grande com vergonha. Com um palco que privilegiava apenas uma ótima iluminação, ou seja, nada de pirotecnia, efeitos ou mesmo algum pano de fundo, a banda entrou mandando ver com The Cold Wind e logo mostrou uma elogiável faceta: uma performance inquieta, principalmente a de Jake, que parece ter se preparado com várias latinhas de algum energético. Resumindo, eles se divertem tocando, e isso naturalmente passa para a plateia. E se os fãs e, principalmente, curiosos curtiram a canção que abriu a noite sem precisar abrir a boca para cantar, o mesmo não aconteceu em seguida.

    Great Van Fleet

    A ótima Safari Song fez o público colocar a garganta para trabalhar, e Black Smoke Rising completou o serviço com seu refrão grudento. Antes da terceira música do set, aliás, Wagner fez a alegria de quem vibra com qualquer virada de bateria – basicamente, os mesmos que iam ao delírio a cada nota alta alcançada por Josh – ou daqueles que ainda acham legal solo individual nos dias de hoje. Ainda assim, não deixou de ser uma satisfação ver tanta gente cantando as músicas de uma banda jovem que resolveu tocar rock’n’roll de verdade (a declaração é um spoiler das considerações finais). “Essa é a primeira vez que tocamos no Rio. Na verdade, não apenas na cidade, porque é o nosso primeiro show no Brasil”, disse Josh antes de Flower Power, na qual Sam, tal qual John Paul Jones, largou o baixo e foi para o teclado.

    Watch Me, de Labi Siffre, e a curta The Music is You, de John Denver (ele mesmo, o artista country que se juntou a Frank Zappa e Dee Snider contra o PMRC nos anos 80), serviram para esquentar o clima para a bela You’re the One, outra cujo refrão foi bem recebido pelo público. Ao fim, as vozes vindas da pista e das frisas aportuguesaram a pronúncia da primeira das três palavras que formam o nome da banda no tradicional corinho de “Olê, olê, olê!”, cujo ritmo foi acompanhado por Wagner, e receberam de volta um agradecimento de Josh: “Obrigado por nos manter no tempo certo.” Mesmo brincando, o vocalista acertou, porque o que os quatro fizeram a seguir foi de arrepiar e, fácil, o melhor momento do show: a dobradinha Black Flag Exposition e Watching Over, ambas com uma iluminação bem particular, com tons de azul e vermelho saindo do fundo do palco e deixando a frente na penumbra.

    Great Van Fleet

    Um ótimo efeito para a parte musical: Black Flag Exposition foi um longo desbunde instrumental, com destaque para o longo e sensacional solo de Jake, que esbanjou feeling num improviso muito bem ensaiado, digamos assim, e Watching Over veio na cola, sem deixar a plateia respirar, para mais um show particular do guitarrista (e se você ouviu algumas notas do solo de Stairway to Heaven, eu diria que não foi mera coincidência). Curiosamente, o set regular foi encerrado com mais holofotes para Jake em Edge of Darkness, e foi aqui que o garoto mostrou de vez que só não é mais Jimmy Page porque usa uma Gibson SG (de apenas um braço) em vez de uma Les Paul. Afinal, além de tocar com a guitarra nas costas, ainda meteu aquelas notas na trave que só Page faz com tanta maestria. Mas o pupilo aprendeu direitinho a lição. Hora do bis, e o Greta Van Fleet, que costuma alterar a ordem do setlist de um show para o outro, apelou com dois de seus hits – sim, porque o grupo já tem hits, no plural. When the Curtain Falls estava na boca do público, mas foi Highway Tune que terminou de deixar a casa em ebulição depois de 80 minutos de um ótimo show de rock’n’roll, principalmente para quem vê o copo metade cheio.

    Great Van Fleet

    Para quem vê o copo meio vazio, vale lembrar que não será num show do The Strokes que veremos tanta gente usando camisas do AC/DC, KISS, Black Sabbath, Iron Maiden e, claro, Led Zeppelin. Da mesma maneira, não será o The Vaccines que fará a garotada olhar para trás para descobrir as raízes dessa música que tanto gostamos, e que esses quatro garotos do Greta Van Fleet fazem de maneira orgânica, com instrumentos de verdade, o que já é um passo para começar a construir uma identidade própria. Lembre-se: verão sim, verão também, a grande mídia – aquela moderna, que venera artistas indie, saca? – tem a necessidade de criar um salvador do rock, como se o gênero precisasse de salvação. Então, se a nova geração tem que ser bombardeada com música, que seja uma de qualidade acima da média e de boas referências, mesmo que a fonte seja o maior grupo de rock da história (o desempate com os Beatles é no photochart). Afinal, se o próprio Robert Plant deu a bênção a Josh, Jake, Sam e Wagner, quem somos nós para discordar?

    Great Van Fleet

    Setlist The Cold Wind Safari Song Black Smoke Rising Flower Power Watch Me The Music is You You’re the One Black Flag Exposition Watching Over Edge of Darkness Bis When the Curtain Falls Highway Tune

  • SEPULTURA – 30 de março de 2019, São Paulo/SP

    SEPULTURA – 30 de março de 2019, São Paulo/SP

    Que excelente oportunidade os fãs paulistanos do Sepultura tiveram no último dia 30 de março para prestigiar mais um curso da turnê do ótimo e bem sucedido Machine Messiah, 14° álbum do grupo, lançado há dois anos. Derrick Green, Andreas Kisser, Paulo Jr. e Eloy Casagrande proporcionaram um show a céu aberto, em bom horário e, melhor ainda, com entrada franca. Resultado: o público compareceu em peso. A estimativa foi de sete mil pessoas. E o interessante é que o local escolhido para a realização do show estava recebendo o Sepultura pela primeira vez em sua história. Falo do Sesc Pq. Dom Pedro II. Localizado na Praça São Vito, em frente ao famoso Mercado Municipal de São Paulo, trata-se de um Sesc bastante aprazível, apesar de ficar próximo à região da tradicional 25 de Março, famosa rua, reconhecida como o maior centro comercial da América Latina, porém também por corriqueiros assaltos. Confesso que, devido à essa parte negativa da fama que a região possui, mais a falta de revista por parte da segurança, tive certo receio de que ocorresse algum tipo de delito no local. Felizmente, não houve relatos à respeito e o show rolou com tranquilidade, inclusive com a presença de famílias e crianças.

    Passados apenas poucos minutos do horário marcado, 18h, o Sepultura entrou em cena após o prenúncio com a macabra introdução The Curse, tocando Bestial Devastation. Via-se que alguns jovens fãs da banda não estavam tão familiarizados com essa primeira música, de 1985, no entanto, os mais devotos se arrepiaram e a agitaram do primeiro ao último acorde. Ter começado o show com uma música de seu primeiro EP (também chamado Bestial Devastation), explica-se no fato de que o Sepultura havia preparado um setlist especial, que começaria por músicas da fase com Max Cavalera, sendo que todos os álbuns gravados com o ex-vocalista seriam representados por uma música cada um, em ordem cronológica. Assim sendo, o hino Troops of Doom revisitou o debut Morbid Visions (1986), com a guitarra de Andreas Kisser sumindo no final. Por competência da equipe técnica da banda, o problema foi rapidamente reparado e o que se viu a partir de então foi uma qualidade de som primorosa, que há muito tempo eu não ouvia em um show de thrash metal – e olha que estamos falando de um evento ‘open air’.

    Dando sequência, a visceral Escape to the Void nos fez relembrar do respeitado Schizophrenia (1987), álbum que marcou a entrada de Kisser no lugar de Jairo “Tormentor” Guedz, guitarrista que recentemente anunciou a volta do The Mist, outra banda cultuada do thrash metal mineiro, a qual tocou alguns anos após sair do Sepultura.  Falando em Schizophrenia, é importante ressaltar sua importância para os rumos que o Sepultura tomou a partir de então. Nesse segundo disco a banda mostrou evolução, deixando pra trás o death/black metal cru e ingênuo que a revelou, para investir em um thrash metal amadurecido, constituído de músicas mais técnicas, encorpadas e consistentes. Continuando, o som mecânico disparou a bela introdução de Beneath the Remains, que preparou terreno para a execução da música homônima desse terceiro álbum. Sob o famoso e enaltecedor coro dos fãs, com gritos de “Sepultura, Sepultura…”, veio Dead Embryonic Cells (também após introdução), uma das que mais gosto de Arise (1991), o favorito de muitos fãs (inclusive desse repórter) da fase com Max Cavalera, e que, em sua época, fez com que o Sepultura fosse, enfim, abraçado pelo mundo. Na cadenciada Territory, o quarteto reviveu o cavalar Chaos A.D. (1993), álbum que consagrou o Sepultura como uma das principais bandas da música pesada mundial. Finalizando essa primeira parte do show, após a introdução com berimbau tocado por Max, a banda mandou Attitude, do impactante e mundialmente influente Roots (1996).

    Antes de dar prosseguimento, Andreas Kisser foi ao microfone, agradeceu o público paulistano e, mostrando-se entusiasmado com o Sesc Pq. Dom Pedro II, enalteceu: “Que show, que coisa mais sensacional estar aqui nesse lugar, no centro de São Paulo”, comemorou. “Eu sempre “tô” preso aqui nessa porra de trânsito, nunca tinha percebido esse lugar, e hoje a gente está fazendo essa festa sensacional, celebrando 35 anos de Sepultura. Graças à vocês, porra!”. E explicou: “Até aqui nós fizemos um setlist cronológico, desde o Bestial Devastation até o Roots, e agora vamos começar a fase Derrick Green!”. Depois de seu vocalista ter sido ovacionado pelo público, Kisser anunciou: “O primeiro disco que nós fizemos juntos foi em 1998 e essa música se chama Against”. Fazia tempo que eu não via a banda tocando-a ao vivo e foi ótimo que a incluíram no set, pois se trata de uma das mais legais de Against.

    Ao contrário do que muitos pensavam, mesmo essa segunda parte do show tendo começado com uma música do primeiro álbum gravado por Green, não foi seguida uma nova ordem cronológica. A sequência foi quebrada quando o simpático vocalista anunciou a ótima Sworn Oath, que ao vivo proporciona climas instigantes. Foi a primeira de Machine Messiah, que considero o melhor álbum do Sepultura com Derrick Green. Melhor também com Eloy Casagrande. Desculpe-me, caro leitor, pela falta de decoro, mas, puta que pariu, vai tocar assim na casa do c****! Não sei se pelo fato de a qualidade de som estar “uma uva”, os arranjos que Casagrande ia agregando às músicas, principalmente nas que foram originalmente gravadas ou pelo baterista fundador Iggor Cavalera ou pelo atual Ego Kill Talent Jean Dolabella, soavam ainda mais impressionantes do que de costume. Sim, mencionei Dolabella porque após Sepultunation, de Roorback (2003), e a porrada False, de Dante XXI (2006) – essa, após rápida brincadeira com Another One Bites the Dust, do Queen -, rolou duas da fase do ex-baterista, What I Do!, de A-Lex (2009), e Kairos, do homônimo álbum lançado em 2011.

    A sinfonia com canto gregoriano ouvida ao fundo evidenciava a sequência com The Vatican, de The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart (2013), álbum que marcou a estreia de Casagrande no Sepultura. A próxima foi a última da noite a representar Machine Messiah, falo do carro-chefe Phantom Self. Mais um gostinho de Arise aconteceu quando a banda tocou Orgasmatron (Motörhead) – numa versão bastante reduzida – e também a própria música homônima, que foi anunciada com o frontman dizendo num português bastante engraçado: “Nós vamos tocar uma música mais “maluco”, mais “figura”, um clássico do Sepultura”. Outra que manteve o nível de insanidade foi a música de abertura de Chaos A.D., Refuse/Resist, cantada em uníssono pelos fãs. Depois dessa, Green perguntou: “E aí galera, vocês querem mais uma? Estão cansados? É sabadão, São Paulo!”. Foi a deixa para Andreas Kisser perguntar ao vocalista, “Saturday Night? We’ll try it again?”, antes de iniciar um riff não tão certo, que me deixou atônito com a expectativa de ver algo inimaginável: Sepultura tocando Def Leppard! Infelizmente, não passou de uma brincadeira. Abruptamente, Kisser desistiu do riff de High ‘n’ Dry, se desculpou com a banda britânica e ouviu de Derrick: “quase, heim?”. Assim que o vocalista deu o comando, Eloy mandou a batucada percussiva de Ratamahatta, que incentivou o circle pit dos fãs no meio da pista. Emendada à Ratamahatta, veio outra de Roots, aquela que todos sabem que sempre encerra os shows do Sepultura: o hino Roots Bloody Roots.

    Depois de uma hora e quarenta minutos de um show que teve todos os catorze álbuns do Sepultura sendo lembrados e ainda contou com as tradicionais rampas laterais, ótima iluminação e com Derrick Green tocando percussão em algumas músicas (como de praxe), o Sepultura se despediu, ao som ambiente da insólita You Make My Dreams (Daryl Hall & John Oates), não apenas do público paulistano, mas também dos fãs brasileiros de modo geral. Seis dias depois, a maior banda brasileira de todos os tempos já estava tocando na Ucrânia, dando início a mais uma perna da turnê de Machine Messiah, que até o mês de julho ainda passará por países como Russia, Cazaquistão, Mongólia, Quirguistão, Líbano, Turquia e França, antes de o Sepultura retornar ao Brasil para se apresentar em mais uma edição do megafestival “Rock in Rio”, no dia 04 de outubro (chamado de “dia do metal”), abrindo o Palco Mundo, que também receberá Megadeth, Scorpions (e convidados) e Iron Maiden.

  • FULL OF HELL traz a brutalidade de seu Grindcore ao Setembro Negro Festival 2019

    FULL OF HELL traz a brutalidade de seu Grindcore ao Setembro Negro Festival 2019

    O Full Of Hell é uma das mais extremas bandas do Grindcore na atualidade, e em Setembro eles farão sua estreia na América do Sul. Eles participam da 13ª edição do festival Setembro Negro, que acontecerá nos dias 06, 07 e 08 de setembro (sexta, sábado e domingo), no Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros – próximo à estação Faria Lima do Metrô). Nessa edição serão 17 bandas internacionais e 6 nacionais. A Tumba Productions escalou além do Full Of Hell, as bandas At War, Cirith Ungol, Dead Congregation, Demolition Hammer, Baixo Calão, Expose Your Hate, Full of Hell, Rotten Sound, Grave Desecrator, Impurity, Incantation, Legion of the Damned, Midnight, Monolord, Monstrosity, Necrophobic, Night Demon, Pathologic Noise, Gorgasm, Svarttjen , Shaytan, Svarttjern, UADA e Vomitory. Para outras informações, siga a página do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/338928753628787/ Formado em 2009, em Maryland, Pennsylvania (EUA), o Full Of Hell logo ficou conhecido por sua desgraceira sonora, um mix de Grindcore, Noise e Death Metal. A banda é formada por Dylan Walker (vocal), Spencer Hazard (guitarra), Sam DiGristine (baixo e vocal) e Dave Bland (bateria). Nos próximos meses o Full Of Hell lançará seu quinto álbum, “Weeping Choir”. O anterior, “Trumpeting Ecstasy”, é considerado o melhor e mais completo trabalho do quarteto. Além dos álbuns de estúdio, eles possuem sete splits e três EP’s. Assista o Full Of Hell ao vivo no Saint Vitus Bar, no ano passado: https://www.youtube.com/watch?v=mSUUN44Rff4 O Setembro Negro Fest 2019, será um grande banquete para os fãs do Metal, com bandas de gêneros como Death, Thrash, Black, Doom, GrindCore, Stoner e Heavy Metal. Como na edição passada, haverá merchandise das bandas participantes e do festival. Além do serviço de bar e cozinha disponível no Carioca Club, este ano teremos também a opção de cerveja artesanal e alimentação alternativa. Visando a preocupação com os 03 dias de festival, o Setembro Negro fez parceria com a DKCast que irá oferecer o Chopp Ashby nas opções Pilsen, IPA e vinho, e também, lanches no bar da DKCast que estará exposto na área externa (área de fumante). SERVIÇO: SETEMBRO NEGRO FEST 13ª edição Dias 06, 07 e 08 de setembro Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros – próximo à estação Faria Lima do Metrô) SEX 06.09.19 18:00 – PORTAS 19:00 – 19:35 – SHAYTAN (35”) 19:50 – 20:30 – GRAVE DESECRATOR (40”) 20:45 – 21:30 – GORGASM (45”) 21:45 – 22:35 – LEGION OF THE DAMNED (50”) 22:50 – 23:50 – AT WAR (60”) SAB 07.09.19 12:00 – PORTAS 13:00 – 13:35 – BAIXO CALÃO (35”) 13:50 – 14:25 – EXPOSE YOUR HATE (35”) 14:40 – 15:20 – FULL OF HELL (40”) 15:35 – 16:20 – UADA (45”) 16:35 – 17:20 – ROTTEN SOUND (45”) 17:35 – 18:25 – MONOLORD (50”) 18:40 – 19:30 – NECROPHOBIC (50”) 19:45 – 20:35 – VOMITORY (50”) 20:50 – 21:50 – DEMOLITION HAMMER (60”) DOM 08.09.19 12:00 – PORTAS 13:00 – 13:35 – PATHOLOGIC NOISE (35”) 13:50 – 14:25 – IMPURITY (35”) 14:40 – 15:20 – SVARTTJERN (40”) 15:35 – 16:20 – NIGHT DEMON (45”) 16:35 – 17:20 – DEAD CONGREGATION (45”) 17:35 – 18:25 – MIDNIGHT (50”) 18:40 – 19:30 – MONSTROSITY (50”) 19:45 – 20:35 – INCANTATION (50”) 20:50 – 21:50 – CIRITH UNGOL (60”) INGRESSOS: PISTA 1 DIA Promocional Lote 1 – R$ 170 (350 ingressos ou de 01.02 a 01.05) Promocional Lote 2 – R$ 190 (350 ingressos ou de 02.05 a 05.09) Promocional Lote 3 – R$ 222 (300 ingressos ou de 06.09 a 08.09 – NA PORTA) COMBO PISTA (03 DIAS) Promocional Lote 1 – R$ 450 (350 ingressos ou de 01.02 a 01.05) Promocional Lote 2 – R$ 500 (350 ingressos ou de 02.05 a 05.09) Promocional Lote 3 – R$ 666 (300 ingressos ou até 06.09) ———————————————————————————— CAMAROTE 1 DIA Promocional Lote 1 – R$ 220 (60 ingressos ou de 01.02 a 01.05) Promocional Lote 2 – R$ 250 (50 ingressos ou de 02.05 a 05.09) Promocional Lote 3 – R$ 300 (40 ingressos ou de 06.09 a 08.09 – NA PORTA) COMBO CAMAROTE (03 DIAS) Promocional Lote 1 – R$ 600 (60 ingressos ou de 01.02 a 01.05) Promocional Lote 2 – R$ 700 (50 ingressos ou de 02.05 a 05.09) Promocional Lote 3 – R$ 900 (40 ingressos até 06.09) ***TODOS os ingressos já estão com preço promocional (ou meia-entrada) ———————————————————————————— INGRESSOS: Online: https://www2.clubedoingresso.com/evento/setembronegro PONTOS DE VENDA: SÃO PAULO: -Bilheteria do Carioca Clube (R. Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros) -Loja 255 da Galeria do Rock (Av. São João, 439 – 1º Andar – Loja 255 – Centro) -Contem 1G do Metro Boulevard Tatuapé (Rua Gonçalves Crespo, 78 – Tatuapé) -Tattoo Company SP (Alameda Itu, 1124 – Cerqueira César) -Ksa do Surf do Shopping Largo 13 (Rua Amador Bueno, 299 – Santo Amaro) -Uppcell da Praca da Arvore (Rua General Serra Martins, 87 – Bosque da Saúde) -Uppcell Plaza Sul (Praça Leonor Kaupa, 100 – Jardim da Saúde) -Belíssima (Estrada do Campo Limpo, 4213 A – Pirajussara) -School of Rock (Rua Eleonora Cintra, 82 – Anália Franco) ALPHAVILLE: -Absurdo Alphaville (Alameda Araguaia, 2081 – Alphaville) GUARULHOS: -Maria Loka Urban Shop (Rua Paulo Lenk, 16 – Centro) OSASCO: -Crow Rock Wear (Rua Dona Primitiva Vianco, 195 – Osasco) SANTO ANDRÉ: -Metal Music (Rua Álvaro de Azevedo, 159 – Centro) SÃO CAETANO DO SUL: -School of Rock (Rua São Paulo, 1154) BELO HORIZONTE: -Days Music Store (Rua Alagoas, 730 – Loja 04 – Funcionários) CURITIBA: -Loja Dr Rock no Shopping Metropolitan (Rua Emiliano Perneta, 297 – Loja 04 – Centro) -Loja Sweet Bath no Shopping Palladium (Av Presidente Kennedy, 4121 – Loja 1127 – Piso L1 – Portão) RIO DE JANEIRO: -Sempre Musica Catete (Rua Correa Dutra, 99 – Sobreloja 216 – Catete) -Scheherazade (Rua Conde de Bondem, 346 – Loja 209 – Tijuca) Produção Tumba Productions www.tumbaproductions.com.br[email protected] Imprensa: [email protected] Censura: 16 Anos APOIO: Roadie Crew / DK Cast / Ashby Cervejaria / LP Metal Press / Rock Brigade

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  • REVOCATION: Confira o vídeo oficial de “Vanitas”

    REVOCATION: Confira o vídeo oficial de “Vanitas”

    A banda norte-americana REVOCATION lançou seu novo álbum, The Outer Ones, em 28 de setembro do ano passado, pela Metal Blade Records. O sucessor de Great Is Our Sin, de 2016, mostra a banda levando adiante tanto o death metal quanto os elementos progressivos de seu som, para níveis mais intensos do que nunca.

    Você pode conferir o novo vídeo da banda, para a música Vanitas, abaixo.

    “Eu sabia que queria ir em uma direção mais obscura, e este é o nosso álbum mais death metal até hoje”, afirma o vocalista e guitarrista Dave Davidson.

    “Às vezes, quando as bandas de death metal seguem a rota do prog, perdem um pouco dessa vantagem, mas queremos manter a agressão na linha de frente do que fazemos, ao mesmo tempo que pressionamos nossos limites”.

    Afastando-se dos temas sociais e históricos que tomaram conta de Great Is Our Sin, desta vez Davidson mergulhou no fantástico, evocando um dos grandes escritores do gênero sci-fi / horror.

    “O título é a minha ode à H.P. Lovecraft e as entidades de puro horror cósmico que governam esse universo que ele criou”, diz Davidson. “Como a nova música que estávamos escrevendo era tão maléfica e espacial em suas partes, parecia ser o título certo para se encaixar na vibe global do álbum. Mas enquanto o conteúdo lírico é amplamente influenciado por tais escritos, em cada alegoria há, é claro, alguma reflexão do mundo real, então eu gosto de escrever de uma forma que possa ter um significado que se sobreponha e, em seguida, outro significado simbólico mais profundo também”.

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  • TRENCHES OF FIRE apresenta seu novo guitarrista

    TRENCHES OF FIRE apresenta seu novo guitarrista

    Após sofrer uma baixa significativa em seu lineup, o Trenches of Fire, banda carioca de Power Metal, revela o nome e imagens de seu novo guitarrista e da atual formação do grupo que vem trabalhando pesado nas gravações do novo álbum de estúdio.

    O músico de 24 anos Rick Soares é oficialmente o novo guitarrista do grupo. Rick está na ativa desde 2010 e possui passagem pela banda Lamúria entre os anos de 2013 a 2015. O músico apesar de novo integrantes, possui um certo relacionamento antigo com o Trenches of Fire, sendo possível assistir em seu canal oficial no YouTube uma versão cover antiga, onde ele executa a música “The Last Guardians” do Trenches.

    O músico Rick Soares expressa o sentimento de estar hoje a frente de uma das guitarras do Trenches of Fire: “O sentimento é de felicidade, entrar para uma banda que já tem estrada, fazendo um som que me identifico.

    Espero contribuir positivamente para a banda com minhas influências que tenho certeza que só vão somar, para a gente cada vez voar mais alto.”

     Um dos porta-vozes da banda, o vocalista Polibio Cunha exalta o diferencial de Rick e como foi feita a escolha dele para o posto de novo guitarrista da banda: “Quando pedimos para que os guitarristas mandassem os vídeos de suas performances para o processo seletivo, dentre os que mais se destacaram, não encontrei alguém que mais merecia ocupar esse posto, não só pela antecipação de ter se prontificado a fazer um cover nosso, mas pela sua qualidade técnica “

     Com essa formação o Trenches of Fire confirma o processo de gravações das novas músicas do grupo e promete que ainda para 2019 novos singles e o vindouro novo full estará oficialmente sendo lançado pelo grupo carioca de Power Metal.

    Trenches of Fire é formada por:

    Polibio Cunha – Vocal

    Ibiran Santos – Guitarra

    Rick Soares – Guitarra

    Tonny Lima – Baixo

    Alexandre Lopes da Paixão – Baterista

    Mais informações:

    Facebook: https://www.facebook.com/TrenchesOfFire/

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/trenches-of-fire/

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  • FORKILL: Novo álbum disponível em formato físico e nas plataformas digitais

    FORKILL: Novo álbum disponível em formato físico e nas plataformas digitais

    O novo álbum da banda carioca de Thrash Metal FORKILL acaba de ser disponibilizado em todas as plataformas digitais, e a versão física também já está disponível, via Dark Sun, subsidiária da gravadora Dies Irae, especializada em Thrash/Death Metal old school. “The Sound of the Devil’s Bell” foi gravado e produzido por Daniel Escobar, no Estúdio HR, Rio de Janeiro, e teve sua capa desenhada pelo renomado artista gráfico Rafael Tavares (Torture Squad). O CD foi lançado em formato slipcase, com pôster, adesivo e caixa de acrílico, e posteriormente sairá no formato vinil, limitado em 300 cópias, em versão importada da República Tcheca.

    Composto de treze faixas, “The Sound of the Devil’s Bell” mostra que a nova formação, composta por Matt Silva (vocal e guitarra), Ronnie Giehl (guitarra), Gus Nascimento (baixo) e Rodrigo Tartaro (bateria), está pronta para voos mais altos. O FORKILL iniciou suas atividades na cidade do Rio de Janeiro em maio de 2010, e em setembro de 2013 lançou o debut “Breathing Hate”, com produção do lendário guitarrista Robertinho de Recife, chegando a ter uma ótima repercussão nas mídias especializadas. Ao longo de sua carreira o FORKILL teve a honra de fazer shows ao lado de grandes bandas como Destruction, Nuclear Assault, Krisiun, Vulcano, Cauldron e Vicious Rumors e ao mesmo tempo criando fortes vínculos com seus conterrâneos do Savant, Unmasked Brains e Hicsos.

    No track list do álbum há a regravação de “Vendetta”, presente originalmente em seu debut, “Breathing Hate”, de 2013. Sobre a nova roupagem à faixa, o guitarrista Ronnie Giehl comenta que “Vendetta é uma das músicas que sempre está no set e a galera sempre agita muito. Ela soa incrível com essa nova formação, então resolvemos regravar com uma pegada mais brutal, violenta.  Fizemos novos arranjos e ficou demais e assim decidimos colocar como bônus track.”. Outra música regravada foi “Let There Be Thrash”, lançada em formato de single ainda com a formação original. Clara referência ao AC/DC, a música se tornou uma espécie de hit da banda, e segundo Ronnie, sempre esteve nos planos de estar no novo álbum.

    Sobre a temática do disco, Ronnie explica que as letras retratam todas as atrocidades da humanidade ao longo da história, e que, em relação ao título da obra, “o sino é um objeto sagrado de várias religiões”.  E o título também serve como uma homenagem ao Mercyful Fate, uma das grandes paixões do guitarrista: “O sino sempre foi “badalado” para avisar que cidades estavam sendo invadidas, horas da missa, enterro, etc. Vendo hoje a humanidade e suas atrocidades, temos a impressão de que a coisa está tão feia que o diabo está martelando um sino de tanta desgraça. Liricamente, o som do sino do diabo é mencionado em três músicas do álbum, e o título é uma homenagem explícita ao Mercyful Fate e à música “At the Sound of the Demon Bell”.”.

     “The Sound of the Devil’s Bell” teve seu lançamento oficial nos palcos no dia 17/03, onde já havia colocado à venda sua nova linha de merchandising, com camisetas, chinelos, bonés e patches personalizados. O CD físico já está disponível nas principais lojas de Metal e diretamente com a banda, através da página oficial no Facebook.

    Ouça no Spotify:

    https://spoti.fi/2VfjUZt

     Ouça no Deezer:

    https://bit.ly/2K2nCEw

    Contatos:

    Facebook: www.facebook.com/forkill.thrash

    Instagram: www.instagram.com/forkill_thrash

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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