No dia 03/08 (Sexta), o MX se apresenta no Sesc Santo André (Rua Tamarutaca, 302, Vila Guiomar, Santo André), às 21h. Será o primeiro show da nova tour, lançando o novo trabalho, “A Circus Called Brazil”.
“A Circus Called Brazil” foi lançado inicialmente apenas nas plataformas digitais, e agora chega em sua versão física, com o CD lançado pela Shinigami Records – com a faixa bônus “Speedfreak”, cover do Motörhead, que havia saído no tributo “Going To Brazil – The Brazilian Tribute To Motörhead”.
“A Circus Called Brazil” pode ser conferido em diversas plataformas digitais, como por exemplo, no Spotify:
A formação do MX é, Alexandre “Dumbo” Gonçalves (guitarra e vocal), Décio Jr. (guitarra), Alexandre “Morto” Favoretto (baixo e vocal), e Alexandre Cunha (vocal e bateria)
O lendário Michael Algar, o Olga dos The Toy Dolls, deixou bem claro: não há previsão alguma para a banda inglesa se aposentar! Com fôlego, experiência e vitalidade de quase 40 anos de devoção ao punk rock, o The Toy Dolls desembarca neste mês de agosto mais uma vez no Brasil para uma série de três shows. A turnê é uma realização da Powerline com a Hellnoise Booking.
Os shows, que estarão lotados, comprovam a popularidade do The Toy Dolls, que tem até hoje músicas como “Nellie the Elephant” e “I’ve Got Astma” em playlists de rádios do país.
O de Curitiba (10/8), que abre a turnê, teve todos os ingressos vendidos há quase dois meses de antecedência. São Paulo (12/8) está a algumas unidades de esgotar (será o segundo sold out, após a Powerline ter que transferir o evento do Fabrique ao Carioca Club para comportar mais pessoas), enquanto um dia antes, 11/8 em Goiânia, no 24º Goiânia Noise Festival, o trio inglês é por certo a banda mais esperada desta edição.
Formada na Inglaterra em 1979, na efervescência do movimento punk, o The Toy Dolls é um ícone do rock, que sempre leva multidões para seus shows energéticos e divertidos, capitaneados pelo guitarra/vocalista Olga. Tommy Goober (baixista) e Mr. Duncan (baterista) completam a banda.
Mundialmente reconhecida como uma banda de letras bem-humoradas, não raramente em tom de deboche, o The Toy Dolls tem vigor de sobra mesmo após mais de três décadas tocando à exaustão. Do primeiro lançamento ‘Dig That Groove Baby’ ao último, ‘The Album After The Last One’, e essência punk está intacta e a banda envelhece com classe.
O repertório será de best of. Terá as indefectíveis “Alec’s Gone”, “The Lambrusco Kid”, “Nellie The Elephant”, “When the Saints” e tantas outras emblemáticas canções do punk rock.
SERVIÇOS
The Toy Dolls em Curitiba
Evento: https://www.facebook.com/events/146197149505335
Data: 10 de agosto de 2018 (sexta-feira)
Horário: 21 horas
Local: Hermes Bar
Endereço: Rua Engenheiros Rebouças, 1645 – Rebouças
Ingresso: ESGOTADOS
The Toy Dolls em São Paulo
Evento: https://www.facebook.com/events/1573370619428678
Data: 12 de agosto de 2018 (domingo)
Abertura: Os Excluídos e Faca Preta
Horário: 18 horas
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arco Verde, 2899 – Pinheiros/SP
Ingressos online: https://www.clubedoingresso.com/thetoydolls Novo e último lote disponível:
Pista – R$ 120,00
Camarote – R$ 200,00
Upgrade Camarote – R$ 80,00
Censura: 16 anos
Neste domingo, 05/08, o CARCINOSI tocará no festival beneficente Metal VS Frio IV em Porto Alegre, ao lado das bandas Nonconformity, Rotten Filthy, Outra Providência, Ossos e Kombativos Subversivos, com o propósito de angariar roupas para doação junto à campanha do agasalho da cidade. Tiago Vargas (baixo e vocal), Bruno Petter (guitarra) e Alysson dos Santos (bateria) estão divulgando o single de retorno do grupo, “Deceived”, que tem contado com uma ótima recepção do público, tanto daqueles que já acompanhavam a banda nas décadas de 1990 e 2000, quanto da geração mais recente. O Metal VS Frio IV será realizado na já tradicional casa de shows Signos Pub Rock, localizada na Rua Joaquim Nabuco, 272 – Cidade Baixa, quase em frente ao Opinião. Com o bar aberto já às 16h, a primeira banda subirá ao palco pontualmente às 18h, lembrando que além dos R$ 10,00 da entrada a doação do agasalho é importantíssima.
Formado em 2017, o God Funeral acabou de lançar seu primeiro registro o EP “Where Every One Is Equal”. Este trabalho nos trás uma banda que faz Death Metal old school com muita competência. O seu fundador George Lessa cordialmente no cede essa entrevista para falarmos à respeito desta criação fúnebre. Com muitos anos na cena extrema underground brasileira o mesmo nos fala como surgiu e como seguem os caminhos obscuros da banda. Com certeza essa uma banda que veio pra fazer a diferença e mostrar que nossa cena está muito forte… e… ainda vamos ouvir falar muito do God Funeral.
Foto por: Rafael Almeida
Formado em 2017 por você, o God Funeral já se destaca na cena como uma grande promessa. Nos fale, como surgiu a ideia para criar a banda?
George Lessa: Saudações Eden! Em primeiro lugar gostaria de agradecê-lo pelo espaço concedido para falarmos um pouco sobre o God Funeral! A ideia surgiu após eu sair do antigo projeto que eu participava, que permaneci durante 12 anos da minha vida. Como sempre gostei de compor, comecei uma nova etapa com o surgimento da banda. Para esse projeto, quis fincar os dois pés na velha escola do Death Metal, tanto em termos de som como na identidade visual do material.
Você faz no God Funeral um Death Metal realmente diferente, digo isso, pois a sonoridade e execução das músicas não parecem com as bandas que o conhecemos tocando. Estas composições apresentadas aqui têm alguma influência especifica? Ou são composições que ficaram guardadas com você?
George Lessa: Na verdade a sonoridade vem do meu background como amante do Death Metal, procurando manter as composições primitivas e rudes, como o Death Metal deve soar. Procurei diferenciar dos projetos que participo/participei, para não fazer mais do mesmo, senão para mim não teria sentido montar uma nova banda. O EP “Where Everyone is Equal” conta com composições minhas e de meu parceiro de guitarra Yury Duplat. Tocamos juntos por mais de 10 anos em outro projeto, então isso facilitou bastante no processo de criação. Com relação as letras, todos da banda contribuíram de forma efetiva,
Os integrantes do God Funeral são músicos de peso, todos eles possuem um histórico bem promissor por já terem sido membros de bandas renomadas. Você que os recrutou? ou tudo aconteceu a partir de todos?
George Lessa: Após dar início a banda com a ajuda de Yury Duplat, montamos uma primeira formação, que não chegou a ensaiar em estúdio, mas rendeu uma parceria na faixa “Macabre Mortuary”. Os riffs dessa música foram compostos por mim e Alex Rocha (Poisonous / Ex-Impetuous Rage). Posteriormente, chamamos Caio Nobrega (Vermis Mortem) que é nosso amigo a muitos anos e Luciano Crux (Blessed in Fire) para a participar da banda, estabilizando a seguinte formação:
Caio Nobrega: Baixo/Voz
George Lessa: Guitarra
Yury Duplat: Guitarra
Luciano Crux: Bateria
Foto por: Rafael Almeida
A letras são bem interessantes, tem uma veia realmente fúnebre e herética. Quais as suas inspirações para criação do conteúdo lírico? Quem é o principal compositor?
George Lessa: Todos participaram de forma ativa no processo de composição das letras. Temas mórbidos, anticristianismo e o que há de mais pútrido no ser humano nos serviu de fonte de inspiração para o trabalho.
Você hoje é um membro fundamental no renomado Headhunter D.C. e nos diga, como está sendo essa conciliação entre duas bandas?
George Lessa: Tenho dividido bem meu tempo entre as bandas, cumprindo com todos os compromissos de cada uma. O Headhunter D.C. exige bastante dedicação dos membros, mas até o momento não tive problemas em conciliar.
O Metal Extremo na Bahia tem se mostrado muito forte, realmente este estado tem nos apresentado muitas e muitas bandas extremas. O que você acha que contribui aí para o surgimento de tantas bandas e de muito boa qualidade?
George Lessa: Sinceramente, acredito que as adversidades e dificuldades que são impostas as bandas da Bahia (por não fazer parte do eixo principal de eventos no Brasil), fazem com que as mesmas procurem fazer o melhor, para que tenham o reconhecimento do seu trabalho no restante do país.
Como você vê a cena atual em Salvador?
George Lessa: Se tratando de Death Metal, Salvador e região metropolitana tem muitas bandas boas e ativas, lançando material oficial e participando de eventos. Posso citar bandas como o Poisonous, Heretic Execution, Devouring, Rottenbroth, Infected Cells, Morbid Pervesion, Behavior, entre outras…todas com material lançados com o suporte de selos e tendo uma boa repercussão fora do estado.
Foto por: Rafael Almeida
Para o seu primeiro trabalho a banda lança um EP magnifico em dois formatos K7 e CD, um grande feito para uma banda relativamente nova…
George Lessa: Muito obrigado pelas palavras irmão ,,/! O God Funeral é uma banda nova, mas como já tenho uma boa experiência com bandas, tudo fluiu mais rapidamente. É diferente de quando você é moleque e monta sua primeira banda e ainda não sabe que caminhos trilhar para que as coisas se encaminhem da maneira correta.
Para o CD a banda conta com parcerias importantes e entre elas um selo mexicano, o Dark Recollections. Como surgiu essa parceria?
George Lessa: Em 2017, enquanto estava em tour com o Headhunter D.C. no Chile e Peru, tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o Jimmy Sanchez. O que para mim foi uma grande honra, pois considero o Dark Recollections um dos selos mais fodas do mundo. Após divulgar os primeiros vídeos de ensaios da banda, ele se demonstrou solicito em fechar uma parceria conosco, o que realmente me deixou muito orgulhoso em poder contar com o poderoso suporte do selo. Com relação aos outros dois selos, o Funeral Rites e Headcrusher, são parceiros antigos, com os quais já tive oportunidade de trabalhar anteriormente.
Agora com o “Where Everyone Is Equal” lançado a banda pretende fazer um tour para divulgação?
George Lessa: Estamos começando a marcar alguns shows aqui na Bahia, para que possamos mostrar nosso trabalho no palco. Conforme as oportunidades forem surgindo, compareceremos para espalhar a doença.
Foto por: Rafael Almeida
A concepção gráfica ficou belíssima, todo esse ótimo trabalho ficou a cargo de quem?
George Lessa: A capa do material e nosso logo foram desenhados por Marcio Menezes (Blasphemator Art), que definitivamente contribuiu de forma inestimável para a qualidade da identidade visual do EP e da banda com o seu talento. A sessão de fotos foi feita por Rafael Almeida, fotógrafo extremamente competente daqui de Salvador, mandou muito bem também!
Como estamos falando de um EP, que diga-se de passagem, que foi uma ótima estreia, nos diga, já há possibilidade do Debut em breve?
George Lessa: O foco no momento é a divulgação do EP, naturalmente iremos ensaiar novas composições durante esse processo. Espero que em 2019 possamos lançar o Debut. Temos muito trabalho ainda pela frente.
“Where Everyone Is Equal” é um titulo bem interessante, qual o contexto por trás desse título?
George Lessa: O título se refere ao fim de tudo, onde todos os defeitos/virtudes do ser humano não vão interferir no seu final. Onde todos se igualam? Se igualam após mortos…todos serão devorados e apodrecerão após a morte ceifar a sua vida.
Nobre George Lessa, muito obrigado por nos ceder esta entrevista e saiba que espero ansioso pela passagem do God Funeral por aqui… Um forte abraço e o espaço é seu…
George Lessa: Eu que agradeço o precioso suporte irmão! Muito obrigado pelo espaço e oportunidade! Espero em breve poder tocar com o God Funeral no Sudeste, seria fudido!! Forte abraço!!! Obrigado a todos que cederam um pouco do tempo para ler a entrevista também ,,/!
Confiram o Lyric vídeo da faixa título “Where Everyone is Equal”, produzido pelo nosso guitarrista Yury Duplat!
Com três álbuns de estúdio para dar suporte à carreira, o Slaves aportou pela primeira em terras brasileiras, causando certa e justa comoção nos fãs. Também, pudera, o vocalista-galã Johnny Craig já é bem conhecido de outros carnavais e de bandas da cena post-hardcore – ele é ex-integrante dos incensados Emarosa e Dance Gavin Dance, bandas que tiveram seu momento de proeminência no mercado durante 2005 e 2006, biênio que também revelou outros expoentes do gênero como My Chemical Romance, Saosin e The Used.
Óbvio que 12 ou 13 anos depois do levante do emocore/post-HC, muita coisa mudou. O mercado fonográfico, inclusive. Ele nunca foi mais o mesmo, e a melhor maneira de descrevê-lo seria “esfacelou-se”, ao menos nos moldes tradicionais do esquema gravadora-produtora-estúdio-disco-videoclipes na MTV. Isso já era. Sinal de outros tempos.
Se o Slaves, que tem lá suas pitadinhas de metalcore e post-rock, viesse e fizesse um pocket show acústico, tenho certeza de que ainda atrairia um bocado de fãs mais fiéis. Mas não foi a proposta desde o inicio. Esperávamos um show completo, ainda que saibamos que, para bandas nesses moldes, as coisas mal passam de 80 minutos, sendo uma hora e meia um verdadeiro luxo.
E foi em aproximadamente 50 minutos de show que a banda destilou e entregou um repertório até digno, porém demasiadamente curto. Pessoas que pegaram o set list ao fim do show viram claramente duas músicas cortadas – de caneta preta, os nomes apareciam riscados nas impressões de papel A4. Ou seja, poderia ter batido a meta de pelo menos uma hora de apresentação. O que ainda seria pouco, num meio ambiente onde é a atração principal. Aceitável em festivais, onde tudo é cronometrado e corrido, mas não quando se é headliner num evento menor.
Enfim, tivemos a presença de canções mais recentes, tais como “I’d Rather to See Your Star Explode”, “The Pact”, “Patience is a Virtue”, “True Colors” – todas do novo álbum, o ótimo “Beautiful Death” (2018) –, ao lado de “Burning Our Morals Away”, “Fire Down Below”, “Death Never Let Us Say Goodbye” e “White Girls”, de trabalhos anteriores. Foi bom? Foi emocionante? Sim, mas restou aquele amargo gostinho de quero mais na boca, e o pensamento de que em outras cidades o set list provavelmente foi tocado na íntegra.
O vocalista Johnny Craig realmente parecia cansado. Na sua língua nativa, explicou que, mesmo com todo o estresse de viagem e o jet lag (o nosso fuso horário, no caso), se sentia feliz pelo (pouco) público que marcou presença. Mas, meu amigo Johnny, este é o seu emprego, e muitos adorariam estar no seu lugar. E há uma lição a ser confirmada: o Rio de Janeiro continua sendo uma caixinha de surpresas, pois bandas deste estilo tendem sempre a lotar as casas onde tocam. Ou seja, não é culpa da banda, nem da produção local, mas do humor dos cariocas, que são… estranhos.
Deixo aqui meu ponto superpositivo para o guitarrista Weston Richmond, exuberante na sua técnica e na criação de texturas empunhando uma Ernie Ball Music Man John Petrucci de sete cordas. E também deixo aqui a confissão de que resolvi não checar para ver se São Paulo e Porto Alegre, as outras duas cidades onde a banda se fez presente, foram agraciadas pelo repertório completo. Vai que eu me decepciono de vez com eles.
O Escombro aproveitou o palco do Jai Club durante a apresentação no 3º Hardcore Por Um Mundo Mais Digno Fest para gravar mais um videoclipe. A nova produção do quarteto paulistano de hardcore, do cast do selo Artico Music, é para a música ‘Descaso’, uma das mais agressivas faixas do EP Eutanásia Social. Assista aqui: https://youtu.be/9qypB2GnQe0.
O videoclipe de ‘Descaso’ mostra a banda tocando ao vivo no próprio festival, que este ano aconteceu no início do mês de julho em São Paulo. A banda definiu que esta seria a música do clipe ali mesmo, horas antes do show, a partir de conversas com o público, sobre qual faixa do Eutanásia Social gostariam que ganhasse uma produção audiovisual.
Este, que é o primeiro material ao vivo do Escombro, foi produzido por Julius Bueno, com captação de áudio à cabo de Everton Camelo. No entanto, o segundo videoclipe ao vivo já está a caminho. O quarteto anunciou semana passada, na rádio 89 Rock, que gravarão ‘Libertar’ no próximo dia 23 em Guarulhos, em um festival que tocam junto com o Ratos de Porão e Raimundos.
O Escombro inaugura uma nova fase com o EP Eutanásia Social. São cinco composições viscerais, com passagens brutais e recheadas de levadas dinâmicas.
Um dos álbuns clássicos do death metal brasileiro, “Punishment At Dawn” da banda Headhunter D.C., atravessa gerações com os seus 25 anos de lançamento. Marca alcançada em 2018. Quando o álbum completou dezoito anos, em 2011, o headbanger pode conferi-lo na versão CD que trouxe três músicas ao vivo e um cover para “Morbid Visions” do Sepulturacomo bonûs, mas com esta nova marca o trabalho ganhará um aspecto luxuoso e oferecido a quem curte o som brutal do grupo.
Para esta edição especial os bônus serão mantidos, mas novidades farão parte do recheio. “Já estamos cuidando do layout do digipack, mais uma vez esse serviço ficará a cargo deFernando LimadoDrowned, que também trampou no layout da edição de 25 anos do ‘Born…Suffer…Die’, em 2016”, revela Sérgio Baloff, vocalista.
Além do novo formato, o álbum chegará com mais um presente que iluminará os olhos dos fãs. Assim como na edição comemorativa de “Born…Suffer…Die”, completará a reedição especial de “Punishment At Dawn”, um DVD com materiais valiosos. “Inserimos nesta edição um DVD com um show de 1994 e uma entrevista que fizemos para a TV aberta de Salvador,no mesmo ano”, adianta o músico.
A conhecida parceria entre Cogumelo Records e Mutilation Productions, assumirá este relançamento que, pelos EUA, ficará sob o comando Greyhaze Records. O Headhunter D.C., através de sua assessoria, reforça a informação de que a edição dos 25 anos de “Punishment At Dawn” sairá ainda no segundo semestre, portanto, 2018 será mais um ano especial para a banda e quem a acompanha.
Você pode conferir todos os detalhes da incrível trajetória do HEADHUNTER D.C. em uma detalhada entrevista realizada por Éden Lozano, e publicada no site da ROADIE CREW. Clique aqui.
Depois de um bom tempo longe dos palcos, o Dusty Old Fingers volta a se apresentar no próximo dia 11 de agosto, sábado. Vamos tocar músicas do nosso disco “The Man Who Died Everyday” e vários covers reunindo o melhor do classic rock, como The Who, Deep Purple, The Cult, Alice Cooper, Lynyrd Skynyrd e vários outros. Além disso, ainda vamos lançar nossa nova música, “Never Drive Faster than Your Angel Can Fly”, rockão que vale a pena conferir!
O Dusty Old Fingers é formado por Fabiano Negri (vocal e guitarra), Tony Monteiro (guitarra e backing vocals), Joni Leite (baixo) e Rick Machado (bateria) e nesse show teremos a companhia das talentosas backing vocals Nara Leão e Sheila Le Du.
A abertura vai ficar por conta do Les Misérables, grupo que tem repertório baseado no rock brasileiro dos anos 70. Estão no repertório nomes como Mutantes, Casa das Máquinas, Made in Brazil, Patrulha do Espaço, Raul Seixas , Joelho de Porco e muitos outros. Fazem parte do Les Misérables Marcos Machado (vocal), David Andres (guitarra), Tony Monteiro (guitarra e backing vocals), Joni Leite (baixo e backing vocals) e Junior Baroni (bateria e backing vocals).
O mais legal de tudo? O ingresso é bem baratinho, R$ 15 na compra antecipada (detalhes abaixo).
Repetindo, vai ser no dia 11 de agosto, a partir das 19h – ou seja, dá pra levar as crianças, o vovô e a vovó!
Esperamos vocês lá!!Serviço:
Show Dusty Old Fingers (abertura: Les Misérables)
Data: 11 de agosto de 2018
Horário: 19h (abertura das portas), 19h30 (início dos shows)
Local: Fundação Jürgensen
Endereço: R. Frei Antônio de Pádua, 889, bairro Jardim Guanabara, em Campinas
Ingressos: R$ 15 (antecipado); R$ 25 (na hora)
Para adquirir ingressos antecipados: [email protected] ou (19) 3242-1769
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O vocalista e líder do SOULFLY, Max Cavalera falou à ‘Metalshop TV’ sobre o próximo álbum da banda, intitulado Ritual. Com lançamento previsto para outubro via Nuclear Blast, a sequência de Archangel de 2015 foi gravada com o produtor Josh Wilbur, que já trabalhou com LAMB OF GOD, GOJIRA e ALL THAT REMAINS, entre outros.
Falando sobre o direcionamento musical do novo disco, Max disse: “Algo de Ritual traz um pouco de volta o ‘groove’ do início do SOULFLY – o groove realmente pesado – e então a outra parte é a minha verdadeira paixão por coisas pesadas e rápidas que eu sempre amei: death metal, hardcore, black metal e tudo mais. Nós temos uma música chamada Under Rapture, que apresenta uma participação especial de Ross Dolan, do IMMOLATION. Ela tem ‘blast beats’ e tudo, e é insano. É tão legal, cara, estou muito feliz que conseguimos essa música neste disco”.
De acordo com Max, Wilbur “é um grande fã do SOULFLY, e disse ‘Eu quero fazer o álbum do SOULFLY que eu gostaria de ouvir‘. Então ele tentou fazer com que eu fizesse mais músicas, canções tribais e coisas assim”, disse ele. “No final, acho que todo mundo estava puxando para um lado ou para o outro – eu lutando pelas músicas rápidas, ele lutando pelas músicas com groove – você coloca tudo junto, e se torna aquilo que eu estava chamando de ‘thrash tribal’. O que é legal, cara. Não é totalmente original, mas parece novo, por alguma razão. Tem o som de agora, mas pegamos algumas ideias emprestadas dos primeiros dias, como percussão, grooves e cânticos tribais. E eu gravei com os Navajos. Foi ótimo. Colocamos alguns deles em algumas das músicas”.
Perguntado por que ele decidiu nomear o novo álbum do SOULFLY como Ritual, Max disse: “Acima de tudo, eu gosto do nome; eu acho que é um nome muito metal. Eu estava pensando um pouco sobre as primeiras formas de ouvir música, com vinil – você tira o vinil, cheira, coloca, pega a agulha, tem todo um ritual envolvido nisso E, claro, agora há um novo ritual – você pega seu tablet, você vai Spotify ou você vai até [outro] site e encontra sua música, mas também é um ritual.
“O metal é muito ritualístico em muitos aspectos, no que fazemos – o ‘circle pit’, o canto, as mãos para cima, os chifres com os dedos para cima, bater-cabeça… é música ritual”, continuou ele. “Então eu pensei que este é um nome simples que todos podem se conectar. E fizemos algumas obras envolvendo dois dos meus artistas favoritos. Eliran Kantor fez a capa – ele também fez Archangel – e o interior, todo o inlay foi o Marcelo Vasco do Brasil. O interior é muito legal – tem esse Shiva com todos os diferentes braços e máscaras de gás, e todos esses símbolos. Eu disse ao Marcelo para inventar alguns símbolos que parecem loucos, então ele inventou alguns… eles parecem quase símbolos rituais de vodu, e nós os usamos em todas as músicas, e coisas assim.
“Eu gosto muito do título do álbum”, acrescentou Max. “Eu me lembro do disco do JANE’S ADDICTION, Ritual De Lo Habitual, e sempre gostei desse nome; sempre foi muito legal. Então eu usei Ritual, apenas a primeira parte daquele nome. Eu sempre gosto de pegar coisas emprestadas de outras bandas, especialmente quando são de estilos diferentes de música, que não sejam realmente metal – tipo, o JANE’S ADDICTION não é muito metal. Então é provavelmente de onde eu tirei a ideia – foi provavelmente a partir disso”.
A Hammerheart Records firmou um acordo com Eric e Brian Hoffman, ex-integrantes do DEICIDE, para trabalharem juntos no AMON e no catálogo clássico do DEICIDE.
AMON foi o primeiro nome da banda que passou a se chamar DEICIDE em 1989. Quando Eric e Brian deixaram o DEICIDE, eles reativaram o AMON, e lançaram um álbum chamado Liar In Wait em 2012. A Hammerheart lançará um novo álbum do AMON, relançará Liar In Wait e também as lendárias demos que o AMON lançou em 1987 e 1989.
A Hammerheart declarou: “Nós ouvimos as novas músicas, e elas têm a pegada e a vibração clássica do AMON / DEICIDE. Elas são cativantes, mas brutais, death metal com qualidade por excelência”.
A Hammerheart também reeditará todos os álbuns do DEICIDE que foram lançados entre 1990 e 2001. Todos os álbuns receberão um tratamento de luxo, remasterização, edições de 2-CD, faixas bônus (toneladas de gravações nunca lançadas), edições em LP (primeira vez para alguns) digital, fita cassete e merchandise. Este é um grande empreendimento, e todo o projeto manterá Hammerheart ocupada pelos próximos dois anos.
Os irmãos Hoffman se separaram do DEICIDE em 2004, depois de se envolverem em uma disputa acirrada com o baixista/vocalista do DEICIDE, Glen Benton, sobre royalties e direitos de publicidade.