Entre 2014 e 2015, o SuperSonic Brewer, vivia seu momento mais impactante, seja pela criatividade que brotava dos músicos, o sucesso com o público, o reconhecimento nacional e internacional, o alcance gigantesco de suas obras, ou vários outros fatores que elevaram o nome do grupo, de uma simples banda de Metal, para um dos principais nomes do Thrash/Southern do país.
O fator principal para essa evidenciação da obra criado pelo SSB, se dá, principalmente pelo lançamento consecutivo de duas obras de estúdio. Primeiro o aclamado segundo full da carreira, “Overthrow the Bastards” (2014), seguido do EP “3º Chapter One More Binge”, que apresenta releituras das músicas compostas no primeiro álbum do grupo, e lançado em 2011, “Broken Bones”, além de apresentar um cover da música “The Ocean” do Led Zeppelin.
Lançado inicialmente em formato físico, “3º Chapter One More Binge”, agora está disponibilizado digitalmente em uma das plataformas mais consumidas de Streaming no mundo. O terceiro trabalho de estúdio do SuperSonic Brewerestá liberado para audição gratuita no Deezer.
A faixa tributo ao Led Zeppelin não foi disponibilizada no Streaming, ficando reservado apenas aos que adquirirem o material físico lançado pela banda. Caso tenha interesse em conferir essa versão, o SSB possui alguns números limitados do material físico que podem ser adquiridos através da página no Facebook ou Instagram da banda.
O 74 Club, em Santo André, que tantas vezes ferveu com shows da War Industries Inc., foi também o local escolhido pelo power trio de garage punk para gravar uma live session – pesada e com requintes de apresentação ao vivo! A música escolhida foi ‘The Fire is The Weapon Divine’ e o resultado está aqui: https://www.youtube.com/watch?v=2UUK-hPezUw.
“Este é o melhor vídeo, até agora, para mostrar a banda ao vivo”, comenta o vocalista/guitarrista Jim Boone, quem criou a War Industries Inc. em 2014 e hoje mantém a banda na hiperatividade com Willian Paiva (bateria) e Carlos Motta (baixo). A faixa da live é parte do novo álbum, WWIII, o segundo da carreira, com lançamento agendado para 21 de setembro pela Abraxas Records.
O vídeo, gravado em julho deste ano, transmite a energia incomparável de uma apresentação ao vivo da War Industries Inc. “A live session mais pesada do ABC. Colamos no 74 Club para mandar aquele som ao vivo no barraco e fizemos o registro”, ressalta o baterista Will. No cenário, a banda aparece tocando com alguns fãs em volta, o que garante a sensação de um show intimista e sem frescuras – como de fato é a WII no palco.
A banda Queen Extravaganza, tributo oficial ao Queen produzido por Roger Taylor e Brian May, iniciou nesta semana turnê inédita nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido com Alirio Netto juntando-se como o vocalista principal desta nova empreitada. Recentemente, foi divulgado um vídeo onde Brian May e Roger Taylor assistiram a banda no ensaio e na sequência o guitarrista fala em um vídeo sobre a performance dos músicos.
Assista o vídeo de Brian May:
https://www.facebook.com/queenextravaganza/videos/1034532073386271/
Alirio Netto é uma das vozes do Rock mais reconhecidas no Brasil. Seja no palco ou no estúdio, sua voz poderosa e sua incrível variedade impressionaram Roger e Brian quando ele estrelou como Galilleo na produção brasileira de We Will Rock You em 2016. O Queen Extravaganza conta em sua formação o baterista Tyler Warren, o baixista François-Olivier Doyon, o guitarrista Nick Radcliffe e o tecladista Darren Reeves.
O vocalista é um dos grandes nomes do Rock e Metal do Brasil com participações nos grandes programas da TV brasileira como Altas Horas, The Noite, Jô Soares, Faustão, entre outros, além de já ter se apresentado no Rock in Rio com a banda Age of Artemis. Recentemente, o músico fez uma turnê solo com a Noturnall e James Labrie (Dream Theater) que culminou com a gravação de um DVD com participação da banda Angra e de Livia Dabarian, ainda sem data de lançamento prevista.
Confira as datas e compre ingressos da QuEx 2018 Tour: https://www.queenonline.com/quex/upcoming_shows
O primeiro contato de Alírio Netto com o Queen aconteceu em dezembro de 2017. Após algumas reuniões, o vocalista foi anunciado pelo site oficial do Queen no começo de 2018. Em comunicado oficial, Roger Taylor disse estar super feliz com o brasileiro.
Roger Taylor comenta: “Alirio não é apenas um cantor superlativo, ele também é um grande showman que vai entregar nossas músicas com um tremendo talento”.
No currículo de Alírio Netto em musicais, o ator realizou o papel de Jesus na produção mexicana de “Jesus Cristo Superstar” e de Judas na produção brasileira do mesmo musical pelo qual foi escolhido pelo jornal O Estado de São Paulo como Melhor Ator de Musicais de 2014. Além disso, Alírio Netto e sua esposa Livia Dabarian tiveram a grande honra e oportunidade de protagonizar a versão brasileira do musical “We Will Rock You”, musical do Queen, no papel de Galileo e Scaramouche. Alírio já gravou álbuns com as bandas Khallice e Age of Artemis com quem tocou inclusive no Rock in Rio e seu primeiro CD solo “João de Deus”. Recentemente, o músico lançou os videoclipes para as músicas “Back to the Light e “De Sol a Sol”.
Confira as datas da turnê mundial do Queen Extravaganza:QUEX 2018 North American Tour
06/09 | Cidade: Sacramento, CA – Ace of Spades – EUA
07/09 | Cidade: Riverside, CA – Fox PAC – EUA
08/09 | Cidade: Los Angeles, CA – Wiltern – EUA
11/09 | Cidade: Houston, TX – House of Blues – EUA
12/09 | Cidade: Dallas, TX – House of Blues – EUA
14/09 | Cidade: Louisville, KY – The Palace – EUA
15/09 | Cidade: Detroit, MI – St Andrews – EUA
16/09 | Cidade: Grand Rapids, MI – 20 Monroe Live – EUA
18/09 | Cidade: Chicago, IL – House of Blues – EUA
19/09 | Cidade: Madison, WI – Orpheum Theater – EUA
20/09 | Cidade: Carmel, IN – Palladium PAC – EUA
22/09 | Cidade: Atlantic City, NJ – Harrah’s – EUA
23/09 | Cidade: Norfolk, VA – Norva Theater – EUA
24/09 | Cidade: Red Bank, NJ – Count Basie Theatre – EUA
25/09 | Cidade: Port Chester, NY – Capitol Theatre – EUA
26/09 | Cidade: Bethlehem, PA – Sands Event Center – EUA
28/09 | Cidade: Westbury, NY – Theatre at Westbury – EUA
29/09 | Cidade: Wallingford, CT – Toyota Presents Oakdale – EUA
30/09 | Cidade: Montclair, NJ – The Wellmont – EUA
03/10 | Cidade: Halifax, NS – Rebecca Cohn Auditorium – Canadá
04/10 | Cidade: Moncton, NB – Casino New Brunswick – Canadá
06/10 | Cidade: Montreal, QC – MTELUS – Canadá
09/10 | Cidade: Ottawa, ONT – Centrepointe Theatre – Canadá
11/10 | Cidade: Kitchener, ONT – Centre In The Square – Canadá
12/10 | Cidade: Toronto, ONT – Danforth Music Hall – Canadá
13/10 | Cidade: Hamilton, ONT – FirstOntario Hall – Canadá
16/10 | Cidade: Winnipeg, MAN – Burton Cummings Theatre – Canadá
18/10 | Cidade: Calgary, ALB – Grey Eagle Event Centre – Canadá
19/10 | Cidade: Edmonton, ALB – Winspear Centre – Canadá
21/10 | Cidade: Surrey, BC – Bell PAC – Canadá
QuEx 2018 UK Tour
25/10 | Cidade: Dublin – Olympia Theatre – Irlanda
26/10 | Cidade: Belfast – Waterfront – Irlanda
28/10 | Cidade: Hull – Hull Venue – Inglaterra
29/10 | Cidade: Middlesborough – Middlesborough Town Hall – Inglaterra
30/10 | Cidade: Edinburgh – Usher Hall – Escócia
01/11 | Cidade: Glasgow – Armadillo – Escócia
02/11 | Cidade: York – Barbican – Reino Unido
03/11 | Cidade: Newcastle – City Hall – Inglaterra
05/11 | Cidade: Liverpool – Philharmonic – Inglaterra
06/11 | Cidade: Manchester – O2 Apollo – Inglaterra
07/11 | Cidade: Cardiff – St David’s Hall – País de Gales
09/11 | Cidade: Bath – Forum – Inglaterra
10/11 | Cidade: Plymouth – Pavilions – Inglaterra
12/11 | Cidade: Bournemouth – Pavilion Theatre – Inglaterra
13/11 | Cidade: Southend – Cliffs Pavilion – Inglaterra
15/11 | Cidade: Portsmouth – Guildhall – Inglaterra
16/11 | Cidade: Guildford – G-Live – Inglaterra
17/11 | Cidade: Cambridge – Corn Exchange – Inglaterra
19/11 | Cidade: Birmingham – Symphony Hall – Inglaterra
21/11 | Cidade: Leicester – De Montfort Hall – Inglaterra
22/11 | Cidade: Londres – Eventim Apollo – Inglaterra
Links relacionados:https://www.facebook.com/nettoalirio/https://www.alirionetto.com/https://www.queenonline.com/
A união faz a força. No Heavy Metal, essa frase sempre foi utilizada pelos fãs quando reuniões históricas acontecem de tempos em tempos. Isso foi exatamente o que as bandas Korzus, Noturnall, Armored Dawn e Rygel decidiram realizar com a Warriors Tour, uma turnê que ficará na memória do fã brasileiro de Metal. Por enquanto, a Warriors Tour tem datas marcadas e confirmadas em Limeira/SP (21/9), Belo Horizonte/MG (22/9) e Juiz de Fora/M G (23/9).
A lendária banda Korzus chegou aos 35 anos de idade com muito vigor e amor ao Metal. Não é pra qualquer um ch egar neste ponto da carreira em plena forma e fazendo planos para o futuro. Por isso, o mérito é todo do Korzus e da legião de fãs que seguem a banda desde 1983, quando uma geração de fãs de Black Sabbath, Judas Priest, Motörhead, Venom, Metallica e Slayer começaram uma trajetória vitoriosa em todos os sentidos: há 35 anos o nome Korzus é sinônimo de metal brasileiro.
O quinteto formado atualmente por Marcello Pompeu (vocal), Dick Siebert (baixo), Heros Trench (guitarra), Rodrigo Oliveira (bateria) e Antônio Araújo (guitarra) tem todos os motivos do mundo para comemorar três décadas e meia de estrada. Entre demos, álbuns, vinis, CDs e outros produtos, considerados clássicos do metal, os músicos são conhecidos mundo afora e no Brasil e prometem shows enérgicos nessa turnê.
A Noturnall é considerada uma das maiores revelações do metal dos últimos anos no Brasil. A banda s&oa cute; tem quatro anos de existência, mas os seus integrantes são velhos conhecidos na cena. Liderada por Thiago Bianchi, Fernando Quesada e Junior Carelli (todos vindos do SHAMAN), a Noturnall também conta com Henrique Pucci (bateria) e Bruno Henrique (guitarras). O grupo contou com participações de Russell Allen (Symphony X), Michael Kiske (Helooween), James Labrie (Dream Theater), Aquiles Priester (ex-Angra, Hangar) e Mike Orlando (Adrenaline Mob).
A banda já passou por grandes festivais como Rock in Rio e realizou tours pela América Latina, Estados Unidos e Europa. A Noturnall está no seu terceiro álbum de estúdio e em breve lança o seu segundo DVD. A banda acredita em um novo mercado onde o público participa junto com o artista em todos os lançamentos e quer ver essa proximidade aumentando cada vez mais. Recentemente, a Noturnall inovou com o lançamento de uma minissérie de cinco episódios e speciais e um documentário gravado pelos músicos nos Estados Unidos. Este novo material é uma série que mescla cultura, trabalho e música. Para a Noturnall, o rock e metal é exatamente sobre isso e os vídeos mostram com detalhes estes momentos. O novo documentário intitulado “Unplugged – Road Life” é 100% online e gratuito.
Formado em São Paulo, o Armored Dawn tem conquistado o seu espaço com muito trabalho, se destacando no cenári o internacional tocando ao lado de nomes da música mundial como Megadeth, The Offspring, Tarja, Sabaton, Symphony X, De La Tierra, Rhapsody, Fates Warning, Marillion e Texas Hippie Coalition. Atualmente formado por Eduardo Parras (vocal), Timo Kaarkoski (guitarra), Tiago de Moura (guitarra), Fernando Giovannetti (baixo), Rafael Agostino (teclado) e Rodrigo Oliveira (bateria), os músicos acabaram de tocar com os lendários ingleses do Saxon em uma turnê histórica.
O novo álbum de estúdio “Barbarians in Black” conta com 10 temas épicos, arrojados, ambiciosos, espontâneos, repletos de potência e agressividade, demonstrando todo o talento de um dos novos representantes do metal brasileiro no exterior. A produção teve a assinatura de Bruno Agra (We are Harlot) e Kato Khandwala (The Pretty Reckless, Papa Roach), a mixagem e masterização de Sebastian “Seeb” Levermann (Rhapsody of Fire, Orden Ogan).</ span>
A banda Rygel é atualmente formada por Wanderson Barreto (guitarras e vocal), Matheus Manhães (baixo), Marcio Garcia (guitarras) e Pedro Colangelo (bateria). O grupo é uma das promessas do metal nacional e estará nessa turnê divulgando o novo álbum ‘Darkened’, que será lançado de maneira independente.
SERVIÇO WARRIORS TOUR:
21/09 – Limeira/SP
Mirage Eventos
Avenida Professor Joaquim de Michieli, 755 – Jardim Esmeralda
A banda paulistana Laboratori apresenta o lyric video de “Respeite“, terceiro extraído do mais recente EP, “104 Palmas“. “‘Respeite’ vem se tornando uma das principais músicas de nosso repertório. Nela, apresentamos uma levada cadenciada, primando pelo peso no riff, que faz referência ao Pantera, Black Sabbath e Celtic Frost”, observou o guitarrista Bruno Kozseran. “Ela foi a primeira de uma nova fase de composições, na qual a parte instrumental começou a ganhar arranjos mais elaborados, mas sem perder a essência do riff pesado e um refrão marcante, característicos da banda”, acrescentou o baixista Fellipe Nemen.
Formada em novembro de 2014, a Laboratori atua sob o lema R.C.S.F., abordando temas comportamentais e do cotidiano. “Respeito, compromisso, sangue e família são permanentes para o Laboratori”, explica o vocalista Chili Oliveira. “Nossos temas são abordados, na maioria das vezes, por um pensador, um personagem na primeira pessoa, que traduz as dificuldades atuais do dia a dia, como depressão, superação, relação com os semelhantes, religião, política desigual e escravocrata. Estes, muitas vezes, são apresentados com um tom irônico e com poesia”, completa.
Tendo como destaque o desempenho nos palcos, sempre com shows intensos, Chili Oliveira (vocal), Bruno Kozseran (guitarra), Fellipe Nemen (baixo) e Jean Forrer (bateria) se sagraram campeões do Manifesto Rock Fest em 2017. O grupo retorna aos palcos para manter sua boa reputação no domingo, 16 de setembro, quando se apresentará ao lado do consagrado Worst, que fará o lançamento do novo álbum, “Deserto”. O evento, que ainda contará com a presença de Inherence, Oponente e John Wayne, será realizado no Fabrique Clube (Rua Barra Funda, 1071, SP/SP), às 17h. Ingressos em https://is.gd/vYdKDe
Site relacionado: https://www.facebook.com/laboratori.oficial
Contato para shows: [email protected]
Com uma carreira honrada e desbravando fronteiras, o Chaoslace lançou este ano o seu Debut “Inhumane Terror Cult” que está sendo muito bem aceito e conquistando muitas críticas positivas ao redor do mundo.Com seu Death Metal violento e de uma qualidade absurda a banda está a todo vapor massacrando cabeças por toda parte, angariando muitos fãs e perpetuando seu nome por todo underground. Convidamos o baterista Diogo Rodrigues para esta entrevista onde abordamos toda trajetória da banda, passando pelas dificuldades sobrepujadas e as vitórias alcançadas, também sabermos como foi a concepção deste deste primeiro artefato mortal que contou com a mixagem e masterização do lendário e inesquecível Fabiano Penna.
Diogo Rodrigues ao vivo, Foto por: Iana Domingos
Em meados de 2004 surge no Brasil o Chaoslace que em muito pouco tempo se torna um grande nome e uma referência para o estilo. Como e por quem surgiu a ideia de formar essa tormenta?
Diogo Rodrigues – Bom, antes do Chaoslace nós tínhamos outras bandas distintas e outros projetos que nunca davam em nada. Num desses projetos em que o Leandro iria participar eu seria o baterista por acaso sem conhecer ninguém, mas nunca saiu do papel, com isso eu e o Leandro resolvemos nos juntar e tentar montar uma banda séria, até mesmo pelo gosto musical parecido que tínhamos. Ao mesmo tempo o guitarrista Cleber saiu de sua antiga banda e procurava uma nova banda pra tocar, então ele se juntou a nós. Nossa idéia desde a primeira conversa foi fazer algo sério e músicas rápidas, e nos primeiros ensaios já tínhamos uma música. Os ensaios eram constantes e com isso fomos fazendo mais músicas, muitas vezes deixávamos de fazer outras coisas particulares como eventos familiares, para se dedicar aos ensaios e ao metal. O Cleber quando aceitou se juntar a banda, já veio com nome Chaoslace e o logotipo pronto, criados por ele mesmo. Esse foi o começo do Chaoslace, Leandro e Cleber nas guitarras e eu na bateria.
2004-Abusive Use of Collective Hate “Demo”
Em sua primeira formação a banda contava com 4 quatro membros, entre eles o nosso amigo Cléber Orsioli hoje integrante do Blackning, e no mesmo ano de sua formação vocês lançaram a demo “Abusive Use of Collective Hate”. Como foi a receptividade do público ao ser apresentado ao primeiro trabalho da banda? E qual o motivo do Cléber deixar a banda logo após este trabalho?
Diogo Rodrigues – Exatamente, logo após um show que fizemos em Santo André conhecemos um baixista que se chama Arthur, com isso éramos um quarteto nessa época. Depois de alguns bons ensaios e alguns shows, gravamos nosso primeiro material chamado “Abusive Use of Collective Hate”. Foi uma gravação bem simples, sem muitos recursos e pouca grana. Uma produção bem tosca na verdade, mas que começamos a divulgar esse material e com isso foi surgindo a oportunidade de participar de mais shows e aos poucos fomos apresentando a banda e por mais simples que foi a produção desse material a galera sempre apoiou e repercutiu bem aqui na região. Porém a banda nessa época começou a fazer sons mais extremos sempre influenciado por bandas como Krisiun e Morbid Angel, e o Cleber era mas ligado ao Thrash Metal, talvez ele não queria ter uma banda de Death Metal, ele queria tentar outro estilo, ele sempre foi mais centrado e dedicado à música, creio que ele tentou buscar algo mais profissional na época, mas foi tranquilo sua saída e até hoje somos amigos, ele ainda ajuda o Chaoslace com muitas coisas
2006-Anti-Religious Victory “Demo”
Para nossa surpresa quando a demo “Anti-Religious Victory” de 2006 foi lançada, a banda apresentou em seu line-up apenas dois membros, você e o Leandro. Como foi essa adaptação de estar como uma dupla? O que você nos fala à respeito desta Demo?
Diogo Rodrigues – Logo após a saída do Cleber tivemos que nos adaptar como trio, fizemos mais alguns shows e o baixista Arthur não aguentou o tranco das dificuldades do underground e nos primeiros obstáculos abandonou o barco, mas mesmo assim eu e o Leandro não desanimamos e em pouco tempo criamos algumas músicas brutais, totalmente influenciados pelo verdadeiro Death Metal. Pra gente não ficar sem tocar ao vivo resolvemos convidar um baixista amigo nosso chamado Jared. Com essa breve formação conseguimos alguns bons shows e um deles foi em São Bernardo do Campo junto com o Torture Squad, na qual foi um evento muito bom e lotou a casa, o extinto Volkana. Para nós foi uma oportunidade legal de divulgar nosso som para mais pessoas que ainda não conheciam a banda. Logo após isso o Jared deixou a banda como combinado, então, entramos em estúdio para a gravação do “Anti Religious Victory”, que já contava com alguns recursos um pouco melhores. As músicas soavam mais brutais, gravamos na raça em uma semana. O Leandro gravou as guitarras e o baixo. O cara que era dono do estúdio já tinha mais experiência com bandas de metal. Essa demo tinha uma qualidade melhor que o material anterior o que foi melhor aceito e melhor divulgado. Então, o lance de dupla foi mesmo só na hora da gravação e ensaios.
2007-Hatestorm “Single”
No ano seguinte, 2007, a banda lança seu single “Hatestorm”. Este single foi lançado de forma independente ou teve o apoio de algum selo? Como foi a repercussão deste material?
Diogo Rodrigues – Em 2007 fizemos a gravação de uma música nova para fazer alguns experimentos de gravações em um estúdio diferente que havíamos conhecido na época. Não teve apoio nenhum de gravadora, selo, distro e etc. Creio que esse material não teve tanta repercussão, passou meio despercebido “rs”. Mas foi importante pra gente ver como funcionava algumas produções mais trabalhadas.
2010-Curses Behind the Diabolic Shadows “Demo”
Após três anos, exatamente em 2010, o Chaoslace lança a demo “Curses Behind The Diabolic Shadows” que pra mim, mostra uma banda apesar de ainda estar em uma dupla, uma sonoridade mais brutal, mais obscuro. Até na identidade visual da banda vocês adotam um novo logo que demonstra essa transição. Para você essa demo foi o trabalho divisor de águas? O trabalho que melhor refletiu a proposta do Chaoslace até então?
Diogo Rodrigues – Esse lance de dupla foi mesmo na gravação e nas composições, tudo feito por nós dois, mas nessa fase o baixista era o Bruno e fez alguns shows ao vivo com a gente. Nessa época optamos por mudar o logo da banda para um mais brutal, que fosse mais a cara do Death Metal e tinha mais relação com nossas músicas. Esse material teve uma ótima aceitação, as músicas tinham uma sonoridade mais brutal, e acho que realmente foi um divisor de águas, pois nele conseguimos pela primeira vez fazer uma produção mais trabalhada, com mais tempo, mais recursos e tivemos como opinar em algumas coisas pra deixar como queríamos. Conseguimos bons shows com esse material.
Com este lançamento no mesmo ano a banda fez sua primeira apresentação internacional, vocês tocaram em terras bolivianas. Como foi a experiência de tocar fora do país pela primeira vez? Se apresentaram como uma dupla ou teve o suporte de um session member assumindo o baixo?
Diogo Rodrigues – Pois é, recebemos o convite para tocar num fest que foi realizado em Cochabamba na Bolívia. Nosso material chegou até um produtor boliviano que estava de passagem no Brasil. Ele tomou conhecimento da banda e foi conferir nosso show no extinto M868 na cidade de São Paulo, depois de alguns dias ele voltou para a Bolívia para organizar esse evento e fez o convite na qual aceitamos. Até então só havíamos tocado em outras Cidades e outros Estados, então para nós foi uma grande conquista sair do país para tocar, ainda mais fazendo um som underground. Foi uma experiência muito louca, tivemos alguns problemas com a polícia do aeroporto na Bolívia, mas no final deu tudo certo. Fizemos um “bate e volta” monstruoso, fomos num sábado e voltamos domingo, pois na segunda feira tínhamos que trabalhar. Nesse dia tocamos com a lendária banda Chakal de Minas Gerais. Na época desse show o baixista era nosso amigo Jota, que toca na banda Mortal Hate. Foi um feito grande para nós ter tocado nesse fest.
Giovanni Fregnani ao vivo, Foto por: Divulgação
Em 2012, o Chaoslace apresenta em sua formação um novo integrante, alia-se a banda o baixista Giovanni Fregnani. Como foi a entrada dele na banda? Qual o ganho que ele proporcionou à banda com sua entrada no seu ponto de vista?
Diogo Rodrigues – A demanda de show estava aumentando e o baixista Jota não tinha o tempo necessário para fazer todos os shows por conta do emprego que tinha na época, o qual tomava seu tempo aos finais de semana, e o objetivo da banda sempre foi tocar ao vivo, e foi então que entrou o Giovanni. Tínhamos colegas em comuns e o Giovanni já havia ido em alguns shows do Chaoslace, fizemos o convite e explicamos sobre os shows que estavam surgindo, então ele abraçou a idéia. Com a entrada dele conseguimos agendar muitos shows pelo interior de São Paulo, Minas Gerais e o Litoral em 2012. Quase todo final de semana estávamos viajando e ampliando nossa divulgação, conhecendo bandas novas, amigos novos, pessoas ligadas ao metal. Outro ponto foi que apesar de algumas dificuldades que se encontra por aí, o Giovanni não abandonou o barco. Já passamos uns perrengues “rs”.
Após sua entrada a banda volta a tocar em solos internacionais e desta vez foram mais longe, passaram pela Argentina em 2012, México em 2014 e Paraguai em 2015. Dá para perceber que a banda é muito conceituada fora do país. Como foi estar nestes países levando o Death Metal brasileiro para os headbangers de lá?
Diogo Rodrigues – Pois é, depois da entrada do Giovanni tivemos mais flexibilidade para poder agendar os shows. Esses shows foram todos por meio de convites dos produtores desses países, sem forçar nada. Fizeram as propostas e aceitamos. Estar nesses lugares tocando Death Metal foi muito foda. Em 2012 participamos de um fest em Buenos Aires na Argentina, a gig foi junto com nossos amigos da banda Pile of Corpses de São Paulo e também teve algumas bandas locais como a banda dos anos 80 chamada Devastacion.
Em 2014 recebemos o convite para fazer um tour de 16 dias por várias cidades e estados do México, junto com a banda Heretic, que toca um Death Metal brutal (recomendo).
Em 2015 fizemos uma gig foda no Paraguai, na qual também recebemos o convite por parte de um produtor local. Foi uma ótima gig.
Leandro Nunes ao vivo, Foto por: Wel Penilha
Falando especialmente do México, vocês excursionaram por 16 dias tocando quase que em todo país. Como surgiu a proposta desta turnê? Por quantas cidades mexicanas vocês passaram?
Diogo Rodrigues – Exatamente, fizemos um pequeno tour de 16 dias pelo México junto com a banda Heretic. A tour foi feita e organizada pelo pessoal da banda Heretic, que tomou conhecimento do nosso som e fizeram o convite, dando todo suporte necessário para que a banda fosse até lá fazer essa tour de uma forma bem profissional. Passamos por 8 cidades e alguns estados, fomos até o deserto de Sonora, conhecemos muitas bandas boas. Todos os shows foram bons. Foi um tour onde tudo deu certo.
E o sucesso de sua trajetória não se resume apenas aos shows internacionais. Aqui no Brasil a banda já tocou ao lado de grandes nomes como Krisiun, Chakal, Torture Squad, Necromancia, Rebaelliun entre outros… Nos fale à respeito…
Diogo Rodrigues – Pois é aqui já tocamos com algumas importantes bandas do cenário metal. Para nós foi uma honra poder tocar ao lado do Krisiun e Rebaelliun algumas vezes e poder dividir o mesmo palco e que são bandas que curtimos há muitos anos e que nos influenciam até hoje.
Em 2018 a banda finalmente nos presenteia com o tão esperado Debut álbum, “Inhumane Terror Cult”. Nos conte, como foi toda concepção deste álbum?
Diogo Rodrigues – Esse álbum demorou um pouco pra gente fazer pois a gente não parava de tocar, teve um ano que fizemos uns 50 shows, mas finalmente conseguimos o tempo para esse lançamento. Para esse Debut pegamos todas as músicas que tínhamos das demos antigas e gravamos da forma que tocamos hoje, mais brutal, mais rápido, algumas passagens diferentes, demos uma arrumada em algumas músicas e fizemos uma produção muito melhor. Tínhamos boas músicas gravadas nas demos, então resolvemos regravar elas de uma forma mais profissional e uma forma mais brutal mesmo, soando como a banda está hoje.
2018-Inhumane Terror Cult “Debult Álbum”
Para o lançamento do Debult a banda conta a Obskure Chaos Distro. Como está sendo a divulgação e distribuição do material? Como surgiu essa parceria?
Diogo Rodrigues – Sim a Oskure Chaos Distro que está lançando esse material e a divulgação está legal, sendo feita em muitas partes do Brasil, tem gente de todo canto procurando, tanto com a banda quanto com a distro. Em algumas lojas da Galeria do Rock está sendo vendido também, nos shows sempre vende. Também foram vendidos alguns CDs para outros países como a Tailândia.
O Ricardo da Obskure Chaos Distro tomou conhecimento do lançamento e se propôs a fazer esse lançamento. Entramos num acordo e rolou legal. Ele também divulga para outros países.
Este álbum foi produzido pela própria banda e contou com a mixagem e masterização do ilustre Fabiano Penna, que infelizmente não está mais entre nós. Como foi a experiência de trabalhar ao lado dele? Na sua opinião, o que nos diz do resultado final?
Diogo Rodrigues – Toda gravação e captação das músicas do álbum foram feitas pelo Cleber Orsioli. A Produção (MIX e MASTER) foi feita pelo grande Penna. Foi muito válido trabalhar com o Penna e foi uma experiência ótima, ele já conhecia o trabalho da banda, já sabia mais ou menos como deixar o som, é um cara que estava sempre antenado no meio Death Metal, então confiamos e deixamos tudo nas mãos dele. Nunca havíamos trabalhado com alguém produzindo assim dessa forma, e na minha opinião o resultado ficou devastador e violento. O Penna fez um grande trabalho. Quando ouvimos a primeira música ficamos empolgados. É ótimo ouvir sua própria música produzida por um cara que tem um grande conhecimento no meio Death Metal.
Hail Penna (RIP).
Para divulgação do ótimo “Inhumane Terror Cult” a banda está fazendo muitos shows? Haverá uma turnê internacional?
Diogo Rodrigues – Sim, estamos com bastante shows, conseguimos participar de alguns festivais legais como o Franca Metal Fest, tocamos em Cuiabá/MT, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Litoral de São Paulo, Interior de São Paulo.
Por hora não temos nada marcado fora do Brasil. Até surgiu um tour pela América do Sul, mas devido aos nossos empregos, as vezes fica ruim de marcar tour. E na Europa por hora ainda não surgiu nada. Não queremos forçar um tour. Tem que acontecer de forma natural e profissional.
Mudando de assunto novamente. A veia lírica da banda é bem obscura, vocês abordam temas como anti-religião, guerras, catástrofes e conflitos humanos. Quem é o principal compositor da banda? Você pode nos falar a respeito da veia ideológica por trás do Chaoslace?
Diogo Rodrigues – Realmente temos temas obscuros. No geral todos já fizeram letras ou participaram com palpites em algo, mas acho que o Leandro fez mais que todos. Resumindo sobre a ideologia, são temas que abordam a religião destruindo e corrompendo a raça humana, conflitos e atrocidades brutais em nome da religião. Basicamente isso.
À respeito da cena atualmente, como você enxerga a atual cena no Brasil?
Diogo Rodrigues – Pelo que eu vejo e tenho participado, creio que a cena está forte, com muitas bandas boas como o HAVOK 666, JUSTABELI, BARBATOS, KROMORTH, SPIRITUAL HATE, CRANIAL CRUSHER, FUNERATUS e muitas outras, muitos eventos rolando, uma galera dando a cara a tapa e produzindo shows, bandas com ótimas produções. Tem sempre uns que falam que a cena está fraca e tal, mas está rolando legal, dificuldade sempre tem, mas está acontecendo. O Underground nunca morre.
Com o lançamento desde grande trabalho que tive o prazer de ouvir e fazer uma review. Realmente é uma banda muito talentosa e segura em sua proposta. Quais os planos futuros para o Chaoslace?
Diogo Rodrigues – Aliás muito obrigado pelo review “rs”. Os planos da banda são continuar tocando, tentar fazer shows em lugares e festivais que ainda não fomos, aliás são muitos ainda. Já estamos compondo alguns sons novos para um futuro álbum novo e tentar fazer com que nosso som chegue em mais lugares.
Grande Diogo Rodrigues, muito obrigado pela entrevista cedida e conte sempre com o apoio da Roadie Crew. Um fortíssimo abraço e fique à vontade para escrever as últimas linhas desta entrevista… o espaço é seu…
Diogo Rodrigues – Poxa eu que agradeço pelo espaço e pela oportunidade de poder falar um pouco sobre a banda. Quem quiser conhecer mais sobre a banda, marcar shows ou adquirir nosso material (camisetas, CDs e patches) é só nos procurar pelas redes sociais ou comparecer aos shows e que apoiem as bandas verdadeiras do underground.
Abaixo o segue o Lyric Video da poderosa música “Inhumane Terror Cult” faixa que dá nome ao álbum. Assistam:
O lendário grupo de thrash metal alemão SODOM lançará um novo EP, Partisan, em 23 de novembro via SPV / Steamhammer. O trabalho será disponibilizado como um CD digipak, vinil transparente de 10 polegadas, download e stream.
Partisan conterá três faixas, incluindo uma gravação ao vivo do Rock Hard Festival deste ano.
O baixista/vocalista Thomas “Angelripper” Such conta atualmente com o guitarrista Frank “Blackfire” Gosdzik (também do ASSASSIN, ex-KREATOR), o baterista Stefan “Husky” Hüskens (ASPHYX, DESASTER) e o segundo guitarrista Yorck Segatz (BEYONDITION). Blackfire tocou anteriormente com SODOM nos álbuns clássicos Persecution Mania, Mortal Way Of Live e Agent Orange.
Angelripper comentou: “Somos uma verdadeira família de novo. Todos gostamos muito da nova formação. Há um verdadeiro espírito de equipe novamente; estamos nos divertindo muito juntos, cada um de nós está interessado em tudo e – isso é realmente importante – todo mundo está lá para apoiar um ao outro. Obviamente, esse tipo de atmosfera está fadado a ter um efeito positivo nas composições”.
O ‘lyric video’ oficial da música Wreck It Like Beckett dos heróis da Irlanda do Norte, o THERAPY? pode ser visto abaixo. A faixa é parte do 15º álbum de estúdio da banda, Cleave, que será lançado em 21 de setembro pela Marshall Records. Fortemente baseado em torno de noções de dualidade e divisão, o sucessor ao aclamado Disquiet (2015) – e sua primeira gravação para a Marshall – é um conjunto de músicas fortemente focado, ferozmente inteligente, apaixonado e empoderador, criado por uma banda que opera em seu pico artístico. Um contundente e incisivo relato sobre o estado da nação, investigando os cismas na sociedade contemporânea, e as motivações daqueles que buscam propagar a disjunção, uma coleção poderosa, desafiadora e intransigente de músicas de uma banda que nunca teve medo de confrontar e dissecar os impulsos mais sombrios da humanidade.
Antes de Wreck It Like Beckett, o THERAPY? já havia divulgado um novo videoclipe, para a música Callow. O vocalista Andy Cairns falou sobre a inspiração por trás de Callow:
“Callow é uma das duas músicas deste álbum que eu escrevi do começo ao fim”, disse ele. “Todo mundo que sabe alguma coisa sobre nossa banda, sabe que eu amo HÜSKER DÜ, THE BUZZCOCKS e RAMONES, e esta é outra música punk melódica na veia de Nowhere, Screamager, Lonely, Cryin e Only, com talvez um leve toque de The Holy Bible, do MANIC STREET PREACHERS também.
“Meu filho Jonah é realmente fã de um rapper chamado Lil Peep, que me soa como emo com drum beats, com letras sobre o quão fodido, perdido e solitário ele se sente. Eu consegui um ingresso para Jonah ir ao show dele Londres. Alguns meses depois, Jonah me disse: ‘Lil Peep está morta’, e eu pude ver que ele foi realmente afetado por isso: eu percebi que, para ele, isso era como a morte de John Lennon, Ian Curtis ou Kurt Cobain.
“Em algumas de suas músicas, Lil Peep falou sobre o antidepressivo Xanax, o uso excessivo se tornou um problema real no Reino Unido, e enquanto eu pensava nisso, eu me lembrei de uma citação de Stephen Fry onde, depois que ele teve prescrito antidepressivos para combater depressão, ele disse que se sentia como um zumbi por meses. Ele disse algo como: ‘Se você tirar meus demônios, você também levará os meus anjos’. Seu ponto era que, sim, havia alturas vertiginosas e quedas aterrorizantes sem antidepressivos, mas ele preferia ter isso do que constante dormência. Então essa música está falando sobre como nós negociamos o caos da vida agora, e para entender por que alguém pode querer se entorpecer para não perceber o quanto somos divididos”.
O videoclipe oficial de Diamond Boy, faixa título do novo álbum do ENUFF Z’NUFF, pode ser visto abaixo. O disco foi lançado em 10 de agosto.
ENUFF Z’NUFF é o exemplo vivo do que um grupo de rock ‘n’ roll deveria ser. Agora centrado em torno do baixista e vocalista Chip Z’nuff, o ENUFF Z’NUFF ainda está vivo e detonando com uma legião de fãs leais, que não se cansam do ‘power pop’ misturado com hard rock típico da banda.
Este disco é o primeiro lançamento do ENUFF Z’NUFF em que Chip lida com todos os vocais, o que foi uma tarefa e tanto, mas ele certamente estava pronto para isso.
“Cantar no álbum inteiro foi muito desafiador”, diz Chip. “Eu estou tomando o lugar do meu irmão, que eu considero um dos maiores cantores da nossa geração. As músicas deste disco são sólidas como uma pedra”.
Ele descreve o álbum como “um novo capítulo que deveria ter sido escrito há muito tempo. Imagem o DAVID BOWIE e THE BEATLES brigando, e o CHEAP TRICK vem para acabar com isso”.
Além de Chip Z’nuff, a banda conta com o guitarrista de longa data Tory Stoffregen, o ex-vocalista / guitarrista do ULTRAVOX, Tony Fennell, e Daniel Benjamin Hill na bateria. O ENUFF Z’NUFF continua em turnês e gravações regulares, e este novo registro mostra mais uma vez o pop/hard verdadeiramente competente que eles são capazes de fazer. Sem escassez de ganchos e músicas incríveis, Diamond Boy é outra joia na coroa do ENUFF Z’NUFF.
O KROKUS embarcará em uma turnê de despedida no próximo ano. Os veteranos suíços do hard rock anunciaram seu plano de encerrar sua carreira de quatro décadas em um post no Facebook, escrevendo: “Os shows do KROKUS sempre foram especiais e deveriam continuar assim. Por isso decidimos parar enquanto ainda é realmente bom. É assim que os fãs devem se lembrar de nós.
“Ao contrário de outras bandas que estão em sua eterna turnê de despedida, vamos manter nossa palavra e puxar o plugue no final de 2019, entregando o ‘Rock Magic Wand’ aos jovens”.
O vocalista Marc Storace declarou: “Estamos ansiosos para uma grandiosa turnê mundial de 2019, Adios Amigos com o último grande show na Suíça”.
O guitarrista Fernando Von Arb acrescentou: “Nós assinamos contratos reciprocamente um com o outro de que realmente acabou. Vamos nos ater a isso. Toda festa tem que acabar eventualmente”.
O baixista Chris von Rohr declarou: “Foi uma jornada inigualável com todos os altos e baixos que a vida no rock tem a oferecer. Agora estamos ansiosos para este último giro de honra e daremos tudo que temos. Devemos isso a nós mesmos e aos nossos fãs. O dia 7 de dezembro de 2019 será inesquecível, como foi o dia 27 de março de 1982”.
Durante sua longínqua carreira, o KROKUS fez mais de dois mil shows, tocou em cinco continentes, em inúmeras cidades, e conquistou milhares de fãs ao redor do mundo.