Comemorando seu 50º aniversário como banda em 2018, o NAZARETH está marcando a ocasião com um novo álbum de estúdio, Tattooed On My Brain. Com lançamento previsto para 12 de outubro através da Frontiers Music Srl, o trabalho estará disponível nos formatos CD, LP e digital.
Tattooed On My Brain é o 24º álbum do NAZARETH e o primeiro a apresentar o novo vocalista Carl Sentance (ex-PERSIAN RISK).
Uma faixa do novo álbum, State Of Emergency, pode ser conferida abaixo.
O baixista e membro fundador do NAZARETH, Pete Agnew, fala sobre o novo álbum: “O que eu sei e o que espero é que esse álbum – por causa de nossa nova formação – será submetido ao maior escrutínio de qualquer disco da história do NAZARETH, e que depois disso, seja julgado como um dos melhores da carreira do NAZARETH.
“Embora sempre haja referências do som clássico do NAZARETH em nossos álbuns, e considerando que todos os músicos vêm tocando as músicas clássicas do NAZARETH durante a maior parte de suas vidas, o que é novo e que inspirou as novas músicas e a nova abordagem é o fato de que temos um novo vocalista: Carl Sentance.
“Você pode mudar os membros da banda e continuar no mesmo caminho, mas não há nada que mude a abordagem de uma banda tão definitivamente quanto o som, o estilo e a performance de um novo vocalista. Ela também influencia a forma como os outros escrevem músicas, porque quando você escreve uma música para a banda, você tem em mente principalmente se ela se adequará ao estilo do cantor e como ele vai cantar e, claro, com o Carl, nós temos não apenas um novo vocalista, mas também um ótimo compositor, então todo o projeto soa muito novo, dado todos esses ingredientes com os quais tivemos que trabalhar”.
O FIVE FINGER DEATH PUNCH lançou o videoclipe da música When The Seasons Change. Escrito pelo guitarrista Zoltan Bathory, o clipe é dedicado a policiais e socorristas de todo o mundo que diariamente colocam suas vidas em risco, entre eles um herói da banda, veterano do exército e policial de Las Vegas, Charleston Hartfield, que perdeu a vida no tiroteio em Las Vegas em 2017, usando seu próprio corpo para proteger e salvar os outros da chuva de balas.
Bathory disse: “Em vez de lhe dar uma citação típica sobre o videoclipe, deixe-me dar alguns dados para refletir… A negligência médica é a terceira principal causa de morte nos EUA, logo atrás de doenças cardíacas e câncer. 250.000 pessoas morrem a cada ano por causa de erros médicos. Em contraste, os policiais cometem uma média de 50 erros fatais por ano, o que é 245.950 a menos – e a maioria deles é devido a decisões de frações de segundo em situações de alto risco. A perda de uma vida é sempre trágica, mas nós não colocamos todos os profissionais da área em chamas, ou os ofendemos, desrespeitamos e demonizamos. Claro que não. Eles estão fazendo o melhor, e seria tão ridículo quanto a atual grosseira e injusta retórica contra a polícia como um todo”.
O SOULFLY lançará seu décimo primeiro álbum, Ritual, em 19 de outubro via Nuclear Blast Entertainment. O sucessor de Archangel (2015) foi produzido, gravado e mixado por Josh Wilbur (KILLER BE KILLED, LAMB OF GOD, GOJIRA). A arte da capa foi pintada pelo artista Eliran Kantor (TESTAMENT, ICED EARTH, SODOM). A arte do encarte foi criada por Marcelo Vasco (SLAYER, HATEBREED, KREATOR). O álbum apresenta vários convidados, incluindo Randy Blythe (LAMB OF GOD) e Ross Dolan (IMMOLATION).
O quarto trailer do novo álbum pode ser conferido abaixo.
Recentemente Max Cavalera falou à ‘Metalshop TV’ sobre o novo álbum: “Algo de Ritual traz um pouco de volta o ‘groove’ do início do SOULFLY – o groove realmente pesado – e então a outra parte é a minha verdadeira paixão por coisas pesadas e rápidas que eu sempre amei: death metal, hardcore, black metal e tudo mais. Nós temos uma música chamada Under Rapture, que apresenta uma participação especial de Ross Dolan, do IMMOLATION. Ela tem ‘blast beats’ e tudo, e é insano. É tão legal, cara, estou muito feliz que conseguimos essa música neste disco”.
De acordo com Max, Wilbur “é um grande fã do SOULFLY, e disse ‘Eu quero fazer o álbum do SOULFLY que eu gostaria de ouvir‘. Então ele tentou fazer com que eu fizesse mais músicas, canções tribais e coisas assim”, disse ele. “No final, acho que todo mundo estava puxando para um lado ou para o outro – eu lutando pelas músicas rápidas, ele lutando pelas músicas com groove – você coloca tudo junto, e se torna aquilo que eu estava chamando de ‘thrash tribal’. O que é legal, cara. Não é totalmente original, mas parece novo, por alguma razão. Tem o som de agora, mas pegamos algumas ideias emprestadas dos primeiros dias, como percussão, grooves e cânticos tribais. E eu gravei com os Navajos. Foi ótimo. Colocamos alguns deles em algumas das músicas”.
Perguntado por que ele decidiu nomear o novo álbum do SOULFLY como Ritual, Max disse: “Acima de tudo, eu gosto do nome; eu acho que é um nome muito metal. Eu estava pensando um pouco sobre as primeiras formas de ouvir música, com vinil – você tira o vinil, cheira, coloca, pega a agulha, tem todo um ritual envolvido nisso E, claro, agora há um novo ritual – você pega seu tablet, você vai Spotify ou você vai até [outro] site e encontra sua música, mas também é um ritual.
“O metal é muito ritualístico em muitos aspectos, no que fazemos – o ‘circle pit’, o canto, as mãos para cima, os chifres com os dedos para cima, bater-cabeça… é música ritual”, continuou ele. “Então eu pensei que este é um nome simples que todos podem se conectar. E fizemos algumas obras envolvendo dois dos meus artistas favoritos. Eliran Kantor fez a capa – ele também fez Archangel – e o interior, todo o inlay foi o Marcelo Vasco do Brasil. O interior é muito legal – tem esse Shiva com todos os diferentes braços e máscaras de gás, e todos esses símbolos. Eu disse ao Marcelo para inventar alguns símbolos que parecem loucos, então ele inventou alguns… eles parecem quase símbolos rituais de vodu, e nós os usamos em todas as músicas, e coisas assim.
“Eu gosto muito do título do álbum”, acrescentou Max. “Eu me lembro do disco do JANE’S ADDICTION, Ritual De Lo Habitual, e sempre gostei desse nome; sempre foi muito legal. Então eu usei Ritual, apenas a primeira parte daquele nome. Eu sempre gosto de pegar coisas emprestadas de outras bandas, especialmente quando são de estilos diferentes de música, que não sejam realmente metal – tipo, o JANE’S ADDICTION não é muito metal. Então é provavelmente de onde eu tirei a ideia – foi provavelmente a partir disso”.
Detalhes de Home Invasion: In Concert no Royal Albert Hall, novo trabalho ao vivo de STEVENWILSON foram anunciados: o show será lançado em múltiplos formatos em 2 de novembro pela Eagle Rock Entertainment, e uma edição limitada em vinil será disponibilizada via Caroline International em 22 de março de 2019.
No final de março de 2018, Steven Wilson fez uma série de três noites em um dos locais mais icônicos do mundo: o Royal Albert Hall de Londres. Chegando ao final de uma longa turnê europeia, esses concertos foram a coroação de um incrível período de sete meses, que começou com o lançamento do quinto álbum de Wilson, To The Bone. Lançado em agosto de 2017, To The Bone alcançou o terceiro lugar nas paradas do Reino Unido, e ficou no top 10 em toda a Europa, tornando-se rapidamente o recordista e mais vendido da carreira de trinta anos de Wilson.
Home Invasion: In Concert no Royal Albert Hall captura o último show das três noites, e inclui quase três horas de apresentação ao vivo. O vídeo foi desenvolvido a partir de imagens filmadas em várias câmeras, posicionadas em todos os ângulos concebíveis no auditório e no palco, e o som foi especialmente mixado por Steven em som surround 5.1 e estéreo. É o documento perfeito de um dos artistas mais intransigentes do Reino Unido – alguém que permanece “resolutamente independente… o artista britânico de maior sucesso de que você nunca ouviu falar” (The Telegraph).
Em 7 de setembro, a Eagle Vision lançou Yes: 50th Anniversary Live At The Apollo nos formatos DVD, Blu-ray, 2CD e 3LP.
Um clipe ao vivo da música Owner Of A Lonely Heart, tirado de Yes: 50th Anniversary Live At The Apollo, pode ser visto abaixo.
Em 2016, Jon Anderson, Trevor Rabin e Rick Wakeman uniram seus talentos incríveis e a herança do YES para levar para a estrada uma série de concertos celebrando o legado musical da banda, dos anos setenta até os anos noventa. YES FEATURING JON ANDERSON, TREVOR RABIN, RICK WAKEMAN levou seu show ao Reino Unido no início de 2017, incluindo essa apresentação de sucesso, gravada ao vivo no Manchester Apollo.
Com um ‘setlist’ que passeia por todo o longo espectro de sua carreira, incluindo clássicos Roundabout, Owner Of A Lonely Heart, And You And I, Hold On, Heart of The Sunrise, Rhythm Of Love, I’ve Seen All Good People, Awaken e muitas outras, a banda se mostrou em excelente forma. O encanto do teclado de Wakeman combinou sua magia com as magistrais habilidades de guitarra de Rabin e a proeza vocal e lírica do membro fundador Jon Anderson para criar uma noite especial e de alquimia musical para seus fãs. Este show glorioso captura a natureza verdadeira e duradoura desta banda sempre poderosa.
Vencedores do Grammy, o YES já vendeu mais de 35 milhões de álbuns, e foi introduzido no Rock And Roll Hall Of Fame.
2018 marca o 20º aniversário do álbum de estreia do LACUNA COIL. Para comemorar este ano especial, eles fizeram um show especial no dia 19 de janeiro em Londres, no O2 Forum Kentish Town. O evento único foi filmado e gravado para The 119 Show – Live In London, que tem lançamento previsto para 9 de novembro.
Um clipe da performance da música Blood, Tears, Dust, tirada de The 119 Show – Live In London, pode ser visto abaixo.
Este novo lançamento contará com algumas faixas nunca antes tocadas ao vivo pelo LACUNA COIL.
A banda comenta: “O que aconteceu no O2 Forum Kentish Town em Londres em 19 de janeiro de 2018 foi pura magia. Foi definitivamente uma experiência única para nós, como banda e como pessoas. O trabalho envolveu a tensão pré-show, a intensidade no palco, a energia entre nós e o público – tudo isso foi além de qualquer coisa que já tenhamos feito antes. Este evento não foi apenas um show, foi uma festa de aniversário, uma celebração de aniversário e, o mais importante, um grande OBRIGADO a todos que viajaram lado a lado conosco nos últimos vinte anos. Agora, com o lançamento de The 119 Show – Live In London, podemos compartilhar a magia com os fãs que não puderam festejar conosco em janeiro”.
Os suecos do SOILWORK completaram o trabalho em seu 11º álbum de estúdio, que será lançado em 2019, pela Nuclear Blast. O sucessor de The Ride Majestic (2015) foi gravado nos estúdios Nordic Sound Lab em Skara, na Suécia, com o produtor Thomas “Plec” Johansson.
O segundo trailer do álbum, no qual os membros do SOILWORK falam sobre a inspiração e o processo de gravação do álbum pode ser visto abaixo.
O vocalista Björn ‘Speed’ Strid comentou recentemente sobre o novo trabalho de estúdio do SOILWORK:
“Neste novo álbum, voltamos ao básico do heavy metal clássico, mas com um toque de nosso próprio legado sonoro, com melodias melancólicas trabalhadas em um ritmo às vezes furioso e dotado de grande diversidade. As pessoas vão reconhecer a vibração que tivemos nos dois álbuns mais recentes, mas sentimos que levamos o nosso som ainda mais longe, com mais energia, elementos mais obscuros, mas ainda assim estranhamente revigorantes”.
Ele continua:
“As sessões de gravação deste álbum foram diferentes de qualquer coisa que fizemos antes. Todos estão muito envolvidos em todo o processo e nos permitimos experimentar mais e ter sonoramente mais opções. Nosso baterista Bastian Thusgaard, que não gravou com a gente anteriormente, trouxe outra dimensão ao nosso som, e ele fez o resto de nós intensificar a nossa maneira de tocar também. E trabalhar com o produtor Thomas “Plec” Johansson (The Panic Room) foi um verdadeiro prazer. Embora tenhamos passado por muitas coisas nos últimos anos, nos sentimos mais como uma unidade do que sentíamos há muito tempo.
“Nós, como banda, estamos longe de esgotar nossas habilidades criativas e musicais e queremos trazer o SOILWORK de volta para as grandes plateias. Nossos fãs ao redor do mundo podem esperar que a promessa seja cumprida quando nosso ciclo de turnê começar na promoção de nosso próximo álbum”.
The Ride Majestic foi o último álbum do SOILWORK com o baterista de longa data Dirk Verbeuren, que deixou a banda em julho de 2016 para se juntar ao MEGADETH. Ele foi substituído no SOILWORK por Bastian Thusgaard, do THE ARCANE ORDER.
Thusgaard comenta: “Estou muito orgulhoso das minhas realizações neste álbum. Eu recebi uma grande liberdade tanto na escrita quanto na gravação. Obviamente, eu queria honrar ‘a vibe de bateria’ que se desenvolveu na banda ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, estou muito ciente do fato de que eu sou um baterista diferente dos meus antecessores. Isso é algo que eu realmente queria mostrar, adicionando minha própria vibração ao som da banda”.
Em 2016, o SOILWORK lançou uma coletânea especial de raridades intitulada Death Resonance, através da Nuclear Blast.
Os alemães do Destruction iniciam sua tour pelo Brasil neste fim de semana, em Limeira/SP (16/09 @Bar da Montanha). O trio é uma das mais tradicionais bandas de Thrash Metal do planeta, e está divulgando “Thrash Anthens II”, disco de regravações de alguns de seus maiores clássicos.
Em São Paulo eles tocam no outro domingo, 23/09, no Espaço 555, com participação da Nervosa (Veja serviço completo abaixo!).
“Thrash Anthens II” traz regravações dos clássicos “Sentence Of Death” (EP, 1984), “Infernal Overkill” (1985), “Eternal Devastation” (1986), “Mad Butcher” (EP, 1987) e “Release From Agony” (1987) – assim como fizeram em na primeira parte, em 2007. Com isso, os shows atuais estão recheados de clássicos.
Recentemente eles anunciaram a entrada do baterista Randy Black (ex-Annihilator, ex-Primal Fear, etc), que completa o trio, ao lado das lendas, Schmier (baixo e vocal) e Mike (guitarra).
As meninas da Nervosa estão lançando seu terceiro álbum, “Downfall of Mankind”, e são velhas conhecidas do pessoal do Destruction, pois já fizeram algumas tours conjuntas na Europa. Schmier é uma espécie de ‘padrinho’ do trio brasileiro.
A formação da Nervosa traz Fernanda Lira (vocal e baixo), Prika Amaral (guitarra e backing vocals) e Luana Dametto (bateria).
SERVIÇO:
TC7 Produções e Live Co. apresentam:
DESTRUCTION
Banda convidada: Nervosa
Dia 23/09 (Domingo)
Horário: 18h30
Local: Espaço 555 (Av. São João, 555, Centro, São Paulo)
O Skunk Oil, que conta com brasileiros radicados em Boston (EUA) – Dennis D’Angelo (guitarra), Lucas Tadini (teclado), Caio Moskalkoff (bateria) e Bruno Silva (baixo) –, além do vocalista finlandês Jaska Isola, acaba de lançar seu primeiro EP, gravado no The Record Company, em Boston/MA, e no New Alliance Audio Productions, em Cambridge/MA. O título, “Skeletons in the Closet“, remete ao passado dos músicos. “Temos três integrantes vindos da Skeletons In The Closet, projeto que não tinha lançado nenhum material oficial. Nos conhecemos antes de nos formarmos na Berklee College of Music, mas só no fim do ano passado pudemos retomar os trabalhos, já como Skunk Oil”, explicou o guitarrista Dennis D’Angelo, que produziu o material. “O EP traz esse título não só em referência ao passado, mas também por representar bem a temática das letras”, acrescentou.
O primeiro single, “Elephant’s Paw“, que havia sido lançado em maio, acaba de ganhar um lyric video, dirigido por Felipe Delgado, com auxílio do designer Caio Gomes e edição de Amanda Silveira. “Imagine se Alice In Chains, Black Sabbath, Queens of the Stone Age e Muse colidissem e daí surgisse um som energético, com um riff direto e um groove sólido como um soco na cara. A faixa “Elephant’s Paw” é essa fusão”, detalhou o baterista Caio Moskalkoff. “Ela aborda o ponto de vista de um indivíduo que foi cegado pelo seu ego inflado. Se achava superior e tinha consciência de sua natureza ‘cinzenta’, mas é pego de surpresa quando percebe que essa pose e impressão sobre si desmoronam em frente aos próprios olhos. Era tudo uma farsa que ele construiu para si mesmo”, completou Moskalkoff sobre o conceito da letra.
Confira o lyric video de “Elephant’s Paw” em https://is.gd/gzSXDQ
Praticando um som com referências a Black Sabbath, Led Zeppelin, Alice in Chains e Soundgarden, além de influências de Queens of the Stone Age, Royal Blood, All Them Witches e The Mars Volta, o grupo também obteve destaque com o single “Ritual”. “É o equilíbrio entre tensão e relaxamento, que torna a música misteriosa e envolvente. A jornada dinâmica, através da idolatria de um indivíduo, pode ser visceral e intensa, mas também bela e misteriosa. Essa é a nossa visão para ‘Ritual’, o segundo single”, descreveu D’Angelo.
Para ouvir as cinco faixas do EP “Skeletons in the Closet”, acesse: https://is.gd/irc7qb
Site relacionado: www.skunkoilband.com
Fonte: ASE Music
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O maior nome do metal progressivo no mundo, o DREAM THEATER terminou a gravação de todas as partes para o sucessor do álbum The Astonishing, de 2016. O disco é esperado para o início de 2019.
O tecladista Jordan Rudess disse: “Este álbum vai ser incrível. Ele tem muita energia. Estou muito feliz com todas as partes de teclado. Ouvindo, tudo o que você pode fazer é sorrir”.
O vocalista do DREAM THEATER, James LaBrie, declarou recentemente sobre o novo material: “Há um peso nele, há certa agressividade”, enquanto o guitarrista John Petrucci acrescentou: “Até agora, a música é pesada, é progressiva, é melódica, é esmagadora, e também é épico, então tem todos esses elementos, que… são os cinco pilares do DREAM THEATER, se você quiser chamar assim”.
Petrucci insinuou em uma entrevista recente que o próximo álbum do DREAM THEATER será musicalmente inspirado pela turnê Images, Words & Beyond, em que o grupo pioneiro celebrou o 25º aniversário do seu álbum clássico Images And Words.
O próximo álbum de estúdio do DREAM THEATER – seu 14º – será o primeiro da banda para o selo progressivo da Sony Music, o InsideOut Music. O grupo passou os últimos 25 anos gravando com várias gravadoras do sistema Warner Music Group, e mais recentemente a Roadrunner Records, que lançou cinco álbuns da banda entre 2007 e 2016.