Categoria: Roadie News

  • VOLKANA – 28 de julho de 2018, São Paulo/SP

    VOLKANA – 28 de julho de 2018, São Paulo/SP

    Houve um momento histórico na virada dos anos 80 e 90 na cena metálica de Brasília, em que as mulheres começaram a ganhar força e a conquistar outros eixos do país. Tudo isso na base de muito som pesado. As bandas de destaque eram o P.U.S. – que tinha Simone Death (mais tarde Syang) na guitarra -, Valhalla, Flammea e também a Volkana, que foi bem acolhida pelo público paulistano. Para a Volkana, que contava com Marielle Loyola (vocal, ex-Escola de Escândalos/Arte no Escuro), Karla Carneiro (guitarra, ex-Falange do Medo), Mila Menezes (baixo, ex-Detrito Federal) e Sergio Facci (bateria, Vodu/Vulcano/Viper), aquele foi um período importante, o debut “First” havia obtido grande repercussão. Depois disso, Marielle foi substituída por Claudia França, que gravou o álbum seguinte, “Mindtrips” (1994), e logo a banda encerrou atividades. Felizmente, em 2017 Marielle e Facci reformularam a Volkana e, acompanhados das estreantes Priscila Tiemi (baixo), Karen Ramos e Isa Nielsen (guitarras), retornaram aos palcos. O primeiro show aconteceu em dezembro, em Curitiba (PR) – com Fernanda Terra (ex-Nervosa) na bateria, já que Facci não pôde estar presente. No mês seguinte, rolou o reencontro com o público paulistano num ensaio aberto realizado no Espaço Som.

    No último dia 28 de julho, a Volkana retornou à São Paulo, dessa vez para show no Sesc Belenzinho, espaço que tem aberto suas portas para diversas bandas de metal tocar. Minha desconfiança era a de que o grupo brasiliense fosse apresentar um repertório recheado apenas de músicas de “First”, álbum produzido pelo saudoso Carlos Eduardo Miranda, figura importante do cenário brasileiro. Mas o ‘backdrop’ com a imagem da capa de “Mindtrips” ao fundo do palco dava bons indícios de que haveria também músicas do segundo álbum, ainda que o mesmo não tenha sido gravado por Marielle. Caso isso se confirmasse, seria uma atitude bacana da banda. De cara, após curta introdução mecânica, a abertura veio logo com uma de minhas favoritas do debut: a veloz “Darkness”, em que Marielle Loyola, que durante o show utilizou-se de algumas colinhas em um tablet para relembrar as letras, soltou a voz com a mesma desenvoltura que em estúdio. E quão legal foi revê-la em ação depois de quase trinta anos que eu assisti Volkana pela última vez. Desde o início do show, a vocalista mostrou o mesmo carisma, simpatia e energia de antes. Por sua vez, Facci, que também está de volta com o Vodu e seguindo com seu V Project, continua tocando com pegada e de maneira precisa.

    “To Die is Not to Die” veio na sequência e teve um tempo de duração maior do que o da versão de estúdio, pois logo nela os músicos foram sendo apresentados à plateia. A linha vocal diferenciada de Marielle no final dessa música me fez refletir que uma das coisas que me fez curtir Volkana desde que a banda surgiu era a atitude, que na época era à frente de seu tempo. Naquele período em que os radicais não perdoavam misturas dentro do thrash metal, a Volkana dava a cara à tapa escancarando a forte influência das raízes punk das integrantes e também absorvendo referências do rap. Essa fusão era evidente não só na pegada vocal de “To Die…”, como também nos arranjos de “War? Where My Enemy Lies” e de “Descent to Hell” – tocadas ao longo do show. No caso dessas duas, em estúdio a banda contou com a antiga dupla Thayde e DJ Hum, bastante respeitada no movimento rap. Em “War?…”, Thayde fez duo com Marielle, ela cantando e ele mandando um impactante ‘spoken word’ em português, enquanto que DJ Hum deixou sua marca com ‘scratches’ nas duas músicas.

    Após a forte “That’s My Victory”, que dispõe de partes viajantes bem legais, veio uma das mais aguardadas do show, a versão de “Pet Sematary” (Ramones), que ficou eternizada em “First”. E confirmando a impressão inicial que tive ao ver o ‘backdrop’, a banda executou uma dobradinha de seu segundo álbum. Vieram duas das mais legais, a própria “Mindtrips” e a emocionante “When 2 R 1”, que recebeu videoclipe na época. Essas duas foram as únicas músicas tocadas de “Mindtrips”. Antes de anunciar a seguinte, Marielle ressaltou a importância que o punk rock teve para as integrantes originais da Volkana. A grata surpresa que foi tocada fez o público agitar bastante na pista: “Medo”, cover do lendário Cólera, do saudoso vocalista e guitarrista Redson Pozzi. Voltando à “First”, “Descent to Hell” serviu para que novamente os músicos fossem apresentados. Nesse momento, Facci e Nielsen fizeram breves solos. Depois da mencionada “War? Where My Enemy Lies”, foi engraçado quando Marielle se mostrou incomodada com o vestido que estava usando. Ao ouvir de um “espertinho” pra tirá-lo, ela mandou um simpático: ‘teu cu!’. Risos gerais instantâneos. Toma essa! Outro cover inusitado foi para a imortal “Paranoid”, do agora aposentado Black Sabbath. O final do set veio com “Hide” e com a mesma música que abriu o show: “Darkness”. Mas, a pedido dos fãs, os integrantes continuaram no palco, retomaram seus instrumentos e repetiram também outras três músicas: “To Die is Not to Die” – em que ao final Nielsen instigou o público tocando riffs de “Holy Wars… The Punishment Due” (Megadeth) e “Metal Militia” (Metallica) – e as punks “Medo” e “Pet Sematary”. A banda saiu ovacionada do palco e em seguida desceu pra pista para confraternizar com o público.

    Mas antes de atender aos fãs, Marielle Loyola me concedeu uma rápida entrevista no camarim. Ao ser perguntada sobre o que a motivou a retomar a Volkana, ela respondeu: “O pessoal nos pedia muito. Conversámos com a Mila e a Karla (integrantes originais), mas elas estão em outra fase da vida. E eu e o Serginho continuámos trabalhando com música, então sugeri à ele fazermos uns shows. Ele me disse que tinha uma equipe bem legal, ou seja, a Pri e a Isa, e eu tinha a minha parceira de anos (apontando para Karen Ramos, que acompanhava a entrevista), que já toquei junto e tinha vontade de refazer a Volkana com ela. Então, falei pro Serginho: ‘pô, nós somos dois loucos mesmo, então vamos aí!”, revelou a bem humorada vocalista. Complementando, Marielle contou: “Cara, eu trabalho com rádio há vinte anos, e recebendo material de bandas, pensava: ‘a Volkana tem alguma coisa que é diferente do resto’. Digo isso por conta das nossas misturas, e porque a galera até hoje costuma seguir uma mesma linha de som. Na época, recebíamos muita crítica, do tipo: ‘pô, que negócio é esse de misturar com rap?’. Em Brasília, era uma tribo de vários tipos de som, e as pessoas se respeitavam, então trocávamos muita informação. Eu, a Mila e a Karla viemos do punk, e quando entramos no metal pensamos, ‘vamos ter que aprender a tocar’, porque é um estilo que você tem que estudar pra tocar bem”, disse.

    Sobre o período bem sucedido do álbum “First”, que teve boa divulgação da gravadora (Estúdio Eldorado), tendo a banda dado entrevistas até em programas de TV como os extintos Fúria Metal (MTV), Jô Onze e Meia (SBT), Matéria Prima e Som Pop (TV Cultura), Marielle revelou o porquê de ter deixado a banda antes de gravar o álbum seguinte: “Tive um problema de saúde na minha família. Meu irmão faleceu um tempo depois. Ele chegou a cantar no disco, fazendo o coro islâmico (na música “That’s My Victory”). Foi vocalista de heavy metal, mas acabou indo cantar ópera. Então eu voltei pra Curitiba (PR), decidi não cantar mais”. A respeito do futuro, a banda não ficará restrita unicamente aos shows. Marielle antecipou algumas novidades: “Já temos três músicas novas a caminho. Lançaremos o “First” em CD, que até hoje não saiu nesse formato. Era para ter saído hoje, inclusive, mas não ficou pronto a tempo. Acho que até outubro teremos uma música nova e um clipe. E eu queria muito fazer uma versão de alguém, de uma banda nacional de repente. Tem que ser uma homenagem. Até dezembro quero lançar umas três músicas novas, incluindo a do clipe, e em janeiro soltar um EP com quatro músicas. Quero fazer um lance muito doido, pois sinto que o mercado está chato”, finalizou.

     

    TRACKLIST:

    Intro

    Darkness

    To Die is Not to Die

    That’s My Victory

    Pet Sematary (cover do Ramones)

    Mindtrips

    When 2 R 1

    Medo (cover do Cólera)

    Descent to Hell

    War? Where My Enemy Lies

    Paranoid (cover do Black Sabbath)

    Hide

    Darkness

    To Die is Not to Die

    Medo (cover do Cólera)

    Pet Sematary (cover do Ramones)

  • THE DWARVES faz shows em São Paulo e Rio de Janeiro neste mês

    THE DWARVES faz shows em São Paulo e Rio de Janeiro neste mês

    A banda de Punk Rock Norte Americana, The Dwarves, finalmente tocará no Brasil , com dois shows neste mês de Agosto, que acontecem nos dias 18 (SP @Jai Club) e 19 (RJ @La Esquina) – Veja serviço completo dos shows abaixo!

    A banda que é o terror dos politicamente corretos, fará as seguintes datas na América do Sul:

    18/08 –  São Paulo, Brasil @ Jai Club

    19/08 –  Rio de Janeiro, Brasil @ La Esquina

    21/08 –  Montevideo, Uruguay @ Bluzz Live

    22/08 –  Buenos Aires, Argentina @ The Roxy Live

    24/08 –  Santiago, Chile @ Bar Loreto

    25/08 –  Lima, Peru @ El calabozo

    26/08 –  Quito, Equador @ La ideal

    Formado em 1985, em Chicago, Illinois/EUA, o The Dwarves possui letras que costumam chocar as pessoas, e que falam sobre drogas, sexo e escatologias em geral.

    Os shows da banda atraem fãs de Punk, Hardcore, Rock e Metal em geral, tornando-se uma grande festa.

    O The Dwarves já teve diversas formações, os músicos usam pseudônimos, mas não podemos deixar de citar que o baixista é Nick Oliveri (ex-Queens of the Stone Age/Mondo Generator) e o renomado baterista Josh Freese, que já gravou dezenas de discos, tendo tocado com inúmeras bandas de renome, nos EUA.

    A formação atual traz Blag Dahlia (vocal), He Who Cannot Be Named (guitarra), The Fresh Prince Of Darkness (guitarra), Nick “Rex Everythin” Oliveri (baixo) e Josh “Black” Freese (bateria).

    Eles possuem 13 álbuns, sendo “Take Back The Night”, o mais recente, lançado no início de 2018.

    O The Dwarves é descrito como “um dos últimos verdadeiros bastiões da ideologia do punk rock na era musical contemporânea”.

    Assista o “The Dwarves” numa apresentação realizada em Los Angeles, em dezembro de 2017:

    https://www.youtube.com/watch?v=Z2irIogfBm8

    A tour é de responsabilidade da Black Rock.

    Páginas relacionadas:

    https://www.facebook.com/TheDwarves/

    https://www.facebook.com/PortalBlackRock/

    SERVIÇO SÃO PAULO:

    Black Rock apresenta:

    O Lendário THE DWARVES em SP!

    Dia 18/08 (Sábado)

    Bandas convidadas: Muzzarelas + Leptospirose

    Local: Jai Club

    Endereço: Rua Vergueiro, 2676, São Paulo

    Horário: 17Hs

    Ingressos:

    R$ 40 – R$ 80

    Online: https://ticketbrasil.com.br/show/6096-thedwarves-saopaulo-sp/

    Siga a página do evento de SP:

    https://www.facebook.com/events/1444967768982582/

    SERVIÇO RIO DE JANEIRO:

    Black Rock apresenta:

    O Lendário THE DWARVES no RJ!

    Dia 19/08 (Domingo)

    Bandas convidadas: Periferia S.A., Os Estudantes, Ostra Brain

    Local: La Esquina

    Endereço: Av. Mem de Sá, 59, Rio de Janeiro

    Horário: 17h

    Ingressos:

    R$ 40 – R$ 80

    Online: https://ticketbrasil.com.br/show/6097-thedwarves-riodejaneiro-rj/

    Siga a página do evento do RJ:

    https://www.facebook.com/events/194146354736416/

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  • PRONG disponibiliza ‘lyric video’ para “However It May End”

    PRONG disponibiliza ‘lyric video’ para “However It May End”

    Um dos grandes nomes do cenário ‘underground’ norte-americano, o PRONG lançou um ‘lyric video’ para a canção Yet It May End, criado pelo TheCutCartel em Toronto, Canadá. A faixa é tirada do último álbum da banda, Zero Days, que foi lançado em julho de 2017 via Steamhammer / SPV. O disco foi novamente produzido pelo vocalista do PRONG, Tommy Victor, com o colaborador de confiança Chris Collier como co-produtor e engenheiro de som.

    Tommy Victor falou sobre a música e o vídeo: “Hey, o PRONG tem um novo ‘lyric video’ para a música Yet It May End, do nosso álbum Zero Days. Eu misturei algumas ideias filosóficas orientais com uma perspectiva do fim do mundo ocidental para o conceito da música. O vídeo retrata a transcendência com violência. Ele ficou ótimo, confira!”

    O PRONG continua em sua turnê de apoio a Zero Days. Depois de um ano sólido de shows com bandas de tradição gigantesca, como TESTAMENT, OBITUARY, SEPULTURA e EXODUS – além de ter participações importantes no circuito europeu de festivais de verão em 2017 – a banda recentemente completou uma turnê como atração principal com o POWERFLO, além de um concorrido giro ao lado do HELMET.

    No mês passado, Tommy Victor declarou ao podcast ‘Thunder Underground’ que já começou a trabalhar no material que sucederá Zero Days.

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  • VAN CANTO: Confira o novo vídeo, “Neverland”

    VAN CANTO: Confira o novo vídeo, “Neverland”

    No dia 10 de agosto, a banda alemã VAN CANTO lançará o seu sétimo álbum de estúdio, Trust in Rust, via Napalm Records. O videoclipe oficial para a música Neverland pode ser visto abaixo.

    Desde 2006, o VAN CANTO traz o poder do vocal puro para o mundo do metal. Agora composto por sete membros, Trust In Rust do VAN VANTO cobre uma ampla gama de estilos, do melódico ao bombástico, mostrando toque típico da banda em baladas, no hard rock e nos hinos do speed metal. As versões cover, desde Ride The Sky do HELLOWEEN (com a participação de Kai Hansen do HELLOWEEN e GAMMA RAY) até Hells Bells do AC/DC, dão aos ouvintes uma visão completamente nova da banda vocal. O som de Trust In Rust reflete as experiências variadas do VAN CANTO na estrada, com poder ininterrupto e paixão pela voz humana em heavy metal.

    O VAN VANTO comenta sobre o novo álbum: “Se você lança sete álbuns em 12 anos, você não conseguirá enferrujar. No entanto, o novo álbum é mais áspero e mais metal. É um trabalho composto por todos os sete membros da banda, cheios de novas ideias mas sem perder o bom e velho estilo VAN CANTO. Ainda estamos animados com o que estamos fazendo e acreditamos em nós mesmos – Trust in Rust!”

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  • WHITE DRAGON:  Projeto de vocalista brasileiro homenageia o Iron Maiden

    WHITE DRAGON: Projeto de vocalista brasileiro homenageia o Iron Maiden

    WHITE DRAGON, projeto do vocalista Leonardo Rodrigues, teve seu debut lançado recentemente, através do selo Nomade Records. “Prepare For Changes” é o resultado de anos de trabalho, com dez faixas calcadas num Heavy Metal tradicional com influências de Iron Maiden. E é justamente a banda inglesa que recebeu uma homenagem no CD, com a música “Six Destinies”. Grande fã da “donzela de ferro”, Leonardo explica como surgiu a música: “Sou fã incondicional da banda e a principal ideia era criar algo que remetesse à sua sonoridade, com os arranjos reproduzindo a atmosfera que só o Maiden tem. A letra é formada pelo nome de algumas músicas, fechando assim a ideia completa”.

    A imprensa brasileira já começou a falar do álbum e inclusive destacou “Six Destinies”, em resenha no blog A Música Continua a Mesma, com palavras de Leandro Vianna: “A segunda metade abre com “Six Destinies”, na qual tanto o instrumental quanto a letra homenageiam o Iron Maiden. Preste atenção em como Léo utilizou títulos de canções da banda em cada um dos versos e se divirta caçando essas referências. Musicalmente, a faixa emula a sonoridade dos britânicos com perfeição, algo que não incomoda em nada quando você percebe a intenção da faixa. É aqui também o momento onde ele deixa seu lado Bruce Dickinson aflorar com mais força.”.

    Ouça “Six Destinies”:

    https://youtu.be/Oo4UdlgTxvU

    “Prepare For Changes”, gravado nos estúdios Estúdio JS e Asafe Studio’s, contou com a participação especial dos seguintes músicos: Levi Alves (guitarra, baixo e bateria), Jhojo Sozi (guitarra, baixo, bateria), Daniel Medeiros (guitarra), Rafael Barbosa (guitarra), Tonin Silva (guitarra), Rafael Fernandes (teclado) e Thiago Ghilhos (guitarra, baixo, bateria).

    Contatos:

    Facebook: www.facebook.com/whitedragonproject

    Gravadora: www.facebook.com/nomaderecordsloja

    E-mail: [email protected]

    Assessoria de Imprensa:  [email protected]

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  • AQUILES PRIESTER anuncia novo ônibus personalizado para turnês no Brasil

    AQUILES PRIESTER anuncia novo ônibus personalizado para turnês no Brasil

    O baterista Aquiles Priester acaba de anunciar em suas redes sociais um novo ônibus personalizado com a marca deste renomado músico brasileiro. Este novo tour bus será utilizado nas turnês do Hangar e Rebirth of Shadows no Brasil em 2018 e 2019. O ônibus é uma parceria entre o baterista e as marcas Mascarello e Iveco.

    “É com muito orgulho que informo, que a parceria Aquiles Priester, Mascarello e Iveco se concretizou. Esse será o meu novo tour bus, que usarei em minhas futuras turnês pelo Brasil. Isso é a realização de um grande sonho, pois eu sempre quis ter um veículo que fosse projetado para atender às minhas necessidades em turnê. Agora as longas viagens terão muito mais conforto e diversão”, disse o baterista Aquiles Priester.

    O veículo será utilizado pela primeira vez durante “Stronger than Ever Tour” do Hangar, que acontece em Novembro e Dezembro pelo Brasil e também para a Rebirth of Shadows Tour, que está sendo planejada a partir de Março de 2019. Todo o processo de fabricação desse veículo personalizado, será compartilhado pelas mídias sociais de Aquiles Priester.

    Aquiles Priester usa as seguintes marcas em todas as turnês e eventos: Mapex Drums, Paiste Cymbals, Roland, AKG Microphones, JBL, Soundcraft, Gibraltar Hardware, Evans Drum Heads, Pro-Mark Sticks, LP Percussion, DW Pedals, Cymbag, Xtreme Ears, Urbann Boards PsychoShoes, Power Click, Consulado do Rock e Lady Snake Rock Wear.

    Links relacionados: https://aquilespriester.com.br/ https://www.facebook.com/aquilespriester   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • BROKEN & BONED: o peso do Metal Extremo paraense

    BROKEN & BONED: o peso do Metal Extremo paraense

    Surgida em meados de 2012, em Marabá/PA, a Broken & Boned apresenta em seu trabalho um conteúdo fomentado no death metal, thrash metal, prog metal e groove. Com riffs pesados e melodia certeira, sua primeira experiência em estúdio foi em 2014 quando gravou a demo “Vengeance”. Após o bom resultado, a banda planeja o lançamento do primeiro álbum e, em março de 2015, inicia as sessões de gravação no Rebirth Studio e Legacy Recording Studio, em Belém/PA.

    As coisas iam bem até o desligamento de Diógenes Oliveira (vocalista), em plena fase de captação do CD, porém, essa baixa não desmotivou os remanescentes que precisavam tocar no “Grito Rock Marabá – 2015” no mês seguinte. A urgência de encontrar um novo frontman durou pouco, fechando-se a lacuna com a entrada de Rômulo Portela que estreou no palco do festival onde, dentre outras bandas, tocou NervoChaos. Após esse dever cumprido o Broken & Boned retoma as gravações do álbum sob a produção do guitarrista e vocalista Carlos Nava e Marcos Saraiva. As sessões duraram até novembro com a conclusão das vozes.

    Novamente curtindo a boa fase, o grupo adentra 2016 com outra apresentação importante. Mais uma vez ao lado do NervoChaos e também Visceral SlaughterFSM e as estrangeiras Nervecell de Dubai (ARE) e Into Darkness de Heidelberg (ALE), o quinteto é chamado para integrar o elenco do “Calabouço Metal Fest”, em sua cidade. O evento ocorreu no dia 21 de maio.

    Preparando terreno para a chegada do full length, em 18 de julho de 2016 a banda solta o single “False Divinity” como lyric video e o disponibiliza no Youtube. A edição do vídeo foi feita por Lucas Monteiro e as rajadas de guitarra davam uma dimensão de como seria o primeiro álbum do grupo completado por Marcelo “Marshall” Alencar (guitarra), Lúcio de Paula (baixo) e Carlos Cerqueira (bateria). Os comentários sobre a música foram os mais positivos. Desse modo, não foi surpresa o convite para a banda tocar com o Torture Squad em 5 de setembro de 2016, em Marabá. Dois dias depois sai o álbum ao vivo “Live at California Pub”, também publicado no canal do Broken & Boned, no Youtube. Em maio de 2017, o quinteto revelava aos fãs o nome do seu debut que se chamou “Hypocrisy Hymns“. Antes do lançamento mais um show foi cumprido, desta vez na companhia da banda santista Surra.

    Janeiro de 2018 chega e, finalmente, o headbanger passa a conhecer a força de “Hypocrisy Hymns” com suas oito faixas, dentre elas uma belíssima intro. O álbum contou com participações de vários amigos e do produtor Marcos, que inseriu guitarra acústica no referido prelúdio “Peaceless/Hopeless”. Em “Vengeance”, participa Leon Ferreira nos backing vocals, enquanto que na canção “Rage”, uma verdadeira confraria formada por Cirez Waldez, Max de Castro, Frutuozo Júnior, Noriell Sousa e Geraldo Capilé empresta suas vozes.

    Hypocrisy Hymns”, que vem com encarte ilustrativo de Luis Renato Coelho e capa desenhada por André Tavarez, destaca na arte estardardes de algumas religiões e traz uma ácida crítica à hipocrisia dogmática que move, molda e limita o pensar da sociedade mundial. O álbum também foi lançado nas principais plataformas de streaming como SpotifyDeezeriTunes e Google Play. O Disco já conquistou boas notas na imprensa especializada, como se confere na resenha da revista Roadie Crew ed #233 (jun/2018), onde o redator chama a atenção para o CD que segura o legado do metal extremo. No momento, a Broken & Boned prepara a sua primeira turnê de divulgação e estuda o lançamento do primeiro videoclipe oficial.

    Formação:

    Romulo Portela (vocal);

    Carlos Nava (guitarra e vocal);

    Marcelo “Marshall” Alencar (guitarra);

    Lucio de Paula (baixo);

    Carlos Cerqueira (bateria).

    Discografia:

    Vengeance (demo, 2014);

    False Divinity (single, 2016)

    Live at California Pub (ao vivo, 2016)

    Hypocrisy Hymns (2018)

    Contato:

    https://www.facebook.com/BrokenBonedMetal/

    Assessoria Brauna Music Press

    www.braunamusicpress.com

    www.facebook.com/braunamusicpress

    www.instagram.com/bmusicpress

    www.twitter.com/BMP_Assessoria

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  • CAUTERIZATION – Há mais de 10 anos honrando o Extremo Underground Brasileiro!

    CAUTERIZATION – Há mais de 10 anos honrando o Extremo Underground Brasileiro!

    Arquitetado inicialmente para ser um projeto e que culminou em uma das mais promissoras bandas brasileiras o Cauterization vem ao logo de sua carreira trilhando um caminho de muito sucesso no underground. O fundador Mauro Trojillo, baterista desta máquina de guerra nos concede uma entrevista e nos fala como a banda está nestes últimos tempos após o lançamento do seu debut “Id Katharsis”. E também nos traz novidades à respeito do EP lançado em 2011 chamado “Males Infestus”…

    Mauro Trojillo, Foto por: Divulgação

    O Cauterization é uma banda que está em uma luta incansável pelo fortalecimento da cena extrema brasileira e se destacou de tal forma que hoje é uma referencia no estilo. Nos fale como surgiu a banda e como foi esse início…

    Mauro Trojillo – Saudações a todos!!! CAUTERIZATION surgiu da vontade de produzir um som que agradasse nossos ouvidos, nada mais, era apenas pra ser um projeto meu e da Maysa, Onde iríamos apenas ensaiar e gravar, não haveria shows, mas após lançarmos nosso primeiro EP Males Infestus, a coisa tomou um outro rumo..

    Em 2011 a banda lançou o comentadíssimo “Males Infestus”, material que apresentou ao mundo seu ótimo Death Metal, que também foi lançado na Polônia. Como foi a repercussão desse material lá fora? Trouxe bons frutos?

    Mauro Trojillo – Então como comentei na pergunta anterior, esse EP que saiu inicialmente em formato independente, mas teve uma grande repercussão após o seu lançamento, foi lançado na polônia em tape, na Áustria em digipack e depois outra versão em cd no Brasil. Através desse material a banda tornou-se bem mais conhecida, e começamos a receber convites para participarmos de festivais e shows importantes.

    Ainda durante o processo de divulgação de “Males Infestus” a banda nos surpreende com brutal vídeo clip para a música “Infernal Battlefield”…

    Mauro Trojillo – Outro fator que alavancou o Ep Males Infestus foi nosso vídeo clip que teve uma quantidade de visualizações pra nós além do que esperávamos, e hoje já passou dos 70.000 views. Foi feito em 2 finais de semana, e levou quase 9 meses pra ser editado, mas com o resultado final além do esperado.

    Maysa Rodrigues & Mauro Trojillo, Foto por: Divulgação

    Com esse material poderoso em mãos a banda fez grandes shows, inclusive ao lado dos ícones Immolation, Incantation e Autopsy. Como foi a experiencia de dividir o palco com estes grandes nomes logo no início da banda?

    Mauro Trojillo – Cara, isso pra nós foi surreal, porque a banda tinha praticamente apenas 3..4 anos e já estávamos tocando com bandas que nunca iríamos imaginar que um dia estariamos tocando junto em um festival como: Incantation, Immolation, Gorgoroth, Krisiun, Câncer, etc..

    A banda com certeza tem uma trajetória de muito sucesso desde o inicio e isso é provado, pois em 2013 a banda assina com o selo Austríaco Metal Music/Morbid Syndicate para o relançamento do “Males Infetus” por toda Europa em uma edição luxuosa Digipack. Como a banda recebeu esta notícia que seu primeiro EP teria mais uma nova versão agora por um selo muito renomado na Europa? Você considera esse EP o material que fato foi fator determinante para a solidificação da banda no cenário mundial?

    Mauro Trojillo – Pra nós, ficamos extremamente surpresos, primeiro por se tratar de uma gravadora gringa, e por querer relançar novamente esse material que era de 2011, mas fizeram um trabalho espetacular, lançando o ep num luxuoso digipack acompanhado por pôster, patch, Button,.. realmente eles fizeram uma grande divulgação e nos trouxe uma maior visibilidade nível mundo.

    Houve alguma proposta para uma turnê no velho continente para divulgação deste material?

    Mauro Trojillo – Sim, tivemos convites de turnês na Alemanha, Chile, Inglaterra,. Mas infelizmente nossos trabalhos acabaram por inviabilizar nossa ida.

    Três anos depois a banda vem com outro assalto foi lançado outro EP “NASU” em 2014. Uma edição limitada em 7” lançada pela Misanthropic Records. Como foi a distribuição deste material? Como surgiu essa parceria com o selo?

    Mauro Trojillo – Tínhamos a vontade de lançar um material em vinil, e como estávamos com 2 musicas novas prontas, gravamos, enviamos a Misanthropic Recs que prontamente aceitou a proposta em lançar em parceria com a LAB SIX, a distribuição ficou por cargo dos selos, quais foram mais divulgados no Brasil, mas mandamos muitas copías pro exterior com distribuição pela MORBID SYNDICATE e outros selos também. Foi feita também uma camiseta oficial qual foi fabricada 250 cópias em parceira com o selo e a Brutal Wear. Nossa  parceria surgiu normalmente, pois eu já tinha contato com o Marco Amaral já algum tempo.

    Mauro Trojillo & Maysa Rodrigues, Foto por: Divulgação

    Como foi a recepção do público referente ao “NASU”?

    Mauro Trojillo – A recepção foi muito legal, NASU trouxe um som um pouco mais rápido e brutal do que o primeiro Ep, e com musicas mais longas também.

    Neste EP a banda conta a participação do conceituadíssimo Fábio Sperandio…

    Mauro Trojillo – Fabio sempre foi nosso amigo, eu tinha contato com ele desde os primórdios do CURSED CELEBRATION, e sempre tivemos o apoio da LAB SIX, e além disso sempre o admiramos como músico e pelo trabalho no OPHIOLATRY, e aí ele nos brindou com uma participação de um solo devastador na música NASU!

    Nessa trajetória vitoriosa e intensa da banda, em 2017 a banda lança o tão esperado Debut “Id Katharsis” que teve uma produção impecável. Como foi toda concepção deste trabalho?

    Mauro Trojillo – Após o lançamento do NASU, começamos a compor musicas novas, nesse material seguimos uma linha de som mais voltada pro Death Metal comparando aos outros trabalhos, e creio que alcançamos o estilo de som que iremos seguir daqui pra frente. Procuramos gravar em um grande Studio qual sou amigo do dono a tempos, Studio 3EM1 em Londrina/PR, lá gravamos bateria, guitarra e os vocais da Maysa, o baixo e os backing vocals do Wesley foram gravados aqui em nossa cidade, e depois mandamos tudo para o Sebastian Carsin fazer a mixagem e masterização, qual chegou ao resultado que queríamos.

    Para esta realização a banda contou a Misanthropic Records e também assinou com os selos Hammer Of Damnation e Cianeto. Como surgiu essa aliança de peso?

    Mauro Trojillo – Essa parceria aconteceu normalmente pois a Cianeto já havia lançado uma versão do nosso primeiro EP MALES INFESTUS, a Misanthropic tinha lançado nosso segundo EP NASU, e convidei a Hammer of Damnation para ingressar nesse último lançamento por ser um selo em grande ascensão nacional e mundial e o Luiz ser um grande amigo das antigas, Ou seja todos são antigos aliados nossos!

    2011 – Males Infestus “EP”

    A banda surpreendeu neste CD também por todo visual gráfico, esse ótimo trabalho ficou por conta de quem?

    Mauro Trojillo – Pra cada lançamento procuramos fazer uma capa com um artista brasileiro diferente, já tínhamos trabalhado com o Marcelo Vasco, Rafael Tavares e pra esse ultimo procuramos o grande Marcos Miller, que ultrapassou todas nossas maiores expectativas em relação a arte da capa, realmente ficou fantástica!

    Esse CD também teve uma boa distribuição fora do país?

    Mauro Trojillo – Conforme informações dos selos que lançaram esse ultimo material “ID KATHARSIS”, a Cianeto enviou quase que toda sua cota para o exterior, a Hammer of Damnation também tem uma ótima distribuição fora do Brasil, eu enviei também várias copias para países como Polônia, Chile, Singapura, EUA, etc… e tivemos muitas mensagens de pessoas fora do Brasil que apreciaram o material.

    Infelizmente logo depois deste lançamento memorável o Well Moia sai da banda. Quais foram os motivos para este afastamento?

    Mauro Trojillo – Wesley Moía não estava mais interessado em permanecer na banda e após as gravações preferiu se retirar.

    Já há algum nome para substitui-lo?

    Mauro Trojillo – Não temos planos de colocar ninguém, pelo menos por enquanto a formação permanecerá como uma dupla.

    2014 – Nasu “7′ EP”

    Desde o inicio da banda a Maysa Rodrigues tem estado ao seu lado lutando com todas forças pelo Cauterization. Como se iniciou essa parceria tão sólida entre vocês?

    Mauro Trojillo – Sim, fomos apresentados na época por 1 amigo em comum, e após um primeiro encontro, percebemos que tínhamos idéias parecidas e resolvemos marcar 1 ensaio pra ver o que sairia, e deu no que deu..rsrs.

    O vocal dela é de fato um dos melhores do estilo, tanto que 2011 ela se destacou como uma das melhores vocalistas em vários veículos especializados. Como ela recebeu essa notícia desse reconhecimento pela sua competência?

    Mauro Trojillo – Nós ficamos muito surpresos com a noticia, visto que a banda tinha apenas 3 anos de atividade e apenas um EP lançado.

    Claro que além de ser dona de uma voz poderosa, ela é uma guitarrista muito técnica e talentosa…

    Mauro Trojillo – Sim, Maysa começou a tocar guitarra muito cedo, com 15 anos já integrava uma banda de Death Metal chamado SARCOMA tocando guitarra e cantando, e também é formada na faculdade de Música.

    Agora falando de você, fundador da banda e baterista. Quando começou essa paixão pelo instrumento que executa? Quais suas principais influências?

    Mauro Trojillo – Eu desde muito cedo sempre tive uma paixão pela bateria, me lembro quando era criança eu construía umas baterias feitas de latas de tinta, latas de Nescau.. hahaha, mas só consegui comprar minha primeira batera aos 18 anos(se é que podemos chamar aquilo de bateria hahaha), e fui tentando tocar alguma coisa, nunca fiz aulas de bateria, aprendi sozinho, fui trocando de bateria e comprando uma melhor, depois com o aparecimento da internet, ficou bem mais fácil em termos de informação. Cara… tenho muitos bateristas que tenho como referência, acho que os principais mesmo foram no inicio: Dave Lombardo/Slayer, Igor Cavalera/Sepultura, DD Crazy/Sarcofago, Mick Harris/Napalm Death,… acho que esses são os primeiros mesmo que eu escutava e pirava, aí depois vieram pra acabar com tudo os monstros: Max Kolesne/Krisiun, Inferno/Azarath, Tony Laureano/Angelcorpse, Derek Roddy/Hate Eternal, e muitos outros…

    2017 – Id Katharsis “Debut Album”

    Falando um pouco da temática da banda. No que se baseia as letras do Cauterization? Quem é o principal compositor? E quais as inspirações?

    Mauro Trojillo – As letras são praticamente 99% feitas pela Maysa, as vezes faço algum “esqueleto” e mando pra ela e ela incorpora suas idéias e finaliza a letra, mas sempre conversamos a respeito, e damos um titulo juntos.

    Como está sendo os shows para divulgação do álbum?

    Mauro Trojillo – Infelizmente, alguns meses antes do novo álbum sair, Maysa mudou-se para o exterior, então não fizemos nenhum show de promoção do ID KATHARSIS.

    O Brasil está repleto de bandas muito boas e comprometidas com a cena. Como você vê a cena hoje em relação às bandas e o público?

    Mauro Trojillo – Essa é uma questão realmente complicada, atualmente os shows no Brasil, principalmente de bandas nacionais, dão um publico realmente pequeno, não sei se o problema é a nova geração que está mais atenta em ficar nas redes sociais e assistindo os shows pelo youtube, ou os mais velhos que não saem de casa pra ir em shows, só sei que que isso apenas desestimula os organizadores e as bandas de fazerem shows e tours, mas isso é uma questão que pode envolver muitos fatores, como o financeiro também, pois nosso país se encontra numa situação financeira extremamente delicada…

    Você também é membro de outras duas bandas, Wolflust e Industrial Noise, nos fale um pouco sobre elas…

    Mauro Trojillo – O INDUSTRIAL NOISE é uma banda que tenho desde 93, iniciou como um projeto e depois em 98 virou banda, tocamos sem parar até 2008, e retornamos agora ano passado, e estamos ensaiando direto pra gravar um novo material que sairá em breve!! Total grindcorenoise old school sem firulas!! O WOLFLUST é uma banda minha com um antigo amigo Carlos(ex- NO BLEST), tínhamos planos de montar um projeto a vários anos, e em 2017 começamos a ensaiar, trata-se de um DEATHBLACKWAR METAL, seguindo os moldes dos gods: Blasphemy, Sarcófago, Hellhammer, Angelcorpse,.. e também estamos prestes a gravar nosso primeiro registro que sairá ainda em 2018!! Aguardem por esse ataque bélico profano!!!!

    O que podemos esperar do Cauterization para o futuro?

    Mauro Trojillo – CAUTERIZATION encontra-se temporariamente “pausado”, pelo fato de como disse na questão anterior a Maysa está morando fora do país, então daremos uma leve pausa, até porque nesse ano a banda completou 10 anos de atividades ininterruptas, sempre ensaiando, compondo, lançando material e fazendo shows, e temos planos pro relançamento do primeiro EP MALES INFESTUS num formato comemorativo desses 10 anos! Aguardem!

    Grande Mauro Trojillo, agradeço imensamente pela entrevista cedida e conte sempre com o apoio da Roadie Crew… Um forte abraço!!! O ESPAÇO É SEU…

    Mauro Trojillo – Grande e velho amigo Éden, obrigado pelo grande apoio que sempre deu ao CAUTERIZATION, e pelo fudido espaço!!! ONLY THE STRONGEST SURVIVE!!!! METAL FOR PASSION!!! NOT FASHION!!! FUCK THE WEAKS!!!!

    Abaixo segue o belíssimo video clip da música “Infernal Batllefield”. Confiram: https://youtu.be/peeT_Sshw1c
  • MACHINE HEAD: Confira o vídeo de “Volatile”

    MACHINE HEAD: Confira o vídeo de “Volatile”

    Um dos grandes nomes do metal da Bay Area de San Francisco, o MACHINE HEAD, lançou um novo vídeo, para a música Volatile. A faixa é a abertura do novo álbum da banda, Catharsis, que foi disponibilizado em janeiro pela Nuclear Blast. O clipe, criado por Fiaz Farrelly, foi filmado no começo do ano, durante a turnê britânica Catharsis.

    Volatile, com sua letra calcada na crítica social, é dedicada a Heather D. Heyer, que perdeu a vida durante um protesto contra o neonazismo e a supremacia branca em Charlottesville, Virgínia, em agosto de 2017.

    “A letra foi escrita no mesmo dia do acontecido em Charlottesville”, revelou o vocalista do MACHINE HEAD, Robb Flynn, no ano passado. “Nós assistimos aquele vídeo da Heather Heyer sendo atropelada e morta, e eu fiquei tipo ‘Que diabos está acontecendo, cara?’ Aqui você tem um retrato instantâneo da raiva, da frustração e da ira crua que senti. Os supremacistas brancos estão marchando a cada duas semanas nos EUA agora, e isto é muito absolutamente nsano”.

    O sucessor de Bloodstone & Diamonds, de 2014, foi produzido por Flynn e gravado, mixado e co-produzido por Zack Ohren (FALLUJAH, ALL SHALL PERISH) no Sharkbite Studios em Oakland, Califórnia. A masterização foi feita por Ted Jensen (HATEBREED, ALICE IN CHAINS, DEFTONES) no Sterling Sound, em Nova York. A capa foi criada por Seanen Middleton.

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  • BEYOND THE BLACK: Veja o vídeo oficial de “Heart of the Hurricane”

    BEYOND THE BLACK: Veja o vídeo oficial de “Heart of the Hurricane”

    A banda alemã BEYOND THE BLACK lançará seu novo álbum, Heart Of The Hurricane, no dia 31 de agosto pela Napalm Records (GSA via Airforce1).

    O videoclipe oficial da música Million Lightyears, tirada de Heart Of The Hurricane, pode ser visto abaixo.

    O álbum de estreia do BEYOND THE BLACK, Songs of Love and Death (2015) entrou na parada de álbuns alemã no 12º lugar, e foi seguido por Lost In Forever de 2016, que chegou ao Top 5.

    O BEYOND THE BLACK já fez inúmeros shows na Alemanha e outras partes da Europa com bandas como SAXON, POWERWOLF e EPICA. Eles também atuaram como banda de apoio para a turnê do 50º aniversário do SCORPIONS.

    A vocalista do BEYOND THE BLACK, Jennifer Haben disse à ‘Distorted Sound’, sobre a experiência de uma turnê com o SCORPIONS: “Eu sempre tentei descrever, mas acho que nunca encontrarei as palavras certas para dizer a alguém como é dividir o palco com o SCORPIONS. Quando eu era criança, você podia me ver cantando e dançando Rock You Like A Hurricane. É uma loucura pensar em algo assim, que hoje você está falando com eles. Eles foram muito legais conosco. Conversei muito com Klaus [Meine] e com Mikkey Dee também. Foi uma turnê incrível”.

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