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  • HEADHUNTER D.C. – Toda discografia comentada por Sérgio “Baloff” Borges

    HEADHUNTER D.C. – Toda discografia comentada por Sérgio “Baloff” Borges

    Esta seção foi criada para que as bandas comentem suas próprias discografias, uma seção inovadora que já existe na revista impressa por alguns anos e que estamos trazendo até você no formato digital. Agora convidamos o nosso amigo Sergio Baloff para participar comentando toda discografia do HEADHUNTER D.C. Com certeza você ficará surpreso com todas as curiosidades e informações aqui escritas. Boa Leitura!

    Nome: Sérgio “Baloff” Borges” Ano de Nascimento: 1971 Bandas que Integrou: Thrash Massacre (1989),  Exodus Attack (Bonded By Blood Tribute – Atualmente)

    “Hell is Here” – Demo 1989 (Death/Wild Rags):

    As músicas da demo “Hell is Here”, na verdade, foram extraídas do advance tape de um 12″ EP intitulado “Noise” com 6 faixas que jamais fora lançado por problemas com a empresa contratada para seu lançamento na época, que simplesmente sumiu com a fita master e com o dinheiro pago pela banda. A princípio se trataria de um split 12″ LP com nossa banda-irmã ThrashMassacre, mas como esta não gravou a sua parte os caras decidiram lançar como material individual. “Hell is Here”, a demo, já trazia um Headhunter D.C. bastante evoluído tecnicamente se comparado com os ensaios gravados e espalhados na cena anteriormente, resultado de 2 anos de intensos e freqüentes ensaios e um número bem razoável de shows numa cena local que ainda estava engatinhando. Essa evolução já era notada através da grande performance do baterista Iaçanã (que, por sinal, tinha a metranca mais rápida entre as bandas do Brasil na época) e do guitarrista/fundador Paulo Lisboa, basta ouvir algumas intrincadas convenções do baterista e as ultra velozes palhetadas e solos do guitarrista ao longo da demo, que davam brutalidade e ao mesmo tempo uma variedade ainda pouco ouvida entre as bandas do estilo naquele período. As influências de Grindcore trazidas por Eduardo “Falsão”, que à época já ouvia muito Napalm Death, Unseen Terror, E.N.T. e Atavistic, eram bem nítidas. “Headhunter D.C.” e a faixa-título são as minhas preferidas. Talvez se o produtor do estúdio fosse mais familiarizado com Metal (algo impossível por aqui naquele tempo) o resultado tivesse sido melhor, com mais peso nas guitarras, por exemplo, mas ainda acho que o resultado final foi bem satisfatório para a época. É relevante mencionar que a demo teve algumas cópias distribuídas nos EUA na época pela Wild Rags Records, um grande feito para uma banda brasileira naqueles tempos, e que já mostrava a preocupação da banda em espalhar seu trabalho fora do país. Um clássico em se tratando de demos de Death Metal no Brasil, sem dúvida! Apesar dos vocais terem sido gravados por Eduardo “Falsão” Dantas (também conhecido na época como “Metal Killer”), meu nome já constava no lineup da banda na capinha da demo, já que eu já havia entrado em seu lugar quando do seu lançamento. Em tempo: existem duas versões da demo “Hell is Here” espalhadas na cena, uma com a faixa “Open Your Eyes” e outra com “Prepare to Die” no lugar desta.

    Studio Reh. – Promo 1990 (self released):

    Meu primeiro registro como vocalista do Headhunter D.C., essa promo foi gravada a pedido da Cogumelo para uma avaliação do novo material e da nova formação antes de assinarmos contrato com o selo. Datada de 27/05/1990 e gravada ao vivo em um pequeno estúdio de ensaios no subúrbio de Salvador, a promo conta com 4 faixas, sendo uma nova versão para “Hell is Here”, “Death Vomit” e duas músicas inéditas: “Am I Crazy?” (a última assinada por Eduardo “Falsão”) e “Why Wars?”, as quais mostram uma pegada ainda mais brutal e deathmetalizada da banda, com vocais mais podres e vomitados. Uma estória engraçada sobre essa promo é que na noite anterior à sua gravação eu enchi a cara como se não houvesse amanhã, dormi literalmente na sarjeta e acordei passando mal de tanta ressaca. Como ainda levaria anos até que o celular fosse inventado e chegasse ao Brasil, fui me arrastando e vomitando no ônibus até o estúdio com o intuito de informar aos caras que eu não tinha a mínima condição de gravar naquele dia. Chegando lá, vi que os caras já haviam montado tudo para a gravação e me disseram que eu gravaria naquele dia nem que fosse deitado no chão. 1 litro de Coca-Cola e 20 minutos largado no chão do estúdio depois, lá estava eu berrando feito um condenado com a cabeça doendo a ponto de ter um AVC! Tal situação inflenciou bastante e de forma positiva no resultado da voz na gravação: extremamente podre! Hahahahahahaaa!!!!!!

    “Born…Suffer…Die” – LP 1991 (Cogumelo):

    Em 3 de maio de 91 abrimos o show do Sepultura em sua “Arise World Tour” na Concha Acústica do Teatro Castro Alves para um público de aproximadamente 2.000 pessoas – meu terceiro ou quarto show com o Headhunter D.C. -, e logo no dia seguinte rumávamos para Belo Horizonte para a gravação de nosso primeiro álbum pelo maior selo de Metal Underground da América do Sul à época e no mesmo estúdio onde o próprio Sepultura e bandas como Sarcófago, Mutilator, Chakal, Holocausto e SexTrash também gravaram… nada mal para uma banda baiana no início dos anos 90 que acabara de completar 4 anos de existência, né? (risos) “Born…Suffer…Die” foi a prova definitiva de que não estávamos pra brincadeira e que éramos capazes de representar o Metal do Nordeste perante o Brasil com muita competência e sangue nos olhos, fazendo os preconceituosos do Sul e Sudeste engolir a seco o seu discurso de que não havia Metal fudido do lado de cá do país! Reproduzirei aqui uma parte do texto escrito para a reedição comemorativa de 25 anos do álbum: ““Born…Suffer…Die” foi gravado em 16 canais no estúdio JG (João Guimarães) sob a produção e engenharia de som do renomado Gauguin, que ali mesmo já havia sido responsável por gravações de algumas gemas do Death Metal brasileiro, como “I.N.R.I.”, “Abominable Anno Domini” e “Sexual Carnage”, e traz dez faixas e uma intro de puro Brutal Death Metal brasileiro, cru, extremo, caótico, mas muito bem executado, com alguns toques de raging Thrash. Bandas como Possessed, Death, Slayer, Sodom, Kreator, Dark Angel e ainda Morbid Angel e Napalm Death podem ser lembradas no decorrer das músicas, influências essas que unidas a um vocal extremamente característico, alternando grunhidos guturais com berros rasgados infernais no melhor estilo Quorthon/Angelripper/Mille Petrozza, guitarras com palhetadas à velocidade da luz, riffs alucinantes e solos muito bem sacados, baixo marcante e vigoroso e uma bateria capaz de fazer rachar os céus, fazem deste um álbum único. Desde um dos eternos hinos da banda, a faixa de abertura “Am I Crazy?”, cuja letra nada mais é do que uma visão ao avesso do mundo em que vivemos, passando pelas grandes regravações de “Hell is Here”, “Headhunter D.C.” “Suicidal Soldier” e “Prepare to Die”, as grindcore “Death Vomit” e “Disunited” e as inéditas “Decomposed”, “Beneath the Hate” e “Winds of Death”, as quais já mostravam uma maior evolução dentro do conceito da banda de se fazer Brutal Death Metal, até o genial petardo Deathrash “Why Wars?”, uma música não pacifista, mas inteligentemente consciente sobre os males que a inconseqüente ambição humana pode gerar, o que se ouve é um desfile do mais puro e genuíno Metal da Morte brasileiro executado por uma banda já dona de uma identidade bastante própria, apesar de seus então apenas 4 anos de atividades. O título do álbum, idéia do vocalista Baloff, foi tirado do refrão da música “Hell is Here”, e retrata muito bem o ciclo da sofrida existência humana nos dias atuais, e a capa, um trabalho magnífico assinado por Kelson Frost, que entre outras fez as fantásticas capas do “The Hangman Tree” do The Mist e “Rotting” do Sarcófago, juntamente com a clássica “foto do portão” da contra-capa, completam a obra com muito bom gosto. O álbum, que pode ser considerado como o primeiro registro vinílico de puro Death Metal do Norte/Nordeste, é aclamado pela mídia especializada Underground do país e pelos deathbangers brasileiros, logo tornando-se uma referência desse tipo de música no Brasil. Fora do país, algumas resenhas em zines e magazines estrangeiros já apontavam a banda como uma grande revelação do Death Metal sulamericano, e o álbum, uma verdadeira jóia do estilo. O zine belga Final Holocaust, por exemplo, publicou em uma de suas edições da época: “Realmente inacreditável a brutalidade contida neste álbum! Todas as 11 faixas são simplesmente de um excelente Death Metal com vocais extremos e doentios. Sem dúvida um dos melhores lançamentos vindos da América do Sul”. Ouvindo o álbum com a devida atenção, não há como duvidar disso” (por Luiz “Angelkiller” Jr.).

    “Punishment At Dawn” – LP 1993 (Cogumelo/Black Water):

    “Punishment At Dawn” surgiu como um contraponto ao que se fazia na América do Sul naquela época em se tratando de Death Metal, e mais uma vez estávamos remando contra a maré das tendências metálico-musicais que reinavam na cena. Era a época do Grunge, do Pantera e do Black Metal escandinavo, e nós, em meio a todo esse cenário instável no Metal Underground, continuávamos nos mantendo fiéis ao Death Metal e desenvolvendo uma música cada vez mais brutal e mórbida, com bastante influência do Death Metal europeu via Morgoth, Dismember, Carcass, Unleashed, Sinister, Merciless, Entombed, mas ainda com a sempre presente inspiração nos mestres Possessed e seus discípulos Death, Morbid Angel e Immolation. Também recorrerei a parte do texto da reedição do álbum em CD para abordar mais detalhes sobre o mesmo: “Com material novo em mãos a banda entra, em Maio de 1993, no 108 Studio para dar início às gravações do novo opus. Gravado e mixado por Tarso Senra (“Bestial Devastation”, “Warfare Noise”, “Schizophrenia”, “I.N.R.I.”, “Immortal Force”), “Punishment At Dawn” vê a luz do dia (ou a escuridão da noite, como queiram…) três meses mais tarde, e traz oito faixas de um Death Metal forte e poderoso feito com altíssima classe (ainda que sujo, furioso e violento como deve ser), algo ainda pouco visto/ouvido na América do Sul àquela época, quando as bandas eram mais influenciadas pela sonoridade primitiva e caótica de bandas como Sarcófago do início, Expulser e Sextrash. Temas como a altamente convidativa ao total headbanging faixa de abertura “Forgotten Existence” (até hoje obrigatória nos shows da banda), “Hallucinations”, “Bloodbath”, “Searching For Rottenness” e “Terrible Illusion” eram os novos hinos dos caçadores de cabeça em prol da causa do verdadeiro Metal da Morte Underground pelo qual empunham a bandeira com muita luta e dedicação. As letras, em sua grande maioria escritas pelo baixista Ualson Martins, lidam com alucinações, paranóia, insanidade e demais problemas que a doente mente humana é capaz de desencadear, como suicídio e assassinatos em série, além de retratarem através de contos mórbidos os sonhos de uma geração perdida. Já em “Deadly Sins Of The Soul”, uma obra-prima de Doomy Death Metal, e a faixa-título, a banda dá mostras daquilo que viria a ser sua incessante luta contra os dogmas ilusórios do cristianismo” (por Luiz” Angelkiller” Jr.). “Punishment At Dawn” foi como um prelúdio para como o Headhunter D.C. soaria dali pra frente e creio que moldou a personalidade da banda rumo a uma postura cada vez mais fincada nas raízes do Death Metal, musical e ideologicamente falando. A propósito, aguardem a sua edição comemorativa de 25 anos em CD/DVD vindo ainda nesse segundo semestre de 2018!

    “Promo Tape ’96” – Promo 1996 (self released):

    Gravamos essa promo com o intuito de mostrar à cena algo de nosso mais novo material à epoca, durante um longo período de quase 7 anos sem lançarmos um álbum de inéditas e de um impasse quase interminável com a Cogumelo. Nesse período a cena estava mais pra lá do que pra cá, e pouquíssimas bandas ainda tinham “bolas” pra continuar se assumindo como Death Metal e nós, orgulhosamente, fazíamos parte desse raro grupo de bravos deathbangers. Desse novo material, as 3 primeiras músicas a serem escritas foram “…And the Sky Turns to Black…”, “Contemplation (to the fire)” (que viria a fazer parte do “God’s Spreading Cancer…”) e “Falling in Perdition”, as quais foram gravadas para fazerem parte da promo. Pela primeira vez estávamos tocando com a afinação em Dó (2 tons abaixo), o que nos trouxe um peso maior para as cordas e consequentemente um vocal mais grave e mais gutural. A promo foi gravada ao vivo no Mutti Studio em Salvador em Dezembro de 95, e apesar de se tratar de um estúdio de ensaios de pequeno/médio porte sua qualidade de gravação nos agradou bastante. Gravamos 3 takes de cada música e escolhemos os melhores para fazerem parte do tracklist. Espalhamos bastante cópias da fita na época, e, de bônus, costumávamos incluir nossa versão para “Álcool” do Dorsal Atlântica, com a qual participamos do tributo à banda intitulado “Omnisciens” no mesmo ano. Todas as 3 músicas foram compostas por Paulo Lisboa e as letras, com exceção de “Contemplation…”, também de Paulo, são assinadas por mim, marcando o início de uma era em que eu assinaria todos os textos desde então. Essa promo tape dava uma ideia de como viria o Headhunter D.C. em seu próximo trabalho.

    “…And the Sky Turns to Black… (the dark age has come)” – LP/CD 2000 (Mutilation/Mercenary Musik/WW3):

    “ATSTTB”, na verdade, começou a ser gerado ainda entre 1994 e 1995, quando as primeiras músicas começaram a ser escritas. Depois veio a promo 96, que também serviu como uma espécie de pré-produção do álbum, a sessão de fotos do mesmo, realizada em 97 e o álbum em si finalmente vindo a ser gravado em 1998 para só em 2000 ser lançado oficialmente pela Mutilation Records (ex-Millennium Records). Isso mostra que, apesar do grande hiato entre “PAD” e este, nós nos mantivemos extremamente ativos em termos de composição do novo material, além dos frequentes shows por todo o país. Já contando com 3 novos membros, entre eles o baterista Thiago Nogueira (ex-Scrupulous), cuja carreira de músico profissional deu um grande salto desde então, o álbum foi gravado e mixado no Periferia Studio (o mesmo onde foi gravado o “The World is So Good…” do Mystifier) em Salvador entre Agosto e Setembro de 1998, e trata-se de um verdadeiro divisor de águas na carreira da banda e também na própria cena Death Metal brasileira e sulamericana. Foi o disco que catapultou o nome do Headhunter D.C. para o cenário mundial, e boa parte disso deve-se ao lançamento oficial do álbum nos EUA via Mercenary Musik/WW3 Records. Musicalmente falando, “ATSTTB” marca, de fato, uma nova era nas composições da banda, trazendo um Headhunter D.C. ainda mais brutal, pesado, mórbido, obscuro e profano, abusando de estruturas decadentes, mesclando passagens extremamente velozes graças aos blasts explosivos com um bumbo só (influência de Pete Sandoval, diferente da atual técnica de alternância de dois bumbos entre as batidas de caixa) com mudanças bruscas de ritmos caindo para andamentos mais cadenciados e soturnos. Os solos alavancados de Paulo, assim como os profundamente sentimentais de Fábio Nosferatus (meu primo, por sinal) também ajudam a desencadear essa variação entre a brutalidade inteligente e os climas densos gerando uma atmosfera assombrosa ímpar, característica do álbum. Já os textos, a partir daí assumem definitivamente uma natureza ateísta, niilista e anticristã que viriam a caracterizar de vez o lado ideológico do Headhunter D.C. (vide a faixa título – a minha preferida -, “Eternal Hatred” e “Beyond the Deepest Lie”), enquanto que “The Glory” traz uma espécie de louvor e contemplação à morte através de um texto poetizado, talvez dando aí, e de fato, início ao “Culto da Morte” propriamente dito, lírica e conceitualmente falando. Impossível falar do álbum e não mencionar a ‘doomy & gloomy’ “Conflicts of the Dark and Light”, que se tornou desde então uma das músicas preferidas pelo público e uma das mais pedidas nos shows, realmente uma excelente e inspirada composição de Mr. Lisboa. Fatos estranhos e trágicos rondaram as sessões de gravação do álbum, entre eles uma crise de epilepsia brutal de um dos funcionários do estúdio, um acidente de carro com morte na rua do estúdio e 6 (seis!) máquinas de ADAT queimadas em sequência, o que fez o engenheiro de som e dono do estúdio parar com as gravações do dia por “alguma coisa estranha estar acontecendo ali”… Tenso! (risos!) Enfim, mais um disco do qual temos um orgulho enorme em tê-lo lançado por tudo o que o permeou, por tudo o que ele significou para a sua época e continua significando para nós e para a cena brasileira, um grande “fuck off and die” para todos os posers, wimps e trendies que insistiam em dizer que o Death Metal estava morto e enterrado! Uma nova edição do álbum em gatefold black vinyl está a caminho via Crypts of Eternity Records do Perú. Aguardem!

    “Brazilian Deathkult Live Violence… 14 Years of Brutality!” – Live Tape 2002 (Eternal Fire Live Tapes Series):

    Trata-se da gravação de um show histórico realizado em Itabuna/BA no dia 09/06/1995 ainda durante a turnê do segundo álbum, quando tocamos com o Mordeth de São Paulo e a local Scrupulous abrindo a noite. Essa gravação já vinha sendo espalhada via tapetrading há algum tempo, até que surgiu a proposta do Karnage do Eternal Fire zine da França de lançá-la em cassete através de sua Eternal Fire Live Tapes Series. O show foi gravado direto da mesa de som e tem uma qualidade bem razoável para os recursos da época, mostrando a crueza e energia da banda ‘on stage’, sem mencionar a participação do público, agitando e berrando o tempo todo. Saudades do tempo em que se colocava 500 pagantes em um show de Metal Extremo – imagine sendo no interior do estado, como foi esse! O setlist é baseado nos dois primeiros álbuns e conta também com um cover de “Buried Alive” do Venom. Em 2013 teve uma versão em CD lançada pela Eternal Hatred Records com o seu áudio masterizado e disponibilizado na íntegra com duas faixas a mais que na versão em tape: “Am I Crazy? (cut off)” e um solo de bateria que não estava na programação do show e que teve de ser improvisado pelo então baterista André Moysés enquanto eu vomitava horrores atrás do palco. Maionese fudida! Hahahahaaa!!!

    “…In Deathmetallic Brotherhood” Split 10″ – EP 2007 (Legion of Death):

    Mais uma parceria com nossos irmãos franceses Karnage e Shaxul do Eternal Fire zine, dessa vez pelo seu selo Legion of Death Rekordz. Trata-se de um split em vinil com nossos velhos parceiros potiguares do Sanctifier, inspirado no split Pentacle/Desaster “…In League With…” no qual cada banda participava tocando um cover da outra mais uma música inédita. Em nosso caso, nós adicionamos uma faixa ao vivo e o Sanctifier gravou duas faixas inéditas para o lançamento. Compus “Hymn to Babylon” (com letra em parceria com meu irmão Luiz “Angelkiller” Borges Jr.) exclusivamente pra esse split, e o cover do Sanctifier escolhido foi “Cycle of the Entity”, enquanto que eles gravaram um cover de “Am I Crazy?. Gosto muito da gravação desse split (realizada no estúdio Casa das Máquinas, em Salvador, entre final de Novembro e inicio de Dezembro de 2005), uma das melhores que já fizemos, com bateria e guitarras super pesadas e na cara. A faixa inédita é puro Headhunter Death Cult Metal, 666% fincada nas raízes do gênero! Gosto muito de sua letra, cheia de luxúria, perdição, blasfêmia e exaltação aos prazeres mundanos da carne, um verdadeiro hino à velha Babilônia: “Lembremos da Babilônia, o paraíso terreno, uma nova era de luxúria está para surgir / Retribua amor com amor, combata fogo com fogo, somos filhos da Babilónia, não precisamos de nenhum Messias…”. Recentemente o Apokalyptic Raids a gravou para o segundo volume do tributo ao Headhunter D.C. e ficou foda, a cara deles! Em tempo: as mãos da capa são dos meus primos Fábio Nosferatus (ex-Headhunter D.C.) e Léo Lima, que por sinal são irmãos. Nada mais condizente  com o título do split!

    “God’s Spreading Cancer…” – LP/CD 2007 (Dying Music/Obscure Domain/Evil Spell/Deathcult):

    Acompanhando as comemorações dos 20 anos da banda, “GSC” foi gravado, mixado e masterizado entre Fevereiro e Março de 2006 no estúdio Casa das Máquinas em Salvador e produzido por Thiago Nogueira, que também gravou todas as sessões de bateria, apesar de não fazer mais parte da banda àquele periodo. Mais uma vez vínhamos de um longo espaço de tempo desde o último trabalho, mas como foi dito no texto que acompanha o álbum escrito por mim, muitas foram as razões para mais essa demora em oferecermos um novo disco de estúdio à cena, entre elas todas as dificuldades enfrentadas por uma banda do Nordeste brasileiro que optou pela honestidade e sinceridade em seu trabalho, sem mencionar a fidelidade aos seus princípios, ao invés de se deixar levar pelas tendências de ocasião que levaram tantas bandas de nossa época à decadência – ainda que em vida -, caso contrário estaríamos com um belo contrato assinado há bem mais tempo e lançando álbuns com muito mais freqüência. Outro aspecto relevante que cito no texto é a nossa necessidade de um tempo especial para a inspiração  certa no tempo certo, o que vale até hoje, afinal não fazemos música efêmera e descartável como muito vemos (e ouvimos) por aí. Não sei bem como começar a falar do álbum em si, mas a primeira palavra que me vem à cabeça é “violento”! Violento em suas músicas, com sua abordagem extremamente brutal e ‘in your face’ (“Stillborn Messiah”, “Celebrate the Chaos”, “Inner Demons Rise!”); violento em suas letras, um verdadeiro assalto contra tudo o que é hipocritamente chamado “sagrado” (“Disgrace to the corpse of God, buried and forgotten in a decrepit tomb…” – “God is Dead”); violento em sua capa, uma grande obra de manipulação digital assinada por Alcides Burn, que conseguiu, com extrema maestria, dar forma visual através de sua arte a um sonho blasfemo que eu tive durante o processo de composição do álbum. Brutal Unholy Death Metal ‘to the bone’, pesado, rápido e mórbido como deve ser! Talvez eu deixasse as guitarras um pouco mais na cara se eu tivesse a oportunidade de remixá-lo algum dia, mas num geral sou muito satisfeito com a sonoridade do mesmo. Pouca gente sabe, mas o título do álbum foi tirado da letra de “Love is Magick” de Raul Seixas, cujo trecho original teve que ser mudado por exigência da Censura Federal da época, acusando-o de apologia ao anticristianismo ou algo idiota assim. O trecho original diz: “Love is the answer, I am God’s spreading cancer, under will Love is the law”. Achei isso fantástico e “roubei” para nós! (risos!) Meus destaques vão para “God is Dead”, “Long Live the Death Cult” (dedicada ao Possessed), a faixa-título, “Stillborn Messiah”, “Inner Demons Rise!”… bem, vou parar senão vou acabar citando todas as faixas do álbum… hahahahaaa!!!

    “The Darkest Archives… From The Death Cult (1987 – 2007)” – Double CD 2010 (Crypts of Eternity):

    Esse é um CD duplo comemorativo dos 20 anos da banda contendo diversos materiais raros dos meus arquivos pessoais, incluindo aí demos, promos, ensaios, lives, takes inéditos de estúdio, cortes de programas de rádio e demais “achados arqueológicos”. Aliás, foi uma verdadeira busca arqueológica mesmo para pesquisar, reunir e compilar todo esse material, o que rendeu um atraso de 3 anos em seu lançamento – bem, em se tratando de Headhunter D.C. um atrasozinho desse não é nenhuma novidade, não é mesmo? (risos!) Muitos desses materiais eram até então inéditos em lançamentos nossos, e alguns só eram conhecidos pelas mais antigas gerações que viveram o circuito do tapetrading do final dos 80s/inicio dos 90s, mas num geral foi uma ótima oportunidade a todos os fãs e admiradores da banda para conhecer mais da longa trajetória da banda e acompanhar, através de um único lançamento, a evoluçao do Headhunter D.C. desde os seus primórdios em 87 até 2007. Além de tudo isso, o CD duplo vem com um excelente ‘memorabilia’ da banda em seu booklet, com fotos raras de época e do decorrer dos anos, flyers e cartazes de shows, letras de quatro de  nossas primeiríssimas músicas, “Evil Followers”, “Miserable Priests”, “Fuck Off the False” e “Terrorists” (que também fazem parte da compilação via gravaçoes de ensaios de 87 e 89) e fotos do show comemorativo de 20 anos da banda aqui em Salvador, entre outras imagens raras. Um belíssimo trabalho do selo peruano Crypts of Erernity, um dos nossos grandes aliados na cena atual. Foram apenas 500 cópias disponíveis e rapidamente se tornou ‘sold out’. Seria ótimo tê-lo lançado em vinil triplo ou quádruplo… quem sabe algum dia em um box especial de 35 anos da banda?

    “…In Unholy Mourning…” – LP/CD 2012 (Mutilation/Evil Spell):

    Nosso último album de estúdio, “…IUM…” foi talvez o maior desafio enfrentado por mim até aqui desde que entrei para a banda no final de 1989, pois além de não apenas gravá-lo e produzi-lo, tive que compor todas as canções do álbum. Apesar de também ter assinado algumas músicas no “GSC” e também a faixa inédita do split com o Sanctifier, ainda não me considerava como um compositor de músicas de Death Metal como o Paulo tão magistralmente o foi para a banda, e logicamente senti o peso dessa responsabilidade, mas encarei o desafio com a força que o Death Metal me provém e fui à luta! Dessa vez a maldição dos 7 anos foi quebrada, mas mesmo assim levamos 5 anos desde o último trabalho, muito pela indisponibilidade do Paulo para se dedicar a escrever os novos sons devido à grande carga de trabalho em seu emprego como professor em Jacobina/BA. Naturalmente as novas músicas soavam com uma atmosfera ainda mais carregada e profana e foi essa característica que também deu a “IUM” a cara e a sonoridade que ele tem. Antes de entrarmos em estúdio para gravarmos o disco, fizemos uma pré-produção do álbum num estúdio de ensaios na Cidade Baixa onde gravamos todas as faixas ao vivo, algumas ainda sendo arranjadas e com suas letras ainda a serem finalizadas, mas no final alcançamos o nosso objetivo que era o de justamente termos as músicas registradas antes de sua gravação definitiva para que pudéssemos moldá-las conforme as idéias fossem surgindo. Essa gravação foi recentemente disponibilizada num box em cassete duplo limitado pelo selo boliviano RawBlackult Prods. O álbum, que marcou a estréia do guitarrista George Lessa (God Funeral, ex-Keter), foi gravado, mixado e masterizado por Jera Cravo no Studio 60 entre Fevereiro e Maio de 2011, desta vez sem acontecimentos trágicos relevantes… haha! Um fato marcante a ser mencionado foi a participação de cerca de 30 pessoas, entre membros de bandas, editores de zines e demais irmãos e irmãs de nossa cena local gravando um coro (chamado por mim de “Choir of the Damned”) em “Hail the Metal of Death!”, o famoso (ou “infame”, de preferência…) “SALVE!!!” sempre berrado pelo público presente nos shows. Memorável e impagável, algo que definitivamente entrou para a história de nossa cena baiana. Enfim, o que se ouve no álbum é puro Unholy Death Metal (se eu usasse aqui o termo “old school” seria chover no molhado, então dispenso…), com características de todos os nossos trabalhos anteriores, mas com uma carga de morbidez e obscuridade ainda maior e maiores níveis de brutalidade profana. Gosto muito de “Cursed be Thou”, “Deny the Light” (que possui um riff de 87!), “A Dream of Blasphemy” e “Lightless…”, essa última lenta, fúnebre, obscura, niilista em sua essência. Quanto às letras, tive a ideia de disponibilizar as suas traduções em português em um booklet extra em sua primeira versão em digipack de luxo via Mutilation, onde todos aqui no Brasil poderiam ter uma percepção mais aprofundada de nosso lado ideológico, o qual sempre foi tão priorizado por nós quanto à nossa própria música. Posso até dizer que se trata de nosso melhor álbum até o momento, porém um novo capítulo do Culto da Morte está para ser escrito, portanto aguardem…

    “Death Kurwa! Live in Warsaw 2013” – Live CD 2016 (Necroscope zine/Bestial Invasion):

    Outro lançamento não programado e feito meio que por acaso. Surgiu após o convite de nosso parceiro, irmão e velho apoiador da banda Adam Stasiak do tradicional zine polonês Necroscope para participarmos de sua edição de jubileu #30 com um CD acompanhando o zine. Coincidentemente tínhamos essa gravação do show de Varsóvia em 2013 captada por uma câmera de vídeo que sequer captou o show todo, mas como tinha um áudio bem razoável, ambas as partes concordaram em usá-lo. Para completar a pareceria, surgiu o selo Bestial Invasion Records do Reino Unido que se propôs a prensar o CD de forma oficial e disponibilizá-lo também de forma avulsa através de seu catálogo. Apesar de todo o “acaso” em seu lançamento, trata-se de um registro importante e histórico de nossa primeira tour européia. O que se ouve ali é um verdadeiro show de Death Metal, sujo e cru, sem máscaras nem retoques, sujeito a todos os defeitos e imperfeições de um real evento subterrâneo, do Underground para o Underground! Destaque para a participação insana dos mais loucos maníacos poloneses gritando “kurwa!” o tempo todo, o que para nós seria como o nosso “fudido!” e coisas do gênero. De bônus incluímos “Forgotten Existence”, gravada ao vivo em Jacobina em 2008.

  • ETERNAL SACRIFICE – A Pré-venda  do tão esperado novo álbum Já Disponível!!!

    ETERNAL SACRIFICE – A Pré-venda do tão esperado novo álbum Já Disponível!!!

    8 anos após seu segundo full lenght “Iluminados por Thanatherous Aleph… Musickantiga”, um dos maiores nomes do Black Metal nacional está volta! Completando nada menos que um quarto de seculo de existencia, o Eternal Sacrifice retorna com seu terceiro album de estudio, levando o Pagan Black Metal a um patamar jamais alcançado por outra banda em termos de produção sonora e grafica. “Ad Tertium Librum Nigrum” apresenta 10 novas musicas em aproximadamente 1 hora de um estilo unico que consolidou o Eternal Sacrifice na Vanguarda do Black Metal brasileiro. De acordo com o membro fundador Naberius ” “Ad Tertivm Librvm Nigrvm” é a maior prova que força e perseverança sempre vencem, é um álbum repleto de simbologias e sortilégios, feito exclusivamente para aqueles que apreciam as canções da mão esquerda.” Definitivamente, Ad Tertivm Librvm Nigrvm é uma obra indispensavel para aqueles que vivenciaram os gloriosos anos 90 e ainda para os que procuram conhecer sobre esta era dourada. Um lançamento em digipack luxuoso de 6 paineis + slipcase e encarte de 20 paginas! Para esta pre venda, a Hammer Of Damnation preparou um kit exclusivo contendo: – Digipack – Camisa exclusiva (somente para quem adquirir o kit durante a pre venda) – Poster

    Os kits são limitados em 50 unidades e serão vendidos somente durante a pre venda e exclusivamente pela Hammer Of Damnation, durante os dias 08 de Agosto a 08 de Setembro (ou enquanto durar o estoque). Envios a partir de 14 de Setembro. Valor: R$60 (frete grátis para todo o Brasil) Pedidos: www.hodrecs.com | [email protected]
  • AC/DC: Angus Young, Brian Johnson, Phil Rudd e Cliff Williams juntos em novo álbum?

    AC/DC: Angus Young, Brian Johnson, Phil Rudd e Cliff Williams juntos em novo álbum?

    Os rumores iniciados na quinta-feita passado quando o jornalista Steve Newton, do periódico canadense The Georgia Straight, publicou que Stevie Young e Phil Rudd tinham sido vistos em Vancouver, foram confirmados. Não só Phil e Stevie estão na cidade, como o vocalista Brian Johnson e muito provavelmente o baixista Cliff Williams também estão.

    Na foto acima, tirada por um fã que mora ao lado do estúdio e publicada pelo mesmo site, podemos ver Brian e Phil na área externa do The Warehouse Studio.

    Os metadados confirmam a autenticidade da fotografia. Eles revelam que a foto foi tirada na última segunda-feira (06 de agosto de 2018).

    Fonte: acdcbrasil.net Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • MONSTROSITY: Confira a nova música “Kingdom of Fire”

    MONSTROSITY: Confira a nova música “Kingdom of Fire”

    Um dos lendários nomes da cena death metal da Flórida (EUA), o MONSTROSITY, lançará seu primeiro álbum de estúdio em 11 anos, The Passage Of Existence, em 7 de setembro, via Metal Blade Records.

    Uma nova música, intitulada Kingdom of Fire, pode ser ouvida abaixo.

    O baterista Lee Harrison gravou suas linhas de bateria no Audiohammer Studios, em Sanford, Flórida, com o veterano produtor Jason Suecof. Uma semana foi gasta criando faixas de bateria sólidas. As faixas de guitarra e baixo foram tratadas no Ascension Sound em Tampa com as faixas vocais sendo gravadas no Redneck Studios, do OBITUARY em Gibsonton, Flórida. A mixagem foi feita pelo produtor Mark Lewis (MEGADETH) e o álbum resultante nasceu.

    Harrison comentou: “Primeiramente, eu apresento para vocês a obra-prima das obras-primas no universo MONSTROSITY.

    “Este álbum requer uma certa justiça, e eu peço a você, como ouvinte, para se preparar adequadamente para a tarefa. Não toque essa gravação em um rádio portátil barato ou seus pequenos fones de ouvido. Este álbum foi construído para ser tocado alto em um sistema de som assassino, faça-se este favor, pelo menos nas primeiras vezes que o tocar.

    “Eu sei que é tão horrivelmente clichê dizer ‘tocar alto’, mas eu posso honestamente dizer que esse álbum foi feito para isso. Eu o ouvi várias vezes. Essas músicas também vão explodir ao vivo. Mal posso esperar para levar essas músicas para o palco. Estou curioso para ver as opiniões. A resposta dos fãs para o ‘teaser clipe’ que postamos foi super positivo, por isso vou ficar muito feliz quando o single for lançado e os anos de trabalho duro, finalmente tenham resultado. Espero ver vocês na estrada em breve!”

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • MYRKGAND: novo álbum já está gravado na Europa!

    MYRKGAND: novo álbum já está gravado na Europa!

    Quando o músico Dmitry Luna é tratado com um dos workaholics do Metal nacional, não é para menos. Desde o lançamento de seu MYRKGAND que o talentoso músico trabalha incessantemente em seu projeto. Depois de um resultado primoroso com seu debut homônimo, o MYRKGAND não bobeou e buscou alguns dos melhores profissionais do mundo para registrar seu segundo álbum. Trabalho este que em sua maioria já está gravado. Conforme anunciado anteriormente, as gravações aconteceram na Europa, no Grapow Studios, na Eslováquia, sob a tutela do alemão Roland Grapow (ex-Helloween, Masterplan). O baterista responsável pelo registro foi o também alemão Kevin Kott (MasterPlan, At Vance). Dmitry viajou na semana passada para a Europa onde registrou todas as linhas vocais e instrumentais para o novo disco. “A gravação foi muito massa, nos divertimos muito e estávamos bem focados. Foi tão produtivo que terminamos um dia antes do planejado e deu pra descansar e fazer um churrasco na folga (risos). Esperem um trabalho poderoso pela frente!” Muitos detalhes sobre as gravações podem ser conferidas nos canais oficiais do MYRKGAND, curta e siga! Agora falta o MYRKGAND começar a anunciar os músicos convidados para participar do novo disco! Algum palpite? Links relacionados: E-Mail: [email protected] Site: https://www.myrkgand.com Facebook: https://www.facebook.com/Myrkgand Instagram: https://www.instagram.com/myrkgand YouTube: https://www.youtube.com/MyrkgandOfficial Spotify: https://open.spotify.com/artist/5zQo2QIpq4IxtsMCUZVZxz iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/myrkgand/1271181633 Metal Media: https://metalmedia.com.br/myrkgand Fonte: Metal Media

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  • SUN DIAMOND: se apresentando no Hellcife Metal Night 2

    SUN DIAMOND: se apresentando no Hellcife Metal Night 2

    O SUN DIAMOND segue trabalhando duro na divulgação de seu debut autointitulado e anuncia que estará tocando na cidade de Recife. A apresentação será no dia 11 de agosto ao lado da banda OnAggression, que toca clássicos de bandas como Iron Maiden e Scorpions. O SUN DIAMOND focará seu setlist em músicas do seu debut e algumas surpresas. O evento será no Estelita e os ingressos serão vendidos apenas na portaria por módicos R$20,00. Está no ar o novo lyric video da SUN DIAMOND para a música ‘Let Me Drunk (and R.I.P.)’, uma das faixas mais peculiares do debut, ‘Sun Diamond’. A edição do vídeo ficou nas mãos de Marcelo Silva e o lyric pode ser conferido pelo link: https://youtu.be/wbBOIkMMEGI O álbum ‘Sun Diamond’ está disponível nas principais plataformas de música digital, confira alguns links: Spotify: https://open.spotify.com/album/2ltMa7taC525OjNuU2ittV iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/sun-diamond/1319073815 Google Play: https://goo.gl/5Nka6p Deezer: https://www.deezer.com/album/52649032 YouTube: https://youtu.be/aXpPU0qD8UA O CD foi gravado Estúdio Muzak, em Recife/PE, com mixagem por João Figueirôa, masterização por Paulo Germano, design por Tatiana Luna e Lincoln Rodrigues, foto da capa por Bruno Severiano e foto do encarte por Thiago Lemos. Links relacionados: E-Mail: [email protected] Facebook: https://www.facebook.com/sundiamondrock Instagram: https://www.instagram.com/sundiamondband YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC9sniCevBmyhmUKBzO6-lFQ Spotify: https://open.spotify.com/artist/5ASgppGYx0jxcnbx9RAvk8 iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/sun-diamond/1319073912 Metal Media: https://metalmedia.com.br/sundiamond Fonte: Metal Media

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  • ATTOMICA: A primeira banda de Heavy Metal a lançar um Aplicativo oficial

    ATTOMICA: A primeira banda de Heavy Metal a lançar um Aplicativo oficial

    Um dos maiores nomes da história do Heavy Metal Brasileiro, ATTOMICA que ao longo de sua história sempre foi um dos ícones do Thrash Metal (subvertente do Heavy Metal). Este aplicativo foi criado em 2017 e apresenta atualizações para 2018.

    O principal objetivo foi aproximar a banda dos novos fãs e da nova geração que relaciona se de forma completamente diferente de fãs da musica pesada de outros tempos. Nada mais prático que na era digital ter todas as informações da banda na palma da mão. Neste aplicativo dentre outras informações a bada torna acessível seu vídeos, biografia, fotos atuais, shows e agenda, músicas, além de informações de como contratar um show da banda com todas as condições e exigências, informação que pode agilizar e tornar prático contratar a banda. LINK PARA ACESSAR O APP NA VERSÃO WEB: https://applink.com.br/appattomica

    O APLICATIVO PODE SER BAIXADO PELO:

    – Google Play (Android) – App Store (IOS) ou acesse https://applink.com.br/appattomica pelo celular.

    O Attomica em 2018 lançou o novo álbum “THE TRICK” e já confirmou as primeiras datas da “YOU BET TOUR – Part 1”, turnê de divulgação do álbum que vai rodar o país.

    A turnê começou com o show de lançamento do álbum novo e Gravação de DVD no SESC de São José dos Campos/SP e já passou pelo grande festival ARARAQUARA ROCK em julho e agora segue para Guarulhos no próximo dia 08/09 no GUARU METAL FEST. Acesse o evento para mais detalhes: https://www.facebook.com/events/420032745104162/

    CONFIRA MAIS DATAS: 08/09/18 – Guaru Metal Fest – Guaru Metal Fest 2018 11/10/18 – Santos/SP – Boteco Valongo 14/10/18 – Campos do Jordão/SP – Campos Metal Fest 14/11/18 – Osasco/SP – Mineiro Rock Bar 16/11/18 – Bauru/SP – Armazén Bar 17/11/18 – Maringá/PR – Tribo’s Bar 18/11/18 – Guarapuava/PR – Local a Definir 19/01/19 – Lontras/SC – Iceberg Rock Festival Adquira o novo álbum THE TRICK Este álbum já está disponível nas principais lojas de São Paulo e Site especializados, confira alguns: DIE HARD: https://www.diehard.com.br/detalhe_produto.php?codProd=tNuGMzk4MjA= METAL STORE: https://www.metalstore.com.br/produtos/cd-attomica-the-trick/ PÁGINA DO FACEBOOK DA BANDA: https://www.facebook.com/AttomicaOficial Confira aqui o Lyric Vídeo de GIVE ME THE GUN, faixa de abertura do álbum: https://youtu.be/wiZCbv2FdEQ   Para agendamentos de shows o contato é: Phill Lima https://www.facebook.com/PhillOverMetal Whats: +55 24 99296-6639 E-Mail: [email protected] SIGA O ATTOMICA: Facebook: https://www.facebook.com/AttomicaOficial YouTube: https://www.youtube.com/attomicametal Instagram: https://www.instagram.com/attomicaoficial ATTOMICA é: Andre Rod – Bass/Vocal Argos Danckas – Drums/Keyboards Marcelo Souza – Guitars/Backing Vocal FONTE: OVER METAL AGENCY   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • BRUTALLIAN: novo álbum “Reason for Violence” disponível em todas as plataformas de Streaming

    BRUTALLIAN: novo álbum “Reason for Violence” disponível em todas as plataformas de Streaming

    Como o próprio nome sugere, o Brutallian, é uma banda brutal, forte, intensa e com uma qualidade musical e técnica, acima da média, um dos nomes mais vibrantes do país e com uma gama enorme de fãs espalhados pela país, acaba de disponibilizar o seu novo álbum de estúdio para deleite daqueles que procuram um disco que tem tudo para ser mencionado como um dos melhores lançamentos de 2018.

    Reason for Violence está lançado em todas as plataformas de Streaming do mundo, o disco que possuí 11 faixas, apresenta o Brutallian em sua melhor fase. Criativos e pesados, o novo álbum é uma mescla do melhor do Heavy Metalcom o Thrash Metal.

    Recheado de participações especiais, Reason for Violence, transmite ao ouvinte uma energia visceral. O Brutallian faz um convite aos fãs da boa música, para que os mesmos acessem sua plataforma favorita e escute no volume máximo, o novo disco que está tão pesado e rápido como o primeiro lançado em 2016.

    Acesse sua plataforma favorita e escute Reason for Violence, novo álbum do Brutallian:

    Spotify: https://open.spotify.com/album/74gf2pGdyxzCO4KPBxfY4Y?si=39QPqbSHSRWw9wRVldkL4A

    ITunes: https://itunes.apple.com/br/album/reason-for-violence/1420649615

    Deezer: https://www.deezer.com/br/album/69724312

    Google Play: https://play.google.com/store/music/album/Brutallian_Reason_for_Violence?id=Behkc5n6666vrz4f57ihwb74rhe

    Tracklist oficial de “Reason for Violence”: 01. Reason for Violence 02. Fear Inside Rage Outside 03. Matracada (feat. Caio Carvalho) 04. Cast in Iron (Matteus Cavina) 05. The Ride 06. Love is All Around (but the World) – (feat. Vitor Rodrigues) 07. Rear Naked Choke 08. From Hell We Are (feat. Eraldo Junior/Nyelson Weber/Henrique Sugmyama/ Fagner Limam) 09. Real Life is Not What You’re Looking For 10. A Tomorrow’s Nightmare 11. Sagacious Amra

    Formação: Pablo Barros – vocal Lex Wave – guitarra Fabio Matta – baixo Raul Campos – bateria

    Mais informações:

    Facebook: https://www.facebook.com/brutallian/

    Instagram: https://www.instagram.com/brutallian.metal/

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/brutallian/

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  • SHAMAN confirma tecladista Fabio Ribeiro em shows de reunião

    SHAMAN confirma tecladista Fabio Ribeiro em shows de reunião

    Após a confirmação de 5 apresentações com sua formação clássica original – Andre Matos, Luis Maruitti, Hugo Mariutti e Ricardo Confessori – o SHAMAN confirma o tecladista Fabio Ribeiro para completar o time. “Gostaria de compartilhar com vocês a felicidade que sinto ao saber sobre o retorno do Shaman em sua formação original. Este é um fato surpreendente, resultante da admiração de nossos fãs, que em um ato de amor ao trabalho da banda conseguiram fazer acontecer. Agradeço demais aos meus companheiros por esta oportunidade, que certamente será a alegria de muita gente!” comentou o tecladista. Luis Mariutti também comentou “Meu amigo e parceiro Fabio Ribeiro veio pra completar essa tour. Não imaginaria ninguém além do Mestre Fabio para as teclas do Shaman.” “Vai ser legal ter o Fabio em nossos shows…o apelo era unânime, a quimica é ímpar, o publico e a gente da banda vai sentir a vibe diferenciada do que é um verdadeiro show do Shaman ao vivo., completou o guitarrista Hugo Mariutti. Os shows acontecerão em 4 capitais brasileiras: 22 e 23 de Setembro – São Paulo – Audio SP 30 de Novembro – Brasília – Toinha Brasil Show 1 de Dezembro – Belo Horizonte – Music Hall 2 de Dezembro – Rio de Janeiro – Hub RJ SERVIÇOS SP  SHAMAN – Reunion Data: 22 de Setembro 2018, Sábado Horários: Portas 19h / Show à partir das 21hs Local: Audio SP (https://www.audiosp.com.br) Endereço: Av.Francisco Matarazzo, 694, Água Branca – São Paulo/SP Classificação etária: 18 anos. Maiores de 14 anos entram somente acompanhados de um responsável maior de 21 anos, mediante documento original e assinatura de termo de responsabilidade na entrada do evento. Capacidade: 3.200 pessoas SHAMAN – Reunion (SHOW EXTRA) Data: 23 de Setembro 2018, Domingo Horários: Portas 18h / Show à partir das 20hs Local: Audio SP (https://www.audiosp.com.br) Endereço: Av.Francisco Matarazzo, 694, Água Branca – São Paulo/SP Classificação etária: 18 anos. Maiores de 14 anos entram somente acompanhados de um responsável maior de 21 anos, mediante documento original e assinatura de termo de responsabilidade na entrada do evento. Capacidade: 3.200 pessoas Ar-condicionado Acesso à deficientes. Informações sobre compra de ingressos em : https://www.freepass.art.br/shaman

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  • NOTURNALL inova com lançamento de mini série nos EUA

    NOTURNALL inova com lançamento de mini série nos EUA

    A banda Noturnall inova com o lançamento de uma mini-série de cinco episódios especiais gravados e produzidos pelos músicos nos Estados Unidos. Este novo material mescla cultura, trabalho e música. Para a Noturnall, o rock e metal é exatamente sobre isso e os vídeos mostram com detalhes estes momentos. A nova série intitulada “Unplugged – Road Life” é 100% online e gratuita e está sendo lançada de uma maneira diferente do convencional no meio da música, onde o público se inscreve para receber todo o material no seu email e ainda participar de uma semana cultural online e gratuita com palestras, vídeo aulas e sorteios.

    Para receber o material inteiro e informações sobre este lançamento, a banda preparou um hotsite dedicado somente ao trabalho, seguindo uma estratégia de marketing inbound, dando uma importância maior para o público que vai assistir o material do que até mesmo para o próprio material. O link é https://bit.ly/Noturnall, e nele você pode se inscrever para participar desse lançamento.

    Para Fernando Quesada, um dos líderes do grupo, é uma estratégia que faz o público realmente fazer parte do lançamento sem nenhuma exclusão social. “Queremos que todos se sintam parte da banda e não fiquem de fora por nenhuma razão. Muitas pessoas me perguntam se não é errado distribuir gratuitamente o material, e eu respondo que conteúdo artístico e cultural pode não ser vendido e deve ser apreciado pelo maior número de pessoas possível. As pessoas que gostarem com certeza vão consumir itens de merchandising, ir em shows e cada um contribuirá da forma que pode. Uma banda que lança algo por dinheiro nem mereceria lançar nada… o financeiro é uma consequência que vai vir conforme mais pessoas se envolvam com o seu trabalho artístico… uma banda, como a Noturnall, tem que pensar e m espalhar cultura e melhorar a vida das pessoas com informações e música.” – diz o baixista e coordenador de projetos de marketing na banda.

    Neste novo lançamento, a Noturnall busca mostrar para todos um pouco mais do universo da história de cidades que são consideradas o “berço do rock” nos Estados Unidos, mesclando informações técnicas para músicos e produtores sobre como caminhar mais de 4.500 km pelas estradas gravando videoclipes e usando recursos de gravação mobile em parceria com a marca Ik Multimedia.

    No final de cada episódio, será mostrado o resultado final de cada dia de gravação e também sobre a gravação de um vídeo clipe acústico ao vivo (tanto áudio como vídeo) em lugares bem impactantes e mágicos. A arte da capa foi criada por Carlos Fides. “O material ficou incrível e queremos muito compartilhar com todos vocês um pouco da emoção que passamos em algumas cidades que são o berço do rock”, disse o vocalista Thiago Bianchi.

    A Noturnall é considerada uma das maiores revelações do metal dos últimos anos no Brasil. A banda só tem quatro anos de existência, mas os seus integrantes são velhos conhecidos na cena. Liderada por Thiago Bianchi, Fernando Quesada e Junior Carelli (todos vindos do SHAMAN), a banda contou com participações de Russell Allen (Symphony X), Michael Kiske (Helooween), James Labrie (Dream Theater), Aquiles Priester (ex-Angra, Hangar) e Mike Orlando (Adrenaline Mob).

    A banda passou por grandes festivais como Rock in Rio e realizou tours pela América Latina, Estados Unidos e Europa. A Noturnall está no seu terceiro álbum de estúdio e em breve lança o seu segundo DVD. A banda acredita em um novo mercado onde o público participa junto com o artista em todos os lançamentos e quer ver essa proximidade aumentando cada vez mais.

    Noturnall – Line-Up: Thiago Bianchi – Vocal Junior Carelli – Teclado e voz Fernando Quesada – Violão e Baixo Brunno Henrique – Violão Henrique Pucci – Bateria Links relacionados: https://www.facebook.com/noturnallband/ https://www.youtube.com/user/noturnallofficial   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop