Categoria: Roadie News

  • Bruce Dickinson: “A indústria da música explorou seus clientes”

    Bruce Dickinson: “A indústria da música explorou seus clientes”

    O vocalista do IRON MAIDEN, Bruce Dickinson, disse que o declínio da indústria da música pode ser atribuído ao fato de que as gravadoras não conseguiram tirar proveito da revolução digital.

    A revolução da música digital começou com o Napster – o serviço de compartilhamento de arquivos criado por dois adolescentes em 1999 e fechado em 2001. O principal exemplo de tecnologia disruptiva, o Napster permitiu que as pessoas baixassem praticamente qualquer faixa ou álbum que quisessem – de graça. A indústria da música nunca se recuperou.

    No início deste mês, durante uma aparição no ‘VTEX  Day 2018’ em São Paulo, Dickinson disse ao programa ‘Conta Corrente’ da GloboNews que as gravadoras não têm ninguém para culpar, senão a si mesmas pela situação em que se encontram.

    “A indústria da música explorou seus clientes”, disse ele.  “As gravadoras estavam ganhando muito dinheiro sem fazer muito. Elas acreditavam que os downloads simplesmente desapareceriam. Mas isso não aconteceu, e eles não fizeram nada a respeito. Eles não viram o download como sendo uma ótima maneira de acessar seus fãs, seus clientes, se você preferir, mas as bandas viram – as bandas estavam muito à frente das gravadoras.

    “O Brasil, por exemplo, tinha uma das audiências mais jovens de qualquer país do mundo”, continuou ele. “E, consequentemente, eles tiveram uma grande aceitação da atividade na Internet. Então, para uma banda como o IRON MAIDEN, que abraçou a Internet desde muito cedo, estávamos fazendo contato direto com as pessoas no Brasil. E isso foi ótimo para nós. Mas as gravadoras não entenderam isso porque eram muito arrogantes, eram muito velhas, eram muito lentas”.

    Eventualmente, o setor adotou a música digital, mas precisou da Apple e do iTunes para fazê-lo.

    Bruce disse em uma entrevista em 2015 que os serviços de streaming como o Spotify e a Apple Music beneficiam mais os artistas estabelecidos do que os aspirantes que ainda precisam galgar seu espaço.

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  • CHICKENFOOT deve trabalhar em seu novo álbum ainda este ano

    CHICKENFOOT deve trabalhar em seu novo álbum ainda este ano

    O guitarrista Joe Satriani acha que o CHICKENFOOT vai se reunir antes do final do ano para começar a trabalhar em novas músicas.

    O supergrupo, que conta com o lendário guitarrista ao lado do ex-vocalista do VAN HALEN, Sammy Hagar, o ex-baixista do VAN HALEN, Michael Anthony, e Chad Smith, baterista do RED HOT CHILI PEPPERS, tem permanecido em silêncio pela maior parte do tempo desde 2012, quando excursionou com Kenny Aronoff na bateria, substituindo Chad Smith, muito ocupado com a agenda da sua banda principal.

    Na semana passada, o CHICKENFOOT se reuniu no Fillmore, em San Francisco, durante o quinto concerto beneficente anual “Acoustic-4-A-Cure”. A banda até se apresentou pela primeira vez em pouco mais de dois anos.

    Perguntado durante uma nova entrevista ao ‘Rock Talk With Mitch Lafon’ sobre o status atual do CHICKENFOOT, Joe disse: “Bem, algumas noites atrás, nós estávamos no palco do Fillmore aqui em São Francisco, e tocamos um set acústico de quatro músicas. Isso foi uma loucura, estou tocando músicas do CHICKENFOOT em versão acústica – uau, isso é uma loucura. Mas nos divertimos tanto, e eu sei que todos estávamos nos perguntando o que iria acontecer… E a magia inegável entre nós era palpável. Todos sentiram isso. E depois, todos disseram: ‘Vocês têm que gravar outro disco’, e todos queriamos fazer isso. Então todos eram abraços e sorrisos e nós dissemos: “Vamos fazer isso”. Fiquei muito surpreso, pois parecia que não ia acontecer este ano – mas acho que vai acontecer – então acho que o próximo passo é escrever e ver se todos nós podemos estar na mesma cidade ao mesmo tempo novamente por alguns dias, é assim que a banda trabalha. Nós nunca temos três meses onde nós alugamos um castelo na França e gravamos um álbum, isso nunca acontecerá. É aqui e ali, voando baixo. Isso mantém as forças fluindo e os espíritos para cima, e nós não perdemos tempo. Então eu acho que é bom”.

    Satriani continuou dizendo que o CHICKENFOOT provavelmente nunca será “uma banda de turnê”. Ele explicou: “Eu não acho que o Sammy esteja pensando, ‘eu quero fazer 70 shows em quatro meses’. Eu não acho que exista alguma chance de colocá-lo em um ônibus de turnê novamente [risos], e eu não o culpo. O homem já fez isso; você sabe o que eu quero dizer? E agora eu entendo isso. Na perspectiva dele, ele não quer sentir que o trabalho vai impedi-lo de ser criativo, então eu acho que todos nós temos que trabalhar um no outro para dar um ao outro o que precisamos para chegar ao próximo passo. Estou satisfeito em fazer um disco e algumas apresentações pelo mundo. Eu acho que essa coisa do CHICKENFOOT sair em turnê como o JOURNEY, o DEF LEPPARD ou algo assim, eu acho que nunca faremos isso, porque todos nós estamos envolvidos em outras coisas. Mas eu aprendi a amar isso [risos]. Foi frustrante no passado, porque eu estou tão acostumado a fazer turnês, adoro sair em turnê, amo a vida no ônibus de turnê e adoro viajar. Mas é diferente, eu acho, quando você é um vocalista. E esses caras têm feito muito mais em suas carreiras do que eu fiz, então eles têm um conjunto diferente de desejos neste momento em suas vidas”.

    Em março de 2017, o CHICKENFOOT lançou Divine Termination, sua primeira nova música em cinco anos, na coletânea Best + Live, a primeira coleção ‘best of’ da banda.

    O álbum mais recente do CHICKENFOOT, Chickenfoot III, foi lançado em 2011.

    Satriani lançou seu décimo sexto álbum solo, What Happens Next, em janeiro via Sony / Legacy Recordings.

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  • SHAMAN – Banda retorna com formação clássica original para apresentação única em SP

    SHAMAN – Banda retorna com formação clássica original para apresentação única em SP

    De uma proposta corajosa à ascensão meteórica; do reconhecimento glorioso à separação precoce… Após 12 anos, a Free Pass enxergou através da escuridão a luz que faltava para reunir os 4 grandes mestres do metal nacional que, sem abrir mão do som pesado e original, chegaram ao topo de paradas nunca antes imaginadas.

    A única banda a lograr esse feito até hoje… SHAMAN!

    A Free Pass Entretenimento orgulhosamente confirma o show de reunião da banda SHAMAN com sua formação clássica original: Andre Matos, Luis Maruitti, Hugo Mariutti e Ricardo Confessori.

    O grupo executará seus álbuns “Ritual” e “Reason”, ambos na íntegra, em única apresentação no dia 22 de Setembro na Audio, em São Paulo.

    E mais:
    – Merchandise oficial inédito e exclusivo no dia do show;
    – Pacotes de Meet&Greet;
    – Quantidades limitadas.

    Mais em:
    www.freepass.art.br/shaman

  • BATUSHKA – São Paulo/SP, 18 de maio de 2018

    BATUSHKA – São Paulo/SP, 18 de maio de 2018

    Praticamente desde que os primeiros vestígios do som que chamaríamos de black metal foram ouvidos – lá no início da década de 80 – já se percebia que o bastado feio e maldito do heavy metal não reconheceria limites, e jamais pararia de crescer e evoluir. Sim, o Venom mais parecia uma tempestade impiedosa do que uma banda de rock, e fazia exatamente o que era necessário para dar novo gás e novos caminhos para o metal. Mas, claro, era só o começo. Cronos, Abaddon e Mantas, do alto do Olimpo ou das profundezas do Reino de Hades, jamais poderiam imaginar que toda a sua blasfema criação tomaria proporções cada vez maiores, em todos os sentidos. Com os anos, vimos o Bathory reinar absoluto, vimos o thrash/black alemão se consolidar, vimos a Noruega queimar, e assistimos com um misto de orgulho e tristeza o gênero mais extremo do metal se aproximar muito perigosamente daquele reino proibido chamado ‘mainstream’. Vimos muita coisa, mas a chama negra nunca deixou de queimar. Nunca. E na sexta-feira, 18 de maio, tínhamos mais algo para ver. Era chegado o dia de assistir ao polonês BATUSHKA, um dos mais célebres nomes do black metal da atualidade.

    Com a casa recebendo um ótimo público, a misteriosa banda polonesa chegou como que para comprovar que a chama do black metal continua acesa. Antes de tudo, o mistério: O palco vazio – a não ser por toda a decoração que torna um show do Batushka um grande ritual – onde uma luz quase completamente ausente parecia evanescer os restos de um culto vetusto, enquanto uma introdução sombria irrompia pelos alto-falantes, com a languidez e a melancolia de um antigo funeral. Coisa curiosa é que todo esse clima, planejadamente tétrico, parecia surtir efeito contrário na massa humana presente na casa: conforme os minutos se passavam sem a presença dos músicos no palco, o furor parecia aumentar, crescer em fulgor e em poder. Justamente quando todos já pareciam não poder mais aguentar a ansiedade, eis que eles estavam ali. Enquanto iam tomando seus postos no palco, aquele espetáculo esperado pelos fãs ia tomando forma, com poucas alterações. A premissa básica de seguir o ritmo e, digamos, a ordem de culto foi seguida, o livro da liturgia foi apresentado, mas não tivemos o acendimento das velas. Enquanto os primeiros acordes de guitarra anunciavam o início de Yekteniya I: Ochishcheniye, e da apresentação em si, o público começou a vibrar, renovando a força e o ânimo com a entrada do ‘padre’ – ou do vocalista, como preferir.

    A alternância entre as partes calmas – instrumentalmente mais voltadas ao chamado Depressive Suicidal Black Metal ou ao Blackgaze – se tornaram uma massa ensandecida de peso e melancolia, que se unia aos tons mais tradicionais e viscerais do black metal por meio dos vocais rasgados do vocalista, um belíssimo e assustador contraste com os vocais estilo ‘canto bizantino’ dos vocalistas de apoio. Mais intensa desde o princípio, Yekteniya II: Blagosloveniye passou como um trem desgovernado sobre a plateia, exigindo muita habilidade do vocalista principal, que alternava entre gestuais ritualísticos, gritos ensandecidos e vozes de comando, enquanto bateria, guitarra e baixo garantiam a efetividade de uma mensagem que paira apenas subentendida.

    Seguindo adiante em sua liturgia baseada nos ritos da igreja ortodoxa, os poloneses atacaram uma terceira vez com Yekteniya III: Premudrost’, que teve ao seu início o som das sinetas (carrilhão) sendo acompanhado pelas palmas dos fãs, cada vez mais envolvidos com a missa que se seguia. O show, que foi o primeiro da banda no Brasil – e que não contou com banda de abertura – chegou a sua metade com Yekteniya IV: Milost’. Claro que não existiam grandes surpresas no repertório, já que estávamos diante de uma banda que ainda dispõe de apenas um único álbum de estúdio lançado, e que segue uma ordem especifica em suas apresentações. Também não podemos dizer que o impacto visual era inédito, afinal, quem de nós não viu milhares de vezes os vídeos do Batushka ao vivo pela internet? E mesmo assim, a cada nova música, a cada novo movimento no palco nos víamos capturados, hipnotizados pelo que estava acontecendo, como se o espetáculo fosse tudo o que havia acontecendo no mundo naquele momento. Impressionante, em todos os sentidos.

    Claro que a sequência foi respeitada do início ao fim, e o show foi encerrado com Yekteniya VIII: Spaseniye, quando o livro da liturgia foi novamente apresentado aos presentes, para depois ser levado do palco, seguido por toda a banda. Você já viu padre voltar para o ‘bis’ depois da missa? Pois é, nem adiantava esperar. A primeira passagem de uma das mais importantes bandas da nova geração do black metal tinha terminado, com um sucesso retumbante. Nas caras estupefatas que acompanharam a apresentação, no rosto lavado de júbilo que sucedeu o show… Estava claro para cada um de nós que a música foi o mais importante, mas não o único ingrediente que tornou a noite de sexta-feira especial em São Paulo. Seria esta, afinal, a verdadeira força do black metal? Mais do que nunca, podemos dizer que temos fé que sim.

  • Confira o ‘teaser’ de “Amnesiac”, próximo vídeo do KAMELOT

    Confira o ‘teaser’ de “Amnesiac”, próximo vídeo do KAMELOT

    Um ‘teaser’ do vídeo oficial de Amnesiac do KAMELOT já está disponível, e pode ser visto abaixo. A faixa é parte do novo álbum da banda, The Shadow Theory, que foi lançado no dia 6 de abril via Napalm Records.

    O fundador e guitarrista Thomas Youngblood afirma: “O álbum The Shadow Theory é uma jornada psicológica através da complexidade da mente humana. Estamos constantemente sujeitos a estímulos através de mídia, tecnologia, experiências sociais e a inteligência artificial. Ainda seremos criaturas sociais em num futuro próximo? The Shadow Theory é um álbum que mistura muitos mundos, dando ao ouvinte um cenário dentro de nossas próprias realidades. Este álbum foi escrito e gravado durante todo o ano e estamos orgulhosos dos elementos da música e da diversidade em The Shadow Theory“.

    The Shadow Theory contou com o trabalho do aclamado produtor musical Sascha Paeth e foi masterizado por Jacob Hansen. As participações especiais do álbum incluem Lauren Hart (ONCE HUMAN), Jennifer Haben (BEYOND THE BLACK) e o próprio Sascha Paeth. A capa e a arte do encarte foram criadas por Stefan Heilemann.

    KAMELOT recentemente se separou do baterista Casey Grillo e o substituiu por Johan “Jo” Nunez.

    Grillo vem substituindo o baterista do QUEENSRŸCHE, Scott Rockenfield, desde abril de 2017. Scott está aproveitando as atividades de turnê da banda para passar o tempo com seu filho, Rockson.

    Após o lançamento de The Shadow Theory, o KAMELOT embarcou em uma grande turnê mundial, começando pela América do Norte durante abril / maio de 2018, e seguido para a Europa no verão europeu.

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  • MORGOTH: Lenda do death metal alemão pode estar encerrando a carreira

    MORGOTH: Lenda do death metal alemão pode estar encerrando a carreira

    Razões organizacionais e individuais obrigaram os veteranos alemães do death metal MORGOTH a se absterem de qualquer outra atividade ao vivo. Um novo registro de estúdio também não é planejado.

    O último show ao vivo programado acontecerá no dia 8 de junho no Chronical Moshers Open Air na Alemanha. A banda tomou essa decisão após cuidadosa consideração.

    O guitarrista Sebastian Swart diz: “Há algum tempo, é difícil para nós atuarmos com flexibilidade como banda. A principal razão é que todos nós vivemos espalhados por toda a Alemanha. Minhas razões individuais são o fato de eu sofrer de grandes e múltiplos problemas de audição e, além disso, eu estarei mudando para o exterior por conta do meu trabalho”.

    A decisão não significa que o MORGOTH se separará permanentemente, mas todas as atividades estão sendo suspensas neste momento.

    O guitarrista Harry Busse diz: “Esta decisão não foi fácil para nós, mas neste momento é necessário dar este passo. A ideia inicial em 2011 era tocar apenas um punhado de shows para celebrar o 20º aniversário de Cursed. O fato de que continuamos por mais sete anos e seguimos com um novo álbum de estúdio, Ungod, não era algo que tínhamos planejado naquela época. Nós realmente gostamos desse tempo e queremos agradecer a todos os nossos fãs, a Century Media Records e nossa administração, a Clandestine Music, por seu apoio durante estes anos”.

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  • FLOTSAM AND JETSAM já tem data para lançar seu novo álbum

    FLOTSAM AND JETSAM já tem data para lançar seu novo álbum

    A veterana banda de thrash metal do Arizona (EUA) FLOTSAM AND JETSAM lançará seu novo álbum, The End Of Chaos, em 9 de novembro, pela AFM Records.

    A arte da capa de The End Of Chaos pode ser vista ao lado.

    O FLOTSAM AND JETSAM recentemente deu as boas-vindas a Ken Mary (ALICE COOPER, ACCEPT) como baterista permanente da banda. Mary começou a excursionar com o grupo no ano passado, depois que Jason Bittner foi convidado para integrar o OVERKILL.

    “É sempre bom tocar com o poderoso FLOTSAM AND JETSAM“, disse Mary. “A música é muito desafiadora e, ao mesmo tempo, muito divertida de se tocar. Com músicos tão bons na banda, e que também são ótimos caras, vai ser uma explosão!”

    “Estamos felizes em anunciar que Ken será nosso novo baterista”, acrescentou a banda. “Ken já definiu todas as linhas de bateria para o nosso próximo álbum, previsto para lançamento ainda este ano, e estamos todos ansiosos para que os fãs experimentem um novo capítulo na história do FLOTSAM AND JETSAM“.

    Atualmente, o FLOTSAM AND JETSAM segue em turnê pelos Estados Unidos ao lado do grupo sueco de power metal HAMMERFALL.

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  • ANGRA confirma participação de Sandy em gravação de DVD no Tom Brasil

    ANGRA confirma participação de Sandy em gravação de DVD no Tom Brasil

    A banda Angra acaba de confirmar a participação da musa Sandy na gravação de seu proxímo DVD que ocorrerá na tradicional casa de shows Tom Brasil, em São Paulo, no dia 21 de julho.

    Neste show, os músicos vão apresentar o novo álbum “ØMNI” na íntegra, além de vários dos sucessos escolhidos pelos fãs através de uma votação by request que está ocorrendo página oficial do grupo no Facebook.

    Sandy é conhecida nacionalmente por sua voz enigmática e é considerada uma das maiores e mais bem sucedidas cantoras do Brasil.

    Atualmente formado por Fabio Lione (vocal), Rafael Bittencourt (guitarra), Marcelo Barbosa (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria), os músicos prometem um show mágico e muitas novidades no repertório que irá desfilar por toda carreira do grupo com a intenção de agradar os antigos fãs e também os novos admiradores.

    SERVIÇO SÃO PAULO Top Link Music apresenta ANGRA Quando: 21 de julho (Sábado) Horário: 22h00 Local: Tom Brasil Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281, São Paulo Compre online: https://www.ingressorapido.com.br/event/6395/ Links relacionados: https://www.angra.net/ https://www.facebook.com/AngraOfficialPage/   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • GRUESOME: Confira o novo clipe “Fatal Illusions”

    GRUESOME: Confira o novo clipe “Fatal Illusions”

    Um dos mais importantes nomes da nova onda do old school death metal, o estadunidense GRUESOME acaba de divulgar o vídeo oficial de uma nova música, intitulada Fatal Illusions, e você pode conferir abaixo.

    Fatal Illusions é parte do próximo álbum da banda, Twisted Prayers, que será lançado no dia 1 de junho em CD, LP, fita cassete, digital e merchandise via Relapse Records.

    O guitarrista / vocalista do GRUESOME, Matt Harvey comentou: “Fatal Illusions é uma faixa que foi verdadeiramente co-escrita por Dan, Gus e eu, musicalmente, e foi muito divertido organizar os riffs de todos enquanto montamos a música juntos.

    “Uma das coisas mais legais sobre esse novo álbum para mim, é que a escrita se tornou mais e mais um esforço de equipe, o que é revigorante e mantém as coisas interessantes para nós.

    “Ao olharmos para Spiritual Healing para obter inspiração, uma das percepções mais deprimentes que cheguei com as letras foi que muitos dos tópicos que o DEATH estava abordando em 1990 ainda são questões importantes hoje.

    “Como todos sabem, os tiroteios em massa atingiram proporções epidêmicas neste país e sentimos que era um assunto muito apropriado para o death metal”.

    “Essa música é mais sobre os delírios que levam alguém a cometer esse tipo de violência; a mentalidade que faria alguém tomar um curso de ação tão drástico e trágico.

    “Antes que alguém comece a projetar sua própria política na música, essa não é uma música anti ou pró-armas. Essa é uma música anti-tiroteios em massa. E se você acha que há algo controverso sobre isso, você que se foda!”

    Twisted Prayers é o segundo álbum do GRUESOME, que lançou seu debut oficial, Savage Land em 2015. Rapidamente comparados aos gigantes do DEATH, o GRUESOME se tornou uma das forças proeminentes do novo cenário death metal, e os EP’s Dimensions of Horror (2016) e Fragments of Psyche (2017) chegaram sob grande expectativa, o que fez aumentar ainda mais a ansiedade dos fãs por um novo disco de estúdio.

    Formado por Daniel Gonzalez (guitarra), Robin Mazen (baixo), Gus Rios (bateria) e Matt Harvey (vocal, guitarra), o GRUESOME trabalhou mais uma vez ao lado de Adrian Jarrett Pritchard, que já trabalhou com EXHUMED, HATE ETERNAL, 1349, GOATWHORE e BRUTALITY, entre outros. A capa de Twisted Prayers foi mais uma vez produzida pelo conceituado artista norte-americano Ed Repka (DEATH, ATHEIST, MEGADETH, MASSACRE, NUCLEAR ASSAULT, etc).

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  • Manifesto Bar realiza 3ª edição da feira de vinil neste domingo (27 de maio)

    Manifesto Bar realiza 3ª edição da feira de vinil neste domingo (27 de maio)

    Manifesto Bar, aberto em 1994 e que tradicionalmente promove shows com as mais variadas bandas cover e grupos autorais brasileiros e estrangeiros, abrirá suas portas para a terceira edição da Feira de Vinil, que ocorre no dia 27 de maio (domingo), das 15 às 22h, com entrada gratuita. Organizada em parceria com a LT Feiras e Eventos, a feira contará com os mais renomados expositores, trazendo um catálogo de raridades, discos de rock/metal novos, nacionais e importados fora de catálogo. A feira também conta com flash day tattoo, venda de camisetas e acessórios ligados ao mundo do rock e metal, além de sorteios diversos. “Mesmo numa época em que sentimos a realidade de um mundo digital, o mercado de discos de vinil está aquecido por colecionadores, saudosistas, hipsters e curiosos. Assim, a feira está se tornando tradição no Manifesto”, diz Silvano Brancati, um dos proprietários do Manifesto Bar. “Muitas pessoas comparecem sabendo o que procuram, mas é interessante ver alguns curiosos que levam seus filhos e parentes. Costuma ser um domingo diferente em família, pois as crianças e adolescentes ficam maravilhados analisando atentamente as capas e ouvindo histórias sobre discos que marcaram época”, completou. Serviço – 3ª Feira de Vinil no Manifesto Bar: Data: 27 de maio (domingo) Horário: Das 15 às 22h Entrada: gratuita Endereço: Rua Iguatemi, 36, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo/SP Contato: (11) 3168-9595 E-mail: [email protected] Organização: LT Feiras e Eventos e Manifesto Bar Site: www.manifestobar.com.br Evento no Facebook: https://is.gd/jdZS2W

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