Categoria: Roadie News

  • AQUILES PRIESTER divulga vídeo da música Winds of Destination

    AQUILES PRIESTER divulga vídeo da música Winds of Destination

    O renomado baterista Aquiles Priester acaba de lançar em seu canal oficial do YouTube mais um da série de vídeos pedidos e aguardados pelos fãs em todos estes anos de carreira. A música escolhida pelo artista foi “Winds of Destination”, do álbum “Temple of Shadows”. O áudio da bateria foi produzido, gravado, mixado e masterizado por Adair Daufembach no Studio Daufembach em Hollywood, CA, nos Estados Unidos. O vídeo foi dirigido e editado por Arthur Galvão.

     

    Todo o instrumental foi regravado pelos grandes músicos da “Rebirth of Shadows Tour” como Edu Falaschi (vocal), Fábio Laguna (teclados), Roberto Barros (guitarras), Diogo Mafra (guitarras) e Raphael Dafras (baixo). Ainda esta semana será divulgado o vídeo da música “The Shadow Hunter”, também do álbum “Temple of Shadows”.

     

    Ficha técnica:

    Banda: Angra Música: Winds of Destination Music: Bittencourt, Loureiro Album: Temple of Shadows – 2004

     

    Músicos:

    Aquiles Priester – Bateria Edu Falaschi – Vocal Felipe Andreoli – Baixo Rafael Bittencourt – Guitarras Kiko Loureiro – Guitarras Hansi Kürsch – Vocal

     

    Aquiles Priester usa as seguintes marcas: Mapex Drums, Paiste Cymbals, Roland, AKG Microphones, JBL, Soundcraft, Gibraltar Hardware, Evans Drum Heads, Pro-Mark Sticks, LP Percussion, DW Pedals, Cymbag, Xtreme Ears, Urbann Boards PsychoShoes, Power Click, Consulado do Rock e Lady Snake Rock Wear.

     

    Recentemente, o baterista Aquiles Priester confirmou uma grande turnê de workshops por todo o Brasil, além de seguir ao lado dos seus amigos Edu Falaschi e Fabio Laguna na “Rebirth of Shadows Tour”. Confira as datas dos workshops e da terceira perna da turnê com Edu Falaschi.

     

    Datas da Psychocoptus Drum Show 2018:

     

    07.04.2018 – São Paulo/SP 09.04.2018 – Araraquara/SP 11.04.2018 – Maringá/PR 12.04.2018 – Londrina/PR 18.04.2018 – Brasília/DF 19.04.2018 – Goiânia/GO 20.04.2018 – Anápolis/GO 24.04.2018 – Belo Horizonte/MG 26.04.2018 – Barretos/SP 03.05.2018 – Vitória/ES 07.05.2018 – Guarapuava/PR 09.05.2018 – Cascavel/PR 21.05.2018 – Bento Gonçalves/RS 24.05.2018 – Curitiba/PR

     

  • ROB ZOMBIE lançará “Astro-Creep: 2000 Live” no fim do mês, confira!

    ROB ZOMBIE lançará “Astro-Creep: 2000 Live” no fim do mês, confira!

    A performance ao vivo de 2016 em que a banda ROB ZOMBIE tocou na íntegra o álbum clássico de 1995 do WHITE ZOMBIE, Astro-Creep: 2000 – Songs Of Love, Destruction And Other Synthetic Delusions Of The Electric Head, será lançado como um álbum ao vivo, intitulado Astro-Creep: 2000 Live, em 30 de março via Interscope / Geffen / A & M.

    Rob Zombie declarou em 2016 que tinha “muitas razões legítimas” para não querer reformar o WHITE ZOMBIE, apesar da sugestão de alguns fãs em contrário.

    O assunto voltou a ganhar proporção após o show em que a banda ROB ZOMBIE executou Astro-Creep: 2000 ao vivo no RiotFest.

    Enquanto as filmagens da apresentação chegavam à Internet, um fã do WHITE ZOMBIE fez um apelo apaixonado para que Rob Zombie reformasse o grupo. O fã escreveu na seção de comentários no Instagram: “Por favor, pelo amor de Deus, reúna o WHITE ZOMBIE. As razões que você deu no passado para não querer fazer isso… honestamente não fazem sentido. Primeiro você disse que as reuniões nunca são boas, e que é melhor deixar cadáveres repousarem. Hein? E o GUNS N ‘ROSES, o MISFITS? Reuniões são amadas, são totalmente bem-vindas e completamente incríveis. Uma reunião do WHITE ZOMBIE tem chance zero de ser ruim.

    “A segunda razão que você deu é que suas plateias nos dias de hoje ‘mal reagem’ às músicas do WHITE ZOMBIE. Bem, talvez elas reagissem melhor se essas músicas não fossem abandonadas. Eu posso prometer a você que milhares de pessoas ainda amam e apreciam aqueles álbuns que você lançou nos anos 80 e 90. Uma turnê do WHITE ZOMBIE seria um enorme sucesso.

    “Eu te amo, Rob, mas eu tenho que ser honesto… Eu acho que a verdade é que você acha que é bom demais para pegar o telefone, ligar para a Sean [Yseult, ex-baixista do WHITE ZOMBIE e ex-namorada de Rob] e os caras… e fazer a bola rolar de novo. Eu não sei se tem algum lance de ciúmes entre Sean / Sherri [Moon Zombie, esposa de Rob] que fez vocês se separarem, em primeiro lugar… Quer dizer, é meio que engraçado, você desmontou o WHITE ZOMBIE, mas levou o baterista com você… Mas de qualquer forma, basta fazer uma reunião com o WHITE ZOMBIE. Você não tem nenhuma boa razão para não fazer isso.”

    Rob tomou conhecimento do comentário do fã e respondeu pessoalmente via Instagram, escrevendo: “Eu sempre fico impressionado com a forma como as pessoas podem falar com tanta autoridade sobre assuntos sobre os quais não sabem absolutamente nada.

    “Eu tenho muitas razões legítimas para não querer reformar o WHITE ZOMBIE. Só porque você não as conhece, não significa que elas não existam. Nem tudo é da conta de todos.”

    Yseult foi perguntada pelo jornalista Mitch Lafon sobre sua reação ao descobrir que Rob estava buscando uma carreira solo após a separação do WHITE ZOMBIE em 1997. Ela disse: “Primeiro de tudo, eu sabia que estávamos nos separando – não foi uma grande surpresa – mas foi meio que um tapa na cara para mim e Jay [Yuenger, ex-guitarrista do WHITE ZOMBIE] quando aconteceu… Depois de um ano, nós deveríamos fazer uma pausa, e então iríamos nos ligar e conversar sobre como voltar e fazer um disco. Eu sabia que não estávamos realmente voltando, mas literalmente, o que veio depois… Jay e eu dissemos: ‘Temos mais riffs. Adoraríamos escrever mais músicas’. E Rob ficava dizendo: ‘Não, não, não. Acho que terminamos’. E o que você vai fazer? Você não pode obrigar o vocalista a cantar. [risos] Mesmo que o nosso empresário nos tenha dito que deveríamos continuar e seguir com o nome WHITE ZOMBIE, conseguir um novo vocalista, nós dois recusamos isso. Mas o tapa na cara foi que o álbum solo de Rob saiu no dia seguinte, então ele passou esse ano fazendo um disco, sabendo que o WHITE ZOMBIE não seria uma banda de novo. Isso foi um pouco… você sabe… sei lá. Mas, tipo, quem se importa? Eu não me importei. Mudei para Nova Orleans. Eu sabia que já tínhamos terminado de qualquer maneira.”

    O WHITE ZOMBIE se separou em 1997 e Rob Zombie lançou uma carreira solo de sucesso em 1998. Ele disse ao The Pulse Of Radio que hoje em dia grande parte do seu público não está nem familiarizado com as antigas músicas do WHITE ZOMBIE. “As plateias são muito, muito jovens e eu tenho percebido isso com o setlist também, porque, você sabe, com o passar do tempo, nós realmente estamos tirando o material do WHITE ZOMBIE do set, pois tenho percebido que não está funcionando como costumava”, disse ele. “Parece que essas músicas soam velhas para as pessoas e isto é muito estranho.”

    A banda ROB ZOMBIE começou a trabalhar no sucessor de The Electric Warlock Acid Witch Satanic Orgy Celebration Dispenser (2016) no inverno passado. O novo LP deve ser lançado no final deste ano.

    Rob Zombie também começou a produzir seu próximo filme, uma continuação de seu bem sucedido filme de horror de 2005, The Devil’s Rejects, que será chamado 3 From Hell.

  • SMASHING PUMPKINS: reunião com D’arcy Wretzky “não é uma decisão sábia”

    SMASHING PUMPKINS: reunião com D’arcy Wretzky “não é uma decisão sábia”

    De acordo com o The Pulse Of Radio, o fundador e vocalista e guitarrista do SMASHING PUMPKINS, Billy Corgan, não mediu palavras ao se referir a ex-baixista da banda,  D’arcy Wretzky em entrevista ao New York Times nesta quinta-feira (22), dizendo que ele não a viu durante 19 anos e que ficou horrorizado ao saber que ela compartilhou sua correspondência privada sobre a próxima turnê de reunião SMASHING PUMPKINS online. Corgan explicou: “Eu acho que o que ela fez demonstra porque ela não poderia estar envolvida. Eu estava vulnerável, compartilhei as coisas e confiei que havia uma razão para dar uma chance, apesar da abundância de evidências empíricas de que essa decisão não era sábia.”

    Corgan acrescentou que a ponte entre ele e Wretzky – com quem ele começou a reconstruir sua amizade há dois anos – agora está queimada “para sempre”. Ela não participará da reunião, que também inclui o guitarrista original James Iha e o baterista Jimmy Chamberlin.

    O Times também falou com a própria Wretzky, que disse que Corgan a enganou sobre a reunião. Ela revelou: “Ele estava me enrolando e me usando para poder dizer que era, na verdade, uma reunião de todos os membros. Billy pode ser incrivelmente charmoso, engraçado e divertido, mas quando se trata de dinheiro, dar crédito onde o crédito é devido e qualquer tipo de situação de trabalho, ele não é legal”.

    Wretzky disse que havia desentendimentos sobre como os membros seriam pagos, com Corgan recebendo o dobro do que os outros. Ela acrescentou: “Eu realmente queria fazer essa turnê pelas razões certas. Se todo mundo estivesse fazendo isso de graça, eu teria feito isso de graça”.

    A atual formação ‘quase’ original do SMASHING PUMPKINS tem trabalhado na gravação de dois EP’s, com a primeira das novas músicas chegando ao público em maio.

    A turnê Shiny And Oh So Bright, que se concentrará nos cinco primeiros álbuns da banda, começa em 12 de julho em Glendale, Arizona (EUA).

  • AMORPHIS apresenta faixa de abertura do novo álbum, “The Bee”

    AMORPHIS apresenta faixa de abertura do novo álbum, “The Bee”

    A banda finlandesa AMORPHIS lançará seu novo álbum de estúdio, Queen Of Time, em 18 de maio, via Nuclear Blast. A sequência de Under The Red Cloud de 2015 incluirá o uso de cordas reais, flautas, arranjos orquestrais e até mesmo coros. Além disso, esta será a primeira vez que os fãs poderão ouvir o letrista Pekka Kainulainen em um álbum do AMORPHIS, já que ele participa fazendo um discurso em finlandês. Você pode ouvir a faixa de abertura do novo disco, The Bee, abaixo.

    O guitarrista Esa Holopainen comenta a nova faixa: “Esta música é uma poderosa abertura, e dá uma boa ideia do que é o álbum todo. Você já poderá ouvir alguns elementos novos, como coros e arranjos orquestrais.”

    O vocalista Tomi Joutsen complementa: “Claro, a inspiração lírica é uma abelha, também de uma maneira metafórica. A menor coisa às vezes pode ser a coisa mais importante. Uma abelha pode trazer vida, ou, se destruirmos todas as abelhas, a vida vai acabar. É um animal muito bonito, é por isso que você pode encontrá-la na capa do álbum também. A faixa em si é uma espécie de progressivo e tenho certeza que surpreenderá os fãs de uma forma positiva. Nós amamos ela!”

    Queen Of Time foi mais uma vez produzido por Jens Bogren (OPETH, AMON AMARTH, KREATOR), que é conhecido por desafiar e motivar os músicos durante o processo de gravação.

    Queen Of Time será também o primeiro álbum do AMORPHIS a apresentar o antigo baixista da banda, Olli-Pekka “Oppu” Laine, após a partida de Niclas Etelävuori em 2017. Oppu foi um dos membros fundadores do AMORPHIS em 1990 e gravado os primeiros sete discos com a banda antes de sair do grupo na primavera de 2000.

    O guitarrista Esa Holopainen comentou o retorno do antigo parceiro: “Para ser sincero, Oppu foi o único cara que poderíamos imaginar no AMORPHIS. Foi divertido – quando começamos a tocar os nossos primeiros shows juntos novamente no verão passado, foi tudo muito natural.”

    “Depois de 18 anos, parece que estamos voltando ao que éramos nos tempos antigo!”, ele acrescenta. “Estou ansioso para a próxima turnê. O novo álbum em si é muito forte, o único problema será escolher quais músicas tocaremos ao vivo! É seguro dizer que estamos preparados para fazer alguns shows matadores ao longo dos próximos anos. Depois disso, estou prevendo uma longa e frutífera carreira para a banda com sua formação atual … “

    A capa também repete o artista de Under the Red Cloud, o francês Jean-Emmanuel “Valnoir” Simoulin (ANTAEUS, BEHEMOTH, ALCEST, PARADISE LOST, WATAIN, etc), que buscou representar toda a intrincada concepção lírica de Pekka Kainulainen, o letrista do AMORPHIS.

  • AURI (de Tuomas Holopainen, do NIGHTWISH) apresenta ‘lyric video’ para “Desert Flower”

    AURI (de Tuomas Holopainen, do NIGHTWISH) apresenta ‘lyric video’ para “Desert Flower”

    O ‘lyric video’ oficial da música Desert Flower, do AURI, projeto que conta com o vocalista/tecladista do NIGHTWISH, Tuomas Holopainen e sua esposa, a popular cantora finlandesa Johanna Kurkela, pode ser visto abaixo. A faixa é parte do álbum de estreia autointitulado do AURI, lançado ontem (23 de março) via Nuclear Blast.

    O AURI começou como um trio, três pessoas unidas em uma necessidade compartilhada de ouvir uma espécie de música que não pode ser descrita apenas por palavras. Um tipo mágico de som que poderia ser ouvindo enquanto se cai no buraco de coelho de Alice.

    A primeira música nascida dessa mentalidade, Aphrodite Rising, apareceu em 2011. E, lentamente, a terra se abriu novamente e dez outras faixas emergiram do pó do solo.

    Assim, o trio foi formado. Kurkela emprestou sua voz única, enquanto Holopainen e o compositor e multi-instrumentista inglês Troy Donockley (também do NIGHTWISH) lançaram seus feitiços em vários instrumentos. Usando músicos convidados e amigos cuidadosamente selecionados, o álbum finalmente toma sua verdadeira forma sob a direção do engenheiro de som Tim Oliver, tudo dentro do esplendor pastoral do estúdio Real World, localizado no sul da Inglaterra.

    Tudo começa com uma visão. Uma imaginação virtuosa pairando auspiciosamente no ar, composta de fragmentos multifacetados e ideias que gradualmente se tornam mais concretas, lentamente tomando forma e depois se formando fora da mente de seus criadores como um novo projeto. Completamente inesperado, é apenas um processo natural e fluido. Isto é exatamente o que aconteceu com esses três excelentes músicos de sucesso internacional que criaram uma joia musical sob a forma do AURI, que brilha ainda mais intensamente do que a brilhante Estrela Polar no céu noturno. Kurkela, Holopainen e Donockley fazem sua estreia homônima em uma viagem de fadas através do tempo e do espaço, longe do aqui e agora, nos lembrando as fantásticas aventuras de Alice no País das Maravilhas.

    Cascatas de som abrangentes cheias de momentos mágicos e surrealistas que tocam todos os sentidos nos aguardam; Às vezes, saudoso e sonhador, então novamente excitante e intenso. O AURI celebra uma espécie de etno pop épico-romântico que parece flutuar em esferas pitorescas, intangíveis, mas que desencadeiam sons de várias facetas, com faces e imagens poderosas. Essas cascatas de som são baseadas em sons tradicionais celtas, sequências de sonhos atmosférico-cinematográficas, melodias melancólicas e um toque de mistificação transfigurada; instrumentação bela produzindo uma profundidade insondável.

    O AURI é o resultado de uma paixão compartilhada. Todos estiveram envolvidos em tudo. No entanto, Tuomas Holopainen não quer revelar muito sobre as músicas e suas histórias, “uma vez que o ouvinte deve trazer sua própria história para as músicas – afinal, isso é o que torna o álbum tão bonito. Vive da imaginação única de cada pessoa!” diz o compositor. “Mas o que posso dizer é que alguns dos conteúdos e as letras das músicas são inspirados nos livros de Patrick Rothfuss. Talvez pessoas que conheçam esses livros e essas histórias reconheçam alguns paralelos e certos cenários, mas acredite em mim, o álbum vai ainda além.”

    Quando Tuomas descreve Auri com suas próprias palavras, ele não pode deixar de sorrir. “Apenas alguns dias atrás, tivemos essa conversa dentro da banda e pensamos na melhor maneira de descrevê-la”, diz ele. “Dois termos chegaram à nossa mente, música de buraco de coelho e metal celestial. Obviamente, você pode ouvir influências de música folk, música celta, trilhas sonoras – toda essa música que amamos e adoramos, mas categorizar o estilo é realmente impossível. Deixe isso para os ouvintes. “

    Atualmente, uma turnê não está planejada, mas uma coisa já está certa: “Isso definitivamente não é apenas coisa de um álbum!” Então, sente-se, feche seus olhos e deixe-se cair nas profundezas. Um mundo de maravilhas e milagres espera por trás dos espelhos.

  • THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA lançará quarto álbum no final do ano

    THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA lançará quarto álbum no final do ano

    O supergrupo sueco THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA – que conta com membros do SOILWORK e do ARCH ENEMY – completou o trabalho em seu quarto álbum de estúdio. A ser lançado no final do ano pela Nuclear Blast, o disco – ainda sem título – foi novamente produzido pelos próprios membros da banda e gravado nos estúdios Handsome Hard Music / Larsson, assim como no Nordic Sound Lab em Skara, na Suécia. A mixagem foi feita pelo guitarrista/percussionista Sebastian Forslund, e a masterização foi feita por Thomas “Plec” Johansson no The Panic Room.

    Segundo o comunicado divulgado pela banda, “THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA retorna com um novo capítulo em sua ópera espacial, que começou com Amber Galactic.

    “Desta vez, as comandantes espaciais querem ainda mais vingança do que antes, o espaço é ainda mais infinito, e a quantidade de champanhe necessária para manter essa nave à tona e à deriva no cosmos é provavelmente ilegal na maioria dos planetas!

    “Sem nunca olhar para trás, a NIGHT FLIGHT ORCHESTRA corajosamente vai aonde nenhum homem ou mulher jamais foi antes, e com este álbum eles deram mais um passo em sua jornada para elevar o rock clássico de um gênero musical em uma experiência totalmente imersiva e transcendental.”

    Com bom humor, a nota continua:

    “Prepare-se, pois os riffs serão mais ‘rifados’, os vocais serão mais guturais, os sintetizadores irão envolver você, o AOR será mais AOR, as músicas longas serão mais longas, as músicas curtas serão mais curtas, o baixo vai seduzi-lo, a bateria vai te destruir, o groove vai hipnotizar e paralisar você. Você consegue lidar com isso? “

    O terceiro álbum de estúdio do THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA, Amber Galactic, foi lançado em maio de 2017 via Nuclear Blast. O disco seguiu os dois lançamentos anteriores do THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA, Internal Affairs (2012) e Skyline Whispers (2015).

  • TALES FROM THE PORN: estreia ao vivo será em abril

    TALES FROM THE PORN: estreia ao vivo será em abril

    A banda de hard rock TALES FROM THE PORN, formada por Stevie Rachelle (vocal, TUFF), Andy Sun e Bruno Marx (guitarras), Bento Mello (baixo), Ed Avian (bateria) e Igor Godoi (teclado, violão e backing vocals) fará o show de estreia no dia 7 de abril, às 18h, no Manifesto Bar, em São Paulo. A abertura ficará a cargo da banda carioca PLEASURE MAKER, que fará o lançamento oficial de seu terceiro álbum, Dancin’ With Danger.

    Na ocasião, além de divulgar o álbum de estreia, “H.M.M.V.” (“Heavy Metal Minha Vida”), que traz o mais puro e tradicional hard rock dos anos 1980, o Tales From The Porn apresentará covers do Tuff e algumas surpresas. A música, repleta de riffs em volume máximo, os famosos gang vocals e toda a herança do hair metal vem sem máscaras e sem nenhum receio de querer reviver o passado. Eles são sacanas a ponto de entrar naquela banheira mágica do filme “Hot Tub Time Machine” (2010) e sair como se estivessem na década de 80. Fique ligado, porque a coisa é séria. A festa começou e nunca mais terá hora para acabar. Imoral, mas não ilícito. Tales From The Porn, porque alguém precisava trazer de volta a patifaria para o rock! Afinal, quem tem uma música chamada “Girls Wanna Party (In Augusta Street)” quer mesmo é festejar a noite inteira…

    Com lançamento físico no Brasil por meio da Animal Records, nos EUA pela Perris Records, e na Europa e Ásia pela StealHeart Records, “H.M.M.V.” também se encontra disponível nas plataformas digitais. O CD físico e todo o merchandising da banda, além do material promocional de Stevie Rachelle e do site Metal Sludge estarão à venda no dia do evento. Let’s get back to the 80’s!

    O Manifesto Bar fica na rua Iguatemi, 36, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo. Fone: (11) 3168-9595. Aceita cartões: Visa, Mastercard e Dinners / Débito (Visa Electron, Maestro, Rede Shop). Censura: 16 anos. Possui acesso a deficientes, ar condicionado, wi-fi e valet service na porta (R$ 20).

    Ingressos antecipados (R$ 30) pela Ticket Brasil em https://goo.gl/WXnrRB Evento no Facebook: https://goo.gl/XkyMHX Sites relacionados: www.manifestobar.com.br www.facebook.com/pg/talesfromtheporn
  • CALIBAN: confira o clipe de “Ich Blute Für Dich”

    CALIBAN: confira o clipe de “Ich Blute Für Dich”

    A banda alemã CALIBAN disponibilizou um novo videoclipe, para a música Ich Blute Für Dich. A faixa, que conta com Matthi [vocalista da banda belga de hardcore NASTY] e Sebastian “Sushi” Biesler [da banda post-hardcore alemã ESKIMO CALLBOY] nos vocais, é parte do próximo álbum do CALIBAN, Elements, que será lançado em 6 de abril pela Century Media.

    O guitarrista do CALIBAN, Marc Görtz, falou sobre a capa do álbum: “Usamos os elementos Terra, Ar, Fogo e Água como símbolos de realização, idéias, poder e emoção. Esses símbolos nos inspiram a continuar fazendo o que mais amamos, que é criar, evoluir e ser inspirado pela nossa música. E esses elementos correspondem diretamente à arte da capa, que foi feita por Marcel Gadacz. Ele fez a arte de Gravity, por isso estamos felizes em tê-lo novamente.”

    Para Elements, o CALIBAN trouxe de volta o antigo colaborador Benny Richter para co-produzir o disco ao lado de Marc Görtz em seu estúdio, o Nemesis. O CALIBAN também contratou o Andy Posdziech, Sebastian “Sushi” Biesler, e o californiano Callan Orr para auxiliar no processo de gravação. Elements foi mixado por Görtz e masterizado por Olman Viper, cujo repertório inclui álbuns anteriores do CALIBAN, I Am Nemesis (2012), Ghost Empire (2014) e Gravity (2016).

    “A produção em Elements foi bastante diferente”, diz Görtz. “O lado instrumental da produção foi feito por mim, Andy e Callan. Então, Benny e eu trabalhamos no ajuste da música. Os vocais, no entanto, foram produzidos por Benny, com o Sushi atuando como treinador vocal. Queríamos que Benny se concentrasse nos vocais e na produção vocal. Gravar os vocais direito é muito importante para nós “.

  • MEMORIAM apresenta novo vídeo, “As Bridges Burn”

    MEMORIAM apresenta novo vídeo, “As Bridges Burn”

    O ‘lyric video’ oficial da música As Bridges Burn da nova gigante do death metal inglês, o MEMORIAM – que conta com Karl Willets (BOLT THROWER) nos vocais, Frank Healy (BENEDICTION, CEREBRAL FIX) no baixo, Scott Fairfax (CEREBRAL FIX) na guitarra e Andy Whale (BOLT THROWER) na bateria – pode ser visto abaixo. A faixa é parte do segundo álbum do grupo, The Silent Vigil, que está sendo lançado hoje (23 de março) pela Nuclear Blast. A impressionante arte do disco foi mais uma vez criada por Dan Seagrave (BENEDICTION, DISMEMBER, HYPOCRISY, SUFFOCATION).

    O vocalista Karl Willetts comentou: “nós contatamos Dan e pedimos que ele criasse uma imagem que se desse seguimento àquela do primeiro álbum – o primeiro álbum apresenta uma procissão fúnebre, o caixão do líder caído desfilando por uma paisagem etérea devastada pela batalha. The Silent Vigil representa a próxima fase da jornada, onde o caixão está deitado em posição, com os seguidores em silêncio, quase como soldados de terracota. A capa tem uma sensação geral solene, com a paisagem devastada no fundo e destroços queimados de equipamento militar em primeiro plano”. Ele continua a explanação: “a árvore no centro da capa simboliza a vida – que continua. Estamos realmente satisfeitos com o que Dan Seagrave criou para nós mais uma vez e estamos orgulhosos de ter suas obras de arte na capa dos nossos álbuns. Já temos uma ideia para a capa do próximo álbum e esperamos que Dan também seja capaz de fazer isso por nós”, ele declara, deixando claro que a tradição de lançamentos em profusão permanecerá pelos próximos anos.

  • Extreme Hate Fest 5 – NARGAROTH, BELPHEGOR – São Paulo/SP, 04/03/18

    Extreme Hate Fest 5 – NARGAROTH, BELPHEGOR – São Paulo/SP, 04/03/18

    O dia 4 de março foi especial na Capital Paulista. Após um longo tempo de espera, um dos mais interessantes e impactantes festivais de música extrema que já tomaram solo na cidade, o Extreme Hate Fest, estava de volta para a sua quinta edição, que prometia ser muito especial. Primeiramente, o foco voltado ao black metal já parecia atrativo o suficiente. Segundo, a bom equilíbrio entre atrações nacionais e internacionais parecia justo. Terceiro: BELPHEGOR e NARGAROTH juntos? Sério? Dava para perder isso?

    Aparentemente não. Chegando cedo na casa de shows, via se um público animado (e ansioso), que só se fazia aumentar conforme as horas passavam. Parecia indiscutível que o NARGAROTH seria a favorita da noite para a maior parte do público, mas quem achou que isso deixaria mornas as apresentações que antecediam a entrada da banda alemã ao palco, muito se enganou, e mais: subestimou a união e o amor que os fãs de metal extremo dedicam para as bandas que lutam diariamente por seu lugar na cena. Assim, com o público firme e fiel bem disposto, o paulista JUSTABELI foi o primeiro a atingir o palco, com o costumeiro impacto de um canhão Pak 40, se o bom leitor me entende. O trio esbanjou fogo e fúria em uma apresentação coesa e bruta, que cada vez mais os credencia a ocupar o alto escalão do black metal nacional. Seguindo em frente com a divulgação de seu ótimo EP Blast the Defector, o trio promete um novo disco completo que, ansiamos, deverá ser lançado ainda em 2018.

    O segundo grupo a tomar o palco foi o tradicional LUXÚRIA DE LILLITH, que já conta com quatro discos completos de estúdio, além de uma interessante série de outros materiais que merecem atenção dos fãs de black metal. Provando ser um dos favoritos do público, o trio formado por Drakkar (bateria e voz), Arkana (baixo e backing vocals) e o guitarrista Set apostou em uma bela fusão de suas músicas mais importantes, que ganhavam maior impacto com a postura firme e ríspida dos instrumentistas. Foi interessante perceber a forma como Drakkar mesclou de forma eficiente – e totalmente angustiante – poesia gótica e música extrema, com pensamentos que intermeavam cada canção, explicando o pensamento contido nas letras. Uma banda que fez uma apresentação tão fenomenal, que só poderia terminar com o ‘stage diving’ de Drakkar ao final, amparado e devolvido ao palco em segurança por um séquito gigante que a banda conquista e reconquista a cada vez que sua música ecoa em São Paulo.

    O POWER FROM HELL encerrava as atrações brasileiras da noite, e também encerrava a sequência de ‘power trios’ que se apresentariam nesta edição do Extreme Hate. O som é aquele que você conhece e certamente deve amar, se está lendo este artigo: black/speed metal na veia dos anos 80, encardido, rápido, feio e mal encarado. Música densa, que mostrou a razão de vermos tantas camisetas com a logo da banda circulando de um lado para o outro durante todo o festival. No meio de tanta porradaria sonora, claro que precisávamos de um momento mais engraçado, que foi fornecido (claro) por um fã: enquanto a banda tocava um fiel cover para o clássico Massacre, do BATHORY (que o vocalista e baixista Sodomic anunciou corretamente como um dos pilares de todo o cenário black metal), um fã subiu ao palco, saldou a banda, e absolutamente alucinado, partiu para o ‘stage diving’. Faltou combinar com a galera. Enquanto realizava a proeza, a galera da frente ‘deu licença’ para ele descer, e o resultado, o bom leitor certamente já imaginou.

    Depois de tudo isso, era chegada a hora de conferir de perto os alemães do NARGAROTH. Com um clima absolutamente tétrico (garantido pelo silêncio absorto que tomou conta do palco e da plateia), e uma atmosfera gelada (garantida pela fumaça cênica que deixou todo o ambiente com a cara de uma floresta nórdica ao pôr do sol), René “Ash” Wagner e seus asseclas começaram o ataque com a emblemática The Agony of a Dying Phoenix, quinta faixa do disco mais recente da banda, Era of Threnody, que foi lançado em maio do ano passado, via Inter Arma Productions. Whither Goest Thou, segunda do novo disco, foi também a segunda do setlist, que ganhou reforço mais do que especial com Black Metal Ist Krieg, faixa que dá nome ao segundo álbum dos alemães, Black Metal Ist Krieg (A Dedication Monument), de 2001, considerado um clássico do gênero pelos seus fãs. A todo momento, Ash mostrava empolgação diante de um público grande e empolgado, que se não abarrotou o Carioca Club, ao menos lotou a casa, que a essa altura já queimava com as labaredas de metal negro que vinham do palco.

    Embora causasse preocupação, em nenhum momento o guitarrista Beliath acertou a própria testa com um cuspe, embora ele tenha passado quase o show inteiro tentando a proeza, com disparos de ‘fluido gástrico’ sendo disparados para cima em intervalos regulares. Uma atração à parte, em um show que beirou a perfeição, e que os paulistas já anseiam em ver de novo.

    E então, o BELPHEGOR. Após passagem por São Paulo no ano passado (leia resenha aqui), os austríacos voltaram para arrasar nossas terras com uma nova praga, o novo álbum Totenritual, lançado em setembro de 2017, e que ganhou uma versão nacional pela Nuclear Blast/Shinigami. Comandados sempre pelo guitarrista/vocalista e membro fundador Helmuth Lehner pesou logo de cara nos ouvidos dos fãs com a sequência da intro Sanctus Diaboli Confidimus / Totenkult – Exegesis of Deterioration, que garantiram rodas gigantescas e muito bate-cabeça entre os fãs que haviam guardado parte do fôlego para esta última apresentação do festival. Pouco existe para ser dito a respeito da performance de Lehner e seus comparsas, já que a banda mantém um mesmo compromisso e uma mesma atitude diante de seu público em todas as apresentações, desde os tempos em que a banda era ainda um pequeno nome surgido na longínqua Áustria. Mas, é preciso dizer que a banda merecia esse show, após aquela performance avassaladora no ano passado no Manifesto Bar, em que infelizmente, apenas um pequeno público compareceu. Desta vez, as coisas pareceram voltar ao normal, um público grande e intenso foi brindado pela banda com um verdadeiro ritual negro, digno de uma das maiores bandas do cenário em todo o mundo. Prova de que, com o ambiente certo, a popularidade das bandas extremas no Brasil continua crescente, a despeito do que muitos erroneamente pensam. Esperamos que o mesmo trabalho seja feito em favor do NILE, que ano passado também não viveu seu melhor momento por aqui. Enquanto a apresentação encerrava, já começávamos a nos perguntar sobre a próxima edição do festival. Quando vai rolar? Quem virá? Bem, para cada pergunta, uma resposta no tempo adequado. Por enquanto, apenas nos resta a certeza de que assistimos cinco belos shows de metal extremo.

    Fotos: Leandro Cherutti