Categoria: Roadie News

  • MOTÖRBASTARDS: Banda divulga agenda de shows de junho, confira!

    MOTÖRBASTARDS: Banda divulga agenda de shows de junho, confira!

    Os paranaenses do MOTÖRBASTARDS seguem com tudo nas gravações do vindouro “We Are Bastards”, mas como de costume, não tiram o pé da estrada. A banda já anunciou sua agenda para este mês de junho – que segue aberta – com 6 shows passando por São Paulo e Paraná, com direito a 4 apresentações pelo interior paulista, confira: https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/MOTORBASTARDS_Agenda_Junho.png Produtores: levem o melhor do Rock n’ Roll nacional para seus eventos, escrevam para [email protected] ou pelo Facebook em www.facebook.com/MOTORBASTARDS/ e solicitem mais informações. Encontre o single “Nightmare”, que está servindo como uma prévia ao novo álbum, “We Are Bastards”, nos principais serviços de streaming:

    Spotify: https://open.spotify.com/album/2qJzPdV1L6n6K23yK9B3Jw Deezer: https://www.deezer.com/br/album/83090322 iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/nightmare-single/1448130920 Napster: https://us.napster.com/artist/motorbastards/album/nightmare-344221292 Tidal: https://listen.tidal.com/album/101738412 Amazon Music: https://amzn.to/2QvSefm YouTube (inscreva-se): https://youtu.be/NYXaVhdm180 Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato Sites relacionados: https://www.facebook.com/MOTORBASTARDS/ https://www.youtube.com/channel/UCr2RaBGgEhvM_lOjI910Uug https://www.instagram.com/motorbastards/ https://sanguefrioproducoes.com/artistas/MOTORBASTARDS/63 Fonte: Sangue Frio Produções   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • HAMMERFALL: Confira o lyric video de “(We Make) Sweden Rock”

    HAMMERFALL: Confira o lyric video de “(We Make) Sweden Rock”

    A banda sueca HAMMERFALL lançará um novo álbum, intitulado Dominion, em 16 de agosto pela Napalm Records. O primeiro single do disco, (We Make) Sweden Rock, ganhou um lyric video oficial, que pode ser assistido abaixo.

    O vocalista Joacim Cans descreve a criação de (We Make) Sweden Rock: “Este é um tributo glorioso ao movimento hard rock e metal sueco com uma temática lírica usando referências diretas para outras bandas e músicas. Com riffs contagiantes e melodias encantadoras, essa música será um clássico instantâneo nos próximos shows do HAMMERFALL. Sem a cena do rock e metal sueco com bandas como HEAVY LOAD, AT THE GATES e YNGWIE MALMSTEEN, o mundo seria um lugar bem chato e entediante! Este é o nosso nobre tributo a todas as bandas que nos inspiraram a tocar metal, formar bandas e eventualmente cruzar o mundo em nome do heavy metal. Todos saúdam os filhos da luz do norte!”

    Para Dominion, o HAMMERFALL se juntou a James Michael para gravar os vocais nos estúdios Red Level Three e Fredrik Nordström do Studio Fredman no Castle Black Studios para registrar o instrumental da poderosa coleção de 12 músicas.

    O guitarrista Oscar Dronjak afirma: “Bom não é o suficiente, tem que ser ótimo. Este é o mantra que aplicamos em todos os aspectos de fazer este álbum, desde a composição e ensaios até a produção e o desempenho de cada membro. O resultado é Dominion, uma poderosa força da natureza que não pode ser detida. Você entenderá quando ouvir.”

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  • BRING ME THE HORIZON: Mais musicalidade e menos rótulos

    BRING ME THE HORIZON: Mais musicalidade e menos rótulos

    A faixa etária dos britânicos do Bring Me the Horizon era de cerca de 20 anos quando eles estrearam em 2006 com Count Your Blessings e como naquela época o metal estava numa completa ebulição provocada por bandas de metalcore e deathcore que surgiam a todo instante. Logo, o que eles apresentaram foi rapidamente absorvido pelo mercado. No segundo disco, Suicide Season  (2008), o grupo flertou com o screamo/emocore e as mudanças não pararam por aí. A cada disco, uma novidade. Enfim, chega-se à Amo, o sexto e mais variado álbum da carreira de Oliver Sykes (vocal), Matt Kean (baixo), Lee Malia (guitarra), Matt Nicholls (bateria) e Jordan Fish (teclados). Conversamos com Nicholls sobre o novo disco, a descaracterização da sua música e o posicionamento do grupo com relação às críticas e direcionamento musical.

    Desde a estreia com Count Your Blessings (2006) o Bring Me the Horizon vem conquistando posições e ganhando mais espaço na mídia. Com o recém-laçado Amo vocês finalmente chegaram à primeira posição nos charts do Reino Unido. Como se sente com essa conquista?   

    Matt Nicholls: Isso foi muito legal, cara. Os nossos dois últimos discos (N.R.: Sempiternal, 2013 e That’s the Spirit, 2015) se saíram bem. Tanto é que conseguimos uma terceira e segunda posição com eles. Com Amo conquistamos a primeira! Isso é muito bom e estamos muito orgulhosos por conseguir este apoio de pessoas do nosso país.

    Como estratégia, o grupo soltou vários singles – quase metade do álbum – antes do seu lançamento oficial. Você acha que isso contribuiu para a popularidade do disco?

    Matt: Para ser honesto, eu não sei. Acho que em isso importa em parte, já que as pessoas ouvem a coisa com antecedência. Os dois primeiros singles lançados mostraram uma variedade sonora que era quase que o oposto do que as pessoas estavam costumadas a ouvir e isso as deixou intrigadas. Enfim, pode ser que tenha ajudado sim.

    Com Amo vocês evidenciam o fato de que a banda não tem medo de buscar por diferentes sonoridades. O que levou vocês a migrarem da música pesada que faziam lá no início para um som de apelo mais pop, melódico e eletrônico que se ouviu nos últimos discos?

    Matt: Exato. Acho que o tempo passa, nós crescemos e passamos a ouvir coisas diferentes. É uma questão de preferência e não temos medo de assumir riscos com o nosso som. Queremos exigir de nós mesmos, nos desafiar e ver o quão longe podemos ir com a nossa criatividade. Queremos ser melhores e fazer melhor enquanto músicos. É uma confiança que vem de dentro somada à coragem de fazer a coisa, entende?

    A sonoridade cheia de influências eletrônicas de Amo dá uma conotação experimental ao disco. Considerando o fato de ser um dos fundadores de uma banda, o que você pensa deste direcionamento sonoro cheio de efeitos eletrônicos que vem cada vez mais tomando o espaço do rock que vocês praticavam?

    Matt: Eu acho bom. Eu toquei em todas as músicas e nós conseguimos a sonoridade que empregamos (no disco) porque tivemos a sorte de trabalhar num estúdio que tinha uma grande coleção de baterias. Eu pude escolher o tipo de bateria e som que queríamos para cada uma das músicas. Geralmente você vai para um estúdio que só tem uma bateria e acaba ficando limitado a uma sonoridade. Por exemplo, desta vez eu pude usar bumbos de 26 polegadas em algumas músicas. Para mim foi muito bom ter tantas opções.

    Já que você fala de bateria, a faixa Fresh Bruises me chamou atenção justamente pela sua linha de bateria que remete a algo tribal cheio de groove. Você estuda isso?

    Matt: Eu gosto desse tipo de coisa. O meu jeito de tocar tem evoluído a cada disco, então venho tentando coisas diferentes. Sou autodidata, nunca tive uma aula na vida, então eu vou adaptando e evoluindo o meu estilo. Fresh Bruises traz várias camadas e o seu ritmo é quase que de uma salsa. É legal tocar ela.

    Acredito que para fazer um disco como Amo você traga influência de várias áreas. Considerando que a Inglaterra tem uma grande cena eletrônica, esta cena os influenciou de alguma forma?

    Matt: Eu acho que sim. O fato de ser britânico e ter crescido na década de 1990 com a influência da trance music, house music, drum and bass e coisas assim… Eu acho que mostramos um pouco disso em Nihilist Blues, com o som do sintetizador e tudo mais. O ambiente onde crescemos nos influencia até hoje.

    A Inglaterra também é o berço do heavy metal e como representante do estilo vocês trouxeram o vocalista Dani Filth (Cradle of Filth) para a faixa Wonderful Life, o que foi uma grande surpresa se considerarmos a natureza de Amo. O que achou da participação dele?

    Matt: Foi bom. Você pode julgar que ele é um cara muito séria pelo seu visual, mas ele é muito tranquilo. Você pensa que ele é o cara mais sério do mundo, quando na verdade é o completo oposto disso. Enfim, nós achávamos que o disco precisava de algo a mais, pensamos em algumas pessoas e Filth era uma delas. Nós entramos em contato e ele veio.

    Amo, que batiza o álbum é uma das faixas, vem do verbo amar da língua portuguesa, mas vocês são ingleses. De onde surgiu o título?

    Matt: A esposa do nosso vocalista é brasileira, foi daí que ele veio.

    Em linhas gerais, este é um disco cujo tema amor permeia as músicas, sendo que se diz que várias letras tem como inspiração o divórcio de Sykes…

    Matt: Na verdade há uma mistura de coisas onde ele canta sobre a vida de forma geral, então as letras não envolvem apenas o seu divórcio.

    Certo. Como você receberam as críticas do seu público após o lançamento oficial do álbum?

    Matt: A reação deles tem sido boa. Acho que sempre incomodaremos metade da galera com o que tentamos fazer. Têm fãs que gostam de você pelo som que era feito, mas por outro lado também tem gente que entende que não da para ficar lançando o mesmo disco e que é preciso exigir de si.  Às vezes parece que as pessoas são um pouco alienadas, então eu digo para elas darem uma chance ao disco, ouça ele algumas vezes e veja se ele cresce dentro de você.

    Ao flexibilizar a sonoridade você acredita estar apelando para uma audiência mais abrangente?

    Matt: Espero que para qualquer tipo de pessoa. Não queremos ser uma banda pesada para fãs de rock, queremos apenas ser uma banda sem colocar rótulos no que fazemos. Queremos todo tipo de gente – sejam fãs do pop, rock, dance ou o que quer que seja. Queremos que as pessoas venham e curtam pela música, não pelo seu gênero.

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  • MARILLION lança “Clutching at Straws: Deluxe Edition”

    MARILLION lança “Clutching at Straws: Deluxe Edition”

    Após o sucesso multi-platina do álbum conceitual “Misplaced Childhood”, o quinteto britânico, Marillion, retorna, em 1987, com o quarto álbum de estúdio, “Clutching At Straws”. O projeto alcançou o segundo lugar nas paradas do Reino Unido, no qual figurou o TOP 40 com “Incommunicado”, “Sugar Mice” e “Warm Wet Circles”. Considerado por muitos como um dos melhores roqueiros neo-prog, “Clutching At Straws” também seria o último lançamento de estúdio de Marillion com o cantor original da banda, Fish. Em comemoração ao sucesso original da banda, “Clutching At Strawas: Deluxe Edition” está disponível em todas as plataformas digitais. A versão física simples, com um CD, também chega hoje às lojas brasileiras.

    Ambas trazem “Clutching At Straws”, que foi remixada no início deste ano por Andy Bradfield e Avril Mackintosh. Os sets também incluem uma gravação do concerto de Marillon na Escócia, no Edinburgh Playhouse, em dezembro de 1987, durante a turnê final do grupo na era Fish. A material tem mixagem de Michael Hunter. Algumas das performances da banda foram divulgadas pela primeira vez em 1988, no álbum ao vivo, “The Thieving Magpie”. Durante a apresentação, a banda toca músicas que abrangem toda a carreira dos músicos até aquele momento, incluindo “Garden Party”, do primeiro álbum, de 1983, “Script for a Jester’s Tear”, “Punch And Judy”, de Fugazi (1984), “Kayleigh”, de Misplaced Childhood (1985) e “Warm Wet Circles”, de “Clutching at Straws”. O terceiro disco da versão em “Clurching At Straws: Deluxe Edition” reúne nove gravações demo lançadas em 1999, com quatro demos inéditas para “Hotel Hobbies/ Warm Wet Circles”, “Just For The Record”, “Torch Song” e “Slàinte Mhath”. O Blu-ray apresenta a mix original do álbum de 1987, além de vários outros mixes. O conteúdo de vídeo inclui um novo documentário de 60 minutos com Mick Wall entrevistando a banda e discutindo o álbum, além de filmes promocionais para “Incommunicado”, “Sugar Mice” e “Warm Wet Circles”.

    Confira a tracklist completa de “Clutching At Straws: Deluxe Edition”: Disco um: 2018 Andy Bradfield & Avril Mackintosh Re-mix (versões digital e física)

    1. “Hotel Hobbies”
    2. “Warm Wet Circles”
    3. “That Time of the Night (The Short Straw)”
    4. “Going Under” (Alternate Version)
    5. “Just or the Record”
    6. “White Russian”
    7. “Incommunicado”
    8. “Torch Song”
    9. “Slàinte Mhath”
    10. “Sugar Mice”
    11. “The Last Straw”
    12. “Happy Ending”

    Disco dois: Live at the Edinburgh Playhouse 1987 (2018 Michael Hunter Mix)(apenas versão digital)

    1. “La Gazza Ladra”
    2. “Slàinte Mhath”
    3. “Assassing”
    4. “White Russian”
    5. “Incubus”
    6. “Sugar Mice”
    7. “Fugazi”
    8. “Hotel Hobbies”
    9. “Warm Wet Circles”
    10. “That Time of the Night (The Short Straw)”

    Disco três: Live at the Edinburgh Playhouse 1987 (2018 Michael Hunter Mix)(apenas versão digital)

    1. “Pseudo Silk Kimono” (Intro)
    2. “Kayleigh”
    3. “Lavender”
    4. “Bitter Suite”
    5. “Heart of Lothian”
    6. “The Last Straw”
    7. “Incommunicado”
    8. “Garden Party”
    9. “Market Square Heroes” (incomplete, featuring “My Generation,” “Margaret,” and “Let’s Twist Again”)

    Disco quatro: 1999 Remaster Demos (apenas versão digital)   

    1. “Beaujolais Day” (Demo)
    2. “Story From A Thin Wall” (Demo)
    3. “Shadows On The Barley” (Demo)
    4. “Exile On Princes Street” (Demo)
    5. “Sunset Hill” (Demo)
    6. “Tic-Tac-Toe” (Demo)
    7. “Voice In The Crowd” (Demo)
    8. “White Russians” (Demo)
    9. “Sugar Mice In The Rain” (Demo)
    10. “Hotel Hobbies/ Warm Wet Circles” (The Mosaic Demos)*
    11. “Just for the Record” (Demo)*
    12. “Torch Song” (Demo)*
    13. “Slàinte Mhath” (Demo)*
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  • MOTORDRUNK: Reestruturados após grave problema de saúde do guitarrista

    MOTORDRUNK: Reestruturados após grave problema de saúde do guitarrista

    Lançado no ano passado, o debut do MOTORDRUNK, autointitulado, apresenta um Heavy Metal pesado e classudo, resultado direto dos agora completados 10 anos de estrada do grupo, oriundo de São José do Rio Preto/SP. Sergio Naza (vocal), Rafael ’69’ Dias (guitarra), Mauricio Lopes (guitarra/teclados) e Jovani Fera (bateria) passaram por um momento complicado quando Mauricio Lopes teve problemas sérios de saúde. Em 2017, durante o processo de gravação do álbum, o guitarrista começou a sentir fortes dores na perna esquerda:“a dor era tão intensa a ponto de nem conseguir dirigir mais e, depois de várias consultas e exames, já em 2018, iniciei o tratamento com fisioterapia no joelho esquerdo, junto com a tendinite no braço e mão direita. Nessa parte arranquei o imobilizador do braço para fazer as fotos da banda”. Segundo o músico, os problemas já vinham com o tempo: “Por alguns anos tive dores nas costas (lombar), com intervalos de tempo consideráveis, onde achava comum devido ao sobrepeso. Essa dor começou a aumentar e com intervalos de tempo menores. Em alguns casos, durante os shows, uma amiga enfermeira ia me aplicar injeções para que eu conseguisse finalizá-los. Nesse mesmo ano as músicas do debut já estavam no processo de composição…”.

     Assista ao video clipe de “Motordrunk”:

    https://www.youtube.com/watch?v=GiHdiIuUFVo

    Entretanto, foi somente depois de quase quatro meses de fisioterapia sem resultado positivo com as dores que o guitarrista descobriu o real problema. Através de uma consulta com um neurologista foi feita uma ressonância que foi detectada uma situação rara, conhecida como “Síndrome da Cauda Equina”, doença que corta as funções motoras quando a hérnia de disco alcança a medula, como forma de defesa, para não lesionar mais os nervos. Mesmo com a iminência de uma cirurgia, Mauricio Lopes superou a dor e gravou o vídeo clipe doMOTORDRUNK, através de medidas como fisioterapia, acupuntura, etc. “Gravamos o clipe na segunda feira. Na mesma semana, quinta feira, senti uma dor absurdamente forte nas pernas e não consegui mais me movimentar. Não conseguia respostas do corpo da cintura para baixo. Nisso fui internado e, quatro dias depois, para a cirurgia.”. 

    Entre idas e vindas do hospital, Mauricio mostrou aos médicos uma grande determinação e o amor pela banda e pelo Heavy Metal falaram mais alto. O próprio músico relata abaixo a conversa que teve com o médico:

    Minha frase para o neurologista foi:

    – Independente de o doutor me tratar com antibióticos ou me fazer outra cirurgia, volto a ensaiar em duas semanas para esse show.

     

    A resposta do médico foi:

    – Não posso prometer isso.

     

    Então retruquei:

    – Não estou pedindo, estou comunicando o que farei.

    Segundo Maurício, “nada me impediria de seguir com o sonho que há tanto tempo eu almejava”, que era o lançamento do debut do MOTORDRUNK. Embora tenha passado por tantas dificuldades, o sonho foi concretizado: “depois de vários processos, consegui, mesmo travado, realizar o show de estreia do Motordrunk! Ainda estou em recuperação, mas já recuperei 90% de minhas funções.”. O guitarrista ainda conta que muitos amigos perguntaram o porque de não ter feito a cirurgia de imediato, mesmo antes da gravação do clipe:“Segundo o neurologista, não tinha como saber se eu recuperaria minhas funções ou se eu aguentaria a cirurgia, era um risco muito alto, principalmente pelo peso. Tínhamos pouco tempo disponível para gravar o clipe, tanto com a disponibilidade do local, quanto com a estadia do diretor na cidade.”

    Agora reestruturados e com Mauricio em plena recuperação, o MOTORDRUNK busca recuperar o tempo perdido e divulga “Motordrunk” para todos os aficionados num Metal de qualidade e sem dúvidas, feito com muito suor e garra, apesar das dificuldades.

    Ouça o álbum no Spotify:

    https://spoti.fi/2DAzYOq

    Contatos: Facebook: www.facebook.com/officialmotordrunk

    Youtube: https://bit.ly/MotorTube

    Instagram: www.instagram.com/motordrunk

    Twitter: www.twitter.com/motordrunk

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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  • Aos 47 anos, morre o vocalista ANDRE MATOS

    Aos 47 anos, morre o vocalista ANDRE MATOS

    Uma das maiores personalidades do metal nacional, o vocalista Andre Matos, morreu neste sábado, 8 de junho, aos 47 anos de idade. A informação foi divulgada por membros do SHAMAN nas redes sociais. Segundo fontes próximas a banda, a causa foi um ataque cardíaco.

    Na sua página oficial, a banda deixou a seguinte nota:

    “O destino nos uniu, nos separou, nos reuniu e agora pregou mais essa com a gente. É com profunda dor em nossos corações que nos despedimos do Andre mais uma vez, desta vez de forma definitiva. Além da ferida que jamais cicatrizará, e mesmo sabendo que passamos momentos gloriosos junto ao nosso companheiro e amigo, restará pra sempre o melhor dele em nossos corações”.

    Nascido em 14 de setembro de 1971, Andre Matos se tornou um dos embaixadores do metal brasileiro no mundo, e em sua longa e prolífica carreira, gravou álbuns clássicos com o VIPER, ANGRA e SHAMAN, além de uma carreira solo bem sucedida e de deixar sua voz registrada em diversas outras bandas/projetos, todos de grande expressão.

    Atualmente, Andre estava em turnê com o reunido SHAMAN, que fez seu último show em São Paulo, no domingo passado (2 de junho) na terceira edição do Free Pass Metal Festival. Na mesma noite, Andre também participou do show do AVANTASIA.

      Tornar-se referência no meio musical, ou em qualquer ramo de atividade, não é tarefa fácil. Porém, através do talento, dedicação e enorme senso de profissionalismo, o vocalista, tecladista e compositor paulistano Andre Matos conseguiu chegar ao estrelato e passou a ser reconhecido mundialmente. Bacharel em Regência e Composição, graduado em piano erudito e canto lírico, seguirá servindo como inspiração. Descanse em paz, amigo. “Os pontos altos na carreira de uma banda não se resumem somente àqueles mais felizes. Existem também aqueles que são difíceis e que você supera.” – Andre Matos (14/09/1971 — 08/06/2019) Viper Angra Shaman Virgo Symfonia Avantasia Nephtuno Matos relembrou o começo de sua carreira na música à ROADIE CREW (ed. # 90): “No começo eu tinha muita dificuldade e as coisas não saíam. Eu estava louco para voltar a ser só o tecladista. Sofri durante uns dois anos para conseguir fazer a coisa de verdade, mas no fim acabou saindo. Acho que pelo fato de tocar piano e ter uma noção de música o ouvido acabou me ajudando a desenvolver este outro lado mais rápido. Comecei tentando imitar os meus ídolos: Bruce Dickinson, Rob Halford, Eric Adams e o Geoff Tate. Fui copiando até conseguir desenvolver meu próprio estilo.” Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • LIVING COLOUR chega ao Rio de Janeiro para celebrar 30 anos de Vivid

    LIVING COLOUR chega ao Rio de Janeiro para celebrar 30 anos de Vivid

    É raro, mas existe banda que lança logo de cara um álbum que denota maturidade e talento nato, daqueles que rapidamente recebem o rótulo de “clássico”. Este é o caso do quarteto norte-americano Living Colour e seu disco de estreia, Vivid, um colosso da música pesada funkeada que completou 30 anos em 2018 e, desde então, mantém a banda numa frenética e aclamada turnê mundial. De volta ao Rio de Janeiro, os nova-iorquinos têm compromisso no dia 13 de junho no Circo VoadorSeu Roque, banda sensação do rock carioca, faz as honras na abertura do espetáculo, que tem produção da Onstage Agência e KunFu Concerts.

    O Living Colour, ao lado de Faith no More e Red Hot Chili Peppers, são bandas que pavimentaram uma sonoridade conhecida como funk metal, com riffs, levadas e melodias que reúnem elementos de gêneros pesados do rock e o balanço da funk music da década de 1970.

    Sem barreiras estéticas e alçando temas até então polêmicos e com forte crítica a problemas sociais na América, a banda de Nova Iorque é dona de uma sólida e prestigiada carreira, que inclui Grammys, hits em posições de destaque nas paradas de sucesso e holofotes em grandes veículos de comunicação ao redor do globo.

    Com a turnê especial de 30 anos de Vivid, o Living Colour, que nunca saiu da estrada, realizou shows lotados na Europa, Ásia, Oceania e muitos nos Estados Unidos.

    Vivid é um daqueles álbuns recheados tanto de músicas antológicas, como “Cult of Personality”, “Funny Vibe” e “Glamour Boys”, como de histórias incríveis. O lançamento do disco de estreia do Living Colour é a materialização de uma antiga afinidade e paixão de ninguém menos que Mick Jagger, quem um dia, lá os idos da década de 1980, apareceu em uma apresentação da banda e ajudou a pavimentar uma carreira meteórica dos quatro talentosos músicos. Jagger inclusive ajudou a produzir o disco. Negros, enfrentaram e venceram barreiras de um cenário roqueiro norte-americano dominado por brancos, uma narrativa de quebra de paradigmas – musicais e sociais.

    Além disso, Vivid consta no conceituado livro “1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer”, de Robert Dimery.

    SEU ROQUE – O evento terá o Seu Roque como banda convidada. O power trio carioca desponta como revelação do rock blues nacional a partir de uma sonoridade vigorosa, influenciada por Deep Purple, Cream, Jimi Hendrix, Whitesnake e Led Zeppelin.

    Serviço Living Colour no Rio de Janeiro Evento: https://www.facebook.com/events/375520913295894 Data: dia 13 de junho Local: Circo Voador Banda de abertura: Seu Roque Endereço: rua dos Arcos, sem número – Lapa/RJ Ingresso: https://checkout.tudus.com.br/circo-voador-living-colour/selecione-seus-ingressos (online) e bilheteria do Circo Voador (físico) Último lote: R$ 170 (meia/promocional); R$ 340 (inteira) *doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada

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  • BRADO: balada ‘Calling You’ ganha vídeo ao vivo

    BRADO: balada ‘Calling You’ ganha vídeo ao vivo

    A faixa “Calling You“, que integra o repertório de “We Are“, trabalho de estreia da banda Brado, acaba de ganhar um vídeo ao vivo. Ligada à “Guiding Your Way”, retrata um fato pessoal que o baterista Rick Koba enfrentou em 2014. “A letra descreve o sentimento que tive quando perdi a minha mãe. O de perder alguém que cuidou de você a vida toda é um dos piores que podemos sentir. Só quem passou por isso sabe o que estou falando”, descreve Koba. “Por um momento, você pensa em desistir de tudo, de todos, perde a confiança, seu norte desaparece e você fica sem chão, sem saber o que fazer. Isso é um sentimento complicado de lidar, e é algo que todos, um dia, irão sentir, por que faz parte do ciclo da vida, só que dói”, acrescenta o baterista. Veja o vídeo ao vivo de “Calling You” em https://youtu.be/hH0t1kU4pbA

    Já a ‘música-irmã’, “Guiding Your Way“, é uma mensagem da mãe de Rick para ele, para que não desista e continue, pois ela sempre estará junto dele na memória e no coração. “Obviamente, essa mensagem foi algo que criei na minha mente como uma forma de respirar fundo e erguer a cabeça”, diz Koba. “O fato é que precisava ser forte naquele momento, mesmo que não pudesse ou quisesse. Tenho um irmão que, na época, era pré-adolescente e que, assim como eu, estava destruído. Por ser mais velho, eu necessitava passar a imagem de um ‘porto seguro’ a ele. Ainda que precisasse de apoio, eu precisava segurá-lo e mantê-lo firme.” Segundo Koba, a forma correto para ouvir as músicas seria na ordem contrária do repertório de “We Are”. “Tendo em mente a mensagem, primeiro o ouvinte escuta ‘Calling You’ e depois ‘Guiding Your Way’. Ainda assim, gosto de deixar com que as pessoas interpretem à sua maneira. Assim, quem ler as letras sem saber o que realmente significam pode criar outros significados. Isto vai depender do emocional da pessoa no momento em que ela lê”, afirma Koba. O vídeo ao vivo de “Calling You” é quinto de uma série de oito gravados no estúdio Fusão pela Foggy Filmes, dirigido por Junior Carelli. Todos os vídeos estão sendo lançados no YouTube, Facebook e IGTV (Instagram). “Guiding Your Way”, por sua vez, foi o primeiro vídeo desta série, lançado há dois meses. Veja o vídeo de “Guiding Your Way” em https://youtu.be/vPgW0aDk3zA O álbum “We Are” está disponível em mídia física e em todas as plataformas digitais. Ouça no Spotifyhttps://is.gd/9njv2k Ouça no Deezerhttps://is.gd/Q8FpbP Site relacionado: facebook.com/officialbrado Contato para shows: [email protected]

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  • WHEELS OF FIRE: Lyric video do segundo single “Tonight Belongs to You” postado online

    WHEELS OF FIRE: Lyric video do segundo single “Tonight Belongs to You” postado online

    Art of Melody Music & Burning Minds Music Group estão felizes em lançar o lyric video official de Tonight Belongs To You, criado pelo Yellow Bang Studio. Este é o segundo single official extraído de Begin Again, novo álbum dos melodic hard rockers italianos do Wheels of Fire, que saiu ontem (7 de junho, 2019) e está disponível em CD e em todas as plataformas digitais.

    Video: https://youtu.be/sdM4E-5LZyQ

    Begin Again foi mixado e masterizado por Roberto Priori. A arte gráfica do CD foi desenvolvida por Aeglos Art (Airbound, Raintimes, Michael Kratz, Wheels of Fire, Alchemy), e inclui uma foto encantadora fornecida pela Shoot to Kill. O encarte do CD também dispõe de notas introdutórias, escritas por Marco Aimasso (Metal.it). O lançamento será celebrado com um exclusivo evento ao vivo neste sábado (8 de junho) no Dedolor Music Headquarter (Rovellasca, CO / Itália), durante a esperada segunda edição do “Rock Temple Festival”.

    Tracklist do álbum: Scratch That Bitch Lift Me Up Tonight Belongs to You Done for the Day For You Keep Me Close Heart of Stone You’ll Never Be Lonely Again Another Step in the Dark Call My Name Can’t Stand it Wheels of Fire (Bonus track europeu)   Wheels Of Fire é:   Davide “Dave Rox” Barbieri – vocal Stefano Zeni – guitarra Federico De Biase – teclado Marcello Suzzani – baixo Fabrizio Uccellini – bateria   Convidados especiais:   Gianluca Ferro – guitarra solo Ivan Ciccarelli – percussão Susanna Pelledrini – backing vocal Maryan: backing vocal Marcello Spera – backing vocal Matteo Liberati – backing vocals Web/Social Links: www.facebook.com/wheelsoffireband www.wheels-of-fire.com www.instagram.com/wheels_of_fire_official www.facebook.com/artofmelodymusic www.burningmindsgroup.com/art-of-melody-music www.instagram.com/burning_minds_music_group   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • AKTAION lança novo single, In The Blink Of An Eye

    AKTAION lança novo single, In The Blink Of An Eye

    Extraído de seu novo álbum Above Empires, a banda sueca de metal melódico Aktaion lançou um novo single, In the Blink of an Eye. É sua aparição desde 2017, quando do single Cancer.

    In The Blink of an Eye é a primeira música da banda e foi gravada em sua cidade natal de Halmstad, na Suécia. “Com a ajuda da Liftamountain, que editou e gravou o vídeo, nós queríamos criar uma forte introdução, tanto do álbum, quanto da banda. Com o vídeo, queríamos sentir um pouco de desespero e pânico de forma violenta, sem querer perder a vida, como o título da música coloca, ‘num piscar de olhos’”, comenta o guitarrista Francis Larsson.

    Assista In The Blink of an Eye aqui:

    https://youtu.be/V_NDnRy6a8Q

    O novo single está sendo lançado agora e disponível em todas as principais plataformas de streaming, antes do próximo lançamento, previsto para 23 de agosto.

    Above Empires é o terceiro álbum do Aktaion, sucessor de Throne (2015) e de Parade of Nature (2016). “Com este álbum, o objetivo principal que almejávamos era ir direto ao ponto”, afirma Larsson. “Riffs diretos ao ponto; estruturas diretas ao ponto; letras diretas ao ponto. Antes, nos aventurávamos em músicas mais longas, com muitas camadas. Porém, dessa vez, queríamos nos desafiar a explorar menos elementos em cada música, e tirando o máximo proveito de cada riff e melodia. Este álbum também é o primeiro do Aktaion que nós, em contraste aos nossos primeiros dois álbuns, entramos em estúdio. Colaboramos com o Studio Fredman e Obsidian Recording Studios para a gravação, mixagem e masterização, junto com Fredrik Nordström. Com esse álbum realmente dedicamos nosso tempo compondo e pré produzindo quase um ano todo para nos prepararmos para o estúdio. Gravamos várias versões das músicas e, desde cedo, trabalhamos junto com Robert Kukla, no Obsidian Recording Studios. No final, superamos tudo o que fizemos no passado em termos de som e músicas. Esta é a melhor experiência do Aktaion”.

    Pré venda de Above Empires: https://www.aktaion.net

    www.facebook.com/aktaion1

    www.aktaion.net