Categoria: Roadie News

  • ORPHANED LAND: documentário “All Is One” do Rockpalast está disponível online

    ORPHANED LAND: documentário “All Is One” do Rockpalast está disponível online

    O programa de TV alemão “Rockpalast” produziu um documentário de uma hora intitulado All Is One, sobre a banda de metal progressivo israelense ORPHANED LAND. O filme, que contém imagens de show do ORPHANED LAND e CARCASS (que têm uma aparição no documentário), pode ser visto abaixo.

    All Is One é mais do que o nome de um dos álbuns do ORPHANED LAND, é a filosofia do quinteto, alegando que os três grandes grupos religiosos – cristãos, muçulmanos e judeus – provêm da mesma origem. Os cineastas alemães Ingo Schmoll e Conny Schiffbauer visitaram Israel para trilhar o caminho da banda e obter uma visão pessoal da vida dos músicos, visitando os membros da banda em casa, conhecendo suas famílias e aprendendo sobre sua rotina diária.

    “No documentário, tentamos levar ao público algo além das intermináveis ​​discussões sobre os conflitos no Oriente Médio, dando uma abordagem muito mais humana para tudo”, explicam os cineastas.

    O ORPHANED LAND incorpora influências do Oriente Médio em quase todas as suas músicas e é considerada a principal banda de metal em Israel. Eles também criticam regularmente a religião e a política, com o cantor Kobi Farhi dizendo ao New Statesman em uma entrevista recente que ele evita a adoção de posições políticas diretas. “Olha, eu não gosto do atual governo israelense”, ele explicou, “mas as pessoas cometem o erro de pensar que somos da ala esquerda. Nós não somos. Também não somos da direita. Não gostamos dos políticos e da corrupção deles”.

    O ORPHANED LAND possui um grande séquito de fãs entre judeus e árabes. Além disso, a banda fez em 2013 uma turnê ao lado da banda de metal palestina KHALAS. As duas bandas compartilharam o mesmo ‘tour bus’, o palco e também juntas o prestigiado prêmio Metal Hammer.

    Perguntado pelo New Statesman se ele acredita que ser israelense o coloca em uma posição privilegiada em relação aos palestinos, Kobi disse: “Ser judeu não é privilégio! Olhe a nossa história. Somos boicotados em todo o Oriente Médio. Temos fãs em Egito, mas não podemos tocar para eles”

    O ORPHANED LAND existe desde 1991 foi a banda de suporte do METALLICA em Israel. Em 2012, os fãs do ORPHANED LAND começaram uma petição on-line para nomear a banda para o Prêmio Nobel da Paz.

    O último álbum do ORPHANED LAND, Unsung Prophets & Dead Messiahs, foi lançado no dia 26 de janeiro via Century Media.

  • Nita Strauss, sobre ALICE COOPER: “Tenho 31 anos e ele me supera todas as noites”

    Nita Strauss, sobre ALICE COOPER: “Tenho 31 anos e ele me supera todas as noites”

    A guitarrista Nita Strauss, da banda de ALICE COOPER concedeu uma entrevista para Elliott Fullam de Little Punk People na sexta-feira, 9 de março, no Mayo Performing Arts Center em Morristown, Nova Jersey.

    Perguntada sobre qual seria “a coisa mais valiosa” que ela aprendeu até agora na banda de Alice, Nita disse: “Acho que o mais valioso é definitivamente como tratar as pessoas. Tocar com Alice é uma experiência incrível porque ele ama o que ele faz. Ele acabou de completar 70 anos e ver alguém que tem essa idade … Tenho 31 anos e ele me supera todas as noites. É incrível. E a maneira como ele trata as pessoas, como ele trata seus fãs, como ele trata as pessoas que se aproximam dele na rua … Ele faz um meet-and-greet … Eu vejo outras bandas fazer o seu meet-and-greet e eles apenas trazem as pessoas e ‘Hey, foto, pra você já está feito, próximo. Hey, foto, certo, próximo’. Alice senta e conversa com as pessoas cerca de cinco ou dez minutos. Às vezes, estamos esperando por ele no ônibus, tipo, por uma hora ou duas, porque ele continua lá, passa o tempo com as pessoas e gosta disso, e eu acho que isso é algo realmente valioso “.

    Antes de se unir a banda de ALICE COOPER, Nita Strauss fez parte do THE IRON MAIDENS, FEMME FATALE e LA KISS, e então, em 2014 se juntou a Alice para substituir a guitarrista Orianthi.

  • PEARL JAM confirma a gravação de seu novo álbum

    PEARL JAM confirma a gravação de seu novo álbum

    O PEARL JAM confirmou que seu primeiro álbum de estúdio em quase cinco anos está a caminho. Uma música chamada Can’t Deny Me” do próximo disco foi lançada de surpresa, disponível para download para membros ativos do fã clube da banda, e desde então foi disponibilizado para compra no PearlJam.com e através de todas as lojas digitais e serviços de transmissão via internet.

    Can’t Deny Me foi coproduzida pela banda e Brendan O’Brien, e foi gravado em Seattle em fevereiro. A música foi escrita pelo guitarrista Mike McCready e a letra é do vocalista Eddie Vedder. A arte para o single foi criada pelo baixista Jeff Ament e pelo videógrafo Kevin Shuss. A música parece ter como alvo direto o presidente Donald Trump – embora sem mencionar seu nome.

    PEARL JAM inicia uma turnê sul-americana ainda nesta semana, e é uma das atrações confirmadas do festival Lollapalooza Brasil 2018, que acontece nos dias 23, 24 e 25 de março no Autódromo de Interlagos em São Paulo. O PEARL JAM tocará no palco Budweiser no sábado, 24 de março.

  • CANDLEMASS invade os videogames

    CANDLEMASS invade os videogames

    As lendas suecas do doom metal CANDLEMASS estão de volta com um jogo online e uma nova trilha sonora chamada House Of Doom.

    De acordo com o site oficial do jogo, House Of Doom é um jogo único com música escrita pelo líder do CANDLEMASS, Leif Edling, e tocada pelo CANDLEMASS. A banda também fez parte do desenvolvimento do jogo que o convida para o mundo da música de heavy metal de estilo extremo, onde a música e as letras pretendem evocar uma sensação de desespero, medo e desgraça iminente.

    Os riffs épicos de doom metal obtidos a partir de instrumentos reais e gráficos do jogo, no melhor estilo horror épico se juntam neste já clássico jogo online, e resultam em uma experiência nunca antes vista pelo jogador, em expecial, o fã de heavy metal.

    A trilha sonora de House Of Doom foi escrita por Edling, produzida por Marcus Jidell, mixada por David Castillo e masterizada por Maor Appelbaum.

    Edling disse na primavera passada que estava trabalhando em uma nova música do CANDLEMASS que era “parte de algo maior, algo realmente legal e que levará a banda a outra aventura”. Ele descreveu o processo como “muito emocionante e um novo desafio para mim como compositor”.

    O último lançamento do CANDLEMASS, Death Thy Lover, foi lançado em 2016, um EP especial em comemoração do 30º aniversário do CANDLEMASS. O trabalho de quatro faixas apresentou o vocalista Mats Levén, que se juntou ao CANDLEMASS em 2012, logo após a partida de Robert Lowe.

  • LEGEND OF THE SEAGULLMEN: Supergrupo do Metal lança disco de estreia

    LEGEND OF THE SEAGULLMEN: Supergrupo do Metal lança disco de estreia

    O Legend of the Seagullmen é um supergrupo destruidor de genros musicais, formado por Danny Carey, do Tool, Brent Hinds, do Mastodon, pelo director Jimmy Hayward (Jonah Hex – Caçador de Recompensas) na guitarra, por Pete Griffin do Zappa Plays Zappa e do Dethklok, por David “The Doctor” Dreyer, principal vocalista, por Chris DiGiovanni nos sintetizadores e pelo guitarrista Tim Dawson. Esses artistas uniram forças para produzir um som psicodélico e cinemático, que traduz o rock conceitual em proporções épicas no disco de estreia Legend of the Seagullmen.

    “Eu conheci o Brent Hinds por meio do Josh Homme [líder do Queens of the Stone Age]”, explica Jimmy Hayward, que é responsável pela criação da banda. “Quando eu estava trabalhando em Jonah Hex, ele me perguntou o que andava escutando e respondi: ‘Mastodon’. Então o Josh nos colocou em contato, e Brent e [o baterista] Bran vieram para New Orleans me visitar. Acabei colocando ele no filme, tocamos guitarra juntos e o resultado de tudo isso foi uma profunda conexão baseada na paixão pela música e no indefinível amor pelo caos.” Depois, Hayward foi apresentado ao vocalista David “The Doctor Dreyer” e à visão dele sobre “rock náutico”. Juntos, escreveram a primeira canção da banda, “Deep Sea Diver”. Danny Carey, Pete Griffin, Chris DiGiovanni e Tim Dawson completaram a formação. Sobre as diferenças entre trabalhar com o Tool e com o Legend of the Seagullmen, Carey comentou: “No Tool, nós começamos sempre do zero, preferimos tocar juntos em vez de ter compositores definidos. Com o Seagullmen, eu geralmente sou apresentado a um projeto de música já consolidado, e então começo a trabalhar na expansão dessa ideia inicial. Ambos os métodos são igualmente desafiadores e eu sinto que um trabalho completa o outro.” O disco autointitulado ganha vida em 2018. Toshi Kasai (Melvins, Big Business) e Gavin Lurssen (Queens of the Stone Age) trabalharam como engenheiros de som em Legend of the Seagullmen, que explora todo o potencial sônico da banda.

    Ouça Legend of the Seagullmen: https://formusic.lnk.to/LOTS Marketing e Promoção no Brasil: ForMusic – [email protected]
  • PRIMORDIAL lança vídeo para “Exile Amongst The Ruins”, confira

    PRIMORDIAL lança vídeo para “Exile Amongst The Ruins”, confira

    Exile Amongst The Ruins, novo vídeo da banda irlandesa PRIMORDIAL, pode ser visto abaixo. A música é a faixa-título do próximo álbum da banda, que será lançado em 30 de março através da Metal Blade Records. A banda se uniu ao produtor Ola Ersfjord, que trabalhou no álbum ao vivo do PRIMORDIAL lançado em 2016, Gods To The Godless. O disco foi gravado no Camelot Studios de Dublin, perto do local onde o PRIMORDIAL tem sua sala de ensaios.

    O vocalista do PRIMORDIAL, Alan Averill comenta: “Esta é uma história simples. O destino de um soldado como tem sido em todo o mundo milhares de vezes, e como continuará sendo. Ela (a história) se passa na Irlanda uns 100 anos atrás. Nada mais e nada menos. Eles são os fantasmas. Nós somos as ruínas.”

    Comentando o primeiro single do álbum, “Stolen Years“, o vocalista A.A. Nemtheanga  disse: “Stolen Yearspode ​​parecer uma escolha estranha como nosso primeiro single, e diante disso, acho que é. Não é  um épico ‘sangue-e-trovão’ sobre a tragédia, o poder e a ruína das nações, nem é uma epístola doentia de nove minutos. Não se preocupe, o álbum tem essas coisas também, mas para abrir esta nova jornada, escolhemos algo diferente”.

    “Este álbum tem algumas surpresas e esta é uma delas – uma canção curta e dolorosamente simples que quase não chegou ao corte final, se você pode acreditar. O vídeo, de Costin Chioreanu, é sobre a esta jornada envolta em finalmente chegar ao momento em que você caminha sobre o palco. A música é sobre a última noite na Terra que chega para todos nós. Na verdade, nós nunca sabemos quando isso pode acontecer. Abrace com força aqueles que você ama esta noite, pode ser esta noite…”

    Para coincidir com o lançamento do álbum, os irlandeses anunciaram dois shows de lançamento especiais e bastante íntimos na Alemanha, bem como a turnê européia “Heathen Crusade“, que contará com o finlandês MOONSORROW como co-headliners, além do DER WEG EINER FREIHEIT da Alemanha.

  • IRON MAIDEN faz acordo judicial sobre os créditos de “Hallowed Be Thy Name”

    IRON MAIDEN faz acordo judicial sobre os créditos de “Hallowed Be Thy Name”

    O IRON MAIDEN fechou um acordo judicial sobre os créditos de escrita de um dos seus maiores clássicos, Hallowed Be Thy Name, faixa que encerra The Number of The Beast (1982), disco em que o vocalista Bruce Dickinson estreava na banda.

    Um ano atrás, o manager aposentado, Barry McKay, levou o Steve Harris e Dave Murray do IRON MAIDEN ao tribunal, por conta da faixa de 1982, alegando que ela reproduz partes de outra música, Life’s Shadow, escrita quase uma década antes pelo músico pela dupla Robert Barton e Brian Quinn, que o fez sob o nome Brian Ingham. Esta colaboração entre Quinn e Robert Barton foi gravada para o álbum autointitulado de 1974 da banda BECKETT, de Robert Barton. Na época, o BECKETT era administrado por Rod Smallwood, que depois se tornou o gerente do IRON MAIDEN.

    Em documentos judiciais, os advogados de Harris admitiram que o baixista viu o BECKETT ao vivo em 1973 e dizia que a estreia de BECKETT era um de seus álbuns favoritos na época em que ele foi originalmente lançado. Embora McKay tenha afirmado que Harris e Murray foram acionados a pagar £ 900,000 (aproximadamente US $ 1,25 milhões) em custos e danos, um porta-voz do IRON MAIDEN afirmou ao site Blabbermouth que o valor verdadeiro era muito menor.

    “Nós não acreditamos que Brian Quinn foi o único que escreveu essas seis linhas em questão há mais de 40 anos, como afirmou Barry McKay“, disse o porta-voz do IRON MAIDEN. “No entanto, devido à escalada dos honorários legais e aos potenciais custos enormes de um processo judicial, foi prático relutantemente resolver essa ação com McKay por £ 100,000 [aproximadamente $ 139,000], uma fração do que ele trouxe a ação. Um litigante em série como o Sr. McKay deve ter previsto isso”.

    Em resposta à declaração do IRON MAIDEN, McKay disse: “Chamar-me de litigante em série é dor de cotovelo. Harris, Murray e seus gerentes me parecem ser maus perdedores. No entanto, agora também represento três outros compositores que também alegam que Steve Harris e Dave Murray se beneficiaram das letras que eles escreveram. Se isso me faz um “litigante em série”, então que seja. Os músicos que têm sua propriedade intelectual explorada por outros que não escreveram ou compuseram tem direito a assistência profissional “.

    No ano passado, o IRON MAIDEN retirou Hallowed Be Thy Name do seu setlist depois que a banda se envolveu na disputa legal. A solução significa que o grupo agora pode retomar a execução da música durante seus shows ao vivo.

  • Quer deixar seu nome com a cara do JUDAS PRIEST? Acesse aqui!

    Quer deixar seu nome com a cara do JUDAS PRIEST? Acesse aqui!

    O JUDAS PRIEST lançou um interessante gerador de nomes que permite “forjar seu próprio nome em aço” e exibi-lo no estilo do logotipo da banda, tal como aparece no último álbum do grupo, Firepower.

    Acesse o gerador de nomes clicando aqui: judaspriest-namegenerator.com

    Firepower foi lançado em 9 de março via Epic. O sucessor de Redeemer of Souls (2014) foi gravado pelo produtor britânico Andy Sneap, junto do colaborador de longa data Tom Allom e o engenheiro Mike Exeter (BLACK SABBATH). O trabalho de capa foi criado pelo artista e fotógrafo digital chileno/italiano Claudio Bergamin.

  • SLASH obtém mandado de restrição contra invasor

    SLASH obtém mandado de restrição contra invasor

    De acordo com a TMZ, o guitarrista do GUNS N ‘ROSES, Slash, recebeu um pedido de restrição temporário contra um homem que ele diz que tentou invadir sua propriedade.

    O homem teria tentado convencer a namorada de Slash de que ele era um amigo do guitarrista, para que assim ele pudesse entrar na casa do guitarrista durante uma festa do Super Bowl. Quando ela negou sua entrada, o homem teria ficado nervoso e tocou a campainha várias vezes, e esmagou a câmera de segurança do músico. O mesmo homem, aparentemente, voltou duas semanas depois durante uma festa apenas para convidados, reivindicando novamente ser amigo de Slash. Quando foi dispensado, ele se sentou em sua motocicleta no estacionamento, acelerando seu motor.

    Rumores afirmam que Slash e sua banda solo, denominada SLASH FEATURING MYLES KENNEDY & THE CONSPIRATORS, estariam dando os últimos retoques em um novo álbum de estúdio, que deverá ser lançado na primavera.

  • STRYPER divulga o vídeo de “Sorry”

    STRYPER divulga o vídeo de “Sorry”

    O novo vídeo do STRYPER, para a música Sorry já foi disponibilizado, e você pode conferi-lo abaixo. A faixa é parte do novo álbum da banda, God Damn Evil, que será lançado no dia 20 de abril via Frontiers Music Srl. Produzido pelo líder Michael Sweet, God Damn Evil promete ser o álbum mais poderoso do STRYPER até hoje, dobrando o som do hard rock/heavy metal que deu ao grupo uma base de fãs mundial.

    Em relação ao título do álbum God Damn Evil, Michael Sweet disse: “Pensamos muito e muito sobre esse título. Na verdade, foi considerado há alguns anos atrás e simplesmente não parecia o momento certo. Agora, com todos os males do mundo que vemos em torno de nós diariamente, fez todo o sentido. É uma afirmação muito ousada e ainda uma oração pedindo a Deus que condene o mal. Nada mais, nada menos “.

    O sucessor de Fallen de 2015 marca o primeiro esforço do STRYPER desde a adição do antigo baixista do FIREHOUSE, Perry Richardson. Perry juntou-se à banda como o substituto do baixista Tim Gaines, que foi demitido no ano passado. Perry, porém, não tocou baixo no novo álbum do STRYPER devido a complicações de agenda. As partes de baixo de God Damn Evil foram gravadas por John O’Boyle, que tocou baixo nos dois últimos álbuns solo de Michael Sweet.

    “Todos vemos e ouvimos a escuridão que nos rodeia em nossa sociedade, mas com fé e amor, sempre teremos esperança”, disse Michael. “É sobre isso que é o STRYPER – música poderosa e uma mensagem que constrói fundações, não paredes. Não poderíamos estar mais entusiasmados com God Damn Evil, pois ele mostra nosso amor eterno pelo que fazemos e a razão para fazermos isso”.