Categoria: Roadie News

  • SUN DIAMOND: banda é atração no Northrising Metal Fest III

    SUN DIAMOND: banda é atração no Northrising Metal Fest III

    Em uma crescente de reconhecimento, a jovem banda recifense SUN DIAMOND está confirmada na terceira edição do tradicional festival NorthRising Metal Fest.

    O evento acontece no dia 27 de outubro, é aberto ao público e será realizado no Salão de Festas do Beira-Rio, na cidade de Paudalho/PE.

    Juntam-se ao SUN DIAMOND no lineup do festival as bandas Inner Demons Rise, Pandemmy, Final Age e Scream. Mais informações podem ser conferidas pelo link: https://www.facebook.com/northrising.metalfest

    Está no ar o novo lyric video da SUN DIAMOND para a música ‘Let Me Drunk (and R.I.P.)’, uma das faixas mais peculiares do debut, ‘Sun Diamond’. A edição do vídeo ficou nas mãos de Marcelo Silva e o lyric pode ser conferido pelo link:

    https://youtu.be/wbBOIkMMEGI

    O álbum ‘Sun Diamond’ está disponível nas principais plataformas de música digital, confira alguns links:

    Spotify: https://open.spotify.com/album/2ltMa7taC525OjNuU2ittV
    iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/sun-diamond/1319073815
    Google Play: https://goo.gl/5Nka6p
    Deezer: https://www.deezer.com/album/52649032
    YouTube: https://youtu.be/aXpPU0qD8UA

    O CD foi gravado Estúdio Muzak, em Recife/PE, com mixagem por João Figueirôa, masterização por Paulo Germano, design por Tatiana Luna e Lincoln Rodrigues, foto da capa por Bruno Severiano e foto do encarte por Thiago Lemos.

    Links relacionados:
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    Facebook: https://www.facebook.com/sundiamondrock
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    YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC9sniCevBmyhmUKBzO6-lFQ
    Spotify: https://open.spotify.com/artist/5ASgppGYx0jxcnbx9RAvk8
    iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/sun-diamond/1319073912
    Metal Media: https://metalmedia.com.br/sundiamond

    Fonte: Metal Media

    Edições avulsas, assinatura física e digital.

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  • SACRIFICED: depois de sete anos, mineiros lançam candidato a disco do ano

    SACRIFICED: depois de sete anos, mineiros lançam candidato a disco do ano

    A espera foi longa, mas uma das maiores promessas nascidas no Metal nacional na última década finalmente lançou seu segundo álbum, sucessor do extremamente bem-recebdio ‘The Path Of Reflections’. Com o título de ‘Enraged’, o novo disco do SACRIFICED apresenta uma banda muito mais madura e concisa, trazendo elementos já tradicionais de sua música e acrescentando uma diversidade de estilos e um peso ainda maior. Essa nova etapa dos mineiros tem sido aclamada não apenas pelos seus fiéis fãs e amigos, mas pela mídia especializada, que vem tratando ‘Enraged’ como um dos candidatos a disco nacional do ano. Confira algumas citações: “‘Enraged’ é um disco surpreendente” – Heavy Metal Thunder “Que D-I-S-C-A-Ç-O!” – Gaveta de Bagunças “Top 10 do ano com toda a certeza! Ouçam no talo!” – Metal na Lata “É pra glorificar em pé” – Arte Metal “Uma bela surpresa” – Cangaço Rock “Um dos grandes álbuns nacionais de 2018” – A Música Continua a Mesma “O Sacrificed merece galgar degraus mais altos” – Road To Metal “Incrível potencial e uma identidade que não se encontra em qualquer lugar” – Moticíno Produções ‘Enraged’ foi lançado em parceria com a Shinigami Records e está disponível em formato físico. Para comprar sua cópia, basta acessar a loja virtual da banda: www.sacrificed.com.br/loja. O disco também está disponível nas principais lojas especializadas do país, grandes magazines e pelo site da Shinigami no link: https://goo.gl/HJAjV9 O material também está disponível nos principais aplicativos de música digital do mundo. Confira alguns links: Spotify: https://open.spotify.com/album/7yslLfp4NbYqu67OwyMxSz iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/enraged/1387683288 Google: https://goo.gl/6pKVjH Deezer: https://www.deezer.com/en/album/64215322 Recentemente o SACRIFICED lançou um videoclipe para a música ‘Meet Your Fate’, que contou com o talento do músico, produtor e videomaker Bruno Paraguay (Eminence) na direção. O vídeo ainda conta com a presença do percussionista Léo Lana, do ator Alex Zanon e maquiagem de Lorenna Diniz. Assista: https://youtu.be/H6SGuXLHa5o Links relacionados: E-Mail: [email protected] Site: https://www.sacrificed.com.br Facebook: https://www.facebook.com/sacrificedofficial Instagram: https://www.instagram.com/sacrificedofficial/ YouTube: https://www.youtube.com/sacrificedchannel Spotify: https://open.spotify.com/artist/2KKODWeKGDeuKmbg34YIt7 iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/sacrificed/522399470 Metal Media: https://www.metalmedia.com.br/sacrificed Fonte: Metal Media

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  • The Darkest Cult – Act. 1: HEADHUNTER D.C. & MALEFACTOR

    The Darkest Cult – Act. 1: HEADHUNTER D.C. & MALEFACTOR

    No sábado (22) duas das bandas mais antigas em atividade na Bahia se apresentam no Groove Bar no evento: The Darkest Cult – Act. 1: HeadHunter D.C. & Malefactor.
    Os baianos vão desfilar clássicos de todos os seus álbuns e no final farão uma “jam session” tocando músicas do Exodus, com músicos das duas bandas e do lendário grupo Thrash Massacre (R.I.P.).
    O DJ PeuGazar vai agitar os Headbangers antes e após os shows. O Groove bar abre a partir das 17h para happy hour (apenas o lounge), 22h começam os shows e as bandas sobem ao palco meia-noite.
    Serviço:
    The Darkest Cult – Act. 1: HeadHunter D.C. & Malefactor
    Atração: HeadHunter D.C. e Malefactor
    Ingressos: Antecipado pelo Sympla: R$ 20,00, na Porta: R$ 30,00 
    Descrição: 22/09/2018 
    Classificação 18 anos 
    Endereço: Av. Almirante Marques de Leão, 351, Barra, Salvador – BA
    Fonte: Rock Freeday
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  • PSYCHOTIC EYES interpreta Chico Buarque pela perspectiva do metal da morte

    PSYCHOTIC EYES interpreta Chico Buarque pela perspectiva do metal da morte

    “Joga pedra na Geni. Joga bosta na Geni. Ela é feita para apanhar, ela é boa de cuspir. Ela dá pra qualquer um, maldita Geni”. A letra de “Geni e o Zepelim”, de Chico Buarque, tem algo de death metal. Talvez muito mais do que qualquer letra sobre corpos humanos em putrefação ou sobre um culto de adoração a satã. O Psychotic Eyes percebeu isso lá em 2011, na ocasião do lançamento de seu segundo álbum, “I Only Smile Behind The Mask”. No tracklist do disco havia “The Girl”, uma versão death metal para a citada música de Chico Buarque, porém com letra diferente, em inglês.

    Mas durante as sessões de gravação do álbum, o grupo, hoje capitaneado pelo vocalista/guitarrista Dimitri Brandi e pelo baixista Douglas Gatuso, também registrou uma segunda versão, com a letra original, em português. Guardada a sete chaves durante sete anos, essa versão está agora disponível nas plataformas digitais e foi lançada como faixa bônus de “I Only Smile Behind The Mask”.

    Para ouvir, acesse: Spotify: https://spoti.fi/2pmF0Xh Deezer: https://bit.ly/2pnG0dS Google Play: https://bit.ly/2DebbSN

    Escrita por Chico Buarque em 1978 para o musical “Opera do Malandro”, Geni, no musical, é Genivaldo, um travesti hostilizado pela sociedade de sua época. Embora a letra não faça menção a orientação sexual do personagem, podendo, Geni, representar uma mulher. De claro e forte cunho crítico-social, “Geni e o Zepelim” é um manifesto político em favor das minorias, não só em defesa da diversidade sexual ou de enxovalhamento ao pensamento patriarcal, mas é um lançar de luz sob as angustias daqueles que vivem sob a escuridão social: deficientes, pessoas da terceira idade, imigrantes, presidiários, etc. Portanto, uma letra absolutamente relevante para a contemporaneidade política do país.

    Entre outras novidades, “Olhos Vermelhos”, o disco acústico de death metal do Psychotic Eyes, está em fase final de masterização. Gravado no estúdio HBC Records em Guarulhos/SP sob produção de Humberto Belozupko, o trabalho reunirá duas faixas inéditas, “Memento Mori” e “Olhos Vermelhos” – baseado num poema de Luiz Carlos Barata Cichetto – além de novos arranjos para “The Hand of Fate” – música presente no álbum de estreia – além de “Life” e “Dying Grief”, ambas de  “I Only Smile Behind The Mask” (2011).

    Mais Informações:

    www.psychoticeyes.com www.twitter.com/psychoticeyes www.facebook.com/psychoticeyes www.youtube.com/psychoticeyesbrazil   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • KISS anuncia turnê de despedida

    KISS anuncia turnê de despedida

    Durante uma aparição no episódio final da 13ª temporada de America’s Got Talent nesta quarta-feira (19 de setembro), o KISS confirmou que vai embarcar em sua turnê de despedida, nomeada One Last Kiss: End Of The Road World Tour, em 2019.

    O vocalista, Paul Stanley, disse: “Esta será a nossa última turnê. Será o mais explosivo, o maior show que já fizemos. Esse será O SHOW”.

    O KISS acrescentou em uma declaração: “Tudo o que construímos e tudo o que conquistamos nas últimas quatro décadas nunca poderia ter acontecido sem os milhões de pessoas em todo o mundo que encheram clubes, arenas e estádios ao longo desses anos. Esta será a celebração final para aqueles que nos viram, e uma última chance para aqueles que não nos viram. KISS Army, estamos nos despedindo com nossa última turnê, nosso maior show até agora, e sairemos da mesma forma que chegamos… sem remorso e imparáveis”.

    Gene Simmons disse recentemente ao jornal sueco Expressen que a próxima turnê do KISS durará três anos. Chamando ela de “a turnê mais espetacular de todas”, o baixista / vocalista acrescentou que a turnê fará paradas em “todos os continentes”.

    Rumores de que o KISS estaria se preparando para embarcar em uma turnê de despedida tomaram força nos últimos meses, após a notícia de que o grupo estava tentando registrar o nome The End Of The Road. Um pedido do KISS foi arquivado em 8 de fevereiro no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos, que, se for aceito, significa que a banda poderia usá-la em “apresentações ao vivo de uma banda musical”. Porém, até o momento, nenhuma turnê oficial de despedida foi anunciada.

    Em uma entrevista concedida ao ‘Chicago Sun-Times’, em abril, Gene Simmons reconheceu que a turnê final do KISS com a formação atual provavelmente acontecerá em um futuro não muito distante. “Acontecerá, um em algum momento”, disse ele. “Nós não podemos continuar fazendo isso para sempre. Nós somos a banda mais trabalhadora no show business. Se Mick Jagger calçasse as minhas botas de dragão, ele não duraria meia hora”. Mais importante, diz Simmons, a banda “não quer ficar no palco um dia a mais do que enquanto nos sentimos válidos… Lembre-se, nós nos apresentamos com a frase ‘você queria o melhor, você tem o melhor, a banda mais quente do mundo’ e não com a frase ‘nós costumávamos ser os melhores’.

    Perguntado pelo jornalista Michael Cavacini sobre o registro da marca ‘The End of the Road’ e o possível fim das atividades da banda, o líder do KISS, Paul Stanley, disse: “Não é a primeira marca registrada que foi solicitada. Achei que era um nome fantástico e fiquei surpreso por ninguém ter usado antes. Eu queria certificar-me de que, quando a usarmos – e chegará o momento que a usaremos, imagino – eu queria ter certeza de que nós a possuíssemos, e ela é nossa. Quando quisemos sair e fazer a turnê Hottest Show on Earth, a Ringling Bros. veio até nós e disse: ‘Vocês não podem fazer isso’. Isso foi um alerta para mim. Nós sempre tivemos slogans ou frases que são sinônimo de nós, e esta é mais uma. Tudo termina, de uma forma ou de outra. Quando chegar a hora, quero sair com estilo e quero sair cuspindo fogo. Então, quando tive essa ideia, pensei, ‘vamos ter certeza de que nós possamos fazer isso”. “Não sei o que dizer, mas não sei o que dizer, não sei o que dizer. estilo, e quero sair com armas de fogo. Então, quando encontrei essa ideia, Eu pensei que vamos garantir que nós amarremos isso.”

    Cerca de vinte anos atrás o KISS já havia anunciado publicamente seus planos de despedida. Stanley disse mais tarde que a tumultuada Farewell Tour da banda em 2000 não era mais do que uma tentativa do grupo de “tirar o KISS de sua miséria”, depois de anos de choques de ego e desentendimentos sobre créditos de composição entre os membros originais da banda.

    Gene Simmons declarou no ano passado, em entrevista para o Glasgow Live, que a banda ainda “tem mais alguns anos” para queimar nos palcos, antes de uma possível despedida. Também foi essa a impressão que ele passou para a ROADIE CREW, em entrevista publicada em 2016 (ed. #213): “tem alguma coisa com o Kiss que supera a barreira do tempo. A gente impressionava o garoto de 5 anos de idade lá nos anos 70, e fazemos o mesmo hoje em dia. É algo totalmente autêntico. Não dá pra fingir, não dá pra enganar a audiência. O pessoal percebe na hora se você abrir um sorriso falso ou se não está dando o melhor de si. A banda está viva e tocando melhor do que nunca! […] Eu me sinto mais forte e mais poderoso quando coloco aquela máscara.”

    O guitarrista Paul Stanley por várias vezes declarou que existe a real possibilidade de o Kiss seguir adiante sem ele e Gene Simmons na formação, declarando que “nós não caímos na limitação das outras bandas, pois nós não somos as outras bandas”, e que “em algum momento, eu gostaria de ver alguém na banda no meu lugar, isso porque eu amo a banda”. Ainda no mês passado, ele comentou a razão de não querer mais passar muito tempo na estrada: “eu não quero sair de casa”, ele disse. “Eu tenho uma família, eu tenho filhos e, honestamente, acho que minha principal responsabilidade é ser um pai, e não quero perder isso. E certamente, à medida que envelhecemos, sabemos que a vida é finita e eu escolho o que eu quero fazer neste momento”.

    Se “o fim da linha” se aproxima ou não, só o tempo irá dizer. Resta aos fãs lembrarem da trajetória de sucesso, da grandeza e dos grandes hits que a banda forjou, assim como das palavras de Gene Simmons para a ROADIE CREW: “Gene, Paul, Ace e Peter eram quatro vagabundos das ruas de Nova York que tinham um sonho e acabaram encontrando o pote de ouro no fim do arco-íris. E cada vez que você ouve a frase ‘You wanted the best, you got the best’, isso não é uma simples apresentação da banda, mas um desafio que nos colocamos a cada vez que subimos num palco.”

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  • Fitty Wienhold deixa o U.D.O.

    Fitty Wienhold deixa o U.D.O.

    O baixista Fitty Wienhold anunciou sua saída do U.D.O., grupo alemão de heavy metal liderado pelo ex-vocalista do ACCEPT, Udo Dirkschneider.

    Fitty, que ingressou no U.D.O. em 1996, deu a notícia de sua saída em uma mensagem de vídeo de quatro minutos, postada em seu canal no YouTube. Ele disse: “Depois de 22 anos com Udo como amigo, com o U.D.O. como baixista, compositor, motivador e não sei o que ou mais, decidi seguir um novo caminho na minha vida e deixar a banda. Eu não deixarei a família U.D.O., porque sempre foi muito mais do que apenas um negócio. Eu estarei lá quando for necessário – como compositor, como amigo, como consultor… qualquer coisa”.

    Ele continuou: “Eu não posso colocar em palavras o que todos esses anos significaram para mim, o que esses anos deram a mim, o que todos vocês deram para mim. Na verdade, foi um quarto da minha vida”.

    “Eu sempre disse que nós músicos não somos nada sem nossos fãs, e o que estamos fazendo é só para você, só para vocês”.

    Fitty acrescentou: “Estou grato por ter conhecido tantas pessoas legais em todo o mundo, sempre tive uma recepção calorosa. E sempre senti que dar cem por cento não é suficiente.

    “De qualquer forma, o mundo não vai parar de girar e a vida continua – o U.D.O. continua, e enquanto Udo esteja vivo, ele sempre será um ídolo. Não há tantos por aí como ele – talvez ninguém – e ele nunca desapontou vocês – nunca – então aproveite cada show, cada momento que você pode estar com ele”.

    A última apresentação de Wienhold com o U.D.O. acontecerá no mês que vem em Palma de Maiorca, Espanha.

    O novo álbum do U.D.O., Steelfactory, foi lançado em 31 de agosto pela AFM.

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  • EVANESCENCE: Vídeo ao vivo de “My Immortal”, do novo DVD “Synthesis Live”

    EVANESCENCE: Vídeo ao vivo de “My Immortal”, do novo DVD “Synthesis Live”

    O EVANESCENCE lançará o DVD Synthesis Live – que chegará nos formatos DVD, Blu-Ray, DVD+CD e Blu-Ray+CD – no próximo dia 12 de outubro. Confira o trailer aqui: https://youtu.be/hOUgavMJ2js .

    Gravado no final do outono passado, durante a aclamada turnê “Synthesis”, o show foi todo registrado em 4K, uma tecnologia de última geração, pelo diretor P.R. Brown e produzido por Craig Ziogas/CTGS Productions.

    O vídeo ao vivo da banda tocando a clássica My Immortal pode ser visto abaixo.

    As músicas abrangem a história de 20 anos do Evanescence, que foi reinventada com a participação de uma orquestra completa, em uma intensa paisagem eletrônica. “Synthesis” é um evento comovente e arrebator para se testemunhar ao vivo. Sentada ao piano, Amy Lee abre o set com uma única nota, que ela insere na abertura instrumental, conduzindo à onda esmagadora que é a música “Never Go Back”.

     “Bring Me To Life”, o hino que levou muita gente a descobrir o Evanescence, atinge um novo nível de poder e emoção com batidas elétricas e o acompanhamento da orquestra, enquanto canções como “My Immortal”, “Lithium” e “Lost in Paradise” evocam cenas de cortar a respiração de um filme lindo e atemporal.

    O incrível alcance vocal de Amy Lee e a expressiva música multi-facetada do grupo naturalmente se encaixam ao acompanhamento da orquestra, iluminando a beleza singular dos arranjos feitos pelo compositor David Campbell e conduzido por Susie Seiter – criando um som verdadeiramente dinâmico e cinematográfico. Lee chamou de “um projeto de paixão” que, sem dúvida, veio para brilhar. O sentido de importância não é perdido, tanto na banda quanto no público, neste show único e altamente emotivo.

    O Evanescence recentemente realizou sua turnê “Synthesis” ao redor do mundo, apresentando performances altamente aclamadas em toda a Europa, América do Norte e Austrália. Neste verão no hemisfério norte, a banda se uniu à violinista Lindsey Stirling em uma turnê pelos anfiteatros da América do Norte, uma das 10 melhores turnês do verão da Live Nation.Para mais informações, acesse www.evanescence.com .

    “A majestade de Ms. Lee acompanhada pelos arranjos do Sr. Campbell é irrefutável.”

    – Wall Street Journal

     “Amy Lee se re-estabelece firmemente como uma das mais proeminentes vocalistas do rock, exibindo um alcance impressionante que continua embalando o compasso, desta vez com a participação de uma orquestra completa.” – Variety

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  • MASTER: Confira a nova “Stand Up And Be Counted”

    MASTER: Confira a nova “Stand Up And Be Counted”

    Um dos pilares da criação do death metal, o MASTER, lançará seu novo álbum completo, Vindictive Miscreant, em 28 de novembro via Transcending Obscurity Records. Abaixo você pode conferir mais uma faixa do novo álbum, intitulada Stand Up And Be Counted.

    De acordo com um comunicado à imprensa, Vindictive Miscreant é “o encapsulamento perfeito do som que é marca registrada do MASTER, apoiado pela experiência e habilidade. Poucas bandas puderam continuar no caminho que eles criaram, e mais de três décadas e meia depois, o MASTER ainda faz isso com notável desenvoltura. Eles estabeleceram padrões para que as bandas, antigas e novas, deveriam seguir. Não há nada aqui que não cheira a pura integridade, paixão por esta forma de arte. A execução sem falhas na entrega do que eles se propuseram a fazer – que eles vêm fazendo há décadas – mostra que estão se aprimorando neste ofício. Desta vez eles estão famintos. Vindictive Miscreant está entre os álbuns mais fortes do MASTER, e vai surpreendê-lo com sua intensidade e coragem”.

    A capa de Vincictive Miscreant foi criada por Mark Cooper, e pode ser conferida acima.

    O MASTER é uma das atrações do Extreme Hate Festival, que este ano chega a sua sexta edição. O festival acontece no dia 9 de dezembro em São Paulo/SP, no Carioca Club. Além do MASTER, se apresentarão outras cinco bandas, os brasileiros do GUTTED SOULS e do NERVOCHAOS, além do ABYSMAL DAWN (EUA), CARACH ANGREN (Holanda) e o lendário UNLEASHED (Suécia).

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  • ARCH ENEMY: Vídeo dos bastidores do clipe de “The World Is Yours”

    ARCH ENEMY: Vídeo dos bastidores do clipe de “The World Is Yours”

    Imagens dos bastidores da filmagem para o vídeo oficial de The World Is Yours, do ARCH ENEMY, podem ser vistas abaixo. The World Is Yours é parte do mais recente álbum de estúdio do ARCH ENEMY, Will To Power.

    O guitarrista e líder da banda, Michael Amott, afirmou sobre o clipe: ” Esta foi a primeira música que escrevi para o álbum Will To Power, e Daniel [Erlandsson, bateria] me ajudou a organizar e finalizar. Uma das muitas músicas que co-escrevemos e co-produzimos desta vez. Fizemos uma gravação com a banda completa no sul da Suécia e depois mixamos com o Jens Bogren, que fez uma mixagem e masterização soberba – na minha opinião, até superando o som épico do nosso álbum anterior, War Eternal. As pessoas que ouviram esta música em particular estão dizendo que tem a clássica vibração do ARCH ENEMY, e eu acho que elas podem estar certas sobre isso”.

    Co-produzido por Amott e o baterista Daniel Erlandsson, Will To Power foi mixado e masterizado pelo colaborador de longa data Jens Bogren (OPETH, AT THE GATES, DIMMU BORGIR). A arte de capa foi projetada por Alex Reisfar.

    Lançado em setembro passado, Will To Power marca o segundo álbum do ARCH ENEMY desde a saída da vocalista Angela Gossow, e da adição de Alissa White-Gluz. É também o primeiro disco do ARCH ENEMY a apresentar o guitarrista Jeff Loomis, que se juntou à banda no final de 2014.

    O ARCH ENEMY é uma das atrações da edição deste ano do Liberation Festival. A banda retorna ao Brasil para apresentar o seu 10º álbum, Will To Power, o segundo com a sua imponente nova vocalista Alissa White-Gluz. Desafiando todos os limites do metal, combinando agressividade, peso e melodia de maneira profícua, Will To Power vem sendo exaltado como uma verdadeira obra épica do death metal melódico.

    A edição 2018 do Liberation Festival apresenta uma grande novidade. Pela primeira vez, ele será realizado em duas capitais brasileiras, São Paulo e Manaus, com apresentações já anunciadas de KREATOR, ARCH ENEMY e WALLS OF JERICHO. Também serão organizados três ‘side shows’ em outras capitais – Porto Alegre, Rio de Janeiro e Fortaleza – levando as principais atrações do Liberation Festival a outras regiões do país e estabelecendo as bases para a concretização de um festival itinerante no futuro.

    https://youtu.be/fj4hjIUDqm8 Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • NAPALM DEATH e CANNIBAL CORPSE – 15 de setembro de 2018, São Paulo/SP

    NAPALM DEATH e CANNIBAL CORPSE – 15 de setembro de 2018, São Paulo/SP

    Antes de começarmos a falar sobre música, gostaria de convidar o leitor para um pequeno exercício de imaginação. Um exercício simples, curto, e que se refere a uma situação que só poderia realmente ser vivida no campo da imaginação, já que é impossível de ser concretizado: imagine como seria uma partida de futebol americano reunindo a defesa do Chicago Bears de 1985 contra o ataque do Denver Broncos de 2013. Só em sonho, não é mesmo? A chance de ver em campo William “Refrigerator” Perry, Richard Dent, Dan Hampton e Mike Singletary, e, do outro lado, Demaryius Thomas, Wes Welker, Eric Decker, Julius Thomas e Peyton Manning. Sim, seria fantástico, mas infelizmente, os resultados dessa reunião seriam tão imprevisíveis quanto a situação em si é impossível.

     

    Felizmente, nem todas as ‘reuniões’ de grandes mestres é impossível. Afinal de contas, justamente na metade do mês de setembro os paulistanos tiveram a chance de ver duas das maiores formações da música extrema mundial no mesmo palco, revezando seus turnos, como dois times de estrelas em uma espécie de ‘Super Bowl’ musical, um encontro dos campeões de cada divisão. De um lado, os campeões do grindcore, o NAPALM DEATH, sempre liderados pelo seu coordenador defensivo (chame de vocalista, se assim preferir) Barney “Buddy Ryan” Greenway. Do outro lado, os campeões do death metal, o CANNIBAL CORPSE, movendo as correntes com a força de seu ‘quarterback’ (não seria baixista?) Alex “Peyton Manning” Webster.

    O palco escolhido para este espetáculo, o já tradicional Carioca Club, pode não ter o charme do Soldier Field (estádio dos Bears), e nem a imponência do Mile High (dos Broncos), mas especialmente nesta ocasião se mostrou tão barulhento quanto. A competição por lugares também parecia digna de uma partida concorrida: o clube estava abarrotado, quase sem lugar para se mover. Um grande público, sedento por música extrema, e que já mostrava sinais de estar disposto a se divertir mesmo antes do início das apresentações. O espetáculo desta noite seria memorável.

    O NAPALM DEATH foi o primeiro a subir no palco. Com Barney Greenway (vocal), Shane Embury (baixo), Danny Herrera (bateria) e John Cooke (guitarra) dispostos em seus lugares, a lenda britânica começou sua furiosa apresentação com Multinational Corporations, uma das vinte e oito canções que apareceram em Scum, álbum que marcou a estreia fonográfica oficial do grupo de Birmingham. Com a porrada já comendo solta na plateia (sempre no bom sentido), Barney e Cia. continuaram sua explanação de extremidade com Instinct of Survival e On The Brink of Extinction (Time Waits For No Slave, 2009), a primeira representando o início da jornada grind da banda, a segunda o retorno para o seu som característico pós-2000.

    Embora o clima para os fãs fosse de festa, o Napalm Death tinha pressa (sério isso? Novidade…), e uma nova leva de novos e velhos clássicos já estava pronta para ser destroçada no palco. Unchallenged Hate veio para aquecer os fanáticos pela ‘bagaceira’ das antigas (direto de From Enslavement to Obliteration, 1988) e trouxe consigo When All Is Said And Done (Smear Campain, 2006). Dentre os fãs, o resultado foi tão agressivo quanto o esperado, mas é correto dizer que a recepção para Smash A Single Digit surpreendeu. Afinal, embora o álbum Apex Predator – Easy Meat tenha sido lançado já há três anos, a canção foi recebida e comemorada como um clássico das antigas, mostrando que os fãs permanecem realmente próximos do Napalm Death por aqui, valorizando todas as fases de sua longa carreira.

    ‘Trotando’ de um lado para o outro do palco na sua maneira característica, Barney deu sequência ao show incendiário, fazendo apenas algumas pausas breves para se hidratar (nessa altura o calor já era intenso) ou para explicar o conteúdo de algumas letras (e sem perder o fôlego!). “Nós estamos com uma nova coletânea no mercado, Coded Smears and More Uncommon Slurs”, ele anunciou, antes de emendar Standardization, música que abre a referida coletânea. Mais uma vez a recepção surpreendeu. Como é bom ver que o Napalm Death só cresce por essas terras! “Nós estamos na ativa há 37 anos, desde 1981! E esse é o ponto mais distante em que podemos leva-los conosco nesta história. A faixa que dá nome ao nosso primeiro álbum” – acho que não preciso dizer que o mundo simplesmente pareceu desabar com a intensidade primordial de Scum. Naquele momento, não havia simplesmente uma única alma no local que não se agitasse, em convulsões loucas e ritmadas, um espetáculo à parte.

    Como que para dar uma pequena pausa, o Napalm Death executou dois de seus maiores clássicos, com o perdão do trocadilho. You Suffer e Dead vieram em sequência. “São duas músicas completamente diferentes, espero que vocês tenham notado”, brincou Greenway, lutando para se desvencilhar do cabo do microfone. Com o show se aproximando do final, era inevitável que a banda trouxesse um de seus maiores clássicos, Suffer The Children, do indefectível Harmony Corruption, de 1990, um dos melhores álbuns da fase death metal do grupo. Nazi Punks Fuck Off, cover de luxo do Dead Kennedys também não poderia ficar de fora da festa, mas foi com Inside the Torn Apart que a apresentação dos ingleses chegou ao fim. “Cuidem-se, em breve estaremos de volta”, anunciou o vocalista de uma banda que mesmo após quase quarenta anos, ainda permanece imperturbável no trono do metal extremo mundial.

    Cerca de meia hora depois do espetáculo infernal dos ingleses, era hora do CANNIBAL CORPSE entrar em campo. Com o time alinhado – Alex Webster (baixo), Paul Mazurkiewicz (bateria), Pat O’Brien (guitarra), Rob Barrett (guitarra) e o gigante George ‘Corpsegrinder’ Fisher (vocais) – a lenda norte-americana chegou detonando com uma sequência do seu mais novo álbum (Red Before Black, 2017). Primeiro, Code of the Slashers, uma faixa com partes mais cadenciadas, e que ganhou um belíssimo videoclipe no ano passado. Na sequência, Only One Will Die, rápida e destroçadora, um convite para os ‘circle pits’. Para finalizar, a faixa-título, Red Before Black, que manteve o clima quente nas rodinhas que iam se criando na plateia. Com uma movimentação no palco comedida, Fisher se destacava tanto pelos vocais quando pela ferocidade de seu ‘headbanging’, enquanto os demais músicos permaneciam extremamente compenetrados em suas respectivas partes instrumentais.

    Lançando mão de toda sua experiência acumulada em décadas sobre os palcos dos mais variados países do mundo, o Cannibal Corpse usou de inteligência na próxima sequência: reuniu suas faixas mais cadenciadas em um único turno, como se desejasse de fato esmagar a cabeça dos presentes com o peso descomunal de sua música: Scourge of Iron (Torture, 2012) e Evisceration Plague (Evisceration Plague, 2009) passaram sobre os presentes com a força de uma prensa hidráulica, com as guitarras de O’Brien e Barrett forçando os crânios como uma morsa. Outra das novas, Scavengers Consuming Death chegou para finalizar o serviço, um pesadelo de sangue e terror esculpido em nome do death metal da velha escola americana!

    Trajando uma camisa com a arte da capa do mais recente álbum do Krisiun, o recém-lançado Scourge of the Enthroned, Corpsegrinder dedicou a próxima música ao trio gaúcho que comanda o death metal nacional. The Wretched Spawn terminou por ser a única do álbum de mesmo nome (lançado em 2004) a figurar entre as tocadas nesta noite. Pounded Into Dust (Bloodthirst, 1999) e Kill or Become (A Skeletal Domain, 2014) mantiveram o foco na ‘fase Corpsegrinder’ do Cannibal Corpse, mas é claro que o ex-vocalista do Monstrosity nunca se mostrou reticente em tocar músicas originalmente interpretadas pelo seu antecessor, o lendário Chris Barnes (atual Six Feet Under).

    Como que para comprovar o que estou afirmando, a banda mergulhou diretamente para o seu lendário segundo álbum, Butchered At Birth (1991), de onde vieram com a sensacional Gutted. Dona de riffs únicos (e simples), a música ofereceu a Rob Barrett a oportunidade que ele desejava de se ‘comunicar’ com o público, e o guitarrista se aproximou mais da plateia, onde tinha a chance de olhar cada um dos mais sortudos nos olhos. Devoured By Vermin, A Skull Full Of Maggots e a incendiária I Cum Blood mantiveram a máquina do tempo ligada, com Corpsegrinder desafiando os presentes a acompanhar seu ‘headbanging’. “Vocês irão perder”, ele disse entre risos, “mas ao menos terão tentado”.

    A sequência final da apresentação veio com uma das tríades mais mortais do death metal: Make Them Suffer (Kill, 2006), Stripped, Raped and Strangled (The Bleeding, 1994) e a inevitável Hammer Smashed Face (Tomb of the Mutilated, 1992). Depois dessa, não haveria mais como seguir o show, todas as energias haviam sido devidamente esgotadas, e os sorrisos estavam estampados em todos os rostos. “Continuem apoiando o death metal”, exortou o vocalista, para finalizar uma noite lendária, que parecia mais fruto de imaginação do que realidade. Uma noite que, assim como no exercício que propus no início do texto, não poderia conceber um único vencedor. Duas lendas estavam ali, e todos nós éramos os vencedores por presenciar este momento, antes de toda essa história se tornar uma lenda.