A banda paulistana Thrashterror divulgou através das redes sociais as datas de três shows para divulgação do seu ótimo e muito comentado EP We Shall Revenge lançado este ano.
O seu baterista Jeferson “Jeff” Romão disse em nota divulgada que “estes shows terão a verdadeira essência e alma oitentista”. Será um verdadeiro presente para os fãs da velha escola do metal.
Datas e horários:
Dia 10/11
Local: Rancho do Rock
Endereço: Rodovia Armando Salles, 376. Itapecerica da Serra/SP
Horário: 20 Horas
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Dia 14/11
Local: Hamburgueria Rock Beer
Endereço: Av. Nossa Senhora do Sabará, 3030, Interlagos, São Paulo/SP
Horário: 20 Horas
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Dia 24/11
Local: Cranius Studio Beer
Endereço: Rua José Alexandre Machado, 50, Itaim Paulista, São Paulo/SP
Felizes dos paulistanos que compareceram à festa de 24 anos do Manifesto Bar no sábado, 28 de outubro, em plena data de segundo turno, que concluiu a corrida eleitoral mais polêmica da história do Brasil, em que 55,1% dos votos decretaram Jair Messias Bolsonaro como futuro presidente do país. Os fãs do guitarrista Paul Gilbert que estiveram na aniversariante casa tiveram a oportunidade de desligar a mente do assunto política, que, como está na moda dizer, ‘polarizou’ a sociedade, de maneira corrosiva e desgastante, e acabaram assistindo a uma apresentação bem interessante do guitarrista norte-americano. Diferentemente do show convencional apresentado no início de 2017, quando veio acompanhado de seus próprios músicos internacionais e apresentou um set baseado em sua carreira solo, além de um medley que incluiu músicas dos trabalhos que gravou com Mr. Big e Racer X, dessa vez a oferta do músico foi de um ‘workshow’ de guitarra chamado “An Evening with Paul Gilbert”.
Já tendo concluído as gravações de seu novo álbum solo, que se chamará Behold Electric Guitar, e vindo de apresentação na Argentina na noite anterior, Paul Gilbert foi ovacionado pelo público, que compareceu em bom número, quando pouco antes das 21 horas desceu as escadas laterais que dão acesso ao palco, sendo acompanhado do respeitado baixista brasileiro Bruno Ladislau (André Matos, Aquiles Priester, Fishook, Denison Fernandes, Aclla) e do baterista chileno Felipe Cortés. Ao melhor estilo ‘blueseiro’, trajando terno xadrez cinza e sapato três cores, o guitarrista de 51 anos, que aos quinze foi cogitado para integrar a banda de Ozzy Osbourne e que em 2007 participou do famoso projeto G3, com o qual fez uma gira ao lado de Joe Satriani e John Petrucci (Dream Theater), chegou cumprimentando os fãs e tocando e cantando o blues Red House, de seu ídolo Jimi Hendrix, numa longa versão de dez minutos. E abrir o show assim não é algo de se estranhar em se tratando de Paul Brandon Gilbert, tendo, como exemplo, o show de São Paulo de 2017, o qual ele iniciou com o chamado “Massive Medley”, um ato que durou, acredite, 45 minutos!
Paul Gilbert
Duas coisas que chamaram a atenção logo de cara foram, a excelente qualidade de som, que favoreceu toda a banda, e os timbres usados por Paul Gilbert, que são de um brilho sem igual. Na primeira pausa, Gilbert apresentou os músicos que o acompanhavam e também o tradutor Thiago Oliveira (guitarrista de Warrel Dane, Ricardo Confessori, Isa Nielsen, Seventh Seal e Addicted to Pain) e ressaltou que seria uma noite em que ele tocaria algumas músicas e falaria de guitarra – alguns menos avisados foram pegos de surpresa com o formato informado. Entre as primeiras coisas que falou, Gilbert enfatizou detalhes que considera importantes para quem quer tocar guitarra, dizendo que apesar de amar o instrumento e também seus amplificadores e pedais, as ferramentas mais importantes são os dedos e calos que nascem nas pontas, bem como o movimento dos pulsos.
Sobre técnicas – sempre demonstrando-as na guitarra –, Gilbert falou de bends e muito sobre vibratos, os quais afirmou que podem surgir da influência de guitarristas e também de vocalistas, trompestistas e etc. Citou Hendrix e Robin Trower entre seus heróis dessa técnica que tanto explora e como dica disse que o contraste entre vibratos lentos ou rápidos os tornam mais emotivos. Abrindo parênteses para falar de cordas, Paul revelou usar as de calibre .008. Trata-se de um tipo bem leve e propício para quem toca com menos força. Nos anos 80, essas cordas eram populares entre guitarristas de heavy metal, pois proporcionavam facilidade na digitação e na execução das técnicas. Por outro lado, há quem ache que esse tipo de encordoamento resulte em um som “magro”.
Voltando aos vibratos, Gilbert os definiu como uma “imitação da voz”, revelou que quanto mais o tempo passa mais ele tenta copiar o som da voz na guitarra e demonstrou isso tocando com a banda a clássica Black Dog (Led Zeppelin), fazendo uso de slide. Em outro exemplo, Gilbert arrancou gargalhadas ao explicar o título da música que tocaria a seguir. Contou que voltando para casa de um show que fez com o Mr. Big em Hong Kong, por segundos ele perdeu a escala de Los Angeles para Portland. Por esbravejar sobre o ocorrido com uma funcionária, ela retrucou dizendo: “Senhor, você precisa se acalmar!”. Na ocasião, achando a frase bastante sonora, começou a solfejá-la pensando na frase dita e nas linhas de guitarra. Assim nasceu Sir, You Need to Calm Down, música que estará presente em seu novo álbum. Ele disse ainda que vocalistas como Robert Plant, Steven Tyler e Rob Halford cantavam notas muito altas e como a sua voz era limitada (todos riram quando ele mostrou que realmente não tem o mesmo talento que os nomes citados), se satisfazia em poder alcançá-las em seu instrumento.
Quanto ao restante do repertório, enganou-se quem pensou que ouviria músicas do Racer X ou hits do Mr. Big. Entre um ensinamento e outro, numa didática muito bem humorada (como de praxe), em que entre várias coisas falou de técnica de palhetada, de como prefere fazer a marcação com ritmos alternados na perna ao invés do robotizado metrônomo, e também sobre harmonização, escalas e outros temas relacionados, além de responder perguntas de seus admiradores, como, por exemplo, sobre sua aparente deficiência auditiva e de não descartar um futuro álbum com o Racer X, Paul Gilbert mandou outras versões para hinos como Little Wing (Jimi Hendrix), em que tocou até com os dentes, e Mercedez Benz (Janis Joplin). Cabe aqui elogiar os competentes músicos que o acompanhavam, pois o entrosamento com o guitarrista era tanto, que dava a impressão de que os três tocavam juntos há muito tempo. Inclusive, Ladislau ganhou espaço em uma das músicas para improvisar um solo e Cortés tocou o tempo todo agitando e exibindo muito ‘punch’ e destreza em seu kit.
Continuando, Paul Gilbert apresentou outra música que serviu como prévia do que virá em seu mencionado próximo álbum, chamada Blues for Rabbit, um shuffle animado, que caiu nas graças dos fãs. Depois dessa, ele conversou mais um pouco com o público e avisou que era hora de chamar ao palco dois guitarristas para uma jam session. Para participar do show, ambos tiveram que vencer um concurso online, disputado com outros guitarristas, através de voto popular. Consistia de cada um gravar um vídeo, tocando por no máximo um minuto. Mas antes de serem chamados, Gilbert enfatizou que há uma regra de “etiqueta” em que “quando um guitarrista toca, o outro para desliga tudo e presta atenção”. O primeiro a ser convocado ao palco foi Jaeder Menossi, guitarrista da veterana banda Javali (antes conhecida como Pop Javali), que chegou com timbres bem diferentes, diria mais “digitalizados”, improvisando com Paul em Back in Black (AC/DC), numa versão instrumental e um tanto suingada. Depois dessa, Jaeder deu lugar a Affonso Junior, que toca nas bandas Confessori (de Ricardo Confessori) e Revenge. O vencedor do concurso teve a honra de fazer um breve duelo com Paul, antes de improvisarem uma balada blues. Simpático, ao final Gilbert pediu aplausos da plateia aos dois músicos.
Finalizada a jam session e uma sequência de perguntas dos fãs, Gilbert se despediu com Purple Haze de Jimi Hendrix. Ao final do evento, o guitarrista atendeu aqueles que ficaram para o ‘meet ‘n’ greet’. Apesar de ser uma noite específica e proveitosa para entusiastas da guitarra, quem conhece bem Paul Gilbert sabe que suas apresentações estão longe de soarem maçantes aos que não tocam ou não entendem muito de guitarra. Quem compareceu ao Manifesto não se arrependeu, nem mesmo aqueles que foram achando que realmente iriam ouvir algo de Mr. Big ou de Racer X.
O A SORROWFUL DREAM faz show nesta sexta-feira na tradicional casa de shows Opinião (José do Patrocínio, 834), em Porto Alegre, na edição Metal do ROCK N’ BIRA OPEN BAR, representando as bandas autorais ao lado de tributos ao Megadeth, Dio, Metallica e Iron Maiden. O evento terá início logo após os shows do Arch Enemy e Kreator, a partir das 23h, e o público terá à disposição a cerveja HEINEKEN e a cerveja EISENBAHN PILSEN, o Combo Rock n’ Bira (vodka com energético) Vodka Orloff, Whisky Natu, água e refrigerantes – tudo liberado (das 23h às 5h), bem como outras opções.
O A SORROWFUL DREAM tem estado na vanguarda do Metal Gaúcho por 22 anos, apresentando uma musicalidade influenciada por um rol de elementos trazidos da música tanto gótica e clássica, quanto do Death e do Black Metal. O grupo é composto por Éder Macedo (vocal), Josie Demeneghi (vocal), Geovane “Tuko” Lacerda (baixo), Mari Vieira (teclados), Aurélio Martins (guitarra), Lucas Vargas (guitarra / violinos) e Marcelo Dornel (bateria). Além dos álbuns “Toward Nothingness” e “Passion”, o grupo possui uma vasta coleção de demos e singles, destacando o single “The River that Carries my Loss”, que em agosto completou dez anos de seu lançamento e ganhou um belíssimo vídeo clipe, que pode ser assistido abaixo.
O INEXISTENCE acaba de divulgar informações sobre seu vindouro EP, que será lançado em dezembro e levará o nome de “Infinite Forms”. A banda teve início em 2016, através de uma antiga parceria entre Felipe Jacobsen (guitarra/vocal) e Lucas Manea Diogo (baixo), que vinham tocando juntos desde 2010. Segundo Felipe, “somente agora conseguimos consolidar nosso projeto. Pela nossa convivência, nós sempre compartilhamos dos mesmos gostos e evoluímos musicalmente juntos, o que nos levou a criar o INEXISTENCE”.
Após muita procura, a dupla encontrou no baterista Vinicius Rodrigues a peça que faltava para dar continuidade ao projeto. Englobando as mesmas influências e objetivos, a entrada de Vinícius em meados de 2017 se encaixou perfeitamente com o que a banda buscava. E dentre estas influências, estão baluartes do Death Metal como Obscura, Death, Atheist, Beyond Creation, Necrophagist e Gorguts, nomes que evocam um Death Metal absurdamente técnico. Felipe explica a sonoridade da banda: “Temos como proposta compor melodias com estruturas complexas, tempos quebrados, atonalismo, entre outros elementos”.”
Gravado no From Hellcords Studios, em Porto Alegre, “Infinite Forms” tem seu lançamento programado para o dia 7 de dezembro, e sua distribuição ficará a cargo do selo Zabauros. A capa do EP foi desenhada pelo artista Tiago Medeiros e foi inspirada na letra da faixa “Natural Selection”, que segundo a banda, faz menção à natureza, evolução e suas infinitas formas.
O primeiro trailer do 11º álbum de estúdio do SOILWORK, Verkligheten, pode ser visto abaixo. O disco é o primeiro do SOILWORK a contar com o baterista Bastian Thusgaard, que substituiu Dirk Verbeuren em 2016. No trailer, Thusgaard fala sobre o single mais recente da banda, Full Moon Shoals.
Verkligheten será lançado em 11 de janeiro de 2019 pela Nuclear Blast. A primeira edição em digipack e as versões em vinil conterão o exclusivo EP Underworld, com mais quatro músicas. A versão CD digipack também contará com uma arte especial com estampas luxuosas.
O vocalista do SOILWORK, Björn “Speed” Strid, falou ao ‘United Rock Nations’ sobre o disco. “Estou muito, muito satisfeito com ele – é muito, muito legal. É possivelmente o álbum mais épico e sombrio que já fizemos. Também é muito melancólico, mas também é meio que edificante. É grandioso. Eu Estou muito feliz com isso”.
Questionado se a direção musical do novo material do SOILWORK é semelhante à do último álbum, Strid disse: “Eu diria que há uma mistura entre The Ride Majestic e The Living Infinite“.
Não, você não está ficando maluco. E claro, ainda não faz tempo suficiente para você estar confundindo as coisas. Sim, o Accept esteve por estas paragens no ano passado, e em 2018, olha eles aqui de novo. Se você pensou em uma atração cansada, tocando para meia dúzia de gatos pingados, pensou muito, mas muito errado. A julgar pela quantidade de fãs eufóricos que lotaram o Carioca Club naquele domingo (lotaram mesmo!), só poderíamos ter as melhores expectativas. Convenhamos: não poderia ser diferente em um show do Accept, mesmo que eles voltassem mensalmente.
Para abrir a festa, apenas com um pouco de atraso, os brasileiros do República tomaram o palco. Com uma qualidade sonora bem interessante, ficou fácil perceber a qualidade dos músicos que integram a banda paulistana, muito bem acolhida pelo público, por sinal. Leo Belling é um vocalista muito competente, e, comunicativo, conseguiu atrair a atenção do público, ora saudando os presentes, ora explanando sobre as músicas. Destaques óbvios para The Maze, El Diablo, Head Like a Hole (Nine Inch Nails), Life Goes On e Stand Your Ground.
Na sequência, uma das maiores lendas do metal teutônico, o Accept. O início da apresentação não poderia vir em melhor tom: Die By The Sword, faixa de abertura do mais recente e ótimo disco dos alemães – The Rise of Chaos, 2017 – foi recebida com a mesma euforia dos antigos clássicos, com um público entusiasmado, que quase perdeu a voz já no refrão da primeira música. Mas, se alguém ainda queria uma prova da força dessa formação atual do Accept – especialmente do vocalista Mark Tornillo – ela veio com a épica Stalingrad, faixa do álbum de mesmo nome (2012), e que foi o segundo de Tornillo ao lado da banda alemã.
A ponte para os tempos áureos do grupo ao lado do ex-vocalista Udo Dirkschneider veio com a sequência Restless And Wild (Restless and Wild, 1982) e Breaker (Breaker, 1981). É necessário mencionar a empolgação com que esses clássicos foram recebidos por um público formado por fãs absolutamente fanáticos pelo Accept? Então, vamos ao que interessa: é incrível ver o guitarrista Wolf Hoffmann no palco, executando músicas concebidas há mais de trinta anos, com a garra de um iniciante, e o sangue nos olhos de uma banda que está mostrando a música pela primeira vez para uma plateia. Que bom que ainda existem músicos capazes de façanhas como esta.
A ótima fase com Tornillo voltou a ser o foco em seguida, com Pandemic, uma das melhores composições de Blood of the Nations, álbum que em 2010 apresentou definitivamente Tornillo aos fãs do Accept. As boas vibrações foram mantidas com Koolaid e No Regrets (ambas de The Rise of Chaos), que contaram com performances inspiradíssimas de Wolf Hoffmann e do baixista Peter Baltes, que souberam utilizar a passarela instalada diante do palco para que os fãs pudessem melhor apreciar suas habilidades como instrumentistas.
Final Journey foi a primeira de Blind Rage (2014) a ser tocada na noite, e naquele momento esse que vos escreve teve um momento de tristeza contida. Explico: até aquele momento, ninguém sabia da surpresa que rolaria nessa apresentação, então, depois retomarei o assunto. Shadow Soldiers – a última de Stalingrad nessa noite – antecedeu o solo de Hoffmann, que claro, veio com tons clássicos, como haveria de ser. Não é sempre que vemos uma plateia realmente empolgada com um solo, mas o Accept é uma banda diferenciada, e Wolf Hoffmann um guitarrista único. Assim, trazendo à memória muitos aspectos de seus álbuns Classical (1997) e Headbangers Symphony (2016), Hoffmann deu uma aula de bom gosto e precisão, e sim, este foi um solo realmente bom de se ver (e ouvir).
Digamos que nesse momento entrávamos na segunda metade da apresentação, e agora, todos sabiam como ia ser: uma sequência absurda de clássicos. Neon Nights e Princess of the Dawn formaram a sequência matadora de Restless And Wild, e nosso amigo Fernando Pires – o responsável pelas belas fotos que ilustram essa matéria – estampava nos olhos a euforia de ver mais uma vez a forja alemã despejando seu mais puro aço sobre os incautos fãs. Monsterman, de Russian Roulette (1986) foi bem recebida, mas a loucura voltou a reinar com a sequência Up to the Limit e Metal Heart (Metal Heart, 1985), onde mais uma vez Hoffmann e Baltes roubaram a cena.
Teutonic Terror – que poderia ser a forma como os shows da banda são anunciados – não deixou o clima cair, e manteve todos prontos para o massacre que viria em sequência: Fast as a Shark, faixa de abertura do lendário Restless and Wild, e uma das músicas mais importantes da carreira do grupo alemão. Aliás, quantos de nós não estavam ali, naquele domingo, exatamente por ter ouvido essa música alguns anos (ou décadas, o tempo voa) atrás? Sim, para muitos o show poderia acabar nesse momento. Mas foi apenas aquele fim ‘pegadinha do Mallandro’, já que todos sabiam que a banda voltaria em seguida, com aquela música que jamais poderá deixar de ser tocada.
Pois bem, era chegada a sequência final. Para começar, Stampede, faixa de abertura de Blind Rage, álbum que para este que vos escreve, é o melhor do Accept desde Restless And Wild. E então, bem, você lembra que eu disse que retomaria um assunto mais adiante? Pois é, era chegado o momento da surpresa: especialmente para São Paulo, a banda incluiu no set a música Dying Breed, também de Blind Rage, a música favorita deste repórter. Sim, eu quase desmaiei, eu fiquei sem voz, meu coração disparou, e nem lembro direito de como foi a execução de Balls To The Wall, estava ocupado demais tendo um ataque dos nervos (é sério!). Sim, o Accept veio, e só faltou fazer chover na Capital Paulista. Que voltem ano que vem, aliás, que voltem mês que vem. Mas que nunca, nunca deixem de voltar para o Brasil!
A lenda do metal industrial, MINISTRY, continuará a promover seu aclamado álbum AmeriKKKant com uma turnê completa nos Estados Unidos no final de novembro, apoiada pelo CARPENTER BRUT. Em antecipação à jornada, a banda lançou um vídeo para a faixa We’re Tired Of It.
Lançado em março passado, AmeriKKKant foi produzido pelo líder do MINISTRY, Al Jourgensen, e foi gravado no Caribou Studios, em Burbank, Califórnia. A arte foi criada por MisterSam Shearon.
Jourgensen confirmou recentemente à ‘Billboard’ que o MINISTRY já começou a trabalhar no sucessor de AmeriKKKant. “Eu tenho que conseguir tantos álbuns quanto eu puder fazer enquanto Trump ainda é presidente”, explicou Al. “E então o que eu vou fazer: escrever aqueles álbuns de baixa qualidade que eu escrevo enquanto os democratas são presidente?”
Um dos nomes mais tradicionais do Metal Extremo nacional, o QUEIRON de Capivari/SP, está prestes a lançar seu novo álbum através do selo HEAVY METAL ROCK RECORDS.
Sob o título de ‘Endless Potential Of a Renegade Vanguard’, o trabalho, quinto full da carreira, foi masterizado na Absolute Master e conta com arte do renomado artista Alcides Burn.
‘Endless Potential Of a Renegade Vanguard’ está disponível para compra diretamente com a HEAVY METAL ROCK, com a banda, nas melhores lojas especializadas. Confira o link:
https://hmrock.com.br/produto/queiron-endless-potential-of-a-renegade-vanguard/
Um lyric video para a faixa ‘Denial Upon The Heavenly Scorn’ foi disponibilizado:
https://www.facebook.com/queiron/videos/332434240856904/?t=0
Formado em 1994 o QUEIRON tem entre seus principais lançamentos os álbuns ‘Impious Domination’ (2001), ‘Templars Beholding Failures’ (2004 ), ‘The Shepherd Of Tophet’ (2008) e Sodomiticvm Per Conclave (2012), além de shows ao lado de nomes como Cannibal Corpse, Belphegor, Obituary, Hate Eternal, Master, Dark Funeral e Marduk.
Links Relacionados:
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Fonte: Metal Media