Um dos maiores nomes do hardcore na atualidade, o HATEBREED planeja lançar seu próximo álbum em maio. O sucessor de The Concrete Confessional, de 2016, está sendo produzido por Chris “Zeuss” Harris, que já trabalhou com ROB ZOMBIE e QUEENSRŸCHE, entre muitos outros.
A notícia do lançamento do álbum HATEBREED foi revelada no Twitter pelo vocalista Jamey Jasta, que também confirmou que planeja lançar um novo álbum de seu projeto JASTA em dezembro de 2020.
Em outubro do ano passado o baterista do HATEBREED, Matt Byrne, disse ao “Midwest Beatdown” que a banda está se preparando para começar a escrever material para o sucessor do álbum The Concrete Confessional, de 2016. “Estávamos falando sobre trabalhar em algumas coisas novas no próximo ano – 2019”, disse ele. “The Concrete Confessional saiu em 2016, nós fizemos muitas turnês para divulga-lo internacionalmente. Nós estivemos em todos os lugares – como costumamos fazer. Nós não paramos; nós seguimos adiante, mais e mais. Então, sim, está quase na hora de voltar a um estúdio e começar a jogar algumas ideias”.
The Concrete Confessional foi produzido e masterizado pelo colaborador de longa data do HATEBREED, Chris “Zeuss” Harris (ROB ZOMBIE, SUICIDE SILENCE, WHITECHAPEL) e mixado por Josh Wilbur (LAMB OF GOD, MEGADETH). A arte de capa foi criada por Marcelo Vasco (SLAYER).
Em uma entrevista de 2016 com o ‘Phoenix New Times’, o frontman do HATEBREED, Jamey Jasta, disse que não há nada no caminho musical da banda que o surpreenda. “Nós viemos de uma cena em que quando uma banda explode no primeiro álbum, eles seguem esse estilo”, disse ele. “Eu não sei o que tem no punk e hardcore, mas eles querem as coisas que foram lançadas 20 anos atrás. Mesmo os garotos mais novos que entram no estilo querem o material antigo. É provavelmente por isso que somos uma banda polarizada, porque nós temos hits em todos os álbuns: praticamente com todos os álbuns nós destruímos as limitações e as probabilidades contra nós, e isso não acontece muito. Você vê a pressão dos selos ou de coisas externas, as lutas internas e as mudanças de formação destruindo as bandas. Sempre fomos capazes de sobreviver e, por qualquer motivo, isso nos torna uma banda polarizadora”.
Desde que nasceu em 2012 no Rio de Janeiro a banda LYRIA vem mantendo o seu nome em constante crescimento. Os motivos para essa contínua ascensão vêm de uma mistura de elementos, que vão desde a vontade férrea da vocalista e fundadora Aline Happ até o forte caráter musical apresentado pelo grupo, tudo sempre ‘temperado’ com boas ideias, como é o caso do show especial de Natal – mais um dos shows online que eles vêm fazendo desde 2015, e que acontecerá neste domingo, 22 de dezembro. Com dois discos lançados – Catharsis (2014) e Immersion (2018) – conversamos com Aline para conhecer a sua jornada pessoal na música e a sua opinião sobre diversos assuntos.
Aline, você ainda recorda como e quando foi o seu primeiro contato com a música pesada?
Aline Happ: Olá, pessoal da ROADIE CREW! Sim, meus pais sempre gostaram de rock, entre outros estilos que escuto. Então, desde pequena eu ouvia e via vídeos de rock. Quando gostava muito de uma música, ficava colocando ela no ‘repeat’. Quando era criança, cheguei a levar CDs para passear no carrinho de boneca (risos), como SCORPIONS, SIMPLE RED e THE ROLLING STONES. Por volta dos 11 anos o contato com músicas mais pesadas foi maior.
2) Como foi a sua evolução como fã de música?
Aline: Sempre fui muito ligada à música. Gostava muito das músicas da Disney entre outros desenhos, além das que meus pais ouviam (rock, música celta, etc.). Quando criança eu ouvia de tudo desde Espírito Cigano até Mozart. Aos 11 anos comecei a ouvir LINKIN PARK e outras bandas do estilo que conheci porque passavam em canais de música como MTV e Multishow. Aos 13, descobri o EVANESCENCE quando ainda estava começando a fazer sucesso aqui no Brasil, e minha mãe descobriu o NIGHTWISH numa loja, pois gostou da capa do CD (Century Child), e colocamos naquelas maquininhas que tocavam 30 segundos de música, foi paixão à primeira vista e ouvida (risos). A partir daí fomos descobrindo mais e mais bandas de metal.
Aline Happ
3) Naqueles seus primeiros dias como fã, você percebia alguma diferença entre o mundo masculino e o mundo feminino no heavy metal?
Aline: Na verdade não me atentava muito a isso na época. E logo que comecei a ser mais fã do estilo fui rapidamente atraída também por bandas femininas de metal que começaram a fazer bastante sucesso. Mas claro, tem mais homens do que mulheres no metal no geral.
4) O que levou você a decidir seguir carreira como vocalista? Você lembra quando sentiu essa vontade pela primeira vez, e como foi a sensação?
Aline: Acho que pela minha forte ligação com a música. A minha primeira influência foi A Baleia Cantora, que cantava Ópera e me fez querer cantar como ela (risos), assim como as princesas da Disney. Comecei a fazer aulas de canto com 11 anos, mas foi logo depois de ouvir EVANESCENCE que eu pensei “Que irado, vou ter uma banda assim!”. Então fui me aprofundando no estudo e conhecendo cada vez mais e mais bandas e passei a ir a bastantes shows também.
5) Quais são as suas grandes influências no mundo da música, e como desenvolveu o seu próprio estilo a partir dessas influências?
Aline: São muitas e de diferentes estilos dentro e fora do metal. Para citar algumas: EVANESCENCE, NIGHTWISH, EPICA, LACUNA COIL, LINKIN PARK, DISTURBED, METALLICA, música celta, pop, eurodance, etc. Acho que eu peguei um pouco de cada, e fui entendo o que eu gostava mais em cada, e o que funcionava para mim.
Lyria – Catharsis (2014)
6) Trabalhar com música pesada fez você mudar o olhar que tinha sobre a participação da mulher no cenário?
Aline: Eu tenho grandes influências de bandas com vocal feminino então sempre achei bem natural a presença de mulheres no metal, mesmo que os homens sejam maioria. Acho que nunca tive grandes problemas nesse sentido. Ao meu ver, o preconceito no metal está mais relacionado ao estilo de música do que ao gênero do músico, pois ainda existem muitas divergências por uns acharem que um é leve demais ou pesado demais, etc.
7) Na sua opinião, o que a mulher agrega à música pesada, existe algo de tipicamente feminino na arte de bandas lideradas por mulheres ou de bandas completamente formadas por mulheres?
Aline: Homens e mulheres têm suas particularidades, mas ambos podem ser excelentes músicos. Acho que a questão mais importante de ter mais mulheres em bandas é que elas se tornam modelos para outras mulheres, o que ajuda a trazer mais fãs mulheres para o cenário também, pois pode haver uma maior identificação. No meu estilo de música particularmente, eu acredito que a voz feminina pode fazer um contraponto interessante com o peso do instrumental.
8) Embora a participação das mulheres tenha se tornado cada vez mais forte e notória com o passar dos anos, você sente que está existindo uma maior abertura, as pessoas estão mais abertas para a presença da mulher no mundo da música pesada?
Aline: Acredito que sim. As mulheres sempre fizeram parte do mundo da música, mas dentro da música pesada o processo talvez tenha sido um pouco mais lento. Agora, com tantas mulheres talentosas nos palcos (e também nos bastidores), as pessoas conseguem entender melhor que é mais do que normal a presença feminina na música pesada.
Lyria – Immersion (2018)
9) Qual é a sua mensagem para as garotas que estão lendo essa entrevista e pensando em seguir carreira em uma banda de heavy metal? É tão difícil quanto ouvimos falar? Compensa? O que a sua jornada com o LYRIA pode mostrar para aqueles que planejam começar a trilhar esse caminho?
Aline: Sim, é extremamente difícil! E digo isso tanto para as garotas, quanto para os garotos que estão lendo (risos). Seguir carreira como músico no Brasil é um caminho bem complicado, ainda mais no heavy metal que não é um dos gêneros mais midiáticos e sofre um grande preconceito do público, pois as pessoas muitas vezes não sabem bem o que é e associam a “barulho”. Mas se é isto que você gosta, se isto realmente é o que você quer, então eu digo “siga em frente, corra atrás dos seus sonhos”. Se você realmente se dedicar, estudar não só o seu instrumento mas também o mercado, se der tudo de si, e fizer o seu trabalho com amor, você pode realmente ir longe. Não há palavras para descrever as mensagens e o carinho que recebemos dos fãs ou quando subimos ao palco e sentimos aquela energia do público cantando nossas músicas.
10) Para encerrar, fale nos um pouco sobre o show especial de Natal da Lyria. Obrigado pela entrevista.
Aline: Obrigada, pela entrevista, foi um prazer. Temos feito nossos shows online desde 2015 quando percebemos que não seria possível estar em todos os lugares, e que nossos fãs ao redor do mundo sempre estavam à procura dos nossos shows. Então essa foi uma solução para preencher essa lacuna. Agora chegamos ao último show de 2019, que será nosso show online de Natal, diretamente do nosso estúdio. Para este show em particular, as pessoas pagam o quanto desejarem pelo ingresso, uma espécie de doação, e no dia do show elas recebem um link secreto para assisti-lo ao vivo ou quando desejarem, pois ele fica gravado. Mesmo que distante, há também uma interação com o público, pois nós lemos comentários e conversamos com os fãs durante o show, é algo bem legal e interessante, pois tem gente em fuso-horários completamente diferentes, então tem uns que estão acordando para ver o show, outros estão de madrugada e por aí vai. O show será no dia 22 de dezembro, a partir das 17 horas. Quem quiser participar, basta entrar em www.lyriaband.com/donations. Qualquer dúvida é só mandar mensagem por Facebook, Instagram, etc. Vejo vocês na estrada!
O novo álbum do SEPULTURA, Quadra, será lançado em 7 de fevereiro de 2020, via Nuclear Blast Recods. Abaixo você confere mais uma das músicas do novo álbum, Last Time.
Na semana passada a banda lançou um trailer discutindo os temas do álbum Quadra. O guitarrista Andreas Kisser explica o título do disco: “Encontrei este livro ‘Quadrivium’. ‘Quadrivium’ é um livro que fala sobre as quatro artes liberais que são cosmologia, música, geometria e matemática. No ‘Quadrivium’, elas têm a definição de cada número e suas combinações. E o número quatro, de acordo com o ‘Quadrivium’, é o número de manifestação em que tudo acontece.”
A capa de Quadra foi criada por Christiano Menezes da Darkside Books. Girando em torno do significado do número 4, o conceito é muito mais profundo, como Kisser explica. “Quadra, entre outros significados, é a palavra em português para ‘quadra esportiva’ que, por definição, é uma área limitada de terra, com demarcações regulatórias, onde, de acordo com um conjunto de regras, o jogo ocorre”, diz ele.
“Todos nós viemos de diferentes Quadras. Os países, todas as nações com suas fronteiras e tradições; cultura, religiões, leis, educação e um conjunto de regras onde a vida acontece. Nossas personalidades, o que acreditamos, como vivemos, como construímos sociedades e relacionamentos, tudo depende desse conjunto de regras com as quais crescemos: conceitos de criação, deuses, morte e ética.
“Dinheiro, somos escravizados por esse conceito”, continua ele. “Quem é pobre e quem é rico, é assim que medimos pessoas e bens materiais. Independentemente da sua Quadra, você precisa de dinheiro para sobreviver, a regra principal para jogar esse jogo chamado vida. Daí a moeda.
“A moeda é forjada com a caveira do senador, que representa o conjunto de regras e leis pelas quais vivemos; o mapa do mundo delimitando as fronteiras de todas as nações, linhas imaginárias separando as pessoas por conceitos de raça e de sagrado”.
Quadra foi gravado na Suécia e tem a produção de Jens Bogren, o mesmo do disco Machine Messiah, lançado em 2017. “Trabalhar com Bogren é sensacional. Foi fundamental. O produtor sempre é o quinto elemento da banda dentro do estúdio. Energia 100% dentro do disco. Ele expandiu a ideia de corais, de coisas de cordas”, comenta Kisser.
Quadra foi inspirado no Machine Messiah, um disco diferente na história do Sepultura, com elementos inusitados. “Com o Quadra estamos explorando as novas possibilidades que o Machine Messiah trouxe. O lado A é mais tradicional, trash metal; o B é mais percussivo, com ritmos brasileiros; O C vai um pouco mais além com o violão, mais instrumental como característica geral. É ir um pouco mais além; e o D é aquela coisa mais ‘groovada’, lenta, com melodia. Traz a participação da Emmily Barreto, do Far From Alaska. O vocal feminino casou muito bem com a voz do Derrick. O Quadra é uma consequência do crescimento do Sepultura”, diz.
O Sepultura trabalha a nova turnê prevista para março ou abril nos EUA. A participação da banda já está confirmada em alguns festivais de verão europeus e programa uma turnê na Europa, no final do ano, além de América do Sul e outros locais. Para Kisser, será uma turnê histórica, levando em consideração o momento em que a banda se encontra.
Após o lançamento de “Surrounded By Decay”, o AXECUTER obteve um 2019 extremamente positivo, com uma ótima turnê de divulgação e grandes shows.
Para encerrar este ano com chave de ouro, a banda se prepara para sua última apresentação que acontece nesta sexta feira (20/12) em Curitiba/PR, onde estarão ao lado de Aqueronte, Death Chaos e o lendário Genocídio, confira o cartaz completo:
O AXECUTER definitivamente não para e já abre de forma oficial sua agenda de shows para 2020 com 4 datas confirmadas, sendo duas no Paraná e duas em Minas Gerais, confira:
Em sua página oficial no Facebook, a banda holandesa de death metal SINISTER anunciou oficialmente a data de lançamento de seu novo álbum de estúdio, intitulado Deformation Of The Holy Realm. O novo álbum dos gigantes holandeses será lançado em 22 de março de 2020, via Massacre Records.
Deformation Of The Holy Realm, o décimo segundo disco completo de inéditas de um dos pioneiros da cena de seu país, e um dos grandes pilares do Death Metal mundial conta novamente com a arte de capa do artista russo Alex Tartsus, que já trabalhou com os holandeses em Dark Memorials, disco de covers lançado em 2015, e no mais recente esforço de estúdio, Syncretism.
O SINISTER descreveu na época Syncretism como “uma nova história de sacrilégio. O SINISTER está aqui para apoiar a amálgama das religiões e rituais obscuros. Os riffs matadores, a bateria socada e dimensões extras fornecem esta atmosfera escura! Esperem por este majestoso lançamento e convençam-se – isto é sincretismo! Aqui é Death Metal!”
Além do lançamento do novo álbum, o SINISTER anunciou em 14 de dezembro a saída do guitarrista Dennis Hartog, já substituído por Walter Tjwa. A banda comentou a decisão:
“Recentemente, Dennis e o SINISTER se separaram devido a diferenças de ambições e motivação. Por isso, gostaríamos de apresentar nosso novo triturador de guitarra, Sr. Walter Tjwa!! Walter tem muita experiência e grandes habilidades, portanto, em 2020, podemos continuar explorando o mundo com força total!!”
O SINISTER foi formado em 1988, e estreou oficialmente em 1992, com o clássico Cross The Styx, hoje um dos registros mais cultuados da velha escola do death metal.
A banda LUCIFER, lançará seu terceiro álbum completo de estúdio, Lucifer III, em março de 2020, via Century Media. A notícia foi dada pela vocalista Johanna Sadonis em sua página no Facebook, através da nota:
“Estamos entusiasmados em revelar para vocês a capa e a tracklist do nosso novo álbum LUCIFER III, que será lançado em 20 de março de 2020 pela Century Media Records em todo o mundo, e pela Trooper Entertainment no Japão. A arte foi pintada à mão pelo mestre dos cartazes de horror, Graham Humphreys.”
O segundo álbum de estúdio da banda, Lucifer II, foi lançado em 6 de julho do ano passado pela Century Media Records.
Além de uma nova gravadora, a continuação de Lucifer I, de 2015, também marcou o primeiro lançamento da nova encarnação do LUCIFER, agora composta pela vocalista Johanna Sadonis, o guitarrista Robin Tidebrink e o multi-instrumentista Nicke Andersson, que toca bateria e também assumiu o baixo e a guitarra nas gravações de Lucifer II. A formação ao vivo da banda também conta com Martin Nordin (DEAD LORD) na guitarra, além do baixista Alexander Mayr.
Lúcifer II foi gravado no Honk Palace em Estocolmo. Foi mixado por Ola Ersfjord (DEAD LORD, TRIBULATION, PRIMORDIAL) no Cuervo Recording Service em Madri.
Originalmente, o LUCIFER foi formado em Berlim (ALE) em 2014, com Sadonis atuando ao lado de membros de CATHEDRAL, ANGEL WITCH e LADYTRON. O primeiro single de sete polegadas, Anubis, e o álbum de estreia, Lucifer I, foram lançados pela gravadora britânica Rise Above Records, estabelecendo rapidamente o grupo como um novo nome promissor na crescente cena que busca revitalizar o excelente hard rock dos anos 70, com uma boa dose de proto metal e doom adicionado à mistura. Citando BLACK SABBATH, DEEP PURPLE, BLUE ÖYSTER CULT, LUCIFER’S FRIEND, STEPPENWOLF, HEART e FLEETWOOD MAC como inspiração, a banda LUCIFER corrompeu as almas de muitos, e alcançou reconhecimento internacional em turnês pela Europa, EUA, Canadá e Japão.
Tracklist:
Ghosts
II. Midnight Phantom
III. Leather Demon
IV. Lucifer
V. Pacific Blues
VI. Coffin Fever
VII. Flanked By Snakes
VIII. Stay Astray
IX. Cemetery Eyes
Doze faixas inéditas compõem o novo álbum da paulista de Thrash Metal, Metalizer. Intitulado “The Pact”, o trabalho foi lançado digitalmente em parceria com o selo Roadie Metal.
O novo trabalho traz todas as características da banda intactas, com o processo evolutivo natural, consolidando a sua sonoridade de vez. O álbum marca a estreia do guitarrista Edson Ruy (também da banda Rethurno), no entanto este é o primeiro trabalho da Metalizer com duas guitarras, abrindo possibilidades para músicas mais trabalhadas.
A faixa título de “The Pact” foi baseada no livro “O Retrato de Dorian Gray”, de Oscar Wilde, enquanto a capa foi produzida por Bebeto Daroz. O novo álbum foi lançado em formato digital e a banda procura parcerias para lança-lo fisicamente. Vale destacar que os outros dois álbuns da banda, “The Thrashing Force” de 2013 e “Your Nightmare” de 2015, também estão disponíveis nas plataformas digitais.
O power trio FURIA ROCKPAULERA, formado por Bruno Ramos Vaz (vocal e guitarra), Duda Barcelos (baixo) e Fabrício Ruivo (bateria) acaba de completar 20 anos de estrada e para comemorar disponibilizaram o single “Furia RockPaulera”, que traduz fielmente o que o grupo de Santa Maria/RS tem apresentado nestas duas décadas de autêntico “rock paulera”. Segundo o baterista Fabrício Ruivo, “O que visualizamos atualmente é uma evolução e um amadurecimento de ideias e, principalmente, de estilo, que aqui no sul não se vê muito. O pessoal do Metal nos acha Hardcore, e o pessoal do Hardcore nos acha Metal. Mas, seguimos tocando aquilo que curtimos e cantando em português, o que no meio Metal também é polêmico”.
A FURIA ROCKPAULERA, inicialmente chamada somente Furia, foi formada na cidade de Santa Maria/RS no final de 1999. Com a necessidade de transmitir sua mensagem de forma mais direta trocou suas letras, originalmente cantadas em inglês pelo português. Em suas músicas cheias de críticas e contestações o tom de protesto é evidente, abordando temas essencialmente do nosso cotidiano e que repercutem diretamente na sociedade. Segundo o baterista, “não nos apegamos a essas “diferenças” e seguimos fazendo nosso trampo e abrindo caminhos. A Furia “sempre” deu um jeito de seguir em frente diante a troca de formação e a problemas pessoas dos integrantes.”.
Ao longo de sua trajetória a FURIA ROCKPAULERA registrou vários trabalhos que caracterizam muito bem cada fase da banda, culminando com o lançamento do primeiro álbum no ano de 2018, intitulado “Não Deixe a Raiva Destruir seu Dia”. “Acho que todas as experiências que passamos até agora, até o lançamento do CD, acabou influenciado na formação do nosso som atual, toda a experiência que acumulamos somado a nossa visão de mundo e temperado pelo contexto atual que vivemos… Está tudo inserido no nosso som! Nunca fomos uma banda com ambição de ser grande, mas sempre acreditamos no nosso trabalho e por isso seguimos firmes e fortes na luta… Rockpaulera cabuloso na força bruta!”.
Distantes cerca de 300 km da capital gaúcha, o trio de Santa Maria nunca se deixou abalar pelas dificuldades do underground, e chegou a manter um festival próprio, além de outros projetos, mesmo remando contra as adversidades: “Chegamos a manter por cinco edições o RockPaulera Fest que foi uma saída de nos integrarmos mais ao cenário underground do RS… Por sermos do interior abrimos espaço para várias bandas tanto daqui como de fora, sempre agregando estilos bem como a Furia é… uma mistura. Foi ai que firmamos muitos parceiros e conhecemos bandas ótimas”.
É notório que a banda mineira WHITE DRAGON PROJECT tem conseguido seu espaço dentre as bandas que estão apresentando trabalho autoral em 2019, e entre shows e participações em duas coletâneas – uma nacional e outra internacional – a banda vem mostrando que estão muito animados e se mostram firmes para iniciar os trabalhos em 2020. O vocalista Leo Rodrigues comenta que a banda já está trabalhando em várias frentes, tanto na preparação de novos formatos de shows, quanto na preparação de uma pré-produção de um novo material: “Estamos empolgados para esse ano de 2020, pois o primeiro passo já foi dado, saímos do zero, agora é continuar trabalhando firme para continuarmos nesse fluxo ascendente que a banda se encontra”.
A WHITE DRAGON PROJECT se prepara para que em 2020 possa se dedicar em uma agenda de shows mais sólida na divulgação do debut “Prepare for the Changes” e mostrar toda a força que a banda tem ao vivo, como conta o vocalista: “Iremos trabalhar intensamente nesse primeiro trimestre, para que o Dragão voe cada vez mais alto, onde nosso foco é estar no circuito de shows e fixar nossa bandeira dentre as bandas emergentes. A banda irá fechar o ano com dois shows na cidade mineira de Cataguases, fechando assim 2019 com chave de ouro”.
Nesta reta final de dezembro o WHITE DRAGON PROJECT tocará em sua terra natal no próximo sábado, dia 21/12, na quarta edição do festival beneficente de natal Rock Bell, que tem como intuito a arrecadação de roupas, brinquedos e alimentos. O evento será realizado no Bistrô da Serra a partir das 14h, onde tocarão ainda Backland, Fecal, Heresia e Fortunate Son. Já no dia 28/12, também num sábado, será a vez de participar do festival Eletro Rock, na Rua Minas Gerais 103 – Carijós, com o início dos shows marcado para as 15h.
O vocalista OZZY OSBOURNE lançou hoje o vídeo oficial para Under The Graveyard. Esta música foi apresentada no mês passado como primeiro single do próximo álbum de Ozzy, Ordinary Man, que será lançado via Epic Records no início de 2020.
“Este álbum foi um presente do meu poder superior – é uma prova para mim que você nunca deve desistir”, disse Ozzy.
Gravado em Los Angeles, o álbum apresenta o produtor Andrew Watt nas guitarras, Duff McKagan (GUNS N’ROSES) no baixo e Chad Smith (RED HOT CHILI PEPPERS) na bateria.
Em entrevista recente ao ‘The Sun’, Ozzy disse que ter participado do novo álbum do rapper Post Malone, após uma longa batalha para se recuperar de um quadro de pneumonia que o deixou em terapia intensiva no início deste ano, deu-lhe um novo sopro de vida.
“Eu nunca tinha ouvido falar desse garoto. Ele queria que eu cantasse na música Take What You Want, então eu fiz, e uma coisa levou a outra. Eu comecei a gravar um novo álbum com o produtor de Post Malone, Andrew Watt. São apenas nove faixas, mas foi um catalisador para me levar onde estou hoje.
“Se não fosse para fazer este disco, eu ainda estaria em tração, pensando ‘vou ficar aqui para sempre.’ Eu sinto muita falta de música. Meus fãs são muito leais e tão bons. Até o lançamento do álbum, eu pensei que estava morrendo. Mas isso me tirou do sério”.
Há um ano, Osbourne disse ao ‘Boston Herald’ que esperava voltar ao estúdio depois de concluir sua turnê de despedida, a No More Tours 2: “Eu tenho um monte de músicas escritas, tenho muitas ideias e realmente quero fazer um novo álbum, mas sobre quando e como ele se juntará, eu realmente não sei”, disse ele.