Categoria: Roadie News

  • Confira “The Reckoning”, nova música do WITHIN TEMPTATION

    Confira “The Reckoning”, nova música do WITHIN TEMPTATION

    A banda holandesa WITHIN TEMPTATION lançou o vídeo oficial de The Reckoning, o primeiro single de seu próximo álbum de estúdio, Resist. A faixa apresenta uma participação especial do vocalista do PAPA ROACH, Jacoby Shaddix.

    “Ele é muito divertido!”, disse a vocalista Sharon Den Adel sobre o Shaddix para a Metal Hammer. “Ele é divertido de se estar por perto. Depois que ele gravou sua parte, ficou tipo ‘vocês são tão bons – vocês estão aí há 20 anos, e com essa música, você estarão aí por ainda outros 20”.

    Resist será lançado em 14 de dezembro. É o primeiro lançamento da banda pela Spinefarm Records, selo especializado em hard rock da Universal Music Group.

    Resist também contará com Anders Fridén, do IN FLAMES, e Jasper Steverlinck, do ARID, como convidados especiais nos vocais.

    Resist marca uma partida do passado do WITHIN TEMPTATION. O disco conta com 10 faixas que potencialmente podem se tornar hinos, impulsionadas por grandes melodias e ganchos obscuros. Traz uma visão futurista do metal para o jogo – tanto instrumental como tematicamente.

    Resist é um verdadeiro marco para nós. Se não fosse por Resist, o WITHIN TEMPTATION não estaria mais aqui”, declarou a banda.

    “Com este disco, nós nos inspiramos na música moderna e demos para ela uma nova cara – uma cara muito obscura”, disse Sharon. “Às vezes, parece que a música pop de hoje não tem um lado rebelde. Nosso objetivo principal era coletar partes de sons que gostávamos e torná-las ásperas, resultando em um mundo musical surpreendentemente novo que é mais pesado, mais sujo e mais futurista do que nós já criamos antes. Resist é a nossa visão do metal de uma nova maneira: dar à música moderna um lado rebelde”.

    O projeto solo pop de Sharon Den Adel, o MY INDIGO, lançou seu álbum de estreia auto-intitulado em abril.

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  • DESTRUCTION: 18 de setembro de 2018, Rio de Janeiro/RJ

    DESTRUCTION: 18 de setembro de 2018, Rio de Janeiro/RJ

    Quando foram anunciadas as primeiras datas no Brasil da Latin Attack 2018, bateu aquele desânimo ao imaginar que o Rio de Janeiro ficaria fora do itinerário, afinal, está cada vez mais difícil fazer shows desse porte por aqui. Por razões que vão da situação geral do estado, um reflexo piorado de como está o país, ao desinteresse do público headbangers, pois há quem deixe passar porque “Ah, eles estiveram no Rock in Rio (2013)” ou “Ah, eu vi na última vez (em 2014)” ou, pior ainda, “Ah, eu vi aquele show no Circo Voador (em 2006)”. Bom, felizmente o Rio se juntou às datas em São Paulo (capital e Limeira), Minas Gerais (Belo Horizonte), Brasília e Amazonas (Manaus).

    Obrigado, produção; parabéns a quem foi; e meus pêsames aos que ficaram em casa porque acreditam que uma vez já está bom. O cenário local de metal agradece ao público razoável que compareceu ao Teatro Odisseia naquela noite de terça-feira. Um público razoável que foi testemunha de um show simplesmente matador. Provavelmente, o melhor em solo carioca do Destruction, que não poupou parafernália no pequeno palco do Teatro Odisseia.

    O pano de fundo estava lá, os painéis laterais também, a iluminação colorida foi uma daquelas raridades na casa, e Marcel “Schmier” Schirmer manteve seus três microfones – um no centro, um à esquerda, um à direita –, e quem já assistiu à banda num espaço maior sabe como é empolgante a performance do baixista e vocalista correndo o tempo todo pelo palco para cantar em cada um deles. Claro, ainda havia a máquina de riffs chamada Mike Sifringer, um dos melhores guitarristas da história do thrash metal, e o experiente novato Randy Black, que foi um espetáculo à parte. E os caras ainda começam o set com “Curse the Gods”! Era o prenúncio de uma noite maravilhosamente nostálgica…

    “Vocês estão prontos para o thrash metal alemão old school?”, perguntou Schmier antes de “Tormentor”, e a resposta dos fãs foi do mesmo nível da atuação arrasadora de Black na canção do primeiro ‘full-length’ do Destruction, o clássico “Infernal Overkill” (1985). E o que aconteceu foi mesmo uma viagem de volta à velha escola germânica, com nada menos que dez das 17 músicas pinçadas dos três primeiros trabalhos do grupo – além de “Infernal Overkill”, o EP “Sentence of Death” (1984) e “Bestial Invasion” (1986). Até fez sentido o fato de as ótimas “Armageddonizer”, de Day of Reckoning (2011), e “Dethroned”, de “Under Attack” (2016), terem tido uma recepção menos calorosa.

    O clima era mesmo o do lançamento de “Thrash Anthems II” (2017) – como o nome entrega, o segundo álbum com regravações de hinos do estilo forjados pelo Destruction –, então nem vale ficar lamentando a ausência de material de “Metal Discharge” (2003), “Inventor of Evil” (2005), “D.E.V.O.L.U.T.I.O.N.” (2008) e “Spiritual Genocide” (2012). De jeito nenhum. Não depois de ver uma pista de dimensões modestas receber uma roda como a que os fãs abriram em “Mad Butcher”. Não depois da roda que começou antes mesmo dos primeiros acordes de “Total Desaster”, porque bastou Schmier anunciar o nome do rolo compressor.

    E, olha só, teve a maravilhosa instrumental “Thrash Attack”; teve “Black Mass” fazendo sua estreia no Brasil; teve “Eternal Ban” com a união entre Brasil e Alemanha, como frisou o baixista e vocalista, e um coro animado dos fãs no antológico refrão; teve Mike e seus riffs mágicos em “Release from Agony”, faixa-título do homônimo disco lançado em 1987, o terceiro ‘full-length’ do Destruction; e teve Schmier lembrando as passagens anteriores, incluindo o Rock in Rio, antes de “Antichrist”. E brincando com um fã depois que jogou para ele uma lata de cerveja. “Você deixou cair no chão? Cara, se você faz isso na Alemanha…”, disse ele, fazendo o gesto de cortar o pescoço antes de jogar outra lata. “Foi a menina que conseguiu pegar. Aprenda com ela.”

    Mas a noite não foi apenas de clássicos nascidos nos anos 80, porque o Destruction soube se reconstruir no mercado depois que Schmier voltou à banda, em 1999. Tocado no primeiro quarto do show, “Nailed to the Cross”, de “The Antichrist” (2001), mostrou mais uma vez ter se tornado um clássico de primeiro escalão: os fãs foram à loucura, e Schmier agradeceu com sinceros “Do caralho!” na boca e sorriso no rosto. De “All Hell Breaks Loose” (2000), “The Butcher Strikes Back”, com sua sonoplastia de serra elétrica no início, fechou de maneira espetacular o set antes de um bis que teve de protocolar apenas a certeza de que aconteceria.

    “Thrash Till Death”, mais uma de “The Antichrist”, iniciou o serviço final antes do único porém para alguns fãs. “Nós sempre gostamos de tocar um punk rock”, disse Schmier antes de “Holiday in Cambodia”, cover do Dead Kennedys que se justifica no repertório não apenas por ter sido incluída como bônus de “Thrash Anthems II”, mas por Black, que se divertiu tanto a ponto de tocá-la quase pulando do banquinho – e, diga-se, o excepcional batera deu à canção um groove completamente novo. “Façam mais um mosh pit como aqueles”, pediu Schmier antes da última da noite, “Bestial Invasion”. E os fãs obedeceram, transformando-se na cereja do bolo de um show absurdo de bom de uma banda que, 36 anos depois, segue dando aula de thrash metal.

  • CLAUSTROFOBIA: “Fulminant” e “Peste” em todas as plataformas de Streaming

    CLAUSTROFOBIA: “Fulminant” e “Peste” em todas as plataformas de Streaming

    Dois álbuns fundamentais na história do Metal brasileiro acabam de ser disponibilizados oficialmente em todas as plataformas de Streaming para consumo livre dos fãs do Claustrofobia. Os registros “Fulminant” (2005) e “Peste” (2011) já se encontram no Spotify, Deezer, ITunes, Google Play, Napster, Tidal, Amazon e várias outras plataformas.

    Fulminant:

    Em 2005 o Claustrofobia recebeu todo o respaldo do público mundial como uma das maiores bandas de Thrash Metalmade in Brasil, o fato se deve ao lançamento do terceiro álbum da carreira “Fulminant”.

    O disco que apresentava letras mais maduras e uma musicalidade ainda mais pesada e rápida, foi uma escolha certa do grupo, que ao invés de recorrer aos recursos modernos da época, onde a maioria dos artistas utilizam “pro tools” na produção de seus registros, o Claustrofobia, juntamente com Ciero da Tribo Studios, optaram por uma gravação 100% analógica. Essa escolha fez com que o disco fosse recebido e distribuído por inúmeras gravadoras nacionais e internacionais, proporcionando a banda sua primeira tour internacional.

    Fulminant conta com a participação especial de Andreas Kisser (Sepultura) e Alex Camargo (Krisiun). Ambos os músicos participaram respectivamente das músicas “Eu Quero é que se Foda” e “Fact”.

    Spotify: https://open.spotify.com/album/0UXTFROPmdulP5CZ8UR8uJ?si=7rmZuaU6SQ69Z7MD1v5M9w

    Tidal: https://tidal.com/br/store/album/95129107

    Deezer: https://www.deezer.com/br/album/72949922

    Apple Music: https://itunes.apple.com/br/album/fulminant/1435991477

    Peste:

    Peste é o quinto álbum de estúdio do Claustrofobia, o registro foi lançado oficialmente em 2011, é considerado um marco na carreira da banda, um dos motivos é por conta de ser o primeiro que possuí todas as letras cantadas em português.

    Outro fator importante que gerou muita notoriedade ao Claustrofobia, foi a mescla de elementos de Samba e Metal na faixa “Nota 6,66”. Algumas faixas do álbum “Peste” são consideradas hinos do Thrash Metal brasileiro e presença obrigatória nos shows da banda, músicas como “Metal Maloka”, “Bastardos do brasil” e “Pino da Granada” são constantemente reverenciadas pelos fãs e apreciadores da música pesada.

    O álbum foi gravado e produzido pelo renomado produtor Ciero da Tribo que trabalha com o Claustrofobia a vários anos.

    Spotify: https://open.spotify.com/album/1mjXZ0kYekch20wSwolg12?si=nWdEggcBS3apbuFlEYF5vA

    Tidal: https://tidal.com/br/store/album/95564367

    Deezer: https://www.deezer.com/br/album/72953322

    Apple Music: https://itunes.apple.com/br/album/peste/1435483315

    Formação:

    Marcus D’Angelo – Vocal/Guitarra

    Rafael Yamada – Baixo

    Caio D’Angelo – Bateria

    Sites relacionados – Claustrofobia:

    Site: https://www.claustrofobia.com.br/

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/claustrofobia/

    Facebook: https://www.facebook.com/claustrofobiaofficial/

    YouTube: https://www.youtube.com/user/metalmaloka

    Instagram: https://www.instagram.com/claustrofobia_official/

    Twitter: https://twitter.com/metalmaloka

  • EYEHATEGOD e SAMSARA BLUES EXPERIMENT comandam Abraxas Fest 2018

    EYEHATEGOD e SAMSARA BLUES EXPERIMENT comandam Abraxas Fest 2018

    Os 5 anos de intensas atividades da Abraxas, tanto como produtora de turnês de bandas nacionais e internacionais, como de selo, com um cast de mais de 50 bandas brasileiras e gringas, serão celebrados em outubro no Abraxas Fest 2018, dias 13 e 14 em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, com respeitadas bandas estrangeiras e nomes em ascensão do cenário musical do país.

    Para o festival, a Abraxas traz pela primeira vez ao Brasil a lendária banda norte-americana de heavy metal Eyehategod, que é referência para todas as bandas do gênero sludge e dona de uma respeitada – e alucinada – carreira de 30 anos, com disco alçados a clássicos da música pesada.

    Os alemães do Samsara Blues Experiment também farão parte desta comemoração, agora em sua segunda visita ao Brasil, um ano depois da concorrida turnê com shows completamente lotados. De volta ao Brasil, o power trio divulga o último disco One With the Universe (que ganhou versão nacional – CD digipack – pela Abraxas Records), em que levaram à exaustão o finíssimo rock progressivo psicodélico.

    Em São Paulo, o Eyehategod e o Samsara Blues Experiment terão a companhia da Noala, sludge/post-metal da capital paulista, mais a clássica banda de doom metal brasiliense Into the Dust, conhecida como ITD. No Rio, os gringos dividem o palco com os paulistanos do avassalador Jupiterian e com os curitibanos do Pantanum e seu stoner doom psicodélico único.

    SERVIÇO Abraxas Fest em São Paulo Evento: www.facebook.com/events/428628674243793 Data: 13 de outubro de 2018 Horário: a partir das 17 horas Bandas: Eyehategod, Samsara Blues Experiment, Noala, ITD Local: Fabrique Club Endereço: Rua Barra Funda 1071 – Barra Funda/SP Ingresso: R$ 120 (primeiro lote antecipado) até a véspera do show, online (com taxa de serviço) Vendas online: https://www.sympla.com.br/abraxasfestsp Venda física (sem taxa de conveniência): Yoga Para Todos (Rua Doutor Cândido Espinheira, 156 – Perdizes) – (11) 94314-7955 Volcom (Rua Augusta, 2490 – apenas em dinheiro) – (11) 3082-0213 Loja 255 na Galeria do Rock – (11) 3361-6951 Ratus Skate Shop (Rua Doná Elisa Fláquer, 286 – Centro, Santo André) – (11) 4990-5163 Na Hora: R$ 140 Censura: 16 anos

    Abraxas Fest no Rio de Janeiro Evento: www.facebook.com/events/1925147550842727 Data: 14 de outubro de 2018 Horário: a partir das 18 horas Bandas: Eyehategod, Samsara Blues Experiment, Pantanum, Jupiterian Local: Cais da Imperatriz Endereço: Rua Sacadura Cabral, 145 – Centro/RJ Ingresso: R$ 100 (primeiro lote antecipado) Venda online: https://www.sympla.com.br/abraxasfestrj Venda física (sem taxa de conveniência): Rocksession (Rua Conde de Bonfim, 80, loja 3 – subsolo – Tijuca) – 3168-4934 Tropicália Discos (Praça Olavo Bilac, 28 – Sala 207 – Centro) – 2224-9215 Hocus Pocus DNA (Rua 19 de fevereiro, 186 – Botafogo) – 3452-3377 Inside Rock (Avenida Amaro Cavalcanti, 157 – Méier) – 3985-8040 Sempre Música Catete (Rua Corrêa Dutra, 99; sobreloja 216 – Catete) – 2265-6910 Na hora: R$ 120 Censura: 16 anos

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  • ESCOLA ALEMÃ: um dos pioneiros do Metal em Goiás retoma as atividades

    ESCOLA ALEMÃ: um dos pioneiros do Metal em Goiás retoma as atividades

    Fundado incialmente no ano de 1986, a Escola Alemã é uma das primeiras bandas a surgir no estado Goiás dentro do estilo Heavy/Thrash Metal. O grupo esteve como um dos percursores entre os anos de 86 e 90, sendo um dos principais fomentadores do estilo e arrebatando uma legião de fãs na época com sua proposta pesada e tradicional.

    Após um hiato que perdurou por mais de 20 anos, a Escola Alemã retoma sua carreira e dá início à uma série de novidades sobre esse retorno tão aguardado por novos e velhos fãs de Metal nacional do centro-oeste brasileiro.

    O primeiro ato acaba de ser revelado, a banda acaba de assinar assessoria de imprensa com a Roadie Metal, que junto aos músicos estará assumindo a responsabilidade de criar e divulgar todo e qualquer conteúdo gerado pela Escola Alemã. O primeiro passo acaba de ser revelado, a assessoria libera aos saudosistas fãs da banda o Canal oficial do grupo no YouTube, o instagram e o press oficial liberado no site da Roadie Metal, confira:

    YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCIOoDl4oZCKejKcmxxW4OYg

    Instagram: https://www.instagram.com/alemaescola/

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/escola-alema/

    Facebook: https://www.facebook.com/bandaescolaalema/

    Escola Alemã tem em sua temática abordar assuntos sobre guerras, em especial a primeira e segunda guerra mundial. Os músicos em breve estarão disponibilizando no YouTube e em todas plataformas de Streaming as primeiras demos da atual fase para os fãs conferirem como está o processo atual de composições e gravações.

    Escola Alemã é formada por:

    Allan Paulino: Vocal

    Carlos D’Boa: Guitarra

    Cláudio Bezerra: Guitarra

    Acir Júnior: Bateria

    Breno Pessoa: Baixo

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  • MAYAN lança vídeo para “Saints Don’t Die”

    MAYAN lança vídeo para “Saints Don’t Die”

    O videoclipe oficial da música Saints Don’t Die do MAYAN – banda com o guitarrista e compositor do EPICA, Mark Jansen, ao lado de Jack Driessen (ex-AFTER FOREVER) e Frank Schiphorst – pode ser visto abaixo. A faixa é tirada do novo álbum do MAYAN, Dhyana, que foi lançado na sexta-feira, 21 de setembro, via Nuclear Blast.

    Jansen declara: “Saints Don’t Die lida com guerras travadas as custas de jovens homens e mulheres, que são enviados para a batalha e sofrem as consequências durante toda a sua vida, enquanto os “santos” permanecem em suas torres de marfim, apenas puxando as cordas”.

    Sobre o álbum, Jansen afirma: “Nós nomeamos o nosso álbum Dhyana após a balada, o que é bastante incomum, mas foi bom e é o principal tema lírico do álbum. Nós escolhemos a música para ser nosso segundo vídeo (depois do ‘lyric video’ The Rhythm Of Freedom), já que ela mostra um lado diferente do MAYAN. Marcela Bovio e Laura Macrì cantam em dueto em espanhol, italiano e inglês!”

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  • CANNIBAL CORPSE e NAPALM DEATH: 14 de setembro de 2018, Rio de Janeiro/RJ

    CANNIBAL CORPSE e NAPALM DEATH: 14 de setembro de 2018, Rio de Janeiro/RJ

    Nem mesmo a chuva que desabou em vários pontos do Rio de Janeiro impediu o Circo Voador de receber um belo público para o início da turnê brasileira de dois pesos-pesados do metal extremo: Cannibal Corpse e Napalm Death, que depois tinham devastações marcadas para mais sete cidades (São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Manaus, Fortaleza e Recife). Tudo bem que era noite de sexta-feira, mas o pé-d’água resolver dar as caras umas duas horas antes de soar a primeira nota – e olha que a Lapa, onde fica o Circo Voador, é um bairro acostumado a deixar pessoas ilhadas em bares, esperando que as ruas alagadas voltem a ser transitáveis. Mas, enfim, o que não falta é bar para matar o tempo.

    Fazendo valer a origem britânica, o Napalm Death começou pontualmente mais uma apresentação que, preciso fazer o registro, serve como argumento para derrubar viúvas desse ou daquele músico que não faz parte da banda. E me refiro a qualquer banda. Sem nenhum integrante da formação original, o quarteto hoje formado por Mark “Barney” Greenway (vocal), Shane Embury (baixo), Danny Herrera (bateria) e John Cooke (guitarra) matou a pau. Tudo bem que os três primeiros são veteranos, mas o último ainda é calouro – Mitch Harris compõe e grava, mas não sai em turnê desde 2014, quando Cooke passou a substituí-lo no palco.

    “Multinational Corporations”, uma das seis faixas extraídas do clássico álbum de estreia, “Scum” (1987), abriu os serviços para mostrar uma coisa: é preciso tirar o chapéu para Barney, e não necessariamente pela forte garganta. Na verdade, pela presença completamente hipnótica. Dá gosto de vê-lo agitando como uma criança, correndo até meio desengonçadamente pelo palco – de longe, parecendo até mesmo John Cleese na meia-idade num quadro do Monty Python para zoar maratonistas. Aliás, fico imaginando quantos quilômetros o vocalista não correu nos 70 minutos de show…

    E Barney estava tão alucinado que quebrou o microfone já na segunda música, “Instinct of Survival”, que contou com Cooke para segurar a onda até um roadie deixar tudo em ordem. “Amor e paz, meus amigos”, foram as primeiras palavras dirigidas ao público, bem inseridas nos pequenos discursos ao longo do set. E os destaques foram vários num repertório de 23 músicos, a ponto de valer citá-los um a um. A começar por “Practice What You Preach”, massacre sonoro que deixou Barney tão elétrico a ponto de ele ficar dando voltinhas no palco antes da canção seguinte.

    Depois, a lembrança da participação do saxofonista John Zorn em “Everyday Pox”, música que a tornou a roda na pista ainda mais absurda, assim como fizeram “Silence is Deafening”; “Call That an Option?” e seu discurso contra as armas nucleares; e “Suffer the Children”, com seu alerta para o mal causado pela religião e suas interferências. Não foi a primeira intervenção política, digamos assim – isso aconteceu com a referência ao fascismo em “Control”, que precedeu os menos de cinco somados de “You Suffer” e “Dead”. “Duas canções muito diferentes”, brincou Barney –, mas a melhor ainda estava por vir.

    Bradando “espírito de fraternidade e solidariedade”, Barney anunciou “Nazi Punks Fuck Off”, do Dead Kennedys. Ao fim da cacetada (e de uma belíssima roda), a resposta do público veio, com o perdão do bom francês, com um coro em homenagem àquele deputado federal fascista, racista, machista, misógino e homofóbico que concorre à Presidência da República: “Pau no cu do Bolsonaro”. “Não estou entendendo nada. Alguém pode traduzir para mim?”, pediu o vocalista, que soube o que os fãs estavam gritando e assinou em baixo: “Ótima sugestão”. E se estava bom demais, “Inside the Torn Apart” foi um desfecho digno de um baita show.

    O intervalo poderia ter durado mais de uma hora que os ânimos continuariam exaltados, no melhor sentido. E os fãs fizeram com que o Cannibal Corpse acompanhasse a arrebatadora apresentação da atração de abertura. Sim, os fãs, porque, convenhamos, os integrantes da banda nova-iorquina não passam do palco a mesma energia para a plateia. Isso é fato, mas há um ponto que pode ser discutido como subjetivo: o sentimento de já-ouvi-isso-antes-e-neste-mesmo-show que permeou a apresentação de 75 minutos de George “Corpsegrinder” Fisher (vocal), Pat O’Brien e Rob Barrett (guitarras), Alex Webster (baixo) e Paul Mazurkiewicz (bateria).

    Mas, ressaltando de outra maneira, os fãs não estavam nem aí para isso. Bastava reparar na roda animal em “Only One Will Die”, que veio na sequência de “Code of the Slashers” e abriu caminho para o riff matador da faixa-título do trabalho mais recente, “Red Before Black” (2017). Três das quatro músicas extraídas do 14º disco de estúdio da banda. As três primeiras do trabalho que, mesmo em ordem trocada, foram tocadas sem sair de cima – e vamos tirar o chapéu, porque o Cannibal Corpse basicamente passou a limpo a sua trajetória, esquecendo apenas os álbuns “Gallery of Suicide” e “Gore Obsessed” (2002).

    E entre as favoritas dos fãs que mais se destacaram, como “Evisceration Plague”, “Kill or Become”, “Devoured By Vermin” e “A Skull Full of Maggots”, era impossível não se impressionar com a estupidez instrumental de Webster e O’Brien, porque é simplesmente absurdo o que esses dois tocam. E quando Corpsegrinder deixava de lado seu gutural assustador e parava de bater cabeça alucinadamente – ou seja, quando resolvia falar com o público –, mostrava um senso de humor, digamos assim, que não combina com um sujeito daquele tamanho.

    “Você tirou da mão dele. Isso é sacanagem”, disse ele antes de “The Wretched Spawn”, pegando outra garrafa d’água e entregando com segurança na mão do fã que havia sido surrupiado. “Se vocês estão interessados em bater cabeça, esta é a música. Tentem me acompanhar. Vocês não vão conseguir, mas podem tentar assim mesmo”, provocou antes “I Cum Blood”, responsável pela roda mais matadora de toda a noite. E não, ninguém conseguiu acompanhar Corpsegrinder. Até mesmo as sete pessoas, incluindo duas meninas, que subiram ao palco na canção seguinte, “Make Them Suffer”, para bater cabeça e foram gentilmente convidadas a voltar para a pista. Gentilmente, mesmo, porque o oitavo fã não teve a mesma sorte, uma vez que o roadie que ficava ao lado da bateria obviamente perdera a paciência.

    “Esta é a última música da noite, mas se vocês agitarem bastante… Bem, ela continuara sendo a última música da noite”, Corpsegrinder deu uma zoada antes de “Call That an Option?”. Os fãs agitaram como se fosse, mas obviamente não era. E eles sabiam disso. Estavam todos esperando uma canção específica, como bem anunciou o vocalista: “Vamos tocar mais uma, e vocês sabem qual. Mas vou dizer assim mesmo”. E “Hammer Smashed Face” fez o Circo Voador estremecer com o coro em alto e bom som dos fãs. Duas bandas e duas horas e 25 minutos de música extrema para uma cidade que merece uma sacudida do mesmo nível.

  • SIRENIA divulga nova música, “Love Like Cyanide”

    SIRENIA divulga nova música, “Love Like Cyanide”

    A banda norueguesa SIRENIA lançará seu novo álbum, Arcane Astral Aeons, no final de outubro pela Napalm Records. O sucessor de Dim Days Of Dolor de 2016 marca o segundo álbum da banda a apresentar a vocalista francesa Emmanuelle Zoldan, que substituiu a cantora espanhola Ailyn Giménez García há dois anos.

    O ‘lyric video’ oficial da música Love Like Cyanide, com a participação de Yannis Papadopoulos do BEAST IN BLACK, pode ser visto abaixo.

    O guitarrista e líder do SIRENIA, Morten Veland, comentou: “Estamos muito satisfeitos em apresentar a arte do nosso novo álbum, Arcane Astral Aeons. Mais uma vez trabalhamos com o designer Gyula Havancsák para criar uma obra de arte que realmente adorne o coração e alma da nossa música.

    “O álbum foi gravado nos estúdios Audio Avenue (Noruega) e Sound Suite Studios (França), enquanto a mixagem e masterização ocorreram em Hansen Studios (Dinamarca) com o engenheiro de mixagem Jacob Hansen.

    “Este álbum é algo único para nós, pois é o primeiro que fizemos junto com nossos fãs; todos que apoiaram nossa campanha de contribuição contribuíram diretamente para o financiamento do álbum e para torná-lo o que acabou sendo”

    “Estamos muito orgulhosos do que alcançamos juntos, e estamos muito ansiosos para compartilhar com vocês, esperando que todos vocês achem isso tão especial quanto nós”.

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  • NASHVILLE PUSSY: Confira o vídeo “She Keeps Me Coming And I Keep Going Back”

    NASHVILLE PUSSY: Confira o vídeo “She Keeps Me Coming And I Keep Going Back”

    O novo vídeo do NASHVILLE PUSSY, She Keeps Me Coming And I Keep Going Back, pode ser visto abaixo. A música é tirada do último álbum da banda, Pleased To Eat You, que foi lançado na sexta-feira, 21 de setembro, via earMUSIC.

    Lemmy (MOTÖRHEAD) pessoalmente abençoou o NASHVILLE PUSSY chamando-os de “a última grande banda de rock’n’roll da América” – e Lemmy certamente entendia das coisas.

    Formado em 1997, o NASHVILLE PUSSY pregou o seu desleixado evangelho ao longo das duas últimas décadas ao lado do MOTÖRHEAD em todos os fronts do rock, da Ásia para a Europa e vice-versa.

    Criado com uma dieta rígida, a base de pilhas de amplificadores Marshall, guitarras Gibson, garrafas de Jack Daniels e erva, o NASHVILLE PUSSY é o filho bastardo do ‘boca suja, e demente caipira Blaine Cartwright e a motorista de trator, aluna da escola de modelos nuas e guitarrista prodígio Ruyter Suys. O NASHVILLE PUSSY rapidamente ganhou uma reputação por ser como “um AC/DC com um Angus mulher”, pelos solos de guitarra frenéticos no estilo ‘blues-meets-punk’ e as hilariantes “rimas de berçário da prisão” de Blaine.

    Os deuses do rock sorriram para o NASHVILLE PUSSY na criação do novo álbum de estúdio da banda, Pleased To Eat You. Combinando os talentos do produtor Daniel Rey (RAMONES, WHITE ZOMBIE, RAGING SLAB) e do engenheiro de estúdio David Barrick (BLACK STONE CHERRY, THE KENTUCKY HEADHUNTERS, MARSHALL TUCKER BAND), a banda estava ansiosa por um novo lançamento, e por canções que irão afundar os seus dentes.

    Pleased to Eat You é o sétimo registro de estúdio do NASHVILLE PUSSY.

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  • HARDCORE SUPERSTAR divulga o vídeo de “You Can’t Kill My Rock N’ Roll”

    HARDCORE SUPERSTAR divulga o vídeo de “You Can’t Kill My Rock N’ Roll”

    A banda sueca de hard rock HARDCORE SUPERSTAR lançou um videoclipe para a faixa título do seu novo álbum de estúdio, You Can’t Kill My Rock N’ Roll. O clipe foi mais uma vez filmado e editado por Max Ljungberg.

    You Can’t Kill My Rock ‘N’ Roll, será o décimo primeiro álbum da carreira dos suecos, e será lançado no final do ano pela Gain Music Entertainment.

    You Can’t Kill My Rock N’ Roll chega para dar sequência a lista de grandes singles presentes em You Can’t Kill My Rock N’ Roll, que já dispõe das faixas Baboon, Have Mercy on Me, Bring The House Down, Electric Rider e AD/HD.

    Electric Rider é descrita em um comunicado de imprensa como “três minutos e 40 segundos do clássico som do HARDCORE SUPERSTAR, envolto em um contagiante ‘doce groove satânico’ que garantem à banda seu terceiro ‘radio hit’ em sequência”

    O HARDCORE SUPERSTAR estreou Electric Rider ao vivo em seu show recente em Norrköping, e em poucos minutos, filmagens de fãs foram enviadas ao YouTube e para vários fóruns onde receberam aplausos arrebatadores, confirmando que esta é uma escolha natural para um single.

    O novo single une-se ao atual setlist na turnê mundial do HARDCORE SUPERSTAR, que inclui várias datas com os compatriotas do MUSTASCH na Suécia, antes de seguirem adiante para a Finlândia, Espanha, Itália e Austrália, tudo isso após o dia de abertura do prestigiado Sweden Rock Festival, em junho.

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