Categoria: Roadie News

  • INNER CALL – confira entrevista exclusiva concedida ao site da Roadiecrew

    INNER CALL – confira entrevista exclusiva concedida ao site da Roadiecrew

    A banda baiana de Heavy Metal Tradicional INNER CALL após ter seu EP “Elementals” elogiado efusivamente pelo redator Eden Lozano foi convidada pelo mesmo para responder uma longa entrevista, a boa impressão causada fora o fio condutor daquela. Confira parte da impressão redigida pelo Eden a respeito da banda:

    “…o INNER CALL se destaca pela sua personalidade e amor ao que fazem. Definitivamente não é uma banda fabricada para tentar o sucesso a todo custo, essa é uma banda a ser seguida em nossa cena, afinal eles conseguiram uma identidade própria…”

    A entrevista concedida pelo baterista Luiz Omar pode ser vista neste link: https://roadiecrew.com/inner-call-heavy-metal-visceral-feito-para-os-verdadeiros-amantes-do-estilo/

    A crítica ao EP “Elementals” neste outro link: https://roadiecrew.com/inner-call-elementals-90-10/

  • DREAM THEATER: Novo álbum tem “a melhor sonoridade que já tivemos”

    DREAM THEATER: Novo álbum tem “a melhor sonoridade que já tivemos”

    O DREAM THEATER lançará seu 14º álbum de estúdio, Distance Over Time, em 22 de fevereiro de 2019. Distance Over Time mostra uma revigorada criatividade para o DREAM THEATER, ao mesmo tempo que mantém os elementos que atraem seus fãs ao redor do mundo. O álbum também marca o primeiro pela nova gravadora da banda, a InsideOut Music. A arte foi criada por Hugh Syme (RUSH, IRON MAIDEN, STONE SOUR). Distance Over Time foi produzido pelo guitarrista John Petrucci, mixado por Ben Grosse e masterizado por Tom Baker.

    Petrucci declarou: “Quando eu ouço de novo o álbum, posso recordar cada momento do processo de escrita; onde eu estava na sala, o que nos inspirou naquele instante e o significado por trás de cada música. Como produtor, meu objetivo foi tentar criar o disco do DREAM THEATER com a melhor sonoridade que já tivemos, para que os ouvintes possam ser envolvidos pela música. Eu realmente queria que essa gravação refletisse verdadeiramente o espírito, a alegria e a paixão que tivemos ao fazer o álbum e que pudessem sentir um pouco da natureza orgânica, personalidade e energia bruta que a banda capturou enquanto estavamos juntos no estúdio. Para mim, eu acho que realizamos isso, e espero que outras pessoas sintam o mesmo”.

    O DREAM THEATER dará início ao ciclo promocional de Distance Over Time com uma turnê norte-americana de seis semanas que será lançada em San Diego, Califórnia, em 20 de março. O pôster inclui o slogan “Comemorando 20 anos de Scenes From A Memory” uma referência ao aclamado álbum de 1999 do grupo, Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory, que a banda não apresentou ao vivo em sua totalidade em quase duas décadas. Não está claro neste momento se eles pretendem fazê-lo novamente em 2019.

    Para anunciar os detalhes de Distance Over Time, o DREAM THEATER contou com a ajuda de seus fãs para espalhar a notícia sobre o lançamento, e até mesmo para dar a notícia da data de lançamento do álbum, capa e compartilhar a primeira amostra do novo registro. Com este álbum, o DREAM THEATER esperava criar uma experiência de engajamento dos fãs diferente de qualquer outra previamente realizada.

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  • Manifesto Bar recebe suecos do AIR RAID em novembro

    Manifesto Bar recebe suecos do AIR RAID em novembro

    Air Raid, um dos nomes da cena que vem renovando o heavy metal tradicional e ficou conhecida como NWOTHM, estará pela primeira vez no Brasil. O show em São Paulo ocorre no dia 18 de novembro (domingo), a partir das 18h, no Manifesto Bar.

    Criado em 2009 pelos guitarristas Andreas Johansson e Johan Karlsson, o grupo sueco fez sua estreia com o EP “Danger Ahead” (2012), mas começou a atrair a atenção dos fãs de heavy metal tradicional com o álbum “Night of the Axe”, que os levou a tocar no festival alemão “Keep It True” (2013). Na sequência, a banda passou por uma mudança com a entrada do vocalista Arthur W Andersson, que realizou turnês pela Europa e Japão, e estreou no álbum “Point of Impact” (2014). Tudo caminhava bem, mas novamente os suecos foram obrigados a trocar de vocalista.

    Com Fredrik Werner no posto de frontman, o grupo, completado atualmente por Andreas Johansson e Magnus Mil (guitarras), Robin Utbult (baixo) e Vidar Mårtensson (bateria), vem promovendo o terceiro álbum, “Across the Line“, lançado no Brasil pela Kill Again Records. Além de shows na Europa e Japão, agora é a vez de sentir o poder de fogo dos suecos em São Paulo. No repertório, músicas como “Hold the Flame”, “Midnight Burner”, “Aiming for the Sky”, “A Blade in the Dark”, “Night of the Axe” e “Hell and Back”.

    Serviço – Air Raid em São Paulo: Data: 18 de novembro (domingo) Horário: 18h Local: Manifesto Bar Endereço: Rua Iguatemi, 36, Itaim Bibi – São Paulo/SP Ingresso: R$ 40 (pista promocional antecipado) + 1kg de alimento, à venda online pela Ticket Brasil em https://is.gd/ErUkkb Contato: (11) 2574-5256 E-mail: [email protected] Site: www.manifestobar.com.br Veja o clipe de “Hold the Flame” em https://is.gd/QWsfSb Fonte: ASE Press   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • BARRIL DE PÓLVORA lança novo single no 8º aniversário da “Tropa Metal Headbanger Motociclista”

    BARRIL DE PÓLVORA lança novo single no 8º aniversário da “Tropa Metal Headbanger Motociclista”

    Desde o lançamento de seu debut homônimo, a banda Barril De Pólvora vem conquistando vários fãs pelo Brasil –, consequência disso um público em especial se destaca como base desses seguidores, refere-se aos motociclistas que adotaram músicas como “O Som do Trovão” e “Tocando no Inferno” como hinos de suas aventuras pelas autoestradas do país.

    A banda que já se apresentou em festivais como o “Jokers of Destruction” e “Confederados M.C.”, agora participará de mais um motoevento, trata-se do oitavo aniversário da “Tropa Metal Headbanger Motociclista”. O evento que acontecerá no Bar Transilvânia, em Contagem/MG, será totalmente gratuito. O barulho dos motores e o som das guitarras se iniciarão às 11h do dia 10 de novembro. Mais informações no final desta nota.

    O quarteto que resgatou a essência do blues rock à música pesada, dividirá palco com as bandas VultörMartírio e Krushhammer, mas para Flávio Drager (vocal), Emerson Martins(guitarra), Saulo Santos (baixo) e Alexis Bomfim (bateria) o evento terá um gostinho a mais, pois será o dia de lançamento do single “Muito Papel pra Pouca Solução”.

    A canção que faz pesada crítica à burocracia brasileira, e que é um dos destaques do primeiro álbum, será apresentada ao público em geral, em formato lyric video através do Youtube e suas redes sociais. Em agosto, foi liberado um teaser desta produção dirigida por Vinicius de Souza, e um novo “recorte” do vídeo você confere a seguir:

    https://www.youtube.com/watch?v=OUGJToDkyTw

    vídeosingle editado por Kaique Martins irá ao ar na íntegra no dia 16 de novembro. Fique ligado na fan page do grupo (www.facebook.com/bandabarrildepolvora) e em seu canal no Youtube (www.youtube.com/channel/UCmv0bIRNfxo2IyEWywfTsVw).

    Serviço:

    8º Aniversário Tropa Metal Headbanger Motociclista

    Data: 10 de Novembro de 2018, 11h

    Local: Bar Transilvânia (Bar do Brinquedo), Avenida Sete, 278, Bairro Água Branca, Contagem/MG.

    Bandas: Barril De Pólvora, Vultör, Martírio e Krushhammer

    Informações: www.facebook.com/tropametal

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  • THE CROSS – baterista retorna ao line up

    THE CROSS – baterista retorna ao line up

    Conforme fora amplamente divulgado o baterista Louis “Bear”, que gravara o debut álbum “The Cross”, fora afastado da banda por conta de um infarto que sofrera. Após um período de convalescença Louis voltou atuar junto à banda como produtor no processo de gravação das guitarras e baixo no estúdio de sua propriedade, o Den Estúdio.

    Com seu restabelecimento o vocalista Eduardo Slayer o convidou para retomar seu posto, além de tutelar a responsabilidade da gravação da bateria assim como da mixagem e masterização de “Still Falling”. Já o processo de gravação das vozes foi totalmente feito e finalizado no SD Estúdio.

    Seja bem vindo ao seu posto Louis, muito em breve a banda divulgará maiores detalhes sobre este grande lançamento comemorativo dos vinte e cinco anos do lançamento da lendária demo “The Fall” e também seus planos para shows em 2019.

  • MAX & IGGOR CAVALERA – Rio de Janeiro/RJ, 1º de novembro de 2018

    MAX & IGGOR CAVALERA – Rio de Janeiro/RJ, 1º de novembro de 2018

    Alguém anotou a placa? Este era o sentimento do público que compareceu em bom número ao Circo Voador naquela quinta-feira, véspera de feriado. Escorados por Marc Rizzo (guitarra) e Mike Leon (baixo), também integrantes do Soulfly, Max e Iggor Cavalera passaram por cima de todo mundo, sem dó nem piedade, ao revisitar canções de “Beneath the Remains” (1989) e “Arise” (1991). Curiosamente, a união dessas joias lapidadas com o Sepultura resultou numa apresentação bem superior àquela que teve “Roots” (1996) tocado na íntegra, em dezembro de 2016. E para isso contribuiu não apenas o repertório, mas principalmente a energia dos irmãos Cavalera: enquanto o Iggor tocou com pegada e vontade que há muito tempo não se via, Max estava lindamente possuído pela energia que emanava na casa.

    Energia que se fez presente logo de cara. Pudera, como resistir a uma abertura com “Beneath the Remains” e “Inner Self”? A catarse inicial ganhou forma em rodas insanas e nas muitas vozes que, regidas por Max, cantavam os refrãos. Dos clássicos que, principalmente o segundo, até hoje se fazem presentes nos shows dos irmãos ou do Sepultura, mas o mais interessante da noite eram as músicas que raramente (e infelizmente) ganham uma chance fora de turnês específicas. Como esta chamada de Return Beneath Arise. Assim, foi especial reviver “Stronger Than Hate” e seu refrão preciso; cantar “Mass Hypnosis” já no comecinho, sob o ritmo do bumbo; e, mais do que qualquer coisa, bater cabeça com a espetacular “Slaves of Pain”, uma das maiores criações da formação clássica do Sepultura. Que riff e refrão fabulosos!

    “Abre a roda, porra!”, bradou Max antes de “Primitive Future”. E abriu-se a roda, que virou trenzinho na introdução pré-gravada de “Arise” para se transformar, já com a fúria sonora sendo despejada, numa roda de proporções ainda maiores. “Puta que pariu, Rio de Janeiro!”, agradeceu Max, com um sorriso infantil no rosto – sim, de alegria infantil de quem guarda boas e antigas memórias daquele palco: desde 1987, quando o Sepultura saiu do Caverna II para lançar “Schizophrenia” no Circo Voador. Os gritos de “Cavalera! Cavalera!” antecederam a obviamente ovacionada “Dead Embryonic Cells”, mas mostraram mesmo como é bom escutar as duas pérolas que abrem “Arise” sem que elas virem uma única canção. Não cansa nunca.

    “Essa é uma das minhas favoritas”, disse o vocalista e guitarrista ao anunciar “Desperate Cry”, outro clássico extraído do quinto trabalho gravado com o Sepultura. E uma das favoritas dos fãs, também. A rigor, as três principais músicas de “Arise” foram apresentadas em sequência, mas é louvável que o pique não tenha caído com as duas canções que vieram a seguir. Começando por “Altered State”, na qual um alucinado Max agitou como nos velhos tempos diante de uma congregação que obedeceu rapidamente o pedido de “mãos para cima”. E veio “Infected Voices”, “uma porrada só que está lá no finzinho de ‘Arise’, então abre a roda, Hell de Janeiro!”. E abriu-se a roda, mais uma vez, num clima que já não contagiava apenas uma banda afiadíssima no palco – fiel escudeiro de Max, o ótimo Rizzo ganhou uma companhia à altura em Leon, que agitava sem parar. Só que olhos mais atentos percebiam, no canto esquerdo do palco, a matriarca Vania Cavalera vibrando a cada instante. No lado direito, atrás da parede de amplificadores, havia até roadie tocando até ‘air drums’…

    Àquela altura, vários fãs tinham subido no palco para mergulhar de volta na pista, por vontade própria ou com uma mãozinha da equipe técnica. Em “Orgasmatron”, porém, um fã pediu para não ser devolvido involuntariamente, e Max, ao perceber, o puxou para perto, o abraçou e cantou com ele o refrão do clássico do Motörhead que o Sepultura tomou para si há quase 30 anos. Antes do ‘stage diving’, como forma de agradecimento, o fã se ajoelhou aos pés de do guitarrista e vocalista, que ouviu os gritos de “Pula! Pula!”… “Vocês me seguram? Na boa mesmo? Eu tô gordão!”, brincou Max, atacando de frontman apenas com o microfone em mãos: “Lemmy vai ouvir vocês lá de cima ou lá de baixo”. Foi a deixa para uma versão arrebatadora de “Ace of Spades”, e o saudoso Lemmy não apenas ouviu os fãs se esgoelarem. Ele viu Max se jogar na plateia e ser devolvido ao palco depois de um seguro crowd surfing. Antológico.

    “Se vocês querem mais, então têm que gritar!”, e os fãs deram um jeito de encaixar “Cavalera” no tradicional “Olê! Olê! Olê”. Não que tenha sido isso a razão para a banda voltar, mas ajudou a melhorar ainda mais o clima de um bis que não foi nada protocolar. Foi matador. Tão matador que a genial “Troops of Doom” foi uma entrada de luxo. “O bicho vai pegar!”, disse o mestre de cerimônias e entidade do metal nacional. E pegou. Prato principal, “Refuse/Resist” contou com fã cantando sozinho parte da letra, com a permissão de Max, e um ‘wall of death’ lindo de ver. Sobremesa, “Roots Bloody Roots” eletrificou o Circo Voador e fez Max resumir o que estava acontecendo: “Que noite maravilhosa, Rio de Janeiro!”. Dá tempo para um cafezinho? Então toma um rápido medley de “Beneath the Remains” com “Arise” para fechar uma noite memorável. Poucas vezes as lembranças de um passado foram tão presentes e atuais.

    Vale registrar que a festa começou com a apresentação do paulistano Endrah e terminou com o show do carioca Enterro. Formado por Relentless (vocal), Covero (guitarra), Adriano Vilela (baixo) e Henrique Pucci (bateria e aniversariante do dia), o Endrah apresentou seu deathrashcore num show para um público que ainda chegava ao Circo Voador. Com pouca gente no local, a recepção foi fria, mas atenta ao som técnico e cheio de convenções instrumentais – algumas vezes, com informações até demais – do quarteto. Mas os aplausos ao fim foram merecidos, até pela ótima performance de Relentless, que não para quieto um segundo.

    O Enterro deveria ter tocado na sequência, mas o cronograma fez com que o equipamento do grupo começasse a ser desmontado a tempo de os irmãos Cavalera começarem a tocar no horário previsto (22h30). E sabe o mais legal de tudo? Não teve mimimi, treta ou vitimização. “Gostaria que vocês ficassem mais um pouco para ver uma banda que gosto muito, o Enterro. Eles não puderam tocar antes, mas vão fazer o show agora”, disse Max antes de deixar o palco. Muita gente ficou, e Kaffer (baixo e vocal), Doneedah (guitarra) e Cävaal (bateria) – Ozorium (guitarra) não pôde ficar, por isso a banda se apresentou como trio – fizeram uma apresentação pesadíssima para mostrar seu black metal (com death, diga-se) a um público cansado, mas que encontrou forças para agitar.

  • HAVOK 666 – Acaba de ser lançado o lyric video de Praise the Empty Christ

    Estreou essa semana o novo Lyric Video da música Praise the Empty Christ do mais recente álbum Sodomized By Divine Order e que contou com uma super produção da MS Motion Design, confira:

  • HANGAR – 4 de novembro de 2018, Campinas/SP

    HANGAR – 4 de novembro de 2018, Campinas/SP

    Falar das dificuldades de se fazer um show de rock aqui no Brasil seria contar novamente uma piada velha – e sem graça. Se a banda é de heavy metal, então, o negócio fica ainda mais complicado. Então, que tal uma banda de metal fazer uma verdadeira turnê, passando por oito estados e pelo Distrito Federal, totalizando dezoito apresentações em pouco mais de um mês? Soa como um delírio, não é mesmo? Não se estivermos falando do Hangar. O empreendedorismo do batera Aquiles Priester é conhecido por todos e nesse caso não foi diferente. Viajando num microônibus personalizado, Aquiles, Pedro Campos (vocal), Nando Mello (baixo), Cristiano Wortmann (guitarra) e Fábio Laguna (teclado) fizeram a terceira parada dessa tour na noite de domingo, 4 de novembro.

    Diante de um público bom e animadíssimo (dava pra dizer “furioso”), os trabalhos foram abertos pelo power trio Acid Tree. E talvez pela primeira vez em mais de trinta anos de jornalismo musical não vou poder opinar sobre uma banda. A qualidade do som estava tão ruim, mas tão ruim que ficou impossível entender o que estava acontecendo no palco. Pra resumir, durante o curto show do grupo praticamente se ouviu apenas a bateria – a voz aparecia lá no fundo de vez em quando, também dava pra perceber a vibração do baixo, mas a guitarra ninguém sabe, ninguém viu – ou melhor, ninguém ouviu… Lá pro fim do show pareceu que a coisa ia se resolver, mas aí o guitarrista pegou um violão. OK, voltemos à prancheta… Essa vamos ficar devendo.

    Já o Hangar entrou em cena com a qualidade de som e de performance que nos acostumamos a ver na banda. O show foi baseado em seu último disco, Stronger than Ever (2016) – aliás, o mesmo nome da turnê. Nada menos que seis faixas do álbum foram apresentadas no show, começando com a dobradinha Reality Is a Prision e The Revenant.

    Valendo-se de várias introduções pré-gravadas que funcionavam como vinhetas para ligar algumas das músicas, o Hangar, de cara, mostrou quem seria a atração principal da apresentação. Tudo bem, Cristiano Wortmann é daqueles guitarristas técnicos, mas também cheio de feeling e que faz com que as melodias intrincadas que produz pareçam extremamente fáceis de tocar. Fábio Laguna continua sendo o cara que levou o teclado a um outro patamar no heavy nacional, dividindo com maestria bases e solos com Wortmann. Nando Mello é daqueles baixistas que não precisa de um milhão de notas pra mostrar o quanto é bom, além de ter um entrosamento fantástico com seu velho parceiro de cozinha, Aquiles. E este ainda é o melhor baterista do Brasil e um dos melhores do mundo. Além da técnica apuradíssima, toca como se o show fosse o último de sua vida, tal a garra que imprime em cada música. Porém, o destaque do show atende por Pedro Campos. Não à toa, Aquiles apresentou-o como “a voz definitiva” do Hangar. Esbanjando carisma em cena, sorrisão na cara o tempo todo, Pedro mostrou alcance, potência, afinação irrepreensível e uma bela extensão vocal. De fato, é o cara certo pra empunhar o microfone do Hangar.

    Um detalhe bastante interessante do show foi o fato de o grupo incluir no repertório, além do power metal de sempre, várias baladas. E assim pudemos perceber claramente como o Hangar é bom para criar melodias agradáveis. Apresentadas em sequência, Just Like Heaven, Dreaming of Black Waves, Based on a True Story (uma das mais belas composições do metal brasileiro), Time to Forget e Call Me in the Name of Death deram um respiro interessante ao show – mas notem: o fato de serem temas mais lentos não significa que o peso foi deixado de lado, o que torna essas músicas ainda mais interessantes.

    Foram duas horas de apresentação, encerradas com mais um tema mais lento, Haunted by Your Ghosts, e duas porradas do álbum The Reason of Your Conviction (2007), Hastiness e a faixa-título. Depois, sem pressa, a banda ainda atendeu a numerosa galera que lá estava. Como disse Aquiles, “sem meet-and-greet pago, sem mimimi!” Enfim, do jeito que tem que ser.

  • EDU ARDANUY: guitarrista fala sobre tocar com VINNY APPICE

    EDU ARDANUY: guitarrista fala sobre tocar com VINNY APPICE

    O guitarrista Edu Ardanuy (Sinistra, ex-Dr. Sin) falou sobre a experiência03 de se apresentar ao lado do lendário baterista americano Vinny Appice, que se apresentará no próximo dia 15 de novembro (quinta-feira, feriado) no Manifesto Bar, em São Paulo. “É uma honra poder participar dessa turnê com Vinny Appice. O Black Sabbath inventou o heavy metal e os álbuns com Ronnie James Dio são os meus preferidos”, declarou. “E Vinny Appice como batera, acho perfeito! Ele toca super pesado e preciso, o batera que toda banda de heavy metal pediu a Deus. E esse estilo é, basicamente, a referência da minha nova banda, Sinistra”, completou.

    A banda de apoio de Vinny Appice, além de Edu Ardany, contará com Nando Fernandes (vocal, Sinistra, ex-Hangar e Cavalo Vapor) e Fernando Giovannetti(baixo, Armored Dawn, ex-Karma e Aquaria), que apresentarão o clássico “Mob Rules” (1981), do Black Sabbath, na íntegra. Além disso, o repertório também contará com outros grandes clássicos do Black Sabbath e Dio.

    Além de Dio, Black Sabbath e Heaven & Hell, Vinny Appice gravou, entre outros, com Rick Derringer, Axis, World War III, Kill Devil Hill, 3 Legged Dog, Resurrection Kings e Last in Line. Também realiza workshops, clínicas de bateria, e é autor do livro/método “Rock Steady” e do DVD “Hard Rock Drumming Techniques”. “Gosto de tocar com agressividade. Prefiro estar à frente e tentar o limite a ficar em coisas mais seguras. Curto colocar coisas que realmente sinto, incluir apenas aquilo que sai do coração na hora de tocar. Então, a força vem daí”, concluiu o baterista.

    Os ingressos para o evento, que também dão direito a um ‘Meet and Greet’, estão disponíveis em https://ticketbrasil.com.br/show/6449-vinnyappice-saopaulo-sp/ingressos/

    Vinny Appice em São Paulo: Data: 15 de novembro (quinta-feira, feriado) Horário: 18h Local: Manifesto Bar Endereço: Rua Iguatemi, 36, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo/SP Ingressos: R$ 120 (com ‘meet & greet’ incluso) Venda online na Ticket Brasil: https://is.gd/4PuOaF Fone: (11) 3168-9595 | WhatsApp (11) 94747-5883 Cartões: Visa, Mastercard, Elo, American Express e Dinners Débito: Visa Electron, Maestro, Rede Shop Censura: 16 anos Acesso a deficientes / ar condicionado Wi-fi: a casa possui acesso a internet sem fio Serviço de Vallet: R$20,00 E-mail: [email protected] Mais informações: www.manifestobar.com.br Fonte: ASE Press   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • FACES OF DEATH convoca fãs para eleger álbum “From Hell” em votação de melhores de 2018

    FACES OF DEATH convoca fãs para eleger álbum “From Hell” em votação de melhores de 2018

    Com menos de um mês de seu lançamento oficial, o novo disco do Faces Of Death vem chamando a atenção do mundo, “From Hell”, liberado em 10 de outubro de 2018, acaba de ser incluso em uma enquete para votação aberta, no qual irá indicar o melhor disco de Metal lançado na América Latina.

    Organizado pelo site “Headbangers LatinoAmerica”, o Faces Of Death, concorre ao posto de melhor registro fonográfico do ano de 2018, mas para que esse merecido reconhecimento seja oficializado, a banda precisa que os fãs e apreciadores do trabalho do grupo apoie em massa, votando e compartilhando com amigos essa disputa que será acirrada.

    Para votar no Faces Of Death, basta acessar o link abaixo, escolher a capa do álbum que estará envolta a outras várias capas, clicar nela e descer até o fim da tela e selecionar o ícone verde “ENVIAR”. Pronto seu voto será computado para o Faces Of Death.

    Acesse o link abaixo para votar no Faces Of Death:

    https://apps.facebook.com/mis-encuestas/qwjyao?from=page_wall&seed=864

    Caso ainda não tenha conferido o novo álbum “From Hell” do Faces of Death, acesse abaixo o disco pelo Spotify ou Deezer e confira essa verdadeira “patada na fusa”:

    Spotify: https://open.spotify.com/album/1R0wLKg76bBt7MTsaukcgl

    Deezer: https://www.deezer.com/br/album/75164402

    Formação:

    Laurence Miranda – vocais, guitarras Felipe Rodrigues – guitarras Sylvio Miranda – contrabaixo Sidney Ramos – bateria

    Mais informações:

    Facebook: https://www.facebook.com/FacesofDeathBand/

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/faces-of-death

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