Categoria: Roadie News

  • UNEARTH: Confira o vídeo de “One With The Sun”

    UNEARTH: Confira o vídeo de “One With The Sun”

    O vídeo oficial da música One With The Sun, do UNEARTH, pode ser visto abaixo. A faixa é tirada do novo álbum da banda, Extinction(s), que será lançado em 23 de novembro. Para seu sétimo lançamento e estreia com a Century Media, a banda trabalhou com Will Putney (EVERY TIME I DIE, BODY COUNT, GOJIRA, THY ART IS MURDER, SILENT PLANET) na Graphic Nature Studios. Além disso, Adam Dutkiewicz, do KILLSWITCH ENGAGE gravou bateria para o álbum.

    O vocalista Trevor Phipps afirma: “Escolhemos One With The Sun como o primeiro vídeo de Extinction(s) porque sentimos que é uma das faixas mais difíceis de tocar em todo o nosso catálogo. Musicalmente, é tudo sobre o UNEARTH, e liricamente, ela lida com os efeitos da mudança climática que estamos sentindo hoje, bem como a desolação do nosso futuro, a menos que façamos mudanças drásticas agora. Tim Dennesen e os caras da Punchdance, Inc. fizeram um ótimo trabalho capturando as imagens necessárias para passar a mensagem. Você certamente ouvirá essa música em nossos shows ao vivo, já que ela já se tornou parte do nosso set. Vejo vocês por aí”.

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  • ABBATH: Novo álbum começa a ser gravado em dezembro

    ABBATH: Novo álbum começa a ser gravado em dezembro

    O ABBATH, nova banda do ex-vocalista do IMMORTAL, Abbath, vai entrar no Dub Studios em Kristiansand, na Noruega, em 3 de dezembro, para começar a gravar seu segundo álbum. O trabalho contará com o produtor Endre Kirkesola, que já trabalhou com o BLOOD RED THRONE, GREEN CARNATION, SIRENIA e IN VAIN, entre outros.

    O segundo álbum do ABBATH não contará com as contribuições do baixista King Ov Hell (ex-GORGOROTH), que deixou a banda norueguesa de black metal em junho. O músico anunciou na época que ele estava saindo do grupo “devido a visões conflitantes sobre os conceitos líricos do próximo disco”. Alegando que as letras do novo álbum do ABBATH foram inspiradas pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, King disse que encontrou “a conexão de Jung com o misticismo cristão é incompatível com a imagem da banda”.

    King disse no comunicado: “Eu desejo aos membros da banda, gravadora e equipe o melhor para os próximos shows e álbuns. A música em si é nada menos que brilhante. No entanto, devo manter minha integridade artística, e respeitosamente me afastar”.

    King Ov Hell apareceu no debut autointitulado do ABBATH, que saiu em 2016. Ele também tocou com GORGOROTH, GOD SEED e AUDREY HORNE, além do seu projeto ao lado de Shagrath (DIMMU BORGIR), o OV HELL.

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  • SOLID ROCK – Judas Priest – Alice in Chains e Black Star Riders – 10 de novembro de 2018, São Paulo/SP

    SOLID ROCK – Judas Priest – Alice in Chains e Black Star Riders – 10 de novembro de 2018, São Paulo/SP

    Quanta emoção a segunda edição do “Solid Rock” reservou ao público paulistano. Se em 2017 a produção do festival já havia acertado em cheio ao providenciar a volta do Deep Purple ao Brasil e escalou para abrir os também veteranos Cheap Trick e Tesla, grupos que nunca haviam pisado no país, dessa vez foi novamente digna de elogios. O gigante britânico Judas Priest, instituição do heavy metal, mais o Alice In Chains, nome forte do alto escalão do movimento grunge de Seattle, e o também americano Black Star Riders, que tem em seu line up músicos renomados e experientes, entre eles o ex-guitarrista do Thin Lizzy Scott Gorham, dividiram o palco do Allianz Parque no último sábado e proporcionaram à São Paulo um dos grandes encontros da música pesada em 2018. Judas e Alice In Chains vieram divulgar seus respectivos novos álbuns, Firepower e Rainier Fog. Já o Black Star Riders deu uma pausa na pré-produção de seu quarto material de estúdio, que será lançado no verão europeu (inverno no Hemisfério Sul), e estreou em solo brasileiro.

    E foi exatamente o Black Star Riders a primeira atração a, literalmente, entrar em campo. O grupo foi fundado por Scott Gorham após inúmeras apresentações que realizou com o Thin Lizzy a partir de 1996, quando passou a homenagear o legado deixado por sua ex-banda e também a memória de seu velho parceiro Phil Lynott (vocal e baixo), falecido no ano de 1986. No repertório, o Black Star Riders apresentou músicas de seus três álbuns: All Hells Breaks Loose (2013), The Killer Instinct (2015) e Heavy Fire (2017). Com o dia ainda claro, devido ao horário de verão, Gorham, o norte irlandês Ricky Warwick (vocal e guitarra), que em 1994 abriu os shows do Megadeth no Brasil com sua ex-banda The Almighty, o baixista Robbie Crane, bastante conhecido dos fãs de hard rock por suas passagens por Ratt, Lynch Mob, Tuff, Adler’s Appetite, Saints of the Underground e pela banda solo de Vince Neil (Mötley Crüe), o estreante baterista Chad Szeliga (Breaking Benjamin / Black Label Society) e o guitarrista do Thunder Luke Morley, que estava apenas quebrando um galho, já que o recém anunciado Christian Martucci (Stone Sour) só assumirá a função no início de 2019, entraram agitando o público com duas do debut, as eletrizantes Bloodshot e a própria All Hells Breaks Loose.

    Ricky Warwick do Black Star Riders

    A tristeza de quem nunca teve a chance de assistir a um show do Thin Lizzy, em parte foi suprida não apenas por finalmente estar vendo Gorham, que entre 1974 a 1984 formou a famosa e influente dupla de guitarras gêmeas do grupo, ao lado de Brian Robertson, que depois passou pelo Motörhead, como também pelo próprio som do Black Star Riders, que possui referências similares. Até mesmo a voz e o estilo de cantar do carismático Warwick estão soando semelhantes aos de Phil Lynott. Como se não bastasse, a banda ainda tocou dois grandes clássicos do Thin Lizzy: Jailbreak e The Boys Are Back in Town. Ambas inflamaram o público, que até então já havia sido arrebatado pelo som do Black Star Riders. Do disco atual, tocaram apenas Heavy Fire e When the Night Comes In. Quanto aos destaques, ficam para as contagiantes Before the War e a derradeira Bound For Glory, que tem um solo inicial de guitarra que lembrou demais o de Guilty of Love do Whitesnake. Apesar de no começo o som ter ficado um pouco baixo, a apresentação do Black Star Riders agradou os fãs e certamente conquistou muita gente que ainda não conhecia a banda.

    Assim que saíram do palco, os simpaticíssimos Gorham e Crane atenderam a ROADIE CREW em um lobby do estádio para matérias que em breve publicaremos em nossas páginas. Ao final das entrevistas, os dois fizeram questão de nos levar ao camarim para nos apresentar os demais integrantes. Todos estavam animados com o show que fizeram e com a recepção do público. Sobre sua primeira passagem pelo país, Robbie Crane comentou: “Eu amei o Brasil. É lindo!”. E revelou: “Eu estava ansioso para vir e experimentar a cultura, ver as pessoas, conhecer a língua… E não me decepcionei! Adorei ter tocado em Curitiba também, o local do show era incrível. Os hotéis daqui são ótimos. Está sendo muito bom estar aqui”, finalizou. Já o divertido Gorham também afirmou ter amado o país e se perguntou: “Uau, como que eu nunca estive aqui antes?”. E o guitarrista brincou ao explicar: “Sabe, eu concedi mais entrevistas do que você pode imaginar para a América do Sul e em cada uma delas os jornalistas me perguntavam o porquê de eu nunca ter vindo tocar aqui. Em todas eu respondia: “Oras, me arrumem a porra de um promotor que eu vou!”. Risos gerais!

    De volta ao ‘front’, a vez agora era do Alice In Chains, que retornava a São Paulo depois de cinco anos. Após breve introdução mecânica com um tema sombrio ao piano, William DuVall (vocal e guitarra), Jerry Cantrell (guitarra e vocal), Mike Inez (baixo) e Sean Kinney (bateria) foram ovacionados pelos fãs e recepcionados por uma garoa indesejada, que chegou com o cair da noite. Contando com um painel luminoso no palco dando um efeito bacana e uma qualidade de som cristalina do início ao fim da apresentação, o quarteto abriu com Check My Brain, música de riff principal hipnótico, presente no álbum Black Gives Way to Blue (2009), que marcou a estreia de DuVall. Antes da seguinte, os fãs fizeram coro com o nome do grupo e comemoraram assim que ouviram os primeiros acordes de Again, única representante do homônimo álbum Alice in Chains (1995), que foi o primeiro com Inez e último de estúdio gravado pelo saudoso vocalista Layne Staley, falecido sete anos mais tarde em decorrência de overdose causada por ‘speedball’ (mistura de heroína com cocaína), motivada por depressão.

    William DuVall do Alice In Chains

    A primeira a ser tocada do novo álbum foi Never Fade, que boa parte do público já sabia a letra de cor e cantou junto com DuVall e Cantrell. Depois, foi a vez de começar a matar saudade do segundo álbum da banda, Dirt (1992), com a dobradinha Then Bones e Dam That River. Daí pra frente, somente três da era DuVall foram executadas: Hollow e Stone de The Devil Put Dinosaurs Here (2013) e The Only You Know, outra do recém lançado Rainier Fog. No mais, para a alegria dos fãs, o que rolou foi uma enxurrada de clássicos do citado Dirt e do igualmente bem sucedido disco de estreia, Facelift (1990). Em alto e bom som, muitos cantaram os hits Would? (tocado numa versão um pouco mais arrastada), Man in the Box e We Die Young, as também conhecidas e melancólicas Down in a Hole e Rooster e a obscura Angry Chair. Fora essas, ainda teve No Excuses, do EP Jar of Flies, de 1994. Apesar de DuVall, que ainda divide a opinião dos fãs do Alice In Chains, ter arriscado algumas palavras em português, a banda foi econômica nos discursos. Bom para os fãs, que puderam curtir mais músicas. E olha que faltaram outras pérolas do começo da carreira, como Sea of Sorrow e Love Hate Love, de Facelift, por exemplo. No entanto, Cantrell, DuVall e cia. fizeram o show eficiente de sempre e saíram aplaudidos pelo público.

    Jerry Cantrell do Alice in Chains

    Nessa era em que vivemos da tecnologia, muitos não conseguem segurar a curiosidade e antes de sair de casa pesquisam na internet o que foi que a banda que gosta tocou no show anterior. Dito isso, não foi nada estranho quando nos falantes começou a rolar a imortal War Pigs do Black Sabbath e o público enlouqueceu. Era o prenúncio da entrada do Judas Priest, que após épica introdução, surgiu triunfante de trás da enorme cortina estampada com sua famosa cruz em forma de candelabro, abrindo com a música que dá nome ao seu novo álbum, Firepower. Na sequência, a emenda com uma antiga: Running Wild, do “quarentão” Killing Machine (1978). De sobretudo prateado, Rob Halford era o centro das atenções. Porém mesmo o “metal god” estando bem amparado pela consistente cozinha formada pelos veteranos Ian Hill e Scott Travis, não tinha como o público desviar o olhar das guitarras. Reformulado, o Judas de hoje já não conta mais com os inigualáveis K.K. Downing, que há muito tempo deixou o grupo, e nem com Glenn Tipton, que mais recentemente deu adeus aos palcos por decorrência de seu diagnóstico de Mal de Parkinson. Entretanto, foi ótimo ver que Richie Faulkner e o estreante Andy Sneap, respeitado produtor que assumiu a vaga deixada por Tipton, estão segurando com louvor e maestria os lugares que um dia pertenceram a uma das mais brilhantes, respeitadas e influentes duplas de guitarristas da história do heavy metal.

    Rob Halford

    Foi curioso notar que o repertório contou com alguns clássicos tocados pelos ingleses em sua primeira passagem pelo Brasil, no Rock in Rio 2, em 1991, como: Hell Bent for Leather – claro, com Halford cantando montado em cima de uma Harley Davidson – Grinder, The Hellion/Electric Eye, The Ripper, Painkiller, The Green Manalishi (With the Two Pronged Crown), Breaking the Law, Living After Midnight e You’ve Got Another Thing Comin’. E se já não bastasse o setlist matador, que em certo momento nos deu a sensação de termos entrado em um túnel do tempo e de estarmos assistindo a um show do Judas nos anos 80, por conta de músicas mais ‘comerciais’ como Turbo Lover, Night Comes Down, Desert Plains e até mesmo as novas Rising From Ruins e No Surrender, que têm essa pegada ‘vintage’, o grupo resolveu nos emocionar mais ainda… Durante a execução de Freewheel Burning, que é uma ode a liberdade e a velocidade, muita gente chorou com as imagens no telão que exibiam diversas cenas do piloto e ídolo nacional Ayrton Senna. A homenagem remetia aos 30 anos do primeiro título do saudoso Senna, então na McLaren, e foi feita na véspera do GP Brasil de F-1, em que o inglês Lewis Hamilton se sagrou pentacampeão mundial. E quem prestou atenção, notou que o Judas Priest também homenageou duas bandas conterrâneas e contemporâneas suas. Se o Black Sabbath serviu de inspiração para o grupo entrar no palco após War Pigs, a despedida após Living After Midnight se deu ao som de We Are the Champions, do Queen.

    Richie Faulkner do Judas Priest

    Ainda sobre as performances individuais, Sneap pareceu estar bem a vontade e entrosado. Tocou muito bem e mostrou boa presença de palco. Mas quem impressionou mesmo foi Faulkner, que está há bem mais tempo na banda. Além de ser muito bom guitarrista, a altura do Judas Priest, o cara domina o palco, faz caras e bocas, agita o público o tempo todo e, com personalidade, impõe respeito. Quanto a Travis e Hill, ainda são aquilo que todo fã do Judas espera deles: o primeiro continua tocando com a mesma segurança, destreza e pegada de sempre, o outro segue discreto, agitando ao seu modo na lateral ao fundo do palco, e dando a propulsão exata para uma cozinha soar consistente. E o que falar de Rob Halford? Seus olhos enrugados e um tanto inchados já não escondem a idade. Já a voz desse senhor de 67 anos continua um absurdo. Com experiência, sabedoria e ‘malandragem’, Halford usufruia do reforço vocal do público quando necessário, mas quando resolvia soltar a voz fazia ainda melhor do que em anos anteriores. Impressionante! Sinceramente falando, eu não esperava menos do Judas Priest. E tanto ao vivo quanto em estúdio, o grupo tem mostrando totais condições de prosseguir sua estrada por mais alguns anos. Que os deuses do metal me ouçam e digam amém!

  • Músicos da NERVOSA e TORTURE SQUAD convidam para o show de 30 anos do programa Backstage em dezembro

    Músicos da NERVOSA e TORTURE SQUAD convidam para o show de 30 anos do programa Backstage em dezembro

    Vitão Bonesso comemora os 30 anos ininterruptos do tradicional programa Backstage, com o “Backstage Fest”, que acontece no dia 15/12 (sábado), às 15h, no Carioca Club (R. Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo).

    O programa Backstage é apresentado por Vitão Bonesso, e vai ao ar aos domingos, das 22h às 00h, na Kiss FM (102,1 mhz, São Paulo e Grande São Paulo; 107,9 mhz, Campinas e região; 102,9, litoral de São Paulo, ou online pelo www.kissfm.com.br).

    Prika Amaral, guitarrista da Nervosa, e Amilcar Christófaro, baterista do Torture Squad, gravaram mensagens convidando para o festival. Assista:

    Prika: https://www.facebook.com/tiago.claro.9/videos/pcb.2148511228526603/2148510968526629/?type=3&theater

    Amilcar:

    https://www.facebook.com/tiago.claro.9/videos/pcb.2148511228526603/2148510808526645/?type=3&theater

    Para mais informações, siga a página do evento:

    https://www.facebook.com/events/2144626869191404/

    O Korzus fará um show especial de 35 anos de carreira, com todos os clássicos da banda. A banda foi formada em 1983, em São Paulo. Eles possuem 6 álbuns de estúdio, sendo “Legion” (2014), o mais recente. A formação traz Marcello Pompeu (vocal), Heros Trench (guitarra), Antônio Araújo (guitarra), Dick Siebert (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria).

    Outro que fará show especial é o Torture Squad, que tocará o álbum “Hellbound” na íntegra – o disco está completando 10 anos em 2018. A banda está em excelente fase, divulgando “Far Beyond Existence”, lançado em 2017. Formado em 1990, em São Paulo, o Torture Squad contabiliza 8 álbuns de estúdio, 3 EP’s e um álbum ao vivo/DVD. A formação traz Mayara “Undead” Puertas (vocal), Rene Simionato (guitarra), Castor (baixo) e Amilcar Christófaro (bateria).

    Uma das bandas brasileiras que mais tocam no exterior, a Nervosa está lançando seu terceiro álbum, “Downfall Of Mankind”. No momento elas estão em mais uma turnê pela Europa. A formação traz Fernanda Lira (baixo e vocal), Prika Amaral (guitarra e backing vocals) e Luana Dametto (bateria).

    O Carro Bomba é a única representante que canta exclusivamente em português. Na ocasião estarão lançando um compacto (vinil). Recentemente eles lançaram o DVD “Ao Vivo – A Máquina Não Para”, que foi gravado no Sesc Belenzinho, em São Paulo. A banda possui 5 álbuns de estúdio, e está preparando novo trabalho para ser lançado em breve. A formação traz Rogério Fernandes (vocal), Marcelo Schevano (guitarra), Soneca Schevano (baixo) e Biel Astolfi (bateria).

    Os ingressos estão disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/backstagefest?keyword=backstage

    A produção do show é da TC7 Produções (www.facebook.com/tc7producoes/)

    Páginas relacionadas:

    www.radiobackstage.com

    www.facebook.com/korzusofficial/

    www.facebook.com/torturesquad/

    www.facebook.com/femalethrash/

    www.facebook.com/carro.bomba

    www.facebook.com/tc7producoes/

    www.facebook.com/lpmetalpress/

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  • ATTRACK: confira a música “Pão e Circo” disponível no YouTube

    ATTRACK: confira a música “Pão e Circo” disponível no YouTube

    Attrack disponibilizou mais uma música do álbum “Um Salve da Selva” em seu canal oficial no YouTube. A música escolhida foi “Pão e Circo”, a faixa fala sobre corrupção, alienação e como somos controlados pelo sistema opressor que governa o país.

    Mesclando Metal com Rap, o Attrack é uma das bandas renovadoras do estilo no sul do país, seu álbum, vem recebendo elogios e sendo visitado com frequência por novos seguidores da banda nas plataformas de Streaming.

    Confira “Pão e Circo”:

    https://www.youtube.com/watch?v=ulEPOcD-Mwg

    O álbum “Um Salve da Selva” está disponível em todas as plataformas de Streaming. Interessados em conferir todo o registro, basta dar uma busca no Spotify, Deezer, Itunes, Google Play ou sua plataforma de preferência.

     Formação:

    Gordo: Vocal/Guitarra

    Pinha: Guitarra

    Drape: Baixo

    Nogo: Bateria

     Mais informações:

    Facebook: https://www.facebook.com/attrackoficial/

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/attrack/

  • Monstro Discos: Banda goiana TEMPLATES lança disco de estreia

    Monstro Discos: Banda goiana TEMPLATES lança disco de estreia

    Com apenas um ano de vida e representantes de uma nova geração do rock goiano, a banda Templates mostra sua intensidade criativa e sonora em Não Desligue o Rádio, seu primeiro disco de estúdio, com oito músicas que sintetizam as referências do garage rock ao indie, com doses do stoner característico da capital do Cerrado.

    O álbum já está disponível nos principais serviços de streaming e a música Esquecer e Continuar entrou na programação da Rádio Interativa FM, de Goiânia. Gravado no estúdio Casa do Chá e produzido por Luis Callil (Cambriana e Ara Macao), Não Desligue o Rádio é resultado do trabalho de Tiago Póvoa (guitarra e vocais), Dionson Martins (baixo e voz), antigos parceiros na banda Yetis, com Georges Borges (guitarra voz) e Vinicius Miguel (bateria), que trouxeram novas influências e possibilitaram um novo alcance de criatividade ao trabalho da Templates.

    O som da Templates tem batidas dançantes, guitarras fortes e peso e melodias que partem da simplicidade de quatro acordes, sem perder a criatividade. Vide faixas como o primeiro single Banco de Trás ou Vertigem, em contraposição à introspectiva e forte Deserto. Já Esquecer e Continuar é uma música que desenvolve, através de uma pegada emocional, uma breve reflexão sobre fugacidade da vida em que nos perdemos no cotidiano. A letra trabalha a ideia de que não há tempo para nos questionarmos, para buscar respostas acerca das motivações que nos fazem caminhar, enquanto temos horários a cumprir. A música tem uma base rítmica marcada, com referências do ska, de maneira contínua e evoluindo a tensão criada até seu ápice no refrão.

    Para ouvir Não Desligue o Rádio, acesse os links abaixo:

    (Spotify) – https://spoti.fi/2yIC9gj

    (Deezer) – https://bit.ly/2qo2T19

    (iTunes/Apple Music) – https://apple.co/2SCKwCE

    (Amazon Music) – https://amzn.to/2yLCGhz

    (Google Play) – https://bit.ly/2Qcu9eg

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  • Leandro Caçoilo homenageia Freddie Mercury com vídeo de “The Show Must Go On”

    Leandro Caçoilo homenageia Freddie Mercury com vídeo de “The Show Must Go On”

    O vocalista Leandro Caçoilo (Viper, Seventh Seal, Sancti, Caravellus, Hardshine, ex-Eterna) acaba de divulgar um vídeo em seu canal oficial do YouTube com uma homenagem eterno Freddie Mercury, do Queen, com a música “The Show Must Go On”. Leandro Caçoilo conta com o apoio de Heil Sound, Kildare, Grupo Studio Brazil, Futerock e TRM Press. “Freddie Mercury está na lista dos meus cantores favoritos de todos os tempos. Essa música tem uma dificuldade de nível muito alto e após assistir o filme do Queen nos cinemas, resolvi gravar esse vídeo em tom de homenagem ao eterno cantor do Queen”, disse o vocalista Leandro Caçoilo. Assista o vídeo de “The Show Must Go On”: https://youtu.be/udxTz9Onzc0 Para quem quiser entrar em contato com Leandro para ter aulas ou workshops basta enviar um e-mail para [email protected]. As aulas do vocalista abordam técnicas como respiração, impostação, repertório, belting, apoio, aquecimento, resistência, drive e ressonância. Para ter aulas de canto com Leandro Caçoilo entre em contato por e-mail ou pelo site oficial do cantor. As aulas são totalmente voltadas para o aluno com gravações em pro-tools, com especialização em Rock ‘n’ roll, Metal, AOR, Thrash, Blues, Soul, etc. Links relacionados: Site Oficial – https://www.leandrocacoilo.com.br/ E-mail para contato: [email protected] Facebook – https://www.facebook.com/LeandroCacoilofanpage

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  • BRITISH LION: 11 de novembro de 2018, São Paulo/SP

    BRITISH LION: 11 de novembro de 2018, São Paulo/SP

    Por Nelson Souza Lima

    O acanhado Cine Joia, encravado no centrão, próximo à Praça da Sé, foi o local escolhido em São Paulo para receber o British Lion. O espaço, com capacidade para pouco menos de mil pessoas, é apropriado ao intuito da nova empreitada do baixista Steve Harris, pois, desde que formou a banda há pouco mais de seis anos, o mandachuva do Iron Maiden objetivava ir na contramão do que faz na Donzela de Ferro. Enquanto com o Maiden, gigante do heavy metal, lota estádios ao redor do mundo, no British Lion Harris quer tocar em lugares menores, que não exigem toda a parafernália técnica e pirotecnia de grandes eventos. O que isso proporciona? Com certeza, a proximidade com o público que tem o ídolo praticamente ao alcance da mão. Outra vantagem do Cine Joia é a altura do palco, que permite ver a movimentação do grupo sem ter que ficar desviando de quem está na frente. O público não chegou a lotar a casa, pois dava pra ver “uns brancos” no meio da galera. Porém, quem compareceu sacou que o grupo é coeso, mostrando, com propriedade, sua mistura de hard/metal/pop rock.

    Fazendo jus à pontualidade britânica, os músicos começaram a apresentação às 19h30. O som mecânico foi cortado de repente, luzes se apagaram e a banda entrou aos poucos. Primeiro foi o guitarrista Grahame Leslie, seguido pelo vocalista Richard Taylor. Para histeria geral, Steve Harris entrou na sequência, seguido do baterista Simon Dawson e do guitarrista David Hawkins. Taylor saudou os fãs com um “Alô, São Paulo” em português, dando início a porradaria. Mandaram de primeira “This Is My God” e “Lost Worlds”, músicas que abrem “Bristish Lion”, até então o único álbum do quinteto, lançado em 2012. Aliás, metade do repertório veio desse disco, que teve oito de suas canções tocadas – as outras sete devem constar no novo trabalho, prometido ainda para este ano.

    Com direito a muitas palmas, “oh, oh, oh” e bate cabeça, a banda alternou músicas inéditas com antigas. Dentre as que devem constar no segundo disco, mandaram “Father Lucifer”, “Bible Black”, “Lightning”, “Spitfire” e “The Burning”.

    Como o Cine Joia não permite efeitos pirotécnicos e visuais mais elaborados, lá estavam só o jogo de luzes e a banda mandando ver. Harris que, assim como no Maiden, é o autor da maioria das músicas, canta todas com fúria e, claro, detona suas cavalgadas no contrabaixo – o cara não para e toca com fôlego de garoto! Mas a banda não deixa por menos. O trabalho das guitarras é bem homogêneo. Dawson segura muito bem o ritmo e o vocalista Richard Taylor, além de ter uma voz legal, tem o público na mão. Não é para menos, pois ele parece uma mistura de Michael Stipe do R.E.M com trejeitos de Morrissey e Renato Russo. Não para no palco.

    Às 20h55, a banda encerrou o set com “A World without Heaven” e “Eyes of the Young”. Uma apresentação relativamente curta, mas que agradou o público. Aquela tradicional foto com a galera, saudações aos fãs, distribuição de palhetas e inúmeras declarações de amor a Steve Harris. Não teve nenhuma do Iron e também não teve bis, mas ninguém reclamou. O Leão Britânico mostrou as garras, evidenciando que ainda deve durar muito tempo.

     
  • Lucas Ray Exp: Guitarrista lança single “Reveries” com participação de Bruno Valverde e Alexandre Panta

    Lucas Ray Exp: Guitarrista lança single “Reveries” com participação de Bruno Valverde e Alexandre Panta

    O guitarrista brasileiro Lucas Ray acaba de lançar seu primeiro single intitulado ”Reveries” em todas as plataformas digitais de Streaming no Brasil e no mundo. O trabalho conta com a participação dos renomados músicos Alexandre Panta (baixo), Bruno Valverde (bateria, Angra) e Neemias Teixiera (teclados) e faz parte do EP “Sphinx”, que será lançado em breve em todas as plataformas. Lucas Ray é guitarrista, cantor e compositor, natural de São Luís (MA), mas criado em diversas cidades – Rancho Cucamonga e Upland (Califórnia, EUA), Scarsdale (NY, EUA), Rio de Janeiro, Vitória, Ribeirão Preto e São Paulo. A guitarra, sempre presente em sua vida desde os seus quatorze anos, instigou novas composições e ideias, mesmo durante o pouco tempo livre dos anos de estudo de engenharia. A influência cosmopolita se faz notar em sua música, que costura o rock progressivo com elementos brasileiros e traduz questões pertinentes e atuais em poesia. Escute o single instrumental de “Reveries”: https://youtu.be/yTgo8ZFC2ck “O EP “Sphinx” é uma coletânea de músicas que refletem o início da minha vida de artista e transição para um caminho novo e desconhecido, que sempre foi minha paixão. É um trabalho de qual orgulho muito e tenho muita gratidão de poder contar com um time excelente de músicos que me ajudaram a orquestrar as músicas e tirar elas do papel. Não poderia pedir início de carreira melhor”, disse o guitarrista Lucas Ray. Das inquietações da vida moderna brota uma analogia a um episódio da mitologia grega: a Esfinge que nos faz uma pergunta essencial. Seu enigma deixa de ser um problema de lógica, e questiona nossa própria essência – a esfinge quer saber. Nessa questão está embebido o EP “Sphinx”, estreia de LRE – Lucas Ray Exp. Um rock progressivo moderno e inusitado. Sem medo de mostrar suas referências e influências em grandes clássicos, Sphinx é o primeiro trabalho gravado deste guitarrista e compositor que as torce para criar algo novo e com identidade própria. Produzido por Helio Castelhano e gravado no estúdio DSN, o EP Sphinx traz esse Zeitgeist com belas e distorcidas guitarras e a intensa voz de Lucas Ray, acompanhadas da bateria de Bruno Valverde (Angra), baixo de Alexandre Panta (Canal Fala Baixista), teclado de Neemias Teixeira e percussão de Alex Fogaça nas faixas Run Rabbit, Run, Xibalba e Sphinx. Uma melodia que ecoava em Lucas Ray desde sua infância inaugura o EP na instrumental Reveries. Cenas das várias cidades onde cresceu são ouvidas de forma sinestésica nas linhas da música. Na psicodélica Run, Rabbit, Run, é desmontada a trama de mentiras da vida moderna. A ficção começa em Xibalba, inspirada na mitologia maia e no longa-metragem A Fonte da Vida, de Darren Aronofsky, em que a morte, o amor e a busca pela vida eterna são retratadas em três eras. Sua visita à Islândia em 2014, mostrou para ele uma realidade tão diferente e marcante que inspirou a composição Iceland. Sphinx é a épica composição-título do EP, que conta a história da esfinge e de seu profundo enigma de autoconhecimento, questionando qual o caminho a se seguir, e como segui-lo. Em breve será divulgado em todas as redes sociais do artista o novo EP na íntegra e mais surpresas para os fãs. Confira as novidades nos perfis oficiais de Lucas Ray e seus músicos no Facebook, Instagram, YouTube e Spotify. Links relacionados: https://www.lucasrayexp.com https://www.facebook.com/lucasray.lre/

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  • WHITESNAKE: Novo álbum, “Flesh & Blood” será lançado em maio de 2019

    WHITESNAKE: Novo álbum, “Flesh & Blood” será lançado em maio de 2019

    O WHITESNAKE anunciou seus primeiros shows da turnê mundial Flesh & Blood, em 2019. A turnê vai trazer a banda liderada por David Coverdale executando músicas selecionadas do seu 13º álbum de estúdio, Flesh & Blood, a ser lançado em maio de 2019 via Frontiers Music Srl. O primeiro single e o vídeo do disco, intitulado Shut Up & Kiss Me, serão lançados no início de 2019, antes da turnê Flesh & Blood.

    Coverdale declarou: “Estamos realmente entusiasmados e ansiosos para tocar em todo o mundo em 2019, no que será uma celebração contínua do 40º aniversário do WHITESNAKE.

    “Estou muito honrado e grato por ter percorrido este mundo incrível que compartilhamos, por mais de 40 anos, celebrando e desfrutando de momentos inesquecíveis com milhões de pessoas, todas as quais se juntaram a mim nesta incrível jornada. Eu realmente amo a experiência compartilhada e simplesmente amo meu trabalho e sempre vou amar… Mais de quatro décadas de diversão reptiliana! Obrigado!”

    Coverdale disse ao “Trunk Nation” da SiriusXM que Flesh & Blood será “o melhor álbum do WHITESNAKE. Eu sei que é clichê, mas eu sei do que estou falando. Eu devo saber depois de quase 50 anos”, explicou.

    De acordo com Coverdale, o novo disco “tem todos os elementos do WHITESNAKE que são necessários para que eu possa chamar de WHITESNAKE, mas com uma camada de tinta fresca e vibrante”. O disco marcará a primeira vez que ele escreveu com os guitarristas Reb Beach e Joel Hoekstra. “O membro mais antigo do WHITESNAKE, Reb Beach, [ele e eu] nunca escrevemos juntos até este projeto”, disse ele. “Então é um assunto de família. É realmente legal. Estou muito animado para as pessoas ouvirem isso”.

    O WHITESNAKE passou o verão na estrada como parte da Juke Box Heroes Tour, com FOREIGNER e JASON BONHAM.

    O último disco de estúdio da banda, The Purple Album de 2015, foi considerado uma “re-imaginação de canções clássicas da época de Coverdale como vocalista do DEEP PURPLE“. Coverdale foi o vocalista do DEEP PURPLE do final de 1973 até o início de 1976, e cantou nos álbuns Burn, Stormbringer e Come Taste The Band.

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