A banda Heaven’s Guardian apresenta uma prévia da edição e versão da música Screams of 1964, gravada com a Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás, no Teatro Goiânia em junho de 2018.
A música é parte do DVD de 20 anos da banda, que será lançado em Dezembro. Divirtam-se e inscrevam-se no nosso canal para receberem mais novidades sobre esse grande lançamento!Categoria: Roadie News
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Confira “Raise Your Banner”, nova música do WITHIN TEMPTATION
A banda holandesa WITHIN TEMPTATION lançou o ‘lyric video’ oficial de Raise Your Banner, novo single de seu próximo álbum de estúdio, Resist. A faixa apresenta uma participação especial do vocalista do IN FLAMES, Anders Fridén.Em setembro o WITHIN TEMPTATION havia divulgado o vídeo oficial para o primeiro single de seu novo álbum, The Reckoning, que contou com a participação especial do vocalista do PAPA ROACH, Jacoby Shaddix.
“Ele é muito divertido!”, disse a vocalista Sharon Den Adel sobre o Shaddix para a Metal Hammer. “Ele é divertido de se estar por perto. Depois que ele gravou sua parte, ficou tipo ‘vocês são tão bons – vocês estão aí há 20 anos, e com essa música, você estarão aí por ainda outros 20”.
Resist será lançado em 14 de dezembro. É o primeiro lançamento da banda pela Spinefarm Records, selo especializado em hard rock da Universal Music Group.
Resist também contará com Anders Fridén, do IN FLAMES, e Jasper Steverlinck, do ARID, como convidados especiais nos vocais.
Resist marca uma partida do passado do WITHIN TEMPTATION. O disco conta com 10 faixas que potencialmente podem se tornar hinos, impulsionadas por grandes melodias e ganchos obscuros. Traz uma visão futurista do metal para o jogo – tanto instrumental como tematicamente.
“Resist é um verdadeiro marco para nós. Se não fosse por Resist, o WITHIN TEMPTATION não estaria mais aqui”, declarou a banda.
“Com este disco, nós nos inspiramos na música moderna e demos para ela uma nova cara – uma cara muito obscura”, disse Sharon. “Às vezes, parece que a música pop de hoje não tem um lado rebelde. Nosso objetivo principal era coletar partes de sons que gostávamos e torná-las ásperas, resultando em um mundo musical surpreendentemente novo que é mais pesado, mais sujo e mais futurista do que nós já criamos antes. Resist é a nossa visão do metal de uma nova maneira: dar à música moderna um lado rebelde”.
O projeto solo pop de Sharon Den Adel, o MY INDIGO, lançou seu álbum de estreia auto-intitulado em abril.
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BILLYBIO (de Billy Graziadei) lança vídeo para “Rise And Slay”
O BILLYBIO, projeto solo do ex-BIOHAZARD e guitarrista do POWERFLO, Billy Graziadei, lançará seu primeiro álbum, Feed The Fire, em 30 de novembro, pela AFM Records. O vídeo oficial em 360° para Rise And Slay está disponível abaixo.A música sempre foi a força central e unificadora da vida de Graziadei. O primeiro treinamento musical ocorreu no antigo piano da família Graziadei, e ele começou a estudar música sob a orientação de seu avô, que ele sempre admirou. Então ele expandiu seu vocabulário musical enquanto crescia, encontrando inspiração em muitas formas de música, mas foi quando ele se deparou com o mundo underground da música punk-rock que seu gosto musical foi realmente despertado.
Mergulhando nos sons, na perspectiva e na cultura do underground punk, o desejo dele de criar músicas novas e inovadoras levou-o à cena hardcore do final dos anos 80, em Nova York, onde frequentava os shows hardcore no CBGBs até shows de metal no clube de metal / rock L’Amour do Brooklyn. Foi ali que encontrou sua ‘casa musical’ e foi ali que Billy ajudou a formar uma banda que levaria a cena metal / hardcore por um novo caminho. Foi o nascimento do BIOHAZARD. Como uma das primeiras bandas daquele cenário nascente, eles combinaram os sons urbanos do hardcore, metal e rap com letras chamativas que descreviam as forças que atuam em nossa vida urbana moderna.
Com um diploma em engenharia de áudio e anos de experiência nos registros do BIOHAZARD, Graziadei abriu o Firewater Studios. Este estúdio tornou-se uma incubadora para a criatividade de Billy, onde ele continua a cultivar seu talento enquanto produz as próximas bandas. Durante os anos de turnê com o BIOHAZARD, Graziadei colaborou com muitos músicos diferentes. Como resultado disso, a amizade com o vocalista do CYPRESS HILL, Sen Dog, se transformou em 2016 no supergrupo POWERFLO, juntamente com o baixista Christian Olde Wolbers (ex-FEAR FACTORY) e o guitarrista Roy Lozano (DOWNSET). Enquanto Graziadei continua a trabalhar em novas músicas do POWERFLO e segue em turnê, ele decidiu que finalmente chegou a hora de seu empreendimento solo.
Billy afirma: “Eu sempre quis fazer um lançamento solo e o timing de tudo em que eu estava trabalhando parecia estar no lugar certo.
“Eu sempre deixo a criatividade fluir, eu não tento restringi-la a um certo gênero.
“Com o BILLYBIO, é 100% eu. Sem influência de ninguém. É quem eu sou e o que me tornei. Sou um produto de todos que conheci, conversei, compartilhei minhas histórias… e um pouco de suas histórias também.
“Qualquer um que é fã do que eu fiz, especialmente com o BIOHAZARD, vai adorar isso! Há algo para todos os fãs de música underground pesada!
“Estou empolgado para lançar minha nova música neste outono (primavera, no Brasil) com o BILLYBIO. Lançar a banda na Europa em turnê com minha família no LIFE OF AGONY, não poderia ficar melhor!”
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NITA STRAUSS: Confira o clipe de “Mariana Trench”
O videoclipe oficial da música Mariana Trench de NITA STRAUSS, a guitarrista que já tocou no palco com ALICE COOPER, FEMME FATALE, Jermaine Jackson, THE IRON MAIDENS e muitos outros, pode ser visto abaixo. A faixa é tirada de seu primeiro álbum solo, Controlled Chaos, que foi lançado em 16 de novembro pela Sumerian Records.Nita diz: “De brilhante e divertido a agressivo e obscuro, de calmo a caótico, este álbum é uma maneira de eu dar ao ouvinte um vislumbre da minha personalidade e do que se passa em minha mente”.
Nita Strauss realizou uma bem sucedida campanha no Kickstarter para financiar seu primeiro álbum solo, Controlled Chaos. Em menos de um mês, ela levantou quase 120.000 dólares americanos.
Falando ao ‘Metal Wani’, Strauss afirmou sobre a resposta extremamente positiva à sua campanha de crowdfunding: “É incrível. Cada coisa nova em que você entra na vida, você sempre tem um pequeno tremor nas pernas, eu acho. Para mim foi ‘sim, eu tenho pessoas que me seguem nas redes sociais, mas elas estão realmente interessadas no que eu faço, ou elas me seguem porque eu toco músicas que elas gostam?’ Se eu estou tocando as músicas do ALICE COOPER ou do IRON MAIDEN ou as músicas de um jogo de videogame, ou seja o que for… Então, conseguir esse apoio… quer dizer, nós atingimos nosso objetivo de 30 dias em duas horas. Foi uma incrível confirmação de que as pessoas realmente querem ouvir o que eu vou fazer é incrível”.
Questionada sobre a direção musical de Controlled Chaos, Nita disse: “Será um disco instrumental. Talvez eu tenha um cantor convidado em uma música. É alguém com quem eu queria trabalhar há muito tempo. Mas, além disso, será instrumental. E será na veia do meu single Pandemonium, que lancei no ano passado. Então, em geral, será um álbum de metal instrumental, mas eu experimentei com alguns estilos diferentes de música, então eu acho que vai ser um resultado interessante no final.”
Como em Pandemonium, Controlled Chaos contará com as linhas de bateria do namorado de Nita, Josh Villalta. “E por algumas razões – não apenas porque sou um pouco tendenciosa e acho ele incrível”, disse Strauss. “Eu realmente não conheço um baterista melhor. Honestamente, se esse não fosse o caso … eu não sou do tipo que coloca alguém no meu disco porque eu gosto dele [pessoalmente]. Josh, além de termos realmente uma química incrível como um casal, também é meu empresário, então trabalhamos juntos em todos os aspectos. Mas além de ter uma ótima química, ele é tecnicamente um dos melhores bateristas que eu conheço, e o estilo dele adiciona muito ao meu estilo. Ele é fortemente influenciado pelo SEPULTURA e pela bateria tribal, então ter esse bônus em meu background metálico é muito, muito legal”.
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EPICA anuncia shows comemorativos dos 10 anos de “Design Your Universe”
Os gigantes holandeses do metal sinfônico EPICA, anunciaram um seleto número de shows exclusivos em apoio ao 10º aniversário de seu álbum Design Your Universe. O disco ocupa um lugar especial nos corações dos fãs do EPICA, e inclui algumas das canções favoritas dos fãs, como Kingdom Of Heaven e Design Your Universe.Para celebrar o 10º aniversário de Design Your Universe, a banda retornará a vários locais que tocou durante a turnê do álbum em 2009-2010.
A vocalista Simone Simons comenta: “Depois de todos esses anos, Design Your Universe continua sendo um dos meus álbuns favoritos do EPICA de todos os tempos. Eu sei que a mensagem por trás da faixa-título também ressoa muito para nossos fãs, porque há tantas tatuagens relacionadas ao Design Your Universe. A faixa-título e Unleashed são músicas que eu considero muito queridas, assim como as memórias que fizemos naquela época da nossa carreira. Estou ansiosa para voltar no tempo com vocês enquanto tocamos mais músicas do nosso álbum Design Your Universe”.
O guitarrista Mark Jansen acrescenta: “Design Your Universe é muito querido para mim. É um álbum que foi escrito durante um tempo muito inspirador. A faixa título nos mostra que todos podemos criar nosso destino, e ainda é uma das minhas faixas favoritas para tocar ao vivo. Além disso, algumas outras músicas do álbum merecem ser tocadas novamente, e nós iremos! Nosso set será repleto de músicas do Design Your Universe, então não perca uma dessas oportunidades”.
As datas anunciadas abrangem Países Baixos, Alemanha, França, Israel e Rússia.
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SOLID ROCK – Judas Priest e Black Star Riders – 14 de novembro de 2018, Belo Horizonte/MG
O intuito do festival Solid Rock era levar três aulas de rock e metal, lecionadas por Judas Priest, Alice in Chains e Black Star Riders, a três cidades brasileiras, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. E assim o fez. A quarta e última parada desse ambulante simpósio da música pesada no Brasil foi Belo Horizonte, porém, sem a presença do grupo oriundo do movimento grunge de Seattle. Coube à dupla Priest e Riders deleitar os fãs mineiros, brindando-os com duas apresentações marcantes e passando por cima de graves problemas no local onde ministraram suas classes.
Quando ficou decidido que o KM de Vantagens Hall – que já se chamou Marista, Chevrolet e BH Hall em algum momento do passado – seria a sede dos dois concertos, logo de cara me deu aquela desanimada. Quem já esteve presente na casa sabe do que estou falando. A acústica de lá deixa muito a desejar. E isso não tem nada a ver com o estilo musical de quem esteja no palco. Não importa se é metal, rap ou MPB, o som nunca é à altura das atrações. Dito e feito mais uma vez! Mesmo com tal defeito crônico, Black Star Riders e Judas Priest esbanjaram extremo profissionalismo e competência, superando tais adversidades.
Os ponteiros do relógio se aproximavam das 20h da última quarta-feira (14), quando o Black Star Riders adentrou o palco com riffs certeiros – originados de três guitarras, já que o vocalista Ricky Warwick também mandava ver nas seis cordas – e muita energia. O público ainda não era dos melhores, mas aqueles que já se encontravam dentro do KM de Vantagens vibrou com músicas como Bloodshot e The Killer Instinct.
Mas apesar da banda ter um arsenal de boas canções, os destaques ficaram para Jailbreak e The Boys Are Back in Town, ambas do Thin Lizzy. Aliás, ver de perto o talento e a mestria do guitarrista Scott Gorham, ex-integrante do Lizzy, foi um dos melhores momentos da noite, daqueles que fazem valer o ingresso. Menção honrosa para o baixista Robbie Crane – conhecido e reconhecido por passagens por Ratt, Adler’s Appetite e tantos outros –, que não parava de agitar um minuto sequer.
Após 45 minutos, fim da aula de hard rock, e o Black Star Riders, bastante aplaudido, abria caminho para o Judas Priest iniciar uma antológica lição de metal, daquelas para não se esquecer jamais.
Por volta das 21h15, as luzes se apagaram, e o início de War Pigs, do Black Sabbath, soava, para o delírio dos espectadores. Sim, a primeira lição seria de história. O Judas queria prestar uma homenagem aquela que foi uma de suas principais inspirações nos idos de sua carreira e referência para todas as gerações de metal desde o nascimento do álbum “Black Sabbath” (1970). Os fãs – agora em um número razoável, mas longe de fazer a casa ficar lotada – cantarolavam alto a primeira parte do hino, antes de cair o pano que trazia o tridente do Priest e emergir o primeiro riff de Firepower, faixa-título do mais recente álbum da banda do baixista Ian Hill e companhia.
Algo que relevante a mencionar é o poder de fogo ao vivo das músicas do disco lançado neste ano. Isso porque Lightning Strike, Rising from Ruins (e sua “vinheta” introdutória Guardians) e No Surrender caíram no gosto dos aficionados: todas foram cantadas em uníssono e com os braços erguidos. E se as mais novas eram tão bem recepcionadas, imagine os clássicos.
Mas antes, uma coisa que também é preciso exaltar é o quanto o Judas Priest é justo em revisitar sua prolífica trajetória. Duvido que algum fã não tenha se arrepiado com a matadora sequência Running Wild, Grinder, Sinner e The Ripper.
Com algumas canções passadas a limpo já era possível constatar alguns pontos. O primeiro é que Rob Halford, no alto de seus 67 anos, canta muito. Confesso que aquele agudo característico em The Ripper me fez recordar de ótimos momentos da infância e adolescência, quando o Priest tinha cadeira cativa nas fitas k7 da minha coleção. Creio que qualquer indivíduo ali presente tinha uma boa história para contar a respeito da primeira vez que ouviu Rob Halford. A nostalgia vinha acompanhada da qualidade do vocalista, um soberano sobre o palco.
O segundo diz respeito à dupla de guitarristas. Ficou notório que Richie Faulkner, substituto de K. K. Downing desde 2011, assumiu de vez o protagonismo das seis cordas, após o afastamento de Glenn Tipton – que vem travando uma luta contra a Doença (ou Mal) de Parkinson. Aliás, seria exagero dizer que Faulkner assumiu também o protagonismo da banda nos shows, nos quesitos técnica e energia? Fica aí um questionamento, uma vez que é surreal o carisma, a habilidade e sua conexão com o público. Ou seja, aprendeu direitinho com seus professores.
Terceiro e não menos importante é Andy Sneap. Referência como produtor, Sneap também é um exímio guitarrista. Diga-se de passagem, faz jus estar na posição em que está, como “suplente” de Tipton. Com essa dupla de “pupilos”, os mentores podem ter certeza que o legado do Judas se manterá intacto.
A apresentação seguia com um nível lá no alto com Turbo Lover – essa música é boa demais, admitam! – e Freewheel Burning, com direito a imagens da lenda Ayrton Senna nos telões, em um momento bastante emocionante – e muitas câmeras de celulares registrando esse tributo.
You’ve Got Another Thing Comin’ e Hell Bent for Leather – com Halford em cima da Harley Davidson – antecederam aquele início apoteótico de Painkiller, comandado pela bateria de Scott Travis – esse cara é um monstro das baquetas, só para não passar batido. E Faulkner seguia beirando o impecável, em riffs e solos.
Quem ainda não estava rouco até então, provavelmente ficou sem voz depois da trinca final. The Hellion/Eletric Eye iniciou esse processo, continuado por Breaking the Law e finalizado com Living After Midnight. O público ainda estava anestesiado – e extasiado –, quando o Judas Priest deixava o palco, depois de uma hora e meia de show, ao som de We Are the Champions, do Queen, em mais uma homenagem na noite. Que aula, hein?!
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SOILWORK: Disponível o segundo trailer de “Verkligheten”
O segundo trailer do 11º álbum de estúdio do SOILWORK, Verkligheten, pode ser visto abaixo. O disco é o primeiro do SOILWORK a contar com o baterista Bastian Thusgaard, que substituiu Dirk Verbeuren em 2016. No trailer, Thusgaard e o vocalista Björn “Speed” Strid falam sobre o single mais recente da banda, Full Moon Shoals.Verkligheten será lançado em 11 de janeiro de 2019 pela Nuclear Blast. A primeira edição em digipack e as versões em vinil conterão o exclusivo EP Underworld, com mais quatro músicas. A versão CD digipack também contará com uma arte especial com estampas luxuosas.
O vocalista do SOILWORK, Björn “Speed” Strid, falou ao ‘United Rock Nations’ sobre o disco. “Estou muito, muito satisfeito com ele – é muito, muito legal. É possivelmente o álbum mais épico e sombrio que já fizemos. Também é muito melancólico, mas também é meio que edificante. É grandioso. Eu Estou muito feliz com isso”.
Questionado se a direção musical do novo material do SOILWORK é semelhante à do último álbum, Strid disse: “Eu diria que há uma mistura entre The Ride Majestic e The Living Infinite“.
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GUS G. disponibiliza o ‘Making Of’ do vídeo de “Letting Go”
Imagens dos bastidores do vídeo Letting Go, do virtuoso guitarrista grego GUS G., bem conhecido nos círculos de rock e metal por seu trabalho como guitarrista do OZZY OSBORNE e como líder da banda FIREWIND, podem ser vistos abaixo. A música é tirada do último álbum solo de Gus, Fearless, que foi lançado em abril pela AFM Records. O sucessor de Brand New Revolution, de 2015, marca seu primeiro lançamento desde que saiu da banda de Osbourne em 2017.Em Fearless, Gus une forças com o vocalista/baixista Dennis Ward (PINK CREAM 69, UNISONIC) e com o baterista Will Hunt (EVANESCENCE).
“Dennis e eu trabalhamos muito muito próximos por vários anos; ele produziu o atual álbum do FIREWIND, Immortals, entre outras coisas”, descreveu Gus o seu relacionamento com Ward. “Nós estamos no mesmo comprimento de onda musical e simplesmente continuamos nossa cooperação após a produção do FIREWIND. Enviei-lhe demos e ideias para minhas novas músicas, e assim que tivemos material suficiente e começamos a pensar em vocalistas, Dennis sugeriu gravar o álbum como um trio.
“Muitas pessoas não percebem que Dennis não é apenas um brilhante compositor, baixista e produtor, mas também um excelente vocalista. Gostei imediatamente de sua sugestão, porque isso seria muito diferente de tudo o que fiz antes”.
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JINJER: Confira o clipe de “Ape”, e detalhes do novo EP
A banda ucraniana JINJER lançará um novo EP de cinco músicas, Micro, em 11 de janeiro de 2019, através da Napalm Records.O baixista Eugene Abdiukhanov comenta: “Quase dois anos e meio desde o lançamento e turnê do nosso álbum King Of Everything, todos nós tivemos a vontade de começar a escrever novas músicas. A paixão de criar novas músicas cresceu mais do que você imagina e convertemos toda essa energia em algo especial e novo… E parece que criamos um monstro e mal posso esperar para que todos vocês escutem!”
O vídeo da música Ape pode ser visto abaixo.
No começo do ano, Abdiukhanov disse à rede francesa ‘Loud TV’ que a banda entraria no estúdio no outono para começar a gravar novas músicas. “Nós vamos gravar um EP – quatro ou cinco músicas, absolutamente novas”, disse ele. “Vai ser uma direção diferente, será uma abordagem diferente, mas ainda JINJER. Vai ser progressivo”.
O terceiro álbum do JINJER, King Of Everything, foi lançado em julho de 2016 pela Napalm Records.
O segundo LP da banda, Cloud Factory – que foi lançado em 2014 – foi reeditado no começo do ano com duas faixas ao vivo.
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