Categoria: Roadie News

  • METALLICA: “Helping Hands… Live & Acoustic At The Masonic” será lançado em fevereiro

    METALLICA: “Helping Hands… Live & Acoustic At The Masonic” será lançado em fevereiro

    O METALLICA, a Fundação All Within My Hands e seus colaboradores comemoraram a Giving Tuesday (primeira terça-feira após o Dia de Ação de Graças) com o lançamento da pré-venda em vinil de edição limitada de Helping Hands… Live & Acoustic At The Masonic. O álbum duplo, mixado por Greg Fidelman e recém masterizado para vinil por Reuben Cohen no Bernie Grundman Mastering, documenta o concerto beneficente inaugural “Helping Hands”, realizado em San Francisco (EUA) em 3 de novembro.

    Helping Hands… Live & Acoustic At The Masonic apresenta versões acústicas de hits e faixas obscuras abrangendo o catálogo inteiro do METALLICA (assim como covers de clássicos do DEEP PURPLE, NAZARETH, BOB SEGER e BLUE ÖYSTER CULT), gravadas em vinil colorido de 140 gramas vinil, com receitas doadas para a Fundação All Within My Hands da banda. Helping Hands… Live & Acoustic At The Masonic apoia a missão da AWMH de combater a fome e ajudar na criação de comunidades sustentáveis através da educação da força de trabalho.

    O álbum estará disponível a partir de 1º de fevereiro de 2019 no varejo independente e em formato digital em todo o mundo, em todos os serviços de streaming que apresentam a música do METALLICA, e podem ser pré-encomendados na loja do METALLICA. Todas as cópias incluirão um cartão de download.

    Além da encomenda em vinil, as ofertas do Giving Tuesday do METALLICA incluirão um vidro gravado em edição limitada com a icônica arte de Pushead para One, com todas as receitas líquidas doadas ao AWMH.

    O primeiro All Within Hands Hands Helping Hands Concert and Auction arrecadou mais de 1,3 milhão de dólares americanos. Esses recursos auxiliarão o trabalho da AWMH com parceiros da Feeding America e da American Association of Community Colleges.

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  • SIRENIA: ‘Lyric video’ oficial de “In Styx Embrace”

    SIRENIA: ‘Lyric video’ oficial de “In Styx Embrace”

    A banda norueguesa SIRENIA lançou seu novo álbum, Arcane Astral Aeons, no final de outubro pela Napalm Records. O sucessor de Dim Days Of Dolor de 2016 marca o segundo álbum da banda a apresentar a vocalista francesa Emmanuelle Zoldan, que substituiu a cantora espanhola Ailyn Giménez García há dois anos.

    O ‘lyric video’ oficial da música In Styx Embrace pode ser visto abaixo.

    O guitarrista e líder do SIRENIA, Morten Veland, comentou: “Estamos muito satisfeitos em apresentar a arte do nosso novo álbum, Arcane Astral Aeons. Mais uma vez trabalhamos com o designer Gyula Havancsák para criar uma obra de arte que realmente adorne o coração e alma da nossa música.

    “O álbum foi gravado nos estúdios Audio Avenue (Noruega) e Sound Suite Studios (França), enquanto a mixagem e masterização ocorreram em Hansen Studios (Dinamarca) com o engenheiro de mixagem Jacob Hansen.

    “Este álbum é algo único para nós, pois é o primeiro que fizemos junto com nossos fãs; todos que apoiaram nossa campanha de contribuição contribuíram diretamente para o financiamento do álbum e para torná-lo o que acabou sendo”

    “Estamos muito orgulhosos do que alcançamos juntos, e estamos muito ansiosos para compartilhar com vocês, esperando que todos vocês achem isso tão especial quanto nós”.

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  • CARCASS pode estar em estúdio registrando novo álbum

    CARCASS pode estar em estúdio registrando novo álbum

    Um dos pioneiros do metal extremo britânico, o CARCASS entrou no estúdio para começar a gravar o muito aguardado sucessor do álbum de retorno de 2013, Surgical Steel.

    Ontem, terça-feira, foi postada na página do grupo no Facebook uma foto da bateria de Daniel Wilding, em uma instalação de gravação não revelada.

    Bill Steer, guitarrista do CARCASS concedeu entrevista para a rádio WSOU em abril deste ano, e falou sobre o vindouro novo álbum de estúdio da lendária banda inglesa.

    “Eu perdi a conta de quantos anos se passaram desde o último disco”, disse Steer, “mas acho que fazem cerca de cinco anos. Sim, parece que já faz muito tempo que estamos lidando com um novo disco. Nós fizemos um monte de demos no Natal – provavelmente algo em volta de 50 minutos de música – mas não vamos parar, vamos continuar escrevendo para que tenhamos bastante material, e possamos escolher as melhores coisas para o álbum. Então, quando exatamente ele vai ser gravado eu não sei dizer, mas terá que ser esse ano. Eu e Dan [Daniel Wilding, bateria] estamos ficando loucos, realmente – estamos muito interessados ​​em fazê-lo.”

    Steer também falou sobre a recente saída do segundo guitarrista, Ben Ash e a entrada de Tom Draper (POUNDER, ex-ANGEL WITCH): “Bem, eu acho que… voltando ao que eu estava dizendo sobre ficar cinco anos na turnê de um álbum, acho que isso prejudicou cada um de nós, de uma forma ou de outra. Ben foi trazido para a banda como um guitarrista para os shows. Nós tínhamos terminado o álbum, estávamos agendando os shows e precisávamos contar com um segundo guitarrista – isso parece que foi há uma eternidade – tinha um amigo sueco do Jeff [Walker, baixo/vocal] que estava no esquema, mas então, muito perto, quando estava quase tudo realmente começando, ele meio que deu o cano, e disse: ‘Olha, eu não posso fazer isso por várias razões.’ Então, essa busca frenética começou, e Ben entrou em cena. E então nós saímos para a turnê. Muitas turnês e muitas viagens seguidas. Mas, sim, eu entendo que ele estava muito ansioso para voltar para as coisas que ele estava fazendo antes, muitas aulas, muitas mesmo. O nosso novo guitarrista é um cara que eu conheço há anos. Ele estaria no esquema logo que Surgical Steel foi gravado, mas não deu certo, porque ele se mudou com a esposa para os Estados Unidos. Esse é apenas o segundo show dele conosco, então é cedo, mas ele está levando isso muito a sério. Ele tem sido metódico com a maneira como aprendeu todas as músicas, e é muito autocrítico. Então, sim, ele é um cara legal para se ter por perto”.

    Draper, que é do Reino Unido, mas atualmente reside na Califórnia, fez sua estreia ao vivo com o CARCASS no início de março, no Netherlands Deathfest, em Tilburg, Países Baixos.

    Surgical Steel vendeu cerca de 8.500 cópias nos Estados Unidos em sua primeira semana de lançamento, estreando na posição 41 na parada Billboard 200.

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  • AZUL LIMÃO: Retorno e novo álbum

    AZUL LIMÃO: Retorno e novo álbum

    Um dos pioneiros do heavy metal no Brasil, o AZUL LIMÃO está de volta aos palcos e é a cara da música pesada em nosso país: tradição,simplicidade e energia de sobra.

    A banda foi criada em 1981 por Marcos Dantas na guitarra e Vinicius Mathias no baixo. Em 1983 estabilizaram a formação do AZUL LIMÃOcom Rodrigo Esteves no vocal e Ricardo Martins na bateria e, neste mesmo ano, ficaram bastante conhecidos no Rio de Janeiro em função da música “Não vou mais falar”, de sua demo-tape, entrar na programação da rádio rock FM Fluminense;

    De 1984 a 1985, a banda percorreu a região sudeste realizando vários shows e, durante estes dois anos, o AZUL LIMÃO se tornou uma referência nacional para música pesada cantada em português. A banda lançou em 1986 o aclamado álbum Vingança considerado um dos grandes clássicos do heavy metal brasileiro dos anos 80. Em 1987 foi lançado o álbum Ordem & Progesso e, em 1989, a banda encerrou suas atividades após a saída de Rodrigo e Vinicius que foram morar no exterior.

    Depois disto, a formação original da banda ainda se reuniu eventualmente para shows no Rio de Janeiro e em São Paulo nas oportunidades em que Rodrigo passou pelo Brasil visto que, atualmente, ele reside na Espanha e tem sólida carreira como cantor de ópera. Alguns destes shows contaram com Roberto “Tatá” Moura na bateria quando Ricardo não podia tocar. Em 2013, a banda se reuniu para gravar e lançar o álbum Regras do Jogo com músicas do repertório dos shows dos anos 80 que não entraram nos álbuns da época.

    Como atualmente Rodrigo mora na Espanha e Ricardo mora em Portugal, os fundadores da banda, Marcos Dantas e Vinicius Mathias,decidiram voltar às atividades em 2018 com nova formação após a entrada de Trevas no vocal e André Delacroix na bateria, vindos do Metalmorphose.

    AZUL LIMÃO lançará o novo álbum Imortal em dezembro deste ano e contará com um show energético que percorrerá o repertório de toda a carreira da banda. As músicas da banda continuam exclusivamente cantadas em português e sempre fiéis ao som pesado.

    Site oficial da banda

    www.azul-limao.com

    Azul Limão é:

    Trevas: Vocal

    Marcos Dantas: Guitarra

    Vinicius Mathias: Baixo

    André Delacroix: Bateria

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  • BRASIL GUITARRAS a caminho de São Paulo

    BRASIL GUITARRAS a caminho de São Paulo

    O projeto “Brasil Guitarras – São Paulo”, após o grande sucesso em Belo Horizonte, Brasília e Salvador, patrocinado através da Lei de Incentivo à Cultura dos Estados e Lei Rouanet, será realizado em São Paulo, no dia 08 de dezembro de 2018 no Parque da Juventude.

    O evento Brasil Guitarras São Paulo está aprovado na Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet – Art. 18), conta com patrocínio da Ambev, Caixa Econômica, Ministério da Cultura, Governo Federal).

    Em São Paulo a Bra.zil Arte e Cultura tem como parceiro Herbert Lucas, diretor artístico do Bourbon Street há mais de vinte anos.

    O referido concerto musical, com seu já conhecido formato de sucesso, tem a curadoria de Reco do Bandolim, presidente do Clube do Choro de Brasília e conta com a participação dos dez grandes e conceituados guitarristas brasileiros: Andreas Kisser, Armandinho Macedo, Lanny Gordin, Edgard Scandurra, Frank Solari, Edu Ardanuy, Faiska, Luiz Carlini, Marcelo Barbosa e Robertinho do Recife.

    A ideia é proporcionar a São Paulo um belo espetáculo musical com esse maravilhoso encontro inédito de grandes guitarristas brasileiros, no Parque da Juventude. O Show, que traça um panorama da guitarra no Brasil, é um belíssimo cenário de confraternização musical, onde os guitarristas escolheram seus repertórios contemplando músicas de grande simbologia nacional.

    No contexto dos referido evento, também serão realizadas duas oficinas de luteria; uma “Oficina de Guitarras” com o luthier Elifas Santana,com a participação do guitarrista Armandinho Macedo.

    Iremos envolver 02 escolas públicas de comunidades periféricas da grande São Paulo, convidando alunos e professores para participar das oficinas, onde esse público poderá ver de perto o processo de fabricação de um instrumento musical, no caso a guitarra e tornar-se multiplicador dessa informação em suas comunidades.

    Na área de sustentabilidadea proposta é divulgar movimentos em prol da despoluição do Rio Pinheiros e do uso consciente da água. Para isso, sugerimos uma estratégia de comunicação para promover, durante o show Brasil Guitarras, as seguintes inciativas: Movimento Volta Pinheiros e Movimento Save the Water.

    Destacamos que o Rio Pinheiros está localizado na zona urbana de São Paulo, local de realização do show Brasil Guitarras. Além disso, o bom uso da água é tema de extrema importância, não só local, como também globalmente.

    Movimento Volta Pinheiros: https://www.voltapinheiros.com.br/

    Formado por cidadãos inconformados com a atual situação do Rio Pinheiros, mas que, acima de tudo, acreditam no poder da população de transformar a nossa cidade. Promove ações para trazer a despoluição do rio novamente à pauta dos paulistanos.

    Movimento Save the Water:

    Tem como objetivo o reconhecimento do valor da água pela população, incentivando seu uso consciente e, também, a autorresponsabilidade com relação ao descarte correto do lixo. Por meio de resgate de valores universais, trata sobre a relação do homem com a natureza, tendo como foco principal a água.

    Também será feito gerenciamento seletivo de resíduos sólidos.

    Recolheremos alimentos não perecíveis na entrada próxima área do show, a serem doados para a Casa André Luiz de Assistência a Crianças Carentes.

    Informamos que contamos com a Lei Rouanet no projeto Brasil Guitarras São PauloPronac 177750 no valor de R$ 1.308.106,53

  • IRON ANGEL – 28 de outubro de 2018, São Paulo/SP

    IRON ANGEL – 28 de outubro de 2018, São Paulo/SP

    Sim, um domingo tenso em todo o país, dia de eleição, dia de decisão. Mas, para aqueles que vivem em São Paulo, a data tinha um atrativo especial, já que os alemães do Iron Angel fariam um novo show aqui, desta feita divulgando o seu mais recente (e muito bom!) álbum Hellbound, o primeiro de músicas inéditas em mais de três décadas! Ou seja, imagine se os paulistanos fanáticos por speed/thrash metal estavam ansiosos?

    A festa começou cedo, e infelizmente, por razões que já abordamos na cobertura do show do Eyehategod em São Paulo, não conseguimos conferir todas as bandas. BITER e CEMITÉRIO já tinham passado pelo palco do La Salsa quando este que vos escreve lá chegou, e só restou perguntar para os presentes para ouvir o óbvio: ambas as bandas tinham feito apresentações furiosas, dignas do nome que conquistaram no underground nacional. No palco, o EM RUÍNAS detonava a sua música. Ao menos, tivemos a chance de conferir de perto a performance excelente de Igor Lopes (vocal e guitarra), Charles Erlan (bateria) e Lucas Vieira (baixo), formação que vem divulgando o ótimo No Speed Limit (Metal Tornado), lançado em 2017 por uma das melhores lojas/selos de metal extremo do país, a tradicionalíssima Mutilation Records.

    Com um show focado no hoje clássico …From The Speed Metal Graves (2010), o grupo paulistano fez uma apresentação soberba, onde pérolas do underground como Morbid Pits, Son Of Hell (Hammers Trial) e Nuclear Nightmare (Power In Devastation) conviveram em harmonia com as novas pedradas, Furiosa e Somente a Morte é Real (certo, essa última nem é tão nova assim, mas é sensacional!).

    O calvário da noite foi o atraso da apresentação principal, que acabou demorando um bocado para aparecer. Porém, ao subir ao palco, o vocalista Dirk Schröder, único remanescente da formação clássica, fez cada minuto de espera valer a pena. Writtings on the Wall, faixa de abertura do novo álbum, foi também a responsável por abrir a apresentação do IRON ANGEL. É impressionante como as caras de frustração e nervosismo que ameaçavam o bom clima da festa se desfizeram quase que instantaneamente, evanescendo por completo já na segunda música, o clássico atemporal Sinner 666, do lendário Hellish Crossfire, um dos mais icônicos álbuns da geração que transformou a Alemanha na terra do thrash metal.

    Mesclando novas e antigas, a nova Ministry of Metal (aquela, do clipe absolutamente bizarro) veio na sequência, evidenciando o excelente trabalho dos guitarristas Mischi Meyer e Robert Altenbach. Outra de Hellish Crossfire veio na sequência, Hunter In Chains. Se você conhece a música, sabe o tipo de convulsão que tomou conta da plateia durante o ‘breakdown’ no meio da música, basta imaginar.

    O álbum de 1986, Winds of War, também não poderia ficar de fora da festa, afinal, é outro clássico do speed/thrash! Assim, de lá veio Son Of A Bitch, com sua mensagem de amor ao próximo tão propícia nesta época do ano… Mas, onde diabos ficou Metalstorm, meus amigos? Enfim, vamos ao que ganhamos, e deixemos para uma próxima vez o que achamos que faltou. Até porque, com uma sequência como The Metallian, Fight For Your Life e Rush of Power, qualquer reclamação se cala na garganta.

    Não havia mais tempo, e a curta e ótima apresentação do Iron Angel chegava ao fim. Vale ressaltar um detalhe muito importante: todos os anos em que eleições de âmbito nacional são disputadas, aqui ou em qualquer lugar do mundo, sempre existe um clima de desconfiança, de insegurança quanto aos novos rumos. Vamos agradecer aos promotores de shows, gente que ousou trazer para o Brasil alguns de nossos ídolos. Afinal, ter a chance de ver em um mesmo ano bandas como Bulldozer, Morbid Saint, Coven, Razor e Iron Angel não é brincadeira! Que continuemos nesse caminho em 2019!

  • THRASH TERROR –  A nova força do thrash metal brasileiro

    THRASH TERROR – A nova força do thrash metal brasileiro

    O Thrash Terror é uma banda que vem se destacando muito na cena underground paulistana e vem conquistando cada vez mais a atenção de bangers apaixonados pelo seu estilo em todo Brasil. Este ano a banda lançou o muito bem comentado EP We Shall Revenge, um trabalho que vem se espalhando pelo mundo e angariando muito boas críticas. Para falarmos desse fenômeno com espirito oitentista convidamos o baterista Jeferson “Jeff” Romão para um bate papo a respeito de como tudo está acontecendo e sobre os caminhos trilhados pela banda até aqui, além de seus planos para o futuro.

    Jeferson “Jeff” Romão, Foto por: Divulgação

    A primeira vez que o vi tocar, você ainda era integrante da banda Evil Sense que inclusive lançou um ótimo álbum tem pouco tempo. Qual foi o motivo que o levou a deixar as baquetas da banda?

    Jeferson “Jeff” Romão – Bom, já faz um tempo isso e vamos ver se lembro. Mas basicamente ocorreram algumas divergências musicais, formas de pensar e de levar as coisas. Eu e o Glauber ex-guitarrista e vocal, queríamos fazer músicas mais trabalhadas, arranjos mais elaborados e nem todos estavam querendo fazer algo assim mais trabalhado. Eu e o Glauber começamos a idealizar um projeto com músicas mais elaboradas, o que se tornaria mais tarde o Migth Execution. O Glauber deixou a banda e após alguns meses tive que fazer uma escolha. Como eu ainda era um adolescente, precisava focar nos estudos, trabalhar e ter minha profissão, pois infelizmente viver de música e principalmente heavy metal no Brasil é muito difícil. E então tive que escolher, já que nem todos da banda na época tiveram a compreensão de que eu precisava dar esse passo na minha vida profissional, então deixei a banda. Mas somos grandes amigos, todos, sempre nos vemos por ai, shows, estúdio ou em casa mesmo, são pessoas que sempre farão parte da minha vida.

    Durante o hiato entre o Evil Sense e o Thrash Terror você participou de mais alguma banda?

    Jeferson “Jeff” Romão – Nossa, sim participei de diversas bandas e projetos de camaradas. Eu comecei a tocar muito novo, entrei no Evil Sense com 16 anos, é até meio maluco imaginar isso. Após o Evil Sense entrei no Might Execution com o Glauber, começamos a ensaiar, porém uma lendária banda da zona sul chamada Under Attack me fez o convite para assumir as baquetas, já que o batera original Thomaz (atual Nuclear Frost) havia deixado a banda e novamente tive que fazer uma escolha. Como o Under Attack tinha uma proposta de ser algo mais maleável com horários e etc, e eu precisava dessa flexibilidade optei por ficar no Under Attack. Fiquei aproximadamente 3 anos e fizemos diversos shows. Abrimos para a lendária banda Omen, foi uma época extremamente divertida.  A banda meio que se diluiu e optei por dar um tempo com as bandas e focar ainda mais no lado profissional comum digamos (rs). Após um período reencontrei os amigos do Guerrilh, uma banda de speed metal em português. O Dodo estava reformulando a banda e fui convidado a integrar essa nova formação. Fiquei alguns anos no Guerrilha também porém a banda também acabou se diluindo. Após isso cheguei a fazer alguns ensaios com o Clenched Fist também, muito legal conhecer a todos e aprenderem e foram grandes momentos com essas bandas.

    Nelson Freitas, Foto por: Divulgação

    Você é multi-instrumentista. Todos sabemos que você é um guitarrista extraordinário, mas por que a preferência bela bateria?

    Jeferson “Jeff” Romão – Primeiramente obrigado pelo elogio! Dou uma arranhada apenas. Eu comecei a tocar/aprender bateria muito novo e com 6 ou 7 anos eu já tocava bateria, meus tios todos tocam violão, guitarra, baixo. Eu tive uma infância muito musical, escuto rock/metal/mpb desde criança. Meu tio, que é praticamente meu pai, foi quem percebeu que eu tinha um talento e havia uma bateria velha na casa da minha avó. Meu tio pegou o violão e fez os acordes básicos de blues, aquele mais lento mais down mesmo, por ser um compasso lento de cara me dei bem e toda tarde praticamente a gente tirava algum som junto. Eu ia tentando tirar as coisas que ouvia, Guns n’ Roses principalmente, em seguida Black Sabbath, Iron Maiden e por ai foi, até chegar no metal extremo. Porém minha paixão e onde me sinto mais confortável é no thrash metal. Com uns 12 anos comecei a aprender violão e meu tio me passou as 7 notas básicas. Na época praticamente não havia Internet e nem computador, logo não tinha YouTube, então a gente passava horas ouvindo a mesma música, ou o mesmo solos para tentar absorver algo. Meus pais não tinham condições de me colocar numa escola de música então fui indo na raça e ouvindo muita coisa, o que foi muito bom pois desenvolvi um bom ouvido e um modo diferente de interpretar as músicas o que me favorece muito para compor e construir meus arranjos.

    O Thrash Terror foi formado em 2007 quando ainda você não integrava a banda, você acompanhou o início da banda para nos falar como foi começo da carreira?

    Jeferson “Jeff” Romão – Sim, já tínhamos contato, eu já estava no underground, o Nelson (guitarrista) já me conhecia desde bem moleque da cena rock aqui da zona sul e sempre o admirei por ser um excelente guitarrista. Além de ser uma pessoa maravilhosa.  Vi o Thrash Terror tocar no antigo e saudoso bar chamado Warriors Pub, não lembro se esse dia eu toquei também, mas sei que vi esses caras tocando e pensei “Esses caras tem problema, são loucos, por que é um som rápido, técnico, e com vocal agudo” o que é muito peculiar por que normalmente o pessoal quer cantar de uma forma mais agressiva puxando para o gutural.

    Walter Nascimento, Foto por: Divulgação

    No mesmo ano de sua formação a banda lançou a demo Delivering To Metal, você poderia nos falar como foi a repercussão deste primeiro material?

    Jeferson “Jeff” Romão – A banda passou a ser bastante notada e participava de diversos festivais e shows. Lembro que eles estavam a todo vapor e eu sempre estava nos shows, a banda começou a ser mais notada não só na zona sul, mas em outras regiões de São Paulo.

    Anos depois a banda sofre uma reviravolta radical em sua formação, digamos que entre 2010 e 2015 foi uma época difícil para banda, pois saíram três membros neste período. Qual foram os motivos?

    Jeferson “Jeff” Romão – Alguns integrantes tinham outros projetos, acabaram focando mais nesses outros compromissos o que acabou sendo quase que o fim da banda. O Walter (vocal), chegou a me dizer que até ele mesmo saiu, ele é o fundador da banda junto com o Nelson. O underground as vezes é difícil pois o retorno financeiro praticamente não existe e todos temos nossos gastos, alguns tem família, então muitas vezes é preciso tomar algumas decisões.

    Em 2016 a banda retorna as suas atividades quase que totalmente reformulado e já com você assumindo a bateria. Como surgiu essa oportunidade de você se integrar a banda?

    Jeferson “Jeff” Romão – Apesar de todas as dificuldades com as saídas de integrantes e etc, o Nelson e o Walter nunca desistiram de acreditar na banda e em seus potenciais. Mérito maior para o Nelson pois ele resgatou o Walter. Após o resgate do Walter eles precisavam de baterista e baixista e um amigo nosso em comum – o Edu (Hellven), foi quem fez a ponte entre eu e o Nelson. O Nelson entrou em contato comigo, pedi para ele me enviar as músicas, eu queria ouvir com cuidado pois eu não estava mais afim de tocar o mesmo estilo de thrash metal que eu tocava, queria algo diferente. E quando ouvi as músicas com atenção fiquei doido por que era exatamente o que eu queria fazer, alguns riffs lembravam muito o que eu já escrevia (cheguei a compor músicas pra um projeto solo, mas por falta de tempo na concluí), então aceitei o convite e começamos a trabalhar nas músicas.

    Luis Moura, Foto por: Divulgação

    A banda hoje está com a formação definitivamente estabilizada? Nos fale um pouco de cara membro…

    Jeferson “Jeff” Romão – Sim, essa formação está bem estabilizada e consolidada, todos pensam de uma maneira diferente, mas sempre chegamos na mesma opinião em prol do Thrash Terror, nos tornamos uma família, irmãos, estamos sempre juntos, um na casa do outro ou em festas de amigos, nos damos muito bem. Estamos com uma idade legal, madura, e já temos uma grande experiência no underground o que facilita certas coisas. Bom, sobre nós, o Walter (vocal) é um cara de um grande coração totalmente atrapalhado as vezes, o Luís Moura (Toninho), também é uma excelente pessoa, muito correto e muito justo com todos, tem um temperamento forte assim como eu, normalmente as pequenas discussões começam comigo ou com ele (rs). O Nelson é o nosso buda, um cara sempre de bem com a vida, além de um excelente músico, o Toninho também é um excelente músico, estamos com um time bem redondo, uma engrenagem completa que não vai parar nunca.

    Você é o cara mais thrash que já conheci na vida, você realmente respira e transpira os anos 80. Como está sendo para você estar no Thrash Terror? Você também está por trás das novas composições?

    Jeferson “Jeff” Romão – Pra mim os anos 70 e 80 foram o ápice musical, acho que essas décadas nunca serão superadas, principalmente os anos 80 para o metal. Eu acho que sim, respiro e transpiro os anos 80, apesar de não ter vivido nesta década. As bandas tinham uma atitude diferente no palco, tocavam com sangue nos olhos, riffs complexos e o visual também agressivo. Não deixo meu tênis cano alto, calça justa e jaqueta de couro jamais. Não uso mais cinto de balas por que pesa muito e não tenho mais idade pra isso (rs). Mas musicalmente me inspiro muito pois todos tocavam de uma forma muito peculiar, timbres também, até o início dos anos 90 para a bateria é muito animal a forma como tocavam. Estar no Thrash Terror e ver tudo que estamos construindo é muito gratificante, ver as pessoas falando com você após os shows, contatos na página no Facebook  é isso que nos faz continuar, além do amor pela música e pelo heavy metal. Como eu havia dito a faixa título We Shall Revenge, foi praticamente escrita por mim, temos uma música chamada Rock n’ Roll Party que também tem participação minha. O Nelson e o Walter queriam reformular as músicas antigas quando entrei, então praticamente todas as músicas eu mudei algo, ou opinei algo, eu e o Nelson temos muita sintonia para criar.

    2018 – We Shall Revenge “EP”

    Esse ano vocês atacaram com o ótimo EP “We Shall Revenge”, como está sendo a receptividade do publico a respeito deste EP?

    Jeferson “Jeff” Romão – Cara, está sendo ótima, o pessoal tem escutado, recentemente em alguns shows notei a galera cantando os sons, está sendo bem positivos para nós.

    Em nossa conversa través de uma rede social, você me falou que a banda estava buscando parceiros para a materialização deste EP em formato físico. Já há alguma parceria para isso?

    Jeferson “Jeff” Romão – Ainda não fechamos nenhuma parceria, há alguns selos em vista, mas ainda não fechamos com nenhum. Se algum selo se interessar podem entrar em contato, pois ainda estamos à procura.

    Vocês disponibilizaram o We Shall Revenge nas plataformas digitais, como está sendo esse processo de divulgação?

    Jeferson “Jeff” Romão – Lembrando do termo punk “do it yourself”, a gente tá seguindo esse estilo, então estamos divulgando por nós mesmos, nos shows, Facebook, Instagram, grupos do Whatsapp, estamos usando todos os recursos de mídia social que temos hoje em dia para a divulgação, claro! Sempre contato com os amigos e com o público quem também nos da muita força.

    Ouvi atentamente o EP e digo que vocês estão muito entrosados e fazendo um ótimo som. E falando das músicas, quais os temas abordados nas letras?

    Jeferson “Jeff” Romão – Obrigado! Nosso entrosamento é extremamente natural, temos muita conexão. A gente procura ser neutro e não levantar nenhuma bandeira, política, religiosa, etc. A bandeira que levantamos é do heavy metal bem feito, bem executado. Em nossas letras falamos de tudo um pouco, heavy metal, bares, bebida, política, mitologia, comportamento e atitudes. No EP temos a Deliver Us To Metal que fala justamente sobre levantar a bandeira do metal, e dizemos como o metal pulsa em nossas veias. March To Kill, aborda questões políticas, Hell’s Pub é um bar onde pode acontecer de tudo, liberdade de fazer o que quiser, beber o quanto quiser sem se preocupar. Já a Death Maker fala basicamente sobre o domínio do mal na terra. E We Shall Revenge é nossa vingança contra todos que um dia duvidaram da banda, ou de nós. Serve também para todas as bandas do underground onde sempre tem alguém duvidando, seja a sociedade, família. É pra dizer “Ei conseguimos, fizemos nossa música, estamos vivos”.

    Jeferson “Jeff” Romão, Foto por: Divulgação

    E falando do Jeferson “Jeff” Romão, quais as suas principais influências?

    Jeferson “Jeff” Romão – Na bateria minhas principais influências são: Nicko Mcbrain, suas longas viradas me inspiram muito. Dave Lombardo é minha maior influência principalmente no disco South Of Heaven, pois ali a bateria é simplesmente perfeita nos timbres e em toda a sua criatividade para construir viradas e frases na bateria. É simplesmente genial, gosto muito do Nick Menza também, ele era muito preciso. Os nossos brasucas, Igor Cavalera também tem um groove que gosto de acrescentar nos arranjos, Ricardo Confessori também sempre colocou batidas diferentes fugindo do convencional, Aquiles Priester que tive a honra de conhecer pessoalmente, o vi tocando de perto e é algo fantástico, aprendi muito apenas olhando com seus paradiddles absurdos. E também o monstro Gene Hoglan, o qual também tive a honra de conhecer pessoalmente, o percursor de paradiddles rápidos no metal, tento me inspirar nesses caras porque pra mim realmente são músicos diferenciados. Na guitarra me inspiro muito no Dave Mustaine, sou fã do Megadeth há anos e o jeito que ele toca e cria riffs é incrível, ele coloca sentimento, seja de raiva ou  tristeza nas músicas e eu gosto dessa ideia de você ouvir uma nota, um riff e aquilo querer te passar ou te dizer algo, ou alguma sensação. Pra mim a música tem que ter vida, ela tem que falar algo. Curto riffs mais diretos também, mas não feitos de forma desleixada, isso não chama minha atenção. Chuck Schuldiner também é outro cara que passa sentimento com a música, te transporta exatamente pra onde a música quer, são caras geniais pra mim.

    Com o EP já disponível no formato digital, como está sendo os shows para divulgação do mesmo?

    Jeferson “Jeff” Romão – Tá bem legal! Esse mês de novembro tocamos praticamente todos os sábados, no feriado também com muitas aventuras, está sendo bem positivo e um aprendizado para nós também. Queremos agora ir para fora de São Paulo, expandir mais, agregar com mais bangers e metalheads de outros locais, estamos abertos a convites para tal. Nos chamem!!

    Da esq. para dir.: Nelson Freitas, Walter Nascimento, Jeff Romão e Luis Moura, Foto por: Divulgação

    Jeff, tenho uma pergunta que sempre faço a todos que entrevisto. Qual seu ponto de vista a respeito da cena underground atualmente no Brasil?

    Jeferson “Jeff” Romão – Cara, pergunta legal e ao mesmo tempo delicada. Particularmente acho que já tivemos anos melhores em questão do público comparecer nas casas de show, festivais e etc, há muita diversidade, sempre tem muitos eventos, isso é bom mostra que o underground vive, mas até que ponto é ser underground? Você pagar pra tocar? Ter banda é ter gastos, instrumentos, estúdio, transporte, alimentação muitas vezes as pessoas não levam isso em consideração e já vi muita banda parar por causa disso. Mas obviamente para um evento dar certo depende de uma série de fatores.  A cena no Nordeste me parece sempre bem viva inclusive tenho muita vontade de tocar lá, a cena brasileira é boa e viva, acho que falta mais cooperação de todos pra que as coisas melhorem cada vez mais. Torço muito para que cada banda conquiste o que almeja, temos que levar nosso metal pesado brasileiro para os quatro cantos do mundo, potencial todos nós temos.

    Quais os planos futuros do Thrash Terror?

    Jeferson “Jeff” Romão – Estamos trabalhando em novas composições para que se tudo der certo ano que vem a gente gravar e lançar o full-length, também tocar fora de São Paulo e por que não, no país inteiro.

    Jeff meu amigo, muito obrigado pela oportunidade de podermos trazer aos leitores da Roadie Crew um pouco sobre você e sua carreira honrada no underground… As últimas palavras são suas…

    Jeferson “Jeff” Romão – Meu caro amigo, foi uma honra enorme poder participar, foi ótimo relembrar os acontecimentos nessa minha trajetória de mais de uma década no underground, agradeço o espaço como baterista, sempre ficamos lá trás, escondidos, carregando um monte de tralha, e minha ideia foi mostrar que nós bateristas também temos voz, muitos assim como eu também são compositores, não fazemos apenas barulho. Quero agradecer a minha família em especial meu tio Donizeti, minha mãe por me aturar desde moleque, minha namorada Cris por sempre estar ao meu lado e a todos meus ex companheiros de banda, meus amigos, em especial Josenildo, João, Anete, PC, Kinho, Henrique, por me acompanharem desde o início, são muitas pessoas que me ajudaram e ajudam, sou extremamente grato a todos! Vamos apoiar nossa cena, ir em shows, bandas tocarem bem pra proporcionar um bom show, todos se respeitando e pensando no outro, assim coisas andam. Keep Thrashing!!!

    Trazemos aqui para vocês o EP We Shall Revenge na íntegra:
  • MASTER: Pioneiros do Death Metal tocarão em Cuiabá na próxima semana

    MASTER: Pioneiros do Death Metal tocarão em Cuiabá na próxima semana

    Nome seminal do Death Metal mundial, o MASTER se apresentará no dia 04/12 (terça-feira) na cidade de Cuiabá/MT, na turnê de lançamento de seu novo álbum, “Vindictive Miscreant”, ao lado da banda brasileira NERVOCHAOS. Sob o comando do incansável baixista e vocalista Paul Speckmann, o trio, que desde 2003 mantém a mesma formação, conta ainda com o guitarrista Alex “93” Nejezchleba e o baterista Zdeněk Pradlovský. O novo álbum está sendo lançado pela gravadora indiana Transcending Obscurity Records e mantém a sonoridade do MASTER intacta, através de oito faixas certeiras.

     Ouça o single “Replaced”, single de “Vindictive Miscreant”:

    https://www.youtube.com/watch?v=SPglljO3lzo

    Formado em 1983 na cidade de Chicago, Illinois, o MASTER teve uma carreira singular. Com 13 álbuns de inéditas, carrega consigo o título de criador do Death Metal ao lado de seus contemporâneos do Death, tudo graças ao trabalho incessante de Paul Speckmann durante estes quase 40 anos dedicados ao estilo. Tendo feito história ainda com as bandas Death Strike, Abomination e Krabathor, Paul soma em seu currículo uma série de projetos e bandas que entraram para o hall da fama do som extremo, seja na década de 1980 com o Funeral Bitch ou com os recentes Cadaveric Poison e Johansson & Speckmann.

     Já com um novo álbum de inéditas a caminho, o NERVOCHAOS se juntará ao MASTER para mais uma parte de sua Nyctophilia Tour 2018. Previsto para 2019, “Ablaze” será o oitavo lançamento da banda paulistana, gravado na Itália, no Alpha Omega Studios, ao lado do produtor Alex Azzali, onde também aconteceram a mixagem e masterização do registro. O lançamento ficará a cargo, mais uma vez, das gravadoras Cogumelo Records e Voice Music. Atualmente o grupo é formado por Guiller (vocal/guitarra), Diego Mercadante (vocal/guitarra), Thiago “Anduscias” (baixo) e Edu Lane (bateria).

     Produzido pela produtora local Vendetta em parceria com a Tumba Productions, o evento será realizado no Cavernas Rock Bar, localizado na Rua Barão de Melgaço, 3146, no centro de Cuiabá. Com início programado para as 20h e ingressos custando R$ 60 na porta, espera-se um público sedento por Death Metal.

     Confirme presença:

    https://www.facebook.com/events/179661279613616

    Contatos: Facebook: www.facebook.com/vendettaprodbr

    Assessoria de Imprensa: [email protected]

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • LEANDRO CAÇOILO: Shows na Bolívia cantando as maiores baladas do soft rock e vídeo de “Waiting For a Girl Like You” do FOREIGNER

    LEANDRO CAÇOILO: Shows na Bolívia cantando as maiores baladas do soft rock e vídeo de “Waiting For a Girl Like You” do FOREIGNER

    O vocalista Leandro Caçoilo (Viper, Seventh Seal, Caravellus, Hardshine, ex-Eterna) acaba de divulgar uma turnê com dois shows na Bolívia cantando os maiores clássicos e baladas do soft rock mundial. Os shows acontecem no dia 30 de novembro em Cochabamba e em Santa Cruz no dia 1 de dezembro. Leandro será acompanhado de músicos locais, onde pela segunda vez em sua história se apresentará na Bolívia mostrando todo seu talento e carisma já conhecido no Brasil e em todo o planeta do heavy metal.

    Além disso, o cantor lançou mais um vídeo em seu canal oficial do YouTube. A música escolhida foi “Waiting For a Girl Like You” do Foreigner, um clássico da música e que estará no repertório dos shows na Bolívia. Leandro Caçoilo conta com o apoio de Heil Sound, Kildare, Grupo Studio Brazil, Futerock e TRM Press.

    “São duas notícias em uma só. A primeira é ir para a Bolívia pela segunda vez, uma honra, sem dúvida. As pessoas de lá me dão muito carinho e felicidade, é sempre um prazer. A segunda é o lançamento de mais um vídeo no meu canal cantando uma música que adoro e de uma banda que sou fã”, disse o vocalista Leandro Caçoilo.

    Assista o vídeo de “Waiting For a Girl Like You” do Foreignerhttps://youtu.be/AcuFhwR1Sm0 Para quem quiser entrar em contato com Leandro para ter aulas ou workshops basta enviar um e-mail para [email protected]. As aulas do vocalista abordam técnicas como respiração, impostação, repertório, belting, apoio, aquecimento, resistência, drive e ressonância. Para ter aulas de canto com Leandro Caçoilo entre em contato por e-mail ou pelo site oficial do cantor. As aulas são totalmente voltadas para o aluno com gravações em pro-tools, com especialização em Rock ‘n’ roll, Metal, AOR, Thrash, Blues, Soul, etc.

    Links relacionados: Site Oficial – https://www.leandrocacoilo.com.br/ E-mail para contato: [email protected] Facebook – https://www.facebook.com/LeandroCacoilofanpage Fonte: TRM Press Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • TOR SÁKATA: Guitarrista lança videoclipe de música instrumental “Adrenaline”

    TOR SÁKATA: Guitarrista lança videoclipe de música instrumental “Adrenaline”

    O guitarrista, cantor, compositor e professor de música, Tor Sákata, acaba de lançar videoclipe inédito de seu mais novo projeto e música instrumental intitulada “Adrenaline”, que também foi divulgada nas plataformas digitais por todo planeta. Esse é um videoclipe e projeto realizado em parceria com a maior escola de música e tecnologia da América Latina, o EM&T.

    Assista o videoclipe de Adrenalinehttps://youtu.be/vBPRNoA-9xc

    Este lançamento tem como intuito renovar um pouco a música instrumental no Brasil, pois une o rock com eletrônico, seguindo tendências de guitarristas brasileiros que estão ficando famosos no exterior como Mateus Asato e Lari Basilio. Tor iniciou os estudos musicais aos oito anos de idade por influência da mãe, que sempre gostou de Rock. Aos 11 anos, descobriu a paixão pela guitarra elétrica e com 14 anos já dava aulas particulares para amigos de escola. O músico se formou no EM&T, a maior escola de música e tecnologia da América Latina, e também teve aulas com guitarristas do calibre de Edu Ardanuy (Sinistra, ex-Dr.Sin).

    Em 2016, em parceria com o ator e cantor Ruy Brissac, que interpretou Dinho dos Mamonas Assassinas no teatro, Tor compôs o EP de estreia e finalizou uma letra de Ruy para a Copa do Mundo de futebol de 2018. A faixa tem mais de 200 mil views no YouTube. Atualmente, o guitarrista se lança como artista solo com este novo single intitulado de “Adrenaline”.

    Links relacionados: https://www.facebook.com/torsakata/

    Fonte: TRM Press