Categoria: Roadie News

  • ANGRA FEST 2 – Angra, Malta, Dr. Sin, Project 46, Nervosa – São Paulo/SP, 01 de dezembro de 2018

    ANGRA FEST 2 – Angra, Malta, Dr. Sin, Project 46, Nervosa – São Paulo/SP, 01 de dezembro de 2018

    O 2018 do Angra foi ótimo e está se encerrando com saldo positivo. ØMNI, seu novo álbum, atendeu as expectativas dos fãs e em poucos meses o grupo correu os palcos do mundo se apresentando, por exemplo, em países da América do Norte (Estados Unidos e Canadá) e da Europa, além de lugares como Japão, Taiwan e Coreia do Sul. E foi em clima de celebração que o Angra abriu o mês de dezembro, realizando em São Paulo o 101° show da “ØMNI World Tour”, ocorrido pela segunda edição do “Angra Fest”. Para o público, outro atrativo foi o fato de que o cast do evento era composto de tarimbadas bandas paulistanas, representantes de gêneros distintos. Teve não só para quem curte o heavy/power/prog metal do Angra, como também para fãs do thrash metal da Nervosa, do metalcore do Project 46, do pop rock alternativo/post-grunge do Malta e do hard rock (com doses de rock progressivo) do Dr. Sin. Em nota, o guitarrista Rafael Bittencourt havia comentando o conceito do “Angra Fest”: “Esse é um sonho que eu tenho há muito tempo. Um festival que celebre nossa história, reunindo vários artistas e bandas”, explicou. “Nós inspiramos o público e os músicos aspirantes a profissionais e isto é muito importante num país onde a esperança de sucesso e prosperidade é massacrada por instabilidades morais e econômicas.”, ressaltou. “Quero que o Angra seja um polo de união entre bandas e artistas, fortalecendo a cena e o prestígio do metal nacional no mundo”, concluiu.

    Quem abriu a noite, com peso bruto, foi o trio Nervosa, que, assim como o Angra, teve uma agenda bastante cheia no Brasil e no exterior em 2018. Fernanda Lira (vocal e baixo), Prika Amaral (guitarra) e Luana Dametto (bateria) seguem na divulgação de Downfall of Mankind (2018) e deram início ao show com uma dobradinha formada pelas “porradeiras” Horrordome e …and Justice for Whom?, de seu mencionado terceiro álbum. Tendo pouco tempo de set, no intervalo entre algumas músicas a sempre comunicativa Fernanda foi econômica nas palavras, mas interagiu com o público com a simpatia que lhe é habitual. Em outras das novas, especificamente Never Repeat, Never Forget e Raise Your Fist!, a competente Luana foi simplesmente cavalar nos bumbos!

    Nervosa

    Luana, Fernanda e Prika agitaram o público e foram ovacionadas, principalmente após Kill the Silence, em que o trio ouviu o nome Nervosa ser aclamado em coro. Os dois momentos em que a banda mais agitou os headbangers de plantão aconteceram com Death! – música que considero ser a melhor do debut Victim of Yourself (2014), principalmente pela parte das paradinhas mortais do final -, e com uma das mais conhecidas, Masked Betrayer. Porém, foi na derradeira Into Moshpit que a pista esquentou com as rodas feitas após o sinal de comando de Fernanda. Pena que a banda não incluiu em seu repertório uma música que gosto muito e que também faz parte de seu primeiro álbum: Urânio em Nós.

    Vinte minutos após o show da Nervosa foi a vez de o Project 46 entrar em ação e recarregar o nível de brutalidade. Caio MacBeserra (vocal), Jean Patton e Vinicius Castellari (guitarras), Baffo Neto (baixo) e Betto Cardoso (bateria) chegaram tendo o público nas mãos. Mesmo com o som embolado no começo, o quinteto instalou o caos no local com duas tijoladas: Terra de Ninguém e TR3S – ambas do terceiro e mais recente álbum TR3S, que foi eleito pelos leitores da ROADIE CREW como o “melhor álbum de 2017”. E não é difícil sacar o porquê de o Project ser uma das bandas mais aclamadas do metal nacional, principalmente pelo público mais jovem. A técnica, a velocidade e a agressividade instrumental, a linguagem urbana de MacBeserra para tratar de temas do cotidiano, além da atitude do quinteto no palco, são motes certeiros. Continuando, as também novas Pode Pá, Pânico e Rédeas foram boas escolhas para o set, mas foi em músicas mais antigas como Violência Gratuita, Erro + 55, Foda-se (Se Depender de Nós) e na derradeira Acorda Pra Vida, na qual rolou até ‘wall of death’ organizado por MacBeserra, que o Project 46 viu o público ensandecer.

    Project 46

    Ao final do show do Project 46, bati um papo com o simpático Betto Cardoso, que se mostrou favorável a ideia de o “Angra Fest” proporcionar a união de estilos: “Pra nós, particularmente, é sensacional esse conceito de misturar gêneros, pois acabamos sentido a receptividade ao nosso tipo de som por um outro público. Apesar de ter bastante fã nosso aqui hoje, acho que os do Angra nos aceitaram muito bem. É importante essa mistura. Ter o Malta aqui e a galera respeitando é demais. O Brasil tem muito disso, de festivais de vários gêneros, e isso é algo bem nosso. Ver essa recepção do público é fantástico. Fora que todo mundo das bandas é amigo, um admira o trabalho do outro. Outra coisa legal é que você pega, por exemplo, um fã de Angra, de repente ele fica assustado de ouvir um ‘blast beat’, um gutural… E esse tipo de festival serve pra isso, talvez essa mesma pessoa chegue em casa hoje e coloque Project 46 no Spotify. Quem sabe no próximo show ela compre o disco? E é assim que a coisa vai rolando…”, vibrou.

    Dando continuidade, uma das grandes surpresas do evento foi a presença do Dr. Sin, que recentemente anunciou nova formação e, após dois anos, retomou a carreira de mais de vinte. O grupo entrou tocando a clássica Scream and Shout, de seu homônimo primeiro álbum, mas, infelizmente, o som estava muito baixo. Apesar disso, o público recebeu calorosamente a banda e gritou “Dr. Sin” em coro. Na pausa, Andria e Ivan apresentaram o novo guitarrista Thiago Melo, bem como o tecladista convidado Rafael Agostino (Armored Dawn), e anunciaram a nova música: Lost in Space. Tal single, que está disponível, inclusive, em videoclipe, já estava na ponta da língua de alguns fãs. Com o volume agora bem regulado, deu pra sacar com clareza o solo e a pegada de Melo. Na pausa seguinte, a plateia novamente entoou o coro e Andria se ajoelhou para agradecê-la pela receptividade. A seguir, Time After Time, do álbum Dr. Sin II (2000), agitou ainda mais o local.

    A cada música que ia sendo executada, Fire, Sometimes, Dirty Woman­ – em que o trio tirou de letra a falha de som que aconteceu no decorrer, fazendo um improviso tão certeiro e inteligente que parecia até ensaiado -, Miracles e Fly Away, Thiago Melo (que de touca e cabelo crescendo estava parecendo o ex-Motörhead Phil Campbell) mostrava que os Busic acertaram em escolhê-lo como novo membro do Dr. Sin. Isso não só por conta do entrosamento que há entre os três desde a banda solo dos irmãos, mas também porque o acreano segurou bem a bronca de executar os riffs, arranjos e solos deixados por um dos melhores guitarristas do país. Aliás, foi muito legal ver Edu Ardanuy acompanhando o show pelo camarote e também a mensagem de carinho que Andria lhe mandou do palco. E tão bacana quanto, foi a reação do público que em todos os intervalos entre as músicas continuou bradando nome da banda, principalmente após o trio se despedir executando o hino Emotional Catastrophe. Definitivamente, o respeito que o público tem pelo Dr. Sin, mostra que o legado do grupo está decretado como parte importante e influente na história da música pesada nacional.

    Dr. Sin

    Um dos momentos mais especiais do evento foi ver que, mesmo que alguns torçam o nariz para o Malta, qualquer resquício de conduta de rejeição caiu por terra tão logo o grupo deu as caras. Quem ali não conhecia a fundo o repertório e se deixava levar pelo ‘pré-conceito’ de achar que o som do Malta é constituído de baladas babas, devido ao rótulo de “rock romântico”, e também criticava a banda pelo fato da veiculação na grande mídia televisiva – a partir da participação vitoriosa em 2014 na primeira temporada do show de talentos “Superstar”, da Rede Globo – se não virou fã, ao menos teve uma nova e boa impressão do quarteto. E o público não só demonstrou respeito por Luana Camarah (vocal), Thor Moraes (guitarra), Diego Lopes (baixo) e Adriano Daga (bateria), como também os aplaudiu em diversos momentos do show. Contando com uma qualidade de som redonda desde o início com Igual A Ninguém, o grupo, que já conquistou muitos prêmios nacionais e internacionais, além de indicações ao Grammy Latino, mostrou carisma e atitude.

    Exceto pela própria Igual A Ninguém, do álbum Indestrutível (2016), e também Nova História e Supernova, do debut Supernova (2014), o grupo preparou um setlist baseado em seu ainda não lançado quarto álbum, intitulado IV. E foi exatamente em uma das novas músicas que o Malta proporcionou um dos melhores momentos de sua apresentação. O grupo contou com participação do super aplaudido ex-Dr.Sin e atual Sinistra Edu Ardanuy, que detonou em Manipulação, música que em estúdio teve a colaboração do ex-Guns N’Roses e atual Sons of Apollo Ron “Bumblefoot” Thal. Porém, o ponto alto aconteceu no cover de Bohemian Rhapsody do Queen – vale lembrar que o Malta tocou na première do aclamado filme de mesmo nome, que, por sinal, tem sido bastante elogiado. Com imagens do clipe no telão e fazendo divisões com partes sampleadas da música original, o Malta contou com o apoio do público, que não só comemorou, como cantou à plenos pulmões cada verso desse clássico imortalizado por Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor. Pronto: o público estava ganho de vez pelo Malta, que depois dessa se despediu com a citada Supernova. Que bom seria se o exemplo do que aconteceu nessa apresentação do Malta servisse para parte do público de rock/metal que vomita preconceito mudasse o comportamento e passasse a respeitar o trabalho musical de quem quer que seja.

    Malta

    Tudo estava dentro dos conformes e o cronograma sendo seguido a risca no “Angra Fest 2” por cada uma das bandas de abertura. As atenções agora eram totais para os donos da festa. Porém, mesmo com o palco tendo ficado pronto rapidamente, o Angra levou mais de meia hora para assumi-lo. E quando Fabio Lione (vocal), Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa (guitarras), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria) chegaram tocando Newborn Me, do penúltimo álbum Secret Garden (2014), a histeria foi geral. Na sequência foi a vez de apresentar o álbum ØMNI, através de Travelers of Time, que se destacou pelas guitarras gêmeas e pela parte cantada por Bittencourt. Vale lembrar que essa música foi a primeira do novo álbum a ser mostrada aos fãs da banda, através do ‘audio premiere’ que rolou na primeira edição do “Angra Fest”, realizada no dia 26 de novembro de 2017. Após Waiting Silence, a qual no começo rolou uma breve falha no microfone de Lione, o vocalista ressaltou a importância desse show, por ser o 101° da turnê, agradeceu aos fãs e ressaltou que a banda estava muito feliz de estar comemorando esse momento com o público paulistano.

    Uma das mais legais de ØMNI, a climática Insania, caiu bem ao vivo, tanto quanto a divertida e pesada Caveman, com partes cantadas pelos backing vocals em português e referências da música regional brasileira, o que, automaticamente, fez lembrar do álbum Holy Land, de 1996. Não faltou o tradicional momento reservado ao solo de Valverde, que foi anunciado por Lione sob elogios como “monstro” e “gênio da batera”. Dando sequência, Bittencourt foi ao microfone, agradeceu ao público e as bandas de abertura, falou do fortalecimento da cena metal nacional e comemorou os 27 anos do Angra, brincando com o fato de que muitos ali nem tinham nascido quando a banda foi formada. Para empolgação geral, o líder guitarrista anunciou a convidada Mayara Puertas (ou simplesmente May Undead), vocalista do Torture Squad, que foi confirmado para 2019 no gigante “Rock in Rio”. E ela mandou muito bem em Black Widow’s Web, fazendo com perfeição tanto a parte lírica gravada em estúdio pela cantora pop Sandy, quanto os guturais feitos no disco por Alissa White-Gluz, do Arch Enemy.

    Angra

    A partir dali, o show continuou com uma sequência que alternava músicas de outros discos à ØMNI – Silence Inside, The Bottom of My Soul e Magic Mirror de ØMNI. Para o bis, o Angra retornou com alguns clássicos: Rebirth e o medley de Carry On e Nova Era. Só que por conta conta do atraso do Angra em iniciar seu show, muita gente que dependia de transporte público resolveu ir embora antes do final do evento. Aliás, abro parênteses aqui para um puxão de orelhas. Devido, principalmente, à onda de violência que é cada vez mais assombrosa no país e falta de transporte na madrugada, as bandas e envolvidos deveriam se atentar mais quanto aos horários de shows, para que o público possa assistir todo o evento e retornar com tranquilidade para casa. Quem precisou ir embora, perdeu a surpresa final do Angra, que foram os covers de Walk (Pantera), com participação de Fernanda Lira e Jean Patton, e de Highway to Hell (AC/DC), com Edu Ardanuy, Luana Camarah e Adriano Daga. Ao som de ØMNI – Infinite Nothing rolando ao fundo, o grupo se despediu e partiu para Salvador (BA), onde no dia seguinte realizou seu último show do ano.

    E quem pensa que a aliança formada no “Angra Fest 2” terminou por aí, músicos do Angra, Malta, Dr. Sin, Project 46 e Nervosa participarão no próximo dia 09 de dezembro (domingo), do evento “Fórmula FuteRock Edifier”, que acontecerá no R11 Speed Way Kart Indoor, localizado no subsolo do hipermercado Extra Morumbi, na Marginal Pinheiros, em São Paulo. O evento começará às 18hs e a entrada será um quilo de ração, que será doado para a ONG de proteção aos animais, Patinhas da Liberdade. Voltando a falar do Angra, o grupo se prepara agora para iniciar com tudo o ano de 2019, e anunciar para os meses de Maio e Junho a turnê do DVD ØMNI Live.

    Angra
  • Depois de turnê Europeia, MAESTRICK faz quatro shows no Brasil com o VERSOVER

    Depois de turnê Europeia, MAESTRICK faz quatro shows no Brasil com o VERSOVER

    “Espresso Della Vita: Solare”, novo álbum do grupo de rock/metal progressivo Maestrick, foi lançado no dia 28 de Junho durante evento fechado para jornalistas no Central Panelaço em São Paulo. O disco já havia sido lançado no dia 23 de Maio em todo território asiático pela Marquee/Avalon, a maior gravadora do gênero no Japão e uma das mais importantes de todo mundo, com quem o Maestrick tem contrato naquele território.

    Sucessor do aclamado álbum de estreia, “Unpuzzle!”, e do EP “The Trick Side Of Some Songs”, “Espresso Della Vita: Solare” é a primeira parte de um disco duplo conceitual e traz uma observação da vida humana pela perspectiva de uma viagem de trem. O disco tem a produção de Adair Daufembach (Project46, John Wayne, Hangar), que também é o encarregado de gravar todas as guitarras do álbum, e reúne 12 faixas: “Origami”, “I a.m. Living”, “Rooster Race”, “Daily View”, “Water Birds”, “Keep Trying”, “The Seed”, “Far West”, “Across The River”, “Penitência”, “Hijos De La Tierra” e “Trainsition”. “Espresso Della Vita: Solare” tem sido super elogiado e já é considerado por alguns jornalistas como um dos melhores lançamentos do ano! A internacionalmente renomada revista BURRN! avaliou o disco com a nota 86/100. Para quem acompanha a publicação japonesa, sabe que essa é uma nota bastante alta. Na mesma edição, discos de artistas renomados como Anthrax, Angra, Don Airey, Spock’s Beard, Dimmi Borgir, entre vários outros, não atingiram essa marca. Aqui no Brasil sobram elogios como: “… um resultado final digno de ser chamado de arte.” (Fabian Chacur – Mondo Pop); “… um dos melhores do ano.” (Rodrigo Monteiro – Rock Master); “Obra-Prima” (Gabriel Arruda – House Of Bootleg); “… um dos melhores álbuns da última década” (Rodrigo – Action Nerd).

    Muito orgulhosos com o novo disco, Fabio Caldeira (vocal/piano), Heitor Matos (bateria) e Renato Montanha (baixo) embarcaram para a Europa em Outubro onde realizaram sua primeira turnê pelo velho mundo. O grupo visitou Suíça, Itália, Polônia e República Tcheca onde fizeram nove shows. “Foi real, verdadeiro, intenso, exatamente como deveria ser. Uma das experiências mais importantes das nossas vidas e certamente divisora de águas. Teremos muita inspiração daqui pra frente pra próxima etapa da viagem, que é o “Espresso Della Vita: Lunare”! Muitas histórias pra contar, muitas coisas pra viver!” – declarou o vocalista Fabio Caldeira sobre a turnê europeia. De volta ao Brasil, o grupo agora prepara-se para fazer quatro shows em Janeiro ao lado da banda VersOver. Intitulada “Hell’s Della Vita Tour”, serão três shows no interior e um na capital paulista: 09/01 – Ribeirão Preto/SP – Vila Dionísio

    10/01 – São Paulo/SP – Manifesto Bar

    12/01 – Bebedouro/SP – Girassonhos

    13/01 – São José do Rio Preto/SP – Vila Dionísio Os ingressos para o show em São Paulo no Manifesto Bar estão à venda pela TicketBrasil: https://ticketbrasil.com.br/show/6598-maestrick-e-versover-saopaulo-sp/ingressos/?fbclid=IwAR0w4BSBbTrdJJCweDmI_w4d0_C4gmvsOKHv0bMzd7cyFwhTjpKwlqpSqDc Para as demais praças os ingressos estarão sendo vendidos no local na hora do show.

    “Espresso Della Vita: Solare” está disponível nas principais plataformas digitais: Spotify: https://spoti.fi/2KQ9hXw Deezer: https://bit.ly/2lV1v3R A versão física em digipack está à venda na Die Hard Records: https://bit.ly/2MTr2pR

    Mais Informações:

    www.maestrick.com.br

     
  • Confira “Breeze”, novo vídeo do BEYOND THE BLACK

    Confira “Breeze”, novo vídeo do BEYOND THE BLACK

    A banda alemã BEYOND THE BLACK lançou seu novo álbum, Heart Of The Hurricane, no dia 31 de agosto pela Napalm Records (GSA via Airforce1).

    O videoclipe oficial da música Breeze, tirada de Heart Of The Hurricane, pode ser visto abaixo.

    O álbum de estreia do BEYOND THE BLACK, Songs of Love and Death (2015) entrou na parada de álbuns alemã no 12º lugar, e foi seguido por Lost In Forever de 2016, que chegou ao Top 5.

    O BEYOND THE BLACK já fez inúmeros shows na Alemanha e outras partes da Europa com bandas como SAXON, POWERWOLF e EPICA. Eles também atuaram como banda de apoio para a turnê do 50º aniversário do SCORPIONS.

    A vocalista do BEYOND THE BLACK, Jennifer Haben disse à ‘Distorted Sound’, sobre a experiência de uma turnê com o SCORPIONS: “Eu sempre tentei descrever, mas acho que nunca encontrarei as palavras certas para dizer a alguém como é dividir o palco com o SCORPIONS. Quando eu era criança, você podia me ver cantando e dançando Rock You Like A Hurricane. É uma loucura pensar em algo assim, que hoje você está falando com eles. Eles foram muito legais conosco. Conversei muito com Klaus [Meine] e com Mikkey Dee também. Foi uma turnê incrível”.

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  • VIPER se apresenta hoje em Sorocaba

    VIPER se apresenta hoje em Sorocaba

    A banda Viper se apresenta nesta sexta-feira no Social Music Club, em Sorocaba, no interior de São Paulo, dia 7 de dezembro, às 22h. Os ingressos são vendidos no site da Sympla e na portaria por R$ 30,00. Este evento é a inauguração do Social Music Club. O Viper é formado por Pit Passarell (baixo), Felipe Machado (guitarra) e Guilherme Martin (bateria), além do guitarrista Hugo Mariutti (Shaman, Andre Matos) e do vocalista Leandro Caçoilo (Dirty Dogs, Hardshine, Sancti, Caravellus).

    Compre seu ingresso no site da Symplahttps://www.sympla.com.br/grande-inauguracao-com-banda-viper__416545

    A banda irá tocar os clássicos da carreira do Viper, mas também comemora o relançamento do EP “Vipera Sapiens”, que foi lançado em todo o Brasil. Na década de 90, o Viper viajava o mundo divulgando o heavy metal brasileiro e acabou conquistando grandes fãs no Japão. Em homenagem a eles, o grupo lançou um EP com exclusividade no país intitulado Vipera Sapiens. Agora, em comemoração aos 25 anos do lançamento, o álbum foi disponibilizado no Brasil pelo selo Wikimetal.

    Ao falar sobre o lançamento, o guitarrista Felipe Machado explica o motivo de estar acontecendo agora: “Na época foi um lançamento exclusivo para o Japão e por isso a gravadora acabou optando por lançar apenas lá. No Brasil não havia a cultura de lançar mini-álbuns e por isso fomos deixando o ‘Vipera’ de lado. Agora, como estamos relançando toda a discografia do Viper em versões digipack, com muitos extras e fotos inéditas, acabou chegando a hora”.

    A série de relançamentos do Viper pelo Wikimetal inclui os álbuns de estúdio Soldiers of Sunrise, Theatre of Fate e Evolution, além do CD/DVD ao vivo To Live Again – VIPER Live in São Paulo.

    Serviço: Viper no Social Music Club em Sorocaba Nesta sexta, 7 de dezembro, à partir das 22:00h Banda convidada- Saxon Tributo, interpretada pela banda “Dogs Of War”. Abertura da casa: 22:00h/ encerramento- 05:00h. Social Music Club- Rua Isolina Leite Nascimento, 123- Campolim- Sorocaba. Reservas pelo Whatsapp (Camarotes, Bistrôs e maiores informações): (15) 9 9686-2019 Estacionamento ao lado da casa- R$ 20,00 Facebook: www.facebook.com/Social-Music-Club-550613068697685/ Instagram: Social Music Club E-mail: [email protected]

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  • KING DIAMOND: “Songs For The Dead Live” será lançado em 25 de janeiro

    KING DIAMOND: “Songs For The Dead Live” será lançado em 25 de janeiro

    Em 25 de janeiro, o KING DIAMOND lançará um novo DVD / Blu-ray, intitulado Songs For The Dead Live, pela Metal Blade Records.

    O set terá dois shows completos do KING DIAMOND, filmados em 17 de junho de 2016 no Graspop Metal Meeting em Dessel, Bélgica e em 25 de novembro de 2015 no The Fillmore em Filadélfia, Pensilvânia. A grandiosa filmagem da Filadélfia, com várias câmeras, foi dirigida por Denise Korycki, que já trabalhou com CANNIBAL CORPSE e KILLSWITCH ENGAGE.

    A turnê Abigail In Concert 2015 mostrou KING DIAMOND apresentando o clássico álbum Abigail, de 1987 na íntegra.

    Em uma entrevista de 2015 ao ‘Vanyaland’, o vocalista King Diamond falou o que ele acha que faz Abigail resistir ao tempo, e durar 30 anos após seu lançamento original com o status de clássico do metal: “Foi o primeiro show que fizemos. Fatal Portrait, metade do álbum, digamos, foi um mini-show. Mas isso foi O primeiro show em que nós pulamos com ambos os pés, sabe? Ele teve um grande impacto como tal, e foi o primeiro concerto de terror de todos os tempos. Eu não conheço nenhuma outra banda que teve um show de terror como um álbum. Nenhuma banda soa como nós até hoje, na minha opinião. Foi como a primeira vez que eu ouvi o BLACK SABBATH, eu nunca tinha ouvido nada parecido – uma banda tão pesada, o primeiro álbum, mas depois você faz o segundo, o terceiro, o quarto, o impacto é menor, embora os álbuns possam ser muito impressionantes. É assim que é, então tem muito a ver com isso, tenho certeza”.

    O KING DIAMOND lançou em 2002 o álbum Abigail II: The Revenge, que trazia a continuação da história do LP Abigail original.

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  • FUTEROCK PROMOVE MAIS UMA CORRIDA DE KART COM MÚSICOS DE ROCK

    FUTEROCK PROMOVE MAIS UMA CORRIDA DE KART COM MÚSICOS DE ROCK

    O blog FuteRock, comandado pelo jornalista e empreendedor Charley Gima, estará promovendo no próximo domingo, dia 9 de dezembro, mais um evento reunindo rock e kart. Será mais uma edição do Fórmula FuteRock Edifier, que acontecerá no R11 Speed Way Kart Indoor, que fica no subsolo do hipermercado Extra Morumbi, na Marginal Pinheiros, em São Paulo/SP.

    Como de hábito nos eventos promovidos pelo FuteRock, haverá a participação de músicos e nomes ligados ao rock e ao heavy metal. Integrantes do Angra já confirmaram presença. Também serão sorteados dois fãs para participarem da corrida.

    “O FuteRock procura sempre agregar fãs, artistas, jornalistas e todos que de forma direta ou indireta fazem o rock crescer no Brasil, e o Fórmula FuteRock Edifier é só um destes eventos que são sempre sucesso!”, diz Charley Gima.

    A corrida está marcada para as 18h e todos podem comparecer, assistir e conversar com os músicos/pilotos. O ingresso é um quilo de ração que será doado para a ONG de proteção aos animais Patinhas da Liberdade.

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  • FACES OF DEATH: Domingo dia 09 no programa “Pegadas de Andreas Kisser”

    FACES OF DEATH: Domingo dia 09 no programa “Pegadas de Andreas Kisser”

    A banda Faces Of Death, oriunda da cidade de Pindamonhangaba/SP, esteve recentemente na capital São Paulopara uma entrevista em um dos programas mais importantes de Metal da atualidade no Brasil.

    Convidados pela produção do programa “Pegadas de Andreas Kisser”, apresentado por Andreas Kisser (Sepultura) e seu filho Yohan Kisser (Kisser Klan) e vinculado na “89 A Rádio Rock FM” da cidade de São Paulo, o Faces Of Death concedeu entrevista e falou sobre seu recente lançamento o álbum “From Hell”.

    O programa será transmitido no próximo domingo (09/12) a partir das 19h00, horário de Brasília. Quem for de São Paulo pode conferir pela estão de rádio FM 89,1 ou pelo site da emissora https://www.radiorock.com.br/

    Aqueles que curtem assistir ao programa, o mesmo será disponibilizado na página oficial do “Pegadas de Andreas Kisser” no mesmo horário da transmissão oficial agendada para o dia 09 de dezembro.

    Formação:

    Laurence Miranda – vocais, guitarras Felipe Rodrigues – guitarras Sylvio Miranda – contrabaixo Sidney Ramos – bateria

    Mais informações:

    Facebook: https://www.facebook.com/FacesofDeathBand/

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/faces-of-death

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  • Confira imagens do segundo show de Phil Demmel com o SLAYER

    Confira imagens do segundo show de Phil Demmel com o SLAYER

    O ex-guitarrista do MACHINE HEAD e VIO-LENCE, Phil Demmel, tocou seu segundo show com o SLAYER na noite de quarta-feira (5 de dezembro) no Hovet em Estocolmo, na Suécia. Imagens do show em vídeo filmadas por fãs podem ser vistas abaixo.

    Demmel está substituindo temporariamente o guitarrista do SLAYER dos últimos oito anos, Gary Holt, que anunciou no domingo que iria perder o restante da atual jornada europeia do SLAYER para voltar para casa e estar com seu pai agonizante.

    Na segunda-feira Demmel postou a seguinte mensagem em seus sites de mídia social: “Círculo completo. Karma. É tão louco como as coisas funcionam. Eu tenho uma notícia menos de 24 horas depois que eu toquei minha última nota com o MACHINE HEAD.

    “Há 11 anos, tive que sair de uma turnê e voar para casa para estar com minha família quando meu pai veio a falecer. Alguns caras incríveis apareceram para me cobrir e ajudar a banda a seguir adiante.

    “Estou cobrindo uma lenda que substituiu uma lenda em uma banda lendária em sua turnê de despedida.

    “Apesar do fato de o SLAYER ser a razão pela qual eu queria tocar música pesada, é quase uma honra impossível ser convidado a fazer isso. Aprender 19 músicas (não apenas músicas – músicas do SLAYER) tem sido uma tarefa difícil e eu trabalhei muito duro para deixar Gary e todo o time orgulhoso.

    “Obrigado a todos por seu apoio enquanto eu agarro o bastão para alguns shows, e levanto a bandeira da Bay Area no alto do palco.

    “E por último, a maior heroína é Marta [a esposa de Phil Demmel] por ser tão abnegada, depois de ter seu parceiro em casa por dois dias, deixa-o para seguir esse sonho maluco. Todos saúdam a Rainha”.

    Demmel se juntou ao MACHINE HEAD uma década depois que sua banda anterior, o VIO-LENCE, se separou. O VIO-LENCE contava com ele e Robb Flynn, vocalista e guitarrista do MACHINE HEAD. Robb fundou o MACHINE HEAD em 1992, e Phil se juntou a eles em 2003.

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  • KREATOR: Show em Londres será gravado profissionalmente

    KREATOR: Show em Londres será gravado profissionalmente

    O show do KREATOR em 16 de dezembro no Roundhouse em Londres, Inglaterra, será filmado profissionalmente. De acordo com a banda, há “algo muito especial no trabalho” para as filmagens, que presumivelmente serão lançadas em uma data posterior.

    O show em Londres encerrará a turnê europeia do grupo de thrash metal ao lado do DIMMU BORGIR. Também aparecem na turnê HATEBREED e BLOODBATH.

    O KREATOR tirará no ano de 2019 uma pausa nas turnês para se concentrar em escrever o material para o sucessor do álbum Gods Of Violence, de 2017.

    Gods Of Violence entrou na parada oficial na Alemanha na posição número 1. A capa do álbum foi criada pelo renomado artista Jan Meininghaus, que também fez a arte de edição limitada de Phantom Antichrist, e emprestou seu talento para bandas como BOLT THROWER, ACCEPT e OVERKILL no passado.

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  • Confira “Martyrs”, novo vídeo do SOEN

    Confira “Martyrs”, novo vídeo do SOEN

    O novo vídeo do SOEN, grupo que conta com o mundialmente renomado baterista Martin Lopez (ex-AMON AMARTH e OPETH), pode ser visto abaixo. Martyrs é parte do quarto álbum do SOEN, Lotus, que será lançado no dia 1º de fevereiro de 2019 pela Silver Lining Music.

    Impulsionada pelo contraste de diferentes sentimentos, e alimentada pelos vocais poderosos do vocalista Joel Ekelöf, sustentada por riffs pesados, progressivos e frenéticos e, finalmente, unidos pela seção rítmica robusta e coesa, Martyrs é a maneira perfeita de demonstrar o todo da obra em uma música. O vídeo mostra ferozmente um retrato sem censura da sociedade contemporânea, sublinhando o conceito por trás das letras e de todo o álbum.

    Ekelöf observa: “O vídeo e a música refletem a importância de se defender e não ficar preso nas expectativas de outras pessoas sobre você. As pessoas vão tentar te empurrar para baixo e elas querem que você se adapte aos ideais predominantes, mas contanto que você siga seu próprio caminho, você nunca está errado”.

    Em um mundo cheio de brutalidade, estigma e indiferença, ainda há esperança, porque, como Ekelöf canta, “nós somos as cinzas e as sementes”.

    Produzido por David Castillo e Iñaki Marconi no Ghostward Studios e Studio 6 entre julho e outubro de 2018, o álbum marca o primeiro trabalho do SOEN com o novo guitarrista, Cody Ford, e destaca como ponto central do álbum a marca registrada do SOEN: riffs pesados e progressivos. Canções como Rival, Covenant e Martyrs são dissertações sobre sociedades modernas, cheias de confusão e caos poéticos, mas como o nome Lotus sugere, ainda há força, beleza e pureza a serem extraídas do que às vezes parece um ciclo interminável de regressão humana.

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