O baterista Aquiles Priester acaba de divulgar um vídeo com uma entrevista inédita e reveladora na TV Maldita, seu canal oficial no YouTube, com o atual baterista do Angra, Bruno Valverde, ambos amigos de longa data. Dentre os assuntos da entrevista, os músicos abordaram temas polêmicos como a passagem de ambos pelo Angra, técnicas de dois bumbos, tradicional grip x german grip, rotina de estudos, Temple of Shadows, Fusion x Heavy Metal, entre muitos outros. Essa é a primeira vez que os dois se encontram pessoalmente para gravação de um vídeo desde que Bruno Valverde entrou para o Angra.
Aquiles Priester está em plena divulgação de seu novo DVD e Blu-Ray “All Access to Aquiles Priester’s Drumming”, que foi gravado no Harman Experience Center em Los Angeles, Califórnia, nos Estados Unidos. O músico liberou a pré venda do registro em vídeo para todos que quiserem antecipar sua compra. Além disso, o fã pode comprar um ingresso para uma sessão de cinema no Cinemark do shopping Iguatemi Faria Lima, em São Paulo, no dia 06/03/19 (quarta-feira de cinzas), às 9h. Na sessão de cinema serão exibidos o making of, as entrevistas e todas as músicas presentes no lançamento. O DVD, Blu-Ray e o ingresso do cinema podem ser comprados nos sites da Die Hard e Free Note.
O material foi filmado pela Foggy Films com 12 câmeras, idealizado pelos produtores Junior Carelli e Rudge Campos, em parceria com Adair Daufembach, que cuidou da gravação, mixagem e masterização do novo trabalho, que foi gravado em Agosto de 2018.
Links da pré-venda do DVD e Blu-Ray “All Access to Aquiles Priester’s Drumming”:
Aquiles Priester usa as seguintes marcas em todas as turnês e eventos: Mapex Drums, Paiste Cymbals, Roland, AKG Microphones, JBL, Soundcraft, Zoom, Gibraltar Hardware, Evans Drum Heads, Pro-Mark Sticks, LP Percussion, DW Pedals, SKB Cases, Xtreme Ears, Urbann Boards PsychoShoes, Power Click, Consulado do Rock e Lady Snake Rock Wear.
O guru de mídia social e digital do KISS, Keith Leroux, fez um vídeo de 27 minutos que dá as primeiras mostras do palco da turnê End Of The Road, da banda. Confira abaixo.
Em setembro do ano passado o KISS confirmou que vai embarcar em sua turnê de despedida, nomeada One Last Kiss: End Of The Road World Tour, em 2019.
O vocalista, Paul Stanley, disse: “Esta será a nossa última turnê. Será o mais explosivo, o maior show que já fizemos. Esse será O SHOW”.
O KISS acrescentou em uma declaração: “Tudo o que construímos e tudo o que conquistamos nas últimas quatro décadas nunca poderia ter acontecido sem os milhões de pessoas em todo o mundo que encheram clubes, arenas e estádios ao longo desses anos. Esta será a celebração final para aqueles que nos viram, e uma última chance para aqueles que não nos viram. KISS Army, estamos nos despedindo com nossa última turnê, nosso maior show até agora, e sairemos da mesma forma que chegamos… sem remorso e imparáveis”.
Gene Simmons disse recentemente ao jornal sueco Expressen que a próxima turnê do KISS durará três anos. Chamando ela de “a turnê mais espetacular de todas”, o baixista / vocalista acrescentou que a turnê fará paradas em “todos os continentes”.
Rumores de que o KISS estaria se preparando para embarcar em uma turnê de despedida tomaram força nos últimos meses, após a notícia de que o grupo estava tentando registrar o nome The End Of The Road. Um pedido do KISS foi arquivado em 8 de fevereiro no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos, que, se for aceito, significa que a banda poderia usá-la em “apresentações ao vivo de uma banda musical”. Porém, até o momento, nenhuma turnê oficial de despedida foi anunciada.
Em uma entrevista concedida ao ‘Chicago Sun-Times’, em abril, Gene Simmons reconheceu que a turnê final do KISS com a formação atual provavelmente acontecerá em um futuro não muito distante. “Acontecerá, um em algum momento”, disse ele. “Nós não podemos continuar fazendo isso para sempre. Nós somos a banda mais trabalhadora no show business. Se Mick Jagger calçasse as minhas botas de dragão, ele não duraria meia hora”. Mais importante, diz Simmons, a banda “não quer ficar no palco um dia a mais do que enquanto nos sentimos válidos… Lembre-se, nós nos apresentamos com a frase ‘você queria o melhor, você tem o melhor, a banda mais quente do mundo’ e não com a frase ‘nós costumávamos ser os melhores’.
Perguntado pelo jornalista Michael Cavacini sobre o registro da marca ‘The End of the Road’ e o possível fim das atividades da banda, o líder do KISS, Paul Stanley, disse: “Não é a primeira marca registrada que foi solicitada. Achei que era um nome fantástico e fiquei surpreso por ninguém ter usado antes. Eu queria certificar-me de que, quando a usarmos – e chegará o momento que a usaremos, imagino – eu queria ter certeza de que nós a possuíssemos, e ela é nossa. Quando quisemos sair e fazer a turnê Hottest Show on Earth, a Ringling Bros. veio até nós e disse: ‘Vocês não podem fazer isso’. Isso foi um alerta para mim. Nós sempre tivemos slogans ou frases que são sinônimo de nós, e esta é mais uma. Tudo termina, de uma forma ou de outra. Quando chegar a hora, quero sair com estilo e quero sair cuspindo fogo. Então, quando tive essa ideia, pensei, ‘vamos ter certeza de que nós possamos fazer isso”. “Não sei o que dizer, mas não sei o que dizer, não sei o que dizer. estilo, e quero sair com armas de fogo. Então, quando encontrei essa ideia, Eu pensei que vamos garantir que nós amarremos isso.”
Cerca de vinte anos atrás o KISS já havia anunciado publicamente seus planos de despedida. Stanley disse mais tarde que a tumultuada Farewell Tour da banda em 2000 não era mais do que uma tentativa do grupo de “tirar o KISS de sua miséria”, depois de anos de choques de ego e desentendimentos sobre créditos de composição entre os membros originais da banda.
Gene Simmons declarou no ano passado, em entrevista para o Glasgow Live, que a banda ainda “tem mais alguns anos” para queimar nos palcos, antes de uma possível despedida. Também foi essa a impressão que ele passou para a ROADIE CREW, em entrevista publicada em 2016 (ed. #213): “tem alguma coisa com o Kiss que supera a barreira do tempo. A gente impressionava o garoto de 5 anos de idade lá nos anos 70, e fazemos o mesmo hoje em dia. É algo totalmente autêntico. Não dá pra fingir, não dá pra enganar a audiência. O pessoal percebe na hora se você abrir um sorriso falso ou se não está dando o melhor de si. A banda está viva e tocando melhor do que nunca! […] Eu me sinto mais forte e mais poderoso quando coloco aquela máscara.”
O guitarrista Paul Stanley por várias vezes declarou que existe a real possibilidade de o Kiss seguir adiante sem ele e Gene Simmons na formação, declarando que “nós não caímos na limitação das outras bandas, pois nós não somos as outras bandas”, e que “em algum momento, eu gostaria de ver alguém na banda no meu lugar, isso porque eu amo a banda”. Ainda no mês passado, ele comentou a razão de não querer mais passar muito tempo na estrada: “eu não quero sair de casa”, ele disse. “Eu tenho uma família, eu tenho filhos e, honestamente, acho que minha principal responsabilidade é ser um pai, e não quero perder isso. E certamente, à medida que envelhecemos, sabemos que a vida é finita e eu escolho o que eu quero fazer neste momento”.
Se “o fim da linha” se aproxima ou não, só o tempo irá dizer. Resta aos fãs lembrarem da trajetória de sucesso, da grandeza e dos grandes hits que a banda forjou, assim como das palavras de Gene Simmons para a ROADIE CREW: “Gene, Paul, Ace e Peter eram quatro vagabundos das ruas de Nova York que tinham um sonho e acabaram encontrando o pote de ouro no fim do arco-íris. E cada vez que você ouve a frase ‘You wanted the best, you got the best’, isso não é uma simples apresentação da banda, mas um desafio que nos colocamos a cada vez que subimos num palco.”
O guitarrista do DEEP PURPLE, Steve Morse, disse que a banda vai trabalhar no seu 21º álbum de estúdio ainda este ano. O novo trabalho será o sucessor de InFinite, de 2017, que foi gravado com o lendário produtor Bob Ezrin.
Falando à Andertons Music Co. sobre seus planos para 2019, Morse disse: “Estamos começando dois álbuns – um com o FLYING COLORS e outro com o DEEP PURPLE. Também shows que eles ainda não anunciaram, então não diga a eles que eu te contei… Este ano, acho que pode ser nos EUA, mas não há nada agendado com certeza”.
InFinite foi lançado em abril de 2017 via earMUSIC. O lançamento do disco foi seguido pela turnê The Long Goodbye, que começou em maio de 2017 na Europa, e incluiu uma perna norte-americana com ALICE COOPER e EDGAR WINTER, além de outra temporada de verão com o JUDAS PRIEST.
No outono passado, Roger Glover do DEEP PURPLE disse que não estava ansioso para a conclusão da turnê The Long Goodbye. O baixista, agora com 73 anos, disse à Music Radar: “O DEEP PURPLE tem sido uma presença em nossas vidas há 50 anos, e nenhum de nós quer que isso acabe, mas a conclusão é que, mais cedo ou mais tarde, teremos que terminar. Eu adoraria continuar e fazer outro álbum. Emocionalmente, não estamos prontos para parar, então poderíamos continuar por mais quatro ou cinco anos.”
Depois de retornar com duas datas na última edição, o Setembro Negro 2019 adiciona mais um dia, totalizando 3 dias de evento, com 23 bandas.
O festival acontecerá nos dias 06, 07 e 08 de setembro (sexta, sábado e domingo), no Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros – próximo à estação Faria Lima do Metrô)
Para essa 13ª edição do Setembro Negro, a Tumba Productions escalou as bandas At War, Baixo Calão, Cirith Ungol, Dead Congregation, Demolition Hammer, Expose Your Hate, Full of Hell, Gorgasm, Grave Desecrator, Impurity, Incantation, Legion of the Damned, Midnight, Monolord, Monstrosity, Necrophobic, Night Demon, Pathologic Noise, Rotten Sound, Shaytan, Svarttjern, UADA e Vomitory; São 17 bandas internacionais e 6 nacionais.
O festival será um grande banquete para os fãs do Metal, com bandas de gêneros como Death, Thrash, Black, Doom, GrindCore, Stoner e Heavy Metal.
Como na edição passada, haverá merchandise das bandas participantes e do festival. Além do serviço de bar e cozinha disponível no Carioca Club, este ano teremos também a opção de cerveja artesanal e alimentação alternativa. Visando a preocupação com os 03 dias de festival, o Setembro Negro fez parceria com a DKCast que irá oferecer o Chopp Ashby nas opções Pilsen, IPA e vinho, e também, lanches no bar da DKCast que estará exposto na área externa (área de fumante).
SERVIÇO:
SETEMBRO NEGRO FEST 13ª edição
Dias 06, 07 e 08 de setembro
Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros – próximo à estação Faria Lima do Metrô)
SEX 06.09.19
18:00 – PORTAS
19:00 – 19:35 – SHAYTAN (35”)
19:50 – 20:30 – GRAVE DESECRATOR (40”)
20:45 – 21:30 – GORGASM (45”)
21:45 – 22:35 – LEGION OF THE DAMNED (50”)
22:50 – 23:50 – AT WAR (60”)
SAB 07.09.19
12:00 – PORTAS
13:00 – 13:35 – BAIXO CALAO (35”)
13:50 – 14:25 – EXPOSE YOUR HATE (35”)
14:40 – 15:20 – FULL OF HELL (40”)
15:35 – 16:20 – UADA (45”)
16:35 – 17:20 – ROTTEN SOUND (45”)
17:35 – 18:25 – MONOLORD (50”)
18:40 – 19:30 – NECROPHOBIC (50”)
19:45 – 20:35 – VOMITORY (50”)
20:50 – 21:50 – DEMOLITION HAMMER (60”)
DOM 08.09.19
12:00 – PORTAS
13:00 – 13:35 – PATHOLOGIC NOISE (35”)
13:50 – 14:25 – IMPURITY (35”)
14:40 – 15:20 – SVARTTJERN (40”)
15:35 – 16:20 – NIGHT DEMON (45”)
16:35 – 17:20 – DEAD CONGREGATION (45”)
17:35 – 18:25 – MIDNIGHT (50”)
18:40 – 19:30 – MONSTROSITY (50”)
19:45 – 20:35 – INCANTATION (50”)
20:50 – 21:50 – CIRITH UNGOL (60”)
INGRESSOS:
PISTA 1 DIA
Promocional Lote 1 – R$ 170 (350 ingressos ou de 01.02 a 01.05)
Promocional Lote 2 – R$ 190 (350 ingressos ou de 02.05 a 05.09)
Promocional Lote 3 – R$ 222 (300 ingressos ou de 06.09 a 08.09 – NA PORTA)
COMBO PISTA (03 DIAS)
Promocional Lote 1 – R$ 450 (350 ingressos ou de 01.02 a 01.05)
Promocional Lote 2 – R$ 500 (350 ingressos ou de 02.05 a 05.09)
Promocional Lote 3 – R$ 666 (300 ingressos ou até 06.09)
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CAMAROTE 1 DIA
Promocional Lote 1 – R$ 220 (60 ingressos ou de 01.02 a 01.05)
Promocional Lote 2 – R$ 250 (50 ingressos ou de 02.05 a 05.09)
Promocional Lote 3 – R$ 300 (40 ingressos ou de 06.09 a 08.09 – NA PORTA)
COMBO CAMAROTE (03 DIAS)
Promocional Lote 1 – R$ 600 (60 ingressos ou de 01.02 a 01.05)
Promocional Lote 2 – R$ 700 (50 ingressos ou de 02.05 a 05.09)
Promocional Lote 3 – R$ 900 (40 ingressos até 06.09)
***TODOS os ingressos já estão com preço promocional (ou meia-entrada)
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INGRESSOS:
Online: https://www2.clubedoingresso.com/evento/setembronegroPONTOS DE VENDA:
SÃO PAULO:
-Bilheteria do Carioca Clube (R. Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros)
-Loja 255 da Galeria do Rock (Av. São João, 439 – 1º Andar – Loja 255 – Centro)
-Contem 1G do Metro Boulevard Tatuapé (Rua Gonçalves Crespo, 78 – Tatuapé)
-Tattoo Company SP (Alameda Itu, 1124 – Cerqueira César)
-Ksa do Surf do Shopping Largo 13 (Rua Amador Bueno, 299 – Santo Amaro)
-Uppcell da Praca da Arvore (Rua General Serra Martins, 87 – Bosque da Saúde)
-Uppcell Plaza Sul (Praça Leonor Kaupa, 100 – Jardim da Saúde)
-Belíssima (Estrada do Campo Limpo, 4213 A – Pirajussara)
-School of Rock (Rua Eleonora Cintra, 82 – Anália Franco)
ALPHAVILLE:
-Absurdo Alphaville (Alameda Araguaia, 2081 – Alphaville)
GUARULHOS:
-Maria Loka Urban Shop (Rua Paulo Lenk, 16 – Centro)
OSASCO:
-Crow Rock Wear (Rua Dona Primitiva Vianco, 195 – Osasco)
SANTO ANDRÉ:
-Metal Music (Rua Álvaro de Azevedo, 159 – Centro)
SÃO CAETANO DO SUL:
-School of Rock (Rua São Paulo, 1154)
BELO HORIZONTE:
-Days Music Store (Rua Alagoas, 730 – Loja 04 – Funcionários)
CURITIBA:
-Loja Dr Rock no Shopping Metropolitan (Rua Emiliano Perneta, 297 – Loja 04 – Centro)
-Loja Sweet Bath no Shopping Palladium (Av Presidente Kennedy, 4121 – Loja 1127 – Piso L1 – Portão)
RIO DE JANEIRO:
-Sempre Musica Catete (Rua Correa Dutra, 99 – Sobreloja 216 – Catete)
-Scheherazade (Rua Conde de Bondem, 346 – Loja 209 – Tijuca)
Produção Tumba Productions
www.tumbaproductions.com.br/ [email protected]
Imprensa: [email protected]
Censura: 16 Anos
APOIO: Roadie Crew / DK Cast / Ashby Cervejaria / LP Metal Press / Rock Brigade
Edições avulsas, assinatura física e digital.Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acessehttps://roadiecrew.com/roadie-shop
Cada vez mais perto de lançar seu segundo álbum, os cariocas do FORKILL divulgam mais informações sobre o lançamento de “The Sound of the Devil’s Bell”, desta vez destacando a parceria com a Dark Sun, subsidiária da gravadora Dies Irae, especializada em Thrash/Death Metal old school. O CD sairá em formato slipcase, com pôster, adesivo e caixa de acrílico. Também há negociações para o lançamento do álbum em vinil, limitado em 300 cópias, em versão importada da República Tcheca.
O lançamento do CD está programado para o dia 17 de março, com show ao lado do Hicsos no Calabouço Rock Bar, no Rio de Janeiro. O material estará disponível nas plataformas digitais e no show. Mais informações sobre o evento serão divulgadas em breve.
Conforme já divulgado anteriormente, “The Sound of the Devil’s Bell” relata temas que abordam o lado obscuro da humanidade ao longo dos tempos, e embora siga na toada agressiva do debut, “Breathing Hate”, de 2013, as críticas soam ainda pesadas, ao mesmo tempo em que a sonoridade ganha ainda mais violência. E dentro das referências que o mundo do Heavy Metal nos proporciona, “The Sound of the Devil’s Bell” vai fundo nas raízes do Rock/Metal, prestando homenagens bem destacadas para medalhões como Saxon, AC/DC e Mercyful Fate. Na capa, nota-se uma clara referência ao clássico “Crusader”, do Saxon, enquanto o título remete aos grupos de Angus Young e do “mestre diamante”.
Nos shows mais recentes o FORKILL tem tocado algumas músicas novas, dentre elas, “Emperor of Pain”, que ganhou um belíssimo video clipe. O sucessor de “Breathing Hate” foi gravado e produzido por Daniel Escobar, no Estúdio HR, Rio de Janeiro, com a capa desenhada pelo renomado artista gráfico Rafael Tavares (Torture Squad). Para breve o FORKILL ainda promete um EP com três músicas, dentre elas uma regravação para “The Joker”. A banda também já deu início à produção de um lyric vídeo para a música “Warlord”, que sairá logo após o carnaval.
Um novo supergrupo está prestes a entrar em cena. Dark Blue Inc. é o projeto do guitarrista alemão Frank Pané (Bonfire, Sainted Sinners) ao lado do baixista Hal Patino (ex-King Diamond e ex-Pretty Maids), do vocalista sueco Göran Edman (ex-Yngwie J. Malmsteen, ex-Brazen Abbot, entre vários outros projetos), do tecladista italiano Andrea Vergori, que gravará as guitarras-base (Wheels Of Fire), Lydia Pané (Hells Belles e AXeperience), que também estará nos vocais, e do baterista Harry Reischmann (Gregorian, Sarah Brightman).
A banda assinou com a gravadora El Puerto Records para lançar seu primeiro trabalho no próximo mês de abril. Pelos vídeos já divulgados, percebe-se que o Hard Rock é a linha seguida pela banda.
O novo vídeo do CANDLEMASS, para a música Astorolus – The Great Octopus, pode ser conferida abaixo. A faixa é tirada do 12º álbum da banda, The Door To Doom, que será lançado em 22 de fevereiro de 2019 pela Napalm Records.
Astorolus – The Great Octopus conta com um solo de Tony Iommi, lendário guitarrista do BLACK SABBATH.
O disco, sem surpresa, segue o enredo estabelecido pelo mentor, compositor e baixista Leif Edling nas últimas décadas: doom metal épico, de alta classe, e fortemente alicerçado em riffs lentos e gordurosos.
The Door To Doom traz o retorno do vocalista Johan Längqvist, que recentemente substituiu o vocalista do CANDLEMASS dos últimos seis anos, Mats Levén. Também aparece no disco ninguém menos que Tony Iommi, do BLACK SABBATH, que contribui com um solo para Astorolus – The Great Octopus.
Iommi comentou: “O CANDLEMASS é uma grande força no heavy rock escandinavo, e sempre reconheceu a influência que tínhamos em suas músicas. Eles perguntaram se eu contribuiria para uma faixa que soava muito boa, então pensei: ‘Por que não?’”
Edling acrescentou: “Nos sentimos muito honrados que Tony Iommi disse sim para tocar o solo de Astorolus. A música foi enviada, e surpreendentemente, o mestre concordou em deixar sua poderosa SG cantar na faixa! Para mim, pessoalmente, este é um sonho que se tornou realidade. Tony Iommi sempre foi meu herói e guia quando se trata de música pesada, então ouvir que ele gosta da música e também gostaria de tocá-la, me deu calafrios na espinha! Ainda estou em choque! Tony Iommi é e sempre será Deus!”
Längqvist cantou no álbum de estreia do CANDLEMASS, Epicus Doomicus Metallicus, de 1986, antes de sair do grupo e ser substituído por Messiah Marcolin.
O álbum mais recente do CANDLEMASS, Psalms For The Dead, saiu em 2012 pela Napalm Records. Foi o último álbum do CANDLEMASS gravado com o vocalista Robert Lowe, que deixou a banda poucos dias antes de seu lançamento.
O vídeo oficial para Throw Them To The Lions, do TREMONTI – banda composta por Mark Tremonti (vocal/guitarra), Eric Friedman (guitarra) e Garrett Whitlock (bateria), pode ser visto abaixo. A faixa é parte do mais recente álbum do grupo, A Dying Machine, que foi lançado em 8 de junho passado pela Napalm Records. O disco foi produzido por Michael “Elvis” Baskette, que trabalhou em todos os álbuns anteriores do TREMONTI, além dos quatro últimos álbuns do ALTER BRIDGE.
Do ataque à bateria da faixa de abertura Bringer Of War ao encerramento instrumental Found, A Dying Machine é a oferta musical mais diversificada do TREMONTI até hoje. Canções como From The Sky, Throw Them To The Lions e A Lot Like Sin tem a assinatura do TREMONTI, aquele que os fãs passaram a amar no som do trio. Faixas como Trust, The First The Last e Desolation levam o ouvinte sonoramente a novos lugares, todos apoiados pelo estilo vocal característico de Tremonti.
A Dying Machine é o primeiro álbum conceitual da carreira do TREMONTI, e a música é inspirada em uma história que veio até Mark durante a última turnê do ALTER BRIDGE. Durante esse tempo, a épica faixa-título A Dying Machine nasceu. A história, que está sendo transformada em uma obra completa de ficção de autoria de Mark Tremonti e John Shirley, acontece na virada do próximo século, onde seres humanos e seres fabricados, chamados “vessels”, estão tentando coexistir.
A banda Eternal Sacrifice anunciou oficialmente através das redes sociais que o baixista Ilasha que estava fazendo parte de seu line-up como session member, agora é membro oficial.
Segue abaixo o comunicado divulgado nas redes sociais:
“Não existimos para satisfazer seus anseios, nem tão pouco para agradar-lhes, esta é uma entidade ocultista sem altruísmo. Nós trilhamos o caminho da mão esquerda e adoramos as abominações, esmagamos os tolos, execramos os acéfalos, desprezamos os incoerentes e erguemos canções obscuras criadas com lirismo profano, escritos herméticos e olhos inundados de sangue… somos uma entidade negra e construímos nosso império das sombras com a honra dos nossos ancestrais… Nunca suplicaremos por vossa apreciação, mas exigiremos seu respeito, mesmo porque, sempre respeitamos todos no rol do seu merecimento.
Eternal Sacrifice horde 2019 e.v.
M. T. L. H. Anton Naberius: Vocal
Charles Lucxor Persponne: Lead Guitar
Marquis Orias Snake: Lead Guitar
Sado Baron Szandor Kastiphas: Keyboards
Frater Deo Sóror Comite Ferro: Drums
Frater Nigrvm Ayangá Ilasha: Bass”
Espero um show da banda inglesa Haken no Brasil há no mínimo seis anos. Conheci o grupo com o lançamento da música “Cockroach King”, do álbum “The Mountain”. Na época, percebi uma originalidade dentro do Heavy Metal Progressivo muito alta. Desde então, acompanho os lançamentos com aquela ansiedade característica de um garoto fã do estilo (mesmo com meus 34 anos ainda me surpreendo com isso no Metal). A tempos não tinha isso com uma banda do gênero. A cada disco, uma nova temática e sonoridade eram apresentadas pelos músicos. Veio “Affinity”, que achei um dos grandes trabalhos de prog da década e eles não vieram com o Haken pro país, mas uns anos depois aportaram em São Paulo com a turnê “Shattered Fortress” de Mike Portnoy. Ali o grande público conheceu a qualidade da banda, que agora com o lançamento de “Vector” pode finalmente vir na América do Sul e do Brasil.
A casa escolhida pela produtora Overload para o show de estreia do Haken no Brasil foi a Fabrique Club, local super bem localizado em São Paulo e próximo ao metrô da Barra Funda. Formado em 2007, o grupo tem despontado como grande sensação do cenário europeu e despertado a curiosidade dos fãs devido a sonoridade criativa, inovadora e dinâmica, principalmente com o lançamento do novo álbum “Vector”, que segundo a crítica mundial é o trabalho mais acessível e pesado da banda. O Haken é formado por Charlie Griffiths (guitarra), Ray Hearne (bateria), Richard Henshall (guitarra), Ross Jennings (vocal), Diego Tejeida (teclado) e Conner Green (baixo).
Pontualmente às 21h, as luzes do Fabrique Club se apagaram para dar início a introdução “Clear”, emendada com “The Good Doctor”, faixa de abertura do novo álbum “Vector”. O som estava cristalino e os destaques ficaram para o groove do baterista Ray Hearne com a interpretação característica do vocalista Ross Jennings. O refrão dessa música é bem impactante e teve grande apoio dos fãs presentes. Na sequência, tivemos “Puzzle Box”, outra faixa energética do novo disco. Esta mostra o lado técnico e preciso dos músicos, pois é um show a parte observar eles tocarem e interpretarem coisas tão complicadas, mas como se fosse a coisa mais simples do mundo.
Uma pequena pausa para Ross se comunicar com o público, que agradeceu a presença dos fãs. Muito felizes pela oportunidade de ver a banda, os fãs gritavam bem alto a cada solo e refrão apresentado pelo Haken. A climática e atmosférica “Falling Back to Earth” foi a escolhida para aliviar a tensão pós peso inicial. É impressionante como os climas criados pelos músicos te levam para outros caminhos.
Um dos momentos mais esperados do show foi com a clássica “Cockroach King”. Nela temos uma interação bem legal com o público, que brinca com o vocalista em certas partes e canta o refrão e partes operísticas tudo junto com os músicos. Detalhe curioso das dancinhas que rolavam na plateia durante essa faixa, bem característica dela. Na sequência, fomos agraciados com música instrumental “Nil by Mouth”, do novo álbum “Vector”. Nela, a banda acabou homenageando o Pantera com um pequeno trecho inserido no final com “By Demons Be Driven”, do “Vulgar Display of Power”. Uma grande música ao vivo com muita participação dos fãs.
Enfim, chegamos no momento mais esperado do show para mim. O momento em que a banda iria apresentar “1985”, na minha opinião, a música prog metal da década. Os climas dela no começo já te levam para a década de oitenta e levada de guitarra de Charlie Griffiths é muito marcante, te prende e da norte ao restante da composição. A espera não deixou a desejar, fez jus ao que sempre esperava em ver ao vivo. Temos uma interação a mais nessa faixa ao vivo, pois o vocalista coloca um óculos 3D que brilha, lembrando a era das descobertas tecnológicas do meio dos anos oitenta.
Voltando para 2019, o Haken apresentou a faixa “Veil”, uma da mais cultuadas pelos fãs do novo álbum “Vector”. Esta pode ser considerada a perfeita combinação de peso e técnica, mas ainda assim se tornando acessível para quem não é tão familiarizado com o Metal Progressivo. “The Architect” fechou a primeira parte do show com um épico daqueles de deixar qualquer um sem fôlego. Uma de minhas favoritas do “Affinity” e que deverá ser cultuada pelos fãs por muitos anos.
No Bis, duas surpresas que não esperava no repertório até começar a turnê sul americana. “Crystallised”, do EP “Restoration”, foi apresentada na íntegra com seus 19 minutos de pura criatividade e intensidade. Com mais de 1 hora e meia de show, a banda ainda apresentava um show perfeito em termos de execução. Para finalizar o show, a épica “Celestial Elixir”, do primeiro álbum Aquarius. Um ‘gran finale’ daqueles de deixar qualquer um dos fãs sem fôlego até o dia seguinte. Uma curiosidade é que as três últimas músicas do show começaram as 22h e finalizaram as 23h, o que dá 1 hora de apresentação somente com três faixas. Impressionante!
Após finalizar a última música, a banda agradece o público com ares de dever cumprido. A sensação de todos que saíram do Fabrique Club é de que viram um grande show de uma banda que tem tudo para se tornar grande dentro do Metal. Esperamos e torcemos que essa primeira turnê na América do Sul eleve o nome do Haken e se solidifique cada vez mais na mente e nos corações de novos fãs de Metal.