Categoria: Destaques

  • Com exclusividade, RICHIE FAULKNER (JUDAS PRIEST/ELEGANT WEAPONS) fala de sua saúde após cirurgia cardíaca

    Com exclusividade, RICHIE FAULKNER (JUDAS PRIEST/ELEGANT WEAPONS) fala de sua saúde após cirurgia cardíaca

    No dia 26 de setembro de 2021, o guitarrista Richie Faulkner assustou a comunidade metálica quando passou mal em um show do Judas Priest ocorrido no festival Louder in Life, em Kentucky (EUA), e foi levado às pressas a um hospital local. Incrivelmente, Faulkner terminou o show, antes de ser levado às pressas para o Centro de Coração e Pulmão Rudd da Universidade de Louisville, nas proximidades. Lá, o músico foi submetido a uma cirurgia cardíaca aberta de emergência, onde partes de seu peito “foram substituídas por componentes mecânicos”, disse o próprio à Rolling Stone. Segundo Faulkner revelou após o incidente, ele sofreu um aneurisma de aorta que colocou sua vida em perigo. “Minha aorta se rompeu e começou a derramar sangue na minha cavidade torácica”, comentou à época. Pelo que meu cirurgião me disse, as pessoas não costumam chegar vivas ao hospital”, continuou. No nova edição da ROADIE CREW, #275, Faulkner falou de Horns for A Halo, álbum de estreia de sua nova banda, o Elegant Weapons, mas também deu atualizações sobre seu estado de saúde atualmente.

    Perguntado pelo repórter Daniel Dutra como passou durante a pandemia, ainda mais tendo enfrentado um problema tão grave no coração, Faulkner comentou: “Eu estou melhor agora. Obrigado! E é engraçado dizer isso, mas a pandemia foi o catalisador para que esse disco (N.R.: do Elegant Weapons) fosse feito”, contou o guitarrista. “Foi algo positivo de uma situação ruim, porque muitos de nós enfrentaram dificuldades, especialmente com relação ao trabalho, e todos tivemos que arrumar formas de lidar com o que estava acontecendo. Para mim, foi pegar todas as ideias que tinha e colocá-las num álbum, e aí, assim que começamos a esboçar a saída da pandemia, eu tive aquele problema”, recordou.

    “Estou bem agora e, de certa forma, voltando ao normal. Faço check-ups regularmente, tomo os remédios e todas essas coisas, mas sou grato por estar relativamente normal. Há pessoas em situação muito pior, então estou consciente da bênção que recebi de estar vivo, fazendo música e conversando com você”, concluiu.

     

    A entrevista completa com Richie Faulkner você confere na nova edição da ROADIE CREW, #275. Para adquirir essa ou outras edições ou mesmo fazer a sua assinatura, acesse nossa loja AQUI ou entre em contato pelo telefone (11) 96380-2917 (whatsapp).

    Richie Faulkner detonando com o Judas Priest em palco brasileiro em 2022, observado por Rob Halford | Foto: Rafael Andrade

  • Está no ar o episódio #22 do BATALHA DE ÁLBUNS da Roadie Crew no YouTube; assista ao vídeo

    Está no ar o episódio #22 do BATALHA DE ÁLBUNS da Roadie Crew no YouTube; assista ao vídeo

    Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, o episódio #22 do quadro Faixa a Faixa – Batalha de Álbuns. No Faixa a Faixa, os comentaristas colocam três grandes discos lado a lado em disputa. Com a mesma quantidade de músicas na track list, uma a uma, na ordem, vão sendo confrontadas. O objetivo final dos apresentadores é montar um imaginário disco com a track list perfeita, formada pelas músicas vencedoras.

    Nesse episódio, uma revanche entre Megadeth e Metallica. Os apresentadores Luiz Tosi, Ricardo Campos e Leandro Coppi põem em jogo agora as músicas dos álbuns Metallica (Metallica), Youthanasia e Cryptic Writings, ambos do Megadeth.

    E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (?) para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv 
  • NEW MODEL ARMY lançará disco ao vivo com orquestra em setembro

    NEW MODEL ARMY lançará disco ao vivo com orquestra em setembro

    O New Model Army é uma banda que continua existindo e prosperando fora de qualquer gênero singular. Ao longo de sua longa e célebre carreira, eles nunca tomaram escolhas fáceis ou seguras, tornando-se notórios por evitarem a fama e a cada álbum ultrapassando os limites da criatividade.

    É a mesma abordagem baseada no princípio ‘música em primeiro lugar’, que levou a um dos álbuns essenciais deste ano: Sinfonia. Gravado no Tempodrom, em Berlim, em 15 de julho de 2022, New Model ArmySinfonia Leipzig, uma orquestra em grande escala, dirigida por Cornelius During, pode parecer para alguns uma evolução óbvia, no entanto, no verdadeiro estilo New Model Army eles quebraram as barreiras entre banda e orquestra de uma forma nova e emocionante. Em Sinfonia, a banda redefiniu essa relação e desafiou a expectativa de uma forma que só eles sabem fazer.

    O show começa com uma Overture totalmente orquestral, mas desde as notas de abertura de Devil’s Bargain até o fechamento de Wonderful Way To Go, é uma viagem completa através do tempo e espaço de uma banda que sempre criou música visceral. A banda e a orquestra absorvem-se mutuamente e elevam as canções em poder e sensibilidade.

    Todas as canções foram arranjadas para orquestra pelo amigo de longa data e violinista convidado Shir-Ran Yinon, com quem o New Model Army colaborou anteriormente. No entanto, desta vez eles foram além para criar algo único, mas distintamente New Model Army.

    Justin Sullivan afirma: “Houve muitos exemplos de bandas de rock tocando com orquestras, mas não muitas boas. Sentimos que o mais importante era que não deveria soar ou parecer uma banda com uma orquestra adicionada, porém tinha que ser uma banda unificada de 40 peças.”

    Shir-Ran Yinon continua: “Parecia uma grande responsabilidade. Quando a banda e eu começamos a trabalhar neste projeto, concordamos imediatamente que ele não deveria se transformar em ‘Justin Sullivan com acompanhamento orquestral’, mas deve permanecer New Model Army. Todos nós pensamos que tínhamos uma oportunidade única de criar algo diferente e vimos a orquestra como parte integrante e crucial dela. A conexão entre a banda, o maestro e a orquestra funcionou brilhantemente.”

    O resultado é um álbum que subverte a expectativa de um caminho antes bem trilhado entre bandas de rock e orquestras. A música do New Model Army presta-se perfeitamente a esta nova e fresca interpretação sem perder a sua identidade. A experimentação sem compromisso é a marca registrada do New Model Army, e uma das principais razões pelas quais eles são continuamente reverenciados.

    Dean White compartilha: “Minha lembrança duradoura de tudo isso foi o espírito com o qual foi tocado, de camaradagem, vontade e alegria e acho que isso transparece na performance”.

    Michael Dean afirma: “Que experiência foi essa! Para mim, a sensação de tocar com um som tão grande foi inacreditável. Lembro-me que nos ensaios, antes mesmo de começarmos a tocar com a orquestra, só ouvindo do camarote fiquei absolutamente impressionado.”

    Ceri Monger: “O concerto da Sinfonia e os dias de ensaio que o antecederam foram como passar umas férias muito frescas, intensas e aventureiras, uma experiência realmente especial que acabou antes de você perceber.”

    Cornélio Durante prossegue: “A música conecta as pessoas. Isso é sabido há muito tempo. Para mim, pessoalmente, no entanto, raramente foi mais perceptível do que durante os dias que passamos juntos com o New Model Army e a Sinfonia Leipzig. Houve uma atmosfera incrível desde o primeiro momento. A vontade de empurrar um ao outro e de realmente juntar algo especial” (…) “Recordo uma noite de concertos inesquecível no Tempodrom em Berlim – cheia de entusiasmo, paixão e alegria de tocar.”

    Sinfonia estará disponível como um Double-CD Hardcover Mediabook, Triple 180g-Vinyl Gatefold e Digital. Todas as edições em CD impresso e LP de vinil do álbum ao vivo incluirão o show completo em DVD.

    Uma edição earBOOK estritamente limitada com CD duplo, DVD, Blu-ray, livro de 80 páginas e um CD bônus exclusivo com 8 músicas do show “SO36” da banda em Berlim em 17 de julho de 2022, bem como vários pacotes estarão disponíveis via loja virtual exclusiva direta ao consumidor.

    Pré-encomendar Sinfonia aqui.

      Formatos: CD duplo (edição limitada) +DVD Mediabook / LP triplo (edição limitada) +DVD Gatefold / Digital   SINFONIA TRACKLISTING: CD 1 “Overture” (LP side A) “Devil’s Bargain (Orchestral Version)” “Devil (Orchestral Version)” “Innocence (Orchestral Version)” “Winter (Orchestral Version)” (LP side B) “March In September (Orchestral Version)” “1984 (Orchestral Version)” “Orange Tree Roads (Orchestral Version)” “Marry The Sea (Orchestral Version)” (LP side C) “Ocean Rising (Orchestral Version)” CD 2 “Ballad (Orchestral Version)” “Passing Through (Orchestral Version)” “Guessing (Orchestral Version)” (LP side D) “Too Close to the Sun (Orchestral Version)” “Lullaby (Orchestral Version)” “Did You Make It Safe? (Orchestral Version)” “Shot 18 (Orchestral Version)” (LP side E) “Purity (Orchestral Version)” “Vagabonds (Orchestral Version)” “Green and Grey (Orchestral Version)” (LP Side F) “Wonderful Way To Go (Orchestral Version)”   DVD Show completo com a Sinfonia Leipzig Orchestra, filmado no Tempodrom, em Berlim, Alemanha, no dia 15 de julho de 2022.

  • MICHAEL SWEET revela projetos musicais e próximos álbuns do STRYPER, ICONIC e SUNBOMB

    MICHAEL SWEET revela projetos musicais e próximos álbuns do STRYPER, ICONIC e SUNBOMB

    Sem pestanejar, um adjetivo perfeito definir o americano Michael Sweet como músico profissional certamente é ‘workaholic’! Entra ano, sai ano, uma coisa é certa no heavy metal: haverá algum novo trabalho lançado que incluirá o vocalista e guitarrista. A quantidade de discos que Sweet vem lançando há muitos anos, seja com o grupo que o consagrou, o Stryper, seja como artista solo ou com algum projeto musical, é impressionante. Para Sweet, o ano de 2023 começou com o lançamento de Heart & Sacrifice (leia a resenha na nova edição da Roadie Crew adquirindo-a por aqui), terceiro trabalho de seu projeto em parceria com o também guitarrista George Lynch (Lynch MobDirty ShirleyThe End Machine, ex-Dokken). Mas não para por aí. Nesta quarta-feira (26), Michael Sweet revelou em suas redes sociais uma lista repleta de novidades. E se você é fã do dito cujo e colecionador de seus discos, prepare o bolso, porque a lista do que está por vir é longa! 

    Primeiro Michael Sweet falou do supergrupo Iconic, formado por ele, pelo vocalista do IngloriousNathan James, e por Marco MendozaTommy Aldridge Joel Hoekstra, trio famoso por suas contribuições com o WhitesnakeSweet disse que o quinteto irá lançar o segundo álbum em 2024. “Esta semana começo o novo álbum do IconicTommy, Joel, NathanMarco e eu estamos muito empolgados”.

    Sobre o StryperMichael falou de duas novidades, começando que o disco acústico da banda cristã já está finalizado, podendo sair do forno a qualquer momento. “O novo álbum acústico do Stryper está chegando! Está completo e finalmente estamos prontos para lançá-lo!”. Além disso, o próximo trabalho convencional de estúdio está programado para 2024. “O Stryper gravará um novo álbum no início do próximo ano. Vou começar a compor música para esse álbum em novembro/dezembro deste ano”.

    Quanto ao Sunbomb, projeto que Michael Sweet divide com Tracii Guns, guitarrista do L.A. Guns, haverá um sucessor para o debut Evil and Divine, de 2021. “Começo a gravar os vocais para o segundo álbum do Sunbomb em outubro. Também será lançado ano que vem. Ouvi todas as músicas e Tracii Guns fez um trabalho matador! Espere até ouvir!”. 

    Depois de regravar o álbum Reborn do Stryper em lançar como Reborn Again em 2021, um novo trabalho solo está na ponta da agulha. “Meu álbum motivador finalmente será lançado, mundialmente. Fique ligado, pois tenho certeza que você vai adorar este álbum! É algo que eu queria fazer há muito tempo e finalmente se tornou realidade. Fique atento!”.

    Como se não bastasse, Michael aproveitou o embalo e já revelou dois novos projetos musicais, ambos com seus respectivos álbuns de estreia já engatilhados. O primeiro dos dois novos projetos se chama SoleDriver, e conta com o não menos ‘workaholic’ Alessandro Del Vecchio. “O álbum está pronto e gravaremos dois videoclipes no final de agosto. O álbum será lançado este ano. É um álbum incrível do qual Ale e eu estamos muito orgulhosos. Mal posso esperar para que todos você o ouçam!”. O outro projeto ainda não teve nome revelado, porém Michael contou que será em parceria com CJ Grimmark, vocalista do Narnia, banda que abriu para o Stryper no Brasil em 2019. “A música está completa em outro projeto que foi iniciado alguns anos atrás com CJ Grimmark do Narnia. Uma vez que eu possa agendar a composição das letras e a gravação dos vocais, esse álbum/projeto também se tornará realidade. (É) Absolutamente estelar!”. 

    Pode parecer “assustador” um músico ter tanto material fresco na manga. Porém, em se tratando de Michael Sweet, ele mesmo o motivo de tamanha inspiração e inesgotável criatividade é resultado de trabalhar com paixão, como ele mesmo evidencia: “Sou grato por poder fazer o que amo apaixonadamente: música!”. E por falar em Michael Sweet, você já conferiu o episódio de ranqueamento dos álbuns do Stryper do programa Ranking Crew da ROADIE CREW no YouTube? Não? Então dê o play aí embaixo e aproveite para se inscrever em nosso canal e clicar no Hells Bells, o sininho das notificações, para ser informado sobre os próximos vídeos: 

     
  • NICK BARKER (ex-Cradle of Filth, Dimmu Borgir) requer ajuda urgente: “falência renal total”

    NICK BARKER (ex-Cradle of Filth, Dimmu Borgir) requer ajuda urgente: “falência renal total”

    Um comunicado de máxima urgência foi divulgado hoje no perfil oficial do Instagram de Nick Barker, requisitado baterista com passagens por Cradle of FilthDimmu BorgirBrujeriaLock Up e vários outros, e galhos quebrados para Testament, Nuclear Assault e outros tantos. Barker passou por diversas internações em 2022 e nesse período descobriu-se que suas funções renais estavam se deteriorando. A situação se agravou ainda mais e, segundo a nota divulgada em seu perfil, trata-se agora de “total falência renal”.

    Leia trecho da postagem: 

    “Com determinação, ele (Nick) tentou continuar se cuidando, mantendo as turnês e sua carreira musical. Sua vida foi dedicada a isso e às suas filhas. Ambos são seu sangue vital. 

    Infelizmente, tudo isso cobrou seu preço e os rins estão em plena falência. Com todas as coisas, ele tem passado por isso da melhor forma possível, sozinho. Depois de dar tanto de si para sua música, para nós, seus amigos e fãs… Ele agora precisa de nós, pois atualmente não pode trabalhar devido ao cronograma de diálise e foco em sua saúde”.

    Para a continuidade de seu tratamento de urgência, o baterista inglês necessita de aproximadamente 28.400 libras. As doações podem ser feitas em https://gofund.me/4ea03ab2. Se você, leitor, não puder contribuir com alguma doação, ajude Nick Barker compartilhando o mencionado link de doação.

     
  • GIRSCHOOL lança single/clipe de “Cold Dark Heart”; novo álbum “WTFortyfive?” sai esta semana

    GIRSCHOOL lança single/clipe de “Cold Dark Heart”; novo álbum “WTFortyfive?” sai esta semana

    Completando 45 anos de carreira em 2023, a lendária banda britânica de hard rock Girlschool lança na próxima sexta-feira (28) o seu próximo álbum de estúdio, intitulado WTFortyfive?. O disco chega às lojas, via Silver Lining Music, oito anos após o álbum antecessor do grupo, Guilty As Sin

    Como mais uma amostra do disco, o quarteto antecipa o terceiro single, Cold Dark Heart anteriormente, já haviam sido disponibilizados os singles/vídeos das músicas It is What it isAre You Ready? (com participação do guitarrista Joe Stump)-, que ilustra um lado mais sombrio do Girlschool, acompanhado de um videoclipe em ilustração com cenas de fantasia sobrenatural, criado pela Instagood Promotion

    A vocalista e guitarrista Kim McAuliffe explica Cold Dark Heart: “Ela inclui nosso rrif mais pesado de todos os tempos… Tão pesado que comerá sua própria alma. Celebrando nosso lado sombrio”.

    A guitarrista Jackie Chambers acrescenta: “Musicalmente, (essa música) é um encontro entre Killing Joke Rammstein e mais alguns (grupos) ainda!”.

    Assista ao videoclipe de Cold Dark Heart

    WTFortyfive? é o 14° álbum de estúdio do Girlschool e uma declaração deliciosamente suja de que a idade é um número que mostra quanta atitude crua você tem quando realmente o conta. Com WTFortyfive?, McAuliffeChambersDenise Dufort (bateria) e Tracey Lamb (baixo) mostram grande atitude em doze faixas, com algumas ótimas melodias e um ‘crunch’ consistente para as guitarras.

    Há no disco a ‘motörhediana’ It is What it Is, a veia Sunset Strip em Bump in the Night, a verve jovem e punk de Up to No Good e os ganchos inteligentes e atrevidos da rock and roll Believing in You, com os vocais de McAuliffe soando afiados e estridentes como sempre. O primeiro single, Are You Ready?, dita o ritmo, um metamorfo atrevido e divertido co-escrito pelo guitarrista Joe Stump do Alcatrazz. Como se não bastasse, há também um cover de Born to Raise Hell do Motörhead com participações do próprio Phil Campbell e também de Biff Byford (Saxon) e Duff McKagan (Guns N’ Roses).

    Capa e tracklist de WTFortyfive? 1. It Is What It Is 2. Cold Dark Heart 3. Bump In The Night 4. Barmy Army 5. Invisible Killer 6. Believing In You 7. It’s A Mess 8. Into The Night 9. Are You Ready? (feat. Joe Stump) 10. Up To No Good 11. Party 12. Born To Raise Hell (feat. Biff Byford, Phil Campbell, Duff McKagan)    
  • QUEEN: meio século da estreia que se tornou um clássico

    QUEEN: meio século da estreia que se tornou um clássico

    Onde você estava há cinquenta anos? Alguns talvez já estivessem por aqui, outros provavelmente nem eram um brilho diferente nos olhares de papai e mamãe, como diria Paulo Francis. Mas a verdade é que Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor estavam naquele longínquo 1973 realizando o sonho de toda banda iniciante: lançando seu disco de estreia, que recebeu o nome da banda, Queen.

    A formação que se tornou clássica se reuniu em fevereiro de 1971, quando Deacon entrou no time. Ou seja, não foi como mostrado em “Bohemian Rhapsody”, conhecido por muitos como “o filme do Queen”, o que é um erro abissal: a película estrelada por Rami Malek e lançada em 2018 não se propunha a contar a história da banda, mas sim a de Freddie Mercury – e que, apesar de algumas gafes históricas, como essa da entrada do baixista, vale a pena ser visto.

    Durante esses dois anos, o quarteto ficou se apresentando em clubes e escolas, solidificando um nome que começou a despertar interesses. A primeira demo, gravada no De Lane Lea Studios e que tinha temas como Keep Yourself Alive e Jesus, foi enviada a diversas gravadoras. A única proposta veio da pequena Charisma Records, que foi recusada por ser demasiado baixa e pelo fato de a banda duvidar da capacidade do selo em fazer uma divulgação adequada.

    Uma nova proposta acabou chegando: o dono do Trident Studios, Norman Sheffield, ofereceu empresariar o grupo, além de permitir que a grupo gravasse lá sem custos. Ou seja, o Queen poderia usar toda a tecnologia disponível no estúdio, o que encantou os músicos. “Aquilo era ouro em pó”, definiu Taylor tempos depois. Obviamente, a banda só poderia gravar quando o estúdio estivesse livre, o que a obrigou a trabalhar em horários, digamos, pouco ortodoxos, o que não representou qualquer tipo de problema para os músicos.

    Porém, as sessões não foram exatamente tranquilas. John Anthony e Roy Thomas Baker assumiram a produção ao lado da banda e as tensões entre May e Baker não demoraram a acontecer. A banda era inexperiente, mas sabia o que queria, o que gerou vários impasses durante as sessões. Keep Yourself Alive, música que abria o disco e maior sucesso de Queen, foi objeto de enorme polêmica entre banda e Baker. Os músicos não gostaram da mixagem, chegaram até a regravar a música na íntegra, mas mesmo assim não havia meios de chegarem a um acordo. Foi quando o técnico de som Mike Stone se ofereceu para mixar e na primeira tentativa os olhos dos músicos brilharam. Depois dessa, Stone trabalhou, como técnico ou coprodutor, nos cinco álbuns seguintes do grupo. Já em relação à faixa The Night Comes Down não teve jeito: acabou sendo usada no disco a versão gravada para a primeira demo.

    E, entre erros e acertos, a banda ficou boa parte do ano de 1972 cuidando da gravação e da mixagem do álbum. Uma vez pronto, havia um simples detalhe a se resolver: o Queen não tinha contrato com qualquer gravadora. A Trident agendou uma apresentação exclusiva para gravadoras no dia 6 de novembro, seguido por um show no Marquee Club em 20 de dezembro. Enfim, em março de 73 o Queen assinou com a EMI Records, o que possibilitou que o disco saísse na Grã-Bretanha em 13 de julho daquele ano – coincidentemente, o mesmo dia que, doze anos depois, se tornaria o Dia Mundial do Rock, graças à realização do “Live Aid” em Londres (Inglaterra) e na Pensilvânia (EUA). Nos EUA, Queen foi lançado em 4 dezembro seguinte.

    A capa, que se tornou icônica, trazia uma foto de Mercury em cena e foi registrada por um amigo de Roger Taylor, Douglass Puddifoot. Já o encarte traz algumas curiosidades. Deacon aparece creditado como “Deacon John”, enquanto que Taylor assinava seu nome completo, Roger Meddows-Taylor. Além disso, os créditos terminavam com a frase que se tornou clássica em vários discos do Queen: “nobody played synthesizer” (ninguém tocou sintetizador). Ao contrário do que muitos pensam, essa mensagem não é uma crítica ao rock progressivo, que andava em alta na época. Acontece que a gama de efeitos que Brian May colocava em seu som levava algumas pessoas a concluírem, equivocadamente, que se tratava de um sintetizador, quando na verdade era um gênio da guitarra explorando ao máximo os recursos de seu instrumento. Isso só veio a mudar em The Game (1980), quando enfim o Queen passou a usar sintetizadores em seus trabalhos. Tempos depois, Roger Taylor explicou essa mudança: “No início, os sintetizadores eram monofônicos, quer dizer, você só conseguia tocar uma nota por vez. Mas aí surgiram os sintetizadores em que era possível montar acordes, o que os tornou muito mais úteis. Eu levei um para o estúdio, Freddie experimentou e disse: ‘Isso é bom! Vamos usar.’”

    No fim das contas, o público aprovou o que ouviu: o álbum chegou ao Top 30 da parada britânica e ao Top 100 da americana, além de ter sido certificado Disco de Ouro nas duas praças. O tempo o tornou clássico, tanto que figura em várias listas do tipo “melhores discos de todos os tempos”, “discos para ouvir antes de morrer” e assemelhadas.

    Mais que isso, o Queen se tornou um dos principais nomes da história do rock, tendo influenciado artistas dos mais variados gêneros musicais. Só para citar alguns, já se disseram influenciados pelo quarteto nomes como David Bowie, Lady Gaga, Katy Perry, Kurt Cobain, Dave Grohl e muitos outros.

    Porém, mesmo com tudo isso, Brian May não está até hoje satisfeito com a sonoridade de Queen. Em entrevista à Total Guitar em janeiro deste ano, ele declarou que o som que está no disco “não é como a banda soava.” Segundo ele, o Trident era um estúdio muito considerado em todo o mundo, “mas o som que se extraía de lá era muito morto. Colocaram a bateria de Roger num cubículo e abafaram todas as peles. Era exatamente o oposto do que estávamos buscando.” Ele continua: “Lembro de reclamar a respeito com Baker e ele respondeu: ‘A gente arruma na mixagem’, o que obviamente não aconteceu.” Além disso, ele foi contra o que considera “excesso de overdubs” na gravação.

    Mesmo assim, ele faz uma ponderação: “As músicas que estão nesse disco são muito representativas daquilo que éramos naqueles tempos. E dá pra perceber que estávamos começando a desenvolver nosso próprio estilo.”

  • MEGADETH faz passeio “caça-fantasma” em antigo e sombrio reformatório de Ohio; veja vídeo

    MEGADETH faz passeio “caça-fantasma” em antigo e sombrio reformatório de Ohio; veja vídeo

    Atualmente em turnê pela Europa com a turnê “Crush the World”, ao lado de seus contemporâneos do thrash metal Kreator e Sacred Reich, o Megadeth segue divulgando seu novo álbum de estúdio, The Sick, The Dying… And The Dead!, de 2022. Antes de embarcar para o velho continente, o grupo fez um show em Mansfield, Ohio, pelo festival Inkcarceration Music & Tattoo Festival. Aproveitando a visita à cidade americana, Dave MustaineKiko LoureiroJames LoMenzo Dirk Verbeuren foram convidados a fazer um “caça-fantasma” no Reformatório Estadual de Ohio. 

    Sombrio, o local foi construído em 1886 e por quase 100 anos foi utilizado como um sistema prisional que abrigou quase 155.000 criminosos. O reformatório serviu também como cenário para filmes como, por exemplo, Um Sonho de Liberdade Força Aérea Um. Famoso por ser mal-assombrado e propício para capturar fantasmas, o Ohio State Reformatory é listado no Registro Nacional de Lugares Históricos como a prisão independente que possui a maior cela de aço do mundo. 

    A visita do Megadeth ao local foi registrada por um dos membros de estrada do grupo, o mestre brasileiro Reggie Almeida, da escola de jiu-jitsu Gracie Barra, localizada em Spring Hill, no Tennessee. Na legenda do vídeo, mestre Reggie comentou: “Sim! Eles nos ofereceram uma turnê ‘Ghost Hunt’ enquanto estávamos no InkCarceration 2023. ‘Por que brincar com fantasmas?’, perguntei. ‘Porque nós podemos!’, eles responderam (risos)”. 

    Veja o vídeo:   
  • OZZY OSBOURNE diz ter removido coágulos de sangue que poderiam ir para coração e cérebro

    OZZY OSBOURNE diz ter removido coágulos de sangue que poderiam ir para coração e cérebro

    Não se sentindo bem ainda fisicamente para encarar a bronca de subir em um palco para um show completo, recentemente Ozzy Osbourne cancelou sua participação em outubro no tão falado festival Power Trip, que já anunciou o Judas Priest para suprir a ausência do Madman (leia mais aqui). Aliás, a saúde de Ozzy é preocupante nos últimos anos. O cantor de 74 anos convive com a doença de Parkinson e no primeiro semestre de 2022 foi submetido a uma cirurgia de alinhamento de coluna e pescoço. Como se não bastasse, Ozzy agora revelou ao coapresentador Billy Morrison no último episódio do programa “Ozzy Speaks”, da SiriusXM, que recentemente precisou remover coágulos de sangue nas pernas, que poderiam ser perigosos. 

    Explicou o Madman: “Estou lutando contra isso. Por exemplo, na segunda-feira passada, fui remover um filtro. Porque eu tinha os coágulos de sangue nas minhas pernas, eles colocam um filtro na sua artéria para impedir que os coágulos de sangue vão para o seu coração e seu cérebro.  Parece pior do que é. Então, na segunda-feira, eu fui retirar. Os coágulos de sangue entupiram tudo. Então, eles colocaram uma coisa lá no meu pescoço, que vai direto na minha virilha”

    Obviamente chateado com suas condições clínicas que têm lhe forçado a cancelar apresentações ao vivo, Ozzy mencionou também alguns outros problemas de saúde que o acometeram nos últimos anos, tendo, inclusive, pego COVID há cerca de um ano. “É só decepção atrás de decepção”, desabafou. “(Torço para que) acabe essa porra pra eu seguir minha vida”. 

    Em fevereiro, Ozzy havia dito no mesmo programa que sua esposa e empresária, Sharon Osbourne, havia lhe chamado atenção para não marcar shows enquanto não estiver em totais condições, para não precisar ter que ficar desmarcando ou adiando: “Tenho trabalhado até as entranhas para tentar me reerguer”, revelou. “Cheguei ao ponto em que Sharon me disse, ‘Quer saber? A verdade é que você não pode continuar reservando turnês e falhando, cancelando”.

    Quanto à parte da imprensa mundial que especula a aposentadoria de Ozzy, ele esbravejou: “A porra da imprensa te deixa louco!”, descarregou. “Quer dizer, eu vi numa revista: ‘Ozzy está em suas últimas etapas (de turnê)’. Estou me fodendo não morrendo… Qual é, caras? Já não estive mal o suficiente? Se eu ficar bem hoje, se o médico me dissesse hoje, ‘Ah, você pode fazer turnê’, levaria mais seis meses para me recompor, entende?”.

  • RANKING CREW: edição #35 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista

    RANKING CREW: edição #35 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista

    Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, mais um episódio do programa “Ranking Crew”. Neste 35° episódio, os apresentadores Luiz Tosi, Ricardo Campos e Guilherme Spiazzi listam e comentam a discografia do Gamma Ray, uma das maiores bandas de hard ‘n’ heavy de todos os tempos. 

    Assista, comente, concorde ou discorde e escreva o seu ranking pessoal do Gamma Ray nos comentários do vídeo! Estamos aqui para nos divertir e reviver grandes álbuns da nossa cena.

    E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (?) para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv.