Nesta sexta-feira (21), Roger Waters disponibilizou uma nova versão da música Money, clássico do Pink Floyd. A versão repaginada de Waters chega acompanhada de lyric video e é parte integrante da versão regravada do álbum The Dark Side of the Moon, que será lançada no próximo dia 6 de outubro sob o título The Dark Side of the Moon Redux. Lançado originalmente há 50 anos, The Dark Side of the Moon ganhará nova vida através da releitura de Roger Waters, que não deixou nenhuma música do tracklist original de fora e ainda oferecerá uma música inédita e sem título.
Confira o lyric video da versão de Roger Waters para Money:Para seu ambicioso projeto de regravar o histórico álbum The Dark Side of the Moon, Roger Waters não convocou nenhum de seus ex-parceiros de Pink Floyd. Acompanhando-o nesta empreitada estão os músicos Gus Seyffert, Joey Waronker, Jonathan Wilson, Johnny Shepherd, Via Mardot, Azniv Kokenjian, Gabe Noel, Jon Carin e Robert Walter.
O próprio Waters teve a ideia de regravar The Dark Side of the Moon durante a pandemia, enquanto trabalhava para seu álbum The Lockdown Sessions, de 2022. Ele explica o novo projeto em nota divulgada no site de sua loja virtual:
“Ocorreu-me que The Dark Side of the Moon poderia muito bem ser um candidato adequado para uma reformulação semelhante em parte como um tributo ao trabalho original, mas também para reabordar a mensagem política e emocional de todo o álbum”, disse. “Ficou muito bom e estou animado para que todos ouçam. Não é um subtítulo para o original, que, obviamente, é insubstituível… E também é uma forma de eu honrar uma gravação da qual Nick (Manson), Rick (Wright) e Dave (Gilmour) e eu temos todo o direito de estarmos muito orgulhosos”.






“O death metal é um estilo muito foda, mas só agora estou aprendendo, então calma lá! (risos) Acho engraçado como tantas pessoas conseguem simplesmente cantar ou tocar assim (risos), mas eu não posso porque não é natural para mim. Cresci pensando em cantar limpo, ouvindo rock dos anos 70, bandas como Styx, KISS e Aerosmith, e o Steven Tyler até tem um pouco de sujeira na voz, mas obviamente nada como death metal. Sempre gravitei nessa atmosfera da voz limpa… Ah! Também tem o Van Halen, porque fiquei deslumbrado com as harmonias vocais quando ouvi o primeiro disco deles. Na minha opinião, as harmonias vocais do Van Halen são tão importantes quando qualquer outra parte do som do grupo, incluindo as guitarras do Eddie. Quando comecei, eu costumava ser o vocalista das minhas bandas, não apenas o baixista. O início foi como vocalista, baixista e compositor, embora tocássemos mais covers porque era assim que conseguíamos shows. Quando se canta música dos outros, não dá para encontrar sua própria voz, que só aparece quando você começa a compor o próprio material. No Megadeth, fui eu quem fez o Dave ser o vocalista. Disse a ele: ‘Você está escrevendo as letras, está contando as histórias, então quem melhor do que você para cantá-las? É uma questão de saber o seu lugar, também. O Megadeth não era uma banda para eu ser o vocalista, mas agora é o momento perfeito, e, sendo franco, a afinação que usamos, o dó, é perfeita para mim. É bem no meu alcance, especialmente na minha idade (N.R.: 58 anos), então não somos uma banda que precisa baixar a afinação, afinal, ela já está bem baixa (risos). Não está muito longe da minha voz falada, como você está ouvindo agora”.










