Categoria: Destaques

  • TRIUMPH OF DEATH anuncia álbum ao vivo tocando repertório do HELLHAMMER

    TRIUMPH OF DEATH anuncia álbum ao vivo tocando repertório do HELLHAMMER

    O impacto dos antepassados suíços do metal extremo Hellhammer ainda ressoa em toda a cena global do metal, tal foi a sua influência nos primeiros gêneros de extremo, death e black metal. Nos 40 anos que se passaram desde seu humilde início em Nurensdorf, na Suíça, em maio de 1982, eles ganharam um status mitologicamente icônico, apesar de existirem por apenas dois anos. No entanto, a banda deixou um corpo de trabalho altamente influente para trás, incluindo as três demos, Death Fiend, Satanic Rites e Triumph of Death (relançada em 2008 como a retrospectiva demo de Demon Entrails), o EP seminal Apocalyptic Raids e duas faixas da lendária compilação Death Metal. À luz desse legado, é quase inconcebível que o Hellhammer nunca tenha tocado essa música no palco.

    O Celtic Frost, grupo sucessor formado pelo membro fundador do Hellhammer, Tom Gabriel Warrior, e pelo ex-baixista do Hellhammer, Martin Eric Ain, tocava esporadicamente uma ou duas músicas do Hellhammer, e a banda atual de Warrior, o Triptykon, tocou ocasionalmente a música do Hellhammer ao vivo, mas o vasto material do grupo pioneiro permaneceu inédito, até o início do Triumph Of Death. Em 2019, Tom Gabriel Warrior afirmou: “O Hellhammer nunca voltará e nunca será reformado. É absolutamente impossível reformar uma banda tão intimamente ligada a um período de tempo muito específico e único. Mas a música de Hellhammer existe, e é uma parte extremamente importante do meu caminho de vida. E eu gostaria de tocá-lo no palco antes da minha morte”.

    A ressurreição da música de Hellhammer foi uma ideia que Tom Gabriel Warrior e Martin Eric Ain discutiram por muitos anos, desencadeada principalmente por sua colaboração renovada no reformado Celtic Frost nos anos 2000. Os primeiros passos para a realização do Triumph Of Death, nomeado após a canção mais infame de Hellhammer e destinado a ser um tributo muito respeitoso e autêntico ao próprio, foram finalmente dados em 2014, e a banda foi oficialmente fundada no outono de 2018.

    O Triumph Of Death consiste de indivíduos que não apenas amam a música em questão, mas realmente a entendem. A formação emula a encarnação final do Hellhammer em abril/maio de 1984, quando o grupo adicionou outro guitarrista. Até o momento, o Triumph Of Death realizou inúmeros concertos notáveis em todo o mundo (inclusivo no Brasil, onde tocou recentemente no Setembro Negro) e trouxe a música seminal do Hellhammer para os fãs antigos e novos. Muitos dos quais pensaram que talvez nunca o vissem ao vivo no palco.

    O lançamento ao vivo de estreia do Triumph Of Death, Resurrection Of The Flesh, é o culminar de três concertos. Gravado na primavera de 2023 no Hell’s Heroes Festival, em Houston EUA, Dark Easter Metal Meeting, em Munique, Alemanha, e no SWR Barroselas Metal Fest, em Portugal, o álbum foi produzido por Tom Gabriel Warrior e V. Santura, do Triptykon. O disco será lançado no dia 10 de novembro, via Noise/BMG.

    Triumph Of Death, Resurrection Of The Flesh captura a banda em seu melhor momento; crua e pesada. As canções podem datar de quatro décadas, mas aqui elas são reveladas como sendo tão vitais hoje quanto quando foram escritas no infame bunker de ensaios da banda na vila rural de Birchwil, na Suíça, no início dos anos 1980. Dos estrondosos acordes de abertura de Third Of The Storms (Evoked Damnation), ao feedback malévolo e mórbido de Triumph Of Death, este álbum é um documento de sessenta minutos do poder avassalador da performance ao vivo do Triumph Of Death, e captura o espírito e a intensidade dessas canções históricas que transcenderam décadas para se tornarem reverenciadas e atemporais.

    Warrior: “Este álbum é, acima de tudo, uma prova da conexão única que existe entre o público e esta banda. A música do Hellhammer foi um símbolo underground entre 1982 a 1984, muitas vezes ridicularizada e evitada, e devemos o fato de que agora somos capazes de executá-la em todo o mundo inteiramente à graça, abertura e entusiasmo daqueles que tornam exatamente esses shows possíveis. Eles nos dão tanto quanto nós lhes demos, e minha gratidão a eles não conhece limites”.

    Clique aqui para ouvir a faixa Messiah e para fazer a pré-encomenda e saber sobre merchandisings exclusivos. Tracklisting 1. The Third Of The Storms (Evoked Damnation) 2. Massacra 3. Maniac 4. Blood Insanity 5. Decapitator 6. Crucifixion 7. Reaper 8. Horus/Aggressor 9. Revelations Of Doom 10. Messiah 11. Visions Of Mortality 12. Triumph Of Death Bonus 7” song (Super deluxe edition only) 13. Decapitator (Live In Houston)   Triumph Of Death Tom Gabriel Warrior – voz e guitarra André Mathieu – guitarra e voz Jamie Lee Cussigh – baixo Tim Iso Wey – bateria www.triumphofdeath.net
    Da esq. p/ a dir.: Jamie Lee Cussigh (baixo), André Mathieu (guitarra/vocais), Tom Gabriel Warrior (voz/guitarra), Tim Iso Wey (bateria)
  • JABÁ está doente e RATOS DE PORÃO pede ajuda financeira para tratamento de seu ex-baixista

    JABÁ está doente e RATOS DE PORÃO pede ajuda financeira para tratamento de seu ex-baixista

    O Ratos de Porão veio a público por meio de suas redes sociais solicitar ajuda financeira para o tratamento de Jabá, lendário ex-baixista da banda punk. Diz o comunicado da banda:

    “Nosso amigo Jabá está passando por um momento difícil e precisa de nossa ajuda. Está internado desde domingo quando passou mal em casa e foi levado às pressas para o hospital; problemas hepáticos e um rim não funcionando é o que temos até agora. Venho em nome dele e da família pedir para quem puder ajudar, seja com que quantia for… Vou passar o pix da irmã dele que está acompanhando-o e com certeza será responsável pelas melhorias que nosso amigo precisa. Fica aqui o nosso agradecimento em nome do nosso amigo que não tem como se sustentar e nem pagar os gastos que terá. Obrigado.

    Pix da Adriana: 132.570.618.38″.

    Jabá fez parte da primeira formação do Ratos de Porão, antes mesmo da entrada de João Gordo como vocalista. O grupo foi formado em 1981 pelos primos Jão (vocal) e Betinho (bateria). Com a entrada de João Gordo em 1983 e a saída de BetinhoJão assumiu a bateria até o ano de 1985, quando se estabeleceu definitivamente como guitarrista da banda. Por sua vez, Jabá permaneceu no grupo até o ano de 1993. Em seu período no R.D.P., gravou os álbuns Crucificados Pelo Sistema (1984), Descanse em Paz (1986), Cada Dia Mais Sujo e Agressivo (1987), Brasil (1989), Anarkophobia (1991) e o ao vivo RDP Vivo (1992). Mais tarde, precisamente no ano de 2004, Jabá se reencontrou musicalmente com Jão na banda Periferia S.A.. 

    Jabá, último da esquerda para a direita, acompanhado de Jão, Spaghetti e João Gordo, formação essa que gravou quatro álbuns do Ratos de Porão
  • GO AHEAD AND DIE lança videoclipe animado para segundo novo single, “Desert Carnage”

    GO AHEAD AND DIE lança videoclipe animado para segundo novo single, “Desert Carnage”

    POR ASSESSORIA 

    A banda de death-crust GO AHEAD AND DIE lançará seu novo álbum Unhealthy Mecanisms no dia 20 de Outubro pela Nuclear Blast Records. O álbum que borbulha agressividade e surgiu da mente dos músicos Igor Amadeus Cavalera (HEALING MAGIC) e Max Cavalera (SOULFLY, CAVALERA CONSPIRACY) é mais um capítulo desta banda que se inspira nas temáticas distópicas e que ajuda o ouvinte a mergulhar na loucura da sociedade moderna e na poluição que devasta as nossas mentes.

    “Desert Carnage” é a faixa que abre o novo álbum Unhealthy Mecanisms. A música que surgiu da mente de Igor Amadeus Cavalera, leva os ouvintes através de uma jornada incendiária através de um deserto apocalíptico com inspirações no ambiente em que vivem no estado do Arizona. Confira o fervoroso single que encapsula alguns dos melhores riffs de Igor no álbum.

    Igor Amadeus Cavalera comentou: “”Desert Carnage” é uma música explosiva e rápida, tão quente quando o deserto de Sonora. O tema barbáro da música surgiu da crueldade e terreno inóspito que é o deserto, tão desolador e cruel quanto um lugar pode ser.”

    Ouça o novo single “Desert Carnage” aqui: https://goaheadanddie.bfan.link/descrge.ema

    Assista ao novo videoclipe, para ‘Desert Carnage’, criado por Costin Chioreanu, aqui:

    Faça a pré-venda da versão importada do álbum Unhealthy Mecanisms aqui: https://goaheadanddie.bfan.link/gaaduhmech.ema

    “Unhealthy Mecanisms” foi produzido por Igor Amadeus Cavalera, enquanto John Aquilino cuidou da gravação em seu Platinum Underground Studio imerso no ambiente místico aos pés das famosas Montanhas Supersticiosas ou “Superstitious Mountains”. A mixagem e a masterização foram mais uma vez realizadas por Arthur Rizk (CAVALERA, SOULFLY, TURNSTILE). Para a arte, a banda recrutou Santiago Jaramillo, da Triple Seis Design, para criar o design inquietante que se encaixa com o título do álbum. O mais novo disco do GO AHEAD AND DIE é um testemunho da saúde mental em declínio ao redor do mundo, e um lembrete de que não estamos sozinhos em nossa dor. A mente está perdida. O pavio está aceso. Hora de incendiar tudo. Abaixo o tracklist para ‘Unhealthy Mechanisms’: 1. Desert Carnage 2. Split Scalp 3. Tumors 4. Drug-O-Cop 5. No Easy Way Out 6. M.D.A. (Most Dangerous Animal) 7. Chasm 8. Cyber Slavery 9. Blast Zone 10. Unhealthy Mechanisms ‘Unhealthy Mechanisms’ estará disponível digitalmente e nos seguintes formatos:
    • CD Acrílico
    • Fita-Cassete Vermelha (Limitada em 400 unid.)
    • Vinil
      • Vermelho com Splatter Preto
      • Branco com Splatter Preto
    GO AHEAD AND DIE é: Max Cavalera | Vocais, Guitarra Igor Amadeus Cavalera | Vocais, Guitarra, Baixo Johnny Valles | Bateria

  • MIKE TRAMP – FOR FØRSTE GANG [7,0/10]

    MIKE TRAMP – FOR FØRSTE GANG [7,0/10]

    Embora Mike Tramp nunca antes tivesse planejado gravar um álbum cantando em seu idioma, o dinamarquês mais conhecido do hard rock (vide White Lion e Freak of Nature) assim o fez em For Første Gang.

    A motivação para isso veio de uma letra que Tramp recebeu de Lars Daneskov, autor de sua biografia “The Vagabond – The Story About Mike Tramp”, de 2005.

    Nesse seu 13° álbum solo de estúdio Tramp oferece uma proposta muito mais intimista, repleta de baladas e canções sofisticadas que caíram bem para seu estilo não muito refinado de cantar.

    Aliás, é nessa sonoridade de viés pop que Tramp muitas vezes parece se dar bem, mais do que no White Lion onde pecava pela falta de versatilidade.

    Embora muitos possam torcer o nariz pelo excesso de baladas, o disco dispõe também de músicas despojadas, como Vejkort, Jeg Holder Fast e Min by (confira esse e outros videoclipes abaixo).

    A decisão de Tramp em cantar em seu idioma resultou em algo mais interessante e assertivo do que o já lançado álbum The Songs of White Lion.

      Vejkort: Min By: 
  • TOY DOLLS – São Paulo (SP)

    TOY DOLLS – São Paulo (SP)

    Por Leandro Nogueira Coppi Fotos: Roberto Sant’Anna

    Cinco anos e uma pandemia depois e o trio Toy Dolls retornou ao Brasil. E tanto para a tresloucada e divertida banda inglesa de punk rock quanto para os fãs a ocasião era especial. Atualmente, o grupo formado em 1979 está comemorando 40 anos do lançamento de seu aclamado álbum de estreia, Dig That Groove Baby. Outro fator especial foi que além de revisitar as cidades de Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e São Paulo (SP), respectivamente, pela primeira vez o Toy Dolls tinha o Rio de Janeiro (RJ) no itinerário. E tudo isso faltando menos de uma semana para seu mentor, o figuraça Michael “Olga” Algar (vocal e guitarra), completar 64 anos. A equipe da ROADIE CREW esteve presente no show de São Paulo e constatou que novamente a base fiel de fãs do Toy Dolls voltou a entupir o Carioca Club, mesmo local em que a banda havia feito sua apresentação anterior em 2018, também com casa lotada. E se naquela ocasião o show do Toy Dolls aconteceu em uma das noites mais frias daquele ano, dessa vez foi o oposto, aconteceu sob um calor desértico. De todo modo, quem presencia um show do grupo, que é completado por Tommy Goober (baixo e vocal) e The Amazing Mr. Duncan (bateria e vocal), se diverte tanto que sai pingando de suor, seja no calor ou mesmo no frio. 

    Em 2018, o Toy Dolls contou em São Paulo com as bandas Faca Preta Os Excluídos para a abertura. Dessa vez, assim como em Curitiba, a missão coube aos veteranos do Skamoondongos, banda formada em meados de 1994. Como o nome do grupo paulistano entrega, o Skamoondongos faz aquela mistura divertida de ska e punk que levanta defunto ao vivo tamanha a carga de energia descarregada no palco, incrementada por um competente naipe de metais. O som dos “moondongos” é forjado sob influência da segunda geração do ska – conhecida como Ska 2Tone (ou simplesmente 2Tone), alcunha essa baseada na gravadora inglesa 2 Tone Records, formada no final dos 70 pelo tecladista do The Specials, Jerry Dammers -, e também na terceira onda. Aliás, quem viveu os anos 90, época do surgimento do Skamoondongos, lembra de outras bandas brazucas da época, como o Anjo dos Becos, por exemplo, que ainda surfa nessa onda – inclusive, o vocalista Pirata, figura respeitada no underground, também estava prestigiando o evento proporcionado pela produtora Powerline.

    No repertório, Axl Rude Krenek (vocal) e Cia. trouxeram músicas de destaque na carreira do Skamoondongos, como Bella CiaoOcupar e Resistir e a antiquíssima Pobre Plebeu, música que integrou a conhecida Coletânea Ska Brasil, sendo destaque nas paradas no verão de 1996/1997 e que mais tarde integraria o debut intitulado Segundo, que saiu pela gravadora Paradox Music. Além de seu contagiante repertório autoral e de críticas à política do Brasil, o Skamoondongos prestou algumas homenagens. A primeira delas veio com a música 2 Tons, cover do Subtones, que foi dedicada a Mingau, baixista do Ultraje a Rigor e ex-Ratos de Porão, que segue internado lutando para sobreviver ao tiro levado na cabeça recentemente. A segunda foi para o Cólera, do finado Redson, com um cover da banda para Medo. Assim como em 2018, mais uma vez a escolha da Powerline para a abertura do Toy Dolls foi assertiva optando agora pelo Skamoondongos

    Sobre a organização em si, um ponto bastante positivo foi o fato de os shows terem começado cedo, com os horários sendo cumpridos à risca. Em uma cidade violenta como São Paulo e sabendo que muita gente depende de transporte público, esses fatores precisam sempre ser levados em conta na hora de definir os horários de um evento, principalmente sendo em final de semana. Pontualmente, às 19h30, um rufar de tambores no som mecânico revelou um hilário “happy birthday to you” em homenagem aos 40 anos do disco Dig That Groove Baby, porém logo a cantiga de aniversário foi atropelada pelo tradicional trecho da romântica Hello, grande hit da carreira do cantor americano Lionel Richie – à essa altura, o Carioca Club estava abarrotado de gente, muitos rindo com a intro; já o calor era imensurável. Ao som de outra introdução, Theme Tune, os ‘nerds’ OlgaGoober Mr. Duncan surgiram pelas escadas ao fundo do palco trajando seus tradicionais terninhos e óculos coloridos. Não demorou e eles deram início ao baile com a dançante Fiery Jack, do comemorado álbum Dig That Groove Baby. A casa veio abaixo: todos cantando em uníssono e se divertindo, principalmente com as coreografias da banda, que ao longo do show incluía passinhos, corridinhas, chutes no alto, giro de instrumentos… Assim que a música acabou, o trio foi ovacionado pelo público e logo mandou Cloughy is A Bootboy!, única do quinto álbum, Wackey Wackey, de 1989.

    Os álbuns Fat Bob’s Feet (1991) e Bare Faced Cheek (1987) também foram relembrados, através de Bitten By A Bed Buggy Fisticuffs in Frederick Street, respectivamenteessa última fica engraçada ao vivo quando banda e público cantam Who’s Down There; parece muito que todos estão cantando “buscapé / buscapé”. Bem, a alegria era geral: punks e headbangers, novos e veteranos, confraternizando em clima total de paz. Infelizmente, isso não foi sempre assim no Brasil, nem mesmo para o próprio Toy Dolls. Na primeira vinda do grupo ao país, há exatos 35 anos, um de seus quatro shows realizados no extinto Projeto SP acabou bem mais cedo do que o previsto por conta de um skinhead que inexplicavelmente acertou um direto no rosto de Olga. Estava na minha, tocando, quando fui atingido. Só depois é que fui saber que tinha sido um deles”, recordou o artista em entrevista concedida à Folha de São Paulo, em 1995, quando do retorno do grupo ao Brasil pela segunda vez. Passados todos esses anos, o Toy Dolls seguiu gravando seus álbuns meio que na surdina, visto que nunca foi midiático, nem se rendeu à nenhuma moda e muito menos integrou o mainstream. E mesmo não tendo o devido reconhecimento como o de outros grupos de sua geração, entre os mais lembrados Ramones, Sex Pistols, e Dead Kennedys, por exemplo, o Toy Dolls é uma banda cult altamente respeitada mundo afora e com uma base fiel e festeira de fãs, principalmente na América do Sul, Espanha e Portugal.

    Dentre as próximas músicas que vieram na sequência, estava Benny the Boxer, do mais recente álbum do Toy DollsEpisode XIII, que foi lançado em 2019. Aliás, desse, OlgaGoober Mr. Duncan apresentaram também a instrumental El CumbancheroOutros dois clássicos do primeiro disco deixaram os fãs histéricos, Up the Garden Path e, principalmente, Dougy Giro. Essa precisou ser recomeçada, pois Goobert teve problemas com a correia de seu baixo. Foi muito engraçado quando o roadie entrou para dar uma ajeitada na peça e foi vaiado pela demora. Claro que as vaias eram em tom humorado, só para ‘sacanear’ o indivíduo, que no decorrer da música ainda ainda meteu um silver tape na correia para dar mais segurança ao baixista. Aqueles que estavam na plateia e também assistiram ao show de 2018, possivelmente se lembram de quando o público já havia zoado a banda ao vaiá-la logo na primeira música, Fiery Jack, que também precisou ser recomeçada assim que um problema na guitarra de Olga foi sanado.

    Depois de em I’ve Got Asthma Olga lembrar o público que ele tem asma e mal consegue respirar, de falar de sua treta com aranhas no camarim em Spiders in the Dressing Room e de o trio mandar a mencionada El Cumbanchero, o frontman chamou seu garçom particular ao palco e recebeu do mesmo uma minúscula garrafa. Olga fez cara feia e ganhou do sujeito desajeitado outra bem maior, porém pequena demais para o cantor de cabelos esmeraldinos. Chegou então o esperado momento em que o atrapalhado garçom ressurge com uma garrafa gigante, quase do tamanho do agora satisfeito cantor. Como em todo show, Olga sentou no objeto inflável que aguçou os sentidos etílicos dos borrachos de plantão e disparou contra os gaiteiros uma chuva, não de “mé” (como diria o digníssimo Mussum), mas sim de papel picado. Claro, era hora de uma das mais esperadas do repertório, The Lambrusco Kid – música que serviu de inspiração para a banda brasileira Lambrusco Kids.

    Inegavelmente, o momento mais esperado pela maioria viria a seguir. E não há quem não tenha fica ensandecido quando o Toy Dolls tocou a sua Enter Sandman, a sua Blitzkrieg Bop, a sua Rock and Roll All Nite: falo da inigualável Nellie The Elephant, grande hit de Dig That Groove Baby. Nessa, os tradicionais “ôooooooooo” foram ensurdecedores – e de arrepiar! Depois de She Goes to Finos, do segundo álbum, A Far Out Disc (1985), Olga perguntou: “vocês acham que estou ficando velho demais para isso? Se acham velhos para isso?”. E aí a banda mandou sua versão do compositor do Sacro Império Romano-Germânico Johann Sebastian Bach para Toccata and Fugue in D Minor, BMW 565. Nessa, o destaque foi Mr. Duncan, que detonou na batera e fritou o chimbal. E por falar na questão técnica do trio, convenhamos, embora teoricamente o som incomparável do Toy Dolls, um punk rock que ora parece trilha sonora de desenho animado, ora um folk nórdico festivo, ou um hillbilly americano (daria até para imaginar um banjo em algumas músicas do grupo), pareça ser simples e fácil, estamos falando de três grandes músicos, que tocam de modo preciso do começo ao fim. Ouso a dizer até que Olga é um dos guitarristas mais criativos do rock e valorizado no máximo pelos fãs de punk rock. Jão, guitarrista do Ratos de Porão, por exemplo, sempre o cita como sua grande referência na guitarra.

    Depois de Alec’s Gone, única do sétimo álbum, Absurd Ditties (1993), Olga se retirou do palco e Goober Mr. Duncan fizeram uma seção baixo/batera para não deixar o clima esfriar. Não demorou muito, Olga retornou ao palco com chapeuzinho e bandeja de demonstrador de shopping center, mas ao invés de mini-pretzels, distribuiu óculos iguais ao seu para alguns sortudos da pista que estavam colados no palco. Depois disso, ele e Goober pegaram outra guitarra e outro baixo, respectivamente, e após Olga contar de um a quatro em bom português, o trio mandou Harry Cross (A Tribute to Edna), de Iddle Gossip, 3° álbum do Toy Dolls, lançado em 1986. Na sequência, fecharam a primeira parte do show com um cover da instrumental Wipe Out, do The Surfaris, um surf music ao melhor estilo Dick Dale. E claro que nessa teve a tradicional coreografia de Olga Goober girando seus instrumentos simultaneamente. 

    Com a cozinha do Toy Dolls de volta ao palco, Goober apresentou Mr. Duncan ao público e perguntou a todos aonde estava Olga. Atendendo ao chamado dos fãs, o dito cujo ressurgiu no palco ao melhor estilo Rick Nielsen, do Cheap Trick, portando uma guitarra Fender em formato ‘triple neck’. Com ela e acompanhado de seus asseclas, Olga comandou a música que dá nome ao aniversariante álbum quarentão, a dançante Dig that Groove Baby. Assim como na maior parte do show, a pista ficou ensandecida, com muita gente agitando e fazendo rodas. Depois dessa, a banda novamente deixou o palco.

    Após um intervalo um pouco maior do que o anterior, OlgaGoober The Amazing Mr. Duncan se despediram de São Paulo, porém antes de embarcarem para o Rio de Janeiro fecharam com uma trinca formada por When the Saints Go MarchingGlenda and the Test Tube Baby e, sob uma chuva de balões negros estampados com o rosto da mascote da banda, a derradeira Iddle Gossip

    Agradecido e satisfeito com uma hora e vinte de pura diversão e cantorias, o público emanou sua alegria à banda em forma de aplausos de agradecimento. Para muitos ali, o Toy Dolls fez parte da infância e da adolescência. Badauí, vocalista do CPM 22, por exemplo, já declarou que deu seu primeiro beijo ao som dos Dolls. Ou seja, como dito aqui anteriormente, embora o Toy Dolls sempre tenha se mantido no underground – ainda que tenha tido sua música bem explorada em filmes, jogos de PlayStation e como faixa incidental para TV no mundo todo -, é o tipo de banda que agrada a gregos e troianos. Aliás, muito mais gente do que possamos imaginar têm histórias especiais para contar sobre como e/ou em que situação conheceu o grupo inglês. Sobre o disco aniversariante, o clássico Dig That Groove Baby, passados 40 anos vemos o quanto ele envelheceu bem. Também, pudera, o Toy Dolls também segue sendo relevante para a velha guarda e para as novas gerações que vão surgindo e curtindo a música divertida e descompromissada de Olga e sua trupe.

    Toy Dolls – set list
    • Theme Tune  
    1. Fiery Jack
    2. Cloughy Is A Bootboy! 
    3. Bitten By A Bed Bug
    4. Fisticuffs in Frederick Street 
    5. The Death of Barry the Roofer with Vertigo 
    6. Benny the Boxer
    7. Up the Garden Path
    8. Dougy Giro 
    9. I’ve Got Asthma
    10. Spiders in the Dressing Room 
    11. El Cumbanchero 
    12. The Lambrusco Kid
    13. Nellie the Elephant
    14. She Goes to Finos
    15. Toccata and Fugue in D Minor, BMW 565 (Johann Sebastian Bach) 
    16. Alec’s Gone
    17. BAIXO/BATERA, 
    18. Harry Cross (A Tribute to Edna) 
    19. Wipe Out (cover do The Surfaris)                                                                                                                                                           (BIS)
    20. Dig That Groove Baby                                                                                                                                                                                          (BIS)
    21. When the Saints Go Marching 
    22. Glenda and the Test Tube Baby
    23. Iddle Gossip
    • Theme Tune
     
  • SUMMER BREEZE BRASIL lançado oficialmente em São Paulo

    SUMMER BREEZE BRASIL lançado oficialmente em São Paulo

    Fotos: Marcos Hermes

    Aconteceu na noite de 15 de setembro, no VCI/Hard Rock Café, em São Paulo, o lançamento oficial da edição 2024 do festival Summer Breeze Brasil. A primeira edição aconteceu em São Paulo, nos dias 29 e 30 de abril deste ano, no Memorial da América Latina, e tornou-se sucesso de público logo em sua estreia.

    O lançamento reuniu muitas figuras conhecidas do rock e do metal brasileiros. Estavam lá Rafael Bittencourt (Angra), Ivan Busic (Dr. Sin), Ricardo “Soneca” Schevano (Baranga e Carro Bomba), Nando Fernandes (Sinistra), Tiago Claro (empresário e guitarrista do Seventh Seal), Regis Tadeu, Paulinho Heavy, Vitão Bonesso e vários representantes da imprensa especializada.

    Aos realizadores da primeira edição, Claudio Vicentin (ROADIE CREW) e Rick Dalal (Free Pass Entretenimento), uniu-se na organização do festival Marcio Sinzato, experiente empresário e dono da marca Consulado do Rock.

    O evento começou com uma entrevista coletiva na qual os organizadores fizeram um balanço da edição anterior. Claudio ressaltou que ao longo dos dois dias não houve “uma ocorrência de roubo, uma briga, um atendimento médico sequer.”

    Rick falou sobre o sucesso da primeira edição, mesmo não contando com um mega headliner, nem com o apoio da chamada grande mídia ou de grandes patrocinadores. Ele citou o know how da equipe envolvida na realização que realizou o evento como um dos grandes segredos para ele ter sido um sucesso absoluto, mesmo em se tratando de um festival inédito no Brasil. “Mostramos que dá pra fazer algo de qualidade”, afirmou.

    Sobre o cast, Claudio comentou que “a gente cresceu ouvindo grandes bandas que hoje estão se aproximando do seu final. O Summer Breeze é uma oportunidade de mostrar artistas que estão levando adiante o legado desses grandes nomes.”

    Rick ainda ressaltou a mecânica do festival, em que há vários eventos e shows acontecendo ao mesmo tempo, permitindo que o público possa escolher a atividade que mais lhe agrade.

    Os nomes anunciados até então chegaram a 20, mas ainda não se trata nem de metade do cast completo, que deve se aproximar de 50 artistas. Segundo Rick, “este ano foi bem mais fácil contratar as bandas, tanto que o cast está bem mais forte”.

    O New Blood, concurso que escolheu uma banda iniciante através de votação popular para se apresentar no festival, continuará valendo, mas agora aberto a artistas de toda a América Latina. E ainda haverá o Wave Stage, em que bandas nacionais iniciantes serão selecionadas através de uma curadoria para se apresentarem.

    Encerrada a entrevista, o evento prosseguiu com música ao vivo a cargo de Marcelo Carvalho (voz e violão), com direito a canja de Nando Fernandes, e som mecânico (rock, obviamente) comandado pelo DJ Edu Rox.

    O Summer Breeze Brasil 2024 vai acontecer novamente no Memorial da América Latina em três dias: 26, 27 e 28 de abril. As vendas de ingressos começaram no dia 16 de setembro. Para adquirir ingressos e para mais informações sobre o festival é só acessar o site https://summerbreezebrasil.com/

  • Aberta a venda de ingressos para a 2° edição do Summer Breeze Brasil 2024; saiba os detalhes

    Aberta a venda de ingressos para a 2° edição do Summer Breeze Brasil 2024; saiba os detalhes

    Já estão abertas as vendas para os ingressos da segunda edição do aclamado Summer Breeze Brasil Open Air, que acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024. 

    Com condições especiais para esse primeiro momento, os ingressos estão disponíveis neste link.

    Para mais informações sobre os ingressos, acesse este link.

     

    Até o momento, os organizadores do Summer Breeze Brasil anunciaram 20 bandas para a próxima edição do festival. São elas: AnthraxHammerfallWithin TemptationCarcassBiohazardDeath AngelForbiddenSebastian BachMr. BigLacuna CoilAvatar, NervosaDr. Sin, AngraEdu FalaschiRatos de PorãoEclipseIn ExtremoAmorphis The Night Flight Orchestra

    Muitas outras atrações e experiências serão anunciadas no decorrer das próximas semanas por aqui e nos canais oficiais do festival.

  • Summer Breeze Brasil confirma CARCASS, EDU FALASCHI e anuncia HAMMERFALL e LACUNA COIL para 2024

    Summer Breeze Brasil confirma CARCASS, EDU FALASCHI e anuncia HAMMERFALL e LACUNA COIL para 2024

    Depois do ‘furo’ do Death Angel na tarde desta sexta-feira (15), em que através de uma postagem em seu perfil no Instagram ‘entregou’ que Edu Falaschi Carcass estão garantidos na edição do próximo ano do Summer Breeze no Brasil, os organizadores do festival, em entrevista coletiva realizada em um coquetel no Mundo VCI, não apenas confirmaram a presença das duas bandas, como também anunciaram outros dois grandes nomes: o grupo sueco Hammerfall e o italiano Lacuna Coil.

    Hammerfall | Foto: Tallee Savage

    Assim sendo, HammerfallLacuna CoilEdu Falaschi Carcass se unem aos também já anunciados Death Angel, Dr. SinMr. BigSebastian BachAnthraxBiohazard, AvatarNervosaWithin TemptationAmorphisEclipseForbiddenThe Night Flight OrchestraIn ExtremoRatos de Porão e Angra.

    Lacuna Coil

    Além dos 20 nomes oficializados, muitos outros serão confirmadas no decorrer das próximas semanas por aqui e nos canais oficiais do festival. A segunda edição do Summer Breeze Brasil acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024 no Memorial da América Latina, em São Paulo (SP).

    Foto: Ester Segarra

    Os ingressos da pré-venda e venda geral estarão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso e pontos de venda sem taxa de conveniência a partir deste sábado (16) em https://www.clubedoingresso.com/evento/summerbreeze2024

    Outras informações em: www.summerbreezebrasil.com

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    Edu Falaschi

  • Vazou: CARCASS e EDU FALASCHI no Summer Breeze Brasil de 2024

    Vazou: CARCASS e EDU FALASCHI no Summer Breeze Brasil de 2024

    Nos últimos sábados, a produção do Summer Breeze Brasil tem anunciado algumas das atrações que integrarão a segunda edição do festival em 2024, que assim como a primeira será realizada no Memorial da América Latina, em São Paulo. No entanto, nesta sexta-feira (15), em um postagem feita em sua página oficial do Instagram, o Death Angel, um dos grupos já anunciados, deixou “escapar” mais dois nomes que deverão estar presentes no festival: o ícone do death/grind inglês Carcass e o ilustre Edu Falaschi, vocalista que vive grande momento em sua carreira.

     

    Até o momento, a produção do festival ainda não anunciou as duas bandas, no entanto, anteriormente já havia oficializado 16 grandes nomes, sendo eles o próprio Death Angel e mais Dr. SinMr. BigSebastian Bach, Anthrax, Biohazard, Avatar, Nervosa, Within Temptation, Amorphis, Eclipse, Forbidden, The Night Flight Orchestra, In Extremo, Ratos de Porão e Angra.

    Carcass: maior nome do death/grindcore britânico | Foto: Ester Segarra

    A segunda edição do Summer Breeze Brasil acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024 no Memorial da América Latina, em São Paulo (SP). Várias outras atrações ainda serão confirmadas no decorrer das próximas semanas por aqui e nos canais oficiais do festival.

    Os ingressos da pré-venda e venda geral estarão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso e pontos de venda sem taxa de conveniência. Mais informações serão divulgadas em breve.

     

    https://www.clubedoingresso.com/evento/summerbreeze2024

    Outras informações em: www.summerbreezebrasil.com

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    Edu Falaschi vive ótimo momento na carreira solo e atualmente divulga seu recém-lançado álbum, o conceitual “Eldorado”
     

  • DORO lança single “Bond Unending” com participação de SAMMY AMARA (BROILERS)

    DORO lança single “Bond Unending” com participação de SAMMY AMARA (BROILERS)

    POR ASSESSORIA 

    O novo álbum de estúdio da DORO intitulado “Conqueress – Forever Strong and Proud” será lançado mundialmente no dia 27 de Outubro pela Nuclear Blast.

    Hoje a rainha do metal anuncia o lançamento lançamento da terceira faixa do álbum chamada ‘Bond Unending’, no qual DORO apresenta aos seus fãs mais um parceiro de dueto de alto nível, o Sammy Amara, uma das maiores instituições do rock alemão BROILERS.

    A voz poderosa de DORO combinada com o som característico e áspero de Sammy cria uma mistura dinâmica e inesquecível que vai te arrepiar. ‘Bond Unending’ é uma explosão sonora de pura energia, paixão e magia do rock ‘n’ roll.

    A faixa acompanha um videoclipe impressionante que contém trechos da enorme apresentação de aniversário de DORO, que aconteceu no Wacken Open Air no dia 2 de agosto deste ano.

    DORO comentou: “‘Bond Unending’ é uma música sobre uma amizade profunda. Sammy e eu a escrevemos no meio da noite. Nos divertimos muito juntos. A química foi ótima desde o início.”

    Ouça a música em todas as plataformas:  https://doro.bfan.link/bond-unending

    Assista ao videoclipe aqui:  https://youtu.be/AyIEWvUtTeE

    Pré-venda do álbum aqui: https://doro.bfan.link/conqueress

    Conqueress – Forever Strong and Proud será disponibilizado em diversos formatos:

    • CD Acrílico
    • 2CD Digibook com encarte 36p (inclui faixas bônus)
    • Vinil Duplo c/ 2 encartes | Splatter branco/preto
    • Vinil Duplo c/ 2 encartes | Marmorado branco/azul
    • Vinil Duplo c/ 2 encartes | Vermelho transparente
    • Vinil Duplo c/ 2 encartes | Picture
    • Box Set Vinil Duplo c/2 encartes (incl bonus tracks) + CD Duplo Digibook com encarte 36p (inclui bonus tracks) + Pingente + Certificado Numerado e Autografado + Poster + Patch + Palheta

    DORO Pesch se destaca como uma das maiores histórias de sucesso na história do rock.

    Em 1983, Dorothee Pesch, aos 19 anos, partiu para conquistar o mundo do rock. Hoje, 40 anos depois, com mais de 10 milhões de álbuns de estúdio vendidos e incontáveis prêmios em seu currículo, DORO tem sido a indiscutível Rainha do Metal por décadas. Com mais de 3.500 shows realizados em mais de 60 países ao redor do mundo, ela conquistou uma base de fãs excepcionalmente poderosa e entusiasmada!

    Para esse grande 40º aniversário, a Rainha do Metal também convida a todos para uma celebração no dia 28 de outubro, para um show de aniversário em sua antiga cidade natal, Düsseldorf, na Mitsubishi Halle. Vamos celebrar com ela, nossa verdadeira Rainha do Metal!

    Foto: Jochen Rolfes