Viúva de DIO diz que ex-empresário queria que ele gravasse com o BLACK SABBATH com OZZY ainda na banda

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O novo episódio do podcast The Magnificent Others, comandado por Billy Corgan, frontman do Smashing Pumpkins, traz uma conversa detalhada com Wendy Dio, que relembra fases marcantes da trajetória de Ronnie James Dio. Entre memórias afetivas e bastidores pouco conhecidos, ela conta que, no fim dos anos 1970, o então empresário do Black Sabbath, Don Arden, sugeriu uma solução inusitada para a crise que o grupo enfrentava: Ronnie deveria escrever e gravar o material do próximo álbum enquanto Ozzy Osbourne continuaria como vocalista nas turnês.

Segundo Wendy, a ideia foi apresentada quando Ronnie já começava a conversar com Tony Iommi sobre possíveis composições. A banda vivia um período turbulento, e a saída de Ozzy era discutida internamente. Arden — pai de Sharon Osbourne, então futura empresária e esposa de Ozzy —, porém, não queria uma ruptura imediata. “Ele queria que Ronnie gravasse tudo e que Ozzy seguisse na estrada. Ronnie respondeu que isso não era o que ele fazia e se afastou”, recorda.

Wendy também relembra que Dio não tinha certeza se deveria entrar para o Black Sabbath naquele momento. Após deixar o Rainbow, o casal havia voltado para a Califórnia para montar um novo projeto, e o convite de Iommi surgiu de forma inesperada. A hesitação de Ronnie, porém, encontrou um choque de realidade dentro de casa: “Ele disse: ‘Black Sabbath… não sei se gosto da música deles’. Eu falei: ‘Temos 800 dólares no banco, você adora a música deles’”. A decisão levou à gravação de Heaven and Hell, disco que alterou os rumos da banda.

No episódio, Wendy ainda comenta a resistência inicial de parte do público, que comparava Dio a Ozzy, e revisita o reencontro que originou o Heaven & Hell em 2009.

A entrevista completa com Billy Corgan está disponível no podcast The Magnificent Others:

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