Tag: classic rock

  • URIAH HEEP: Mick Box relembra o falecido vocalista David Byron: “ele não cantava, vivia a música”

    URIAH HEEP: Mick Box relembra o falecido vocalista David Byron: “ele não cantava, vivia a música”

    O guitarrista Mick Box, do lendário URIAH HEEP concedeu entrevista ao site ‘365NYPortal.com’, e relembrou o antigo vocalista da banda, David Byron, com quem o URIAH HEEP gravou seus dez primeiros álbuns, e que morreu em 1985, decorrente de complicações relacionadas ao consumo de álcool:

    “David foi um dos melhores vocalistas com quem eu já trabalhei”, disse Mick, “simplesmente porque ele nunca cantava uma música; ele vivia a música. Portanto, ele tocou todos que ouviram sua voz, ele era muito convincente. Eu acho que este era seu maior patrimônio. Depois disso, ele se tornou uma pessoa carismática, e ele era uma estrela 24 horas por dia, 7 dias por semana, e nunca abandonou seu papel, enquanto eu podia chegar lá, fazer meu trabalho e descer do palco e ser uma pessoa comum, como qualquer outra. Ele não podia – ele tinha que viver a música”.

    Mick também falou sobre o vindouro novo álbum do URIAH HEEP, Living the Dream: “Está gravado. Nós gravamos em janeiro, durante 19 dias com um produtor canadense chamado Jay Ruston, que é um cara maravilhoso. Ele produziu THE WINERY DOGS e STONE SOUR, trabalhou com BLACK STAR RIDERS, com EUROPE. Ele está em Los Angeles agora mixando o disco. Vamos lançar em setembro.”

  • Após ataque cardíaco, JOE LYNN TURNER cancela turnê

    Após ataque cardíaco, JOE LYNN TURNER cancela turnê

    Joe Lynn Turner cancelou as datas de shows anteriormente anunciadas, enquanto se recupera do aparente ataque cardíaco que sofreu na última sexta-feira.

    A notícia da pausa do vocalista nas turnês foi revelada por seu agente de reservas finlandês, Thomas Ståhl, da Stahl Entertainment, que afirmou em comunicado: “Devido a um procedimento médico não planejado, Joe Lynn Turner está adiando todas as atividades nos próximos meses”. Não estamos autorizados a viajar ou voar agora. Estamos trabalhando para reagendar todos os shows e anunciar novas datas o mais rápido possível, os bilhetes comprados são válidos. Pedimos sinceras desculpas por qualquer inconveniente que isso possa causar. Sem medo, somente amor e pensamentos positivos!”

    A hospitalização do ex-vocalista do RAINBOW e DEEP PURPLE foi noticiada pela agência de notícias estatal russa RIA Novosti, que divulgou que o serviço de imprensa do Ministério da Saúde da Bielorrússia declarou que a condição do cantor era “estável” depois dele ter sido tratado em uma instalação de Minsk para “infarto do miocárdio”, comumente conhecido como um ataque cardíaco. A presença de Turner no hospital também foi noticiada pelo jornal diário mais influente da Bielorrússia, o estatal SB Belarus Segodnya.

    De acordo com a agência de notícias russa TASS, uma porta-voz do Ministério da Saúde da Bielo-Rússia disse que Turner foi transportado de ambulância para o hospital e que continuará a receber tratamento na instalação.

    Joe foi o vocalista do RAINBOW entre 1980 e 1984 e cantou no álbum Difficult To Cure, que contou com o single mais bem sucedido da banda no Reino Unido, I Surrender.

    Durante o tempo de Turner com o RAINBOW, a banda teve seu primeiro sucesso nos EUA e gravou músicas que ajudaram a definir o gênero rock melódico.

    Em 1990, Turner se reuniu com o líder do RAINBOW, Ritchie Blackmore, em um reformado DEEP PURPLE, para o álbum Slaves and Masters.

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  • Michael Denner (MERCYFUL FATE) prepara segundo álbum do DENNERS TRICKBAG

    Michael Denner (MERCYFUL FATE) prepara segundo álbum do DENNERS TRICKBAG

    O DENNERS TRICKBAG, banda do lendário guitarrista do MERCYFUL FATE, Michael Denner, entrou no estúdio para finalizar seu segundo álbum.

    O álbum de estreia do DENNERS TRICKBAG foi lançado em setembro de 2013.

    Denner disse anteriormente sobre a formação do DENNERS TRICKBAG: “Eu tive a ideia uma noite em que eu estava em casa filosofando sobre com quem eu preferiria tocar se tivesse o direito de escolher livremente entre todas as pessoas que encontrei ao longo dos anos no mundo do heavy metal. Eu chamei esses quatro caras, e todos disseram sim… A condição era que a música tinha que ser o progressivo dos anos 70 com muitos solos de guitarra – e todo mundo estava totalmente envolvido na ideia.

    Ele acrescentou: “Se bandas como MOUNTAIN, THREE MEN ARMY, MONTROSE, TEMPEST, BOXER, JERICHO e CAPTAIN BEYOND estão entre suas favoritas, então esta banda estará no sua lista!”

    O DENNERS TRICKBAG sofreu algumas mudanças na formação desde o lançamento de seu álbum de estreia, incluindo a perda do vocalista Lars Berthelsen. O time atual é formado pelo quarteto Frederik Presley (vocal), Michael Denner (guitarra), Flemming Muus (baixo) e Bjarne Holm (bateria).

    O álbum de estreia autointitulado do DENNERS TRICKBAG foi lançado em 2013 pela Target Records. O álbum foi produzido pelo próprio Michael Denner em parceria com Flemming Muss, com a masterização de Flemming Rasmussen (METALLICA, BLIND GUARDIAN, ARTILLERY, MORBID ANGEL).

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  • ANIVERSARIANTES DA SEMANA (08-14 de abril de 2018)

    ANIVERSARIANTES DA SEMANA (08-14 de abril de 2018)

    Domingo, 08 de abril de 2018

    JUDAS PRIEST – Sin After Sin [1977]

    Terceiro álbum de estúdio da lenda do metal britânico, Sin After Sin é um marco do heavy metal, presença frequente nas listas de melhores de todos os tempos, e provavelmente, é o disco do JUDAS PRIEST mais conhecido pelos fãs do SLAYER. Sin After Sin chegou aos 41 anos.

    RAINBOW – Long Live Rock ‘n’ Roll [1978]

    Terceiro álbum de estúdio do RAINBOW, e o último disco de estúdio da banda ao lado do vocalista Ronnie James Dio (falecido em 2010). Clássico de ponta a ponta, o álbum conseguiu chegar apenas a 7ª posição na UK Albums Charts no ano do lançamento. Long Live Rock ‘n’ Roll chegou aos 40 anos.

    Segunda-feira, 09 de abril de 2018

    PUNGENT STENCH – For God Your Soul… For Me Your Flesh [1990]

    Considerado um dos principais nomes do metal extremo austríaco de todos os tempos, o PUNGENT STENCH chegava ao seu primeiro álbum em 1990, imediatamente alçado ao nível de clássico do extremismo. For God Your Soul… For Me Your Flesh chegou aos 28 anos.

    Terça-feira, 10 de abril de 2018

    DARK ANGEL – Act III [1990]

    Como o título do álbum já mostrava, este é o terceiro disco completo de estúdio do DEATH ANGEL, um dos mais célebres nomes do suntuoso thrash metal da Bay Area.  Act III sucedeu os bem sucedidos The Ultra-Violence (1987) e Frolic Through The Park (1988), e chegou aos 28 anos.

    Quarta-feira, 11 de abril de 2018

    WHITESNAKE – Come an’ Get It [1981]

    O quarto álbum completo da banda capitaneada pelo louvado vocalista David Coverdale fez bonito no ano de seu lançamento, chegando a terceira posição nos charts finlandeses, e ao segundo lugar nas paradas do Reino Unido. Come an’ Get It chegou aos 37 anos.

    IRON MAIDEN – Seventh Son of a Seventh Son [1988]

    Embalado por uma sequência de álbuns que colocou a banda no topo do cenário mundial do heavy metal, os ingleses do IRON MAIDEN chegaram ao seu sétimo disco completo de estúdio em 1988 forjando mais um clássico atemporal. Seventh Son of a Seventh Son chegou aos 30 anos.

    CANNIBAL CORPSE – The Bleeding [1994]

    Talvez o mais reconhecido dos nomes do death metal, o CANNIBAL CORPSE já desfrutava de um nome infame em 1994, e com seu quarto álbum (o último com o vocalista Chris Barnes), conseguiu levar ainda mais longe a sua desgraça sonora. The Bleeding chegou aos 24 anos.

    Sexta-feira, 13 de abril de 2018

    ACHERON – Rites of the Black Mass [1994]

    O poderoso trio norte-americano ACHERON já dispunha de uma boa reputação entre os fãs de death/black metal por conta de suas demos, mas foi com este debut que eles definitivamente marcaram seu lugar entre os grandes do estilo. Rites of the Black Mass chegou aos 26 anos.

    ASPHYX – The Rack [1991]

    O vocalista holandês Martin Van Drunen já era conhecido dos fãs de metal extremo pelos históricos dois primeiros álbuns do PESTILENCE, mas é inegável que foi no ASPHYX que ele encontrou seu auge. The Rack é o álbum de estreia do ASPHYX, e chega aos 27 anos.

    Sábado, 14 de abril de 2018

    INCUBUS – Serpent Temptation [1988]

    Sim, haviam muitas opções clássicas para fechar a lista desta semana, mas certamente o fã de death metal vai gostar de ver este clássico cult sendo lembrado. Debut do INCUBUS (que mais tarde mudaria o nome para OPPROBRIUM), Serpent Temptation chegou aos 30 anos.

  • GRAVEYARD mostra retorno triunfal em novo single, “Please Don’t”

    GRAVEYARD mostra retorno triunfal em novo single, “Please Don’t”

    O sueco GRAVEYARD lançou o videoclipe oficial de Please Don’t, primeiro single do aguardado álbum de retorno Peace. O disco foi gravado no Park Studios em Estocolmo com o produtor Chips Kiesbye (HELLACOPTERS, MICHAEL MONROE, NOMADS) e o engenheiro Stefan Boman (BURT BACHARACH, ALICE COOPER, DEF LEPPARD).

    A banda comentou: “Como vocês devem saber, nós temos feito algumas viagens ultimamente. De muitas maneiras e em muitos níveis. O bom é que trouxemos de volta algumas coisas para todos vocês. Aqui está uma primeira lembrança da estrada para Peace.”

    Peace já está disponível em pré-venda, em vários formatos, e será lançado em 25 de maio pela Nuclear Blast.

    O GRAVEYARD anunciou seu retorno em janeiro de 2017, apenas quatro meses depois de dizer que a banda estava acabando. A nova formação do grupo não inclui o baterista Axel Sjöberg, que aparentemente está se concentrando em sua nova banda, o BIG KIZZ. Ele foi substituído por Oskar Bergenheim.

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  • QUEEN EXTRAVAGANZA confirma ALÍRIO NETTO na formação da banda para a turnê de 2018

    QUEEN EXTRAVAGANZA confirma ALÍRIO NETTO na formação da banda para a turnê de 2018

    Queen Extravaganza, o show oficial de homenagem ao Queen produzido por Roger Taylor e Brian May anunciaram hoje o line-up para a turnê de 2018, com Alirio Netto juntando-se como o vocalista principal.

    Alirio Netto é uma das vozes do Rock mais reconhecidas no Brasil.

    Seja no palco ou no estúdio, sua voz poderosa e sua incrível variedade impressionaram Roger e Brian quando ele estrelou como Galilleo na produção brasileira de We Will Rock You em 2016.

    Alírio Netto é um vocalista premiado, tendo ganho o Melhor Prêmio de Ator Musical do Brasil por seu papel em Jesus Chris Superstar como Judas Escariot. Ele também forneceu a voz brasileira de Lefu para o longa-metragem A Bela e a Fera em 2017.

    Roger Taylor comenta: “Alirio não é apenas um cantor superlativo, ele também é um grande showman que entregará nossas músicas com um toque tremendo”

    A banda ainda terá o baterista Tyler Warren, o baixista François-Olivier Doyon, o guitarrista Nick Radcliffe e o tecladista Darren Reeves.

    Essa é uma notícia para encher de orgulhos os fãs brasileiros do Queen e da nossa cena em geral. Alírio Netto é um dos melhores vocalistas do país e merecedor desse reconhecimento por parte de Brian May e Roger Taylor!

    Em breve mais notícias sobre as datas da turnê.

    Link – https://www.queenonline.com/quex/news/queen-extravaganza-reveal-the-band-line-up-for-2018-tour

  • RAZER: um som direito e contagiante

    RAZER: um som direito e contagiante

    Uma banda com músicos competentes e que conta com um produtor como Alan Niven, que quando empresário de Great White, Mötley Crüe, Guns N’ Roses, Dokken e Tesla os ajudou a alcançar o sucesso, só poderia resultar em qualidade. E é isso mesmo que o Razer oferece em seu homônimo terceiro álbum, além de um som direito e contagiante. O grupo norte-americano conta em suas fileiras com o vocalista Chris Powers e com o baixista Chris Catero (Marty Friedman). Falantes, eles atenderam a ROADIE CREW para conversar sobre o álbum e também de outros projetos e do futuro do Razer.

    Chris Catero

    Foram dois anos trabalhando em Razer. Por que o processo foi demorado? Chris Catero: Coisas boas levam tempo. Foi como se fosse um primeiro álbum, pois nos transformamos em uma banda diferente do que éramos até então. Antes tínhamos um som mais voltado ao rock americano de rádio e neste álbum fomos brutalmente honestos artisticamente. ‘Fodam-se as tendências e expectativas, faremos o que manjamos bem!’: essa era a mentalidade. Outro fator foi que Jordan Ziff tinha acabado de se juntar a banda. Legitimamente, ele é um talentoso Deus da guitarra ‘old school’ e sua entrada mudou completamente a dinâmica da banda e nos guiou a uma direção que musicalmente estávamos interessados. Como compositor senti que em Chris Powers tínhamos um incrível cantor de rock e agora também este grande guitarrista, então pensamos: ‘vamos chutar bundas e fazer rock de verdade!’. Nesse período conheci Alan Niven e, uma vez que ele estava comandando a mesa conosco, demos um passo atrás, nos reaproximamos de tudo que vínhamos fazendo e levamos um tempo para desenvolver coisas organicamente. Naquela altura, atiramos os calendários pela janela, tudo estaria pronto quando tivesse que estar, sem pressão ou estresse.

    Chris Powers: Acho que o Catero fez um bom trabalho analisando toda a perspectiva da banda, mas falando sob a visão de um vocalista, levou um bocado de tempo para sair da nossa antiga maneira, ou melhor que esse “novo modelo” de se fazer vocais de rock de hoje em dia, com todas essas bandas de rádio utilizando grandes ‘pads’, ‘takes’ perfeitos de vocais e de ‘timing’, ‘auto-tune’ etc. Em nosso álbum, Niven forneceu sua experiência em como os vocais deveriam ser feitos (outra de suas sagacidades), onde as coisas não são perfeitas, mas há ‘takes’ vindos do coração, e a dinâmica de vocal e de tempo projetando um sentimento verdadeiro ao ouvinte. Ou, ao seu melhor sotaque inglês: “uma conexão espiritual com a música e o ouvinte”.

    Já que mencionaram Alan Niven, como chegaram até ele?   Catero: Conhecemos Alan e nos tornamos amigos dele. Por sermos fãs de seu trabalho, eventualmente discutíamos a respeito e ele conferia algumas das novas músicas que estávamos compodo e achei que esse seria o seu território. Na verdade, ele ficou intrigado e após realizarmos uns testes vocais com Chris Powers ele se rendeu e se juntou a bordo. Como tudo com Alan nunca é formal, ele disse: ‘ok, eu sou o grande cara para produzir e gerenciar isto agora’. Ele é genuíno e com uma ‘vibe’ bem orientada, muito tranquilo. Organicamente, começamos a trabalhar juntos e foi perfeito. Sem estresse algum para os envolvidos. Ele tem grande sensibilidade para o rock and roll e um histórico de Platina como produtor. Acho que houve um respeito maior por sua entrada, algo que ajudou a todos na banda a se abrir para novas ideias de como fazer as coisas. Co-produzi todos os nossos álbuns e quando essa parceria orgânica começou eu estava empolgado com a chance de trabalhar com ele. Honestamente, pensamos muito parecidos. Acabou que todo o processo ficou melhor do que eu esperava. É um disco muito honesto, das nossas performances até a produção.

    Realmente, há aspectos técnicos de gravação interessantes em Razer Catero: Ah, é muito orgânico! Todos nós tocamos e cantamos. Então, fizemos um álbum que é uma espécie de Led Zeppelin II, pela maneira que gravamos as músicas em momentos diferentes, sem nos preocuparmos se tudo parecia igual, apenas fizemos cada canção do próprio jeito. Para mim, isso é muito mais interessante para os ouvidos do que a maioria dos álbuns de hoje, onde tudo soa tão uniforme e parecido – eventualmente, esses álbuns se transformam em uma longa canção para mim. Eles usam os mesmos sons de bateria ‘sampleados’, tudo fica perfeito. Em minha opinião, isso não é nada rock and roll.

    Powers: Fizemos os vocais em um galpão, em um prado com cabras. Então foi orgânico até demais! Quase fomos alimentados pelo capim do rock and roll se você quer saber! (risos) Realmente foi como um livro aberto tentar coisas novas (ou reintroduzir antigas maneiras, talvez). De verdade, fizemos algumas partes em tempo real, de um jeito que saiu naturalmente.

    Catero, você e Niven estão trabalhando juntos atualmente, não é mesmo?

    Catero: Niven e eu reiniciamos sua antiga empresa de produção, Stravinski Brothers. Produziremos bandas juntos, e consultaremos para contratar algumas em vários aspectos de negócios da música.

     Powers, você “emprestou” sua voz em The Devil Went Down To Georgia para o jogo de vídeo game Guitar Hero III: Legends of Rock. Como foi que isso aconteceu? Powers: Alguns amigos meus, Steve Conley (guitarrista atual do Flotsam & Jetsam) e o produtor Ryan Green (NOFX, Megadeth) – que recentemente mixou algumas velharias do Razer -, estavam trabalhando em um projeto de uma estação de rádio o qual eles me pediram para cantar em algumas trilhas. Ryan também estava trabalhando com Steve Ouimette, um Deus da guitarra extraordinário que estava se dedicando a algumas canções para o jogo Guitar Hero 3, e ele disse a esse guitarrista que tinha um cara que ele deveria ouvir, e esse cara era eu. Ouimette amou o que eu estava fazendo na canção de Charlie Daniels – a título de crédito, também fiz Cities on Flame With Rock and Roll (Blue Öyster Cult), para o mesmo jogo. Também gravamos uma resposta a The Devil Went Down To Georgia, chamada Lou’s Revenge, que foi lançada no álbum solo de Steve Ouimette, Epic (2010). É uma canção divertida para guitarristas, que a comunidade do Guitar Hero pegou para si para criar todos os mapas dela para a versão do jogo para computador. De fato, é um testamento de quão boas Steve deixou essas canções.

    Chris Powers

     Catero, você trabalhou para o lendário guitarrista Marty Friedman (ex-Megadeth) dentro e fora de sua banda de turnê. Jordan Ziff também toca com ele. Fale sobre essa experiência.

    Catero: Maravilhoso! Fiquei amigo de Marty, provavelmente desde o ciclo final do álbum Countdown To Extinction do Megadeth. Ele convenceu minha antiga banda, Wardog, a se mudar para Phoenix (onde ainda vivo) e por lá acabamos tocando por diversão algumas vezes em bares locais. Eu ia bagunçar junto com ele em seu ‘home studio’. Eventualmente ele me perguntava se eu poderia aparecer para tocar com sua banda solo. Na verdade, mesmo que tivéssemos sido amigos por um tempo, a perspectiva de tocar com sua banda me assustou. Ele era meu amigo, mas é foda, afinal ele também era um dos meus guitarristas de metal favoritos de todos os tempos! Seus álbuns tinham alguns músicos convidados matadores no baixo, então eu sabia que teria que “aparar as costeletas” para tocar aquele material. Mas uma vez que pisei fundo e fiz disso um momento definitivo, tanto quanto músico como experiência, minha confiança foi elevada e eu realmente aprendi um pouco de como os verdadeiros profissionais lidam com os negócios. No estúdio peguei algumas dicas dele de produção e também de gravação de guitarras. Acabei fazendo algumas turnês com ele, o CD Exhibit A: Live In Europe (2007) e o DVD Exhibit B: Live In Japan (2007). A banda de Marty está sempre em rotação, com diferentes músicos, e meu período tocando com ele foi bastante divertido. Ao fazer Razer, comecei a enviar algumas demos para ele, para mostrar um pouco do Jordan tocando e ele dar o seu aval. E foi como pensei: ele deu! Então os apresentei na NAMM (N.R.: feira internacional anual que acontece em Anaheim, California) e Marty acabou convidando Jordan para tocar em sua turnê americana, que penso ter sido uma oportunidade incrível para Jordan ter uma experiência similar a que eu tive, e também ajudar a promover seu nome entre os guitarristas. Conferi o show deles em Las Vegas e eles soaram matadores!

    Vocês já estão trabalhando no quarto álbum do Razer? Catero: Levamos alguns meses fora da banda, tocando em outros projetos. Eu, por exemplo, toquei com Mick Brown (N.R.: baterista do Dokken) em sua banda solo, The Bourbon Ballet. Mas voltaremos a nos reunir em breve para trabalhar no novo material.

    Quem sabe, após lançá-lo, vocês não venham conhecer o Brasil? Catero: Eu amaria fazer alguns shows no Brasil. Espero que tenhamos sorte o bastante para isso!

    Powers: De acordo! Queremos agitar o Brasil! Assistimos daqui alguns shows que acontecem aí e notamos multidões de pessoas que vivem e respiram rock and roll. É um dos lugares mais fodas, que ainda quero tocar.

  • The Dead Daisies anuncia novo álbum, Burn It Down

    The Dead Daisies anuncia novo álbum, Burn It Down

    Burn It Down é uma força muscular, um tornado de baterias, uma pulverização de baixos, guitarras gritando e vocais puros e brutos. Inspirado no melhor do rock setentista adicionado aos melhores momentos de Birmingham, misturado com os melhores de Boston, Burn It Down irá fazer exatamente isso: queimar tudo em seu caminho até não haver mais nada.

    Gravado em Nashville com Marti Frederiksen no comando, a banda finalizou seu quarto disco de estúdio – Burn It Down – em Dezembro com Anthony Focx na mixagem novamente e com a lenda da masterização Howie Weinberg adicionando sua mágica.

    John Corabi revelou sobre o novo álbum: “Eu estou extremamente animado com o nosso novo álbum Burn It Down! Foi um prazer trabalhar com Marti Frederiksen e a banda novamente no que eu acredito ser um incrível próximo passo para a jornada do The Dead Daisies. Esse é um álbum de Rock old school!!! Aproveite e vejo todos vocês na nossa grande turnê mundial de 2018! Paz, Crabby”

    Doug Aldrich foi direto e simples: “O novo álbum do The Dead Daisies irá derreter sua cara! É puro e bruto e um som completamente novo!”

    Burn It Down traz uma arte totalmente criada pela banda com a execução dos brasileiros no Delorean Studio. Confira a capa do disco abaixo!

    Tracklist:

    1. Resurrected 4:35 2. Rise Up 4:30 3. Burn It Down 5:48 4. Judgement Day 4:13 5. What Goes Around 4:02 6. Bitch 3:55 7. Set Me Free 4:21 8. Dead And Gone 3:27 9. Can’t Take It With You 3:06 10. Leave Me Alone 3:53

    Com a banda ansiosa para sair em turnê no estilo verdadeiro de um Daisies, eles anunciaram as primeiras de muitas datas da Burn It Down Tour marcadas para 2018. Muitas outras datas serão divulgadas, incluindo o muito esperado retorno da banda para o Japão, América do Norte, México e América do Sul!

    Com o baterista Deen Castronovo completando o line-up, The Dead Daisies é formado por: Doug Aldrich (Whitesnake, Dio), John Corabi (Mötley Crüe, The Scream), Marco Mendoza (Whitesnake, Thin Lizzy), Deen Castronovo (Bad English, Journey) e David Lowy (Red Phoenix, Mink).

    Uma coisa é certa: com pouco tempo, The Dead Daisies já impressionou muito na cena do rock e conseguiu algo que muitas bandas desejam, mas só algumas realmente conseguem: FÃS HARDCORE! Eles amam o Daisies e o Daisies ama os fãs!