Tag: classic rock

  • BLACKBERRY SMOKE anuncia shows pela primeira vez no Brasil

    BLACKBERRY SMOKE anuncia shows pela primeira vez no Brasil

    A banda norte-americana de southern/country rock virá ao país pela primeira vez em maio para apresentações em Curitiba e São Paulo de sua última turnê mundial “Find a light Tour”

    A venda de ingressos para os shows começa na segunda-feira, dia 26 de novembro, a partir de 10h00,  em  eventim.com.br.

    Uma realização da MCA Concerts, a primeira turnê da banda pelo país será vista em Curitiba, onde eles se apresentam no dia 09 de maio na Ópera de Arame, e em São Paulo, no dia 11 de maio no Tropical Butantã.

    Apontada hoje como um dos principais expoentes do gênero conhecido como southern rock, a banda norte-americana Blackberry Smoke – formada por Charlie Starr (vocalista, compositor e guitarra), Paul Jackson (guitarra e vocal), Brandon Still (teclados), Brit Turner (bateria) e Richard Turner (baixo, vocais), estreia no próximo ano em palcos brasileiros.

    Blackberry Smoke vem ganhando a admiração do público e da crítica, com uma série de apresentações em grandes festivais e ao lado de nomes de peso  como o Lynyrd Skynyrd, que convidou o quinteto de Atlanta para fazer a abertura de seis shows da turnê “Last of the Street Survivors Farewell Tour”.

    Com um número crescente de seguidores em suas redes sociais e mais de 26 milhões de visualizações em seus clipes no You Tube, o Blackberry Smoke teve seu último álbum “Find a Light” incluído na seleção “Best Albums of 2018” da Classic Rock Magazine e na NPR’s “Favorite Albums of 2018”. O som do Blackberry Smoke bebe direto de fontes clássicas como o Lynyrd Skynyrd e a Allman Brothers Band, com um toque original onde o principal ingrediente é a imensa capacidade de criar canções com excelentes linhas melódicas, resultando em um sourthern rock contemporâneo, que conquista cada vez mais fãs em todo o mundo.

    Blackberry Smoke

    Apresentando-se em uma média de 250 shows por ano em todo o mundo, o Blackberry Smoke, banda originária da cidade norte-americana de Atlanta, é hoje uma das mais ativas do cenário do rock internacional, possuindo uma base de fãs em número sempre crescente.

    Seus shows destacam-se pela energia e pela vontade de improvisar durante toda a noite. Considerada uma autêntica banda de rock americana, eles se destacam pela abordagem diversificada de novas ideias, sons e territórios a cada novo trabalho: “não há como fazer o mesmo disco várias vezes, apesar de existirem alguns fãs que gostariam que isso acontecesse. Isso é muito estereotipado. Se o Led Zeppelin ou os Beatles fizessem isso, nós não gostaríamos deles”, declara Charlie Starr, cantor e principal compositor da banda.

    Formada em 2001, a banda já excursionou com pesos pesados do rock como Lynyrd Skynyrd, ZZ Top, Eric Church e Zac Brown Band, participou de festivais como Farm Aid, Zac Brown Band Castaway, Outlaw Country Cruise e Peach Music Festival, além de ter emplacado sucessos como “Good One Comin´On”, “One Horse Town”, “Best Seat in the House” e “Rock and Roll Again”.

    Para o próximo ano eles já estão confirmados como um dos headliners do Azkena Rock Festival, um dos mais importantes da Espanha, que acontece em junho na cidade de Vitoria-Gasteiz e no Download Festival, que acontece também em junho, no Donington Park em Leicestershire, Inglaterra.

    A discografia da banda inclui seis álbuns de estúdio, um álbum ao vivo e quatro EPs. Em 2018 o Blackberry Smoke lançou um álbum de estúdio, “Find a Light”, em abril, e um EP, “The Southern Ground Sessions”, em outubro. “Find a Light” chegou ao Top 5 das paradas rock, country, folk e indie norte-americanas, repetindo o sucesso de discos anteriores – alguns deles como “Like An Arrow” (2016) e “Holding All The Roses” (2015) chegaram ao primeiro lugar nas paradas dos EUA e Inglaterra. Estar em várias paradas simultâneamente prova não só a universalidade, como a diversidade do grupo:

    “Nós queremos que o som da banda continue crescendo e se ampliando. Nós não estamos tentando fazer um disco de hip-hop”, afirma Starr. “Mas há muitos elementos para o que as pessoas chamam de rock. Há gospel e country e swing e blues. Estamos apenas tentando escrever músicas que incluam todos esses diferentes tipos de elementos. Isso o mantém interessante para músicos e compositores. Nós não temos uma camisa de força, então podemos tentar aproveitar ao máximo essa forma de arte.”
    A banda também participa frequentemente em eventos de caridade para veteranos, bem como na pesquisa de câncer infantil.
  • BOHEMIAN RHAPSODY – A HISTÓRIA DE FREDDIE MERCURY

    BOHEMIAN RHAPSODY – A HISTÓRIA DE FREDDIE MERCURY

    O filme Bohemian Rhapsody é uma celebração do Queen, sua música e seu extraordinário vocalista Freddie Mercury, que desafiou os estereótipos para se tornar um dos vocalistas mais ovacionados do mundo.

    O diretor Bryan Singer (dos filmes X-Men) foi demitido algumas semanas antes de completar a produção, com Dexter Fletcher entrando em seu lugar para terminar o filme. Por que? Primeiro anunciaram que ele estava com alguns problemas familiares, porém, o motivo não foi esse. O diretor foi demitido após uma grande briga com o protagonista Rami Malek, após Bryan Singer faltar várias vezes nas filmagens. Com isso, o diretor de fotografia, Thomas Newton Sigel, teve de assumir o comando nesses momentos.

    A banda no filme

    O filme mostra a ascensão meteórica da banda através de suas canções icônicas. Interessante como Freddie Mercury se apresenta a Brian May e Roger Taylor como candidato a vocalista e também interessante a composição da música Bohemian Rhapsody que recebe grande destaque no filme. Inclusive essa cena acontece sem muita correria, sem atropelos. A criatividade de Freddie e a energia que ele coloca para que Roger Taylor cante a parte operística da maneira que ele queria é marcante.

    O filme ainda mostra como Freddie se relacionava com a família, sua timidez fora do palco, seu amor por Mary Austin, sua crescente atração por homens e como ele vai crescendo como artista e pessoa, passando do ponto por conta do seu estilo de vida fora de controle e assim quase levando a banda a um final precoce.

    Sobre Mary Austin, que é personagem importante no filme, Mercury comentou certa vez: “Todos os meus amantes me perguntam por que eles não podem substituir Mary, mas é simplesmente impossível. A única amiga que eu tenho é Mary, e eu não quero mais ninguém. Foi um casamento, acreditamos um no outro, isso é suficiente para mim”. Ele escreveu Love Of My Life para ela, além de outras composições.

    A apresentação triunfante no Live Aid em 13/07/85, festival beneficente para angariar fundos para aliviar a fome na Etiópia, organizado por Bob Geldof e Midge Ure, é um dos grandes momentos do filme. Mesmo ano que em que a banda passou pelo Brasil no primeiro Rock in Rio em janeiro de 1985. Segundo Brian May, esse show de apenas 20 minutos foi um dos mais importantes da carreira da banda e ele disse que todos estavam bem no palco, mas Freddie levou o show para um nível muito superior. E ele está certo. Basta ver o vídeo dessa apresentação, principalmente a execução de Radio Ga Ga.

    Esse show deu novo fôlego para a banda que agendou uma grande turnê para 1986 com destaque para o show no estádio Wembley em Londres que foi gravado e lançado em DVD como o título de Queen At Wembley. Uma pena que o filme termina no ano de 1985 e não retrata esse momento da banda. A última turnê com Freddie Mercury.

    Na verdade, o filme reinventa a linha do tempo da vida de Freddie Mercury, inserindo uma cena em que ele revela a seus companheiros de banda que ele contraiu HIV antes do Live Aid, dois anos antes de ter sido diagnosticado, numa tentativa de dar ao show no Live Aid, e, portanto, ao filme, significado adicional.

    Live Aid

    Tenho que ressaltar a performance do ator Rami Malek que traz afetividade, humor e uma humanidade realista para Freddie Mercury. A maneira como Malek consegue fazer o olhar de Freddie é excelente. Uma das melhores performances de cinema de 2018.

    Os fãs do Queen vão gostar do filme através de seus sucessos e logicamente muitos dos clássicos são tocados, mas aqueles que, como eu, esperavam uma avaliação mais pujante do vocalista Freddie Mercury podem ficar desapontados. Existe uma suavidade no roteiro e acaba sendo superficial. Mas reitero: o poder das músicas do Queen faz valer a pena!

    Após a apresentação do filme, o evento ainda contou com o show da banda Malta e mais os convidados Frejat, Rafael Bittencourt (Angra), Lívia Dabarian e Júnior Carelli (Noturnall) executando covers do Queen.
  • DEEP PURPLE: Conheça os títulos que agora ganham uma reedição especial em vinil

    DEEP PURPLE: Conheça os títulos que agora ganham uma reedição especial em vinil

    O DEEP PURPLE e a Universal Music Group anunciaram uma coleção especial de edição limitada de reedições de álbuns clássicos do DEEP PURPLE da era que vai de 1972 até 1977. Os álbuns de estúdio Machine Head (1972), Who Do We Thing We Are? (1973), Burn (1974), Stormbringer (1974) e Come Taste The Band (1975) receberam novo tratamento para a reedição, bem como os trabalhos ao vivo históricos Made In Japan (1972), Made In Europe (1976) e Last Concert In Japan (1977).

    Todos os álbuns foram recortados de novas transferências digitais das fitas master originais no Abbey Road Studios, e prensadas em vinil roxo de 180 gramas. As artes de capa foram reproduzidas fielmente para coincidir com as prensagens originais. Todos os discos de vinil também vêm com códigos de download e são os próximos em uma série de reedições clássicas do DEEP PURPLE vindas da Universal Music.

    A banda está atualmente na sua turnê mundial intitulada The Long Goodbye Tour.

    O baterista do DEEP PURPLE, Ian Paice, disse: “Esses álbuns foram gravados na ‘era analógica’, ou seja, antes dos CDs. Passamos da fita de gravação para a sala de corte e prensagem, todos esses processos foram mecânicos, então é justo que o ouvinte tenha a opção de ouvi-los através de outro processo mecânico: colocando uma agulha em um álbum no toca-discos”.

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  • THE VINTAGE CARAVAN define data para o lançamento do novo álbum

    THE VINTAGE CARAVAN define data para o lançamento do novo álbum

    A primeira turnê europeia como headliner por dois meses, uma turnê latino-americana, duas turnês no Reino Unido, suporte ao lendário EUROPE na Europa continental e na Escandinávia, shows em mais de 60 festivais… O tempo após o lançamento do mais recente álbum de estúdio do THE VINTAGE CARAVAN, Arrival, em maio de 2015 foi cheio de destaques. Mas durante o ano passado, o trio islandês de classic rock se concentrou em escrever e gravar seu quarto álbum de estúdio, intitulado Gateways. Agora a banda revela que ele vai ver a luz do dia em 31 de agosto de 2018, através da Nuclear Blast.

    A banda comentou: “Estamos muito orgulhosos de apresentar nosso novo álbum, Gateways! Gravado nos lendários Sundlaugin Studios, na Islândia (propriedade de SIGUR RÓS). Produzido por Ian Davenport (BAND OF SKULLS, GAZ COOMBES). No geral, achamos que esse álbum parece mais maduro do que os anteriores. Nós realmente nos esforçamos para fazer esse álbum soar o melhor possível. Eu não vou citar nenhum nome, mas algumas pessoas foram ouvidas dizendo que ele é a melhor coisa desde o pão fatiado. Espero que todos vocês ouçam e aprovem”.

    Confira o vídeo de Crazy Horses, do álbum Arrival: Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • GLENN HUGHES – Rio de Janeiro/RJ, 29 de abril de 2018

    GLENN HUGHES – Rio de Janeiro/RJ, 29 de abril de 2018

    Glenn Hughes resolveu cair na estrada para contar a sua história no Deep Purple. Para isso, buscou recriar da melhor maneira possível toda aquela atmosfera dos anos 70. Ele voltou a colocar um tecladista no palco, o dinamarquês Jay Boe, e no aparato do cara é obrigatório ter o Hammond que Jon Lord tocava como ninguém. Também buscou um batera que tivesse a pegada ideal, e o chileno Fer Escobedo, de 25 anos, não apenas tomou o lugar de Pontus Engborg na banda. O garoto usa uma bateria vintage para replicar o som de Ian Paice. Para completar, o sueco Søren Andersen, cuja parceria de dez anos com Hughes sofreu uma única pausa em 2015, quando Doug Aldrich assumiu as seis cordas, se veste como Ritchie Blackmore e tem como companheira quase inseparável uma Fender Stratocaster preta e branca.

    No repertório, um mergulho nos álbuns “Burn” (1974), “Stormbringer” (1974) e “Come Taste the Band” (1975). O que poderia dar errado? Bom, o problema é a expectativa causada por tudo isso, e a noite de domingo com o baixista e vocalista no Circo Voador provou como a música pode ser bipolar. Sim, o show foi magistral. Sim, o show foi cansativo. Foram 11 músicas executadas em uma hora e 40 minutos de uma apresentação que teve momentos de euforia e depressão convivendo lado a lado. No início, êxtase. “Stormbringer” começou incendiando a lona famosa, e “Might Just Take Your Life” foi de arrancar lágrimas. Como se fosse um sonho realizado ouvir aquela introdução de Hammond e uma banda tinindo para dar apoio a Hughes.

    “Vocês estão na minha alma e no meu coração, e não foram vocês que vieram ver o Glenn Hughes. Foi o Glenn Hughes quem veio ver vocês”, disse o baixista e vocalista, emocionado e falando na terceira pessoa depois da primeira ovação da noite. “Sail Away” e seu groove irresistível vieram na sequência, mas não foi nenhuma surpresa para quem pode ver a dobradinha Hughes & Aldrich em 2015. Ainda assim, tão bem-vinda que um Circo Voador bem cheio não se furtou a gritar o nome do anfitrião. “Eu amo vocês, mas o correto é Rio! Rio! Rio!, porque o Rio de Janeiro é uma das maiores ‘rock cities’ do mundo, senão a maior ‘rock city’ do mundo”, respondeu ele, exagerando na rasgação de seda e recebendo mais aplausos. “Estou aqui para cantar para cada um de vocês, irmãos e irmãs, e o amor é a resposta.”

    Sim, Hughes estava lá para cantar, e “Mistreated” foi uma daquelas amostras de cair o queixo. Aos 65 anos, é inacreditável o que esse cara canta. Coisa do outro mundo, inclusive quando sai da sua zona de conforto para emular David Coverdale, dando uma aula no fim da canção ao interpretá-la com tons mais graves e rasgados. Simplesmente impressionante. Até aí era a só alegria, porém… “Vamos voltar ao California Jam”, anunciou ele, referindo-se ao antológico da MK III do Deep Purple no festival, em 1974. E “You Fool No One” infelizmente acabou se perdendo numa versão tão exagerada que deixa a de “Made in Europe” (1976) parecendo edição para as rádios.

    Teve solo de teclado no início. Teve solo de guitarra, com Andersen mandando até trecho daquele blues de Blackmore cuja derradeira versão está em “On Stage”, do Rainbow, mais precisamente no medley “Man on the Silver Mountain/Blues/Starstruck”. E teve solo de bateria. Um solo de bateria tão longo que, por mais que Escobedo seja muito bom, foi um balde de água fria. Aliás, dava para beber uns três baldes d’água, urinar todos eles no banheiro da casa e voltar a tempo de pegar o início de “This Time Around”, que recolocou as coisas em seu devido lugar e foi um dos momentos mais emocionantes da noite. “Eu tinha 23 anos quando compus essa música”, lembrou Hughes antes, porque ao fim não conseguiu esconder as lágrimas.

    De fato, foi tão mágico que é necessário lamentar que “Owed to ‘G” não tenha sido planejada para ser tocada na sequência, como em “Come Taste the Band”. Aí você lembra da perda de tempo que foi “You Fool No One” e fica ainda mais decepcionado com a enrolação instrumental em “Gettin’ Tighter”, apresentada em seguida. “Compus essa música com meu irmão Tommy Bolin. Ele não está fisicamente aqui, mas vive em mim”, disse Hughes. Baita canção, de fato, mas o excesso instrumental poderia ter dado espaço a “Lady Double Dealer” ou “Lady Luck,”, por exemplo. Inclusive, “Smoke on the Water”, cujo histórico riff foi alvo de uma, digamos, brincadeira de Andersen no início, poderia ter dado lugar a uma delas. Fica a dica.

    Teoricamente, lá estávamos para ouvir clássicos das MK III e IV. No entanto, não dá para brigar com os fatos. “Smoke on the Water” terminou com um sonoro “Olê! Olê! Olê! Glenn Hughes! Glenn Hughes!”, que emocionou o baixista e vocalista. “Vocês são lindos demais!”, bradou, recebendo de um fã um cartaz com os dizeres ‘You are the holy man’ – anote-se: “Holy Man” foi limada do set list. Depois de um breve papo sobre espiritualidade e felicidade, veio a “canção que compus com David Coverdale”, e os fãs foram brindados por uma versão arrasadora de “You Keep on Moving”.

    OK, eu já havia visto o set list, então sabia que “Highway Star” abriria o bis. Independentemente de ser mais uma desnecessária apelação – é um clássico da MK II, com Ian Gillan, catzo! –, causou a esperada histeria. E vá lá que foi interessante ver Hughes atuando como frontman, já que Jimmy, seu roadie, assumiu o baixo durante toda a música, ficando timidamente entre o teclado e a bateria. Interessante, mas ainda assim desnecessário. Sabe por quê? “Burn” é a resposta. Empunhando um Rickenbacker, Hughes abalou as estruturas do Circo Voador com a sua “Highway Star”. Ou a sua “Smoke on the Water”, tanto faz. E um show que começou a toda terminou a toda, com o clímax na imagem do abraço coletivo – sim, de toda a banda – em Hughes. “Olê! Olê! Olê! Glenn Hughes! Glenn Hughes!”, entoavam os fãs. No fim das contas, extasiados.

    Set list
    1. Stormbringer
    2. Might Just Take Your Life
    3. Sail Away
    4. Mistreated
    5. You Fool No One
    6. This Time Around
    7. Gettin’ Tighter
    8. Smoke on the Water / Georgia on My Mind
    9. You Keep on Moving
    Bis
    1. Highway Star
    2. Burn
  • Confira “Urgent”, do novo disco do FOREIGNER com a 21st Century Orchestra

    Confira “Urgent”, do novo disco do FOREIGNER com a 21st Century Orchestra

    O vídeo ao vivo da música Urgent, tirado do novo lançamento do FOREIGNER, Foreigner With The 21st Century Symphony Orchestra & Chorus, pode ser visto abaixo.

    I Want to Know What Love Is, Cold As Ice, Waiting For A Girl Like You, Hot Blooded, Juke Box Hero, os hinos atemporais do FOREIGNER ainda são presença certa nas paradas, fato facilmente reconhecido nas vendas de álbuns da banda, que agora já ultrapassa o espetacular número de 75 milhões de cópias. Pela primeira vez o FOREIGNER apresenta todos os seus maiores sucessos com uma orquestra de 58 peças e um coro de 60 vozes, tudo neste Foreigner With The 21st Century Symphony Orchestra & Chorus, disponível desde 27 de abril via earMUSIC.

    Em maio de 2017, a banda realizou dois shows esgotados em Lucerna, na Suíça, juntamente com a 21st Century Symphony Orchestra & Chorus, dirigida por Ernst Van Tiel. Foreigner With The 21st Century Symphony Orchestra & Chorus representa esta colaboração de um ano de duração entre Mick Jones, guitarrista e membro fundador do FOREIGNER e a equipe de composição/arranjo nomeada ao Grammy, Dave Eggar e Chuck Palmer, explorando o profundo potencial sinfônico dessas clássicas e icônicas canções.

    Mick Jones comenta: “Eu nunca poderia ter imaginado quando me propus a criar o FOREIGNER há 40 anos, que ainda estaríamos viajando ao redor do mundo e tocando a música que amamos todos esses anos depois. Os arranjos orquestrais de Dave Eggar e Chuck Palmer nos mostraram uma nova dimensão sinfônica da nossa música, que espero que nossos fãs aprovem”.

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  • WHITESNAKE: Novo álbum é adiado para 2019

    WHITESNAKE: Novo álbum é adiado para 2019

    O WHITESNAKE reagendou o lançamento do seu novo álbum, Flesh & Blood, para o ano que vem. A gravadora da banda, Frontiers Music Srl, divulgou hoje um comunicado culpando as “questões técnicas” pelo atraso.

    “É com grande decepção que, por conta dos problemas técnicos ao mixar o novo álbum, Flesh & Blood, o WHITESNAKE e a Frontiers concordaram em adiar o lançamento do álbum até o início de 2019″, diz o comunicado.

    “O lançamento do novo álbum de estúdio deve coincidir com a próxima turnê mundial do WHITESNAKE para Flesh & Blood.

    “O WHITESNAKE gostaria de expressar suas sinceras desculpas aos nossos fãs em todo o mundo por toda e qualquer decepção, e prometer que o álbum e a turnê valerão a pena esperar.”

    O vocalista David Coverdale disse recentemente ao programa ‘Trunk Nation’ da SiriusXM que Flesh & Blood será “o melhor álbum do WHITESNAKE. Eu sei que isso é um clichê, mas eu sei do que estou falando. Eu devo mesmo saber depois de quase 50 anos” explicou.

    De acordo com Coverdale, o novo disco “tem todos os elementos que eu preciso para chama-lo de WHITESNAKE, mas com uma camada de tinta fresca e vibrante”. O disco marcará a primeira vez que Coverdale escreveu ao lado do atual time de guitarristas do WHITESNAKE, Reb Beach e Joel Hoekstra. “O membro mais antigo do WHITESNAKE, Reb Beach, [e nós] nunca escrevemos juntos até este projeto”, disse ele. “Então é um assunto de família. É realmente legal. Estou muito animado para as pessoas ouvirem isso.”

    O disco de estúdio mais recente do WHITESNAKE, The Purple Album de 2015, foi considerado uma “re-imaginação de canções clássicas da época de Coverdale como vocalista do DEEP PURPLE“. Coverdale foi o vocalista do DEEP PURPLE do final de 1973 até o início de 1976 e cantou nos álbuns Burn, Stormbringer e Come Taste The Band.

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  • Confira as informações do novo álbum solo de DON AIREY (DEEP PURPLE)

    Confira as informações do novo álbum solo de DON AIREY (DEEP PURPLE)

    A primeira parte de uma entrevista oficial com Don Airey, tecladista do DEEP PURPLE, sobre seu próximo álbum solo, One Of A Kind, pode ser vista abaixo (em inglês).  O disco será lançado em 25 de maio via earMUSIC/Shinigami em CD duplo (incluindo um CD bônus ao vivo) no Brasil.

    É difícil encontrar um nome entre todos aqueles que deixaram sua marca na história do rock nos últimos 30 anos que não tenha utilizado as habilidades de Don Airey em algum momento. A lista inclui OZZY OSBOURNE, RAINBOW, WHITESNAKE, JUDAS PRIEST, GARY MOORE, BRIAN MAY, JETHRO TULL, BLACK SABBATH e, obviamente, DEEP PURPLE, banda que Airey já integra há mais de 15 anos.

    Mas Airey nunca foi um músico de estúdio. Bandas e artistas trabalham com ele por conta de sua visão musical única, pelo formato que ele dá às músicas. É com essa mesma paixão, mesma energia, o mesmo talento que Don Airey aborda suas próprias composições.

    One Of A Kind é uma verdadeira joia do hard rock clássico com melodias, grandes riffs e solos, e uma unidade de banda única. Para completar, seu novo álbum solo foi escrito e gravado usando o ‘espírito de banda’ com os seguintes e talentosos músicos: Carl Sentance (do atual formação da lenda britânica NAZARETH) é um cantor que todos os fãs de vozes do metal como a de Rob Halford e Graham Bonnet vão adorar; o baixista Laurence Cottle, que tocou com todos, do BLACK SABBATH a Gary Moore, forja uma ótima seção rítmica com o talento estrondoso de Jon Finnigan, aparentemente tão alto no palco quanto no pós-show. Por último, mas definitivamente não menos importante, há o incrível talento de Simon McBride, que não tem medo de ser comparado aos muitos guitarristas incríveis com que Don já trabalhou antes.

    One Of A Kind é uma sequência de músicas concebidas para o deleite de todos os fãs de hard rock, que estariam cometendo um grande erro se negligenciassem este álbum.

    Não é difícil ver Don Airey tocando um dia com o DEEP PURPLE diante de 15.000 pessoas, e no dia seguinte, tocando o órgão na igreja de sua amada vila local com a mesma concentração e respeito pela música e pelo público.

    É com o mesmo espírito que Don não mostra nenhum esforço perceptível movendo-se das glórias dos dois últimos álbuns do DEEP PURPLE (Now What ?! e InFinite) para tocar em pequenos clubes com sua própria banda. E sempre com um grande sorriso no rosto assim que a guitarra ruge, esperando para responder com seu Hammond.

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  • REPUBLICA lança lyric video de “Black Wings”

    REPUBLICA lança lyric video de “Black Wings”

    Após sua primeira turnê internacional pela Europa ao lado dos gigantes Scorpions e Alice Cooper, o quinteto paulistano continua a forte empreitada de lançamentos do mais recente trabalho Brutal & Beautiful, e apresenta a faixa de abertura do disco, a vigorosa “Black Wings”.

    O lyric video, dirigido pelo baterista da banda, Mike Maeda, traz imagens fortes e instigantes, evidenciando “The Crow (o corvo)” personagem principal dessa aventura sinistra, que propõe a faixa “Black Wings”. Assista abaixo.

    “Essa música é uma combinação poderosa de riffs marcantes, refrão pulsante e grooves frenéticos. “Black Wings” foi a música escolhida para abrir todo o ciclo deste trabalho – tanto em shows como no disco -, é uma música muito especial para nós”, afirma LF Vieira, guitarrista do REPUBLICA. A letra e melodia nasceram totalmente baseados no poderoso e coeso primeiro riff da música, e tem como tema central a ambição e o medo de enfrentar situações adversas.

    Brutal & Beautiful foi gravado nos Estados Unidos e produzido pelo icônico produtor musical Matt Wallace, conhecido pelos seus trabalhos com Faith No More, Maroon 5 e Deftones.

    O REPUBLICA também comenta outra novidade: eles embarcam em breve para Espanha como atração confirmada no Festival O Son do Camiño, na cidade de Santigao de Compostela e tocam ao lado de The Killers e Franz Ferdinand no dia 28 de junho de 2018.

    REPUBLICA: Leo Beling (Vocal), Luiz Fernando Vieira (Guitarra), Jorge Marinhas (Guitarra), Marco Vieira (Baixo) e Mike Maeda (Bateria).

    REPUBLICA ONLINE:

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  • GLENN HUGHES – São Paulo/SP, 21 de abril de 2018

    GLENN HUGHES – São Paulo/SP, 21 de abril de 2018

    Em 15 de março de 1976, Glenn Hughes fazia, no palco do Liverpool’s Empire Theatre, na Inglaterra, seu último show como integrante do Deep Purple. Agora, passados quarenta e dois anos, ele resolveu rememorar ao vivo os velhos clássicos que registrou durante sua passagem pela banda e se lançar em turnê mundial. E é claro que o Brasil não poderia ficar de fora da rota, já que por aqui Hughes possui uma imensa legião de fãs, que sempre lotam os seus shows. Assim sendo, nesta segunda quinzena do mês de abril a “Glenn Hughes Performs Classic Deep Purple Live Tour” teve oito datas agendadas no país. As duas primeiras aconteceram em Brasília (17) e em Belo Horizonte (19). Já na noite deste sábado (21), foi a vez de São Paulo receber o consagrado músico inglês. E como era de se imaginar, a Tropical Butantã estava abarrotada de gente. Eram pessoas de várias gerações reunidas, inclusive crianças.

    Marcado para começar às 19h30, a curta introdução mecânica soou com apenas quinze minutos de atraso. Ovacionados, Søren Andersen (guitarra), Jesper Bo “Jay Bo” Hansen (teclado) e Fer Escobedo (bateria) tomaram seus postos e viram a histeria rolar solta quando Glenn Hughes entrou em cena para dar início com a eletrizante “Stormbringer”, do homônimo álbum do Deep Purple, que fora lançado em 1974. Tudo estava perfeito, desde a qualidade sonora – Hughes é afortunado por ter um ótimo profissional como técnico de som, pois todo show seu que assisto soa impecável -, até a bonita iluminação, que, inteligentemente, predominava em cor roxa (purple).

    Para a sequência, uma seleção de músicas do clássico “Burn”. A primeira foi “Might Just Take Your Life”, em que ao final Hughes mandou um “eu amo vocês”, antes de Andersen, que o acompanha desde sua última visita ao Brasil (em setembro de 2016), puxar a grooveada “Sail Away” – nessa ficou legal a emenda dos solos convencionais de teclado e de guitarra. Após Hughes reafirmar aos paulistanos que os amam e perguntar três vezes como se sentiam, sendo que a terceira ele fez soltando a voz, veio a sempre comemorada balada bluesy “Mistreated”. Era de arrepiar ouvir a plateia cantando-a em alto e bom som. No final, Hughes deu uma aula de canto, com direito aos seus tradicionais agudos extensos, sem perder o fôlego e nem a afinação. Emocionado com a recepção calorosa dos fãs, ele se desculpou por não saber falar em “brasileiro”, mas retribuiu o carinho com palavras gentis, e anunciou: “vamos voltar ao California Jam”. Ele se referia à lendária apresentação que o Purple fez naquele famoso festival, em 06 de abril de 1974. E como naquela ocasião, em que Jon Lord solou antes de o grupo tocar “You Fool No One”, o enredo foi copiado com Jay Bo solando e Hughes, Andersen e Escobedo se juntando à ele no decorrer para repetirem aquela sequência com a mencionada música. Durante a execução, rolou solo de Andersen, um blues improvisado entre todos, e também um longo e impressionante solo de Escobedo. Hughes, que assistiu da lateral do palco o ato do baterista, disse: “Eu tenho um novo baterista, este jovem de Santiago (CHI). Ele tem 25 anos de idade!” E aconselhou: “Irmãos e irmãs, qualquer um, em qualquer lugar, pode alcançar seu sonho. Este garoto tinha um sonho e agora ele está sentado na bateria!”. Sob aplausos, o vocalista/baixista apresentou os outros músicos e levou os fãs à loucura com elogios: “Preciso lhes dizer uma coisa, seu povo, os fãs de rock desta cidade, são os filhos da puta mais loucos do mundo. Não há ninguém como vocês!”.

    Após o início com uma de “Stormbringer” e de dedicar pouco mais de longos cinquenta minutos ao álbum “Burn”, faltava a Hughes relembrar seu terceiro e último disco de estúdio com o Purple: “Come Taste the Band” (1975). “Vou cantar uma música de quando eu tinha por volta de 23 anos de idade. Escrevi essa canção com Jon Lord. Ela é muito especial e vai me fazer chorar”, revelou. Ele falava da belíssima “This Time Around”, e aí tome outro show de interpretação e de voz. É um absurdo o que este senhor continua cantando no alto de seus 66 anos de idade. Sábio daquele que um dia lhe rebatizou como “The Voice of Rock”! A seguir, após seu roadie ficar no palco por alguns instantes arrumando um problema com o pedal de baixo que acabou sendo trocado, foi a vez da ótima e não menos bonita “Holy Man”. Que música!

    Glenn Hughes brincou com o fato de seu cabelo estar novamente ficando comprido, o que vem a calhar para essa turnê, já que assim ele fica apropriadamente parecido com seus tempos de Deep Purple. Antes da próxima ele contou: “Eu tive este cara, que se mudou para minha casa em Beverly Hills em 1975. Ele era Tommy Bolin!” – guitarrista que faleceu no ano seguinte, aos 24 anos de idade, tendo gravado em estúdio com o Purple apenas “Come Taste the Band”. E Hughes complementou: “Ele veio pra minha casa e nós escrevemos algumas músicas. Uma delas eu vou tocar pra vocês agora”. Mas antes ele observou na plateia uma pessoa com uma camiseta ao estilo da da Seleção Brasileira com seu nome estampado, e disse ser fã de futebol e que esteve na Copa do Mundo no Brasil. Depois disso, enfim, ele anunciou “Gettin’ Tighter”, que começou com uma viagem instrumental, que serviu de introdução, e depois passou por várias improvisações no meio do caminho.

    Mesmo não sendo de sua fase, Glenn Hughes não ignorou o hino mor do Deep Purple, “Smoke on the Water”, que foi cantado à plenos pulmões por cada alma viva ali presente, e no meio inseriu “Georgia On My Mind”, como o Purple costumava fazer ao vivo quando ele estava no grupo. Antes da próxima, Hughes deixou uma mensagem de paz e amor: “Falarei devagar: eu amo a espécie humana, amo todas as raças, os animais, este planeta… Estou aqui porque quero trazer todo o amor que tenho para vocês. Minha voz é sua voz!”. E então pediu que todos lhe acompanhassem na pacata “You Keep on Moving”, que encerrou a primeira parte do show. Antes de sair do palco, Glenn prometeu que voltará ao Brasil no próximo ano e deixou outra mensagem: “Sejam felizes e sejam livres!”.

    Na volta para o bis, a banda retornou com Glenn só no vocal e seu roadie no baixo. A casa então veio abaixo com a festejada “Highway Star”, outra do clássico “Machine Head” (1972), álbum em que o Deep Purple ainda tinha Roger Glover no baixo e não Hughes. Pra encerrar a noite, com Hughes agora empunhando um baixo Rickenbaker, que ganhou até um beijo seu, “Burn”, literalmente, incendiou a Tropical Butantã. Ao final, os músicos largaram seus postos e correram pro centro do palco pra abraçar o sempre simpático e carismático Glenn Hughes. Foi uma cena comovente, que mostrou o quão fãs os três também são do anfitrião da noite. Este foi, nada mais do que um show memorável, pra ficar na história como um dos, senão o mais importante que Glenn Hughes fez em São Paulo. Lhe aguardamos em 2019, Mr. Hughes!

      GLENN HUGHES – Setlist: Stormbringer Might Just Take Your Life Sail Away Mistreated You Fool No One This Time Around Holy Man Gettin’ Tighter Smoke on the Water / Georgia on My Mind You Keep on Moving Highway Star Burn