Categoria: Roadie News

  • EPICA envia mensagem aos fãs da América Latina para histórica turnê

    EPICA envia mensagem aos fãs da América Latina para histórica turnê

    Após merecido período em férias, a banda holandesa Epica, um dos nomes mais importantes do heavy metal mundial na atualidade, já está de volta à estrada. O retorno triunfal aconteceu recentemente no Download Festival, no tradicional Donington Park, em Castle Donington, na Inglaterra. O grupo aproveitou a brilhante performance no evento para ilustrar, em vídeo, o que os fãs poderão esperar da histórica passagem da “Design Your Universe – 10th Anniversary Tour 2019” pela América Latina em mensagem enviada pela bela vocalista Simone Simons e o guitarrista Mark Jansen. Confira em https://www.facebook.com/liberationmcofficial/videos/458334495006834.

    Com 17 poderosos anos de carreira e milhões de álbuns vendidos e seguindo a bem-sucedida longa turnê mundial para promover o aclamado novo álbum “The Holographic Principle”, o grupo resolveu preparar performance especial para celebrar toda a verdadeira comoção causada pela qualidade do disco “Design Your Universe”, lançado mundialmente há 10 anos, pela gravadora alemã Nuclear Blast. Com realização exclusiva da Liberation Tour Booking, Simone Simons (vocal), Mark Jansen (guitarra/vocal), Coen Janssen (synth/piano), Ariën van Weesenbeek (bateria/vocal), Isaac Delahaye (guitarra) e Rob van der Loo (baixo) apresentarão um dos shows mais elogiados e impressionantes do momento, apenas em São Paulo (26/10 – Tropical Butantã) e Rio de Janeiro (27/10 – Circo Voador). Devido a ansiedade dos fãs de todo Brasil e países vizinhos, a procura por ingressos para as performances, tanto na capital paulista (www.ticketbrasil.com.br – pista Premium e acesso ao meet and greet estão esgotados), como fluminense (www.tudus.com.br – acesso ao meet and greet está esgotado), está acima do esperado, já que a passagem do quinteto acontece apenas em cinco meses. Mais informações nos serviços abaixo. “É com muita felicidade que anunciamos que, devido ao grande número de pedidos dos nossos fãs na América Latina, vamos levar a nossa apresentação especial em comemoração aos 10 anos de lançamento de ‘Design Your Universe’ também para vocês“, declarou Simone Simons. O guitarrista Mark Jansen também comentou. “Em celebração de um dos meus discos favoritos do Epica, estamos voltando a um dos territórios de que mais gosto. É muito bom quando uma grande quantidade de pessoas pede para trazermos nosso novo show  e conseguimos encontrar uma maneira viável de isso acontecer! Vai ser demais!“. O disco – Lançado em 2009, “Design Your Universe” é um dos trabalhos mais importantes na carreira do Epica. Seguindo uma linha mais inovadora, esse trabalho mostra a banda em sua forma mais bombástica e experimental até aquele momento. Além de evidenciar maturidade, perfeita evolução musical e forma espetacular, o disco figurou no topo das paradas mundiais, superando o sucesso conquistado com o antecessor “The Divine Conspiracy”. Formado em 2002, após a saída do guitarrista Mark Jansen do After Forever,  o Epica ficou famoso já no lançamento do debut “The Phantom Agony” (2003). No entanto, o grupo conquistou o Mundo com o excelente feedback dos álbuns “Consign to Oblivion” (2005), “The Divine Conspiracy” (2007) e “Design Your Universe” (2009). Lotando sempre as principais casas de shows da Europa, América do Norte e Oceania, o grupo invadiu a capa das principais revistas especializadas e sempre é uma das principais atrações de grandes festivais de rock/metal como Wacken Open Air, Hellfest, Download, Rock Hard, entre tantos outros. Links relacionados: https://www.facebook.com/epica https://www.facebook.com/liberationmcofficial https://www.facebook.com/nuclearblastbrasil https://www.facebook.com/UltimateMusicPR

    SERVIÇO SÃO PAULO Liberation Tour Booking orgulhosamente reapresenta Epica Data: sábado, 26 de outubro de 2019 Local: Tropical Butantã – www.tropicalbutanta.com.br End: Av. Valdemar Ferreira, 93 (200m do Metro Butantã) Horário: 19h (abertura da casa) Infoline: 11 3031-0393 Informações gerais: [email protected] Assessoria de Imprensa: [email protected] | (11) 964.197.206 Evento Fb: https://www.facebook.com/events/415330235886779 Classificação etária: 16 anos. Entre 14 e 15 anos somente acompanhado por pai ou mãe munidos de documentos  ou responsável legal Estacionamento: locais próximos sem convênio Estrutura: acesso para deficientes, área para fumantes # SETORES/VALORES – PISTA PREMIUM MEIA/PROMOCIONAL*: ESGOTADO – PISTA MEIA/PROMOCIONAL*: R$ 180,00 – CAMAROTE MEIA/PROMOCIONAL*: R$ 250,00 *O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento. # PONTO DE VENDA OFICIAL – bilheteria da Tropical Butantã # COMPRA PELA INTERNET – www.ticketbrasil.com.br Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito Visa, MasterCard, e American Express # PACOTE VIP / MEET & GREET – ESGOTADO O pacote inclui: – Meet & Greet com o Epica com foto – Uma imagem da banda para ser autografada – Uma camiseta oficial do Epica – Entrada na casa de shows antes da abertura dos portões SERVIÇO RIO DE JANEIRO Circo Voador e Liberation Tour Booking orgulhosamente apresentam Epica Data: domingo, 27 de outubro de 2019 Local: Circo Voador End: Rua dos Arcos S/N, Rio De Janeiro, RJ Horário: 18h (abertura da casa) Informações gerais: www.circovoador.com.br Assessoria de Imprensa: [email protected] | (11) 964.197.206 Evento Fb: Classificação etária: 16 anos. Entre 14 e 15 anos somente acompanhado por pai ou mãe munidos de documentos  ou responsável legal Estacionamento: locais próximos sem convênio Estrutura: acesso para deficientes, área para fumantes # SETORES/VALORES – PISTA MEIA/PROMOCIONAL*: R$ 150,00 – PISTA INTEIRA: R$ 300,00 *O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento. # COMPRA PELA INTERNET – https://www.tudus.com.br Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito Visa, MasterCard, e American Express # PONTO DE VENDA OFICIAL – bilheteria do Circo Voador # PACOTE VIP / MEET & GREET – ESGOTADO O pacote inclui: – Meet & Greet com o Epica com foto – Uma imagem da banda para ser autografada – Uma camiseta oficial do Epica – Entrada na casa de shows antes da abertura dos portões * Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei; ** A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais; *** É expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras profissionais ou semi-profissionais.   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • Hard Rock Café recebe MALTA para show especial no dia mundial do rock

    Hard Rock Café recebe MALTA para show especial no dia mundial do rock

    No dia 13 de julho, a partir das 14h, o Hard Rock Café promove uma festa para o Dia Mundial do Rock em Curitiba. Serão 3 palcos e mais de 15 bandas e a banda Malta fará uma apresentação que mescla clássicos do Queen com seus maiores sucessos.

    Os músicos da Malta estão muito felizes com este show que será na rua do Hard rock café e contará com a participação especial do cantor Alírio Netto junto com Luana Camarah.

    Compre ingresso para o show:

    https://www.ingressonacional.com.br/evento/13685/dia-mundial-do-rock A banda Malta mudou o direcionamento de sua carreira e está colhendo os frutos do trabalho conquistado com muita energia, qualidade e paixão pela boa música. Com o novo álbum “IV” a banda conquistou novos fãs e ganhou mais notoriedade no nicho de rock.

    Malta nas redes sociais: https://www.maltaoficial.com.br/ https://www.facebook.com/maltaoficial https://www.instagram.com/maltaoficial/

    https://www.youtube.com/bandamaltaoficial

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  • VULCANO: Banda concede entrevista ao Noctum Zine

    VULCANO: Banda concede entrevista ao Noctum Zine

    O pioneiro do Metal extremo sul-americano, VULCANO, foi destaque na respeitada publicação impressa do underground brasileiro, Noctum Zine, onde concedeu uma entrevista para o mesmo. Em um abrangente bate-papo, o guitarrista e fundador Zhema Rodero falou um pouco sobre a próxima turnê europeia, anos 80, novo álbum, curiosidades, projetos futuros e muito mais. A entrevista completa você pode conferir na edição #11, abril/maio de 2019. Para adquirir, basta escrever para [email protected] ou pelo WhatsApp (84) 99601-3870 e solicitar mais informações. https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/Noctum_Zine11.jpg Em paralelo, o VULCANO foi confirmado recentemente ao lado de Two Old Men (Santos/SP) e Mordeth (Rio Claro/SP) no ‘Hey Bulldog’ em Campinas/SP, o show acontece no dia 23/08/2019 (sexta-feira), confira: https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/VULCANO_Campinas_Lo_Res.jpg

    Link do evento para mais informações: https://www.facebook.com/events/332221450805628/ Contato para shows: [email protected] Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato Sites relacionados: https://www.facebook.com/VULCANOMETAL https://www.vulcanometal.com/ https://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/Vulcano/20 Fonte: Sangue Frio Produções   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • PILOT WOLF: Uma exposição crítica de como a guerra sempre foi inerente ao homem

    PILOT WOLF: Uma exposição crítica de como a guerra sempre foi inerente ao homem

    Formada em 2016 na cidade de Vitória da Conquista/BA, a banda PILOT WOLF conta atualmente com Breno Fernandes (vocal), Weslley de Brito Porto (guitarra), Joabe Rios (guitarra), Gleidson Ribeiro (baixo) e Fábio Loureiro (bateria). A sonoridade do grupo é composta por elementos do Heavy Metal tradicional com riffs e solos de guitarra cortantes, refrões marcantes, baixo consistente e levadas de bumbo duplo. Para o baterista Fábio Loureiro, algumas influências foram essenciais para criar a sonoridade pesada e agressiva da banda: “Accept e Grave Digger podem ser apontadas como influências imediatas, mas o som, o peso, vem muito do Thrash, de um modo geral. É como se misturássemos a estrutura do Heavy Metal tradicional alemão com a sonoridade do Sodom, Destruction e Slayer.”.

    A parte lírica foca em temas como política, personagens históricos e máquinas de guerra como tanques e aviões. No Heavy Metal é comum encontrarmos referências à história mundial em diversos álbuns e músicas. Dentro desta proposta o PILOT WOLF se aproxima bastante do Sabaton no que se refere à temática. Fábio explica essa conexão: “O Heavy Metal, de um modo geral, é interessante do ponto de vista comportamental. Nesse campo específico, retratando fatos históricos, o estilo talvez se apresente na sua forma mais didática, principalmente para os mais jovens. Acho importante que o Heavy Metal possa despertar o interesse na busca pelo conhecimento científico, social e político.”.

    A banda trabalha atualmente na produção do seu álbum de estreia, que apresentará dez faixas e prepara o lançamento do single “The Red Baron” para o dia 04 de julho, quinta-feira. Fábio Loureiro explicou o método de composição das músicas do álbum: “a maior parte das músicas do álbum já existia quando eu formei o grupo. Então, o processo foi bem centralizado, compus as músicas, melodias vocais e depois as letras. Tudo sai de um violão surrado. Escrevo as tablaturas e partituras e envio para os outros membros. Na execução, eles acabam lapidando bastante a parte das cordas e linhas vocais.”.

     Em relação à temática do debut, a ideia não é contar uma história isolada, “mas podemos dizer que a guerra, em sentido amplo, dá o direcionamento da maior parte das letras. O intuito era retratar não apenas fatos históricos, personagens ou armas e veículos, mas sim promover a exposição crítica de como a guerra sempre foi inerente ao homem, seja de forma isolada, culturalmente ou em grandes conflitos”, esclarece Fábio.

     “The Red Baron” fala sobre o piloto de caça alemão que é considerado o “ás dos ases” da aviação e um dos grandes personagens da Primeira Guerra Mundial. Considerando a proposta da banda em resgatar temas históricos, criar uma música sobre Manfred von Richthofen não foi muito difícil: “Na fase de composição eu assisti a diversos documentários e em um deles, sobre a I Guerra, foi citado o Barão Vermelho. Aquilo me chamou a atenção. A música já estava pronta e vi que poderia retratar o personagem na letra. A partir de então passei a uma pesquisa mais direcionada. Apesar da faixa ter sido uma das primeiras composições, sua letra foi uma das últimas a ser feita.”

     A capa do single foi criada pelo artista gráfico Matheus Silva (www.facebook.com/matheusilvailustra), também responsável pela capa do vindouro debut.

     

    Acompanhe o lançamento do single “The Red Baron”:

    https://www.facebook.com/events/1229782143857263/

     

    Contatos: Facebook: www.facebook.com/pilotwolfofficial

    Instagram: www.instagra.com/pilotwolfofficial

    Youtube: www.youtube.com.br/pilotwolfofficial

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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  • INHERENCE: Banda divulga single “Phantom Eye Syndrome” com arte feita por Alcides Burn, confira!

    INHERENCE: Banda divulga single “Phantom Eye Syndrome” com arte feita por Alcides Burn, confira!

    Mais um trabalho bem sucedido executado pelo artista brasileiro ALCIDES BURN, da BURN ARTWORKS e mais uma vez para a banda paulista Inherence. Desta vez, a arte divulgada foi para o single “Phantom Eye Syndrome”, que está disponível também  em videoclipe pelo canal ‘Hardcore Worldwide’. https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/BURN_ARTWORKS_Inherence_Single.jpg Assista:

    https://youtu.be/v49tUYPd1fI Conheça o Inherence, siga-o em suas redes sociais:

    Facebook: https://www.facebook.com/inherenceband/ Instagram: https://instagram.com/inherenceband YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC2y96p3TkhSItT39WNerPHA Bandas interessadas em conhecer mais sobre o trabalho de ALCIDES BURN acesse: https://www.burnartworks.com/. Em paralelo, a BURN ARTWORKS está presente no livro “Arte Arcana: Lucifero” com a arte intitulada “Dark Divinity”, previsto para ser lançado no dia 19/09/2019 pela Heavy Music Artwork. https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/BURN_ARTWORKS_Lucifero.jpg O livro contém 280 páginas com artes de 100 artistas, capa dura com acabamento brilhante e está disponível para pré-venda pelo site https://heavymusicartwork.bigcartel.com com desconto pelo código promocional ‘LUCIFER15’. Contato BURN ARTWORKS: [email protected] Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato Sites relacionados: https://www.burnartworks.com/ https://www.facebook.com/alcides.burn https://www.instagram.com/alcidesburn/ https://sanguefrioproducoes.com/clientes-corporativos/BURNARTWORKS/27 Fonte: Sangue Frio Produções

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  • MAX & IGGOR CAVALERA / KORZUS / VENOMOUS – 16 de junho de 2019, São Paulo/SP

    MAX & IGGOR CAVALERA / KORZUS / VENOMOUS – 16 de junho de 2019, São Paulo/SP

    O sucesso da turnê “Return Beneath Arise” foi tanto, que Max Cavalera deu um tempo na de Ritual, álbum que lançou com o Soulfly em outubro de 2018, e, apenas sete meses depois, ele e seu irmão Iggor retornaram com ela ao Brasil. No último dia 16, os Cavalera passaram por São Paulo e outra vez brindaram os fãs tocando boa parte dos clássicos Beneath the Remains, que em abril completou 30 anos, e Arise (1991), dois dos álbuns mais venerados que gravaram com o Sepultura. Para animar o baile, duas outras atrações nacionais de peso se juntaram à Max & Iggor Cavalera. Uma delas foi o Venomous, que atualmente divulga Defiant, seu bem aceito álbum de estreia, que figurou na lista da ROADIE CREW dos 20 maiores lançamentos nacionais de metal de 2018 – publicada na edição #240 (janeiro, 2019). A outra, ninguém menos do que o veterano Korzus. Também em noite de celebração, esse importante expoente do thrash metal sul-americano comemorou os 15 anos de Ties of Blood, tocando-o quase que por inteiro.

    O Venomous foi quem deu início à pancadaria sonora. Tigas Pereira (vocal, ex-Hollow Head e Darrua), Renato Castro (baixo), Lucas Prado (bateria, ex-Jugger) e os guitarristas Gui Calegari (ex-Inrage) e Ivan Landgraf entraram exibindo a fúria de seu death metal melódico tocando um de seus novos singles, Penitence. Peso, melodia e andamentos variados mostraram forte influência de Arch Enemy nessa música que integra a playlist “Metal Brasuca” da CD Baby no Spotify. Com a experiência de quem passou com a “Defiance Tour” por Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Polônia e República Tcheca em 2018, e de quem já dividiu palco com os ‘death metallers’ poloneses do Vader e com a banda ucraniana Jinjer, o Venomous dominou o palco e obteve o respeito do público, que já se fazia presente em bom número na Audio Club.

    Em Within the Silence, que foi o segundo videoclipe de Defiant (o primeiro foi o da música A New Beginning), o Venomous desfilou peso e melodia. O quinteto apresentou também mais um novo single, Black Embrace, que em estúdio marcou a estreia de Castro – essa música deverá estar no próximo álbum, agendado para ser lançado neste segundo semestre. O vocal versátil de Tigas, que variava entre timbres rasgados e gritados, e o trabalho consistente de Castro e Prado na cozinha chamavam a atenção, porém a afinidade visceral e criativa de Calegari e Landgraf roubava a cena. O que essa dupla fez em Martyr, que também ganhou videoclipe (com imagens da turnê europeia), foi um absurdo.

    Recentemente, o Venomous ganhou projeção com o clipe de Nothing to Say, que contou com Mayara Puertas (Torture Squad/Regurgimentação Necrovaginal Sangrenta), Fernanda Lira (Nervosa) e o guitarrista Guilherme Mateus (Bruno Sutter). Se tivesse tocado a versão cascuda que fez para essa música eternizada pelo Angra no inigualável Holy Land (1996), teria sido uma bela homenagem à André Matos, que dias antes foi vítima fatal de um ataque cardíaco. É compreensível, no entanto, que a banda não quis parecer se aproveitar da situação. De qualquer forma, Overkill (Motörhead) foi dedicada ao Korzus e aos Cavalera, e agitou o público. Green Hell finalizou o show escancarando influências da música regional brasileira, remetendo ao que os próprios Sepultura e Angra, e também o Overdose, fizeram nos anos 90. O Venomous se prepara agora para tocar no “MegaRock”, festival que rolará em julho, em Foz do Iguaçu (PR).

    Não demorou e uma macabra introdução começou a ecoar nos PAs, enquanto o inferno vermelho, proporcionado pela iluminação, deixava o clima ainda mais sombrio. Assim, a estratégica entrada do Korzus foi triunfal, de arrepiar. Rodrigo Oliveira surgiu no kit de batera; Em seguida, Heros Trench e Antônio Araújo (guitarras) apareceram pelas laterais do palco; Pouco depois, aumentando a histeria do público, vieram os dois membros originais, Dick Siebert e o frontman Marcello Pompeu, que entrou abraçando o baixista pelos ombros. Com banda e público conectados por ‘laços de sangue’, o Korzus deu início ao repertório de Ties of Blood. Guilty Silence e Respect fizeram a pista ferver. Na primeira pausa, os headbangers, em coro, bradavam o nome do Korzus. Pompeu agradeceu, depois de comentar: “É muita satisfação estar aqui essa noite com vocês, em São Paulo, fazendo esse puta show. Ties of Blood na íntegra, uma coisa muito louca…”. E foi atendido pelos fãs, que em What Are You Looking For cantaram alto a parte do refrão que diz “I see your death”. Eles foram correspondidos por Pompeu, que rebatia cantando o nome da música.

    Menos de dois minutos foram suficientes para o Korzus tocar o terror executando Screaming for Death. Ao final, Pompeu discursou, dizendo que quando adversidades e pessoas mal-intencionadas surgem pelo caminho, o importante é não ceder. Foi o gancho para Never Get Me Down, música que fala exatamente disso. Estranhamente, no decorrer dessa, foi ouvido um estampido que parecia som de bomba caseira. Felizmente não passou de um susto. Ouvir Ties of Blood sendo tocando quase que em sua totalidade valeu, inclusive, para notarmos o quanto algumas músicas menos valorizadas dele fluem bem ao vivo. Um exemplo foi Punisher. Particularmente, não me recordo de já ter presenciado o Korzus tocando-a – bem que poderia passar a constar no setlist regular. Punisher dispõe de um final cadenciado muito bonito, em que o instrumental, com solos emocionantes de Antônio e Heros, respectivamente, lembra a atmosfera de algumas músicas do Testament.

    E por falar em emoção, foi esse o sentimento em Evil Sight, música que originalmente contou com um ótimo duo entre Marcello Pompeu e André Matos. Pompeu falou da tristeza que foi a notícia do falecimento do cantor e que na amizade entre eles não havia contato frequente, porém quando se viam as conversas duravam horas, como aconteceu no último encontro, em que viraram a madrugada. Ele explicou que o conceito dos ‘laços de sangue’ levou o Korzus a convidar alguns músicos em Ties of Blood, e lamentou que, além de Matos, outros dois deles também faleceram: Redson, vocalista do Cólera, e Hélcio Aguirra, guitarrista do Golpe de Estado. Pompeu revelou que ele e seus companheiros ficaram pensando no que fazer para homenageá-los, e causou comoção ao dizer: “A gente convidou tanto o André Matos, quanto o Hélcio Aguirra para estarem aqui essa noite, cantando e tocando com a gente e pra vocês. Mesmo não os vendo, vocês vão ouvir o André Matos (cantando) e a guitarra do Hélcio chorar”. Evil Sight teve o acompanhado da voz de Matos e da guitarra de Hélcio sampleados. Quase no final dela, Pompeu pediu que todos fizessem um minuto de silêncio. Foi um momento bonito, respeitado pela plateia – exceto por um Zé ruela, que teimou tagarelar, mesmo uma garota pedindo que o sujeito calasse a boca.

    Levantando novamente o astral de todos, Pompeu comentou: “Falar de Korzus e de Ties of Blood… A gente não pode fazer isso sem apresentar o grande músico que nos acompanhou por 25 anos”. O engraçado é que o ex-integrante Sílvio Golfetti entrou no palco antes de ser anunciado. Rindo, Pompeu deu a letra: “Então, vamos correr!”. Foi a deixa para Correria, música gravada no disco com o convidado Andreas Kisser (Sepultura), e que é sempre uma das que mais agitam ao vivo. Golfetti tocou com a guitarra de Araújo, que foi ao encontro de Trench, acompanhá-lo nos backing vocals. Ao final, Pompeu brincou e sugeriu que a banda passasse a ter três guitarristas e a se chamar “Iron Korzus”. Brincou também ao dizer: “A próxima é a mais difícil de tocar do disco. Corre o risco de a gente fazer merda”. No entanto, Cruelty foi executada sem tropeços, tanto que, no final, os músicos comemoraram por terem conseguido tocá-la.

     Ties of Blood, It Wasn’t Me, The Sadist (uma das que os fãs mais agitaram no circle pit) e Who’s Going to Be the Next? (com direito a ‘wall of death’ organizado por Pompeu) vieram numa só rajada e, sem intervalos, fecharam Ties of Blood. Só não dá pra dizermos que essa foi a íntegra do álbum, porque não foi tocada a derradeira Peça Perdão, que, em estúdio, teve como convidados o citado Redson, Boka e João Gordo (Ratos de Porão). Outra que ficou de fora e estava programada foi Raining Blood, do Slayer. O comunicativo Pompeu agradeceu a todos e alertou: “A gente não ‘tá’ morto. Se prepara que vai ter pedrada na orelha!”. Deu a entender que, em breve, teremos um novo disco do Korzus na praça. Encerrando a apresentação, Pompeu, Heros, Antônio, Dick e Rodrigo se despediram tocando Truth, carro-chefe do álbum sucessor de Ties of Blood: Discipline of Hate (2010).

    Quarenta e cinco minutos depois, a balbúrdia recomeçou quando a introdução de Beneath the Remains explodiu no som mecânico. Foi o prenúncio do que viria relacionado ao álbum de mesmo nome. Max & Iggor Cavalera, de novo acompanhados de Marc Rizzo (guitarra) e do ex-Havok Mike Leon (baixo), invadiram o palco e causaram o caos tocando a própria Beneath the Remains. Teve até paradinha mortal, mas não passou de um leve refresco para os headbangers que agitavam insanamente na pista e nos camarotes. Ao falar da próxima, Max relembrou: “Essa aqui foi a que fizemos o primeiro videoclipe da gente, andando nas ruas de São Paulo”. Não houve uma alma sequer que não cantasse Inner Self. No ‘breakdown’, a pista tremeu com o circle pit formado. O clima seguiu quente em Stronger Than Hate. Nessa, com letra de Kelly Shaefer (vocalista do Atheist), assim como no show do ano passado, no desfecho feito só pelo baixo, Leon emendou um breve solo. Esse cara é um animal no palco. Seguro, agita e sorri o tempo todo. Falando em “sorrir”, o mesmo pode ser dito de Rizzo (tá, forcei no trocadilho), embora seja “chover no molhado” tecer elogios a esse guitarrista, que é sempre afiado em suas performances e certeiro nos riffs e solos.

    Pedindo para o público fazer “mãos de fogo”, Max deu início ao coro: “Mass Hypnosis/Mass Hypnosis”. O público obedeceu ao comando. Teve até “ôôôô”, imitando o riff inicial dessa que é uma das músicas mais emblemáticas de Beneath the Remains. Particularmente, sempre que a ouço, lembro-me de assistir pela TV a reprise do show que o Sepultura havia feito à tarde em sua histórica primeira participação no “Rock in Rio”. Antes da próxima, Max fez as honrarias: “Bem vindos novamente à Beneath the Remains. 1989… 2019…”. E completou: “A nossa promessa pra essa noite é que seja uma noite inesquecível de metal pra São Paulo. Pra sempre!”. Daí então, ele solicitou que todos cantassem junto a cortante Slaves of Pain, outra em que Rizzo esteve impecável. Ao final dela, Max ficou embromando com um riff, que se desdobrou em Primitive Future. Assim acabou a primeira parte do show, sem Sarcastic Existence, Lobotomy e Hungry.

    Concentrado, Iggor, que trajava uma camisa oficial de goleiro do nosso Palmeiras, permaneceu no palco, enquanto outra introdução começou rolar. Foi a premissa para a sequência do show, agora dedicada à Arise. Quando Max retornou ao palco, agora de camiseta do Discharge, gritou “Under São Paulo Black Sky We Shall Arise”, e tornou a pista um pandemônio. Depois dessa, com outra vinheta rolando ao fundo, ele abençoou à todos com água e anunciou Dead Embryonic Sells. Quase no final dessa, Max entregou sua palheta à um fã, e encerrou a música apenas ao microfone, que acabou usando para extrair alguns ruídos das cordas de sua guitarra. Virado para o palco, parecendo estar admirando alguma entidade, disse: “Eu queria dedicar esse show à memória de todo mundo que está aqui com a gente. 30 anos de metal (errou Max, faz mais tempo) eu e o Iggor Cavalera, desde a época de BH. O primeiro show em São Paulo, altas memórias pra quem tava lá…”. E pediu, anunciando: “Essa aqui é minha música preferida do Arise. Quero que todo mundo, daqui até ali no final do caralho, cante comigo: “Creation of insane rule / All we hear: Desperate Cry”. Na parte final dela, bastante estendida, Max Cavalera apresentou Iggor e, parecendo estar possuído, pediu várias vezes que todos gritassem.

    Altered State começou com sua vinheta introdutória original. Em dado momento, teve uma caída na qual a banda ficou repetindo uma base sinistra por alguns minutos. Max fez outro pedido aos ‘thrash maniacs’: “Gritem como se não houvesse amanhã. Gritem como se fosse o fim do mundo. Apocalíptico, caralho!”. Aí ele solicitou que as luzes fossem apagadas e comemorou: “Escuridão Total. Agora ficou macabro. O bicho tá macabro agora!”. Nesse momento, foi hilário ver uma das moças da segurança em frente ao palco apavorada. Max aproveitou o clima sombrio cantando com o público as frases iniciais de War Pigs (Black Sabbath). Finalizando Arise, vieram Infected Voice e Orgasmatron, com Max agora em sua camiseta do Motörhead. Nesse cover, em dado momento ele largou a guitarra e, acompanhado apenas por Iggor fazendo um ritmo cadenciado, ficou gritando o nome de Lemmy com os fãs, pra depois declamar o final da letra, antes de encerrar a música do jeito que a conhecemos.

    Na volta para o bis, com Max trajando uma camiseta do Nails, a banda emendou o início de Raining Blood (Slayer), que ficou de fora do set do Korzus, à clássica Troops of Doom, do primeiro ‘full lenght’ do Sepultura, Morbid Visions (1986). De maneira engraçada, Max relembrou de quando ele e o irmão eram pequenos, em 1985, e não puderam ir ao primeiro “Rock in Rio”, porque “era do diabo e o Ozzy estava lá e toda aquela porrada do capeta”. Disse também que tentaram assistir pela TV, mas “o tio filha da puta ficava mudando de canal pra ver a novela”. Nessa hora foi engraçado ver a dona Vânia Cavalera, mãe de Max e Iggor, rindo do camarote. Iggor não se conteve e também riu. Depois dessa história, veio o inusitado cover de Dirty Deeds Done Dirt Cheap, do AC/DC, grupo que tocou na citada edição. Nessa, Max puxou uma fã pra bangear com ele. Dando prosseguimento, o quarteto mandou Refuse/Resist, do mundialmente aclamado Chaos A.D. (1993) – com direito a wall of death e Max fazendo a divisão das gangues: “do lado direito os canibais assassinos; do lado esquerdo os narcotraficantes assassinos”. Já sem o mesmo fôlego e força na voz, Max comandou o primitivo hino Roots Bloody Roots, do impactante Roots (1996), dedicando-o à sua mãe.

    E se você pensa que acabou, Max e Iggor voltaram para um segundo bis. Sozinhos, “relembrando a época do quarto/quintal punk/rock/metal de BH”, fizeram uma versão garagem para Hear Nothing See Nothing Say Nothing do Discharge (com Max solando!) e Polícia do Titãs. Passada essa dobradinha, Max pediu aplausos ao Korzus e lhe dedicou o trecho tocado de Black Magic, outra do Slayer. Com Rizzo e Leon de volta aos seus postos, o quarteto, enfim, finalizou o longo show com um medley que repetiu trechos de Beneath the Remains, Arise (também com Max declamando parte da letra) e Dead Embryonic Cells.

     Ao final do show, Max Cavalera apresentou a banda. O legal foi que ele se referiu ao irmão como Igor Skullcrusher e a si mesmo como Max Possessed, pseudônimos que usavam no início da carreira do Sepultura. Rapidamente, ele se retirou do palco, assim como Rizzo e Leon, e retornou vestido como o seu brother, ou seja, com uma camisa do Verdão (só que de jogador linha). E foi assim que Possessed e Skullcrusher se despediram de seus fãs paulistanos. Que grande noite foi essa! Três ótimos shows, que mostraram a força do metal pesado brasileiro. Quanto à esse texto, eu sei que você deve ter achado longo demais, mas, acredite, foi uma noite tão especial, com tantas emoções e detalhes, que não dava mesmo pra eu ser econômico.

  • THE CULT anuncia reedição de Sonic Temple em celebração aos 30 anos do disco

    THE CULT anuncia reedição de Sonic Temple em celebração aos 30 anos do disco

    2019 marca o 30º aniversário do álbum do disco SONIC TEMPLE, do The Cult. Para comemorar o aniversário, a Beggars Arkive lançará THE CULT: SONIC TEMPLE 30 no dia 13 de setembro. Ele será lançado como um box deluxe e um conjunto de 5 CDs, e também  será reeditado em um LP duplo, que está fora de circulação há mais de 20 anos. Os dois conjuntos contêm demos, além de faixas não lançadas anteriormente pela banda. Encomendehttps://thecultsonictemple.com/ A banda também está feliz em anunciar mais datas da turnê do A Sonic Temple. Depois de uma série de datas de turnê extremamente bem-sucedidas e completamente esgotadas nos EUA da Costa Oeste dos Estados Unidos, eles vão participar de 10 shows no Reino Unido em outubro. Originalmente lançado em 1989, Sonic Temple provou ser um momento crucial tanto para a banda quanto para a cena do rock. Produzido pelo lendário Bob Rock, Sonic Temple teve quatro singles no topo das paradas; “Fire Woman”, “Edie (Ciao Baby)”, “Sun King” e “Sweet Soul Sister”. Em uma entrevista recente sobre o álbum, Ian Astbury explicou como a banda reuniu o hard rock e o indie rock para criar os sons únicos que compõem Sonic Temple. “Queríamos manter nosso DNA à medida que nos aprofundávamos nas influências do psych e do hard rock. Foi uma imersão completa na arte, no cinema, na música, na poesia e na literatura, tecendo essas influências no que se tornaria o Sonic Temple. A banda estava ficando mais popular, estávamos em águas desconhecidas, a maioria das bandas que tínhamos inventado tinha se separado ou dado errado. Estávamos acelerando. Não havia tempo para respirar. Estávamos formando novas alianças e quebrando o teto de vidro ‘o outsider indie’ ” O álbum colocou o The Cult no status de superstar e continua sendo seu lançamento mais bem-sucedido comercialmente. Ele vendeu mais de 1,5 milhão de cópias somente nos EUA, e foi declarado platina em 1990. Chegou ao 10º lugar nas paradas da Billboard, e as canções mencionadas continuam sendo lembradas até hoje como grandes obras do rock. O setlist da turnê “A Sonic Temple” é baseado nos 10 álbuns de estúdio do The Cult, com a peça central sendo as faixas centrais do Sonic Temple; Algumas dessas músicas não foram executadas desde que o álbum foi originalmente lançado. Cada show será uma reunião e uma celebração para os fãs do The Cult – uma oportunidade de se reunir por uma noite – um evento que será memorável para todos os que comparecerem. Como Billy Duffy declarou sobre a turnê em uma entrevista recente, “Eu gostaria que os fãs não apenas se permitissem uma pequena indulgência em tempos talvez mais felizes do final dos anos 80 por algumas horas em um show do ST19, mas também ficassem felizes que  a música agora é realmente sua propriedade, não nossa, e fazer com ela o que quiser.” TOUR Oct 15 Nottingham, UK –  Rock City Oct 17 Birmingham, UK – Academy Oct 18 Cardiff, Wales – Cardiff University Oct 20 Leeds, UK – Academy Oct 21 Aberdeen, Scotland – The Music Hall Oct 22 Glasgow, Scotland – Academy Oct 24 Manchester, UK – Apollo Oct 27 London, UK – Hammersmith Apollo Oct 28 Bristol, UK – Academy Oct 29 Portsmouth, UK – Guildhall

    https://thecult.us/ https://archive.beggars.com/

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  • ORTHOSTAT: “Monolith Of Time” é destaque no programa canadense The Headbanging Moose

    ORTHOSTAT: “Monolith Of Time” é destaque no programa canadense The Headbanging Moose

    O novo álbum dos catarinenses do ORTHOSTAT segue ganhando positivo destaque na imprensa especializada mundial.

    Após uma ótima resenha publicada pelo site canadense The Headbanging Moose, foi a vez do programa de web rádio dar destaque ao atual trabalho da banda, que foi executado NA ÍNTEGRA, ouça agora: https://www.mixcloud.com/theheadbangingmooseshow/the-headbanging-moose-show-s03e24-orthostat-monolith-of-time/

    Leia a resenha completa EM INGLÊS aqui: https://theheadbangingmoose.wordpress.com/2019/04/30/album-review-orthostat-monolith-of-time-2019/

    Encontre “Monolith Of Time” nas principais plataformas digitais:

    Spotify: https://open.spotify.com/album/6aUvHqS0brqUaLVt42WRuJ
    Deezer: https://www.deezer.com/br/album/84777342
    iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/monolith-of-time/1450238435
    Napster: https://us.napster.com/artist/orthostat
    Claro música: https://www.claromusica.com/album/6834010
    Amazon Music: https://music.amazon.com/albums/B07MZM8F16/B07MZMJPY5

    Para adquirir no formato físico diretamente com a banda escreva para [email protected] pelo Facebook em www.facebook.com/OrthostatDM.

    Contato para shows: [email protected]

    Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
    Sites relacionados:
    https://www.facebook.com/OrthostatDM
    https://www.youtube.com/channel/UCcmUFU2I1rpPOZf5BRyL9rQ
    https://orthostat.bandcamp.com/
    https://sanguefrioproducoes.com/artistas/ORTHOSTAT/65
    Fonte: Sangue Frio Produções

     

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  • BRUJERIA é a atração principal do Kool Metal Fest 2019

    BRUJERIA é a atração principal do Kool Metal Fest 2019

    No começo da década de 1990, o enigmático e ultrapesado Brujeria surgiu com suas letras em espanhol, provocativas, ácidas, carregadas de críticas sociais que permanecem pertinentes. A força descomunal da banda juntamente a seu peculiar carisma atravessou décadas e agora o Brujeria é uma peça vital no que se refere a música pesada. Não à toa é a primeira confirmada da nova edição do Kool Metal Fest, tradicional evento que em edições passadas já contou com nomes de peso como: Napalm Death, Suffocation, Violator, Krisiun, Ratos de Porão, entre outras. Em 2019, o evento acontece dia 10 de novembro, no Carioca Club (São Paulo). O Brujeria será headliner no festival, no entanto, outros nomes de peso do metal nacional serão anunciadas em breve. A edição de 2019 tem uma missão: ser explosiva e pesada como a edição passada, em 2016, quando  o palco foi literalmente partido ao meio! Naquele fest, a banda Possuído Pelo Cão quebrou o palco durante o set. A estrutura de alto padrão do Carioca Club, uma das principais casas de shows da capital paulista, possibilitará mais um Kool Metal Fest recheado de atrativos, além do espaço perfeito – e seguro – para incansáveis e insanos circle pits. Sobre a atração principal do fest, o Brujeria completa 30 anos agora em 2019. Foi formado em 1989 por americanos com ascendência latina. À época, ocultar os nomes reais dos músicos, alimentar boatos sobre seus rostos e também quanto à temas polêmicos envolvendo ilícitos, ajudou a criar uma mística em torno da banda, que logo estava fazendo muitos shows, com clipes na MTV e contrato com a Roadrunner. Sempre capitaneada pelo vocalista Juan Brujo, o Brujeria já teve inúmeras formações, com músicos do alto escalão do heavy metal. Hoje, também tem Fantasma (vocal, baixo), Bruja Encabronada (vocais femininos), Aa Kuernito (guitarra), Hongo (guitarra), Pinche Peach (vocal e samplers), El Criminal (guitarra) e Hongo Jr (bateria).
    SERVIÇO
    Brujeria no Kool Metal Fest 2019
    Data: 10 de novembro de 2019
    Horário: 15 horas (portas); 16 (início do evento)
    Local: Carioca Club
    Endereço: rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros/São Paulo
    Classificação etária: 16 anos
    Ingresso:
    Pista: R$ 100,00 (primeiro lote ingresso meia/promocional – mediante um quilo de alimento); R$ 200,00 inteira
    Camarotes: R$ 150,00 (primeiro lote, meia/promocional – mediante um quilo de alimento); R$ 300,00 inteira
    Ponto de venda sem taxa:  Loja 255 (galeria do rock), na Rua 24 de maio, 62, primeiro andar – sala 255. Telefone: (11) 33616951
    Produção: Agência Sobcontrole, Loja 255 e Cospe Fogo
    Turnê da Xaninho Discos
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  • Banda sueca VIDRO traz turnê ao Rio pela primeira vez e faz show na Audio Rebel

    Banda sueca VIDRO traz turnê ao Rio pela primeira vez e faz show na Audio Rebel

    Diretamente de Estocolmo, o grupo Vidro está em turnê pelo sudeste do Brasil. Depois de uma aclamada demo no fim de 2017, o projeto acaba de lançar o seu primeiro LP “Allt Brinner”. O show na Audio Rebel no dia 05/07 (sexta-feira) faz parte da 1ª tour brasileira do grupo. A abertura da casa fica a cargo do Tyranno, do RJ, e os mineiros do Carahter são os convidados da tour.

    No álbum “Allt Brinner”, Vidro mostra uma sonoridade que mistura um hardcore sujo característico das bandas escandinavas e punk mid-tempo com letras em sueco. As referências passam por Discharge, Crisis, Missbrukarna, Tozibabe e Cólera. A banda é sediada em Estocolmo, mas conta com membros suecos, americanos e brasileiros que tocam ou tocaram em bandas como Huvudtvätt (Headcleaners), Kurt i Kuvös, Avalanche, Alliance, IOSF, Diagnosis? Bastard! e Bad Nerve, entre outras.

    O Carahter, com seus quase 20 anos de estrada, vem de Belo Horizonte para mostrar seu post-metal com um pezinho no hardcore, que transita, ao mesmo tempo, pelos territórios do Sepultura, Neurosis, Isis, His Hero is Gone e Mastodon. Após lançar o álbum “Turvo” em 2017, a banda se prepara para um novo disco e promete músicas de toda sua carreira que vem desde o aclamado “Intenso Desespero Sobre a Decadência Humana”, lançado em 2002.

    Por fim, a carioca Tyranno faz o seu tradicional death metal, apresentando o repertório do álbum “Skulls, Horns & Lust”, lançado em 2017, e outras composições.

    A Audio Rebel é um espaço de resistência musical na Zona Sul e também de referência quando o assunto é música independente. Por lá, artistas internacionais e nacionais mostram os seus trabalhos autorais, em um clima descontraído e intimista. Além disso, o espaço organiza ensaios e grava discos de cantores independentes, além de ter uma loja de instrumentos musicais e uma oficina de luthieria (confecção de instrumento de cordas). A Audio Rebel fica na Rua Visconde de Silva, 55, em Botafogo.

    Serviço

    Vidro (Suécia), Carahter (MG) e Tyranno (RJ)

    Data: 05/07/2019 (sexta-feira)

    Horário: 20h

    Local: Audio Rebel

    Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

    Ingressos: R$ 20

    Classificação: 16 anos

    Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

    Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

    Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

    Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

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