Categoria: Roadie News

  • GUSTAVO SÁ: guiando o festival PORÃO DO ROCK até o próximo nível

    GUSTAVO SÁ: guiando o festival PORÃO DO ROCK até o próximo nível

    Em 2019, o festival brasiliense Porão do Rock chega a sua 22ª edição, mostrando que tem raízes fortes no tradicional cenário do rock da capital federal do Brasil. Acompanhando e encabeçando o festival desde a sua primeira edição está Gustavo Sá, um apaixonado por música que, há cerca de trinta anos promove shows de rock. Trata-se de uma figura influente e importante para o cenário local, mas que, com o seu trabalho, tem ajudado a mudar o patamar do rock em todo o território nacional. O passar dos anos sempre trouxe desafios, e, este ano, ele resolveu encarar mais um, como nos conta logo no início desta conversa, na qual fala sobre dificuldades, mas enaltece o valor e a grandeza de quem há tanto tempo trabalha com aquilo que mais ama. Confira abaixo o que Gustavo Sá tem a nos dizer sobre o Porão do Rock 2019, que, inicialmente ocorreria nos dias 16 e 17 de agosto e foi adiado para outubro (veja o comunicado AQUI).

    O Porão do Rock chega à sua 22ª edição, o que coloca o festival entre os mais duradouros do Brasil. Tendo estado à frente de todas as edições, quais são os desafios para manter um evento como este em nosso país?

    Gustavo Sá: São muitos desafios. Primeiro, é como se cada edição fosse a primeira edição. Não existe festival consolidado, não existe tudo certo, tudo resolvido, não existe… Todo ano é como se fosse o primeiro, e especialmente esse ano eu tomei uma atitude bem drástica, pois decidimos não usar verba pública em função dos últimos três anos muito problemáticos, com promessas não cumpridas, enfim. Nós resolvemos abrir mão e não pegar verba pública então o nosso grande desafio esse ano é esse. Nós precisamos aumentar um pouco o valor do ingresso, o que desagradou um pouco o nosso público que está bastante acostumado a pagar por ingressos muito baratos. Então nós precisamos fazer um trabalho muito grande de conscientização do nosso público. Olha galera, a gente realmente está precisando cobrar um pouco mais caro, mas é por que decidimos não pegar verba pública, e para o festival funcionar e se manter, nós precisamos que o nosso público nos apoie e entenda essa situação. Temos feito esse trabalho e sinto que está dando relativamente certo, estamos confiantes de que vai ser bem legal. Veja, nós voltamos a ter atrações gringas, temos atrações nacionais muito interessantes, conseguimos fazer um line-up coeso, enfim… Temos um dia dedicado a atrações musicais mais pesadas, Ratos de Porão, Dead Fish, Raimundos, Nervosa, Nuclear Assault, enfim. E o segundo dia é um dia de rock mais convencional, passando pelo indie rock, pop rock, algo com um pouco mais de pegada, mas não puxado para o lado mais extremo, algo mais tradicional.

    O thrash da Nervosa será uma das grandes atrações do ‘dia do metal’ na edição 2019 – Foto: Renan Facciolo

    A dificuldade principal é a captação de recursos?

    Gustavo: As dificuldades são inúmeras, mas a questão de captação de patrocínios… Aqui em Brasília basicamente você só consegue patrocínio se tiver alguma lei. As grandes empresas que estão aqui na verdade são filiais e não existe uma tradição do empresariado local de patrocinar, até porque não temos realmente grandes empresas locais. Afora isso, existe também a dificuldade de conseguir equipamentos públicos para realizar eventos. Em Brasília metade dos equipamentos estão caindo aos pedaços, precisando ser reformados, e temos sérias dificuldades. Eu acabei de passar por um problema: reservei o estacionamento do estádio em novembro do ano passado, planejei tudo e tal, e, faltando 29 dias para o evento, o pessoal da Secretaria de Esportes me liga dizendo que eu não posso usar o local porque a CBF pediu o estádio (risos). Existe um decreto aqui que prioriza os equipamentos esportivos para usos esportivos, o que realmente faz sentido, mas precisa haver alguma regra, certo? Eu não posso estar planejando há quase um ano e quando falta menos de um mês a CBF, que não deve ter planejamento nenhum, vem pede o espaço e tem essa prioridade.

    Você mencionou algumas bandas que fazem parte das atrações deste ano do festival Porão do Rock. Como funciona o agendamento de tantas atrações para uma mesma data?

    Gustavo: A questão principal é a seguinte: o Porão do Rock é um festival que se tornou grande para os moldes de um festival independente. Então a gente esbarra num problema que é a questão dos ‘headliners’. Somos um festival que precisa de headliners, pois temos uma estrutura grande, temos que ter um público razoavelmente grande. E para que isso aconteça, precisamos ter bandas que tragam um público razoavelmente grande. A questão no Brasil é que estas bandas são limitadas. Elas estão envelhecendo. Existe um hiato que aconteceu com a derrocada da indústria fonográfica e o advento da internet que, bem, na minha opinião, o último grande artista que conseguiu romper a barreira e se tornar ‘mainstream’ foi a Pitty, e daí acabou. Então o que acontece, as grandes atrações estão envelhecendo, as bandas estão acabando ou voltando. O problema então é ‘não repetir bandas’. A alternativa é buscar bandas internacionais, para compor o quadro. Bandas internacionais você tem que ter muito planejamento, tem que ter grana seis meses antes, é em dólar, e isso não é nada fácil. Montar o quadro de atrações de um festival como esse é uma partida de xadrez que precisa ser muito bem jogada, senão fica complicado.

    Ratos de Porão, a principal força do crossover toca no dia 16 de agosto – Foto: Wander Willian

    Apesar de tudo isso o festival permanece ativo e uma opção atrativa no calendário dos fãs de rock.

    Gustavo: Sim, exatamente. Existe muito envolvimento, as pessoas aqui se sentem donas do festival, e isso é incrível. Eu costumo dizer que a gente toma muita porrada porque as pessoas se sentem donas do festival, elas realmente sentem que a opinião delas é importante e que podem dizer o pensam, criticar, etc. Isso é incrível. É até engraçado, pois nas nossas redes sociais, quando começa uma discussão e algumas pessoas postam coisas mais ofensivas, nos atacando ou agredindo, o próprio público conversa entre si e resolve a questão (risos).

     Sim, uns atacam e outros defendem, e tudo vira fórum.

    Gustavo: Exato! Inclusive, o público do metal é o que mais nos critica, pois apesar de termos uma noite dedicada ao metal, não somos um festival do estilo. E aí, você sabe como é, o público do metal é o que mais nos ataca, ‘esse monte de banda bosta, bota banda de verdade’ (risos). Gente, vocês não estão entendendo. Não somos um festival de metal, somos um festival de rock que abriu um dia para o metal, é parte das nossas atrações.

    Falando do dia do metal, 16 de agosto, vocês têm algumas ótimas atrações confirmadas para este ano.

    Gustavo: Sim, temos muitas apresentações interessantes. Nervosa e Ratos de Porão já são bem tradicionais para os fãs de música pesada, tem o show especial do Edu Falaschi, recheado de participações especiais, tem o Nuclear Assault. E tem também aquelas atrações que eu talvez não colocaria no palco mais pesado, mas que colocamos pela questão do ‘headliner’ que eu comentei, como é o caso do Dead Fish e do Raimundos. Eles têm um público muito volumoso e a galera do som mais pesado curte, então os agreguei neste palco para dar mais pegada. E não podemos esquecer Project46, uma banda que tem crescido muito, e que, da nova geração do metal, talvez seja a banda brasileira que mais aparece. Quer dizer, para um festival que não é de metal, temos muitas atrações do estilo, e boas atrações.

    Com seu novo álbum “Matriz”, Pitty fará um dos shows mais concorridos do Porão do Rock – Foto: Mauricio Nahas

    Outra coisa muito interessante do Porão do Rock são as seletivas para o festival. Muitas bandas interessantes despontaram a partir daí, e esse ano teríamos novamente, estava agendado para julho. O que aconteceu?

    Gustavo: Elas vão rolar, sim, eu só adiei porque, diferentemente do festival, nas seletivas vou usar verbas públicas, pois são de graça. Então, consegui uma verba junto a Secretaria de Cultura para produzi-las de forma gratuita. Elas vão acontecer nos dias 9, 10 e 11 de agosto, uma semana antes do festival, da seguinte maneira: serão dez concorrentes em cada dia, concorrendo a uma vaga por dia. Cada dia teremos uma banda de Brasília convidada, que abrirá para o headliner da noite. Sempre gostamos de apoiar a cena de Brasília, então nós convidamos algumas bandas daqui que já estiveram entre as atrações do festival, mas que não apareceram em 2019, e convidamos para este palco, é mais uma forma de apoiar a cena local. Bem, e claro, cada noite terá seu headliners. Dia 9 será o Gloria, dia 10 o Autoramas e dia 11 o Matanza Inc. Serão então doze bandas em cada noite de seletivas, cada uma elegendo uma vencedora, shows com bandas de Brasília e mais as bandas principais de cada noite, e tudo isso de graça. Quer dizer, o ingresso do festival esse ano está mais caro, mas serão dois fins de semana, um de graça e o outro pago. É transformar limão em limonada, sempre tem dificuldades, mas sempre vale a pena.

    Tem alguma apresentação em especial que você esteja ansioso para ver como público?

    Gustavo: Sim, acho que sempre tem, né? Tem uma banda de Londres (ING) que ainda não é muito popular aqui, mas que eu gosto muito e estou muito curioso para ver, o Demob Happy. O Nuclear Assault eu também nunca vi, e acho que vai ser bem legal, estou bem curioso. Tem, claro, a banda do meu irmão, o Rumbora, que está dez anos sem tocar e que vai se apresentar no festival, então é algo bem especial para mim. Enfim, acho que o legal do festival não é uma banda específica, mas o lance todo, todo o pacote.

    O que o motiva a continuar com o festival todos os anos, apesar dos desafios?

    Gustavo: Bom, eu sou um cara desse ambiente, esse é o meu lugar. Eu tenho 53 anos, sou alguém que chegou a Brasília em 1977 e vi o rock de Brasília nascer, andava com essa galera, vários músicos, artistas, fotógrafos dessa época são grandes amigos meus e isso fez parte da minha formação aqui em Brasília. E como eu sou da primeira geração e o meu irmão é da segunda geração do rock de Brasília (N.R: Gustavo é irmão de Alf, guitarrista e vocalista do Rumbora), viviam lá em cada Digão (Raimundos), Gabriel (Autoramas), essa molecada toda. E o meu irmão era um tarado com isso, desde pequeno, ele montou a primeira banda com onze anos, e toda essa galera frequentava a nossa casa, tinha acesso as nossas coisas, nossa coleção de discos e tal. Então, essa é a minha história, e parte da minha vida. Eu não me vejo não o fazendo.

    A lenda thrash Nuclear Assault (EUA) é a principal atração internacional para os fãs de metal – Foto: Divulgação
    • COMUNICADO IMPORTANTE – PORÃO 2019 ADIADO!
    Informamos que o Porão 2019 foi ADIADO! A mudança de data ocorre devido ao uso do Estádio Nacional pelo Campeonato Brasileiro. Desse modo, respeitando o Decreto 34.561 de 09 de agosto de 2013, que prioriza o uso do Estádio para eventos esportivos, a Secretaria de Esportes solicitou a mudança de local do festival. Infelizmente, essa mudança inviabilizou uma série de tramites e prazos burocráticos imprescindíveis para a realização do Porão como divulgado. O Porão acontecerá em outubro, em área 100% COBERTA (divulgação em breve) e manterá em seu line-up nomes como Raimundos, DeadFish, Project46, Rumbora, Academia da Berlinda, Rincon Sapiência, Supercombo. Mais bandas serão confirmadas. Outra boa novidade é que os ingressos para o festival terão valores menores, visando atender ao público cativo do Porão que nos acompanha nesses 21 anos. O festival então, volta a contar com incentivos públicos e, por isso, terá ingressos a valores mais acessíveis. Para os fãs do Nuclear Assault outra boa notícia: o show da banda será MANTIDO e acontecerá no dia 15 de agosto, no Toinha Brasil Show. Em breve divulgaremos mais informações. Se você já tinha adquirido seus ingressos para o Porão, fique tranquilo. TODOS serão reembolsados integralmente. No caso de compra online, a Sympla fará o estorno diretamente para as contas/cartões da compra. Se você adquiriu em um ponto de venda, basta retornar a ele para receber o reembolso. Informamos ainda que as Seletivas do Porão estão mantidas e acontecerão no próximo final de semana (9 a 11 de agosto), no estacionamento do Teatro Nacional, com entrada franca mediante doação de 1kg de alimento. As bandas selecionadas tocarão no palco principal do Porão na nova data. Nos vemos no Porão em outubro, mantendo nossa vontade maior: fortalecer dia após dia a potente cena do rock! Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • LEATHERWOLF anuncia nova formação e divulga nova música, “The Henchmen”

    LEATHERWOLF anuncia nova formação e divulga nova música, “The Henchmen”

    O LEATHERWOLF anunciou sua nova formação, incluindo o baterista Dean Roberts, o guitarrista Geoff Gayer e o baixista Paul Carman, responsáveis pelos clássicos Leatherwolf (1987) e Street Ready (1989), o guitarrista Rob Math e o novo frontman Keith Adamiak. O trabalho em um novo álbum de estúdio está em andamento com vistas ao lançamento no outono de 2020. Uma das primeiras músicas completadas, The Henchmen, pode ser ouvida abaixo.

    A banda disse: “Como muitos de vocês já sabem de um post anterior no Facebook, nós nos separamos do nosso vocalista Michael Olivieri pela segunda vez. Esse movimento se tornou inevitável devido a divergências sobre a direção musical da banda, assim como negócios e razões pessoais. Felizmente, conseguimos encontrar um talento vocal jovem e promissor em Keith Adamiak, em nosso próprio território, em Orange County. Keith tem uma ótima voz para cantar metal, é 100% dedicado à causa e cheio de entusiasmo, e nos mostrou que tem o que é preciso para o LEATHERWOLF se mover rumo ao futuro com confiança.

    “À medida que avançamos, a nova encarnação do LEATHERWOLF contará com as guitarras gêmeas de Geoff Gayer e Rob Math, junto com um terceiro guitarrista que anunciaremos quando chegar a hora. O Triple Axe Attack continua vivo! Paul Carman, que está no Colorado atualmente, também se juntou ao grupo e trabalhar na seção rítmica ao lado de Dean Roberts no novo álbum. Neste momento, nosso foco principal é escrever e gravar material novo. Temos Roy Z (BRUCE DICKINSON, JUDAS PRIEST) – que tem sido um fã da banda desde os dias em que tocávamos em festas de quintal – no estúdio com a gente ajudando a acertar as coisas. Todo mundo vem contribuindo com riffs, letras, arranjos, melodias, com quatro músicas completadas até agora. Aproveitem The Henchmen, para terem uma ideia do que temos feito. O clássico LEATHERWOLF com um toque a mais.”

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  • FACES OF DEATH apresenta lyric video para ‘Priest From Hell’

    FACES OF DEATH apresenta lyric video para ‘Priest From Hell’

    O quarteto paulista Faces Of Death, que atualmente encontra-se em processo de composição do sucessor de “From Hell”, apontado como um dos destaques de 2018 pela imprensa especializada no metal, apresenta o lyric video para a faixa “Priest From Hell“. “O designer José Marcos nos presenteou com este lyric video. Ele entendeu o recado que queríamos passar, pois não concordamos com esta lavagem cerebral que as instituições religiosas fazem com os fiéis. A música representa um grito de revolta contra a imposição do pensamento vigente que aprisiona e escraviza a mente humana de modo geral. A letra é nada mais que uma forma de mostrar a indignação às instituições que enganam os fiéis vendendo o medo e aproveitando de momentos de fragilidade das pessoas”, explicou Laurence Miranda. “Minha influência veio do disco ‘Gods of Violence’, do Kreator. E o ‘Sacerdote do Inferno’, como aponta o título, são os padres, pastores e todos que, de alguma forma, enganam as pessoas para tirar dinheiro delas”, acrescentou o vocalista e guitarrista.

    Veja o lyric video de Priest From Hell abaixo.

    O designer José Marcos contou como resolveu homenagear o Faces of Death com o lyric video. “Escuto metal desde a adolescência e como a banda Faces of Death passa a energia e a força que sempre admirei e curti neste padrão musical. Assim, com o conhecimento que adquiri, achei que poderia criar algo que passasse o sentimento que tenho quando escuto suas músicas. É uma  homenagem de quem curte e admira muito o trabalho da banda.” O canal do YouTube do Faces of Death também conta com o lyric video para “King of Darkness” e o clipe de “Fucking Human Gods”, além do clipe para a versão de “Black Magic”, clássico do Slayer, lançado recentemente. “O Slayer sempre nos inspirou a tocar. Como já tocamos ‘Black Magic’ em nossos shows, decidimos fazer esta homenagem para agradecer o que a banda representa para nós e para todos que tocam thrash metal”, concluiu Laurence Miranda. Faces of Death Criado na cidade de Pindamonhangaba (SP) em 1990, o Faces of Death logo chamou a atenção com seu thrash metal. Na época, o grupo soltou duas demos, mas não chegou a gravar um registro oficial. Após quase duas décadas inativo, retomou as atividades em 2016 e passou a tirar o atraso, lançando o EP “Consummatum Est” (2017) e o debut, “From Hell”, em 2018. Laurence Miranda (vocal e guitarra), Felipe Rodrigues (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Sidney Ramos (bateria) seguem compondo músicas novas para lançar o segundo álbum, sucessor de “From Hell”, em 2020. Site relacionado: www.facebook.com/facesofdeathband Contato para shows e merch: [email protected]

    Fonte: ASE Press Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • ACID REIGN: Confira o novo single, “The New Low”

    ACID REIGN: Confira o novo single, “The New Low”

    Um dos nomes mais conhecidos da cena thrash metal do Reino Unido, o ACID REIGN lançará seu terceiro álbum completo em setembro, via Dissonance. Intitulado The Age Of Entitlement, o novo álbum dos britânicos será lançado em 27 de setembro, e tem capa criada pelo renomado artista Mark Wilkinson, que trabalhou anteriormente com o IRON MAIDEN, JUDAS PRIEST e MARILLION.

    Abaixo você confere o vídeo oficial para o primeiro single do disco, The New Low.

    O vocalista Howard “H” Smith comentou: “Para o nosso primeiro álbum em 29 anos, foi extremamente importante encontrarmos a casa certa e eu sinto que temos. ‘The Apple Core Archives’ em 2014, que foi uma experiência livre de problemas, então vamos lançar uma coletânea de quatro discos do ACID REIGN após o lançamento do novo álbum, porque eu encontrei algumas coisas mais antigas e nossos dois singles precisam de um lar em CD.

    “Nós mal podemos esperar para soltar esta fera e pegar a estrada em apoio a ela. Uma vez lançado, serão dois anos desde que começamos a escrever e um ano desde que a gravamos. Ninguém está tão interessado quanto nós por todos vocês ouvirem. Ao longo dos próximos meses, vamos fornecer todas as informações. Temos tantos planos para coisas realmente legais que achamos que todos vocês vão amar. Fiquem ligados.”

    Steve Beatty, superintendente da gravadora, disse: “É ótimo que eles estejam de volta com um novo álbum, e estou feliz que eles estejam nesta gravadora. É uma ótima adição à lista e estou empolgado com o novo álbum. Contanto que eles não o façam mais covers de músicas do BLONDIE, eu estarei feliz.”

    Em 1991, o ACID REIGN deixou uma cena do Reino Unido com um último show no London Marquee. Eles fizeram turnês com nomes como NUCLEAR ASSAULT, DARK ANGEL, EXODUS, FLOTSAM AND JETSAM, DEATH ANGEL e CANDLEMASS. Durante esse período, eles lançaram dois álbuns completos, The Fear e Obnoxious, após sua estreia com o mini-álbum de 1988, Moshkinstein. Uma compilação final, The Worst Of Acid Reign, foi lançada e sua carreira breve, mas altamente produtiva, chegou ao fim.

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  • ARDOURS (com Mariangela Demurtas do TRISTANIA) lança o vídeo para “The Mist”

    ARDOURS (com Mariangela Demurtas do TRISTANIA) lança o vídeo para “The Mist”

    O ARDOURS, uma nova banda gothic metal com a vocalista Mariangela Demurtas (TRISTANIA) e o multi-instrumentista e produtor Kris Laurent lançará seu álbum de estreia, Last Place On Earth, em 09 de agosto, via Frontiers Music Srl. Abaixo você confere o video oficial para uma das músicas do álbum, intitulada The Mist.

    Originalmente formado em 2015, o ARDOURS foi o produto da amizade de longa data de Mariangela e Kris, e do envolvimento de ambos com a cena metal da Sardenha (Itália). Em 2006, Mariangela se mudou da Itália e se juntou à banda norueguesa TRISTANIA, mas ela e Kris sempre mantiveram contato. No final de 2015, tendo sempre admirado os talentos musicais um do outro, eles decidiram unir forças. Trabalho duro e dedicação foram a chave para o seu vindouro álbum de estreia, Last Place On Earth, que será lançado no final deste ano.

    “Quando eu entrei no TRISTANIA“, diz Mariangela, “a banda já tinha uma identidade forte e então eu tive que me encaixar no estilo deles, mas também tive que trazer algo novo e fresco ao som, e acho que nós trabalhamos muito bem. Estou muito orgulhosa dos dois álbuns que lançamos juntos.

    “O TRISTANIA tem mais um som introspectivo e articulado em comparação com o ARDOURS.

    “Sinto-me muito grata à banda pelo que aprendi ao longo destes anos. Mas, por outro lado, eu precisava de algo diferente, algo em que pudesse ser a vocalista principal, onde eu pudesse cantar as letras com paixão e com o calor da minha voz.

    “O ARDOURS tem mais influências do rock dos anos 80 em comparação ao TRISTANIA, incluindo um pouco de som new wave, que é algo que eu e Kris amamos.

    “Quando optei por fazer parte deste projeto, queria parecer muito expressivo sem ser técnico, para poder dar um tom mais nostálgico às letras. Foi assim que vi o som do ARDOURS e mal posso esperar que vocês ouçam essas músicas!”

    Fãs de bandas como THE GATHERING, LACUNA COIL, da nova fase do TIAMAT e afins devem manter seus ouvidos abertos para o ARDOURS. A banda começou a lançar amostras de suas músicas antes da estreia do primeiro single (programada para o final deste ano) a partir de hoje, então não deixe de acompanhá-las nas mídias sociais para ter uma ideia do que está por vir.

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  • OPETH: Mikael Åkerfeldt fala sobre o processo de gravação de “In Cauda Venenum”

    OPETH: Mikael Åkerfeldt fala sobre o processo de gravação de “In Cauda Venenum”

    O OPETH divulgou recentemente o título, o tracklist e a capa do seu 13º álbum, In Cauda Venenum, que será lançado em 27 de setembro via Moderbolaget / Nuclear Blast Entertainment. Abaixo você confere o vídeo onde Mikael Åkerfeldt fala sobre o processo de gravação do novo álbum.

    Sobre o direcionamento sonoro do novo álbum, Åkerfeldt disse: “Para nós, nesta fase com In Cauda Venenum, o peso não é obtido de guitarras com baixa afinação com vocais gritados. Isso não é necessariamente o que eu chamo de música ‘pesada’ hoje em dia, eu posso ouvir KORN e dizer: “Certo, isso é pesado”. Mas isso não significa nada para mim, quero dizer, eu leio coisas em revistas ou on-line. Li sobre bandas que têm o álbum mais pesado de todos os tempos, e eu não estou muito impressionado com isso. Certo, é legal, mas o que isso diz? O que isso significa? É uma missão impossível, ser a mais pesada. Isso já foi feito antes. Com o tempo, eu me cansei dessa questão. Claro, quando eu era mais novo, significava tudo para mim. Eu estava sempre em busca de peso na minha juventude, tentando encontrar o próximo nível de peso. Primeiro era o death metal, então eram bandas como o MESHUGGAH, mas o peso agora é mais sobre emoções, progressões de acordes pesados, música que tem peso não significa mais MESHUGGAH, embora na verdade eles sejam uma banda pesada. Eu não estou mais tentando entrar nessa.”

    Gravado no ano passado no Park Studios, em Estocolmo, In Cauda Venenum será lançado em duas versões, em sueco e inglês. Vários formatos físicos e digitais estarão disponíveis e detalhes adicionais serão anunciados em breve.

    Antes do lançamento do álbum, o OPETH realizará shows em todo o mundo até o final do ano. Datas adicionais da turnê serão anunciadas em breve.

    O último álbum do OPETH, Sorceress, foi lançado em setembro de 2016. Para o primeiro trabalho da banda pela Nuclear Blast, através da editora Moderbolaget Records, o grupo retornou ao Rockfield Studios no País de Gales, também lar dos principais lançamentos de bandas como QUEEN, RUSH e JUDAS PRIEST, e onde os suecos haviam gravado Pale Communion em 2014, com Tom Dalgety.

    Em novembro passado, o OPETH lançou um álbum/vídeo ao vivo, Garden Of The Titans: Live At Red Rocks Amphitheatre.

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  • Evento na Central Panelaço marcou o lançamento de “Wine Of Gods”, novo álbum do HELLISH WAR

    Evento na Central Panelaço marcou o lançamento de “Wine Of Gods”, novo álbum do HELLISH WAR

    No último dia 19, o veterano grupo campineiro de heavy metal Hellish War recebeu a imprensa em coquetel realizado na loja Central Panelaço – de propriedade de João Gordo, vocalista do Ratos de Porão -, em São Paulo, para o lançamento de seu quarto álbum de estúdio, Wine of Gods. O material sucede os álbuns Defender of Metal (2001), Heroes of Tomorrow (2008) e Keep it Hellish (2013), além do ao vivo Live in Germany (2010). No novo álbum, Bil Martins (vocal), Vulcano e Daniel Job (guitarras), JR (baixo) e Daniel Person (bateria) apresentam dez músicas inéditas, sendo que Warbringer traz a participação especial de Chris Boltendahl, vocalista do lendário grupo alemão Grave Digger.

    Na coletiva, Person explicou o longo espaçamento de tempo entre os álbuns do grupo: “Quem nos conhece há um tempo sabe que o Hellish War, provavelmente, nunca será aquela banda que lançará um álbum todo ano. A gente só define o lançamento quando sentimos que o material faz jus ao legado da banda”. O baterista falou também do processo de composição: “Tem partes de algumas músicas que, na verdade, são coisas bem antigas. Inclusive, há algumas ideias que remetem aos tempos do Defender of Metal, de quase 20 anos atrás. Algo que nos deixou bastante satisfeitos ao longo de todo o processo de composição, foi a forma como, musicalmente, as ideias entre todos da banda seguem casando bastante. Isso é resultado de um tempo muito grande que estamos juntos. Bil chegou ao Hellish há sete anos. O restante está junto a pelo menos dezoito. Isso ajuda bastante no nosso entrosamento”. O fundador Vulcano complementou: “Estamos no mercado do heavy metal desde 1996, fazendo o possível pra não deixarmos cair esse estilo musical tão importante pra gente”.

    Composto durante os últimos três anos, grande parte em uma chácara na própria Campinas, Wine of Gods foi gravado no Omni Studio e no Reverbera Studio, situados, respectivamente, nas cidades paulistas de Cosmópolis e Santos. Já a mixagem e a masterização, assinadas por Ricardo Picolli, com quem a banda já havia trabalhado em Keep it Hellish, foram feitas fora do Brasil, especificamente em Londres (ING), no Picolli Studio. Assim como todas as anteriores, a capa do álbum ficou sob a responsabilidade de Eduardo Burato. Já o layout e o design gráfico do encarte foram feitos por Juh Leidl, vocalista do Freesome, que trabalhou também na arte gráfica do novo trabalho do Maestrick, Espresso Della Vita: Solare (2018). Importante informar que Wine of Gods foi integralmente financiado pelo Proac Editais, um programa de investimento direto do Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

    Wine of Gods está disponível em todas as plataformas digitais, além de estar sendo distribuído em CD Digipack pela Anti Posers Records. O proprietário da Anti Posers Jean Praelli estava presente no coquetel e comentou sobre como tem sido trabalhar com o Hellish War: “Só tenho a agradecer, sinto-me honrado de estar fazendo parte deste lançamento. Conheço o Hellish War desde o primeiro disco e sempre foi uma banda a qual sou muito fã, desde os 12 anos, acompanhando todos os lançamentos e indo aos shows. E agora, poder trabalhar, planejar diariamente turnês e lançamentos, fazendo parte de uma nova geração do heavy metal… Se todo mundo se inspirar e fizer esse tipo de coisa, teremos muitos anos de sobrevivência para o heavy metal”, alertou.

    Em data a ser divulgada, o álbum também sairá em vinil, por meio da Abigail Records, selo fundado no Brasil, porém estabelecido atualmente em Portugal. Através de nota divulgada previamente pela assessoria de imprensa da banda, a Som do Darma, o responsável da Abigail Lucas Romão falou sobre a parceria: “É sempre um prazer trabalhar com músicos tão competentes, que fazem música de qualidade e com muito amor ao metal”, comemorou. “Nossa história com o Hellish War já vem de alguns bons anos. Em 2001, quando ainda nem estávamos sobre a alcunha da Abigail Records, a banda se apresentou em um festival que produzimos na cidade de Piracicaba (SP). Depois de longos dezessete anos, nossos caminhos se cruzaram novamente e eles abriram o show do Armored Saint, em São Paulo. A partir daí, a parceria só veio a fortalecer”, revelou. “Fazer este lançamento em vinil é uma grande honra para nós. Mal posso esperar pelos próximos capítulos que estão se desenhando. Keep it Hellish!”, concluiu.

    Quanto aos planos do Hellish War para o início da divulgação de Wine of Gods, neste mês de agosto o grupo já tem fechado alguns compromissos. Na agenda, estão programados shows em Campinas, Sorocaba e Santos. Portanto, se você reside em alguma dessas regiões, ou mora perto, fique ligado!

  • KILLSWITCH ENGAGE: Confira o novo vídeo, “I Am Broken Too”

    KILLSWITCH ENGAGE: Confira o novo vídeo, “I Am Broken Too”

    O videoclipe oficial de I Am Broken Too, o novo single da banda americana KILLSWITCH ENGAGE, pode ser visto abaixo. A música é tirada do novo álbum do KILLSWITCH ENGAGE, Atonement, que será lançado em 16 de agosto pela Metal Blade Records nos EUA e pela Sony Music Entertainment no resto do mundo.

    A banda está doando uma parte dos lucros de I Am Broken Too para a ‘Hope For The Day’, uma organização sem fins lucrativos com sede em Chicago que se concentra na prevenção do suicídio, oferecendo educação de saúde mental através do uso de música e arte.

    “Essa música é muito próxima e querida para o meu coração”, explicou o vocalista Jesse Leach. “Eu queria que o ouvinte sentisse a urgência, o peso do tema, bem como uma possível conexão. Muitas pessoas sofrem com uma doença emocional de uma forma ou de outra. Eu não quero nada mais do que as pessoas sentirem que não estão sozinhas nessa situação. Há sempre alguém lá para ajudar, ouvir e que estará lá por você. Não perca a esperança e não deixe seu quebrantamento consumir você. O quebrado pode ser consertado, ou pelo menos, mantido. Você não está sozinho nesta luta”.

    Leach disse recentemente que a produção do próximo álbum do KILLSWITCH ENGAGE foi “o processo mais difícil que eu já tive que lidar, muito além de qualquer álbum que eu fiz, sem sombra de dúvida. A grande quantidade de material, minha cirurgia vocal, depressão, ansiedade e colapsos mentais completos contribuíram para o meticuloso processo”.

    Quanto à direção musical do novo disco, Leach disse: “Acredito que o álbum tem algo para todos que são fãs ou gostam do que faz o KILLSWITCH conhecido. Eu pessoalmente inclinei-me um pouco mais para o lado mais pesado das coisas, mas nós vamos ver como será o álbum quando tudo estiver dito e feito.”

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  • THE QUIREBOYS disponibiliza novo lyric video, “Original Black Eyed Son”, confira!

    THE QUIREBOYS disponibiliza novo lyric video, “Original Black Eyed Son”, confira!

    A banda britânica THE QUIREBOYS lançou seu novo álbum, Amazing Disgrace, em 5 de abril via Off Yer Rocka. O lyric video oficial do mais novo single do disco, Original Black Eyed Son, pode ser visto abaixo.

    Em seu novo álbum, THE QUIREBOYS superou seus próprios padrões. “A nova música superou todas as minhas expectativas”, admitiu o guitarrista de longa data Guy Griffin. “É o álbum mais diversificado que já fizemos”, acrescentou Paul Guerin, parceiro de Griffin nas seis cordas. E para uma banda que comemora seu 35º aniversário em 2019, isso quer dizer alguma coisa.

    Amazing Disgrace é o sexto álbum do THE QUIREBOYS em sete anos, mas ‘qualidade acima da quantidade’ continua sendo o mantra. Doze clássicos tipicamente evocativos do rock and roll, trilha sonora de uma banda no auge de seus poderes criativos.

    E a decisão de registrar Amazing Grace no mundialmente famoso Rockfield Studios acabou sendo uma decisão inspirada, já que o peso da história criou uma pressão única sobre uma banda determinada a evoluir.

    “Reunir todos em um dos estúdios mais icônicos do mundo definitivamente deu à nova música uma vibe diferente”, disse Griffin. “Todo mundo estava muito mais preparado, pois cada membro da banda se sentia muito envolvido no processo.

    “Eu estava realmente mais apreensivo do que o habitual ao ir para o estúdio. Eu não sabia como as coisas acabariam, mas a música que criamos foi melhor do que alguém poderia ter esperado.

    “Estamos em um ponto da nossa carreira em que realmente não damos a mínima para o que os outros pensam! Não quero dizer isso de maneira negativa, mas escrevemos músicas que podemos tocar com liberdade em um show ao vivo.”

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  • METALLICA anuncia transmissão de show comemorativo em cinemas

    METALLICA anuncia transmissão de show comemorativo em cinemas

    A lendária banda METALLICA, comandada por James Hetfield, anunciou em seu site oficial que o show comemorativo para marcar os 20 anos do álbum “S&M” (Symphony & Metallica) será gravado e transmitido em cinemas mundo afora. Intitulado “S&M²“, o registro da apresentação terá exibição em data única, no dia 9 de outubro, e será transmitido em mais de três mil salas de cinema, de diferentes cidades e países. A venda de ingressos para o filme começa amanhã, 7 de agosto.

    Em abril de 1999, o Metallica e a Orquestra Sinfônica de São Francisco fizeram um show histórico no Berkeley Community Theatre, na Califórnia, que deu origem a um CD ao vivo e um DVD com registros da apresentação, que  ganhou o nome de“S&M”. Nos dias 6 e 8 de setembro de 2019, o grupo sobe ao palco da Chase Center Arena, em São Francisco, nos Estados Unidos, para um concerto especial com a Orquestra Sinfônica da cidade, no qual serão apresentadas várias faixas do show de 1999, bem como versões sinfônicas de novas músicas lançadas pela banda desde então. O anúncio do show comemorativo dos 20 anos de “S&M” foi feito em março, nas redes sociais do Metallica, e as duas datas estão com os ingressos esgotados.

    O álbum ao vivo, que foi lançado depois da apresentação de 1999, ganhou diversos certificados de Ouro e Platina em diferentes lugares do mundo, incluindo no Brasil. Este disco apresenta duas faixas inéditas,”Minus Human” e “No Leaf Clover”, além de inúmeros hits do Metallica. Em 2001, a interpretação de “The Call Of Ktulu” ganhou um Grammy Awardna categoria Melhor Performance de Rock Instrumental.

    O Metallica está agora em turnê por alguns países da Europa, como Romênia, Áustria, República Tcheca, Polônia, entre outros. Em outubro, a banda segue para apresentar sete shows na Austrália e um na Nova Zelândia.

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