Categoria: Roadie News

  • MARTYRDÖD: Assista o lyric video de “Pharmacepticon”

    MARTYRDÖD: Assista o lyric video de “Pharmacepticon”

    A banda crust/punk sueca MARTYRDÖD lançou um novo single e lyric video oficial para Pharmacepticon, do próximo álbum da banda, Hexhammaren! O sétimo álbum de estúdio do MARTYRDÖD, Hexhammaren será lançado em 10 de maio de 2019 pela Century Media Records. O clipe para Helveteslarm, que você confere abaixo, foi produzido por Jimmy Johansson / Super Lino Puro.

    Gostaria de saber o que significa Helveteslarm? São os sons do puro ruído infernal, que são visualizados agora através do novo single / vídeo dos punks suecos MARTYRDÖD!

    O MARTYRDÖD comentou: “Helveteslarm é o som do inferno na terra. O som das forças do mal devastando o mundo pelo poder. Cães de guerra, belicistas usando a liberação como pretexto para especulação. O vídeo foi planejado e filmado ao longo de alguns dias, apenas algumas semanas antes do lançamento. A ideia era retratar algumas das forças motrizes reais por trás do conflito armado no mundo e sua crueldade”.

    A gravação de Hexhammaren foi mais uma vez feita por Fredrik Nordström no Studio Fredman (WOLFPACK, AT THE GATES, IN FLAMES) em Gotemburgo, Suécia. O álbum estará disponível como CD limitado com faixa bônus em sua primeira prensagem ou em LP 180gr.

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  • MEMORIAM: Em novo vídeo, banda fala sobre a gravação do novo álbum ao lado de Russ Russell

    MEMORIAM: Em novo vídeo, banda fala sobre a gravação do novo álbum ao lado de Russ Russell

    Os herdeiros legítimos do trono beligerante do death metal inglês, o MEMORIAM – que conta com Karl Willets (BOLT THROWER) nos vocais, Frank Healy (BENEDICTION, CEREBRAL FIX) no baixo, Scott Fairfax (CEREBRAL FIX) na guitarra e Andy Whale (BOLT THROWER) na bateria – lançará seu terceiro álbum de estúdio, Requiem For Mankind, em 21 de junho via Nuclear Blast.

    Abaixo, você confere o trailer onde a banda fala sobre o processo de gravação do novo álbum, ao lado do produtor Russ Russell.

    Enquanto o álbum de estreia do MEMORIAM, For The Fallen (2017), era pesado, dotado de uma energia depressiva e marcado pela memória da perda do amigo Martin Kearns (ex-baterista do BOLT THROWER, falecido em 14 de setembro de 2015), o segundo trabalho, The Silent Vigil (2018), mostrou um lado implacavelmente agressivo. Foi sem dúvida outro grande álbum, criado por músicos que entendem do seu ofício, confiam cegamente na sua arte, mas que não se repetem. Isto também se aplica a Requiem For Mankind. Mais uma vez, o peso é monstruoso, os riffs são implacáveis e a atmosfera é opressiva, paralisante e igualmente esmagadora. Os vocais agressivos de Willetts são sempre empolgantes e implacáveis.

    A banda afirma: “Bem, aqui estamos nós com o nosso terceiro álbum, Requiem For Mankind. Nos nossos álbuns anteriores, nós experimentamos diferentes estilos musicais e vocais que finalmente nos levaram ao aqui e agora, com aquele que pensamos ser o álbum definitivo do MEMORIAM. É death metal. É tudo o que sabemos. Parece que os álbuns anteriores foram uma escada para este novo registro. Nós finalmente conseguimos os ingredientes certos em um só lugar. Para frente!”

    Requiem For Mankind foi gravado no Parlor Studios em Kettering, Reino Unido, com o renomado produtor Russ Russell (NAPALM DEATH, DIMMU BORGIR, AT THE GATES, AMORPHIS). A impressionante arte do álbum foi mais uma vez criada por Dan Seagrave (BENEDICTION, DISMEMBER, HYPOCRISY, SUFFOCATION).

     
  • RIDERS OF DEATH VALLEY eleva nível do pesado psicodélico no EP de estreia

    RIDERS OF DEATH VALLEY eleva nível do pesado psicodélico no EP de estreia

    Três longos anos de compromissos entre composição e gravações culminaram no lançamento do EP homônimo que a Riders of Death Valley solta nas principais plataformas de streaming, via Abraxas Records. Confira: https://sl.onerpm.com/2513517835.

    Riders of Death Valley é rock pesado, com altas doses de fuzz e psicodelia. As quatro faixas deste registro destacam uma banda coesa e competente, dona de riffs potentes e melodias marcantes.

    O EP é um esforço coletivo de Patrick Antunes (bateria), Enrico Herrera (baixo), Eric Pfister (guitarra e vocal) e Murilo de Souza (guitarra), que estão há dois anos juntos. Cada canção reúne influências e ideias de cada integrante.

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  • HELL BOUND: Show em Brasília no Headbangers Attack Festival

    HELL BOUND: Show em Brasília no Headbangers Attack Festival

    Formada atualmente por Emannuel Thorsen (vocal), Fabrício “Fabricera” Rocha (guitarra), Guilherme Peixoto (baixo) e Leo Castro (bateria), a banda candanga HELL BOUND de Heavy/Speed Metal divulga sua participação na 17º edição do Headbangers Attack Festival, que será realizado neste sábado, 04/05, no Círculo Operário do Cruzeiro Velho, em Brasília/DF. O HELL BOUND dividirá o palco com as bandas Mutilator, Estado Revoltoso, Macakongs 2099, Males Fecundos, Sons of Rage e Bombardeio a partir das 17h, com ingressos custando R$ 30,00, com direito a CDs de bandas brasileiras para os 100 primeiros pagantes, além de sorteio de camisetas e CDs.

    Mais informações sobre o evento:

    https://www.facebook.com/events/401252634001501/

    HELL BOUND tem como influencias bandas clássicas como Judas Priest, Exciter, Accept, Grave Digger, Running Wild, Mercyful Fate, Metal Church e Manowar, e com o lançamento do álbum autointitulado, tem recebido resenhas positivas da imprensa nacional e internacional, ganhando espaço também em programas de rádio internacionais. As influências acima acabam criando uma sonoridade forte e em resenha na página House of Bootleg, o redator Gabriel Arruda comenta: “A vasta influencia é facilmente assimilada a grandes nomes da época, mas o quarteto campeia um ego inato nas suas composições enfezadas de peso. E sendo um disco de estreia, onde há a tradicional prova de fogo, eles conseguiram esse feito com total segurança.”. Na resenha, algumas faixas se destacam: “Outro destaque especial fica pra “Beyond the Gates of Hell”, que chama atenção pelas melodias introspectivas, cadencia dos riffs e a voz do Emannuel lembrando a de Zak Stevens (Savatage, Circle II Circle, Trans-Siberian Orchestra), não deixando de lados os riffs absurdos e os solos bem construídos de “Rain of Fire” e “Black Storm”.”.

     Ouça o álbum no Spotify:

    https://spoti.fi/2Rn2eYP

     Contatos:

    Facebook: www.facebook.com/hellboundheavymetal

    Instagram: www.instagram.com/hellboundmetal

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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  • VULCANO: Em vídeo, banda divulga mais informações sobre novo álbum, assista!

    VULCANO: Em vídeo, banda divulga mais informações sobre novo álbum, assista!

    Após anunciar que estariam compondo seu 17º trabalho, o VULCANO viajou até Curitiba/PR onde, no O Beco Estúdio, iniciou a produção do mesmo.

    Serão 10 faixas gravadas e produzidas por Ivan Pellicciotti, em sua conta oficial do Facebook, os santistas divulgaram um vídeo, contendo mais informações acerca deste álbum, além de cenas exclusivas das gravações, assista:

    https://www.facebook.com/VULCANOMETAL/videos/317102142523162/

    Em paralelo, o VULCANO foi confirmado no ‘Rocka Rolla Medallo Fest’ e estará em Medelín, Colômbia no próximo dia 02/06/2019 para se apresentar ao lado de outras 8 atrações de peso, confira o cartaz:

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/VULCANO_Rocka_Rolla.jpg

    Para mais informações acesse: https://www.facebook.com/rockarollafest/

    Contato para shows: [email protected]

    Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
    Sites relacionados:
    https://www.facebook.com/VULCANOMETAL
    https://www.vulcanometal.com/
    https://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/Vulcano/20
    Fonte: Sangue Frio Produções

     

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  • THE CROSS: Banda anuncia o guitarrista Daniel Fauaze, confira!

    THE CROSS: Banda anuncia o guitarrista Daniel Fauaze, confira!

    Os baianos do THE CROSS seguem apresentando novidades neste ano de 2019. Logo após lançarem seu álbum, “Still Falling”, o grupo anunciou o ingresso de mais um integrante à formação.

    Trata-se do novo guitarrista Daniel Fauaze, que ao lado de Eduardo Slayer (vocal), Paulo Monteiro (guitarra), Mario Baqueiro (baixo) e Luís Fernando (bateria), seguirá com os atuais projetos da banda, como divulgação do atual trabalho, além de ajudar com as novas composições.

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/THE_CROSS_Guitarrista.jpg

    Daniel Fauaze é um conhecido músico baiano, com 21 anos, já tocou nas bandas Unleash The Beast e Metamorfose e carrega influências de grandes nomes do Metal mundial, como My Dying Bride Iron Maiden, Dissection, Slayer, Manowar, Van Halen, Bloodbath, Gorguts, Suicidal Angels, Death, Skeletonwitch, Exodus e entre outros.

    O THE CROSS estará apresentando oficialmente esta nova formação ao vivo no próximo dia 01/06/2019, em Cícero Dantas/BA, onde foi confirmado como headliner no ’18º Boqueirão Rock Metal Festival’, e dividirá palco com Scarlet Peace, Infected Cells, Incestus Kadavericus e Act Of Revenge, confira:

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/THE_CROSS_Boqueirao_Lo_Res.jpg
    Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/2217088575017513/

    Contato para shows: [email protected]

    Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
    Sites relacionados:
    https://www.facebook.com/thecrossdoom/
    https://www.youtube.com/channel/UCAQmIpSnteUj6HDItI1oE_w
    https://thecross.bandcamp.com/
    https://soundcloud.com/the-cross-doom-metal
    https://sanguefrioproducoes.com/artistas/THECROSS/69
    Fonte: Sangue Frio Produções

     

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  • VICTORIZER, a nova banda de Vitor Rodrigues

    VICTORIZER, a nova banda de Vitor Rodrigues

    Vitor Rodrigues (ex-Torture Squad e Voodoopriest) está de volta com uma nova banda, Victorizer, que tem como proposta musical mesclar heavy metal e thrash metal. Completam o grupo o guitarrista Woesley Johann (ex- Krow), o baixista Vinícius Corvo (Neshamot), e o baterista Jorge Minduim.

    Considerado um dos maiores vocalistas do metal brasileiro, Vitor Rodrigues construiu uma carreira de sucesso com as bandas Torture Squad e Voodoopriest, com oito álbuns lançados e inúmeras turnês nacionais e internacionais. Com o Torture Squad, foi o vencedor do concurso Wacken Metal Battle de 2007.

    O Victorizer encontra-se em fase de composição, e em breve lançará seu primeiro registro. Enquanto isso, o vocalista dá prosseguimento ao projeto Vitor Rodrigues Attack, tocando músicas de sua carreira e fazendo tributo às bandas que o influenciaram.

    CONTATOS:

    (35) 99952-3478

    E-mail: [email protected]

    Facebook: https://www.facebook.com/victorizerofficial/

    Instagram: https://www.instagram.com/victorizerband/

  • SOTO leva a Origami World Tour ao Rio de Janeiro

    SOTO leva a Origami World Tour ao Rio de Janeiro

    Formada por Jeff Scott Soto (vocal), BJ (guitarra e teclados), Edu Cominato (bateria), Jorge Salan (guitarra) e Tony Dickinson (baixo), o SOTO se apresenta no Rio de Janeiro neste sábado, 4 de maio, para promover seu novo álbum, “Origami”, que chega às lojas no dia 24 deste mês. Além das músicas da banda, que tem outros dois discos lançados, “Inside the Vertigo” (2015) e “DIVAK” (2016), Jeff Scott Soto promete enlouquecer seus fãs tocando também alguns dos maiores sucessos de sua carreira, que inclui trabalhos com Yngwie Malmsteen, Axel Rudi Pell, Talisman, Sons of Apollo e vários outros. É uma oportunidade única para os cariocas verem de perto um dos grandes vocalistas da história do hard e heavy rock! SERVIÇO Local: Teatro Odisséia (Avenida Mem de Sá, 66 – Lapa – Rio de Janeiro) Data: 4 de Maio, sábado INGRESSOS 1º Lote – R$ 90 (ingresso promocional com 1 kg de alimento não perecível) 2º Lote – R$ 100 (ingresso promocional com 1 kg de alimento não perecível) 1º Lote – R$ 180 (ingresso Inteira) 2º Lote – R$ 200 (ingresso Inteira)
    • Os ingressos são limitados
    Para mais informações, acesse a página oficial do evento no Facebook clicando aqui! SOTO   [INGRESSO MEIA-ENTRADA – QUEM TEM DIREITO?] Válido para estudantes, doadores de sangue, acompanhantes de cadeirantes, funcionários da rede pública, maiores de 60 anos. [INGRESSO PROMOCIONAL – QUEM TEM DIREITO?] Qualquer pessoa mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento. Classificação: 18 anos (menores de 18 anos apenas acompanhados por responsável legal)
    • A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais.
    • Será expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras de qualquer tipo, tanto amadoras como profissionais ou semi-profissionais.
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  • NUCLEAR ASSAULT – 25 de abril de 2019, São Paulo/SP

    NUCLEAR ASSAULT – 25 de abril de 2019, São Paulo/SP

    Quem imaginaria poder um dia ver o Nuclear Assault tocando em uma unidade do Sesc? Pois bem, após alguns meses de negociações, o que parecia ser algo distante acabou se realizando – e em dose dupla! Nos dias 25 e 26 de abril, a lenda do thrash metal nova-iorquino aportou no Sesc Belenzinho. Ótimo para os headbangers paulistanos, que não perderam tempo e esgotaram rapidamente os ingressos, vendidos à preços populares. E independente do local, o próprio retorno do Nuclear ao Brasil já era motivo de comemoração. Isso porque em sua última passagem pelo Brasil (com o Exciter abrindo), em agosto de 2015, o grupo afirmou que aquela “Final Assault Tour” decretava o fim de suas atividades. Sorte nossa que, de lá pra cá, o Nuclear Assault seguiu fazendo shows esporádicos e mais uma vez nos visitou.

    Sem o baterista original Glenn Evans, dessa vez John Connelly (vocal e guitarra), Dan Lilker (baixo e vocal) e Erik Burke (guitarra) desembarcaram no Brasil com Nicholas Barker (ou simplesmente Nick Barker), músico de extenso currículo, com passagens por Dimmu Borgir, Cradle of Filth, Testament, Brujeria, Lock Up, Twilight of the Gods e muitas outras bandas e projetos. Antes de se apresentar em São Paulo, o quarteto passou, respectivamente, por Recife (PE), Limeira (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Vila Velha (ES). Pontual, o Nuclear Assault surgiu no palco às 21h30 e foi ovacionado pela massa de fãs que ocupou a pista da comedoria do Sesc Belenzinho. Em agradecimento, Connelly ergueu sua lata de cerveja, brindou, deu “olá” e puxou a pancadaria, que começou com a mesma trinca que abre o segundo álbum Survive (1988): Rise from the Ashes, Brainwashed – com refrão cantado em uníssono pelo público, que antes do anúncio gritou o nome de Lilker em coro – e F#. Antes dessa terceira, Dan Lilker relembrou à todos que em maio completa 30 anos que o Nuclear Assault tocou no extinto Dama Xoc (SP) – na ocasião, o grupo estreava em solo brasileiro.

    Na pausa seguinte, o carismático Connelly agradeceu: “é sempre um prazer vir ao seu lindo país. Aprecio vocês por virem ao nosso show. Muito obrigado pelo apoio ao longo dos anos”. Prosseguindo, a banda despejou mais de seu thrash metal rústico, com influência de hardcore, através da ‘motörheadiana’ Vengeance e também de After the Holocaust, ambas do debut Game Over (1986). No intervalo entre uma e outra, Lilker, sacou o celular do bolso e filmou o público por alguns instantes, depois que Connelly pediu que as luzes fossem acesas. Após a execução das duas músicas citadas, Lilker também agradeceu, perguntou aos fãs se estavam se divertindo e avisou: “é hora do (álbum) Handle with Care (1989)!”. Ao tentar anunciar, dizendo, “essa música se chama…”, o baixista foi “atropelado” por Connelly, que brincou: “tragam a cerveja” – como se esse fosse o título. Bom humor sempre foi característica marcante do Nuclear. Tanto que, como de costume, Burke tocou descalço o tempo todo. Prosseguindo, a eletrizante New Song foi a música em questão. Nesse momento, alguns headbangers ignoraram a autoridade dos seguranças e empurraram a grade que separava a pista do palco. Dois jovens até subiram e foram pro stage diving. Connelly curtiu e durante Critical Mass sinalizou para que as pessoas continuassem a subir e pular – poucos entenderam.

    Antes da próxima, arriscando-se num engraçado portunhol, o vocalista disse que todos eram bem vindos a subir no palco pra cantar e continuar o stage diving, e pediu que apenas tivessem cuidado com os equipamentos. Ele ainda arrancou gargalhadas (inclusive de Burke) quando, através de gestos, alertou que não era legal que quem estivesse na pista ficasse apenas olhando os ‘stage divers’ se esborrachando no chão, ao invés de segurá-los. Lilker tomou a vez e sacaneou: “Esta é do The Plague. Cantem junto se gostarem”. Sarcástico, Connelly emendou: “Todo mundo, cantando junto!”. A ironia da coisa é que a música Game Over é instrumental! No decorrer dessa, que, curiosamente, não entrou no álbum de mesmo nome, uma das cordas de Connelly quebrou (isso também aconteceu no show de 2015) e ele teve que trocar de guitarra. Depois veio Butt Fuck, outra do EP de 1987.

    Após o quarteto tocar Stranded in Hell, os fãs puxaram o coro de “Nuclear, Nuclear…”. Danny Lilker os interrompeu e os informou sobre outras do debut: “Aqui vão algumas merdas do Game Over!”. Vieram Sin e Betrayal. Depois dessa dobradinha, o quarteto mandou a mais recente de todas do repertório: a empolgante Analog Man in a Digital World, do EP Pounder, de 2015. Connelly esqueceu boa parte da letra, porém mais engraçado do que isso foi o que aconteceu antes de F# (Wake Up). Nick Barker estava aniversariando, coincidentemente, pela segunda vez em sua vida num show em São Paulo – a primeira foi em 2007, quando tocou por aqui com o Testament. Seus parceiros puxaram o “Parabéns Pra Você” da plateia, e um rapaz surgiu no palco segurando um bolo de chocolate. O destino da guloseima foi o rosto de Barker! Rindo, o baterista pegou alguns pedaços e os atirou na plateia. Depois disso, ele e Lilker arriscaram tocar o início de Iron Man, do Black Sabbath. Na intenção de retomar a normalidade do show, o baixista disse: “de volta aos ‘negócios’!”. Entretanto, antes de When Freedom Dies, Barker precisou limpar seu kit, que estava todo sujo de bolo, bem como a pista. Para os “surfistas de chão”, o piso escorregadio foi motivo de mais diversão!

    Próximo do fim da apresentação, aconteceu a parte mais hardcore do set, que foi a emenda entre as curtas, velozes e atordoantes My America, Hang the Pope e Lesbians, que sempre impressionam pela forma que só Lilker consegue cantá-las. Já a despedida do Nuclear Assault em sua primeira noite de turnê na capital paulista se deu com uma das músicas mais aclamadas de seu mais bem sucedido álbum, Handle with Care: Trail of Tears.

    Na tarde do dia seguinte, fomos recebidos pelos integrantes do Nuclear Assault no hotel em que eles estavam hospedados. Entrevistamos John Connelly para uma de nossas seções (a matéria será publicada em breve, em edição impressa da ROADIE CREW), mas também batemos um papo descompromissado com ele e com os demais. À este repórter que vos escreve, Nick Barker mostrou-se animado por poder comemorar mais um aniversário em São Paulo: “É ótimo! Eu amo o Brasil. Os fãs brasileiros são incríveis, muito apaixonados. Tenho um enorme respeito pelos fãs aqui. Foi muito especial comemorar dois aniversários, especialmente dessa vez, levando um bolo na cara!”, brincou. Sobre o show da noite anterior, Barker comentou: “Incrível! Eu realmente curti”. Bem humorado, revelou: “Eu só não imaginava que ganharia um bolo, ainda mais na minha cara! Foi divertido, tive uma noite especial”. Connelly também falou de seu sentimento pelo país: “Amo São Paulo, em particular. Faz 30 anos que visitamos vocês pela primeira vez. Achei Vila Velha uma cidade muito bonita. Sempre que nos dizem que iremos tocar no Brasil, penso: ‘Sério? Pô, legal!’”. Sobre um novo álbum do Nuclear Assault, explicou: “Por agora, é muito complicado. Eu vivo numa cidade muito pequena e distante, ao norte de Nova Iorque, sete horas de carro. Meu trabalho como professor não me proporciona muitos dias de folga. Eu gostaria de gravar ao menos outro EP, mas é muito complicado no momento”.

    Mais tarde, seguimos para conferir a segunda noite do Nuclear Assault no Sesc Belenzinho – sem autorização para fotos. Em termos de qualidade de som, assim como na noite anterior, teve quem achou a regulagem boa, e também quem achou tudo muito embolado. No repertório rolou pequenas alterações, a banda tocou uma música a menos, acrescentou Radiation Sickness, de Game Over, e cortou After the Holocaust e When Freedom Dies. Dan Lilker, que no primeiro show vestia uma bela camiseta do veterano grupo alemão Exumer, estampada com a capa do clássico álbum Possessed by Fire (1986), dessa vez entrou em cena homenageando o Sepultura. Quanto à plateia, ao contrário da primeira noite, em que apenas curtiu o show, nessa segunda se manifestou politicamente, após Critical Mass fez coro para “Fuck Bolsonaro”. Lilker entrou na onda, repetiu os dizeres, porém incluiu o nome do presidente americano Donald Trump no protesto. No mais, nada de tão diferente aconteceu nesse segundo show, que também durou cerca de uma hora e quinze minutos. E foi assim que novamente o Nuclear Assault se despediu do Brasil. Só tomara que ainda não tenha sido pela última vez.

  • MADNESS: Preparando o lançamento do novo álbum, “Explicit Horror”

    MADNESS: Preparando o lançamento do novo álbum, “Explicit Horror”

    A banda de Death Metal MADNESS nasceu na cidade de Piracicaba em 2005, tendo a frente o casal fundador Rô Moreira (baixo) e Alexandre J. Guerreiro (vocal). O grupo, que hoje é formado ainda por Mario Carvalho (guitarras) e Daniel Fuzaro (bateria), se propõe a fazer um Death Metal empolgante de muita técnica, brutalidade, riffs marcantes, tudo feito com muito ódio e peso. Uma proposta agressiva retrata o ódio, a revolta, a mente humana em sua maior complexidade. Suas letras falam pós-morte, sobrenatural, paranormalidade, dupla personalidade, exorcismo, horror, o mal enraizado. Influenciados principalmente por bandas nacionais de todas as verdades do Metal extremo, o MADNESS possui uma série de demos, splits, coletâneas e o álbum debut “Essence of Death” (2012).

    Todos os lançamentos receberam uma excelente divulgação, destacando as coletâneas e splits que foram lançados em vários países, como Filipinas, Malásia, França, Costa Rica, EUA, Sérvia e México. No Brasil o MADNESS tocou ao lado de grandes nomes do underground nacional e participou de importantes eventos, como o Evisceration Metal Fest na Bahia, dividindo o palco com dezenas de bandas brasileiras e com os americanos do SUFFOCATION. Em 2015 abriram o show do VITAL REMAINS em Limeira/SP e em Jandira/SP tocaram com o ONSLAUGHT. Também participaram de duas edições do Franca Metal Festival, ao lado de bandas como HEADHUNTER D.C. e KRISIUN.

    Atualmente o quarteto trabalha na finalização do novo álbum, “Explicit Horror”, previsão de lançamento ainda para o primeiro semestre deste ano. O CD contará com 10 faixas e a capa foi produzida pela própria baixista Rô Moreira. Segundo o vocalista Alexandre J. Guerreiro, “trata-se de um material forte e que mostra uma grande evolução da banda em relação ao debut“. Em entrevista para o site da Roadie Crew, Alexandre falou sobre este novo trabalho: “Estamos felizes com os sons novos, posso dizer que está muito pesado. Tem mais punch, tudo na medida. Estamos finalizando um trabalho que estamos curtindo muito. Divulgamos alguns sons no ultimo evento e a resposta foi poderosa em Franca. Isso é o que sempre priorizamos, ver como funciona ao vivo.”.

    E no próximo dia 15/06 o MADNESS estará dividindo o palco com o Mystifier e Justabeli na cidade de Campinas/SP, no festival Ceremony of Death, com entrada custando R$ 20,00. O evento será realizado no Hey Bulldog Bar, localizado na Rua Dr. Sales de Oliveira, 1043, Vila Industrial, a partir das 20h.

    Contatos:

    Facebook: www.facebook.com/Madness.Brazil

    Instagram: www.instagram.com/madness.deathmetal

    Youtube: https://www.youtube.com/Madnessdeathbr

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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