Categoria: Roadie News

  • KIP WINGER – 31 de março de 2019, São Paulo/SP

    KIP WINGER – 31 de março de 2019, São Paulo/SP

    “Hoje é meu último show no Brasil. E será o melhor!”, disse Kip Winger assim que surgiu no palco do Manifesto Bar, em São Paulo, no último domingo, 31. Era o fim de sua turnê acústica sul-americana, que antes passou por Florianópolis (SC), Brasília (DF) e Rio de Janeiro (RJ). Aliás, foi com esse formato de show, já realizado no mesmo Manifesto em 2009, que há exatos 22 anos o multi-instrumentista, líder do Winger e ex-baixista de Alice Cooper – com quem gravou os álbuns Constrictor (1986) e Raise Your Fist and Yell (1987) e que lhe recomendou batizar a banda como Winger -, se apresentou pela primeira vez no Brasil. Naquele dezembro de 1997, Kip aportou por aqui um mês após o hoje saudoso Jani Lane, que estava acompanhado de seus ex-companheiros de Warrant, Rick Steier (violão e guitarra) e Danny Wagner (teclado), também debutar no país, proporcionando o mesmo tipo de show. Depois de Kip e Jani, passou a ser comum outros cantores da era dourada do hard rock americano nos visitarem com turnês acústicas: Eric Martin (Mr. Big), Michael Sweet (Stryper/ex-Boston), John Schilitt (Petra), Jeff Scott Soto e John Corabi (The Dead Daisies, ex-Mötley Crüe, Union, The Scream e Angora) são alguns exemplos.

    Tendo dessa vez a companhia do percussionista e backing vocal Robby Rothschild, Kip Winger foi recebido por um público razoável em São Paulo. Empunhando seu velho e inseparável violão de doze cordas, o filho de pais jazzistas e ex-aluno de balé (curso que lhe rendeu altas performances de palco nos áureos tempos do Winger), deu início com Cross, música bacana de seu terceiro álbum, Songs from the Ocean Floor (2000). Aplaudido, Kip tinha na manga outras músicas de alguns de seus cinco álbuns solo. Porém, antes fez o público ferver com hits do Winger. O primeiro deles, Easy Come, Easy Go, do platinado In the Heart of the Young (1990), 15º colocado no chart Billboard 200, foi cantado em alto e bom som pelos fãs, principalmente no grudento refrão. Na sequência, a cativante Who’s the One, gravada em 1993 no terceiro álbum, Pull (o favorito deste redator, diga-se de passagem). Esta foi seguida por Can’t Get Enough, também de In the Heart of the Young, e Hungry, do debut Winger, de 1988, que deram um gostinho dos três primeiros e mais bem sucedidos materiais da carreira da banda nova-iorquina.

    Perfeccionista e exigente que é, em várias pausas entre as músicas Kip Winger solicitava dos técnicos de som uma melhora no volume de seu microfone. Porém, em nenhum momento ele perdeu a simpatia com o público. Sempre comunicativo e brincalhão, chegou até a puxar um “Parabéns Pra Você”, em homenagem a uma pessoa da plateia, que aniversariava. Dando continuidade, ele revisitou o mais “recente” álbum do Winger, Better Days Comin’ (2014), que considero ser o melhor entre IV (2006) e Karma (2009), que marcam a segunda fase do grupo. Falando em Better Days Comin’, se você ainda não conhece esse disco, recomendo ouvir a faixa título, que é sensacional e traz nítidas influências das bandas da Motown.

    Seguindo com o show, Kip e Robby executaram outros dois hits de In the Heart…: a climática Rainbow in the Rose e o hino-mor do Winger, Miles Away, em que o vocalista convidou uma garota da plateia a subir no palco para cantar com ele. Vale lembrar que a indelével balada fez muito sucesso no Brasil não só por seu clipe, que foi exibido à exaustão pela MTV e por programas como o extinto Clip Trip, da TV Gazeta, mas também por integrar a trilha da novela Felicidade (Rede Globo), exibida entre os anos de 1991 e 1992. Mais ainda, por um dos lendários comerciais do cigarro Hollywood, que sempre associavam imagens de esportes, vida saudável e natureza, com fundo musical de bandas de hard rock. E, ao contrário do que muita gente possa pensar, Miles Away não é uma composição de Kip Winger, pois tanto a música quanto a letra são de autoria do ex-tecladista/guitarrista do Winger, Paul Taylor, que, assim como o vocalista e baixista, também teve passagem pela banda de Alice Cooper.

    Depois de tocar a belíssima Spell I’m Under, mais uma de Pull, álbum que influenciou o Dr. Sin na época do pesado Brutal (1995) – inclusive, os irmãos Andria e Ivan Busic estavam no mezanino assistindo ao show, acompanhados de seu novo guitarrista, Thiago Melo –, Kip voltou a mostrar um pouco mais de seus álbuns solo. Vieram, How Far Will We Go, de seu debut This Conversation Seems Like a Dream (1996), a instrumental experimental Free, música de ritmo árabe oriunda de Songs from the Ocean Floor (2000) e, com Kip ao teclado, duas de From the Moon to the Sun (2008), as românticas Pages and Pages e Where You We Go.

    Aos 57 anos de idade e ainda desfrutando de uma voz incontestável, Kip Winger era ovacionando em algumas músicas quando resolvia soltar a garganta pra valer. E isso nem é surpresa para os fãs, que sabem e reconhecem o talento desse que um dia foi alvo (literalmente falando) para chacota do falastrão baterista do Metallica Lars Ulrich, e, injustamente, ridicularizado pelo desenho Beavis and Butthead, da MTV, por conta do jovem Stewart, um garoto que sempre usava camiseta do Winger e era vítima de bullying na mão dos dois personagens principais.

    Cabe ressaltar também que Kip Winger é compositor da premiada peça clássica “Ghosts” e de “Conversations with Nijinsky”, que celebra a vida do coreógrafo Vaslav Nijinsky. Tal gravação, executada pela San Francisco Ballet Orchestra em “C.F. Kip Winger: Conversations with Nijinsky, Ghosts & A Parting Grace” (2016), conquistou o primeiro lugar na categoria de música clássica tradicional da Billboard, além de ter sido indicada ao Grammy como Melhor Composição Clássica Contemporânea.

    O set seguiu com mais duas músicas do primeiro álbum do Winger. Porém, antes de começar a tocar Without the Night, Kip esqueceu-se da estrofe inicial e se concentrou em um jovem fã que estava à sua frente, na primeira fila da pista, ajudando-lhe a lembrar da letra. Muito legal isso. Em seguida, uma das mais aguardadas fez a alegria dos fãs, a balada Headed for a Heartbreak. A última de sua carreira solo a ser anunciada nem estava programada, mas, atendendo aos pedidos de alguns dos fãs, Kip tocou a balada pop Daniel, de This Conversation Seems Like A Dream. Um dos pontos altos da noite aconteceu na música que tenho como minha preferida do Winger (na verdade, pau a pau com a sempre esquecida Junkyard Dog): Down Incognito. Sempre tocada nos shows acústicos de Kip com um suingue diferente da pesada versão original, Down Incognito ficou ainda mais grooveada com a percussão de Robby Rothschild, que no decorrer dela teve uma performance cavalar, começando por um ritmo que até parecia ser influenciado pela música regional brasileira. Ainda com Down Incognito rolando, o músico foi aplaudidíssimo pelo público e arrancou um indisfarçável sorriso do “patrão”. Antes de encerrá-la, foi de arrepiar quando ele e Kip deixaram o refrão sob a responsabilidade dos fãs, que cantaram com empolgação.

    Dando números finais, dois hinos do álbum Winger: a viciante Madalaine, em que o afinado público segurou a bronca no que seriam os backing vocals originais da música, e a ingênua Seventeen. Mais uma vez, valeu a pena relembrar a adolescência regada à hard rock, quando quase furei meus autografados discos do Winger de tanto ouvi-los. Apesar do cansaço e da pressa em voltar para o hotel, Kip Winger não saiu do Manifesto sem antes atender quem ficou para cumprimentá-lo e garantir fotos e autógrafos. Torçamos agora para que Kip, além de Reb Beach (guitarra) e Rod Morgenstein (bateria), retornem em breve ao Brasil com o Winger, já que faz quatro anos que o grupo esteve aqui pela última vez, abrindo para o Mr. Big. Produção, fica a dica!

  • NAILED TO OBSCURITY: Vídeo ‘drum cam’ para a faixa-título “Black Frost”

    NAILED TO OBSCURITY: Vídeo ‘drum cam’ para a faixa-título “Black Frost”

    No mês de janeiro a banda alemã de doom/death metal NAILED TO OBSCURITY lançou seu álbum de estreia pela Nuclear Blast, Black Frost. Recentemente a banda divulgou um vídeo ‘drum cam’ onde o baterista Jann Hillrichs executa a faixa-título do álbum. Você pode conferir o vídeo abaixo.

    O vocalista Raimund Ennenga explica o significado das canções: “Enquanto tentamos direcionar nossa sanidade mental através da rotina diária e nos afirmar diante de nossos medos, nossas emoções mais sombrias são capazes de criar um fardo em segredo – elas são capazes de revirar a nossa mente. Nós tentamos capturar essa atmosfera nas letras e na música do nosso novo Black Frost. Um turbilhão sinistro”.

    Black Frost apresenta 7 novas faixas, que absorvem o ouvinte com a sua atmosfera deslumbrante, sem sacrificar o som notável da banda. O álbum foi gravado no Woodshed Studio (perto de Landshut, Alemanha) com o produtor V. Santura (TRIPTYKON, DARK FORTRESS, BARREN EARTH, OBSCURA, etc.), e a obra da capa foi mais uma vez elaborada por Santiago Caruso.

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  • NIGHTRAGE: Confira o lyric video de “Embrace the Nightrage”

    NIGHTRAGE: Confira o lyric video de “Embrace the Nightrage”

    O NIGHTRAGE lançou um novo lyric video, para a música Embrace The Nightrage. A música é tirada do novo álbum da banda, Wolf To Man, que foi lançado em 29 de março de 2019 pela Despotz Records.

    No final de 2018 a banda lançou o single By Darkness Drawn, que resumiria as ideias e o conceito que cerca o novo álbum. A banda declarou: “Com By Darkness Drawn, nós queríamos combinar nossas melodias de guitarra com a marca registrada do NIGHTRAGE com um drive de thrash metal direto, que entra em um refrão emocionante. Uma música direta do NIGHTRAGE, por assim dizer. E é isso que nós achamos que By Darkness Drawn é, uma pancadaria!”

    “A letra dessa música resume o conceito e o tema do álbum e lida com o fato de que estamos todos condenados, e sabemos disso. Incapazes de aprender com nossos erros, agora estamos todos à beira do abismo, paralisados pelo medo de nosso inevitável salto em direção à nossa própria extinção.

    “As letras do álbum anterior foram todas sobre a nossa jornada em direção ao nosso fim. Esta música é sobre estar lá agora, e apenas ter que aceitar isso como um fato.”

    O sétimo e mais recente álbum do NIGHTRAGE, The Venomous, foi lançado em março de 2017 pela Despotz Records.

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  • David Coverdale, sobre o DEEP PURPLE: “Estou feliz que permaneçam como ex-colegas”

    David Coverdale, sobre o DEEP PURPLE: “Estou feliz que permaneçam como ex-colegas”

    O vocalista e líder do WHITESNAKE, David Coverdale disse que a formação atual do DEEP PURPLE “impediu” Ritchie Blackmore de se juntar a seus ex-companheiros de banda no palco durante a cerimônia de indução ao Rock And Roll Hall of Fame de 2016.

    Blackmore é um dos fundadores do DEEP PURPLE, e escreveu muitos de seus riffs mais memoráveis, incluindo Smoke On The Water, mas ele não toca com o grupo desde sua saída em 1993.

    Steve Morse assumiu efetivamente a posição de Blackmore em 1994 e está no grupo desde então, o que significa dizer que está no grupo há mais tempo que Ritchie esteve.

    Em entrevista para a estação de rádio Z93 de Nova York, ao ser perguntado como foi a experiência do Rock And Roll Hall Of Fame, Coverdale disse: “Foi uma honra completa e absoluta. Mas eu só estava interessando no [ex-baixista do DEEP PURPLE/vocalista] Glenn Hughes, com o resto deles eu não passei meu tempo. Eles impediram Ritchie Blackmore de ir para ser homenageado como um Hall of Famer do Rock And Roll”.

    “Liguei para Ritchie e disse: ‘Venha comigo. Ninguém vai fazer nada’”, continuou Coverdale. “A primeira coisa que eu disse [durante meu discurso de aceitação] foi: ‘Sinto muito que Ritchie Blackmore não esteja aqui, sem o qual nenhum de nós estaria neste palco’, o que é absolutamente verdade. Então, Glenn e eu ficamos juntos e nos divertimos com os caras do CHICAGO, CHEAP TRICK, Steve Miller – todos foram simplesmente fabulosos.

    “Então, ex-colegas, fico feliz que eles continuarão sendo ex-colegas [risos]. Eles simplesmente não figuram em minha vida de qualquer maneira, de nenhuma forma”, acrescentou. “Eles têm uma filosofia inteiramente diferente, a ideologia e o que mais puder pensar – não poderia ser mais diferente”.

    As três primeiras formações do DEEP PURPLE foram introduzidas no Rock And Roll Hall Of Fame, incluindo Blackmore, o baterista Ian Paice, o falecido tecladista Jon Lord, além de vários cantores e baixistas – Rod Evans; Ian Gillan e Roger Glover; Coverdale e Hughes.

    Em 2017, o vocalista do DEEP PURPLE, Ian Gillan, derrubou a possibilidade de uma reunião com Blackmore, dizendo que “a chuva parou e o sol saiu” para o DEEP PURPLE assim que o guitarrista deixou o grupo. Ele também jogou sombra nas recentes apresentações do RAINBOW, dizendo que Blackmore “não está tocando rock and roll como ele costumava fazer”.

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  • ANDRALLS revela detalhes de ‘Bleeding For Thrash’

    ANDRALLS revela detalhes de ‘Bleeding For Thrash’

    Bleeding For Thrash“, sexto álbum de estúdio do Andralls, está com data de lançamento marcada: 25 de junho, através da Distro Rock Records e Metal Under Store. Gravado no Papiris Studio (SP) ao lado do produtor Caio Monfort, o material, segundo o baterista Alexandre Brito, foi composto “nos moldes antigos”. “Alex Coelho e eu compusemos a maioria das músicas fazendo jams de bateria e guitarra. Curiosamente, foi dentro da mesma sala em que começamos a tocar juntos lá pelos idos de 1993/94”, contou. “O processo foi longo, pois tivemos o cuidado de colocar todos os elementos que gostamos e havíamos usado nos discos anteriores. É thrash metal, mas traz pitadas de death, punk, metal tradicional, industrial e até referências de country music em uma das faixas”, revelou. Durante o processo de composição, o vocalista e guitarrista Alex Coelho foi diagnosticado com um câncer na tireoide, o que acabou atrasando o início das gravações. “Isso nos deixou bem apreensivos. Porém, com calma e atitude, Alex tomou a decisão de seguirmos compondo enquanto ele começava a se preparar para o tratamento, operação e todos os outros procedimentos da retirada do tumor”, explicou o baterista. “Ele ficou impossibilitado de cantar por cerca de seis meses e teve que praticamente reaprender a cantar para, enfim, entrarmos em estúdio. Hoje ele está curado e berrando mais do que nunca!”, acrescentou Brito. O título do álbum, inclusive, tem relação com o processo de composição e gravação, que também contou com a mudança de baixista, com a saída de Eddie C. e a entrada de Felipe Freitas. “Decidimos dar o nome de ‘Bleeding for Thrash’, que realmente caiu como uma luva. O disco traz um Andralls muito agressivo, técnico, sujo e rápido, como sempre foi. São pouco mais de 30 minutos divididos em 11 temas para headbanger nenhum ficar sem bater cabeça”, concluiu o baterista. A arte e o contexto gráfico ficou a cargo do tatuador Edu Nascimentto. O repertório de “Bleeding For Thrash” é o seguinte: 01 We Are The Only Ones 02 Andralls On Fire Part III 03 64 Bullets 04 Bleeding For Thrash 05 Legion 06 Noiséthrash 07 After Apocalypse 08 Imminent Cancer 09 Acid Rain – Fasthrash Version (Subtera) 10 On Fire 11 27*02*18 POCKET SHOW DE LANÇAMENTO: 29 de junho no Papiris Studio, que fica na rua Guaipá, 891 – Vila Leopoldina, São Paulo/SP. Andralls: Alex Coelho (vocal e guitarra) Felipe Freitas (baixo) Alexandre Brito (bateria) Discografia: Massacre, Corruption, Destruction (2000) Force Against Mind (2003) Fasthrash Live (2003) Inner Trauma (2005) Andralls (2009) Breakneck (2012) 15 Years Breaknecking – Live In Belem (2014, DVD) Site relacionado: www.facebook.com/andrallsfasthrash/ Contato para shows: [email protected] Instagram: @andrallsfasthrash YouTube: Andralls Thrash

    Fonte: ASE Press Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • BARONESS anuncia datas de turnê de estreia na América Latina

    BARONESS anuncia datas de turnê de estreia na América Latina

    A impressionante banda Baroness finalmente vai realizar imperdível show de estreia no Brasil, após 16 anos de estrada. Um dos nomes mais cultuados do heavy metal norte-americano na atualidade se apresenta, no próximo dia 23 de junho, na Fabrique Club, em São Paulo. Com o prestigio de já ter figurado no line-up de importantes festivais como Ozzfest Meets Knotfest, Hellfest, Sweden Rock, Rock am Ring, Rock im Park, Download Madrid, Download Paris, Graspop Metal Meeting, Tuska, Reading Festival, Lollapalooza Chicago, Bonnaroo, Roskilde Festival e Coachella, John Baizley (vocal/guitarra), Gina Gleason (guitarra), Nick Jost (baixo) e Sebastian Thomson (bateria) estão ansiosos para sentir o calor do público brasileiro. A única passagem do grupo pela América do Sul aconteceu apenas no já tradicional Rock al Parque, na Colômbia, em 2016. A venda de ingressos para a única performance no País inicia nesta sexta-feira (05/04), às 11h, pelo site do Clube do Ingresso (https://www.clubedoingresso.com) e pontos autorizados em Barueri, Belo Horizonte, Curitiba, Guarulhos, Osasco, Rio de Janeiro, Santo André, São Caetano do Sul e  capital paulista (https://www.clubedoingresso.com/ondecomprar).

    Mesmo seguindo na estrada ao lado do Deafheaven pelos EUA, o Baroness já está pensando na turnê promocional do seu tão aguardado novo álbum “Gold & Grey”, que será lançado no dia 14 de Junho via Abraxan Hymns. A pré-venda do disco está disponível em https://smarturl.it/baroness-goldandgrey. “Nosso objetivo é, foi e sempre será escrever músicas cada vez melhores, mais honestas e atraentes, e desenvolver um som mais original e desafiador. Tenho certeza de que acabamos de terminar nosso melhor e mais aventureiro álbum até hoje. Nós cavamos incrivelmente, nos desafiamos e gravamos um disco que eu tenho certeza de que nunca mais poderíamos reproduzir. Estamos todos muito animados e entusiasmados para tocar essas músicas psicóticas para nossos fãs. Esperem por algumas surpresas”, declarou o fundador John Baizley. O Baroness já foi indicado ao GRAMMY® Award pela música “Shock Me” na categoria “Best Metal Performance” e se apresentou no Metal Hammer Golden Gods 2018. No entanto, o grupo ficou mundialmente famoso com o lançamento do aclamado álbum “Purple” (2015), que atingiu 10º posição no Entertainment Weekly’s Top 40, além de figurar na lista dos melhores discos lançados daquele ano das principais revistas especializadas de todo o Mundo como a Rolling Stone. Links relacionados: https://www.facebook.com/YourBaroness https://www.facebook.com/liberationmcofficial https://www.facebook.com/UltimateMusicPR

  • AGE OF ARTEMIS lança “Monomyth” em todas as plataformas e lyric vídeo de “Reborn”

    AGE OF ARTEMIS lança “Monomyth” em todas as plataformas e lyric vídeo de “Reborn”

    A banda Age of Artemis acaba de lançar o novo álbum “Monomyth” no Brasil em todas as plataformas digitais como Spotify, Deezer, Google Play, ITunes e outras. No Brasil, o álbum foi lançado com o apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura. Além do álbum “Monomyth”, foi divulgado um lyric vídeo para a faixa “Reborn” em agradecimento ao apoio dos fãs.

    Assista o lyric vídeo de “Reborn” abaixo! Escute o álbum “Monomyth” nas plataformas digitais: Spotify – https://spoti.fi/2WHCcCD Deezer – https://bit.ly/2YJh0Ot Compre o álbum no site oficial da Age of Artemis: https://ageofartemis.loja2.com.br/ A Age of Artemis é formada por Pedro Campos (vocal), Giovanni Sena (baixo), Jeff Castro (guitarra), Gabriel Soto (guitarra) e Riccardo Linassi (bateria). A capa foi desenhada por João Duarte. “Monomyth é o trabalho que melhor nos representa. Estamos muito felizes com o resultado e acredito que iremos surpreender muita gente”, disse Giovanni Sena. O álbum “Monomyth” teve os violões, bateria, percussão e vocal gravados no “G2D Producoes Musicais” em Brasília, DF – Brasil, entre os meses de Maio e Julho de 2018 com os engenheiros de som Deniel Moraes e Gregoree Jr. Todos os baixos, guitarras elétricas e teclados foram gravados no “GT&L Studio” em Brasília, DF com a supervisão de Giovanni Sena. A mixagem e masterização foi realizada por Damien Rainaud no “Mix Unlimited” em Los Angeles, CA – USA, entre os meses de Agosto e Setembro de 2018. Age of Artemis – “Monomyth” – Tracklist: 01 – Status Quo 02 – The Calling 03 – Helping Hand 04 – Unknown Strength 05 – Lightning Strikes 06 – The Call of The Fear 07 – Reborn 08 – Endless Fight 09 – What Really Matters 10 – Where Love Grows 11 – A Great Day to Live 12 – Prelude to a New World Mais informações: https://www.ageofartemis.com.br/ https://www.facebook.com/ageofartemis/
  • TYLER BRYANT & THE SHAKEDOWN divulgam o single “On To The Next”

    TYLER BRYANT & THE SHAKEDOWN divulgam o single “On To The Next”

    A última novidade é a primeira de novas músicas do próximo álbum da banda, que chega em breve. O single e o próximo disco foram gravados com Joel Hamilton (Highly Suspect, Pretty Lights). OUÇA A NOVA MÚSICA EM TODAS AS PLATAFORMAS DIGITAIS NO LINK https://tbsd.lnk.to/OnToTheNext.

    “On to the Next foi inspirado em um show do Shakedown”, disse o guitarrista Tyler Bryant. “Nós aparecemos, deixamos tudo o que tínhamos lá e depois saímos. Nós fizemos isso independentemente de qualquer obstáculo desde que formamos a banda. Isso é algo que estou incrivelmente orgulhoso porque eu sempre valorizei a resiliência. A mentalidade ‘estamos aqui, não importa o que aconteça’ me inspirou a manter minhas energia e criar.”

    Ele compartilhou um olhar mais profundo sobre o significado pessoal e universal por trás da música, dizendo: “Com isso dito, sou frequentemente confrontado com dúvidas e angústias. Isso é natural quando você se entrega de todo o coração, com qualquer coisa. No caminho das novas sessões de gravação, esses sentimentos são peças-chave por trás de muitas letras, mas se encaixam na situação de “On to the Next”. As letras nasceram da atitude da música e para mim, isso é puramente uma canção de empoderamento”.

    Bryant finalizou: “Quando eu entro no palco, quero me sentir como o cara mais foda do lugar. Não importa quantos fãs incríveis do Shakedown apareçam, eu sou o único que posso fazer com que me sinta assim. Eu quero que essa música faça alguém se sentir como se ela fosse a única pessoa que ela precisa. “On to the Next” sou eu fazendo uma decisão consciente de deixar cada estágio que já passei na vida, no entanto, quando eu me encontro naquele laço vicioso de dúvida e ansiedade, eu sei que não sou o único que luta com isso. Todo mundo tem suas próprias montanhas para escalar e todos nós temos para aproveitar nossa própria essência e usá-la para nossa vantagem. Essa música existe apenas para fazer com que todo mundo que ouça tenha a sensação de ser a pessoa mais foda do mundo.”

    Mais Informações, acesse:

    https://www.facebook.com/TylerBryantAndTheShakedown/ https://www.tylerbryantandtheshakedown.com/ https://twitter.com/tbshakedown? https://www.instagram.com/tbshakedown

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  • I AM MORBID rompe com o guitarrista Ira Black e anuncia substituto

    I AM MORBID rompe com o guitarrista Ira Black e anuncia substituto

    A banda de death metal I AM MORBID se separou do guitarrista Ira Black (METAL CHURCH, LIZZY BORDEN) e o substituiu por Kelly McLauchlin.

    McLauchlin fará sua estreia ao vivo com o I AM MORBID na turnê europeia Morbidfest 2019 em abril. Também aparecem na turnê as bandas ATROCITY, VITAL REMAINS e SADIST.

    I AM MORBID é a banda que conta com os ex-membros do MORBID ANGEL, David Vincent (vocal e baixo) e Tim Yeung (bateria), ao lado do guitarrista Bill Hudson (CIRCLE II CIRCLE, TRANS-SIBERIAN ORCHESTRA).

    A atual turnê europeia do I AM MORBID mostrará o grupo executando o material dos álbuns clássicos do MORBID ANGEL, Altars Of Madness (1989), Blessed Are The Sick (1991), Covenant (1993) e Domination (1995).

    Vincent disse ao ‘Ghost Cult’ sobre a formação do I AM MORBID: “Tinha sido discutido de vez em quando por alguns anos, mas, como dizem, ações falam mais alto que palavras. Embora tenha sido emocionante discutir, a ideia foi interrompida por alguns anos, até que eu decidi passar por algumas mudanças pessoais em minha vida, e realmente absorver a possibilidade de isso acontecer. Eu fui em frente e foquei na minha música de raiz, mas isso continuou persistente, e agora é hora do I AM MORBID finalmente acontecer. “

    Sobre o setlist do I AM MORBID, Vincent disse: “Como tudo que eu faço, eu quero fazer disso algo especial. Essa banda é muito diferente do MORBID ANGEL. Se você quiser ver um show do MORBID ANGEL, você sabe para onde ir, mas isso não é o que fazemos. Só vou tocar músicas que escrevi nessa turnê. Se eu não escrevi, não tocamos, vamos mudar coisas aqui ou ali para fazer disso algo mais original, mas vai ser um show brutal. Eu posso te prometer isso.”

    O polêmico álbum de 2011 do MORBID ANGEL, Illud Divinum Insanus, marcou o primeiro disco do grupo a incluir Vincent desde Domination.

    Vincent deixou o MORBID ANGEL em 2015. Ele foi substituído por Steve Tucker, que já havia tocado baixo e vocal nos álbuns Formulas Fatal to the Flesh, Gateways To Annihilation e Heretic do MORBID ANGEL.

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  • TRONOS: Confira o vídeo oficial de “Judas Cradle”

    TRONOS: Confira o vídeo oficial de “Judas Cradle”

    O TRONOS lançou o videoclipe oficial de seu segundo single, Judas Cradle. O clipe intensamente atmosférico, criado por Khaled Lowe, Sam Edwards e Caleb Carney para a A-Side Films, pode ser visto abaixo. A faixa é tirada do álbum de estreia do TRONOS, Celestial Mechanics, que será lançado em 12 de abril pela Century Media Records.

    O TRONOS marca uma verdadeira colisão entre dois heróis criativos do underground metal: Shane Embury (NAPALM DEATH, BRUJERIA) e o produtor Russ Russell (AT THE GATES, DIMMU BORGIR, NAPALM DEATH). O projeto também conta com o baterista Dirk Verbeuren (MEGADETH, SOILWORK).

    O TRONOS declarou sobre a música: “Judas Cradle é o nosso segundo single e mostra mais do lado épico do álbum, é uma verdadeira jornada pela nossa viagem musical. Nós realmente nos soltamos nela. Embora na superfície a história seja ambientada na fantasia, liricamente ela desenha um forte paralelo com as lutas da humanidade que vive neste planeta agonizante, então pode parecer muito obscura e deprimente … mas fique com ela, há luz e esperança para todos nós! ”

    Sobre o clipe, o TRONOS disse: “O vídeo de Judas Cradle é uma viagem atormentada e distorcida através dos muitos níveis do inferno de um homem preso em sua própria mente. Tivemos fortes visões do tipo de sentimento que queríamos transmitir e o tipo de extravagância visual alucinante que sentimos que essa música exigia. E os cineastas Khaled Lowe, Sam Edwards e Caleb Carney fizeram um trabalho incrível de capturar nossas imaginações torturadas.”

    Celestial Mechanics também apresenta uma série de aparições ilustres de convidados: Denis “Snake” Belanger (VOIVOD; vocais), Erica Nockalls (THE WONDER STUFF; vocais e violino), bem como nada menos que três lendários baixistas, Billy Gould (FAITH NO MORE), Troy Sanders (MASTODON) e Dan Lilker (NUCLEAR ASSAULT, S.O.D.). O álbum foi mixado por Jaime Gomez Arellano (GHOST, SOLSTAFIR, PARADISE LOST, ULVER) e Russ Russell.

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