O guitarrista sueco Joakim Karlsson deixou a banda de death metal BLOODBATH.
O guitarrista anunciou sua saída através de um comunicado postado na página do Facebook da banda. Ele escreveu: “Estou guardando meu colete do BLOODBATH para sempre.
“Para ser honesto, eu nunca me considerei um guitarrista – pelo menos não particularmente bom – apenas alguém que toca guitarra por necessidade, pois eu não seria capaz de escrever minha música de outra forma. O BLOODBATH precisa de um guitarrista; alguém que pode tirar esses solos rápidos e malignos e tudo mais, e para ser completamente honesto, esse cara simplesmente não sou eu. O BLOODBATH precisa de alguém que possa fazer justiça a banda.
“Eu tive apenas bons momentos com a banda, e eu estou feliz por ter feito parte disso no último ano e meio, mas agora eu vou fazer outras coisas. (Eu me lembro vagamente de ter uma banda principal que não recebeu a atenção que merece durante o ano passado, acho que vou me concentrar nisso por um tempo.) Certo, fãs do BLOODBATH, espero que pelo menos eu tenha conseguido convencer alguns de vocês a ouvir o CRAFT.
“A propósito, alguns de vocês estavam tentando adivinhar quais músicas eu escrevi para The Arrow Of Satan Is Drawn [último álbum do BLOODBATH, de 2018]. Eu escrevi Wayward Samaritan (música / letra), Only The Dead Survive (música, junto com o antigo guitarrista do CRAFT, John Doe), Ride The Waves Of Fire (música / letra) e Wide Eyed Abandon (música)”.
O BLOODBATH ainda não anunciou um substituto para Karlsson.
A banda prosseguirá com Tomas Åkvik, do LIK, como guitarrista de turnê.
The Arrow Of Satan Is Drawn foi lançado em outubro passado via Peaceville.
A lendária banda de metal industrial alemã RAMMSTEIN, lançou um novo vídeo dirigido por Jörn Heitmann da Katapult para Radio, o novo single do aguardado sétimo álbum de estúdio, intitulado Rammstein. O álbum será lançado em 17 de maio pela UME / Spinefarm na Europa e pela Caroline Records nos EUA.
No mês passado, o RAMMSTEIN foi criticado por alguns líderes judeus na Alemanha que acreditavam que os primeiros teasers para o primeiro single do novo álbum, para a faixa-título, Deutschland banalizaram o Holocausto.
Falando ao jornal alemão Bild, Charlotte Knobloch, sobrevivente do Holocausto e ex-presidente do Conselho Central de Judeus na Alemanha, disse: “Com este vídeo, a banda cruzou uma linha. A instrumentalização e banalização do Holocausto, como mostrado nas imagens, é irresponsável”.
“Eu considero isso uma exploração insípida da liberdade artística”, acrescentou Felix Klein, comissário de anti-semitismo na Alemanha.
Em dezembro passado o guitarrista do RAMMSTEIN, Richard Z. Kruspe falou com o ‘Heavy Consequence’ sobre o próximo disco da banda, enquanto promovia A Million Degrees, o terceiro trabalho do seu projeto paralelo EMIGRATE.
“Tudo com o RAMMSTEIN leva uma eternidade, porque há seis pessoas, mais um engenheiro e um produtor, e todos nós temos opiniões sobre isso”, disse ele. “Está indo muito devagar, e isso consome muito tempo, às vezes é frustrante. Eventualmente, Eu acho que vai ser um álbum que tem um certo tipo de potencial que o RAMMSTEIN ainda não alcançou. Para mim, uma das razões para voltar a fazer discos com o RAMMSTEIN foi equilibrar a popularidade da banda como uma banda ao vivo. Com o RAMMSTEIN, as pessoas tendem a falar sobre o fogo e todas as coisas ao vivo. Eu pensei, ‘Eu não quero ser outro KISS‘, onde as pessoas falam sobre maquiagem e coisas assim e ninguém fala sobre a música.”
Em relação à direção musical do novo material do RAMMSTEIN, Kruspe disse: “Eu queria fazer um disco que se destacasse ainda mais do que os nossos discos antigos, e eu acho que quando ouço o [novo] disco, é como o RAMMSTEIN 3D, se eu puder resumi-lo. Ficamos felizes em trabalhar com meu bom amigo Olsen Involtini, que também trabalhou nos registros do EMIGRATE. Ele é um grande amigo meu, e trouxe certos tipos de harmonias de que eu gosto para o mundo do RAMMSTEIN“.
Quanto a quando os fãs podem esperar ouvir o novo álbum do RAMMSTEIN, Kruspe disse: “Estamos terminando as últimas mixagens, e vai sair provavelmente em abril de 2019”.
No dia 17/04 o AMADUSCIAS começou a captar as gravações de alguns convidados especiais que participarão em algumas faixas do vindouro “Conceived Annihilation”.
O primeiro a ser anunciado foi Adriano Martini, conhecido guitarrista das bandas Exterminate e Mental Horror (ex-Rebaelliun), o músico gravou um belíssimo solo para a música “End Of A Cycle”. Este trabalho ocorreu no estúdio Hurricane do renomado produtor Sebastian Carsin, “Adriano Martini é nosso amigo de longa data e referência na cena underground, superou todas nossas expectativas, o cara é o mestre!” – comenta Evandro Pinheiro (guitarrista), confira o vídeo:
https://www.facebook.com/amadusciasofficial/videos/1025842064268309/
Em paralelo, o AMADUSCIAS confirma que Marcelo Vasco, conhecido músico que integra as bandas Mysteriis e Pátria e I Gather Your Grief, está a frente na produção de mais um registro que será divulgado em breve, aguarde!
Para mais informações e contato para shows escreva para [email protected].
Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/amadusciasofficial/https://www.youtube.com/channel/UCWFTp4Hc9lOqOJe8AimULsghttps://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/Amaduscias/48
Fonte: Sangue Frio Produções
Contagem regressiva para iniciar-se as divulgações do novo álbum do SAD THEORY, “Léxico Reflexivo Umbral”, pois nos próximos dias, a banda estará lançando o primeiro single que integrará este material.
Trata-se da faixa “Canis metallicus” baseado no episódio ‘Metalhead’ da série Black Mirror (Netflix), que será liberada em breve nas principais plataformas digitais e no YouTube no formato de lyric vídeo.
Siga o SAD THEORY em seu serviço de streaming mais utilizado e fique por dentro de todas as atualizações do grupo:
O SPIRITUAL HATE está a todo vapor neste ano de 2019! Após o anúncio oficial da nova formação e início dos trabalhos em um novo álbum, o grupo confirmou presença em um show histórico na cidade de São Paulo/SP.
A banda estará ao lado do guitarrista Fabio Jhasko (ex-Sarcófago), que estará apresentando o clássico “The Laws Of The Scourge” na íntegra. O show acontecerá no ‘Feeling Music Bar’ no dia 26/05 e também contará com as bandas Orthos e Reffugo, confira o cartaz completo:
https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/SPIRITUAL_HATE_The_Laws_Of_Scourge.jpg
Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/1208396005981960/
Os ingressos, custando apenas R$40, podem ser adquiridos online aqui: https://www.clubedoingresso.com/evento/thelawsofdestroytour2019
Em outras notícias, o atual trabalho do SPIRITUAL HATE, “Diabolical Dominium” , vem ganhando um positivo destaque na imprensa especializada, mesmo após 2 anos de seu lançamento, obtendo diversas críticas positivas nacionais e internacionais, confira: https://sanguefrioproducoes.com/n/2057
Assista ao videoclipe de “Awaiting Fucking Jesus”:
Não é porque o Flotsam And Jetsam tem uma longa história no metal que as coisas precisam ficar mornas e os discos opacos. Contrariando o tempo, parece que a banda norte-americana reencontrou a sua veia em Flotsam and Jetsam (2016) e injetou ainda mais gás ao seu thrash/speed metal no décimo terceiro disco de estúdio – o recém-lançado The End of Chaos. O segredo de tamanha vitalidade musical apresentada pelo nosso entrevistado, o guitarrista Michael Gilbert, nesta fase da banda ao lado de Eric “A.K.” Knutson (vocal), Michael Spencer (baixo), Steve Conley (guitarra) e Ken Mary (bateria), é contado na entrevista a seguir.
Ao ouvir The End of Chaos, a primeira impressão que tive foi a de que vocês optaram por um direcionamento mais pesado. Foi isso mesmo?
Michael Gilbert: Sim, foi uma direção um pouco diferente para nós. Parece que a banda estava firmando às raízes com Jason (Bittner, ex-baterista) quando lançamos Flotsam and Jetsam (2016), mas parece que nós nos encaixamos muito bem neste novo álbum com a entrada de Mary e as composições que ele trouxe parece. Se antes, lá na época de No Place for Disgrace (1988) era eu que fazia grande parte das composições, no disco anterior e neste, nós tivemos contribuições de todos os músicos da banda. Tem sido um grande prazer ter aquele peso tirado de mim e ter outras pessoas contribuindo. E cara, devo dizer que A.K é um dos meus melhores amigos, mas também é um cara que floresceu. Dizem que o cara velho fica sem riffs ou que suas ideias começam a se dissipar, mas A.K é o oposto disto. A voz dele só melhora e as suas letras em The End of Chaos estão matadoras.
De fato a performance de A.K vem chamando cada vez mais atenção…
Michael: Acho que esta foi provavelmente a sua melhor performance, juntos das letras e melodias mais grudentas que ele já fez. A.K grava as vozes com quem quer que esteja disponível. Quando A.K quer cantar, ele liga para ver quem está disponível e vai gravar. O cara aparece e me deixa de queixo caído. Sei lá, o cara é incrível e cheio de talento.
The End of Chaos é um título abstrato ou tem alguma relação pessoal com a banda?
Michael: Estávamos considerando alguns títulos e pensamos em chamá-lo de “The End”, fazendo alusão à última faixa do disco. Mas ao apresentarmos a ideia para a gravadora eles disseram que tinham outras sugestões, já que eles não queriam que as pessoas pensassem que seria o fim da banda. Há muitas bandas se aposentando por aí e não queríamos dar esta impressão. Ainda mais agora que finalmente encontramos o nosso passo. The End Of Chaos pode ter alguma coisa a ver com isso, pois já teve alguns anos onde a banda estava meio que tentando se encontrar e experimentando algumas coisas. Parece que com o disco anterior e especialmente neste, nós conseguimos nos agarrar em algo. É como se o caos de ficar tentando nos encontrar tivesse acabado e aqui estamos nós.
Vocês lançaram cinco álbuns só nesta década e parece que mesmo depois de trinta anos a banda continua crescendo. Você sente isto acontecendo?
Michael: Sim e é incrível. As nossas composições começam com Conley e eu fazendo riffs na minha casa e então organizamos as ideias das músicas para que A.K as veja. Nós jogamos tudo para que A.K decidisse por aquilo que ele queria trabalhar. É assim que tem sido. Não era assim no passado, mas agora temos uma química diferente acontecendo. É uma nova linha de produção das músicas.
A impressão que tive foi a de que o álbum homônimo deu um belo empurrão para a realização de turnês…
Michael: Parece que sim. Está rolando uma grande promoção, então… Nós passamos por um período de dormência e sempre que bandas de metal como nós fica um tempo sem fazer turnês, elas meio que vão desaparecendo. Se você quer ser uma banda que faz turnê, ficar sentado em casa é muito ruim. Você tem que manter as composições e fazer aquilo que os fãs querem ouvir. Esta também foi por esta razão que trouxemos de volta o lagarto – tinha muita gente pedindo por ele (risos).
Pensei que a ideia era resgatar a pegada de Doomsday for the Deceiver (1986).
Michael: Não, porque foi apenas o fato de ser um mascote legal que se perdeu durante os períodos de transição durante a década de 1990. Naquela época, talvez fosse legal para o Iron Maiden ter o Eddie, mas para uma banda como a nossa, aquilo não parecia funcionar com a música que fazíamos. Ter ele num disco como Drift (1995) não fazia sentido. Não éramos exatamente uma banda de power metal ou de thrash na época. Ainda éramos uma banda de metal, mas de outra categoria.
Já que você citou a década de 1990, como foram aqueles tempos para vocês?
Michael: Era desconfortável compor naquela época. As pessoas falam das bandas de Seattle (EUA) e de um movimento alternativo esquisito, mas eu não sei se foi necessariamente isso. Não posso apontar o dedo para o que aconteceu com o metal, sei que ele se foi por um período, mas agora ele voltou para se vingar. Graças a Deus ele resurgiu de forma gigantesca.
Valhall-AFM – Nac.
Será que uma das razões não foi o fato das grandes gravadoras terem contratado várias bandas de metal sem saber exatamente o que fazer com elas?
Michael: Sim, concordo com isso. Tanto é que nós nos perdemos quando assinamos com a Elektra/MCA Records. O Metallica, por exemplo, já havia o comentário de que eles já estavam começando a decolar, mas a coisa explodiu quando eles assinaram com a Elektra e passaram a ter os discos distribuídos pela gravadora. Mas isso não aconteceu conosco. A gravadora não sabia como fazer a nossa publicidade. Havia lá um bando de executivos que não compreendiam aquilo e que não conseguiam aquela conexão com os fãs. Já hoje é diferente – os executivos das gravadoras independentes sabem como se conectar aos fãs, até porque eles também são fãs e compreendem exatamente para onde o disco deve ir – qual o mercado que a música atenderá.
O disco estava previsto para ser lançado em 08 de novembro de 2018, mas foi empurrado para o início de 2019. O que houve?
Michael: A principal razão foi o atraso na mixagem. Antigamente, quando estávamos com as grandes gravadoras, a mixagem parecia levar uma eternidade e nós tínhamos que cumprir os prazos. Chegando perto da data limite eles nos davam o material e mandavam a gente se virar. Mesmo não estando felizes com o resultando, não tinha como voltar e conseguir mais prazo. Não éramos o Van Halen, não tinha como dizer que aquilo não estava bom e que queríamos outra mixagem. Por exemplo, acho que When the Storm Comes Down (1990) é um ótimo disco, mas a sua mixagem não é lá essas coisas. Também acho que No Place for Disgrace (1988) não teve uma ótima mixagem. Parece que tivemos esse problema durante toda a nossa carreira. Agora, para o disco anterior e este, nós dissemos para a AFM Records que queríamos um tempo extra para a mixagem, pois ela tinha que ser perfeita. Não queríamos lançar um disco com um som ruim e isso era muito importante.
The End of Chaos é um trabalho que mescla com sucesso o thrash, speed e metal tradicional, embalado na boa produção do dinamarquês Jacob Hansen. Esta mistura é fruto da união do grupo?
Michael: Este é o lado legal da colaboração de todos na banda. Mary é um músico de estúdio, com o seu próprio estúdio, assim como Conley. Eu também tenho o meu estúdio em casa. Um dos pontos fortes da banda hoje é que podemos colaborar. São três estúdio numa banda de cinco caras. Uma mixagem de qualidade começa quando você pode fazer uma boa produção desde o início. Desta forma, pudemos entregar uma boa produção para Hansen e assim facilitar o seu trabalho de mixagem. Tivemos tempo para fazer a coisa de forma certa e sob as especificações de Hansen. Se tivéssemos entregado uma produção ruim que não tivesse conserto, ela acabaria fazendo uma mixagem ruim e isso refletiria no seu nome. Ninguém quer isso, né? O cara é muito bom no que faz.
Agora entendo o porquê de The End of Chaos trazer guitarras gêmeas e solo mais complexos que usualmente na sua música.
Michael: Isso é engraçado, porque Conley e eu fazemos umas batalhas de guitarra. Nós ouvimos as ideias, eu sugiro para ele inserir um solo e o cara me manda algo que é animal, aí eu me empolgo e acho que tenho que gravar algo que será ainda melhor, mando para ele e assim começa a batalha. É meio cômico, mas isso definitivamente nos leva a fazermos o melhor que podemos.
Vocês desenvolveram uma competição saudável nesses seis anos de parceria. Com Edward Carlson (ex-guitarrista) que foi seu parceiro por muitos anos, era assim?
Michael: Pois é. Conley tem um estilo completamente diferente do meu. Ele não tem um estilho de palhetada como eu, preferindo fazer riff com ligados, algo que não estou acostumado a fazer. Há um contraste onde eu aprendo quando ele toca. Fico feliz quando existe um desafio. Não que Carlson não me desafiasse, mas Conley é um guitarrista extremamente talentoso.
Falando em composições, você costuma ouvir metal mais atual e diferente do que você toca?
Michael: Sei que Conley, Mary e eu vemos a coisa de forma semelhante, onde isto é parecido a um evento esportivo onde você assiste aos jogos dos outros times. Você entra no ritmo do jogo – acho que é isso que estou tentando dizer. Antes de começar um disco, você entra no ritmo ouvindo algo raivoso, rápido e agressivo.
Qual a sua fonte de informação para entrar em ritmo de jogo?
Michael: Escuto a rádio Sirius XM (N.R.: empresa de radiodifusão via satélite) onde sou bombardeado com todas essas músicas boas. Gosto de Parkway Drive, Ice 9 Kills, Slipknot e várias outras coisas.
Como você vê esta nova geração fazendo um som agressivo mais oldschool?
Michael: Acho que já me enviaram uns quatro vídeos de jovens fazer covers de Hammerhead (Doomsday for the Deceiver, 1986). Acho que é animal. Para mim é uma grande honra ter pessoas fazendo isso e eles o fazem muito bem. É legal ver os jovens escutando músicas de décadas atrás, ouvindo coisas que eu ouvia. Você cresceu ouvindo o Metallica antigo, certo?
Sim, exato. Mas também ouço muita coisa atual
Michael: O que você achou do último Metallica? Eu amo a banda, mas ainda tenho sentimentos confusos sobre o disco. Mas, po… Antigamente eles estavam pegando fogo.
Concordo com você. Para apaziguar a saudade eu escuto Evile, uma banda inglesa que traz bastante da fase antiga do Metallica sem soar uma cópia.
Michael: Preciso conferir esta banda, isso soa legal (risos). Tem alguma coisa naqueles três primeiros discos do Metallica… Você consegue ouvir a fome e o fogo deles nas músicas. Eles estavam com tudo, mas acho que hoje eles não parecem estar com a mesma empolgação. A banda ainda produz ótimas músicas, mas a agressividade já não está mais lá.
Bom, o Metallica já passou diversas vezes pelo o Brasil, mas o Flotsam And Jetsam quando é que virá pela primeira vez?
Michael: Sabe, nós nunca fomos para a América do Sul – acho que é hora de ir visitar vocês (risos). Já recebemos ofertas, mas parece que num dado momento o produtor pula fora. Já tivemos uns cinco shows alinhados, mas algo sempre acontece. Espero irmos neste ano. Tenho uma carreira de quase 30 anos e nunca fui ao Brasil, cara.
Seria legal, principalmente porque o Flotsam & Jetsam fez uma turnê com a Nervosa em 2016 e você faz uma participação especial no disco Downfall of Mankind (2018), tocando um solo na faixa Selfish Battle.
Michael: Nós nos tornamos bons amigos delas durante esta turnê ao lado do Destruction. A Prika (Amaral, guitarra) me ligou fazendo o convite e eu aceitei na hora. Fiquei honrado!
Os veteranos do thrash metal da Bay Area de San Francisco, DEATH ANGEL, vão lançar seu aguardado nono álbum completo, Humanicide, em 31 de maio, pela Nuclear Blast Records. Abaixo você pode conferir o lyric video para a música The Pack.
O guitarrista Rob Cavestany comenta: “The Pack é inspirada e dedicada aos nossos fãs. Quando eu escrevi essa música, tínhamos acabado de voltar da turnê e eu ainda estava sentindo a adrenalina de se apresentar em festivais ao ar livre. A troca de energia entre nós no palco e a massa de fãs de metal na plateia é diferente de qualquer outra, eu queria capturá-la em uma música sobre união, como na nossa música Kill As One.
“Nosso fã-clube é chamado de ‘The Pack’. Nossos fãs entendem! Mas não é só para eles, mas também para representar nossas famílias, amigos, equipe… e todos os metalheads! Nós nos sentimos honrados por pertencer a este ‘pacote’ mundial. Esta música requer participação de público, estamos muito ansiosos por tocá-la ao vivo!”
Com Humanicide, o DEATH ANGEL não apenas mantém seu trono no universo do thrash metal, como também consegue se manter progredindo em seu estilo. Eles aplicam uma grande variedade de elementos diferentes à sua música, sempre pressionando para adicionar novidade ao som. Desta vez, eles incluíram de tudo, desde partes acústicas e músicos convidados, até mesmo (pela primeira vez) a inclusão de um piano. Todas as 10 músicas fluem perfeitamente, mas cada uma deixa sua própria impressão distinta.
O primeiro single e faixa título, Humanicide, representa triunfalmente a totalidade do álbum, energizando imediatamente o ouvinte. O vocalista Mark Osegueda comenta: “Eu queria escrever algo que os fãs de metal realmente entendessem. Algo sombrio e intenso, algo que ainda faz sentido. Agora, acho que é muito evidente que a Terra está em um estado doentio”.
O guitarrista Rob Cavestany acrescenta: “Quando eu escrevi a música para a nossa canção Humanicide, eu estava gravando um álbum que teria todos os elementos de um opus épico do thrash. Isso significa uma introdução ao estilo metal clássico que levava a uma feroz ‘Riff-o-Rama’ típica do Bay Area Thrash. Uma das minhas músicas favoritas do DEATH ANGEL, com certeza, que parece a sucessora da nossa Thrown To The Wolves. Mal posso esperar para tocá-la ao vivo.”
Pelo quarto álbum consecutivo, o DEATH ANGEL retornou ao produtor e amigo Jason Suecof (DEICIDE, TRIVIUM) dos estúdios da Audiohammer para gravação e mixagem, juntamente com a masterização do lendário Ted Jensen (SLIPKNOT, PANTERA) da Sterling Sound, que adicionou os retoques finais e deu vida a tudo isso. Brent Elliott White (LAMB OF GOD, MEGADETH) foi o responsável pela ameaçadora arte da capa.