Categoria: Roadie News

  • TOOL tocou duas novas músicas ao vivo, “Descending” e “Invincible”, confira!

    TOOL tocou duas novas músicas ao vivo, “Descending” e “Invincible”, confira!

    O TOOL tocou duas novas músicas, Descending e Invincible, como parte de seu show como headliner na noite de domingo (5 de maio) no festival Welcome To Rockville, em Jacksonville, Flórida.

    Embora o TOOL tenha tocado anteriormente uma versão instrumental de Descending, o show da noite passada marcou a primeira apresentação da música completa com letra e linhas vocais interpretadas pelo vocalista Maynard James Keenan.

    Descending e Invincible devem aparecer no muito aguardado sucessor do álbum 10,000 Days, que o TOOL lançou em 2006. Por enquanto, afirma-se que o novo álbum dos americanos deverá ser lançado neste inverno.

    O baterista Danny Carey disse ao The Pulse Of Radio há um tempo que a banda geralmente descobre como tocar suas novas músicas ao vivo depois de gravá-las. “Nós nunca tivemos a sorte de tocar nosso material ao vivo antes de gravá-lo, então algumas das músicas nós meio que tivemos que aprender a tocar ao vivo antes de sairmos em turnê, e isso foi interessante”, disse ele. “É sempre assim. Nós meio que aderimos a processos semelhantes ao longo do caminho, então estamos acostumados a isso.”

    Ainda não há data oficial de lançamento para o novo disco do TOOL, mas Keenan disse em fevereiro que “o melhor palpite para a data de lançamento fica em algum ponto entre meados de maio e meados de julho”.

    https://youtu.be/peu3IzsYrSQ Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • RITCHIE BLACKMORE’S RAINBOW lançará novo single, “The Storm”, dia 17

    RITCHIE BLACKMORE’S RAINBOW lançará novo single, “The Storm”, dia 17

    O RAINBOW lançará um novo single digital, The Storm, em 17 de maio via Minstrel Hall Music. A música é considerada uma “versão rock” de uma antiga faixa do BLACKMORE’S NIGHT, do álbum Fires At Midnight, lançado em 2001.

    No mês passado, o RAINBOW lançou uma versão recém-gravada de sua música Black Sheep Of The Family.

    A gravação original de Black Sheep Of The Family – um cover de uma canção da banda QUATERMASS de 1970 – foi incluída no álbum de estreia do RAINBOW, Ritchie Blackmore’s Rainbow de 1975.

    O primeiro single do RAINBOW desde 1996, Waiting For A Sign, foi lançado em março de 2018. A canção foi escrita por Ritchie Blackmore, com letra de sua esposa Candice Night e vocais do atual vocalista do RAINBOW, Ronnie Romero, nascido no Chile, e hoje residente em Madri, Espanha.

    A última encarnação do RAINBOW lançou duas novas gravações de estúdio em 2017, mas elas não eram composições originais; uma era uma música instrumental chamada Land Of Hope And Glory, uma reformulação da canção patriótica britânica de 1902 com o mesmo nome, parte da Pomp And Circumstance March 1, de Edward Elgar. A outra era uma regravação do clássico do RAINBOW, I Surrender, que foi escrita por Russ Ballard e lançado pelo RAINBOW em 1981.

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  • TORTURE SQUAD emite nota sobre acusações “Fake News”

    TORTURE SQUAD emite nota sobre acusações “Fake News”

    “Ninguém do Torture Squad é fascista, Bolsonarista, coxinha etc, como descreveu o autor da nota, que não se identificou (pelo menos não foi encontrado o nome do jornalista); ao contrário… A posição política, e de vida, dos integrantes da banda não tem nada a ver com fascismo ou com qualquer pessoa que apoie esse tipo de ideia”.

    Desconforta também ver um veículo de comunicação divulgar uma nota com acusações sérias, sem nenhum depoimento de envolvidos, sem falar com ninguém da banda, sem fazer nenhum tipo de apuração, e mesmo assim, divulgar, sabendo que a notícia irá se tornar uma bola de neve com pessoas compartilhando em redes sociais etc… Triste… enfim…

    Indo direto ao assunto, basicamente o que aconteceu foi que, em um certo momento do show, manifestações contra e a favor de políticos foram entoadas pelo público e por parte da banda não houve censura. E como registram nossas músicas não defendemos ou temos políticos de preferência, que segundo a banda a própria história da política brasileira é a culpada disso, de ajudar a não construir uma confiança, e sim o contrário, ajudar a destruir qualquer tipo de crença nos políticos dos tempos modernos do Brasil.

    ” A real intenção do que disse ontem no show era de mostrar que aquele era um momento de celebração a música, e não de política, que já vivemos tanto no dia a dia das nossas vidas. Que o show era o momento de sairmos um pouco dessa realidade dura da política brasileira para se divertir e energizar com a arte da música. Verdade que peguei pesado quando falei que queria que todos os políticos morressem. Claro que foi o calor do momento, é pesado, e estou generalizando, está errado, e peço desculpas por isso, até porque não sou uma pessoa de generalizar, mas estou dizendo claramente sobre políticos desonestos e corruptos que só fodem com a nossa vida há tempos, isso sim. Mas infelizmente, não foi assim que um dos manifestantes interpretou a mensagem e realmente não sei porque ele se sentiu tão ofendido pois claramente queremos o mesmo para o nosso país, que é o bem da nação.” Disse Amilcar Christófaro um dia após o ocorrido.

    Incomodado, durante o restante do show, o manifestante saiu de qualquer manifestação política para uma falta de respeito, xingando e fazendo gestos obscenos para o baterista. E foi depois desse momento que Amilcar pediu que o manifestante fosse retirado pelos seguranças locais. Coisa que não aconteceu, mas mesmo assim, com tudo aparentemente apaziguado, a banda continuou o show.

    Quanto à acusação de que o Torture Squad tentou silenciar essa mesma pessoa, é mentira. Como dissemos, o baterista só pediu para que o manifestante fosse retirado por seguranças pois seus protestos já não eram contra ou a favor de políticos, mas tratavam-se de falta de respeito com provocações e ofensas ao baterista Amilcar Christófaro e ao baixista Castor.

    Diferentemente do que o site diz, todo o público ficou com a banda até o término do show, tanto que Amilcar perguntou no microfone ” Vocês estão aqui pela política ou pela música?”, e a resposta foi o público gritando MÚSICA tão alto em uníssono que chegou a ser emocionante.

    Uma pena um site escrever e falar o que quer difamando pessoas do bem como nós do Torture Squad. Trabalhamos duro a vida inteira, sempre na humildade, sendo íntegros e honestos, sem querer tirar vantagem ou passar por cima de ninguém, e não serão calúnias assim que vão nos tirar do prumo. Podem ter certeza.

    Lembrando que vivemos um momento delicado em que no país os ânimos estão exaltados, e que muitas vezes a incompreensão e a violência emergem das pessoas, por isso pedimos muita calma e cautela para todos quando forem conversar sobre política.

    Saibam que aprendemos muito com esse episódio também e pedimos nossas sinceras desculpas a todos que estavam no evento, aos promotores, as bandas e principalmente aos fãs do TS que como sempre, estavam lá pelo amor a banda, demonstrando todo carinho e devoção a nossa música, que tiveram que aturar esse momento de desconforto e energia mais do que negativa. Nossas mais sinceras desculpas. Isso não irá se repetir. Vocês definitivamente não merecem. Amamos vocês do fundo dos nossos corações.

    Formação:

    May “Undead” Puertas – vocal

    Rene Simionato – guitarra

    Castor – baixo

    Amilcar Christófaro – bateria

    Mais informações:

    Site Oficial: www.torturesquad.net.br

    Facebook: www.facebook.com/torturesquad

    YouTube: www.youtube.com/torturesquadband

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/torture-squad/

  • GRAND MAGUS: Assista a quarta parte do documentário sobre a história da banda

    GRAND MAGUS: Assista a quarta parte do documentário sobre a história da banda

    A banda sueca GRAND MAGUS lançou seu novo álbum, Wolf God, em 19 de abril, através da Nuclear Blast. O sucessor de Sword Songs (2016) foi gravado no Sweetspot Studio, na Suécia, com o produtor Staffan Karlsson (ARCH ENEMY, FIREWIND, SPIRITUAL BEGGARS).

    Abaixo, você confere a quarta parte do vídeo onde a banda fala sobre a sua história.

    De acordo com um comunicado de imprensa, Wolf God “engrandece majestosamente a cena do heavy metal e permite que os riffs da guitarra falem por si mesmos.

    “O groove e peso que foram apresentados no predecessor de sucesso também podem ser encontrados no novo e nono álbum de estúdio, que mais uma vez contém uma série de futuros clássicos”.

    “Como a maioria das músicas foram gravadas na primeira tomada, elas têm um som honesto, diversificado e ao mesmo tempo realista que envolve o verdadeiro poder do trio.”

    A arte da capa foi criada pelo aclamado artista Anthony Roberts.

    A banda comenta: “Pela terceira vez, a habilidade mágica e imaginação de Anthony Roberts deu origem à capa do álbum GRAND MAGUS. Desta vez a floresta, a lua e obviamente o lobo ocupam o centro do palco. Não apenas um lobo qualquer… fique atento à sua fúria. Este é o ‘Deus Lobo’!”.

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  • FIRESPAWN: Ouça agora “The Hunter”, do novo álbum, “Abominate”

    FIRESPAWN: Ouça agora “The Hunter”, do novo álbum, “Abominate”

    A banda sueca de death metal FIRESPAWN – que conta com Lars Göran Petrov (vocal; ENTOMBED A.D.), Victor Brandt (guitarra; ENTOMBED A.D.), Alex Friberg (baixo; NECROPHOBIC), Fredrik Folkare (guitarra; UNLEASHED) e Matte Modin (bateria; DARK FUNERAL, ex-DEFLESHED) – lançará seu terceiro álbum, Abominate, no dia 7 de junho pela Century Media Records.

    Abaixo você pode ouvir uma das músicas do novo álbum, The Hunter.

    Friberg comenta: “Neste álbum, nós nos pressionamos mais do que nunca para fora da nossa zona de conforto. Você ouvirá muito mais influências de heavy metal neste álbum.

    “Nós nunca pretendemos ser uma banda de death metal, ao menos no gênero usual do death metal. Fazemos exatamente o tipo de música que gostamos e isso vai mais para o lado extremo, mas nós sempre experimentamos novidades e pensamos fora da caixa, e é isso que é tão bom com o FIRESPAWN. Sempre ‘refrescante’ e ótimo metal! Este álbum não é exceção, muito pelo contrário. Em Abominate, nós exploramos novos caminhos que não foram trilhados por muitas bandas de death metal antes. Ouça e você saberá do que eu estou falando.”

    O segundo álbum do FIRESPAWN, The Reprobate, foi lançado em abril de 2017. O sucessor de Shadow Realms de 2015 foi descrita em um comunicado de imprensa como “uma peça impiedosa de death metal maligno, feroz e blasfemo”.

    Vindo de Estocolmo, o FIRESPAWN é a união profana de cinco veteranos do death metal com o objetivo de criar death metal blasfemo, sacrilégio e maligno e sem forma definida, tocado por mentes afiadas fortemente ligadas ao passado do estilo.

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  • HOLOCAUSTO: O fim da banda, segundo o guitarrista Valério Exterminator

    HOLOCAUSTO: O fim da banda, segundo o guitarrista Valério Exterminator

    O guitarrista Valério Exterminator, membro fundador de uma das principais bandas de Metal Extremo de Belo Horizonte e reconhecida internacionalmente, o HOLOCAUSTO, e agora ativo com novos projetos, fez uma declaração sobre o fim da banda. De acordo com o guitarrista, “todos os fatos têm três versões: a sua, a minha e a verdadeira (provérbio chinês)”. Surgido no boom do Metal extremo mineiro da década de 1980, “o Holocausto sempre recebeu olhares desconfiados, e isso vem desde os anos 80. Primeiro era o questionamento, e acusação de ser uma banda nazista, e é preciso lembrar que nunca fomos, não somos, e jamais seremos.”. Já nos anos 90, Valério estava fora do HOLOCAUSTO, e a banda mais uma vez foi duramente criticada, por transformar o War Metal, em Techno Metal Industrial. Quando a banda retornou em 2004, a crítica passou a ser: voltaram por causa de dinheiro, é uma banda oportunista, onde estavam e o que fizeram pelo Metal nos 10 anos de inatividade? Os questionamentos, segundo Valério, sempre existiram, e voltaram à tona com o lançamento de “De Volta ao Front”, em 2005: “então após o lançamento do De Volta ao Front o questionamento passou a ser se o Holocausto era banda de cristão, isso porque no encarte eu agradeci a Deus e aos Mestres ascensionados. Eu entendo a ignorância alheia, tenho ojeriza à religião, eu citava a Fraternidade Branca, que tem uma definição bem diferente da palavra Deus, no cristianismo não existem Mestres ascensionados, mas foi uma excelente deixa para mais uma vez as críticas surgirem.“.

    Então após o lançamento do álbum “War Metal Massacre” (2016), a força da banda voltou a ser reconhecida e os críticos se calaram. O HOLOCAUSTO foi headliner do Nuclear War Now Fest V, em Berlim. Nesse festival tocaram bandas do calibre de Incantation, Antichrist, Demonacracy, Metalucifer, Sabbath, etc. Nesse festival foi lançado o álbum “War Metal Massacre”, que após a virada do ano, entraria em todas as listas internacionais de melhores do ano. “Então o olhar desconfiado de alguns, aos poucos foi se enfraquecendo, mas claro, existe a resistência de alguns, que ainda continuavam a atacar a banda. Então nossa banda sempre passou por ataques direcionados não somente ao gênero adotado em alguns trabalhos, mas também ataques pessoais. Mas o HOLOCAUSTO sempre seguiu em frente, e por quê? Porque havia união entre os integrantes. Sempre soubemos do nosso potencial. Sempre comentávamos que havia uma energia muito grande quando nos uníamos em prol da banda.”.

    Entretanto, como contou Valério, as coisas começaram a fluir: “de nada adiantaram os ataques pessoais, nosso War Metal triunfou mais uma vez, e dessa vez a nível internacional e culminou no contrato com a gravadora  Nuclear War Now Prod. (USA). Convites para tocar nos USA e novamente na Europa foram chegando. A banda só não fechou com nenhum produtor, porque infelizmente alguns integrantes devido a outras prioridades, não tinham como se ausentar do país.”.

    Confira a versão de Valério sobre o fim da banda: “Minha versão chega a seguinte conclusão do por que do fim da banda: Ao longo dessas décadas de relacionamento, é muito normal que em algum momento, alguém se desentenda com outro. É normal que alguém cometa erros. É normal que algo dito seja interpretado de formas diferentes por cada cabeça. É normal querer dar um tempo da banda, é normal, etc… Porém uma coisa é você se unir entre os integrantes de sua banda, e seguir em frente, enfrentando aqueles que se posicionam contrário à banda, e muitas vezes contrário sem sequer saber o motivo. Outra coisa é você enfraquecer a banda de dentro para fora. É muito complicado quando algum integrante passa a monitorar o que todos os outros escrevem nas redes sociais, e então faz print da postagem, e manda para cada integrante, e ainda tece comentários depreciativos sobre a pessoa… Foram várias situações desse tipo, os integrantes da banda em horário de trabalho, e ao mesmo tempo debatendo assuntos criados pelo monitoramento desse integrante. Deixarei mais uma vez bem claro que essa é minha versão: eu não consigo conviver com pessoas que têm esse comportamento de potencializar o lado negativo.”.

    Lado a lado com música, Valério atua como Personal Trainer, graduado em Educação Física e agrega seu atendimento com uma abordagem holística; se formou em ioga, é iniciado em técnicas de meditação, e tornou-se mestre em reiki. “Eu não mudei apenas minha visão do meu cliente, eu transformei também minha vida. Sei que se você potencializa os aspectos negativos, através das palavras, dos sentimentos, das atitudes, e dos sentimentos, você cria ao seu redor um mundo negativo. De acordo com o pensador Jim Rohn: você é a média das cinco pessoas com quem mais convive.”

    Finalizando, há muita música nova por vir, mas de outros projetos e bandas: “Definitivamente não quero, não posso, e não conviverei com esse tipo de pessoa. Portanto com essa formação em hipótese alguma retornarei. Depois de tomar essa decisão, o próximo passo era dar continuidade ao excelente momento que estou vivendo enquanto compositor de Metal Extremo. Transformar o projeto BHell em banda foi o primeiro. O próximo passo será uma coletânea trazendo as bandas dos anos 80. Na sequência virá um álbum Tributo ao Metal de Belo Horizonte dos anos 80, com vários vocalistas daquela época. Em andamento tem o projeto RAWWAR com integrantes do Holocausto e Goatpenis. Então analisando meu histórico como guitarrista, compositor, vocalista (“De Volta ao Front”), letrista e cofundador do HOLOCAUSTO, cheguei a conclusão que em respeito a minha trajetória na banda, eu não deveria parar com o War Metal.”.

    Nas palavras de Valério, quando ele esteve fora da banda, o HOLOCAUSTO tocou quase de tudo: Crossover, Industrial Techno… Mas nunca tocou War Metal. “Então assim que a banda acabou eu iniciei as estratégias corretas para ter o HOLOCAUSTO INC. Quando você está numa família, você não é obrigado a gostar de seus irmãos, irmãs, etc. Mas a convivência torna-se quase que obrigatória, porém numa banda eu não sou obrigado a conviver com quem tem postura que não me agrada. Então fiz o convite para as pessoas certas. O HOLOCAUSTO INC. trás a mesma formação que permaneceu de 2008 a 2010: um war trio. Com essa formação demos alguns shows e fizemos uma pré-produção do “Diário de Guerra”, sendo que algumas músicas que sairão nesse álbum foram compostas por esse “war trio”. A música “Holocausto” é uma dessas. Então o HOLOCAUSTO INC. está ensaiando e temos quatro músicas já bem encaminhadas para entrar na coletânea, além dessas temos mais seis composições prontas aguardando apenas os arranjos de bateria e vocal. O War Metal do qual sou o principal compositor não termina com o fim do HOLOCAUSTO, ele prossegue marchando impiedoso e agressivo, meu personagem Valério Exterminator está 100% comprometido com o Metal Extremo e não haverá tempo perdido com pessoas negativas.”.

    Contatos: Facebook: www.facebook.com/ValerioExterminator

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  • SCULPTOR: Confirmando show com o Cradle of Filth em Curitiba

    SCULPTOR: Confirmando show com o Cradle of Filth em Curitiba

    A banda britânica Cradle of Filth adicionou a capital paranaense na rota de sua nova turnê. Pela primeira vez em Curitiba, e cercado de muita expectativa, espera-se um repertório com o clássico “Cruelty an the Beast” executado na íntegra. O SCULPTOR fará a abertura do show do dia 28 de maio ao lado dos também curitibanos do Semblant, fazendo assim sua segunda apresentação, dando ao público a chance de conferir o material de seu vindouro debut, “Untold Secrets”. O guitarrista/vocalista Vinne comenta: “eu e o Rick ouvimos muito o Cradle of Filth. A banda fez parte da nossa formação musical. Já estamos acompanhando os bastidores da organização do evento e é surreal o aprendizado profissional.”.

     

    Criado em 2015 na cidade de Curitiba/PR, o SCULPTOR atualmente é formado por “Vinne” (guitarra/vocal), Rick Eraser (vocal), Caco Ramos (baixo), Fabricio Reis (guitarra) e Mateus Schran (bateria). A banda lançará o álbum “Untold Secrets” em alguns meses, mostrando todo o complexo tempero adquirido e amadurecido com os projetos anteriores. “Untold Secrets” busca influências no Metal escandinavo e em bandas de Thrash e Death Metal dos anos 80, alternando vocais limpos e guturais em composições misturadas também no Progressivo e Doom Metal. “Untold Secrets” foi produzido e gravado por Vinne e Rick Eraser no estúdio da banda e mixado por Linus Corneliusson e masterizado por Tony Lindgren, ambos com um grande currículo. A capa foi desenhada pelo renomado Marcelo Vasco (Slayer, Hatebreed).

     

    Cradle of Filth em Curitiba

    Data: 28 de maio de 2019 (terça-feira)

    Local: Tork N Roll – Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças

    Ingressos: A partir de R$ 110

    Realização: Mosh Productions

    Vendas: www.aloingressos.com.br/cradle-of-filth-tork-n-roll-28-05.html

    Evento: https://www.facebook.com/events/330899001117134

    Contatos: Site oficial: www.sculptorofficial.com

    Facebook: www.facebook.com/Sculptormusic

    Instagram:  www.instagram.com/sculptorofficial

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  • MOTORDRUNK: Confira vídeo clipe de revelação do Hard/Heavy nacional

    MOTORDRUNK: Confira vídeo clipe de revelação do Hard/Heavy nacional

    Dando sequência na divulgação do debut autointitulado, o MOTORDRUNK divulga o video clipe da faixa que dá nome ao grupo, mostrando todo o talento de Sergio Naza (vocal), Rafael ’69’ Dias (guitarra), Mauricio Lopes (guitarra/teclados) e Jovani Fera (bateria) em produzir um Heavy Metal pesado e autêntico. Formado em 2009, o MOTORDRUNK iniciou sua trajetória tocando covers de bandas consagradas em shows pela região de sua cidade natal, José do Rio Preto/SP. O guitarrista Maurício Lopes, em entrevista ao blog Ready to Rock, contou como foi essa transição dos covers para o som autoral: “A banda foi formada inicialmente com o intuito de executar covers das preferências de seus integrantes, executando-os pelos pubs da região. Foi apenas em 2014 que decidimos partir para as autorais, já que era vontade de todos. Tínhamos que conciliar os horários de encontro para as composições com os eventuais empregos de cada membro e o mesmo aconteceu com as gravações.”.

    Não por acaso, as características de sua música autoral se posiciona nesse mesmo patamar – Heavy Metal moderno e classudo, com algumas pitadas de Hard Rock. Ao mesmo tempo em que traz referências a nomes antigos como Ozzy (fase Zakk Wylde) remete às bandas da geração atual, como Black Country Communion, Dream Evil e Monster Truck.  De uma forma geral, a presença de vocais marcantes, teclado, bateria precisa e a força criativa das guitarras garante à banda uma aura bem própria, distanciando-se de qualquer possibilidade de soar idêntica a qualquer banda já estabelecida.

    Em resenha no blog Ready to Rock, o redator Júlio Verde destaca a experiência dos músicos: “O que se percebe é que a grande qualidade do álbum pode ser fruto, dentre outras coisas, da experiência que seus integrantes, tendo participado há décadas, de várias bandas da cena underground de Rio Preto, como Nothing Face, Cabrero e Last Wizzard. Mas, sem olhar para traz, o Motordrunk se muniu de elementos clássicos para gerar uma sonoridade com o frescor da modernidade, dando parceria entre o tradicional e o novo. Um belo álbum de estreia, direto, agradável, daqueles que dá vontade de ouvir diversas vezes. É apenas um começo certeiro, mas, se a banda mantiver esse esmero nos cuidados com a produção e tão impactante poder de composição, o Brasil ainda ouvir falar muito de Motordrunk.”.

     Confira a resenha e a entrevista no site o Ready to Rock:

    https://bit.ly/2L6Q9t7

     Após um pequeno hiato entre o lançamento do álbum e um problema de saúde sofrido pelo guitarrista Maurício Lopes, o MOTORDRUNK se prepara para shows e segue divulgando o álbum, que pode ser conferido em todas as plataformas digitais.

    Confira o track list:

    01. Motordrunk

    02. New Kind Of Freak

    03. Drunk And Dangerous

    04. Scars

    05. Break Away

    06. Black Machinery

    07. Drink Away The Storm

    08. Regression

    09. Underdog

    10. Quicksand

    Ouça o álbum no Spotify:

    https://spoti.fi/2DAzYOq

     Assista ao video clipe de “Motordrunk”:

    https://www.youtube.com/watch?v=GiHdiIuUFVo

    Contatos: Facebook: www.facebook.com/motordrunkofficial

    Youtube: https://bit.ly/2XT4iLX

    Instagram: www.instagram.com/motordrunk

    Twitter: www.twitter.com/motordrunk

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  • HAMMERFALL: Confira “(We Make) Sweden Rock”, primeiro single do novo álbum

    HAMMERFALL: Confira “(We Make) Sweden Rock”, primeiro single do novo álbum

    A banda sueca HAMMERFALL lançará um novo álbum, intitulado Dominion, em 16 de agosto pela Napalm Records. O primeiro single do disco, (We Make) Sweden Rock, pode ser ouvido abaixo.

    O vocalista Joacim Cans descreve a criação de (We Make) Sweden Rock: “Este é um tributo glorioso ao movimento hard rock e metal sueco com uma temática lírica usando referências diretas para outras bandas e músicas. Com riffs contagiantes e melodias encantadoras, essa música será um clássico instantâneo nos próximos shows do HAMMERFALL. Sem a cena do rock e metal sueco com bandas como HEAVY LOAD, AT THE GATES e YNGWIE MALMSTEEN, o mundo seria um lugar bem chato e entediante! Este é o nosso nobre tributo a todas as bandas que nos inspiraram a tocar metal, formar bandas e eventualmente cruzar o mundo em nome do heavy metal. Todos saúdam os filhos da luz do norte!”

    Para Dominion, o HAMMERFALL se juntou a James Michael para gravar os vocais nos estúdios Red Level Three e Fredrik Nordström do Studio Fredman no Castle Black Studios para registrar o instrumental da poderosa coleção de 12 músicas.

    O guitarrista Oscar Dronjak afirma: “Bom não é o suficiente, tem que ser ótimo. Este é o mantra que aplicamos em todos os aspectos de fazer este álbum, desde a composição e ensaios até a produção e o desempenho de cada membro. O resultado é Dominion, uma poderosa força da natureza que não pode ser detida. Você entenderá quando ouvir.”

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  • THE RODS: Confira o novo lyric video, “Louder Than Loud”

    THE RODS: Confira o novo lyric video, “Louder Than Loud”

    A lendária banda de metal norte-americana THE RODS lançará um novo álbum, Brotherhood Of Metal, no dia 7 de junho via SPV / Steamhammer.

    O baterista do THE RODS, Carl Canedy comenta: “Se você gostar da primeira música, então as chances são de você gostar do álbum todo. É heavy-metal sem limites ou amarras, música após música. Nenhuma balada e nada que sua mãe costuma cantarolar”.

    Abaixo você pode assistir ao primeiro lyric video do novo álbum, para a música Louder Than Loud.

    THE RODS nasceu no outono 1980, em torno do vocalista / guitarrista David “Rock” Feinstein, um primo do inesquecível Ronnie James Dio e ex-membro de sua banda conjunta, ELF. Seis anos e cinco álbuns depois, a banda THE RODS decidiu se separar em 1986 e desapareceu da cena por mais de vinte anos, ressurgindo das cinzas como uma fênix em 2011, com seu álbum de retorno Vengeance.

    Os três músicos – Feinstein, Canedy e o baixista Garry Bordonaro – gravaram onze músicas para Brotherhood Of Metal (uma décima segunda faixa será incluída como faixa bônus na edição em vinil). Gravado no Barn Castle e no Nire Studio, com engenharia de Lonnie Park, Carl Canedy e Eric Chesek, o álbum conta com uma arte de capa espetacular, cortesia do artista belga Eric Philippe, e traz um pouco de ar fresco ao metal clássico da banda.

    O álbum Brotherhood Of Metal reflete a atitude dos músicos em relação à vida e, além disso, é a filosofia geral desta banda excepcional.

    Carl disse: “David, Garry e eu ainda somos amigos próximos todos esses anos depois. Somos uma banda de irmãos e estamos orgulhosos por estarmos, mais do que nunca, fazendo uma ótima música dos RODS para os fãs”.

    Brotherhood Of Metal será lançado nas versões CD digipak, 2LP gatefold (incluindo a faixa bônus Crank It Up (35 Years)), como download digital e também estará disponível nos serviços de streaming.

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