Categoria: Roadie News

  • RUSH: O que Geddy Lee pensa sobre rearranjar velhas músicas de sua banda?

    RUSH: O que Geddy Lee pensa sobre rearranjar velhas músicas de sua banda?

    Durante uma sessão de perguntas e respostas no Dancehouse Theater em Manchester (ING), Geddy Lee foi perguntado se há qualquer música no catálogo do RUSH que ele gostaria de poder voltar atrás e refazer. O baixista / vocalista respondeu: ” Oh, Deus. Provavelmente quanto mais eu procurasse, mais músicas eu iria encontrar. É engraçado o que acontece com o tempo, quando você termina um disco… Eu sou um juiz severo para um disco quando acabei de gravar. E então você passa por esse período em que você diz ‘Oh…’. Já passou um mês, você está em turnê e está aprendendo as músicas, então você ouve no rádio e diz ‘Oh, era melhor do que eu pensava’.

    “E então o tempo passa num ritmo alarmante, e, para mim, quando eu olho para as músicas mais antigas, eu ouço coisas que eu não poderia ter ouvido naquelas músicas. Então, quando eu olho para os primeiros registros, naturalmente, há algumas coisas que eu preferiria ter refeito na época, mas você não pode mudar o passado. E eu tendo a apreciá-las mais do que eu pensava que faria. Há poucas que eu realmente iria voltar e mudar, porque eu não acho que é assim que funciona”.

    Geddy recentemente lançou um livro chamado Geddy Lee’s Big Beautiful Book Of Bass, e continua na estrada divulgando o livro.

    Um novo filme do RUSH, Cinema Strangiato: An Annual Exercise In Fan Indulgence, terá uma sessão cinematográfica única em 21 de agosto.

    O filme, que leva os espectadores aos bastidores da turnê de 40 anos do RUSH em 2015, conta com apresentações de músicas, cenas inéditas de soundcheck e backstage e novas entrevistas com o produtor Nick Raskulinecz e alguns dos fãs consagrados do RUSH, como Tom Morello (RAGE AGAINST THE MACHINE), Billy Corgan (SMASHING PUMPKINS), Taylor Hawkins (FOO FIGHTERS), o violinista Jonathan Dinklage e mais.

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  • LIV SIN: Confira o lyric video para “Chapter Of The Witch”

    LIV SIN: Confira o lyric video para “Chapter Of The Witch”

    A banda sueca LIV SIN, guiada pelos inconfundíveis vocais de Liv Jagrell (ex-SISTER SIN), lançou seu novo single e lyric video, Chapter Of The Witch. Para o vídeo, a banda se juntou ao Brutal Planet.

    Em relação à faixa, Liv diz, “Chapter Of The Witch simboliza que esperamos que em breve estremos em uma nova era que será alimentada por forças femininas e dará mais equilíbrio ao mundo”.

    Chapter Of The Witch é parte do novo álbum do LIV SIN, Burning Sermons, que será lançado em 6 de setembro pela Despotz Records. O disco foi produzido por Emil Nödtveidt (DEATHSTARS) no Black Syndicate Studio.

    Liv comenta sobre a decisão da banda de trabalhar com Emil: “Queríamos explorar um som mais moderno com alguns sintetizadores neste álbum. Eu acho que esse álbum pode surpreender muitos de nossos fãs. Eu conheço Emil há muitos anos, então foi muito divertido nos reconectar. No primeiro momento em que ele nos enviou suas ideias para nossas demos, eu já estava delirando”.

    Assim como no álbum anterior do LIV SIN, a banda convidou um artista em Burning Sermons, para cantar com Liv em um dueto memorável. No próximo single Hope Begins To Fade, Liv aparecerá com Björn “Speed” Strid, o conhecido vocalista do SOILWORK e do THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA.

    Tracklist:
    1. Blood Moon Fever
    2. Chapter Of The Witch
    3. Hope Begins To Fade
    4. War Antidote
    5. At The Gates Of The Abyss
    6. Slave To The Machine
    7. The Sinner
    8. Death Gives Life Meaning
    9. Ghost In The Dark
    10. Dead Wind Intermezzo
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  • TORTURE SQUAD: Fãs podem escolher músicas para a coletânea

    TORTURE SQUAD: Fãs podem escolher músicas para a coletânea

    Formada oficialmente em 1990, o Torture Squad é um dos maiores representantes do Metal brasileiro no mundo afora. A banda que em seus mais de 20 anos de história, possuí uma das discografias mais respeitadas do país.

    Com 08 álbuns03 EPs02 ao vivos e uma demo lançadas, o renomado Torture Squad, inicia uma ação conjunta aos seus fãs para o lançamento de uma coletânea digital. A ideias será elaborar enquetes individuais de cada álbum, onde o fã, irá escolher através de sua opinião pessoal, qual é a melhor músico daquele disco em específico.

    A faixa mais votada será inclusa nessa coletânea digital. Ao todo serão duas faixas de cada disco inclusas na coletânea, sendo uma escolhida pelo fã da banda e a outra escolhida pelos músicos do Torture Squad.

    O primeiro disco lançado oficialmente pela banda, “Shivering” (1995), possuí 07 faixas e apresentava ao mundo a fúria doTorture Squad. Abaixo disponibilizamos o link para votação que está sendo organizada pela Roadie Metal que, também será a responsável pelo lançamento digital dessa coletânea que será criada entre fãs e músicos do Torture.

    Para votar em sua música preferida do álbum “Shevering”, basta solicitar acesso ao grupo “Roadie Metal, A Voz do Rock” e, escolher a faixa de sua preferência disponível no link abaixo:

    https://www.facebook.com/groups/1501541186730341/

    Track oficial de “Shivering”:

    01 – Torture Till Die

    02 – Criminal Brutality

    03 – Shivering

    04 – Suffocation

    05 – A Soul In Hell

    06 – Dread Lies

    07 – Darkness Hides The Light

    Formação:

    May “Undead” Puertas – vocal

    Rene Simionato – guitarra

    Castor – baixo

    Amilcar Christófaro – bateria

    Mais informações:

    Site Oficial: www.torturesquad.net.br

    Facebook: www.facebook.com/torturesquad

    YouTube: www.youtube.com/torturesquadband

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/torture-squad

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  • BRUTALLIAN: escute entrevista que o vocalista Pablo Barros concedeu ao programa “Rock in Pauta”

    BRUTALLIAN: escute entrevista que o vocalista Pablo Barros concedeu ao programa “Rock in Pauta”

    O vocalista do BrutallianPablo Barros, na última quinta-feira, concedeu entrevista ao programa de Rádio “Rock In Pauta”, vinculado a “Gramado FM”.

    O músico em entrevista, revelou inúmeras novidades que estão a caminho, entre eles, a gravação de um cover, novos vídeos e novas músicas que estão sendo compostas e futuramente serão lançadas pela banda.

    Outro ponto importante da entrevista, foi o momento que Pablo faz um panorama das dificuldades que as bandas maranhenses enfrentam por não estar no eixo Rio-São Paulo. O bate-papo pode ser conferido no link abaixo e a entrevista começa por volta de 2h01min.

     Confira:

    https://soundcloud.com/lucas-rodrigo-martins/programa-rock-in-pauta-080819-radio-gramado-fm

    Formação: Pablo Barros – vocal Lex Wave – guitarra Fabio Matta – baixo Raul Campos – bateria

     Mais informações:

    Facebook: https://www.facebook.com/brutallian/

    Instagram: https://www.instagram.com/brutallian.metal/

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/brutallian/

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  • VÍRUS HC oficializa lançamento físico do EP “Respirando Vingança” e nova camiseta da banda

    VÍRUS HC oficializa lançamento físico do EP “Respirando Vingança” e nova camiseta da banda

    O álbum “Respirando Vingança” da banda Vírus HC, acaba de ser oficialmente lançado em versão física e fãs do grupo, já podem adquirir sua cópia, assim como, a camiseta oficial, por um custo simbólico que está sendo cobrado.

    O CD Físico de “Respirando Vingança” está sendo vendido por apenas R$10,00 mais frete de envio. Já a camiseta na cor preta e grafite, com tamanhos P, M, G e GG, são vendidas por R$30,00 mais o frete de envio.

    Aquele que quiser adquirir os dois, existe um desconto, onde CD + Camiseta sai por R$38,00 + frete. Promoção exclusiva que a priori, será apenas no mês de agosto. Então corra e compre o material físico da Vírus HC, uma das maiores revelações doPunk/Hardcore brasileiro.

    Para adquirir uma cópia é só entrar em contato com a banda através de suas redes sociais. Abaixo os links para contato:

    Facebook: https://www.facebook.com/bandavirushc/

    Instagram: https://www.instagram.com/_virushc/

    Formação:

    Jukka: vocal Tiago: bateria Léo: guitarra Marlon: baixo

     Mais informações:

    Facebook: https://www.facebook.com/bandavirushc/

    Instagram: https://www.instagram.com/_virushc/

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/virus-hc/

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  • SYMPHONY X – 03 de agosto de 2019, São Paulo/SP

    SYMPHONY X – 03 de agosto de 2019, São Paulo/SP

    Até que não demorou tanto. Na verdade, Russel Allen e Cia. desembarcaram em São Paulo (SP) pela última vez apenas três anos atrás, mas, quando se trata de música, saudade e ansiedade não podem ser medidas de forma racional, então, sim, havia certa ansiedade pela presença dos norte-americanos, isso era claro na fila que se formava diante do Tropical Butantã em uma noite fria deste início de agosto. Da minha parte, a ansiedade tinha nome e sobrenome: Michael Romeo, o impressionante guitarrista do Symphony X. Confesso que depois de ter ouvido à exaustão o último álbum solo do guitarrista (War of the Worlds Pt. 1, lançado no ano passado), eu estava decidido a não perder a próxima aparição dele por essas bandas, e já que ele estaria aqui com o Symphony X e todo o seu incrível repertório, tanto melhor.

    Então, tudo estava posto para que fosse uma grande apresentação, e com o público devidamente aquecido pelo show do Vers’Over, restava apenas aguardar a chegada da atração principal, o que não demorou muito. Com um palco ainda bastante escuro, uma introdução começou a ser executada, e não demorou para que Michael Romeo e o baixista Mike LePond puxassem a fila, a exceção do vocalista Russel Allen, que apareceria um pouco mais tarde. A verdade é que não tinha como prestar atenção em outra coisa: assim que Iconoclast (única de Iconoclast, 2011) começou a ser tocada, LePond e Romeo tomaram os holofotes para si, e não havia maneira de desviar os olhos do espetáculo que os dois produziam com seus respectivos instrumentos, já nos primeiros segundos do show.

    A verdade é que bateria e teclados também já estavam despejando doses e mais doses de metal progressivo, mas demorou alguns instantes até que percebêssemos que tinha mais acontecendo, uma bela primeira impressão, que só fez melhorar com a entrada de Russel Allen alguns minutos depois. Foram os aplausos e gritos entusiásticos do público que me fizeram retomar a atenção ao conjunto da obra, o que acabou sendo muito bom. Confesso que só fiquei sabendo que Allen tinha passado por problemas de saúde muito depois, já que a performance correta e empolgada do vocalista não demonstrava nenhum tipo de desconforto, e novamente, que ótima impressão isso deixa, já que todos nós cansamos de ver bandas que parecem fazer sua apresentação protocolar com um olho na passagem de avião e outro no relógio, se bem me entendem.

    Fato é que a noite só estava começando. A intensa Evolution (The Grand Design) foi recebida com empolgação pela plateia, e foi a única do louvado V: The New Mythology Suite (2000) a dar as caras nesta noite, mas com um repertório tão vasto, quem poderia reclamar? Serpent’s Kiss (Paradise Lost, 2007) também não fez feio, e o mais recente álbum de estúdio, Underworld (2015) começou a aparecer logo em seguida, com a execução refinada de Nevermore, outra com ótimas linhas de guitarra. Com Allen interagindo o tempo todo com a plateia (é sério que ele não estava bem?), Without You e Run With The Devil deram sequência ao programa, enquanto a plateia se aquecia e a noite avançava.

    Sea of Lies foi uma ótima escolha para a apresentação. Confesso que eu havia previamente criado todo um discurso mental que pretendia defender ferreamente aqui sobre o quanto Of Sins And Shadows deveria ser a música certa para representar o clássico The Divine Wings of Tragedy (1996), mas todos os meus argumentos caíram por terra assim que LePond nos ofereceu as primeiras notas da canção, e o solo incrível de Romeo foi apenas mais um lembrete que eles sabiam muito bem o que estavam fazendo. Da minha parte, tudo isso fez com que Set the World on Fire (The Lie of Lies) passasse meio batida na sequência, mas o encerramento com a longa e incrível The Odyssey (do álbum de mesmo nome, lançado em 2002), foi mais do que digna de menção, foi digna de louvor. Que bela canção, e que banda competente para tocar isso ao vivo. Repensando aquilo que afirmei no início, três anos foi tempo demais. Que a próxima visita demore menos, e que venha acompanhada de um novo álbum.

  • MAYHEM: Novo álbum, “Daemon” será lançado em outubro

    MAYHEM: Novo álbum, “Daemon” será lançado em outubro

    O MAYHEM, nome pioneiro do black metal norueguês, lançará seu novo álbum de estúdio, Daemon, em 25 de outubro.

    Daemon não é uma continuação direta de Esoteric Warfare. Como todos os álbuns do MAYHEM antes, Daemon só representa a si mesmo. É um lobo solitário e singular. De fato, Daemon também não é um novo capítulo na carreira célebre do MAYHEM. Pelo contrário, é um novo tomo, de caráter autoritário e selvagem. Composto com a mesma formação – Necrobutcher (baixo), Hellhammer (bateria), Attila (vocal), Teloch (guitarra) e Ghul (guitarra) – que lidou com Esoteric Warfare e tocou De Mysteriis Dom Sathanas na íntegra nos últimos anos, Daemon não é um retorno para canções clássicas como Freezing Moon, Pagan Fears ou Buried By Time And Dust. Isso é o que foi o álbum ao vivo, De Mysteriis Dom Sathanas Alive (2016). Daemon é mudança, uma oportunidade para a boca do inferno se abrir mais.

    “O MAYHEM sempre será o MAYHEM“, afirma o guitarrista / compositor Teloch. “Se colocarmos o gênero de lado um pouco, ninguém mais soa como o MAYHEM. Mesmo quando De Mysteriis saiu, ele não foi inicialmente considerado um álbum de black metal, se minha memória não falha. Difícil de rotular essa banda. ‘Metal’ seria o mais adequado. Não é puro black metal na minha opinião. Apesar da opinião geral, não tenho certeza se é, mas as pessoas podem chamar do que quiserem, se é black metal para elas, então, tudo bem. Nós realmente não nos importamos. Para mim, é importante manter algum tipo de vibração de black metal, pelo menos”.

    O processo todo foi concebido em diferentes lugares. O MAYHEM entrou no NBS Audio Studio (também conhecido como Necromorbus Studio) em Söderfors, na Suécia, para gravar bateria e vocais com o produtor / engenheiro de som Tore Stjerna. O recém instalado Studio A, instalado em uma antiga igreja, recebey Hellhammer e Attila Csihar para gravar suas respectivas partes para Daemon. Então Ghul gravou suas guitarras na Holanda, enquanto o baixo foi projetado por Teloch e tocado por Necrobutcher no Lupercal Studio em Oslo, Noruega. Teloch levou suas faixas de guitarra para o SleikBallaMi Studio, também em Oslo. Daemon foi então levado de volta para Stjerna para mixagem, e enviado para Thomas Johansson no The Panic Room para masterização. O processo todo levou cerca de três meses para ser concluído.

    Confira o tracklist:

    1. The Dying False King
    2. Agenda Ignis
    3. Bad Blood
    4. Malum
    5. Falsified And Hated
    6. Aeon Daemonium
    7. Worthless Abomination Destroyed
    8. Daemon Spawn
    9. Of Worms And Ruins
    10. Invoke The Oath
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  • TARJA: Confira o novo vídeo, “Tears In Rain”

    TARJA: Confira o novo vídeo, “Tears In Rain”

    A cantora finlandesa Tarja Turunen lançará seu novo álbum de estúdio, In The Raw, no dia 30 de agosto, via earMUSIC. O videoclipe oficial do novo single, Tears In Rain, pode ser visto abaixo.

    “Para o meu terceiro single, Tears in Rain, eu estava procurando por um vídeo forte”, explica Tarja. “Eu não queria entrar em um clichê de lágrimas e chuva ou uma história de separação. A música é sobre superar dificuldades que poderiam se aplicar a qualquer aspecto da vida. As instruções que dei ao diretor Florian Kaltenbach (Victim of Ritual, 500 Letters) foram para evitar o óbvio. Eu queria um vídeo de ação em que eu pudesse participar. Ele propôs a ideia do roller derby e eu adorei.”

    Três anos depois de seu último álbum, The Shadow Self, de 2016, In The Raw mostra Tarja e sua bela voz soando mais impressionante do que nunca. Trabalhando com muitos dos mesmos músicos e equipe de produção de antes, a intenção era trazer a ideia de crueza para combinar com os sentimentos que Tarja estava tendo desde o início do processo.

    In The Raw mostra Tarja aproveitando a emoção crua e indo a lugares pessoais em suas letras. Abrindo-se mais do que nunca, ela diz que ficou se sentiu muito vulnerável por conta da sua honestidade, mas também satisfeita com aonde ela tinha ido com suas palavras.

    “O ouro, como pensamos, é algo polido e perfeito, sofisticado, um luxo. Mas em seu estado natural, é um elemento bruto”, explica a cantora. Esse sentimento engloba a música em seu próximo álbum: uma combinação de orquestração sofisticada e refinada, coro, e sua voz classicamente treinada com um núcleo musical obscuro e pesado. Simplificando, In The Raw é um trabalho de arte impecável banhado a ouro.

    O conceito do ouro e seu estado bruto se estende ao trabalho artístico do álbum. A arte mostra Tarja na Gruta de São Miguel, em Gibraltar, emoldurado em cores vivas e brilho dourado.

    O primeiro olhar para o álbum, a nova canção Dead Promises, mostra todos estes predicados e muito mais. Combinando o poder impressionante da voz de Tarja com uma guitarra estrondosa, a agressividade de que fala é trazida para a frente, não ameaçando quebrar algo frágil, mas reforçando seu poder.

    “Eu realmente gosto de como a guitarra soa: na sua cara”, diz ela. “Se eu estou cantando poderosamente, eu preciso de algo poderoso atrás de mim para que eu não me sinta como se estivesse sozinha”.

    Os fãs encontrarão no álbum uma incrível versão em dueto da música com os vocais convidados de Björn “Speed” Strid, vocalista do SOILWORK.

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  • SUICIDAL ANGELS: Confira o novo vídeo, “Bloody Ground”

    SUICIDAL ANGELS: Confira o novo vídeo, “Bloody Ground”

    Os thrashers gregos do SUICIDAL ANGELS lançaram seu novo álbum, Years Of Aggression, no dia 9 de agosto pela NoiseArt Records. O sucessor de Division Of Blood, de 2016, foi gravado no Zero Gravity Studios em Atenas, na Grécia, e no Soundlodge Studios em Papenburg, na Alemanha. A arte da capa foi criada pelo aclamado Ed Repka (MEGADETH, DEATH, MUNICIPAL WASTE).

    Abaixo você pode conferir o vídeo oficial para a música Bloody Ground.

    A banda declara: “Years Of Aggression neste campo sangrento, mas nascemos do ódio! Três anos após o lançamento de Division Of Blood, extensas turnês e inúmeros festivais, chegou a hora de retornar com um novo álbum. Mais forte do que nunca, apresentamos a capa do nosso sétimo álbum de estúdio chamado, Years Of Aggression, criada mais uma vez pelo próprio todo-poderoso, Ed Repka. Fique ligado, mantenha o foco, mais e mais ainda está por vir. Lembre-se, para aqueles que tentam nos derrubar, nós éramos e somos o fogo, e ainda queimamos!!”

    O membro fundador, guitarrista e vocalista Nick Melissourgos preparou as músicas para Years Of Aggression. O álbum foi produzido pelos próprios membros da banda. Nove canções, dirigidas por raiva irreprimível, foram finalmente mixadas por Jens Bogren no Fascination Street Studios em Örebro, na Suécia, e masterizadas por Tony Lindgren.

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  • TAMUYA | PAVIO | SANTA MUERTE – 26 de julho de 2019, São Paulo/SP

    TAMUYA | PAVIO | SANTA MUERTE – 26 de julho de 2019, São Paulo/SP

    Sextou! O tradicional bordão coube nessa sexta-feira, 26 de julho, cuja noite estava na dúvida entre o frio e a temperatura agradável, mas que tinha uma certeza. Seria noite de metal, com bandas nacionais de qualidade: as cariocas Tamuya e Pavio, além das meninas paulistas da Santa Muerte. O local escolhido foi o Espaço Som, que, uma semana antes, havia recebido o Andralls. O estúdio com espaço para shows está com uma cara um pouco diferente após a reforma de algumas de suas instalações, como os banheiros, a área externa, a criação de um camarim para as bandas e até do bebedouro, o que mostra uma preocupação com o todo.

    Previsto para 20h, os shows tiveram início vinte e cinco minutos depois com as meninas da Santa Muerte. Adeptas de um thrash bem cru, com muitos flertes com o punk rock, Marilia Massaro (vocal e guitarra), Rebecca Prado e Jhully Silva (bateria) nem se importaram com o pouco público que entrava e meteram os pés no peito dos presentes. Num set curto, de pouco mais de vinte minutos, Circulo de Sangre e Trap or Track foram os destaques. Vale citar o profissionalismo da vocalista, que, mesmo numa gripe daquelas, mandou ver.

    A pausa para aquela “resenha” durou até 21h20, quando o Pavio deu início ao seu show. Com um som que carrega referências do hardcore nova-iorquino (Agnostic Front, Madball), Marcelo Prol (vocal) e Cezar Rocha (guitarra) contaram nessa apresentação com João Paulo Mugrab (Tamuya,  baixo) e com Daniel Barbosa (bateria). Durante o set de meia hora, fomos brindados com uma banda engajada politicamente contra o atual governo e que produz sons de qualidade. Cuviteiro, O Jogo Vai Virar e principalmente Mulheres Fortes (dedicada a todo público feminino presente) foram os ápices da apresentação do quarteto.

    Após uma pausa mais longa que o normal, às 22h40 foi a vez do Tamuya mostrar seu thrash repleto de elementos da música brasileira aos paulistanos. Seguros no palco, Luciano Vassan (vocal e guitarra), Leonardo Emanoel (guitarra), João Paulo Mugrab (baixo), JP Rodrigues (bateria) e Paula Perez (percussão) basearam o set no álbum The Last of Guaranis (2016), como na poderosa Voice of Nhaderu (que contou com um ‘VTNC’ ao presidente do Brasil), além de Violence and Blood e Immortal King. Só essas teriam feito valer a noite, mas os caras fugiram do óbvio e mandaram uma excelente versão para Embolada do Tempo (Alceu Valença), um chute no saco dos radicais. Trechos de A Cidade (Chico Science e Nação Zumbi) e uma versão em português para Senzala/Favela foram outros ápices do show dos caras, que já possuem um público fiel em São Paulo.

    Acabado o show e a “fome de metal” saciada, foi uma verdadeira luta contra o tempo para pegar as conduções para casa. Mas, no fim, tudo valeu a pena. E que venham mais!