Categoria: Roadie News

  • VULCANO: Ouça agora o novo single, “Cybernetic Beast”

    VULCANO: Ouça agora o novo single, “Cybernetic Beast”

    A divulgação do vindouro “Eye In Hell”, do VULCANO, está com tudo! Apenas 15 após a divulgação da faixa “Evil Empire”, o grupo divulgou o terceiro single extraído deste novo álbum.

    Trata-se de “Cybernetic Beast”, que já pode ser encontrado nas principais plataformas de streaming e download do mundo e mais uma vez não desaponta pela brutalidade, mostrando um pouco mais do que está por vir no dia 13/03/2020, ouça agora:

    https://youtu.be/OGac2uIGnFE

    Spotify: https://open.spotify.com/album/6GY3EU7opHpmg4ZnsdsOON
    Deezer: https://www.deezer.com/track/845239042
    iTunes: https://music.apple.com/br/album/cybernetic-beast/1493427899?i=1493428928
    Tidal: https://listen.tidal.com/album/128457071
    Amazon Music: https://music.amazon.com/albums/B083Y2VNVJ?trackAsin=B083Y264MP

    Em paralelo, o VULCANO concedeu uma entrevista recentemente ao portal de notícias Rock Vibrations, onde falou um pouco mais sobre este atual trabalho, “Eye In Hell”, métodos de composição, influências, cenário do Metal atual e muito mais, confira: https://rockvibrationsofficial.blogspot.com/2020/02/rock-vibrations-entrevista-vulcano.html

    Contato para shows:
    E-mail: [email protected]
    WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções

    Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
    Sites relacionados:
    https://www.facebook.com/VULCANOMETAL
    https://www.vulcanometal.com/
    https://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/Vulcano/20
    Fonte: Sangue Frio Produções

     

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  • MALEFACTOR: Quarteto baiano apresenta seu ‘Unholy Metal’ no Setembro Negro 2020

    MALEFACTOR: Quarteto baiano apresenta seu ‘Unholy Metal’ no Setembro Negro 2020

    A veterana banda baiana Malefactor se apresenta na 14ª edição do Setembro Negro Fest. A apresentação deles será na segunda, dia 07, das 12:50 às 13:20.

    A 14ª edição do festival acontecerá nos dias 05, 06 e 07 de Setembro (sábado, domingo e segunda de feriado nacional), mesclando o que há de melhor de todos os subgêneros do Heavy Metal (Death, Black, Thrash, Doom, GrindCore, Gothic Metal e Sludge). Serão 30 bandas divididas nos 3 dias de festival, com 9 bandas nacionais e 21 bandas internacionais.

    O Malefactor foi formado em 1991, em Salvador/Bahia, fazendo ‘Melodic Death Metal’ com temática satânica, historias medievais e ocultismo. Eles se auto denominam ‘Unholy Metal’.

    A discografia da banda traz 6 álbuns. Os álbuns “Barbarian” (2003) e “Centurian” (2006), são verdadeiros clássicos do Metal nacional. O lançamento mais é recente é o bastante elogiado, “Sixth Legion” (2017).

    Em 2006 o Malefactor foi o único representante sul-americano no renomado festival Wacken Open Air. No mesmo ano eles estiveram no cast do Brasil Metal Union, no Espaço das Américas, ao lado de bandas como Angra, Krisiun, Tuatha de Danann, entre outros.

    A formação do Malefactor traz Lord Vlad (vocal e baixo), Danilo Coimbra (guitarra), Jafet Amoêdo (guitarra) e Daniel Falcão (bateria).

    Assista o Malefactor com a música “Behold The Evil” ao vivo no Studio Tenda:
    https://www.youtube.com/watch?v=qrAAm48g2qE

    Página relacionada:
    www.facebook.com/malefactor.oficial/

    SETEMBRO NEGRO FESTIVAL 2020 – Dias 05, 06 & 07 de Setembro de 2020 no Carioca Club Pinheiros (R. Cardeal Arcoverde, 2899 – São Paulo – SP). Abertura da casa e início do evento as 11:30am.

    INGRESSOS ONLINE: https://www.clubedoingresso.com/evento/setembronegro

    APOIO: Cervejaria Ashby | DK CAST | BURN ARTWORKS | Clube do Ingresso | LP Metal Press | Roadie Crew | Heavy Metal Online | UK SERIGRAFIA | ART CRAFTS OF RAPHAEL GABRIO

    Para saber mais sobre o cast, informações gerais e cronograma do festival, siga a página do evento no Facebook:
    https://www.facebook.com/events/836159376835539/?event_time_id=836159386835538

    PRODUÇÃO: [email protected]

    IMPRENSA: [email protected]

    ***CREDENCIAMENTO***
    O período de credenciamento ocorrerá de 24.08 à 02.09 – favor enviar solicitação apenas dentro desse período para [email protected] com os dados dos profissionais (Nome, RG e função), com os links de divulgação do material do festival (que está sendo enviado pela assessoria desde Fevereiro). As respostas saem no dia 04.09.
     

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  • IN THIS MOMENT: Confira o novo single, “Hunting Grounds”

    IN THIS MOMENT: Confira o novo single, “Hunting Grounds”

    O IN THIS MOMENT lançou uma nova música, chamada Hunting Grounds. A faixa, que conta com a participação de Joe Cotela, do DED, é parte do próximo álbum do IN THIS MOMENT, Mother, que será lançado em 27 de março pela Atlantic. O disco, que foi gravado novamente no The Hideout Recording Studio em Las Vegas, Nevada, com o produtor Kevin Churko, apresenta participações especiais de Lzzy Hale (HALESTORM), Taylor Momsen (THE PRETTY RECKLESS) e Joe Cotela (DED).

    Confira Hunting Grounds abaixo.

    O guitarrista Chris Howorth falou à rádio 99.7 The Blitz (EUA) sobre Mother: “É uma extensão de Ritual, de 2017. E a razão pela qual pensamos em Mother… São muitas coisas diferentes, mas muitos dos fãs chamam Maria [Brink, vocalista do IN THIS MOMENT] de ‘mãe’. Eles sempre são como ‘Maria é minha mãe’ e ‘Mãe Maria’, essas coisas.”

    “Isso meio que sempre esteve lá. Na verdade nós até falamos sobre isso no último álbum, mas eu senti que talvez ainda não estivéssemos prontos para isso. Mas também é ‘mãe’ no sentido de ‘Mãe Terra’, a criação da vida – todas essas coisas que envolvem a ideia de mãe. Mãe é meio que conectada a tudo. Então, nesse sentido, é muito legal e nos dá muito o que aproveitar. E Maria é mãe; ela foi criada por sua mãe; todo mundo tem mãe, de alguma forma. Então, todo esse conceito é o que buscávamos. Com a extensão de Ritual, o álbum anterior, e algumas das imagens ligadas a ele, o tipo ritualístico e pagão de sentir.”

    O IN THIS MOMENT anunciou recentemente uma turnê como atração principal na primavera [no hemisfério norte] de 2020, nomeada The In-Between Tour. O apoio na caminhada virá das bandas BLACK VEIL BRIDES, DED e RAVEN BLACK.

    Originalmente formada por Brink e Howorth em 2005, o IN THIS MOMENT lançou seu álbum de estreia, Beautiful Tragedy, em 2007. O álbum de 2014, Black Widow, chegou ao 8º lugar na Billboard 200 e 3º na parada Hard Rock Albums.

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  • EXHORDER: Guitarrista fundador, Vinnie LaBella não é mais parte do grupo

    EXHORDER: Guitarrista fundador, Vinnie LaBella não é mais parte do grupo

    Os pioneiros do thrash metal de New Orleans (EUA), EXHORDER, se separaram do guitarrista fundador Vinnie LaBella.

    Os membros restantes do grupo emitiram uma declaração dizendo que cumprirão suas “obrigações de turnê e gravação para 2020 e além”.

    “O EXHORDER e o guitarrista Vinnie LaBella concordaram mutuamente em se separar”, diz o comunicado. “Desejamos o melhor para Vinnie seguir em frente. O EXHORDER continuará seus negócios como sempre, e estamos empolgados em cumprir nossas obrigações de turnê e gravação para 2020 e além. A banda mal pode esperar para ver todo mundo na turnê Wings Over The USA, apresentando OVERKILL / EXHORDER / HYDRAFORM nas próximas semanas!”

    No sábado (22 de fevereiro), LaBella compartilhou um link para o último single do EXHORDER, The Man That Never Was, e escreveu em uma mensagem anexa: “Toda a verdade passa por três estágios. Primeiro, é ridicularizada. Segundo, é violentamente confrontada. Terceira, é aceita como óbvio. O estágio três começa hoje, meus amigos. Este será meu último lançamento sob o nome EXHORDER. Mais por vir … “

    O vocalista Kyle Thomas é agora o único membro fundador que permanece no EXHORDER, que lançou seu primeiro álbum em 27 anos, Mourn The Southern Skies, em setembro passado pela Nuclear Blast Records. A banda é completada por Jason Viebrooks (HEATHEN) no baixo, Marzi Montazeri (ex-SUPERJOINT RITUAL, PHILIP H. ANSELMO & THE ILEGALS) na guitarra e Sasha Horn (FORBIDDEN) na bateria.

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  • VISION DIVINE realiza apresentação única no dia 1 de março em São Paulo

    VISION DIVINE realiza apresentação única no dia 1 de março em São Paulo

    A banda italiana Vision Divine retorna ao Brasil para apresentação única em São Paulo, no Carioca Club, dia 1 de março (domingo). O show é um evento da produtora Dark Dimensions e conta com a abertura das bandas Eve Desire, Ego Absence e Stormsons.

    Venda onlinewww.clubedoingresso.com/evento/visiondivine-sp

    Os italianos do Vision Divine vem ao país para divulgar o mais recente álbum “When All The Heroes Are Dead” e os músicos garantem que estão animados para tocar as novas músicas, além dos grandes clássicos de álbuns mais aclamados pela crítica, como “Stream Of Consciousness”, “The Perfect Machine” e “The 25th Hour”.

    Após a excelente repercussão do single “Angel Of Revenge”, o Vision Divine está trabalhando duro para que a nova formação que conta com Mike Terrana na bateria e Ivan Giannini nos vocais siga firme e forte agradando os fãs mais exigentes.

    O videoclipe para a música “Angel Of Revenge” pode ser visto abaixo.

    Assista “Angel Of Revenge”https://youtu.be/JTSJXi3kQUs

    VISION DIVINE é:
    Ivan Giannini – Vocal
    Olaf Thorsen – Guitarra
    Federico Puleri – Guitarra
    Alessio Lucatti – Teclados
    Andrea Tower Torricini – Baixo
    Mike Terrana – Bateria

    SERVIÇO:
    SÃO PAULO (SP)
    Data: Domingo, 1 de março de 2020
    Local: Carioca Club – rua cardeal Arcoverde 2899 pinheiros/sp – Próx metrô Faria Lima
    Abertura da casa: 16h | Eve Desire: 17h | Ego Absence: 18h | Stormsons: 19h| Vision Divine: 20h
    Classificação etária: 15 anos.
    Venda online: www.clubedoingresso.com/evento/visiondivine-sp
    Pontos e venda sem taxa – Loja 255 (Galeria do Rock) pagamento em dinheiro

     

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  • SINAYA fecha distribuição de “Maze Of Madness” nos EUA e Canadá

    SINAYA fecha distribuição de “Maze Of Madness” nos EUA e Canadá

    A gravadora de metal norte-americana Brutal Records, firmou uma ampla parceria de distribuição com The Orchard, RED Distribution e Sony Music Entertainment, cobrindo a distribuição digital global da Sinaya, além de selecionar a distribuição física de do primeiro álbum, “Maze Of Madness” em vários territórios importantes nos EUA e no Canadá – assim como um futuro lançamento.

    Ouça agora o álbum ”Maze Of Madness”:
    https://open.spotify.com/album/5NGPJyK4HowlzFQQghIg2q

    Recentemente a banda fechou 2 novos patrocínios para 2020; O primeiro deles é a marca de bags, Balbag, empresa especializada na produção e criação de capas para instrumentos musicais, bastante conhecida no cenário nacional, apoiando várias bandas. E outra parceria é das baquetas Toke, que de agora em diante estarão confeccionando as baquetas de Janaina Melo.

    No fim de 2019, a Sinaya lançou o videoclipe de “Riddle Of Death”. Assista;
    https://www.youtube.com/watch?v=HfEI_6i7zU8

    E o single de “Riddle Of Death” também já está disponível em diversas plataformas digitais.

    A formação da Sinaya traz Mylena Monaco (vocais e guitarra), Bruno Kozseran (guitarra), Eric Akune (baixo) e Janaína Melo (bateria).

    Acompanhe a Sinaya em seus canais oficiais:
    www.facebook.com/sinayaofficial
    www.instagram.com/sinayaofficial/
    www.youtube.com/user/sinayathrash
    www.sinayaofficial.com

     

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  • FORKILL: Noite de Thrash Metal na terra do carnaval

    FORKILL: Noite de Thrash Metal na terra do carnaval

    Hoje, 24/02, a banda carioca de Thrash Metal Forkill participará do festival CaosFolia 2020, evento gratuito que reunirá bandas de  diversos estilos entre os dias 21 e 24 de fevereiro na tradicional casa de shows carioca Heavy Duty Beer Club, localizada na Rua Ceará, 104, Praça da Bandeira, Rio de  Janeiro. Ao lado dos thrashers tocarão as bandas Wartank, Short Thrash, Necrowar e Códon, encerrando o festival com muito peso e agressividade. Além das cinco bandas escaladas por noite (com início às 21h), o CaosFolia 2020 contará ainda com os DJs Danilo Alves e Wallace Coyote rolando diversos clássicos nos intervalos dos shows. O show faz parte da turnê de divulgação do álbum “The Sound of the Devil’s Bell”, um dos grandes lançamentos de 2019 e que rendeu ao baixista Gus Nascimento o quarto lugar nas votações de melhores do ano da revista Roadie Crew.

    Mais informações:

    https://www.facebook.com/events/1161603580851020/

    Entretanto, apesar de os shows de “The Sound of the Devil’s Bell” não saírem da agenda do quarteto carioca, o guitarrista Ronnie Giehl informa que um novo álbum já está sendo composto: “Estamos compondo direto e já tem muito material legal e o direcionamento vai ser uma pegada brutal e muitos riff para bater cabeça. O Igor (vocalista e guitarrista) trouxe muitas ideias boas, riffs sensacionais e tem ajudado muito nessa fase de compor o novo álbum da  banda. Temos nos reunido direto, onde cada um vai mostrando ideias e assim vamos alinhando e tem sido muito espontâneo. Vamos montando as estruturas e arranjos e como num quebra cabeça de um milhão de notas vai tomando forma. Estamos muito confiantes no novo material. Acredito que vamos começar a gravar em outubro e com previsão de lançamento para março de 2021”.

     Ouça “The Sound of the Devil’s Bell” no Spotify:

    https://spoti.fi/2VfjUZt

     Contatos:

    Facebook: www.facebook.com/forkill.thrash

    Instagram: www.instagram.com/forkillofficial

    Youtube: www.youtube.com/forkillofficial

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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  • LACUNA COIL – 16 de fevereiro de 2020 – Rio de Janeiro/RJ

    LACUNA COIL – 16 de fevereiro de 2020 – Rio de Janeiro/RJ

    Virou rotina: disco novo e um pulo no Brasil. Desde a turnê de Shallow Life (2009) que o Lacuna Coil bate ponto no país. Ótimo. E desde a turnê de Dark Adrenaline (2012) que a banda passa pelo Rio de Janeiro. Melhor ainda. Promovendo seu mais recente trabalho, Black Anima (2019), os italianos trouxeram a tiracolo o Uncured, grupo americano liderado pelos irmãos Rex e Zak Cox (guitarras e vocais) – Micah Smith (baixo) e Liam Manley (guitarra) completam a formação – que pratica um progressive death metal melódico. Grifo meu: com algumas pitadas de metalcore, o que pode entregar o tempo de vida e a origem do quarteto.

    Com três trabalhos na praça, o EP Spontaneous Generation (2016, o ano de formação) e os álbuns Medusa (2017) e Epidemic (2019), o Uncured causou boa impressão em quem chegou mais cedo para conferir e apoiar a banda de abertura – como prêmio involuntário, os fãs pontuais escaparam do temporal que desabou na cidade antes da atração principal entrar no palco. Ignorando o EP e calcando o repertório no disco lançado no ano passado (sete das 11 músicas do set), os quatro mostraram talento na fusão do extremo com as passagens mais prog dentro do instrumental intrincado, como nas ótimas Desecration e Nothing But Disease.

    Uncured

    O toque mais moderno ficou bem perceptível em Opium Den, muito técnica e com passagens mais pula-pula, mas sem comprometer. Enquanto Smith segurava as pontas nas quatro cordas e Manley massacrava o pequeno kit (para a proposta do estilo), os irmãos Cox debulhavam solos virtuosos e dividiam os vocais, com Rex sendo responsável por um gutural bem mais cavernoso. Aliás, ele deveria ter assumido o microfone na versão de Roots Bloody Roots – sim, versão, porque Manley acrescentou elementos percussivos ao clássico do Sepultura, e o Uncured fez ligeiras mudanças em algumas passagens, mas sem comprometer em nada o andamento original.

    Lançado como single no fim de janeiro de 2020, uma vez que o Uncured promete um EP de covers para este ano, Roots Bloody Roots obviamente mexeu com a plateia, que já vinha dando um belo exemplo ao agitar e aplaudir o quarteto. E os caras responderam com muita simpatia, com Rex comandando o público com facilidade. A inédita Set the World Ablaze, bela porrada finalizada por uma bonita passagem instrumental, foi o presente de agradecimento, mas ainda teve o hit, digamos assim, Blinded By Demise antes da despedida. Vale a pena dar uma conferida no som dos caras.

    Uncured

    Com uma pontualidade britânica, Cristina Scabbia e Andrea Ferro (vocais), Marco Coti Zelati (baixo), Diego Cavalotti (guitarras) e o novato Richard Meiz (bateria) subiram ao palco para apresentar o presente, com metade do repertório baseado nos dois últimos álbuns, Delirium (2016) e Black Anima (2019), e o passado do Lacuna Coil, com surpresas para emocionar o fã que acompanha a banda italiana desde o início e, claro, optou por não conferir o setlist – o quinteto havia tocado em Porto Alegre, Curitiba, Brasília e São Paulo antes de chegar ao Rio, que foi a última parada no Brasil. Blood, Tears, Dust abriu os serviços mostrando as presenças imponentes de Cristina e Ferro, que tanto comandam o público com maestria quanto têm uma química impecável.

    A espetacular Our Truth, única canção extraída de Karmacode (2006), obviamente colocou a lona inteira para cantar o coro com Cristina, enquanto Reckless provou duas coisas: a fidelidade dos fãs, que já tinham o novo disco na ponta da língua, e que a noite era de Cristina, que se acabou de tanto agitar e depois rasgou seda para o público que encheu a lona. “Eu não gosto desse lance de competição, mas vocês sabem que tocamos em São Paulo ontem à noite”, disse ela, arrancando óbvias vaias dos fãs, direcionadas à cidade vizinha, antes de pedir que os cariocas soltassem a voz. “Agora é oficial: o Rio é o mais barulhento!”

    Lacuna Coil

    Tudo bem, ela deve falar isso para todos os públicos, mas os constantes sorrisos estampados no rosto eram nitidamente sinceros, como aquele que ilustrou sua felicidade ao ouvir todos cantando em alto e bom som o início de My Demons. “Neste bonito local, com esta linda energia, vamos esquecer o passado e o futuro para viver o presente, e vocês e nós somos o presente”, disse a vocalista antes da ótima Layers of Time, que foi seguida pela bonita Downfall, mantendo os fãs em estado de hipnose contemplativa. E o momento atual do Lacuna Coil continuou representado em The House of Shame e Sword of Anger (que refrão!), e foi na primeira que Cristina adicionou o terceiro e derradeiro elemento à combinação que já contava com alegria e empolgação: o que ela está cantando é um absurdo!

    Isso não é nenhuma novidade, você pode estar pensando, mas o negócio foi tão sério que rolou ovação durante e ao fim da porrada que abre Delirium. “Eu uso monitor in-ear, mas mesmo com ele estou tendo dificuldade de me ouvir por causa do barulho que vocês estão fazendo. Obrigada!”, disse Cristina, com um baita sorriso no rosto que ajudou a fazer toda a casa gritar com vontade o nome da banda. Ao lado, com os dentes escancarados de tanta felicidade, coube a Ferro agradecer antes de a companheira de microfone continuar. “Nós fazemos músicas para nós mesmos, porque é uma terapia, mas com um discurso positivo. E esta música é um grito por ajuda.”

    Lacuna Coil

    Foi a vez da excelente Save Me, que levou a plateia a mais uma vez entoar o nome do grupo como se fosse um grito de guerra. “Essa eu roubei do Max Cavalera, então me ajudem: ‘Olê, olê, olê! Laaacuuuna Coil’”, convocou Ferro, prontamente atendido pelos fãs. Enjoy the Silence – a “música que não é nossa, mas que gostamos muito”, como ressaltou Cristina – talvez não tenha feito todos os fãs correrem atrás da discografia do Depeche Mode, mas soa como se fosse um clássico dos italianos. E o clima era tão alto astral que Cristina e “Maki” Zelati terminaram o clássico da banda inglesa zoando a roupa um do outro. E depois de um intervalo iluminado pelas cores da Itália e que serviu exatamente para troca de figurino, a banda retornou para emocionar os seguidores mais antigos.

    A bela (e muito aplaudida) A Current Obsession iniciou a maravilhosa trinca do segundo álbum, Unleashed Memories (2001), numa seção do show para levar, como Ferro bem lembrou, o espetáculo registrado em The 119 Show: Live in London (2018) para celebrar os 20 anos do Lacuna Coil. Teve apresentação dos integrantes – e vale destacar a performance de Meiz, que interagia a todo instante com o público e acrescentou doses de peso à banda ao vivo – e mais duas pérolas: 1.19 – “A música que começou tudo”, anunciou Cristina, que, acreditem, dançou como se não houvesse amanhã durante o solo – e When a Dead Man Walks, simplesmente fabulosa ao vivo.

    Lacuna Coil

    Dá para lamentar que Veins of Glass, de In a Reverie (1999), tenha sido limada do setlist, mas Soul Into Hades – “Nossa música mais antiga, escrita em 1997, para nos lembrarmos de onde viemos”, disse Cristina, referindo-se à música extraída do EP Lacuna Coil (1998) – e a dupla de Comalies (2002) colocou panos mais do que quentes: Tight Rope e a linda faixa-título do terceiro álbum foram de arrepiar. Diga-se: em Comalies, Cristina voltou a deixar os fãs de queixo caído com uma estupenda performance vocal, e ter seu nome gritado foi o mínimo que poderia receber de todos os presentes. “O mais importante é que todos vocês voltem para cara com um sorriso no rosto”, disse ela ao agradecer.

    “Vamos voltar ao presente para falar de relacionamento, mas daquele com pessoas que não devemos ter por perto, como os amigos que não são amigos. Livrem-se deles.” E Veneficium, a última amostra de Black Anima, encontrou eco no público, porque não falta quem já tenha sido apunhalado nas costas por alguém que, no fim da história, se mostrou um grande mau caráter. Curiosamente, foi como se Cavalotti exorcizasse demônios num puta solo, e os fãs descarregassem uma baita energia com a própria Cristina, que deu mais um show particular. “Muito obrigada por estarem conosco esta noite, e espero vê-los em nossa próxima vez no Rio”, ela agradeceu antes do “nosso hino”, Nothing Stands in Our Way, que fechou o espetáculo em grande estilo e, de fato, mandou todos para cara com um sorriso no rosto para animar toda a semana.

    Lacuna Coil

    Setlist Lacuna Coil
    Blood, Tears, Dust
    Our Truth
    Reckless
    My Demons
    Layers of Time
    Downfall
    The House of Shame
    Sword of Anger
    Heaven’s a Lie
    Save Me
    Enjoy the Silence
    Intervalo
    A Current Obsession
    1.19
    When a Dead Man Walks
    Soul Into Hades
    Tight Rope
    Comalies
    Veneficium
    Nothing Stands in Our Way

    Lacuna Coil

    Setlist Uncured
    Resist the Infection
    Sacrifice
    Myopic
    Desecration
    Death Valley
    Nothing But Disease
    Opium Den
    Set the World Ablaze
    Roots Bloody Roots
    Blinded By Demise
    Conquistador

  • GOTTHARD: Confira o novo single, “Bad News”

    GOTTHARD: Confira o novo single, “Bad News”

    A banda suíça GOTTHARD lançará seu 13º álbum de estúdio, #13, em 13 de março pela Nuclear Blast Records. O lyric video oficial para o novo single, Bad News, pode ser visto abaixo.

    Além do usual rock n’ roll direto pelo qual o GOTTHARD é conhecido, #13 oferece uma variedade notável entre as músicas – como a poderosa faixa de abertura Bad News, a rápida e pesada Every Time I Die, a mensagem lírica direta de Man On A Mission, o blues rock da velha escola com Another Last Time, baladas épicas como I Can Say I’m Sorry e psicodélica e setentista Rescue Me.

    Depois de 16 álbuns, mais de três milhões de discos vendidos em todo o mundo e mais de 2000 shows ao vivo, #13 prova que o GOTTHARD, mesmo depois de 25 anos, ainda sabe como proporcionar aos seus fãs exatamente o que eles amam na banda. #13 foi produzido pelo produtor norte-americano Paul Lani, enquanto Leo Leoni manteve o papel de co-produtor do álbum. As gravações de #13 ocorreram no Yellow House Studio em Lugano, enquanto a mixagem foi feita em Los Angeles e os retoques finais foram adicionados pelo renomado Darcy Proper no Valhalla Studios em Nova York.

    Tracklist:
    1. Bad News
    2. Every Time I Die
    3. Missteria
    4. 10,000 Faces
    5. S.O.S.
    6. Another Last Time
    7. Better Than Love
    8. Save The Date
    9. Marry You
    10. Man On A Mission
    11. No Time To Cry
    12. I Can Say I’m Sorry
    13. Rescue Me
    Bonus tracks:
    1. No Time To Cry (Demo Version)
    2. I Can Say I’m Sorry (Piano Version)
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  • BON JOVI: Novo álbum, “2020” será lançado em maio. Confira o primeiro single

    BON JOVI: Novo álbum, “2020” será lançado em maio. Confira o primeiro single

    Uma nova música do BON JOVI, intitulada Limitless, pode ser ouvida abaixo. A faixa é retirada do próximo álbum da banda, 2020, que será lançado em 15 de maio. O álbum será disponibilizado nas versões CD, vinil dourado e download digital.

    O vocalista Jon Bon Jovi disse sobre o título do álbum: “O significado por trás disso – é óbvio. É um ano de eleições, e não poderia ser pior. E eu tenho uma visão clara. This House Is Not For Sale lidou com muitos assuntos pessoais, que agora ficaram para trás. Então, 2020 – é claro, é um ano de eleições, mas o mais importante é que tenho uma visão clara daqui para frente”.

    No início deste mês, o BON JOVI lançou uma versão instrumental de Limitless, e incentivou os fãs a tentarem cantá-la, em uma espécie de competição. Um vencedor terá a chance de se juntar à banda no palco e cantar a música com o próprio Jon Bon Jovi.

    A turnê norte-americana do BON JOVI começará em 10 de junho em Tacoma, Washington e terminará em 28 de julho em Nova York. O suporte na maioria das datas virá de BRYAN ADAMS.

    Tracklist:
    1. Beautiful Drug
    2. Unbroken
    3. Limitless
    4. Luv Can
    5. Brothers In Arms
    6. Story Of Love
    7. Lower The Flag
    8. Let It Rain
    9. Shine
    10. Blood In The Water
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