Categoria: Roadie News

  • NOISY BAZAAR: Festival será realizado neste domingo em Porto Alegre

    NOISY BAZAAR: Festival será realizado neste domingo em Porto Alegre

    No próximo domingo, 10/11, será realizada a quarta edição do festival NOISY BAZAAR, que desta vez apresentará ao público o Heavy em português da VOLÚPIA, o Thrash agressivo da ONE OF THEM e o Death Metal da NATURAL CHAOS, além do tradicional espaço para as bandas exporem seu merchandising. Nesta edição haverá também exposição de arte, venda de Chopp Zingara, Ateliê Gabriele Furtado e a continuação da exposição do projeto PRETO NO METAL.

    O projeto PRETO NO METAL contou com sua primeira exposição no mês de outubro, reunindo diversos convidados para um bate papo e apreciação de fotografias de músicos negros atuantes no cenário Heavy Metal no Rio Grande do Sul. Houve também uma série de entrevistas que que resultarão em um documentário, retratando a realidade destes artistas em um contexto de ainda pouca apropriação étnica versus estilo musical. Historicamente, a música “pesada”, nesse projeto representada pelo estilo Heavy Metal, contou com poucos nomes de personalidades negras, tanto no Brasil quanto internacionalmente. Na região Sul do Brasil, essa representatividade é ainda menor, por ser uma região de colonização predominantemente europeia.

    Tanto os shows, quanto a exposição, serão realizados na Casa Obscura (Rua Garibaldi, 776), espaço alternativo na capital gaúcha e que tem aberto as portas para o Rock/Metal. As atividades terão início às 16:30, com término previsto para as 21h e ingressos custando apenas R$ 10,00. Uma das bandas gaúchas mais antigas em atividade, a VOLÚPIA, formada em 1984, trabalha atualmente em seu primeiro álbum, que será lançado em 2020. Atualmente conta com Marco Canto (vocais), Luciano Reis (guitarra), Ricardo Lampert (baixo) e César Louis (bateria). A ONE OF THEM, que atualmente divulga seu novo EP, “Blind Faith”, já dividiu o palco do Opinião com a lendária banda americana Overkill e hoje tem em suas fileiras GG Mussi (vocal), Jeff Witt e Ivan Santos (guitarras), Alexandre Guterres (baixo) e Jonas Koehler (bateria). Sidney “Sapão” Benites (baixo/vocal), Carlos “Indulgence” Oliveira (guitarra), Giu Frizzo (guitarra) e Paulo “Nigga Hammer” (bateria), da NATURAL CHAOS, também trabalhado em estúdio para registrar seu primeiro álbum, previsto para ser lançado em 2020.

    Mais informações sobre as bandas:

    One of Them: www.facebook.com/OneOfThemThrash

    Natural Chaos: www.facebook.com/naturalchaos

    Volúpia: www.facebook.com/BandaVolupia

    Nesta edição, a NOISY BAZAAR contará também com a presença da Power Silk Serigrafia expondo seus trabalhos e recebendo as bandas interessadas para trocar uma ideia sobre produção e venda de merchandising. A Power Silk Serigrafia atua há pouco mais de um ano no mercado de serigrafia e desenvolve camisetas, patches e demais materiais para bandas independentes. A idealizadora do evento, Indy Lopes, convida todos a compareceram, inclusive faz um convite para todas as bandas interessadas em expor seu material no festival: “Se você tem interesse ou curiosidade em como fazer materiais pra sua banda e quer pegar umas dicas de como vender em shows ou pela internet, compareça no Noizy Bazaar e conversa com a gente! Nosso interesse é de fomentar a cena gaúcha!”.

    IV NOISY BAZAAR

    Quando: 10/11/2019 – 16h30min às 21h Onde: Casa Obscura – Rua Garibaldi, 776 – Porto Alegre/RS Quanto: R$10,00

    Mais informações no link do evento:

    www.facebook.com/events/535504227207175

     Contatos:

    Facebook: www.facebook.com/NoisyBazaar

    Instagram: www.instagram.com/noisybazaar

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

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  • THE DARK ELEMENT: Confira o novo vídeo, “Not Your Monster”

    THE DARK ELEMENT: Confira o novo vídeo, “Not Your Monster”

    A banda THE DARK ELEMENT – com a ex-vocalista do NIGHTWISH, Anette Olzon e o guitarrista e compositor finlandês Jani Liimatainen – lançará seu segundo álbum, Songs The Night Sings, no dia 8 de novembro pela Frontiers Music Srl. O sucessor de The Dark Element, de 2017, foi mixado por Jacob Hansen, que já trabalhou com VOLBEAT e AMARANTHE, entre muitos outros.

    Abaixo você confere o vídeo oficial para a música Not Your Monster.

    Juntos a Olzon e Liimatainen na formação atual de gravação do THE DARK ELEMENT estão Jonas Kuhlberg no baixo, e Rolf Pilve na bateria.

    Liimatainen afirmou sobre a direção musical do novo material do THE DARK ELEMENT: “Acho que o novo álbum retoma de onde parou o último álbum. É muito pesado, mas ainda hiper melódico, e desta vez estamos explorando novos territórios musicais que não ousamos no álbum anterior. Agora que eu e Anette já temos a experiência de um álbum juntos, descobrimos o estilo que queremos seguir, e também a maneira ideal de trabalharmos juntos. Com tudo isso, acho seguro dizer que no próximo álbum você terá ainda mais do que tornou o primeiro tão bom, mas será maior, melhor e mais ousado!”

    Anette é amplamente conhecida por ser a voz imaculada em dois álbuns de sucesso do NIGHTWISH, Dark Passion Play e Imaginareum. Jani se manteve ocupado no CAIN’S OFFERING, ao lado do vocalista do STRATOVARIUS, Timo Kotipelto, mas deixou uma marca profunda na mente de todos os fãs de power metal, graças a sua época no SONATA ARCTICA.

    THE DARK ELEMENT estreou ao vivo em junho de 2018, no Sweden Rock Festival, em Sölvesborg, Suécia. A banda também completou uma curta turnê japonesa e se apresentou no festival Frontiers Rock Sweden em outubro, no Fryshuset Klubben em Estocolmo.

    Tracklist:
    1. Not Your Monster
    2. Songs The Night Sings
    3. When It All Comes Down
    4. Silence Between The Words
    5. Pills On My Pillow
    6. To Whatever End
    7. The Pallbearer Walks Alone
    8. Get Out Of My Head
    9. If I Had A Heart
    10. You Will Learn
    11. I Have To Go
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  • HIDEOUS DIVINITY: Confira a nova “Seed Of Future Horror”

    HIDEOUS DIVINITY: Confira a nova “Seed Of Future Horror”

    A banda italiana de death metal HIDEOUS DIVINITY lançará seu quarto álbum, Simulacrum, no dia 8 de novembro pela Century Media Records. A arte da capa foi novamente criada por Vladimir Chebakov, que também fez a capa do último álbum do HIDEOUS DIVINITY, Adveniens. O novo logotipo é criação de Bram Bruyneel.

    Abaixo você pode ouvir o novo single, Seed Of Future Horror.

    O guitarrista Enrico S afirma: “À medida que adentramos nosso maior capítulo até hoje – começando nossa aventura com a Century Media Records – levamos adiante nossas fronteiras, não mudando nossa música, mas oferecendo uma nova forma distorcida do HIDEOUS DIVINITY que você já conhece. Esse é todo o conceito por trás de Simulacrum: com a excelente desculpa dada por Lost Highways de David Lynch, um universo feito de visões não-lineares e surrealistas, o HIDEOUS DIVINITY se torna uma nova criatura, sua sujeira reforçada por uma aura de estática permeando nossa música. Nós abraçamos esta estática e a mudança que ela traz.

    “O nível de produção alcançado com Adveniens agora é dotado com o alcance dinâmico mais louvável possível. Cada instrumento transpira na mixagem quando solicitado pela música. Como deveria ser. Stefano “Saul” Morabito é mais uma vez o alquimista inigualável, e seu 16th Cellar Studios, a forja da qual nunca desistiríamos.

    Assim como a soberba arte da capa de Vladimir “Smerdulak” Chebakov, rasgamos nossa máscara e subvertemos as regras. Da metamorfose de Cronenberg à anamorfose de Lynch, recompomos o próprio corpo de nossa música, como uma convulsão elétrica em que vivemos uma e outra vez. Isso é Simulacrum.”

    Tracklist:
    1. Deleuzean Centuries 02. The Embalmer 03. Condense 04. Anamorphia Atto III 05. The Deaden Room 06. Actaeon 07. Bent Until Fracture 08. Seed of Future Horror 09. Prey to a Vision 10. Implemini Exitio
    BONUS TRACKS: 11. Blood of the Zodiac (Machine Head Cover) 12. Cursed in Eternity (Mayhem Cover) Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • NOTURNALL + MIKE PORTNOY + EDU FALASCHI – 1° de novembro de 2019 – Belo Horizonte/MG

    NOTURNALL + MIKE PORTNOY + EDU FALASCHI – 1° de novembro de 2019 – Belo Horizonte/MG

    Apesar de ser um dos celeiros do metal nacional (e mundial) – por motivos óbvios –, Belo Horizonte convive nos últimos anos com certas ‘limitações’. Há pouquíssimos lugares que reúnem condições ideais de sediar eventos de música autoral destinados ao público do heavy metal. Um dos que lutam bravamente nesse sentido é o Mister Rock, localizado no bairro Prado, na região Oeste da cidade, e que já recebeu ícones como Grave Digger, Accept e Destruction, entre tantos outros. Isso sem contar que, muitas vezes, BH fica fora da rota de vários grupos, como se deu recentemente na última passagem de Helloween e Scorpions pelo Brasil. Ah, e nem sempre é certeza de que veremos shows lotados ou próximos da capacidade máxima – ingressos ‘salgados’, divulgação modesta e até mesmo o desinteresse de fãs de ir aos concertos influenciam para saldos aquém do esperado. Talvez diante de tantas adversidades, podemos considerar o espetáculo da última sexta-feira (1° de novembro) como uma vitória. Sob outra ótica, da pura análise das apresentações em si, podemos dizer que foi uma noite impactante.

    Começou na capital mineira a turnê brasileira envolvendo Noturnall, o baterista Mike Portnoy (Sons of Apollo, Transatlantic, The Neal Morse Band, Flying Colors, ex-Dream Theater) e o vocalista Edu Falaschi, batizada de “Redemption Tour”. Giro este que passaria a seguir por Brasília (2), Goiânia (3), São Paulo (7), Nova Friburgo (8), Limeira (9), Porto Alegre (10), Curitiba (14), Recife (15) e Criciúma (17) e que tem como um dos objetivos a gravação de um DVD, previsto para 2020. E a estreia da união desses gigantes da música se deu com o pé direito: que showzaço!

    Antes deles subirem ao palco, três bandas desempenharam o papel de abertura – cada uma delas teve em torno de meia hora de set. A primeira foi a VersOVer, oriunda de Bebedouro (SP) e que fez uma apresentação consistente, cumprindo bem a tarefa de ‘aquecer’ os espectadores com seu heavy metal cheio de referências power e prog. O destaque ficou por conta da performance seminal do guitarrista Gustavo Carmo – a banda conta ainda com Rodrigo Carmo (vocais), Leandro Moreira (baixo) e Maurício Magaldi (bateria). Que voltem mais vezes!

    A seguir, o público conferiu o show de estreia da nova formação da Vienna, surgida das entranhas de BH no fim dos anos 90 e que conta agora com os vocais de Alessandra Nunes. Precisou de alguns segundos para constatar que a escolha pela vocalista foi acertada. Além da versatilidade – sabe utilizar com maestria vocais líricos, melódicos e rasgados/guturais –, a cantora tem ótima presença de palco, sendo figura-chave na apresentação acima da média do grupo que vai além em sua proposta de propagar metal melódico. Que venham os próximos passos desta instituição, que conta ainda com Misael Avelar (guitarra), Marlon Martins (baixo) e Manfredo Savassi (bateria).

    A última banda de abertura foi a Perfect Element, a mais nova promessa made in Belo Horizonte. Esta foi a primeira exibição da banda em cima de um palco. Portanto, havia um ‘mistério’ no ar antes de isso acontecer. Mistério este desvendado em forma de quatro músicas de muito bom gosto, guiadas por um prog metal sólido e com destaque para A Daydream, a segunda do show. Algo que chama a atenção e pode vir a ser um dos diferenciais do grupo é o fato de os guitarristas Leonardo Rizzi e Fil Ferrer e o baixista Alan Curátola dividirem os vocais – o batera Flávio Batata completa a formação. Aguardamos mais concertos e o lançamento do debut do Perfect Element, que, por sinal, terá a produção assinada por Thiago Bianchi, vocalista do Noturnall.

    E falando de Noturnall, já passava da meia-noite quando a banda paulista, enfim, subiu ao palco do Mister Rock. Por ser uma ocasião especial, o set foi dividido em três partes. A primeira, contando com a nova formação do grupo – Bianchi nos vocais, Mike Orlando na guitarra, Saulo Xakol no baixo e Henrique Pucci na bateria. A segunda, com a participação de Edu Falaschi. E a terceira, com Portnoy assumindo as baquetas. Cada fração dessa ‘trilogia’ teve suas peculiaridades e seus momentos positivos – e não foram poucos!

    Um dos pontos mais interessantes na primeira parte do show foi a atuação de Mike Orlando, parceiro de Portnoy nos tempos de Adrenaline Mob e que faz parte do ‘novo Noturnall’. Quem compareceu ao show viu o ‘absurdo’ que esse cara faz com a guitarra, colaborando para a execução primorosa de temas como Shadows, do álbum 9 (2017), e Cosmic Redemption, faixa-título do próximo disco de Bianchi e companhia.

    A ‘parte II’, já com a presença de Edu, trouxe clássicos do Angra, como Nova Era e Rebirth, sendo esta última executada apenas pelo cantor no esquema ‘voz e violão’ – a nostalgia também comeu solta para os fãs de “Os Cavaleiros do Zodíaco”, por meio do tema Pegasus Fantasy, também tocada apenas por Edu. Veio então um momento épico, numa das mais emblemáticas e belas homenagens ao saudoso Andre Matos. Ali no palco, os dois vocalistas que substituíram Andre na década passada – Edu foi seu sucessor no Angra, e Bianchi, no Shaman – prestaram um tributo ao ícone com Carry On, cantada em uníssono pela plateia. O momento mais emocionante, sem dúvida alguma.

    Veio então a última parte da ‘trinca’. Ovacionado por seus fãs, Portnoy mostrou aquilo que todos esperavam dele: uma aula de bateria e boa interação com os presentes. Faixa que abre Train of Thought (2003), sétimo álbum de estúdio do Dream Theater, As I Am iniciou de forma avassaladora a ‘parte III’ desse ataque sonoro, tendo Edu mandando ver nos vocais. A próxima, Under a Glass Moon de (Images and Words, de 1992), teve Bianchi como frontman e mostrou o quão afiada ainda é a parceria entre Portnoy e Orlando, que revisitaram também o poder de fogo de canções do Adrenaline Mob: Hit the Wall, Indifferent e Undaunted, todas de Omertà (2012).

    A noite ainda reservaria algumas preciosidades, como Scream for Me, mais recente petardo do Noturnall e que, inclusive, tem a participação de Portnoy na gravação. Ainda houve tempo para o cover de Cowboys From Hell, do Pantera, e mais uma de Images and Words, no caso Take the Time. Um encerramento digno de uma noite marcante desta seleção do metal. Que BH possa receber mais eventos desse porte, com ícones do metal nacional e internacional e a presença de bandas brasileiras que buscam um lugar ao sol!

  • Coquetel em São Paulo marcou o lançamento de “Viking Zombie”, novo álbum do ARMORED DAWN

    Coquetel em São Paulo marcou o lançamento de “Viking Zombie”, novo álbum do ARMORED DAWN

    Trabalho, investimento, estratégia, foco e dedicação. Sob tais características o Armored Dawn continua despontando no mercado musical. Criado há cinco anos, o grupo paulistano segue, de maneira constante, lançando materiais, anunciando novidades e participando de grandes eventos, dentro e fora do Brasil. Esse segundo semestre de 2019 então, tem sido bastante agitado para o Armored Dawn, que recentemente participou de dois grandes festivais, o “Rockfest”, em São Paulo, e o internacionalmente cobiçado “Rock in Rio”. E não é porque 2019 está acabando que Eduardo Parras (vocal), Rodrigo Oliveira (bateria), Rafael Agostino (teclado), Heros Trench (baixo), Tiago de Moura e o finlandês Timo Kaarkoski (guitarras) deram por finalizadas as atividades do Armored Dawn no ano. No último dia 17 de outubro o sexteto recebeu a imprensa, além de centenas de convidados – incluindo dois fã clubes – em um sofisticado coquetel, realizado na casa noturna Via Matarazzo, para apresentar Viking Zombie, seu novo álbum – lançado no Brasil no dia seguinte, via Shinigami Records.

    Em meio ao clima de confraternização, o Armored Dawn surgiu no palco do Via Matarazzo após as honrarias de Thiago Bianchi, vocalista do Noturnall, e de Rodrigo Branco, locutor da rádio Kiss FM. Antes da coletiva de imprensa ser iniciada, foram exibidos no telão um vídeo com a retrospectiva do grupo e os clipes das novas músicas Ragnarok e Animal Uncaged (em primeira mão), que traz cenas gravadas no “Rockfest”, com a participação de muitos membros do fã clube e a devoção dos mesmos para chegarem ao festival. Em seguida, os músicos foram bombardeados de perguntas dos profissionais de imprensa.

    Sobre como se iniciou o processo de criação de Viking Zombie, Eduardo Parras contou: “Começamos sempre pelo conceito. Você tem um personagem e uma ideia do que vai ser. Ficamos um ano gravando, foi um período em que discutimos muito a respeito, até chegarmos à uma sonoridade a qual fosse uma coisa em comum para a banda toda. Muitas vezes começava por uma base minha no piano, uma ideia. Outras vezes começava ou na guitarra, ou no teclado ou com o Heros também. Tivemos o privilégio de passar um ano no estúdio do Rodrigo, então gravávamos e escutávamos muitas vezes. Essa oportunidade faz você ir ajustando e dando opinião. Assim a banda acaba chegando à um consenso”. E complementou: “Quando a gente pensou em fazer o Viking Zombie, refletimos muito sobre as bandas de metal, nas pessoas que usam tatuagem, brincos, cabelos compridos e são discriminadas na sociedade. Queríamos um personagem que tivesse a força de um viking e a imortalidade de um zumbí. “Viking Zombie” é a banda representando muitos de vocês na sociedade, é o nome de um personagem, mesmo”, revelou.

    O enredo em torno do conceito de Viking Zombie foca entre os anos de 850 d.C. e 900 d.C. Baseia-se na saga dos homens do norte, que objetivavam o domínio de novos territórios. A trama aborda também o casal de guerreiros Bálder e Sigrid. De origem desconhecida, ambos vieram ao mundo tendo como missão batalhas incansáveis. E consagram-se vitoriosos. Em muitas dessas batalhas os dois contam com amigos, também guerreiros, como aliados. “Bálder é um guerreiro com estratégias de guerra, força descomunal e vontade de vencer. Um guerreiro corajoso e apaixonado por sua companheira de todos os tempos, a bela e determinada Sigrid, uma guerreira implacável. O pacto de amor entre os dois era tão forte, que ia desde a fidelidade na vida e nas batalhas, até a morte”, explica a banda no release de Viking Zombie, álbum que foi gravado em São Paulo e produzido, mixado e masterizado pelos próprios Heros Trench e Rodrigo Oliveira, músicos que há muitos anos tocam juntos também no Korzus, um dos principais nomes do thrash metal sul-americano.

    Sobre a divulgação do novo álbum, Agostino confidenciou: “A ideia inicial é gravar um clipe para cada música. Conversamos com o Léo (Liberti, da Libertà Films), para fazermos praticamente um documentário, uma sequência, uma série, acompanhando cada música. Já até temos um próximo clipe. Clipe é algo fundamental para uma banda hoje em dia, pois é onde mostramos nossa força, nosso som, a imagem… Hoje, um clipe acaba sendo mais importante do que um CD, pois o público vê a imagem, a ideologia, a mensagem que a banda quer passar, porque, às vezes, a música não tem essa força sozinha. Toda vez que você tem um bom produtor de vídeo e uma boa música, consegue levar a mensagem aos fãs”. E o tecladista confirmou: “Um DVD, com certeza, rolará. Não sentíamos que era hora de fazer um antes desse novo lançamento. Mas com esse álbum, no ano que vem, provavelmente, lançaremos um material ao vivo”.

    Além de falarem do novo álbum Viking Zombie, os músicos do Armored Dawn responderam diversas outras perguntas. Sobre a estética da banda, taxada por muitos como viking metal, Parras esclareceu: “Quando se fala de viking metal, basicamente você está falando de religião, acaba lidando com a fé e a crença de um povo. Na verdade, então, não somos viking metal, somos uma banda de heavy metal que toca temas vikings. O viking metal é uma coisa religiosa e é preciso ter cuidado ao falar disso, pois você estará tratando da crença de todo um povo. É um desafio um grupo brasileiro cantando temas do norte da Europa. E maior desafio ainda é chegar na Europa e ser aceito como brasileiro cantando um tema europeu”, salientou.

    Sobre o fato de a banda estar sempre lançando materiais, Rodrigo Oliveira comentou que a questão “tempo” não tem prejudicado o grupo no que diz respeito à qualidade do trabalho: “Se você quer viver da banda, tem que encarar como trabalho. Nós trabalhamos todos os dias para ela. É aquela coisa: quem quer, faz! A gente ensaia e planeja todos os dias. Acho que nosso planejamento é uma de nossas armas, porque o tempo é algo realmente complicado. E isso é conversado internamente, programado em agenda, é uma empresa mesmo”.

    E por falar em empresa, os músicos não fugiram do assunto quando perguntados sobre o investimento que fazem para manter o Armored Dawn em evidência: “Quando você encara a situação como negócio – e isso é mesmo necessário, para você saber o quanto investirá ou não -, uma decisão precisa ser tomada: ‘vou investir tantos mil reais e tentar recuperar esse dinheiro em quanto tempo?’, se você pensar como um negócio. Se você não pensa como negócio, pode ser um erro: ‘vou gastar tantos mil reais e acabarei só gastando’. Quando se pensa no retorno, você tem que ter paciência e trabalhar para que ele venha. Nesse momento, talvez depois de três ou quatro anos, você tem que obter retorno”, afirmou Parras. “Hoje, a banda está sendo contratada, inclusive internacionalmente. Quando você é contratado internacionalmente, recebe em Dólar ou em Euro, e aí a situação se inverte. Nesse momento, de três a cinco anos, você começa a ter um retorno. Se você procurar todas as empresas do Brasil, cinco anos é um período que ou você começa a ter retorno ou desiste. É algo histórico. Não há investimento se não haver tempo e retorno. Se você não tiver um plano real, não chame de investimento. Chame de gasto. Esse planejamento financeiro e de tempo tem que haver. E demora cinco, sete, dez anos…”, atestou o vocalista. “Ou você se dedica no seu trabalho, independente da profissão que tem, ou pára”, complementou Rodrigo.

    Sobre a visão de mercado internacional, os músicos falaram sobre o papel das bandas brasileiras: “A qualidade das bandas nacionais é tão boa quanto a das estrangeiras. A grande diferença quando você fala que a banda vai sair do Brasil para tocar na Europa é que já saímos com uma desvantagem, que é a nossa moeda contra o Euro – o que torna a viagem praticamente inviável. Isso deixa as bandas brasileiras desanimadas, recuadas no mercado brasileiro, pois as inibe bastante. A grande dificuldade é que lá fora tudo é muito caro, isso é o primeiro ponto. Nas duas primeiras excursões, talvez as viagens sejam mais caras. A partir da terceira, possivelmente eles (os estrangeiros) comecem a se interessar mais pelas bandas de fora. Existe o interesse deles, pois gostam do metal brasileiro, que tem seu diferencial. Se nossa moeda fosse mais forte, chegaríamos com muito mais força lá fora”, analisou Parras. “O europeu tem a cultura de ir ao show de uma banda que ele não conhece e isso é muito legal. Ele vê a programação da casa, pesquisa sobre a banda e vai”, disse Agostino. “Vou dizer algo que, infelizmente, é uma verdade sobre a cultura do público brasileiro. Você vai abrir qualquer show que seja e muitas pessoas chegam só na hora de ver a banda principal. A de abertura, que está se esforçando pra caramba para aparecer, poucas pessoas vão prestigiá-la. Com isso, você não tem um espaço bom, não tem um som legal e conta com poucas pessoas que vão lhe ver. Imagino que isso deva mudar, pois qualidade as bandas nacionais têm!”, esbravejou Parras.

    Falando em Europa, neste mês de novembro o Armored Dawn embarca para mais uma turnê pelo velho continente. Pela primeira vez como headliner, o sexteto brasileiro passará por Milão, na Itália, e pelas cidades de Munique, Essen, Köln, Hamburgo e Aschaffenburgo, na Alemanha, país onde será acompanhado pela banda Induction, do guitarrista Tim Hansen, filho do guitarrista e vocalista Kai Hansen, que esteve com o Helloween dividindo palco com o Armored Dawn no “Rockfest”, ao lado também de Scorpions, Europe e Whitesnake, além de também ter tocado no “Rock in Rio”.

    Viking Zombie já está nas lojas e disponível em todas as plataformas desde o dia 18 de outubro.

    Confira o vídeo de Ragnarok:

    https://youtu.be/MEKw69FMIL8

    Confira o vídeo de Animal Uncaged:

    https://www.youtube.com/watch?v=2aGHWmyecps

  • REVOLUTION SAINTS: Confira a nova música, “When The Heartache Has Gone”

    REVOLUTION SAINTS: Confira a nova música, “When The Heartache Has Gone”

    O REVOLUTION SAINTS, a banda que apresenta Deen Castronovo (JOURNEY, BAD ENGLISH), Doug Aldrich (THE DEAD DAISIES, WHITESNAKE, DIO) e Jack Blades (NIGHT RANGER, DAMN YANKEES), lançou uma nova música chamada When The Heartache Has Gone. A faixa, disponível digitalmente, é retirada do terceiro álbum de estúdio da banda, que deve ser lançado no início de 2020 via Frontiers Music Srl.

    REVOLUTION SAINTS foi idealizado pelo presidente da Frontiers Music Srl, Serafino Perugino, fã de longa data do JOURNEY, que queria encontrar um veículo para Castronovo – um baterista de longa data que se apresentou com artistas tão variados quanto OZZY OSBOURNE, SOCIAL DISTORTION e BAD ENGLISH – para exibir sua proeza vocal. A gravadora lançou o álbum de estreia autointitulado do grupo, que contou com participações de Arnel Pineda e Neal Schon, membros do JOURNEY, em 2015.

    Em 2017, o grupo estreou ao vivo (e até o momento, sua única apresentação) em Milão, Itália, no Frontiers Rock Festival IV. Mais tarde naquele ano, eles lançaram seu segundo álbum, Light In The Dark, que – como sua estreia – foi produzido por Alessandro Del Vecchio (HARDLINE, JORN). A maior parte do álbum foi gravada no estúdio de Del Vecchio em Somma Lombardo, Itália, com gravações adicionais ocorrendo no estúdio de Blades em Washington, no estúdio CasaDala de Aldrich em Los Angeles e em outros países do mundo, enquanto Aldrich estava em turnê com THE DEAD DAISIES.

    https://youtu.be/b8sJV-rTO8s Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • DROWNED: Confira a versão da banda mineira para música do Faith No More

    DROWNED: Confira a versão da banda mineira para música do Faith No More

    Dando prosseguimento à proposta de soltar um cover por mês até o fim deste ano, o Drowned chega agora à sua 11ª versão. Trata-se de Digging the Grave, nona faixa do quinto disco do Faith No More, intitulado King for a Day… Fool for a Lifetime (1995). A canção se tornou um dos singles do álbum da banda norte-americana. Você confere abaixo o poder de fogo do grupo mineiro de thrash/death metal nesta música.

    “O Faith no More é uma influência para nós, uma banda que sempre escutamos. Por isso foi impossível deixar de fazer uma cover dela nesse projeto. A Digging the Grave é uma música pesada, direta e melódica. Acho que caiu bem fazermos uma cover dela”, declarou o vocalista do Drowned, Fernando Lima.

    O guitarrista Marcos Amorim acrescenta: “No Faith no More tem a questão também de ter vocais limpos com sujos, uma coisa que a gente sempre quis ter como elemento na nossa banda, desde a primeira demo. Nosso estilo é outro, claro, assim como nosso jeito de tocar, mas é uma ideia que temos em comum. A gente sempre gostou disso. É uma influência indireta na nossa música”.

    Em 2019, o Drowned já prestou tributo para outras músicas: Betrayer, do Kreator (janeiro), Heartwork, do Carcass (fevereiro), Black Trip, do Samael (março), Beber Até Morrer, do Ratos de Porão (abril), The Wicker Man, do Iron Maiden (maio), Lugar Nenhum, do Titãs (junho), Mouth of War, do Pantera (julho), Tornado of Souls, do Megadeth (agosto), Poison Heart, do Ramones (setembro), e Hell Patrol, do Judas Priest (outubro).

    Todas as versões podem ser conferidas no canal da banda no YouTube. Mais para frente, depois que lançar o 12° cover, o de dezembro, a banda disponibilizará o disco full nas plataformas de streaming. Quanto a um álbum físico, a possibilidade existe, mas há questões burocráticas, como ressalta Amorim.

    “A gente está estudando isso com gravadora, mas algo que dificulta é a questão da licença. Algumas licenças são tranquilas, outras são mais complexas. Quando se lança no YouTube se tem uma licença própria da plataforma. Falta um cover para terminar. E temos bônus track. Vamos lançar nas plataformas de streaming. Sobre o físico, vamos deixar por conta dos selos e ver se conseguem ‘desembaraçar’ isso para nós”, completa o guitarrista.

    O Drowned é formado por Fernando Lima (vocais), Marcos Amorim (guitarra e vocais limpos), Kerley Ribeiro (guitarra), Rafael Porto (baixo) e Beto Loureiro (bateria). O último álbum de estúdio do grupo é 7TH (2018).

    Confira a cover para Digging the Grave https://www.youtube.com/watch?v=6gGMvbDjJHw&feature=youtu.be YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCvLuSkCPCkZkr4mgLPoWCKQ FaceBook: https://www.facebook.com/DrownedMetal Instagram: https://www.instagram.com/drowned_band/   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • OBSCURITY VISION: entrevista no programa Metal com Batata da Mutante Radio

    OBSCURITY VISION: entrevista no programa Metal com Batata da Mutante Radio

    A exemplo de grandes festivais como ‘Armageddon Metal Fest’, em Joinville, ‘Otacílio Rock Festival’, em Otacílio Costa e ‘River Rock Festival’, em Indaial, conclui-se que Santa Catarina é um dos polos mais movimentados do rock e metal brasileiro, sobretudo, do metal extremo que é alimentado por “hordas” como Obscurity Vision da região de Criciúma. A banda que está há mais de vinte anos criando sua arte dentro do death metal e black metal, subiu ao palco do ‘River Rock Festival 2019’ em 7 de setembro, mesmo dia em que tocou a holandesa Legion of the Damned.

    Sua história é contada pelos próprios músicos no 70º programa Metal com Batata, que foi ao ar no dia 2 de novembro (sábado) pela Mutante Radio. O apresentador Cristiano “Batata” Souza conduziu uma entrevista extraindo dos integrantes da Obscurity Vision informações essenciais sobre shows, lançamentos, influências, reconhecimento no exterior e outras curiosidades que formam o background de Rafael Vicente (vocal), Luiz e João Rodriguez (guitarras), Thiago Junglaus (baixo) e Luiz Trentin (bateria).

    Na edição dedicada à entrevista com a Obscurity Vision, também rolou músicas das bandas Rebel RiotAngels to SomeGuilherme CostaRubah e Gueppardo. Para quem perdeu o programa que rolou ao vivo no Dia de Finados às 23h59, pode conferir a reprise no Mixcloud.

    https://www.mixcloud.com/mutanteradio/metal-com-batata-episodio-70-na-mutante-radio

    Acesse o site da Mutante Radio

    https://www.mutanteradio.com

    Acesse a página do programa Metal com Batata

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  • TORTURE SQUAD: assista apresentação completa no “Kiss Club”

    TORTURE SQUAD: assista apresentação completa no “Kiss Club”

    No dia 30 de agosto, o Torture Squad se apresentou no evento “Kiss Club” da rádio 92,5, Kiss FM. A apresentação foi realizada no Manifesto Bar e transmitida ao vivo, via live do Facebook.

    Passados mais de dois meses dessa icônica apresentação, onde clássicos como Raise Your Horns, Murder of a God, Horror and Torture e as mais recentes Blood Sacrifice e Return of Evil, agora podem ser conferidas na íntegra no canal de YouTube do Torture Squad.

    O show acaba de ser liberado para os fãs. Ao todo foram 09 músicas executadas e você assiste acessando o link abaixo:

    https://www.youtube.com/watch?v=sjioDJ-AXcE

    Tracks:

    01 – Blood Sacrifice

    02 – Raise Your Horns

    03 – Storms

    04 – Murder of a God

    05 – Pátria Livre

    06 – The Unholy Spell

    07 – Corporacion del Caos

    08 – Horror and Torture

    09 – Return of Evil

    Torture Squad: May “Undead” Puertas – vocal Rene Simionato – guitarra Castor – baixo Amilcar Christófaro – bateria  Mais informações: Site Oficial: www.torturesquad.net.br Facebook: www.facebook.com/torturesquad YouTube: www.youtube.com/torturesquadband Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/torture-squad/

    Pic: Caike Vanni Scheffer

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  • Morreu Timi Hansen, baixista do MERCYFUL FATE

    Morreu Timi Hansen, baixista do MERCYFUL FATE

    O baixista do MERCYFUL FATE, Timi Hansen, morreu após uma longa batalha contra o câncer. Sua morte foi confirmada por seu ex-colega de banda, o vocalista King Diamond.

    King escreveu em uma mensagem no Facebook hoje cedo: “Acabei de descobrir que perdi um dos meus amigos mais queridos, que lutava contra o câncer há muito tempo, de uma maneira incrivelmente corajosa. Ele não era apenas meu colega de quarto no início das turnês do MERCYFUL FATE, mas ele sempre foi meu baixista favorito de todos os tempos. Tive a sorte de poder visitá-lo em seu apartamento com outros bons amigos, e tivemos uma ótima tarde que nunca será esquecida.

    “Quando conversei com Timi pela última vez no telefone, em 24 de outubro, pude entender que as coisas haviam ficado mais difíceis do que nunca, e mesmo assim ele disse ‘continuamos lutando’.

    “Eu me sinto muito triste por toda a família dele, vocês têm minha mais profunda simpatia.

    “Descanse em paz, meu querido amigo”.

    Hansen tornou público seu diagnóstico no início de agosto, depois que foi anunciado que ele não participaria da reunião do MERCYFUL FATE em 2020. Como substituto, está confirmada a presença do baixista do ARMORED SAINT e FATES WARNING, Joey Vera.

    Com o MERCYFUL FATE, Hansen gravou os álbuns Melissa (1983), Don’t Break The Oath (1984) e In The Shadows, de 1993, além dos clássicos Fatal Portrait (1986) e Abigail (1987), da banda KING DIAMOND. Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop