Categoria: Roadie News

  • LIVING COLOUR – 13 de junho de 2019, Rio de Janeiro/RJ

    LIVING COLOUR – 13 de junho de 2019, Rio de Janeiro/RJ

    A resenha do retorno do Living Colour ao Rio de Janeiro (e ao Circo Voador) poderia ser resumida em uma frase: a banda deveria tocar na cidade uma vez por mês. Exagero? Não para uma banda sem igual, que consegue fazer em cima do palco algo muito melhor do que já faz nos discos – são apenas sete trabalhos de estúdio em mais de 30 anos de carreira, todos acima da média, alguns que são verdadeiras obras-primas. E uma dessas joias foi a razão de o quarteto voltar à cidade outrora maravilhosa depois de uma década: Vivid, o álbum de estreia, lançado em 1988 – e sim, são dez anos, uma vez que, sejamos sinceros, o Rock in Rio de 2013 não conta. Lembre-se: um dos melhores e mais importantes grupos da história do rock foi (muito mal) escalado no Palco Sunset num dia de Ivete Sangalo, David Guetta e seu pendrive e Beyoncé. Enfim, no entanto, Corey Glover (vocal), Vernon Reid (guitarra), Doug Wimbish (baixo) e Will Calhoun (bateria) levaram para os fãs carioca a Vivid 30th Anniversary Tour, com uma diferença em relação à turnê que começou no fim do ano passado, na Austrália: o disco foi realmente tocado da primeira à última faixa, o que Calhoun havia confirmado em entrevista realizada antes do giro pela América do Sul (clique aqui para ler o bate-papo com o batera). Mas foi com duas canções do disco mais recentes, Shade (2017), que os quatro iniciaram o espetáculo – e sem estardalhaço, diga-se: nada de introduções sonoras ou alguma bombástica entrada. Apenas os quatro chegando ao palco, um a um, para começar a despejar música da melhor qualidade. Curiosamente, foram dois dos três covers presentes no trabalho, o que ajudou a fortalecer o clima de contemplação da grande maioria que ajudou a lotar a famosa lona na Lapa. Preachin’ Blues, de Robert Johnson, foi anunciada pelos acordes de Reid antes de virar um ótimo (e obviamente mais pesado) blues elétrico, enquanto Who Shot Ya? mostrou uma forte e sempre presente faceta da banda. Living Colour “Gostaria de dedicar essa música a Evaldo dos Santos Rosa e Marielle Franco”, disse o guitarrista, referindo-se ao músico negro fuzilado com mais de 80 tiros pelo Exército, que confundiu seu carro com um veículo usado por assaltantes, e à vereadora executada por milicianos em março de 2018 – os dois casos ocorridos no Rio de Janeiro. E fez todo sentido. Nas mãos do Living Colour, a visceral versão da controversa canção do rapper Notorious B.I.G., assassinado em 1997, aos 24 anos, virou um hino contra a política armamentista e a violência policial. Mas o show não foi panfletário, e nem precisaria. Quem acompanha o Living Colour além da música, prestando um mínimo atenção nas letras de mensagens nada subliminares, sabe muito bem que o grupo está do lado certo. Por isso mesmo, boa parte do público, ao fim da apresentação, lembrou-se com “carinho” do protofascista que (ainda) está presidente da República. Mas aquela noite de quinta-feira era, no geral, uma celebração ao disco que colocou o Living Colour no mapa, então Cult of Personalitycomeçou a festa logo em seguida, incendiando de verdade pista e arquibancada. Foi lindo de ver a pista com os fãs cantando “I am the cult of” no fim, todos com os braços para cima acompanhando cada palavra da frase. O suficiente para arrancar um largo sorriso de Glover e Reid, que muitas vezes tinham de instigar a plateia, mas não aqueles que se mostraram fãs com as músicas na ponta da língua, uma vez que a participação era completamente voluntária. Foi o caso de I Want to Know, que, arrisco dizer, foi testemunhada ao vivo pela primeira vez por todos os presentes. Ou seja, um daqueles momentos em que saber o que viria pela frente não atrapalhou a empolgação. Living Colour Mas a verdade é que não importa quantas vezes você saiba que a música seguinte é Middle Man ou Desperate People, porque: (i) a performance de Glover na primeira é sempre especial (pesquise a razão da letra), assim como Calhoun brinca de tocar bateria; e (ii) você pode usar a segunda para exemplificar a genial musicalidade da banda. Aliás, musicalidade que faz de Open Letter (To a Landord) uma das coisas mais maravilhosas que você pode presenciar ao vivo, e a razão atende por Corey Glover, que sempre dá aula de técnica e, principalmente, feeling ao improvisar naquele início – e faça-se o registro: o vocalista esteve impecável durante todo o show. Improviso. Palavra-chave para descrever o arrasa-quarteirão que foi Funny Vibe, especialmente o começo, e o desfecho de tirar o fôlego em Memories Can’t Wait, cover do Talking Heads. Se a belíssima Broken Hearts, que mostrou toda a elegância de Wimbish ao tocar as linhas de Muzz Skillings (e que som de baixo lindão!), causou quase o mesmo impacto de I Want to KnowGlamour Boys se juntou a Cult of Personality no quesito grande empolgação do público. Previsível, mas ainda assim bom demais soltar a voz em “I’m fierce” e acompanhar Glover e Reid na, digamos assim, coreografia que se seguiu à frase principal do refrão – fora o “Trinta anos! Trinta anos! Trinta anos e nosso crédito ainda não é bom”, zoação do vocalista no lugar da original “Whaddya mean my credit’s no good?”. Soltar a voz com vontade foi o que aconteceu ao responder a pergunta de What’s Your Favorite Color? (Theme Song), emendada de primeira com a avassaladora Which Way to America?. Acabava aí a comemoração dos 30 anos de uma das obras-primas do Living Colour, e como se fosse necessário um tempo para recuperar o fôlego, Calhoun mandou ver em momento solo. Living Colour Bom, é fato que, por mais extraordinário que seja o batera (e ele é mesmo um dos melhores do mundo), o solo poderia ter dado lugar a uma ou duas músicas. Ainda assim, tirando a meia dúzia de pessoas que talvez desconheçam a inquietude musical e percussiva de Calhoun, a tônica do momento foi de respeito e reverência (bom, o que ele fez foi impressionante, então…). Com todo mundo de volta ao palco, o coro da plateia foi por Elvis is Dead, mas o que veio a seguir foi Love Rears its Ugly Head, numa versão tão espetacular que não deu para acompanhar Glover, uma vez que o vocalista jogou fora a melodia vocal original e improvisou lindamente. E sabe quando um show tem clímax? Pois bem, rolou Elvis is Dead numa performance tão matadora que colocou Reid pulando e fazendo luxuosos vocais de apoio – sem contar a inserção de Hound Dog, imortalizada pelo próprio Rei do Rock, com uma interpretação que mereceu até Glover imitando seus trejeitos rebolativos. A sequência? Type, claro, e com a quinta marcha engatada para passar por cima de cada alma presente no Circo Voador. Simplesmente demolidora, com um encerramento destruidor que fez a banda ser ovacionada pela casa, a ponto de Glover, com enorme sorriso no rosto, ficar olhando para os companheiros com aquela cara de “vamos tocar mais!”. Tinha Time’s UpWallIgnorance is BlissLeave it Alone e um sem-número de outras pérolas, mas o show ficou por aí mesmo. Quer dizer, ficou nas 16 músicas executadas de maneira única num espetáculo irretocável e irresistível. Um espetáculo que não pode levar outros dez anos para acontecer no maltratado Rio de Janeiro. Living Colour
  • BLOODY HAMMERS: Confira o novo vídeo, “Let Sleeping Corpses Lie”

    BLOODY HAMMERS: Confira o novo vídeo, “Let Sleeping Corpses Lie”

    A banda norte-americana de hard rock/doom metal BLOODY HAMMERS lançará seu novo álbum, The Summoning, em 26 de junho, via Napalm Records. Abaixo você confere o videoclipe de Let Sleeping Corpses Lie, que é parte do novo álbum da banda da Carolina do Norte (EUA).

    Já é Dia das Bruxas? Pergunta boba, é Halloween durante todo o ano para o BLOODY HAMMERS! A dupla dos EUA preparou uma experiência de terror musical maravilhosamente arrepiante que homenageia filmes clássicos como Let Sleeping Corpses Lie (1974) e Now The Screaming Starts (1973). A ideia do BLOODY HAMMERS de uma trilha sonora para seus filmes favoritos contém algumas surpresas em seu quinto álbum, já que o vocalista Anders Manga infundiu as novas faixas do álbum com nuances épicas de metal e hard rock. Mas não se preocupe, os pesados riffs lançam doses maciças de gothic rock, e os teclados psicodélicos de Devallia (basta checar a hipnótica The Beast Is Coming Out!) estão sempre presentes, e transformam seu último trabalho, The Summoning em um registro bem equilibrado, exuberante e altamente contagioso.

    O BLOODY HAMMERS lançou seu primeiro álbum completo, Bloody Hammers em 2012. Desde então, a dupla não se deu ao luxo de descansar. Em 2013 a banda lançou Spiritual Relics, e seguiu em ritmo forte com Under Satan’s Sun (2014), Lovely Sort Of Death (2016) e o EP The Horrific Case Of Bloody Hammers, em 2017. O novo álbum, The Summoning é o quinto álbum completo dos americanos.

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  • DROWNED: primeira demo está disponível gratuitamente!

    DROWNED: primeira demo está disponível gratuitamente!

    Além de disponibilizar toda a sua discografia para audição no YouTube, o DROWNED também disponibiliza um de seus materiais mais raros: a primeira demo-tape, ‘Where Dark and Light Divide…’. Lançado oficialmente em 1999, o material foi registrado em 1998 e mostra que desde sempre o DROWNED primou pela técnica, musicalidade e peso, muito peso. A versão disponibilizada no YouTube foi remasterizada este ano pelo guitarrista/produtor Marcos Amorim e pode ser conferida pelo link: https://youtu.be/SslEYupV_Ls Para quem ainda não acompanha, o canal oficial do DROWNED no YouTube é recheado de material, desde seus álbuns, singles, músicas ao vivo, extras e a famigeradas covers mensais, que vem dando o que falar no cenário. Curta e siga os mineiros: https://www.youtube.com/user/drownedmetal O DROWNED segue divulgando o álbum ‘7th’, lançado no ano passado e premiado como um dos melhores lançamentos nacionais de 2018, tanto no Brasil como no exterior. O disco está disponível em versão física e pode ser comprado nas melhores lojas, na Cogumelo ou com a banda. A versão digital também está disponível, confira alguns links: Spotify: https://open.spotify.com/album/1sFKTdKVgiCEZ1pGz8wT2G iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/7th/1391387575 Google: https://goo.gl/1g5LWf Deezer: https://www.deezer.com/en/album/64725762 Contato para shows: [email protected] Contato: Rafael Porto (telefone/zap): 31 98899236 Links relacionados: E-Mail: [email protected] Site: https://www.drowned.com.br Facebook: https://www.facebook.com/DrownedMetal Instagram: https://www.instagram.com/drowned_band YouTube: https://www.youtube.com/user/drownedmetal Spotify: https://open.spotify.com/artist/4KBGMEhOZsQ9GSIuaTr2Dz iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/drowned/262225146 Metal Media: https://metalmedia.com.br/drowned Fonte: Metal Media

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  • Lenda do Punk/Hardcore, THE EXPLOITED se apresenta hoje em São Paulo

    Lenda do Punk/Hardcore, THE EXPLOITED se apresenta hoje em São Paulo

    Neste sábado (15), a lendária banda The Exploited se apresenta no Fabrique Club (Rua Barra Funda, 1071, Barra Funda – ao lado da Clash Club). A abertura será do veterano Ação Direta, do ABC Paulista. O vocalista do The Exploited, Wattie Buchan, gravou um vídeo onde convida para o show; Assista: https://youtu.be/1Qf6DaOwJ3s Siga a página do evento de São Paulo: https://www.facebook.com/events/290277124978089/ O The Exploited foi formado em 1979, na Escócia, possui oito álbuns de estúdio, além de inúmeros EPs. Além do lendário vocalista Wattie Buchan, a formação atual, traz, Irish Rob (baixo), Wullie Buchan (bateria, irmão de Wattie e presente em vários discos clássicos da banda) e Matt Justice (guitarra). Em sua discografia estão clássicos como “Punk’s Not Dead” (81), “Troops Of Tomorrow” (82), “Let’s Start A War” (83) e “Death Before Dishonour” (87). Assista o vídeo onde eles apresentam “Troops Of Tomorrow” no Chile: https://www.facebook.com/reynard.toombs/videos/1385716634901841/UzpfSTM0MzIxMjE1MjM3Njc2MjoyNDQ3MTExNzU4NjUzNDQ3/ No Brasil eles fazem as seguintes datas: 12/06 Curitiba/PR 14/06 Limeira/SP 15/05 São Paulo/SP 16/06 Belo Horizonte/MG Siga o The Exploited em seu Facebook oficial: www.facebook.com/TheExploited/ O Ação Direta foi formado em 1987, em São Bernardo do Campo (SP), e de lá pra cá lançou 8 álbuns de estúdio, e 1 ao vivo (gravado na Europa). A formação atual traz Gepeto (vocal), Denis (guitarra), Galo (baixo) e Marcão (bateria). Siga o Ação Direta em seu Facebook oficial: www.facebook.com/acaodiretaoficial/ SERVIÇO: MP Tour Management apresenta: The Exploited em São Paulo Banda convidada: Ação Direta Dia 15/06 (sábado) 18h Abertura das portas 19h15 Ação Direta 20h45 The Exploited Local: Fabrique Club (R. Barra Funda, 1071, Barra Funda, São Paulo – a 100 metros da antiga ClashClub) Ingressos: Promocionais/Estudantes com 1 kilo de alimento no dia do show 1º lote R$120 2º lote R$140 3º lote R$150 Na porta R$160 Ingressos online: https://ticketbrasil.com.br/show/6788-theexploited-saopaulo-sp/ Ponto de venda sem taxa de conveniência: MECHANIX: Galeria do Rock, R. 24 de Maio, 62, 1º Andar, loja 252 – Centro – São Paulo / Tel 11 3223-8101 ATROX CASUAL: Rua Augusta, 1371, loja 218, São Paulo / Tel 3213-4343 Produção: MP Tour Management www.instagram.com/mp_tourmanagement/ Imprensa: [email protected]

  • HELLWAY PATROL: convidando os headbangers para o festival Amadeus Moshpit

    HELLWAY PATROL: convidando os headbangers para o festival Amadeus Moshpit

    Neste sábado, 15 de junho, acontece na cidade de Ibiporã, Paraná, o AMADEUS MOSHPIT FESTIVAL, que conta com alguns dos principais nomes do Metal paranaense. Com entrada FRANCA, o evento está marcado para ter início às 15h na Fábrica Cervejaria Amadeus. Serão seis bandas: Sangrano, Hellpath, Hereticae, Terrorsphere, Hellway Patrol e Corpsia. Além dos shows o evento reunirá motos, Food Trucks, lojas de vestuário e muito Chope Gelado! Saiba mais: https://www.facebook.com/events/355084665352984/ Uma das atrações é banda HELLWAY PATROL que voltou recentemente da Europa. A banda manda uma mensagem: https://www.facebook.com/Cervejaamadeus/videos/461226111357127/?t=0 O HELLWAY PATROL prepara material novo e muitas novidades para breve. Seu premiado vinil 7” de ‘Desert Ghost’ e outros materiais do HELLWAY PATROL estão à venda. Para compra basta entrar em contato com a banda por um de seus canais oficiais. Envio para todo o Brasil. Além da versão em vinil, o EP está disponível nas principais plataformas de música digital do planeta, confira alguns links: Spotify: https://goo.gl/8ZyiFc iTunes: https://goo.gl/7bdvYj Deezer: https://goo.gl/u241wL PlayStore: https://goo.gl/8kcSLf Bandcamp: https://goo.gl/HuWA9T E-Mail: [email protected] Facebook: https://www.facebook.com/hellwaypatrol/ Instagram: https://www.instagram.com/hellwaypatrol YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCJkVun7mL_E8FWuil-PQ4Jg Spotify: https://open.spotify.com/artist/6muyFNI57qpjAG4RYPNLQD iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/hellway-patrol/1299066820 Metal Media: https://www.metalmedia.com.br/hellwaypatrol Fonte: Metal Media

  • NOWRONG: evoluindo sem perder a identidade

    NOWRONG: evoluindo sem perder a identidade

    Resenhado pelo renomado site HEAVY METAL THUNDER, o segundo álbum do NOWRONG, ‘Insurrection’, foi prontamente aprovado, mostrando que o grupo conseguiu manter a essência nesse hiato de 5 anos: “Sim, eles evoluíram, mas sem perder sua identidade.” – como dito pelo site. Na análise, muito completa, o editor Marcos Garcia cita observações como: “5 longos anos separam “Insurrection” de seu antecessor, o ótimo “Prognostic of a Great Disaster”. A grande diferença entre ambos: antes a banda era um grupo (ótimo) de Classic Thrash Metal; agora, é um grupo que soube adicionar influências melódicas do Metal tradicional no meio da estrutura agressiva de sua música. É uma mistura bem equilibrada, que ajudou a banda a ter a musicalidade mais encorpada, sem perder seu impacto.” Concluindo o texto, além de aprovar o trabalho, Marcos celebra o retorno do grupo: “Desta forma, o NOWRONG mostra-se vivo e pronto para causar rachaduras das paredes com “Insurrection”, logo, sejam bem vindos de volta, e fiquem entre nós. O Metal brasileiro agradece…” Para conferir a resenha completa, visite: https://heavymthunder.blogspot.com/2019/06/nowrong-insurrection.html ‘Insurrection’ foi gravado, mixado e masterizado no Casanegra Studio com produção de Rafael Augusto Lopes (Torture Squad, Imminent Attack). Ele está disponível em formato digital e pode ser encontrado nos principais aplicativos de música digital, veja alguns links: Spotify: https://open.spotify.com/album/7GSEMdG0aDJBYRZEjYVisI Deezer: https://www.deezer.com/br/album/90465022 iTunes: https://itunes.apple.com/us/album/insurrection/1456448663 Google: https://bit.ly/2UK2XWP CD Baby: https://store.cdbaby.com/cd/nowrong2 Links relacionados: E-mail: [email protected] Facebook: https://www.facebook.com/nowrongband Instagram: https://www.instagram.com/nowrongband/ YouTube: https://www.youtube.com/user/NoWrongOfficial Spotify: https://open.spotify.com/artist/0bxTAyNK0tYMuc5IiLbsYy iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/nowrong/865657971 Metal Media: https://www.metalmedia.com.br/nowrong Fonte: Metal Media

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  • ANGRA remarca show no Templo Music

    ANGRA remarca show no Templo Music

    A banda Angra acaba de anunciar uma nova data para o show em São Paulo, que aconteceria no Templo Music, dia 8 de Junho e foi adiado após a morte do ex-vocalista e fundador do grupo Andre Matos. A nova apresentação será no dia 28 de Julho no mesmo local e os ingressos antigos continuam válidos. Para quem quiser adquirir novos ingressos e ir ao show as vendas continuam no site da Ticket360. Compre seu ingresso: https://www.ticket360.com.br/evento/10213/angra-magic-mirror-tour Em um comunicado nas redes sociais, os integrantes afirmaram que a apresentação que acontecerá será também em homenagem ao Andre Matos. O show do Angra no Templo Music também conta com a abertura da banda The Secret Society. Formado por Guto Diaz (baixo e voz), Fabiano Cavassin (guitarra) e Orlando Custódio (bateria), a banda The Secret Society já é conhecida dos fãs paulistanos após aberturas icônicas para shows internacionais. O grupo já lançou álbuns singles e vem alcançando resultados ótimos nas plataformas digitais. O show do Angra faz parte da turnê “Magic Mirror” e será um dos ultimos antes da pausa do grupo. Aclamados pela bem-sucedida turnê do álbum “ØMNI” concluída com 104 shows ao redor do mundo, a banda Angra promete apresentar um repertório repleto de clássicos neste evento. SERVIÇO: Angra ‘Magic Mirror Tour’ Banda convidada: The Secret Society Sábado, 08 de Junho Abertura: 21:00 Local: Templo Music Endereço: Rua Guaimbé, 344 – Mooca – São Paulo – SP Classificação: 18 Anos Ingressos: https://www.ticket360.com.br/evento/10213/angra-magic-mirror-tour Meet & Greet disponível para este evento. Mais informações: https://www.facebook.com/AngraOfficialPage

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  • Chris Boltendahl (GRAVE DIGGER) é convidado especial em “Wine Of Gods”, novo disco do HELLISH WAR

    Chris Boltendahl (GRAVE DIGGER) é convidado especial em “Wine Of Gods”, novo disco do HELLISH WAR

    “Wine Of Gods”, novo disco de estúdio do Hellish War, já está pronto! O trabalho foi gravado no Omni Studio em Cosmópolis/SP e no Reverbera Studio em Santos/SP e mixado e masterizado no PiccoliStudio em Londres, Inglaterra, por Ricardo Piccoli, com quem a banda havia trabalhado em seu disco anterior, “Keep It Hellish”.

    Todas as músicas de “Wine Of Gods” são inéditas e grande parte nasceu durante o processo de composição que o grupo realizou numa chácara na região de Campinas/SP, de onde a banda é originária. Serão 10 faixas: “Wine Of Gods”, “Trial By Fire”, “Falcon”, “Dawn Of The Brave”, “Devin”, “House On The Hill”, “Burning Wings”, “Paradox Empire”, “The Wanderer” e “Warbringer”. A última citada, “Warbringer”, reserva uma participação muito especial: a do frontman do Grave Digger, Chris Boltendahl. O vocalista alemão, que na música divide os vocais com Bil Martins, comentou sobre sua participação. “Estou orgulhoso de fazer parte do novo álbum da banda brasileira Hellish War. Eles soam como se fossem uma banda europeia dos anos 80, como numa mistura do velho Running Wild, Rage e Grave Digger. Os riffs e vocais poderiam ter sido compostos na Alemanha ou em qualquer outra parte da Europa. Os fãs vão se surpreender com a energia e o poder dessa banda! Eu os desejo tudo de bom e muito sucesso no futuro com seu novo álbum, Wine Of Gods”. Além de Bil Martins, completam a formação do Hellish War em “Wine Of Gods” os guitarristas Vulcano e Daniel Job, o baixista JR e o baterista Daniel Person.

    “Wine Of Gods” será lançado em Julho em data a ser divulgada. A distribuição nacional do disco será feita exclusivamente pela Anti Posers Records. Três shows de lançamento, em Campinas, Sorocaba e Santos, estão programados para acontecer em Agosto. “Wine Of Gods” foi integralmente financiado pelo Proac Editais, programa de investimento direto do Governo do Estado de São Paulo através da Secretaria da Cultura e Economia Criativa.

     

    Mais Informações: 

    www.facebook.com/hellishwar www.instagram.com/hellishwar www.youtube.com/hellishwarofficial www.twitter.com/hellishwar www.instagram.com/antiposersrecords

    www.proac.sp.gov.br

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  • DESTRUCTION: Em vídeo, a banda apresenta a sua nova formação

    DESTRUCTION: Em vídeo, a banda apresenta a sua nova formação

    A lenda alemã do thrash metal DESTRUCTION lançará seu 17º álbum de estúdio, Born To Perish, em 9 de agosto via Nuclear Blast. O disco foi gravado em janeiro e fevereiro de 2019 com V.O. Pulver (PRO-PAIN, BURNING WITCHES, NERVOSA) no Little Creek Studios na Suíça e é o primeiro álbum do DESTRUCTION a incluir Randy Black na bateria e o segundo guitarrista Damir Eskic. Hoje a banda revelou a arte da capa do novo álbum (que você pode ver ao lado), criada pelo aclamado artista húngaro Gyula, que já trabalhou ao lado de bandas como ANNIHILATORGRAVE DIGGERSTRATOVARIUSe TANKARD

    Abaixo você conferir o novo trailer para Born To Perish, onde a lenda do thrash metal alemão apresenta a sua nova formação.

    Randy comenta: “Eu gravei alguns discos de thrash ao longo dos anos, mas nunca coloquei faixas de bateria tão intensas, brutais e dinâmicas. Será um bom desafio tocar essas novas músicas ao vivo! Estou muito feliz também por poder contribuir com as composições do disco, já que Mike e Schmier estavam realmente abertos a ideias!”

    Schmier acrescenta: “Este é realmente um álbum muito importante para nós. Há uma certa força positiva na nova formação, e isto é realmente ótimo. Quem nos viu ao vivo ultimamente talvez entenda o que quero dizer, e com certeza isto tem uma influência importante neste registro”.

    Damir é um guitarrista suíço descendente de bósnios que trabalha como professor de guitarra, sendo ele mesmo um ex-aluno de Tommy Vetterli (CORONER). Ele também toca em uma banda de heavy metal chamada GOMORRA e anteriormente contribuiu com três solos para o álbum de 2016 do DESTRUCTION, Under Attack.

    O DESTRUCTION tocou anteriormente com dois guitarristas no final dos anos 80 (com a adição de Harry Wilkens) e novamente durante boa parte dos anos 90 (com Michael “Ano” Piranio).

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  • FLESHGOD APOCALYPSE fala sobre os objetivos em trabalhar com uma orquestra sinfônica

    FLESHGOD APOCALYPSE fala sobre os objetivos em trabalhar com uma orquestra sinfônica

    Os italianos do FLESHGOD APOCALYPSE lançaram seu novo álbum, Veleno, em 24 de maio pela Nuclear Blast Records. Abaixo, você confere uma vídeo-entrevista onde o baterista David Folchitto e o guitarrista Fabio Bartoletti falam sobre o seu envolvimento com o novo álbum da banda italiana.

    Comentando sobre o primeiro single do novo álbum, Carnivorous Lamb, Francesco Paoli disse: “Como é o ditado? Nunca julgue um livro pela capa? Bem, esse é o sentido dessa música. Estamos constantemente cercados de pessoas e oportunistas, não aguentamos mais. Não podemos tolerar a hipocrisia e o infindável lamento desses canalhas. É uma estratégia. Mesmo o cordeiro mais adorável e inofensivo pode se tornar o mais perigoso dos lobos quando algo ameaça seus interesses. A falta de precaução e a maturidade escassa impulsionam essas pessoas de forma esmagadora; eles serão deixados para trás, provando a vida pelo que ela é, onde suas certezas ‘furadas’ se tornam a mais profunda dúvida da existência e ninguém mais ouvirá seu chamado.”

    Italiano para “veneno”, Veleno marca o primeiro disco do FLESHGOD APOCALYPSE em três anos, desde o lançamento do aclamado álbum King, de 2016. A “parte metal” de Veleno foi gravada em Roma, Itália, no Bloom Recording Studio e Kick Studio com o colaborador de longa data Marco Mastrobuono, enquanto a “parte orquestral” foi registrada no Musica Teclas Studio em Perugia. O FLESHGOD APOCALYPSE, em seguida, levou o trabalho para o indicado ao Grammy Jacob Hansen (VOLBEAT, THE BLACK DAHLIA MURDER, EPICA) no Hansen Studios, na Dinamarca, para mixagem e masterização. Toda a produção de Veleno levou, segundo Paoli, cerca de três meses. A arte final para o álbum foi criada por Travis Smith (AVENGED SEVENFOLD, OPETH, KATATONIA).

    Paoli, sobre Veleno: “O que você vê é a colheita de três anos de suor, revoluções, emoções intensas e desafios extremos. Nós nos mostramos mais fortes do que nunca, desprezando os compromissos, definindo o padrão mais alto, mais importa o que houvesse. O álbum é enorme para dizer o mínimo. Cada música é uma peça única, literalmente viva e respirando. Mal posso esperar para vocês ouvirem o resto…”

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