Categoria: Roadie News

  • Conheça o show “explosivo” do BARRIL DE PÓLVORA

    Conheça o show “explosivo” do BARRIL DE PÓLVORA

    No dia 20 de junho o Barril De Pólvora estremeceu as estruturas do “Camping Rock 2019”, em Araçaí/MG, com sua performance interativa e cheia de energia. O vídeo que você confere a seguir é uma amostra do que a banda faz em palco.

    https://www.youtube.com/watch?v=nzCJj8zFicg

    Antes de o quarteto dar início às gravações do álbum que sucederá ao debut ‘Barril de Pólvora’ (2018), Flávio Drager (vocal), Emerson Martins (guitarra), Saulo Santos (baixo) e Alexis Bomfim (bateria) querem visitar sua cidade para promoverem mais um espetáculo completo de blues, rock e metal.

    Para contratar o show do Barril mande e-mail para [email protected] ou pelo Whatsapp +55.85.99690-7536.

    Confira a capa e relação de músicas do álbum ‘Barril de Pólvora’, escolhido por muitos veículos de imprensa como um dos melhores álbuns de rock/metal de 2018:

    1- O Som do Trovão;

    2- Muito Papel pra Pouca Solução;

    3- Inércia;

    4- Tocando no Inferno;

    5- Loucuras, Sonhos e Delírios;

    6- Blues da Saudade;

    7- Barril de Pólvora;

    8- Tempestade. (instrumental)

    Para ouvir o álbum ‘Barril de Pólvora’ pelo streaming, acesse

    Spotfy

    https://open.spotify.com/album/153TGGi1OF1H6UpbIq0Apr

    Deezer

    https://www.deezer.com/en/album/60220382

    E em mais dezenas de plataformas digitais.

    Site oficial

    www.barrildepolvora.com

    Redes sociais

    www.facebook.com/bandabarrildepolvora

    www.instagram.com/barrildepolvora

    https://www.youtube.com/channel/UCmv0bIRNfxo2IyEWywfTsVw/videos

    Assessoria Brauna Music Press

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  • LACUNA COIL: Novo álbum, “Black Anima” será lançado em outubro

    LACUNA COIL: Novo álbum, “Black Anima” será lançado em outubro

    O gigante italiano LACUNA COIL lançará seu novo álbum, Black Anima, em 11 de outubro através da Century Media Records.

    A vocalista Cristina Scabbia comentou: “Black Anima é todos nós. É você e sou eu, é tudo o que escondemos e ferozmente expomos a um mundo que está meio adormecido. É o espelho embaçado em que estamos procurando pela verdade. É sacrifício e dor, é justiça e medo, é fúria e vingança, é passado e futuro … Seres humanos na magnificência de uma ambiguidade perturbadora. O núcleo negro que equilibra tudo… como sem a escuridão não haveria luz. Nós orgulhosamente apresentamos a você nosso novo trabalho, e mal posso esperar para recebê-lo em nosso abraço. Nós somos o Anima”.

    Em março deste ano, Scabbia disse que o próximo álbum do LACUNA COIL seria “pesado e escuro”. Seus comentários ecoaram aqueles que ela fez dois anos antes, quando ela disse que o próximo disco do LACUNA COIL poderia mostrar a banda perseguindo uma direção musical mais agressiva, assim como foi o caso de Delirium, de 2016. “Acredito que definitivamente poderia ser ainda mais pesado, porque é isso que gostamos de apresentar no palco”, disse ela ao ‘Metal Wani’. “É claro que gostamos das baladas e das músicas suaves, mas gostamos mais de tocar músicas mais pesadas. E amamos essa música.”

    2018 marcou o 20º aniversário da estreia do LACUNA COIL. Para celebrar a ocasião, eles fizeram um show excepcional em janeiro de 2018, em Londres, no O2 Forum Kentish Town. O evento único foi filmado e gravado para The 119 Show – Live In London, que foi lançado em novembro passado.

    O LACUNA COIL fará uma série de aparições em festivais no verão e embarcará em uma extensa turnê europeia no outono com ELUVEITIE e INFECTED RAIN.

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  • MICHALE GRAVES – 22 de junho de 2019, São Paulo/SP

    MICHALE GRAVES – 22 de junho de 2019, São Paulo/SP

    O foco desse “Live Evil” poderia ser apenas em cima do show de São Paulo, em si, afinal, que excelente presente para os fãs era poder ver Michale Graves interpretando, na íntegra, American Psycho (1997) e Famous Monsters (1999), os dois álbuns que gravou enquanto esteve à frente da lendária banda americana de horror punk The Misfits. No entanto, a turnê “American Monster Tour – Latin American” foi cercada de polêmicas, antes, durante e depois de sua realização. A começar pelo risco que correu de nem acontecer. Graves recebeu ameaças de processo da equipe jurídica do Misfits a mando dos transtornados Jerry Only (baixista e líder) e seu empresário John Cafiero. Em suma, a alegação era de que Graves estava querendo se “beneficiar” de tudo o que envolvia o Misfits (nome, logotipo, músicas, etc), além de estar “confundindo a cabeça dos fãs com a publicidade”, tendo em vista que o grupo estava fazendo shows de reunião com o vocalista original Glenn Danzig. No fim das contas, a turnê acabou acontecendo, para contentamento dos fãs de Graves, que nunca o viram com o Misfits. Aliás, dificilmente verão, conforme dito pelo cantor à este repórter, em entrevista realizada semanas antes dele vir ao Brasil (leia em https://roadiecrew.com/2019/05/michale-graves-a-caminho-do-brasil/). Bem, na verdade, a turnê não teve um final feliz – mesmo porque, nem final teve. A seguir, você lerá sobre o show de São Paulo, o breve e curioso bate-papo que tive ao final do show com o guitarrista Carlos “Loki” Cofino e também sobre o imbróglio que rolou a partir da manhã seguinte entre Graves e a produtora do show.

    Ávido para conferir Michale Graves tocando os álbuns American Psycho e Famous Monsters o público paulistano lotou o Carioca Club. De tanta gente dentro da casa, o calor era absurdo. Alguns fãs estavam maquiados como Graves, outros como Fiend Skull (mascote do The Misfits). Pontualmente, às 19h, os músicos Loki (Gotham Road, Argyle Goolsby), Howie Wowie (baixo – The Roving Midnight, Nim Vind, Argyle Goolsby, Green Jellÿ) e Adam Parent (bateria – Nim Vind) deram início à introdução Abominable Dr. Phibes. Segundos depois, Michale Graves entrou em cena, maquiado, usando chapéu, calça de vinil e camisa de força. A histeria dos fãs foi geral, ainda mais quando a banda deu início à American Psycho. Começava a íntegra do álbum de mesmo nome. Obedecendo a sequência do tracklist de American Psycho, a próxima foi a ótima Speak of the Devil (minha favorita da carreira de Graves), seguida da contagiante Walk Among Us, uma das que tem um dos melhores refrãos. O som (um pouco embolado no início), que já era alto, ficava ainda mais ensurdecedor com o público cantando as músicas a plenos pulmões, principalmente quando fazia coro nos característicos “ôôôô”, tão presentes nas músicas do Misfits.

    Não teve quem não agitasse, cantasse e festejasse em The Hunger e From Hell They Came – com Graves já sem a camisa de força. Entretanto, foi no contagiante hit Dig Up Her Bones, conhecido por seu videoclipe e escrito por Michale Graves muito antes de entrar no Misfits, que a pista virou um caos. Em Blacklight, o vocalista, que após deixar o Misfits montou as bandas The Lost Boys, Graves e Gotham Road, que passou pelo Marky Ramone’s Blitzkrieg, do ex-baterista do Ramones, Marky Ramone, e que até hoje segue em carreira solo, revelou sua careca e fez sinal de agradecimento pela camiseta que lhe jogaram da pista. Na sequência, ele pôs todo mundo pra agitar com Resurrection e caiu na dança em The Island Earth. Wowie (único a não participar dos vocais de apoio), que é insano no palco, foi para a parte mais baixa, próxima ao público, tocar Crimson Ghost. Em Shining fez o mesmo, porém acompanhado de Loki. Algo legal nesse show foi que quase ninguém usou celular pra filmar/fotografar, o público preferiu agitar, fazer rodas caóticas e cantar. E nem tinha como ficar parado com uma apresentação tão visceral, que rendeu boas queimas de calorias. Outra bastante comemorada foi Mars Attack. Hate the Living, Love the Dead, Don’t Open Till Doomsday e Hell Night fecharam a primeira parte do show. Ao final dos primeiros 40 minutos de set, Loki avisou que em dois ele e seus companheiros estariam de volta. Curioso notar que Graves ainda não havia trocado uma palavra sequer com o público – o que não significa que ele tenha sido antipático.

    Assim que os quatro retornaram para a segunda metade do show, Graves e Cia. foram ovacionados. Impressionados, Parent filmou a reação do público e Loki falou rapidamente no microfone. Sem perder tempo, ele, Parent e Wowie tocaram a curta introdução Kong at the Gates. Assim que Michale Graves se juntou à eles, foi a vez de Famous Monster ser apresentado em sua totalidade. Foi eletrizante a sequência, sem intervalos, formada por The Forbidden Gates, Lost in Space, Dust to Dust, Crawling Eye e Witch Hunt. Principalmente em Lost in Space e em Crawling Eye, os fãs agitaram muito, mas eles fizeram muito melhor em Scream!, fazendo uma roda insana. Único single lançado para Famous Monsters, Scream! ficou famosa por seu videoclipe dirigido por ninguém menos do que George A. Romero, lendário e saudoso cineasta e escritor, renomado por sua série de Terror de temática apocalíptica de epidemia zumbi, que inclui “Night of the Living Dead” (1968), “Dawn of the Dead” (1978) e “Day of the Dead” (1985), além de vários filmes do gênero. Saturday Night, com sua cara de música de bailinho antigo, foi uma das mais emocionantes.

    E mais roda se formou em Scarecrow Man e Living Hell, que foram intercaladas à Die Monster Die. Depois dessas, Graves brincou com o público (finalmente), falando do choque que estava tomando de seu microfone. Descending Angel foi outra muito bem recebida pelos fãs. Após Them, Graves agradeceu, dizendo: “Muito obrigado. É um prazer e uma honra estar de volta à São Paulo. Um lindo obrigado. Agradeço por vinte e cinco anos de música, apoio e amor”. E deixou uma mensagem: “Não quero que vocês gritem meu nome. Gostaria de poder me levantar e gritar o nome de vocês. (…) porque isso não é sobre Michale Graves nem The Misfits, estamos aqui por vocês essa noite, pois estamos celebrando esta música que é, principalmente, sobre você, você, você… (apontando para várias pessoas da plateia). Gostaria de lembrá-los o quanto amo vocês, e quão bonitos, inteligentes e fortes vocês são”. Graves ainda disse para que todos acreditassem no coração e na alma, que tudo ficaria bem, entre outras palavras de incentivo para enfrentar as dificuldades da vida – a ironia, é que no dia seguinte ele mostrou não seguir esse lema, conforme você lerá ao final dessa matéria. Em seu discurso, o frontman declamou parte da letra da música seguinte. Foi o gancho para Fiend Club, em que no início foi acompanhado apenas por Loki. Arrepiou ouvir todos cantando o refrão.

    O público ainda teve energia para agitar nas derradeiras Hunting Humans, em que ao final Loki disse estar realizando um sonho de tocar em São Paulo, e em Helena, a qual Michale Graves foi embora, enquanto que Loki, Wowie e Parent ficaram para fazer o encerramento tocando a “outro” Kong Unleashed. Quanto ao show, não há o que dizer, entre tantos que assisti no primeiro semestre de 2019, está entre os melhores. Os fãs estavam felizes com o que presenciaram e o que se ouvia era só elogios. Antes de se despedir do público, Loki deu a dica: “É sábado, vamos festejar!”. Pena que na manhã seguinte o clima não foi de festa. Mas antes de explicar o que você certamente já leu nas redes sociais sobre o ocorrido, falarei do papo rápido que tive com Loki ao final do show. Ao perguntá-lo sobre o que achou do Brasil em sua primeira visita ao país, ele comentou: “Pelo jeito os lugares são muito bonitos. Tive grandes momentos, amei cada público. As pessoas sentem a energia e a retribuem à nós que estamos no palco”. Sobre os shows, falou: “Toda essa turnê latino-americana tem sido ótima. Os shows foram ‘sold out’ e envolveram grandes casas e outras menores. Não posso acreditar no quanto todo mundo mantém a energia no topo por tanto tempo. Os shows foram muito loucos!”. Curiosa e coincidentemente, quando o questionei se o de São Paulo foi o último show da turnê, Loki mostrou-se aflito e apenas respondeu: “Deve ter sido o último, mas tenho que verificar algumas coisas”. Era um sinal do que viria a acontecer…

    Alguns fãs do lado de fora do Carioca nos disseram que assim que Michale Graves terminou a música Helena, entrou rapidamente numa van e foi direto para o hotel em que estava hospedado. No domingo, uma nota emitida pela Venus Concerts nas redes sociais pegou à todos de surpresa: Michale Graves e sua equipe haviam saído fugidos do hotel rumo ao aeroporto de Guarulhos. A produtora contratante afirmou que reportaria à Polícia Federal o crime de estelionato (art. 171 do Código Penal). No fim, Graves e equipe realmente deixaram o país e não cumpriram o restante da turnê brasileira. Dias depois, Olivia, filha de Graves, em postagem de Arturo Santaella, membro da equipe de seu pai, o agradeceu por levar o cantor ao resort Sunny Hill, em Greenhill, Nova Iorque. Isso deu mais pano pra manga. Por sua vez, Graves, que supostamente precisava estar com sua família por algum motivo específico, postou uma nota em sua página oficial se desculpando com as cidades em que não tocou, prometendo tentar voltar em 2020. Disse também que as acusações eram caluniosas, que achou melhor ir embora por estar tendo dificuldades físicas pra prosseguir com os shows, e fez acusações sobre os profissionais envolvidos com a turnê.

    Na opinião deste repórter, independente de qualquer coisa, o público, que não tem envolvimento nem culpa sobre nada do que aconteceu, e que comprou ingresso para os shows posteriores ao de São Paulo, não deveria ter sido (e nem ser) lesado dessa forma, sem um parecer prévio do artista – seja ele qual for. Também teria sido um ato de bom senso de Graves e equipe se tivesse cumprido a agenda até o final, e, caso realmente achasse que foram prejudicados, procurasse seus direitos por meios legais para resolver algo que não tivesse sido acordado em contrato. Não sabemos quem está certo ou errado nessa história, e nem nos cabe julgar, mas ter ido embora da forma com que Michale Graves e os demais fizeram, sem notificar os contratantes, muito menos o público, certamente não deixou uma boa impressão no país.

  • PANNDORA: Show gratuito nesta sexta no SESC de Birigui/SP

    PANNDORA: Show gratuito nesta sexta no SESC de Birigui/SP

    A banda paranaense de Heavy Metal PANNDORA participará desta sexta-feira, 12/07, do Projeto “Pandemia Rock”, que celebra o Dia Mundial do Rock com uma programação especial do SESC de Biriguí/SP durante a semana, dos dias 10 a 20 de julho.  Renata Paschoa (vocal), Luana Bomb e Rebeca Rastelli (guitarras), Taise Bijora (baixo) e Adrismith (bateria) se preparam para o lançamento do álbum “Uranie”, em outubro, e até lá promoverão vários shows de pré-lançamento e ações especiais. O show desta sexta-feira terá início às 20h, com entrada gratuita. O SESC Biriguí fica localizado na R. Manoel Domingues Ventura, 121.

    O Projeto “Pandemia Rock” é realizado desde 2014 e tem como objetivo tornar o Noroeste Paulista uma referência na produção e consumo de Rock and Roll. A programação reúne bandas de diferentes vertentes apresentando trabalhos autorais, desde nomes consagrados como os em ascensão no mercado regional e nacional. Para a baterista Adrismith, “será uma grande oportunidade de mostrar o trabalho da Panndora para o público da região. Estamos inserindo músicas do “Uranie” no set list para sentirmos a força destas composições fora do estúdio. Nossa proposta com o novo álbum é apresentar as diversas influências da banda de forma homogênea, desde o lado tradicional do Heavy Metal até músicas mais Thrash, com a nossa pegada, é claro!”.

     Confira mais informações sobre o show no SESC:

    https://www.facebook.com/sescbirigui

     

    Contatos: Facebook: www.facebook.com/panndoraband

    Instagram: www.instagram.com/panndoraband

    Youtube: www.youtube.com/panndoraband

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  • JACK FLASH completa dez anos da mesma formação com show especial

    JACK FLASH completa dez anos da mesma formação com show especial

    A banda Jack Flash, que presta tributo aos Rolling Stones, está completando 10 anos com a mesma formação e vai comemorar essa marca na próxima sexta-feira, dia 12 de julho, no Sebastian Bar, em Campinas, cidade do grupo.

    André Hellmeister (vocal), Francisco Marinelli (guitarra e backing vocal), Tony Monteiro (guitarra e backing vocal), Ralf Crow (baixo) e Cesar Pinheiro (bateria e backing vocal) estrearam no dia 11 de julho de 2009 em um encontro de motociclistas realizado na cidade de São Pedro, no interior de São Paulo. De lá para cá, foram inúmeros shows, incluindo abertura para nomes como Made in Brazil e Velhas Virgens (esse contando com participação especial de Paulão de Carvalho na harmônica).

    No show dessa sexta a banda receberá vários convidados, como Joni Leite (harmônica, ex-Bando), Fabiano Negri (vocal, ex-Rei Lagarto e Dusty Old Fingers) e Tony Babalu (guitarra, Made in Brazil e Quarto Crescente).

    Para marcar a data, o Jack Flash também produziu um documentário que será lançado no dia do show.

    O Jimmy Rocker fica na Av. Andrade Neves, 2042, bairro Castelo, em Campinas. A casa abre às 20h30 e o show começa às 23h.

    Maiores informações: (19) Mais informações: (19) 2519-1631 e https://jimmyrocker.com.br/ Confira o Jack Flash em “Brown Sugar”: https://www.youtube.com/watch?v=jGvx95v2bCk   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • SABATON: Confira os dois primeiros trailers para o novo álbum, “The Great War”

    SABATON: Confira os dois primeiros trailers para o novo álbum, “The Great War”

    O nono álbum completo do SABATON, The Great War, será lançado em 19 de julho pela Nuclear Blast Records. O álbum que celebra o 20º aniversário da banda será um trabalho conceitual cobrindo histórias da Primeira Guerra Mundial.

    O SABATON começou a gravar The Great War exatamente 100 anos após o final da Primeira Guerra Mundial (11 de novembro de 1918) e levou três meses de trabalho intensivo para completar o álbum com o produtor de longa data e colaborador Jonas Kjellgren nos estúdios Black Lounge. O disco foi masterizado por Maor Appelbaum e a arte foi mais uma vez criada por Peter Sallaí.

    “Esta não é a primeira vez que cantamos sobre histórias deste período, mas agora sentimos que era o momento certo para fazer um álbum conceitual sobre essa guerra”, disse a banda.

    Lado a lado com o álbum, os suecos trabalharam duro para tornar seu aniversário de 20 anos em um ano muito emocionante, e também iniciaram o SABATON History Channel – uma colaboração única entre a banda e os historiadores multimídia Indy Neidell e Timeghost, capturando o poder da ‘social midia’ para contar histórias sobre as guerras, batalhas e heróis por trás das músicas do SABATON.

    “Este é o maior álbum que fizemos até agora. Há muita profundidade e história em torno das músicas como nunca tivemos antes”, afirma o baixista Pär Sundström. “Espere muitas surpresas enquanto tentamos coisas novas e também voltamos no tempo para um conceito que conhecemos muito bem. The Great War foi concebido junto ao SABATON History Channel para tornar 2019 o mais emocionante ano de nossos 20 anos de história.”

    O próximo disco do SABATON será o primeiro do grupo com o guitarrista Tommy Johansson (GOLDEN RESURRECTION, REINXEED), que substituiu Thobbe Englund em 2016.

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  • MEMORIAM discute as comparações da banda com o lendário BOLT THROWER

    MEMORIAM discute as comparações da banda com o lendário BOLT THROWER

    Em um novo vídeo, o MEMORIAM – que conta com Karl Willets (BOLT THROWER) nos vocais, Frank Healy (BENEDICTION, CEREBRAL FIX) no baixo, Scott Fairfax (CEREBRAL FIX) na guitarra e Andy Whale (BOLT THROWER) na bateria – lançará seu terceiro álbum de estúdio, Requiem For Mankind, em 21 de junho via Nuclear Blast.

    Confira o vídeo abaixo.

    Enquanto o álbum de estreia do MEMORIAM, For The Fallen (2017), era pesado, dotado de uma energia depressiva e marcado pela memória da perda do amigo Martin Kearns (ex-baterista do BOLT THROWER, falecido em 14 de setembro de 2015), o segundo trabalho, The Silent Vigil (2018), mostrou um lado implacavelmente agressivo. Foi sem dúvida outro grande álbum, criado por músicos que entendem do seu ofício, confiam cegamente na sua arte, mas que não se repetem. Isto também se aplica a Requiem For Mankind. Mais uma vez, o peso é monstruoso, os riffs são implacáveis e a atmosfera é opressiva, paralisante e igualmente esmagadora. Os vocais agressivos de Willetts são sempre empolgantes e implacáveis.

    A banda afirma: “Bem, aqui estamos nós com o nosso terceiro álbum, Requiem For Mankind. Nos nossos álbuns anteriores, nós experimentamos diferentes estilos musicais e vocais que finalmente nos levaram ao aqui e agora, com aquele que pensamos ser o álbum definitivo do MEMORIAM. É death metal. É tudo o que sabemos. Parece que os álbuns anteriores foram uma escada para este novo registro. Nós finalmente conseguimos os ingredientes certos em um só lugar. Para frente!”

    Requiem For Mankind foi gravado no Parlor Studios em Kettering, Reino Unido, com o renomado produtor Russ Russell (NAPALM DEATH, DIMMU BORGIR, AT THE GATES, AMORPHIS). A impressionante arte do álbum foi mais uma vez criada por Dan Seagrave (BENEDICTION, DISMEMBER, HYPOCRISY, SUFFOCATION).

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  • NORTHTALE: Banda comenta o título do novo álbum, “Welcome To Paradise”

    NORTHTALE: Banda comenta o título do novo álbum, “Welcome To Paradise”

    A banda NorthTale, do guitarrista brasileiro Bill Hudson (Trans-Siberian Orchestra, Doro, Circle II Circle, I Am Morbid), radicado nos Estados Unidos, acaba de lançar o primeiro single e lyric vídeo para a música “Higher”. O músico reside em Los Angeles e é o guitarrista principal, compositor e fundador do NorthTale, grupo com influências de Power Metal e Heavy Melódico.

    Abaixo você pode conferir o vídeo onde a banda comenta a escolha do título Welcome To Paradise para o seu álbum.

    “Esperei minha vida inteira pra lançar esse álbum. Já rodei o mundo varias vezes ao lado das maiores bandas, tocando nos maiores lugares, mas nunca a minha própria música. Nada poderia ser mais honesto e não vejo a hora das pessoas ouvirem!”, disse Bill Hudson.

    Em 2017, Bill Hudson se juntou ao vocalista Christian Eriksson (ex-Twilight Force) e o baterista Patrick Johansson (ex-Yngwie Malmsteen) para fundar a NorthTale – completam a formação o baixista Mikael Planefeldt e tecladista Jimmy Pitts. A banda assinou recentemente um acordo mundial com a Nuclear Blast Records e seu álbum de estréia, “Welcome To Paradise”, tem data de lançamento marcada para 2 de agosto de 2019. A banda fará seu show de estreia no Sabaton Open Air Festival da Suécia, também no dia 2 de agosto, seguido por dois shows em Tóquio, Japão, no Evoken Metal Fest.

    Bill também trabalha como guitarrista da banda I Am Morbid, com ex-vocalista do Morbid Angel, David Vincent, e o baterista Tim Yeung, além de realizar turnês com a rainha do Metal Doro, embora não como membro permanente. Hudson já excursionou pelo mundo como guitarrista de Dirkschneider, banda solo do ex-vocalista do Accept, Udo Dirkschneider.

    Em 2015, Bill realizou um feito histórico se apresentando no Wacken Open Air Festival em Wacken, Alemanha, como membro do Savatage e Trans-Siberian Orchestra. Isso veio a partir de uma colaboração com todos os membros do Savatage em diferentes projetos como Jon Oliva’s Pain (Jon Oliva) e Circle II Circle (Zak Stevens). Isso lhe proporcionou uma posição no Trans-Siberian Orchestra como o guitarrista principal.

    Mais detalhes do disco de estreia da NorthTale serão divulgadas em breve pela Nuclear Blast e nas redes sociais da banda.

    Lineup: Christian Eriksson – Vocal Bill Hudson – Guitarra Mikael Planefeldt – Baixo Jimmy Pitts – Teclado Patrick Johansson – Bateria

    Links relacionados: https://billhudsonofficial.com/site/ https://www.facebook.com/billhudsongtr/ https://www.facebook.com/NorthtaleOfficial/

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  • VALÉRIO EXTERMINATOR: Guitarrista lança projeto de coletânea do Metal Mineiro

    VALÉRIO EXTERMINATOR: Guitarrista lança projeto de coletânea do Metal Mineiro

    Ao som de “Dying Smashed” (Attomica) inicio mais uma matéria para a Wargods Press. Durante a construção desse texto, vai rolar muito Metal nacional oitentista, que cumprirá a missão de inspiração e transpiração para que as lembranças possam aflorar com mais intensidade, e assim vou passando para o Word. Entrar nesse clima sempre me trás uma sensação muito agradável, tempos onde o que realmente nos importava era o som que saia de nossos instrumentos e vozes, e nosso protesto podia às vezes parecer ingênuo e imaturo, mas era honesto. Finalizando o parágrafo ao som de “O Lixo” (Stress).

    A agressividade não era física e sim estética: camisas pretas com estampas demoníacas, cabelos longos, calças rasgadas, braceletes, bate boots, cruzes invertidas e suásticas. Subíamos a Avenida Afonso Pena, em direção aos encontros na Praça do Papa, e como eu me sentia indestrutível quando vestia minha roupa de super herói, que trazia os dizeres “See you in hell”, no colete jeans. Abaixo desses dizeres havia a imagem de um demônio fazendo carícias em uma freira, e ao fundo um cemitério; seria uma espécie de presságio (cemitério do Bonfim)?Ao som de “Black Church” (Insulter).

    Preenchendo o desenho, havia lápides de Sid Vicious, John Bonham, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Bon Scott e Jim Morrison. Desenho esse pintado à mão pelo grande amigo André Maldito, que hoje é um artista plástico de destaque, com várias exposições internacionais. Curtindo nesse momento a banda mais foda das mais fodas, a demo do Freax. Nos anos 80 nossa mensagem atingia o alvo, sem a necessidade de questionamentos ideológicos. De headbanger para headbanger, e pronto. Tocando agora “Show Me The Wrath” (Sepultura).

    Não havia necessidade de criar polêmicas, éramos aquilo ali, éramos o que éramos, uns mais revoltados com a sociedade, família e religião e outros mais ligados à curtição de ser jovem, roqueiro/metaleiro/punk e se sentir em algum momento um contestador do sistema. Ao som de “Insatiable Pleasure of Death” (Sextrash), “Midnight Madness” (Korzus), “Pelotão” (Holocausto), e ‘Total Extermination”(Exterminator).

    Nessa matéria o assunto é mais uma vez os anos 80 e as bandas de BH, pois meu próximo projeto terá como objetivo resgatar a união dos músicos e de momentos especiais da década de 80. A ideia desse projeto se deu na última semana de setembro de 2018, quando enviei mensagens para alguns amigos integrantes de bandas de BH dos anos 80. No fone de ouvido rolando “The Grave” (Genocídio)

    Leia o texto completo:

    https://wargodspress.com.br/wargods/valerio-exterminator-guitarrista-lanca-projeto-de-coletanea-do-metal-mineiro/

     Contatos: Facebook: www.facebook.com/ValerioExterminator

    E-mail: [email protected]

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

    Fonte: Wargods Press     Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • CARNIFEX: Confira o vídeo oficial de “World War X”

    CARNIFEX: Confira o vídeo oficial de “World War X”

    Um dos principais nomes do deathcore, o norte-americano CARNIFEX lançará seu novo álbum, World War X, em 2 de agosto, via Nuclear Blast Records. World War X foi produzido pelo CARNIFEX ao lado de Jason Suecof (DEATH ANGEL, CHELSEA GRIN e JOB FOR A COWBOY). O álbum foi gravado e mixado por Jason no AudioHammer Studio em Sanford, Flórida. Os vocais para o álbum foram gravados por Mick Kenney (ANAAL NATHRAKH, BLEEDING THROUGH) no The Barracks Studio em Huntington Beach, Califórnia. A arte do álbum foi criada por Blake Armstrong.

    Abaixo você confere o vídeo oficial para a faixa-título, World War X.

    No Light Shall Save Us conta com a participação especial da vocalista Alissa White-Gluz, da banda sueca ARCH ENEMY.

    Além de Alissa, World War X ainda conta com outra participação especial, com o guitarrista Angel Vivaldi (I LEGION) participando da música All Roads Lead To Hell. O sétimo álbum completo de estúdio do CARNIFEX será lançado em 2 de agosto.

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