Categoria: Roadie News

  • EXYLLE: em nota confirma saída amigável do baterista Alex Rodrigues

    EXYLLE: em nota confirma saída amigável do baterista Alex Rodrigues

    Próximos de apresentar oficialmente o novo álbum de estúdio, a banda Exylle comunica em nota nas suas redes sociais, o desligamento de seu atual baterista Alex Rodrigues.

    Por motivos pessoais, o músico deixa o posto das baquetas em aberto. Na nota liberada pela banda, é confirmado que a saída de Alex é de forma amigável e infelizmente por motivos que vão além da capacidade do grupo em mantê-lo como membro. Mesmo com sua saída, as gravações que já foram feitas do novo álbum serão mantidas e Alex terá suas partes no disco autointitulado do Exylle.

    Confira a nota completa escrita nas redes sociais da banda, onde é informado a saída de seu baterista.

    “Com grande pesar viemos a vocês anunciar o desligamento oficial do baterista Alex Rodrigues da banda, por conta de novos projetos em sua vida que exigem uma atenção e dedicação maior que o impedem de prosseguir suas atividades no Exylle, mas deixamos o nosso agradecimento por tudo que fez pela banda, aos shows, as composições, as gravações e principalmente por aturar nossa encheção de saco, evoluímos muito e somos gratos pela sua passagem com a gente, que seu caminho daqui pra frente seja realizado com sucesso, um grande salve da família Exylle”!

    Exylle não confirmou se já possuí alguém em testes para o posto, ou, se irá abrir audições para candidatos ao cargo de baterista do grupo. Nos próximos dias será informado como a banda irá preencher essa vaga em aberto.

    Exylle é formado por: Victor Hugo – vocal, baixo Kevin Vieira – guitarra Johnny Bordignon – guitarra

    MAIS INFORMAÇÕES:

    Facebook: https://www.facebook.com/ExylleOficial/ Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/exylle

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  • WALKWAYS: Em novo vídeo, banda israelense fala sobre seus grupos favoritos

    WALKWAYS: Em novo vídeo, banda israelense fala sobre seus grupos favoritos

    A banda israelense de metal alternativo WALKWAYS lançará seu novo álbum de estúdio, Bleed Out/Heal Out em 14 de junho, via Nuclear Blast Records. Bleed Out/Heal Out é o segundo álbum completo da banda, que estreou oficialmente em 2013 com o álbum Safe In Sound.

    Abaixo, você assistir ao vídeo onde eles falam sobre as suas bandas favoritas.

    WALKWAYS é uma banda de metal alternativa baseada em Tel Aviv, Israel. A banda começou em 2006 com um nome e uma formação diferentes, mas se solidificou em 2010. A banda é movida com o objetivo de se manter sã e evoluir para pessoas mais humanas e morais ao escrever suas músicas – a trilha sonora dos altos e baixos da vida deles.

    Após apresentações como principal banda de apoio para a turnê europeia de verão do IN FLAMES e apoio ao AVENGED SEVENFOLD em Israel, shows em grandes festivais internacionais (Wacken Open Air 2015, ARTmania 2017) e de compartilhar o palco com muitos outros artistas internacionais como DEVIN TOWNSEND PROJECT, JINJER, TARJA, CHELSEA GRIN e TEXAS IN JULY – a banda agora está pronta para lançar seu novo álbum e levá-lo para a estrada!

    WALKAWAYS é: Vocals – Ran Yerushalmi Guitars – Bar Caspi Guitars – Yoni Menner Bass – Avihai Levy Drums – Priel Horesh

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  • ABBATH: Confira a faixa-título do novo álbum, “Outstrider”

    ABBATH: Confira a faixa-título do novo álbum, “Outstrider”

    A faixa que dá nome ao novo álbum do ABBATH, projeto solo do ex-vocalista do IMMORTAL, Abbath, está disponível abaixo. Outstrider é parte do segundo álbum do ABBATH,  que será lançado em 5 de julho pela Season Of Mist. O disco foi gravado no Dub Studios em Kristiansand, na Noruega, com o produtor Endre Kirkesola, que já trabalhou com o BLOOD RED THRONE, GREEN CARNATION, SIRENIA e o IN VAIN, entre outros.

    A arte foi criada por Kim Holm e Olav Iversen.

    Quando Abbath anunciou que havia saído do IMMORTAL, uma grande comoção tomou conta da cena metal, mais especificamente do black metal. O icônico vocalista havia se tornado a “cara” da cena black norueguesa, sua imagem era sinônimo do gênero. Ao lançar seu álbum de estreia com sua nova banda homônima, ABBATH, em 2016, os fãs ficaram realmente satisfeitos com a manutenção das características básicas da música do IMMORTAL, sempre dotada de fúria gelada e atmosferas obscuras.

    Agora, o gigante norueguês retorna para a segunda rodada, armado com uma formação refinada e pronto para atacar com um segundo registro que com certeza superará as expectativas da leal base de fãs do ABBATH. Outstrider mostra um som mais maduro, e que oferece uma oferta mais completa e equilibrada da banda à medida que eles adquirem sua própria identidade.

    Embora existam momentos que certamente recordam a atmosfera sonora do IMMORTAL, não há risco do ABBATH repetir essa fórmula. A banda ABBATH extrai elementos da NWOBM e influências melódicas, adicionando um novo sabor ao som que o fundador da banda veio a definir.

    Outstrider tem oito músicas originais e termina com uma versão cover do BATHORY.

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  • SLASH Ft. MYLES KENNEDY AND THE CONSPIRATORS – 25 de maio de 2019, São Paulo/SP

    SLASH Ft. MYLES KENNEDY AND THE CONSPIRATORS – 25 de maio de 2019, São Paulo/SP

    Após realizar o sonho dos fãs, com duas visitas do Guns N’ Roses ao Brasil (2016 e 2017), junto de seus velhos companheiros Axl Rose e Duff McKagan, pela “Not in This Lifetime Latin American Tour”, Slash retornou ao país. Desta vez, com sua banda Slash ft. Myles Kennedy & The Conspirators, que além dele e do mencionado vocalista, conta com Todd “Dammit” Kerns (baixo, Faster Pussycat, Sin City Sinners, Michael Sweet), Brent Fitz (bateria, Union, Bruce Kulick, Vince Neil, Bulletboys, Alice Cooper, Gene Simmons, Brad Whitford and Derek St. Holmes, The Guess Who, Ronnie Montrose e outros) e o guitarrista base Frank Sidoris no line up. Slash veio divulgar seu quarto álbum solo (terceiro com o S.M.K.C. – como o grupo também é chamado), o bem sucedido Living the Dream. Lançado em setembro de 2018 por seu próprio selo, Snakepit Records (por aqui, via Warner Music Brasil), o álbum alcançou posições de destaque nos charts mundiais. Foi primeiro lugar na parada americana US Top Hard Rock Albums, da Billboard, assim como na Suíça e na Escócia; segundo na Áustria e na Hungria; e terceiro no US Top Rock Albums, da Billboard, e na Itália. Living the Dream também atingiu o 27° posto no Billboard 200. No itinerário da atual turnê brasileira, constaram as cidades de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Uberlândia (MG), Brasília (DF), Recife (PE) e Fortaleza (CE), respectivamente.

    Em São Paulo, a apresentação do S.M.K.C. aconteceu no Espaço das Américas, mesmo local onde a banda já havia tocado em 2015 pela “World On Fire Tour”, e em 2012 na “Apocalyptic Love World Tour”. E era previsível que o local estivesse abarrotado de gente, afinal, o impacto causado há algumas décadas pelo fenômeno Guns N’ Roses foi tão profundo na história da música, que mesmo que as gerações venham se renovando, a febre e a lealdade dos velhos e novos fãs, tanto pela banda quanto por seus integrantes mais representativos, continua incurável. Outro fator que gera interesse no público de Slash é o fato de o guitarrista inglês ter ao seu lado Myles Kennedy. Talentoso, o frontman ostenta fama também por sua outra banda, o Alter Bridge, que atualmente encontra-se em vias de lançar o já finalizado sexto álbum da carreira. Ainda sobre o grande número de pessoas que compareceu ao Espaço das Américas, isso foi algo positivo também para a banda Republica, que foi muito bem recebida pelo público. O grupo paulistano ficou incumbido de abrir todos os shows do S.M.K.C. nas cidades brasileiras que estavam agendadas, exceto em Porto Alegre. Ainda divulgando o mais recente álbum Brutal & Beautiful (2017), bem como o recém lançado Brutal & Beautiful – Live at Rock in Rio, Leo Beling (vocal), LF Vieira e Jorge Marinhas (guitarras), Marco Vieira (baixo) e Mike Maeda (bateria) foram ovacionados quando entraram em cena, ao final da introdução mecânica. Chegaram tocando Black Wings, música que aparece na trilha sonora do filme “Não Se Aceitam Devoluções” (2018). Nessa e em Death for Life, que veio a seguir, o microfone de Beling esteve baixo e o instrumental um pouco embolado. No entanto, tudo melhorou a partir do tradicional cover feito para Head Like a Hole, do Nine Inch Nails.

    Enquanto o show rolava, era curioso notar, já posicionada no palco, a parede de Marshalls de Slash. Eles estavam ornamentados por uma variedade de bonecos e action figures. O Republica teve apenas meia hora de set, e acertou em cheio na escolha do repertório – embora eu tenha sentido falta de Stand Your Ground, música que foi tema da novela Rock Story (2016/2017). O grupo conquistou o público com seu som alternativo/grunge, que dispõe de pitadas de hard rock. Dando sequência, o quinteto apresentou um de seus novos singles, Take It, que tem refrão grudento e contagiante. Depois dessa, foi a vez da ótima Beautiful Lie, música de pegada que remete à uma mistura entre U2 e The Cult, da fase do homônimo álbum lançado em 1994 (aquele da ovelha negra, da raça Manx Loaghtan, na capa). Vale lembrar que essa música ficou conhecida por seu videoclipe, que contou com a atuação da atriz Isis Valverde. Aproximando-se do fim do show, o Republica tocou a pesada Endless Pain, em que o destaque foi o solo de LF, que disparou efeitos ao melhor estilo Tom Morello (Rage Against the Machine/Audioslave/Prophets of Rage). O encerramento se deu com a agitada El Diablo, que foi a única do penúltimo álbum Point of No Return (2014) a ser tocada. Tive a oportunidade de assistir a outras duas apresentações do Republica, nas aberturas para os americanos do Sons Of Apollo e também para o Angra, e devo dizer que essa de agora foi a que a banda obteve a resposta mais calorosa do público, que além de ovacioná-la e aplaudi-la a cada música tocada, mostrava, realmente, estar curtindo o show.

    Cerca de meia hora após a apresentação do Republica, chegou o tão aguardado momento. Ao final da introdução Ray’s Goodbye, do filme Halloween, um clássico do Terror, Slash ft. Myles Kennedy & The Conspirators invadiu o palco. A reação da eufórica plateia, que era formada por pessoas de todas as idades, foi da mais ensurdecedora, principalmente após a aparição de Slash, que, além de seus inseparáveis óculos Ray Ban e cartola, entrou trajando uma camiseta com o logotipo clássico do Aerosmith. Movimentando-se bastante pelo palco, a banda começou o set com a eletrizante The Call of the Wild, música de Living the Dream. A recepção por parte dos fãs foi um espetáculo à parte: um mar de celulares iluminando e embelezando a pista – o Metal God Rob Halford teria tido um surto, pensando no trabalho que teria pela frente sair chutando tanto smart phone! Na sequência, Slash, Kennedy, Kerns, Sidoris e Fitz (que usava a camiseta da Seleção Brasileira de Futebol) mandaram uma trinca do segundo álbum, Apocalyptic Love (2012), formada pelas empolgantes Halo, Standing in the Sun e a própria Apocalyptic Love. Depois dessa sequência de tirar o fôlego, foi a vez de Slash e sua turma tocarem uma de seu homônimo álbum solo de estreia, lançado em 2010. Os fãs acompanharam a banda, e cantaram Back From Cali em alto e bom som.

    Outra trinca aconteceu, só que agora com músicas de Living the Dream. Vieram My Antidote, Serve You Right e Boulevard of Broken Hearts (não confundir com Boulevard of Broken Dreams, de Michael Monroe, vocalista do Hanoi Rocks e amigo do pessoal do Guns N’ Roses). Ainda hoje, é hipnotizante assistir a uma performance de Slash, tamanho é o seu carisma e imponência em cima do palco, além de seu talento e capacidade para executar riffs cheios de ‘punch’ e solos tão instigantes, como o que mandou em Boulevard… Isso sem contar que o britânico continua correndo feito um adolescente pelo palco, mesmo estando prestes a completar 54 anos de idade – boa parte deles vividos sob excessos, principalmente durante os primeiros anos do Guns N’ Roses. Voltando a falar de riffs, Slash fez todo mundo agitar quando deu início ao de Shadow Life, que foi a primeira do terceiro álbum do S.M.K.C., World on Fire, de 2014. Nas duas músicas seguintes, foi a vez de Kerns brilhar. O baixista, que lembra um pouco o falecido Peter Steele (Type O’Negative/Carnivore), assumiu os vocais na viciante We’re All Gonna Die e em Doctor Alibi, ambas do álbum Slash, gravadas, originalmente, por Iggy Pop e pelo saudoso Lemmy Kilmister (Motörhead), respectivamente. A propósito, Kerns se destacou durante o show não só por sua competência e qualidade nos vocais, na maior parte do tempo comandando os backing vocals, como também por sua presença de palco, agitando o tempo todo. E foi legal vê-lo tocando com a camiseta do Republica.

    Com as luzes destacando Slash, que agora empunhava uma Gibson estilo Double Neck (guitarra de dois braços), e o tímido e pouco comunicativo Kennedy, foi a vez da balada The One You Loved is Gone, do novo álbum. Nessa, Slash despejou um solo de arrepiar, que fez os fãs vibrarem. E por falar em solo, Wicked Stone, outra de World on Fire, foi especial. O solo dela levou nada menos do que quinze minutos! Nessa hora, Myles pegou uma terceira guitarra e ficou acompanhando o discreto Sidoris na base, enquanto que Slash, que ignorava o suor que caia pelo rosto e embaçava seus óculos, mostrava quem é que manda na porra toda. Cabe aqui elogiar a qualidade de som e a timbragem impecável da guitarra de Slash. Depois dessa paulada atordoante proferida pelas mãos desse que nasceu Saul Hudson, a banda tocou mais duas de Living the Dream: Mind Your Manners e o hit Driving Rain, que atingiu o Top 10 nas rádios rock. Em seguida, veio outra do primeiro álbum solo de Slash, a ‘zeppeliana’ By the Sword. Embora ninguém estivesse pedindo por músicas do Guns N’ Roses, Slash e seus parceiros fizeram a casa vir abaixo com a execução de Nightrain, do imbatível e multipremiado Appetite for Destruction (1987), que sua banda principal lançou em julho de 1987 – nessa, Frank Sidoris foi quem fez o começo do solo. Ao contrário das passagens anteriores do S.M.K.C. por São Paulo, em que foi incluído no repertório um punhado de músicas do Guns, dessa vez apenas Nightrain entrou no set. Até mesmo músicas de outras bandas de Slash, ou seja, Velvet Revolver e Slash’s Snakepit, dessa vez ficaram de fora. Particularmente, a que mais senti falta no setlist foi Ghost, do álbum Slash. Gravada originalmente com o vocalista do The Cult, Ian Astbury, é minha música favorita da carreira solo de Slash.

    Prosseguindo, Myles Kennedy e Slash sentaram-se à beira do palco e deram início à outra balada: Starlight. Durante essa, que foi a última a representar o primeiro álbum solo de Slash, os fãs na pista brincaram com algumas bexigas azuis. A adrenalina voltou com as duas músicas que encerraram a primeira parte do show, primeiro You’re A Lie, de Apocalyptic Love, e depois World on Fire, do álbum de mesmo nome. Nessa segunda, teve de tudo: solo de Brent Fitz, apresentação da banda, público delirando com Slash, que foi ao microfone (algo raro) falar de Kennedy, que, por sua vez, estava ao lado de Fitz brincando na batera, antes de comandar novamente a terceira guitarra, e, pasmem… Outro longo solo de Slash! Confesso que achei essa parte do show bastante cansativa e exagerada, afinal, a música levou mais de vinte minutos pra acabar. Ao invés de dois solos tão extensos de guitarra, Slash poderia ter sido econômico em um deles e encaixado, por exemplo, a Ghost no set! Bem, outras pessoas também sentiram o cansaço bater e, prevendo que faltava pouco para o show acabar, começaram a ir embora. Na volta do bis, Slash e seus asseclas tocaram Anastasia, de Apocalyptic LoveAvalon era outra que estava programada, mas, assim como em outras cidades do Brasil, também foi cortada. Depois de duas horas e dez minutos de show, Slash, Kennedy, Sidoris, Kerns e Fitz se despediram do público paulistano, mas não sem antes passarem um bom tempo no palco, trocando energia com os fãs, antes de partirem pra Uberlândia. E foi assim que, mais uma vez, Slash, músico que já acumulou mais de 100 milhões de álbuns vendidos, venceu um Grammy, foi indicado outras sete vezes e eternizou seu nome no Rock and Roll Hall of Fame, fez jus à lealdade de seus fãs, retribuindo-lhes com mais um ótimo show.

  • IMMOLATION: Confira o novo vídeo, “The Distorting Light”

    IMMOLATION: Confira o novo vídeo, “The Distorting Light”

    Os gigantes do death metal de Nova York, IMMOLATION, lançaram o videoclipe da música The Distorting Light, presente no seu álbum mais recente, Atonement. O clipe foi criado e dirigido por Robert Vigna, enquanto Angelo Damanti lidou com o trabalho de câmera e serviu como conselheiro técnico e especialista em equipamentos. A performance da banda foi filmada no Dark City Studios em Yonkers, Nova York

    O IMMOLATION passará o restante do ano em turnê, em apoio à Atonement. O disco foi gravado no Millbrook Sound Studios, em Millbrook, Nova York, com o produtor de longa data Paul Orofino, e foi mixado e masterizado mais uma vez por Zack Ohren (ALL SHALL PERISH, DECREPITH BIRTH, SUFFOCATION).

    O baixista / vocalista Ross Dolan confirmou recentemente que o IMMOLATION começou a trabalhar no sucessor de Atonement. O décimo álbum de estúdio da banda, Atonement, foi o primeiro a contar com o ex-guitarrista do INCANTATION, Alex Bouks.

    Ross descreveu a direção das novas músicas como “sombrias” e “mais sinistras”, com “uma vibração realmente assustadora”.

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  • Programa “Rock’n’Brasil: edição 81 vai ao ar nesta terça-feira

    Nesta terça-feira vai ao ar mais uma edição do programa Rock’n’Brasil, produzido e apresentado por Antonio Carlos Monteiro, redator da ROADIE CREW. A edição 81 do programa vai trazer um especial de covers/versões, apresentando bandas brasileiras mostrando suas versões para temas de outros artistas – tanto do Brasil como do exterior.

    Entre as bandas que estarão no programa destacam-se Sepultura, Dr. Sin, Made in Brazil, Claustrofobia, Angra, Genocidio e várias outras.

    O “Rock’n’Brasil” vai ao ar nesta terça-feira, dia 4 de junho, a partir das 23h pela MKK Web Rádio (www.mkkwebradio.com.br).

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  • HELLISH WAR divulga capa e tracklist de novo álbum, “Wine Of Gods”

    HELLISH WAR divulga capa e tracklist de novo álbum, “Wine Of Gods”

    “Wine Of Gods”, novo disco de estúdio do Hellish War já está pronto! O trabalho foi gravado no Omni Studio em Cosmópolis/SP e no Reverbera Studio em Santos/SP e mixado e masterizado no PiccoliStudio em Londres, Inglaterra, por Ricardo Piccoli, com quem a banda havia trabalhado em seu disco anterior, “Keep It Hellish”.

     “Wine Of Gods” vai incluir 10 faixas: “Wine Of Gods”, “Trial By Fire”, “Falcon”, “Dawn Of The Brave”, “Devin”, “House On The Hill”, “Burning Wings”, “Warbringer”, “Paradox Empire” e “The Wanderer”. Todas as músicas são inéditas e grande parte nasceu durante o processo de composição que o grupo realizou numa chácara na região de Campinas/SP, de onde a banda é originária. Para o vocalista Bil Martins, “Wine Of Gods” tem um significado especial, já que é o primeiro álbum do Hellish War em que ele participou ativamente no processo criativo. “Após o lançamento do “Keep it Hellish”, um pensamento que sempre vinha à mente, era se conseguiríamos produzir um álbum a altura”, comenta o vocalista. “Eu particularmente acho que conseguimos manter o nível em “Wine of Gods”, com as melodias e agressividade que são características marcantes na banda, junto à parte lírica que teve uma atenção especial. Acho que a diferença que nossos ouvintes mais sentirão está justamente na parte vocal, onde eu pude me expressar muito mais e imprimir minha identidade, sem descaracterizar o que o Hellish War já vinha fazendo esses anos todos. Em resumo, acredito que é o trabalho mais maduro da banda e os fãs podem esperar pela pegada de sempre. Heavy Metal puro do início ao fim”. Completam a formação do Hellish War em “Wine Of Gods” os guitarristas Vulcano e Daniel Job, o baixista JR e o baterista Daniel Person. Para a capa de “Wine Of Gods” o Hellish War mantém a tradição de continuar trabalhando com o artista Eduardo Burato, responsável por todas as capas dos discos de estúdio da banda, desde o debute “Defender Of Metal” de 2001. A artista-plástica Juh Leidl assina o layout do encarte.

     

    “Wine Of Gods” será lançado em Julho em data a ser divulgada. A distribuição nacional do disco será feita exclusivamente pela Anti Posers Records. Três shows de lançamento, em Campinas, Sorocaba e Santos, estão programados para acontecer em Agosto. “Wine Of Gods” foi integralmente financiado pelo Proac Editais, programa de investimento direto do Governo do Estado de São Paulo através da Secretaria da Cultura e Economia Criativa.

     

    Outras informações relacionadas ao álbum serão divulgadas em breve. Mais Informações: 

    www.hellishwar.com.br  

    www.facebook.com/hellishwar www.instagram.com/hellishwar www.youtube.com/hellishwarofficial www.twitter.com/hellishwar www.instagram.com/antiposersrecords

    www.proac.sp.gov.br

    Press Release e Gestão Cultural: Eliton Tomasi – SOM DO DARMA [email protected] www.somdodarma.com.br (15) 99134-3443

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  • NEURO RUPTURA: Casa cheia no relançamento do álbum “2K18” e participações especiais

    NEURO RUPTURA: Casa cheia no relançamento do álbum “2K18” e participações especiais

    A banda NEURO RUPTURA, formada por Marcus Ramírez (vocal), Jean Kaiser (vocal), Diego Lucher (bateria), Marcus “Titânio” (guitarra), Rodrigo Carpes (guitarra) e Guilherme Carvajal (baixo), celebrou um ano de lançamento do álbum “2K18” com evento de relançamento no Complexo Artístico e Cultural RR44 em Porto Alegre com casa cheia e recorde de vendas de ingressos.

    O show começou às 19h30min e teve duração de 1h e 30min aproximadamente. O público era formado por fãs de longa data da banda, amigos, familiares, músicos e por um público novo que conheceu a banda há pouco tempo e começa a acompanhar o trabalho de perto. A banda apresentou um setlist contemplando o álbum “2K18” na íntegra, o lançamento do single “Forças para Lutar”, músicas do EP “Caminho” de 2014 e ainda um repertório mais antigo que nem chegou a ser lançado física ou digitalmente.

    Confira o set list:

    Flores

    Fé e força

    Nunca mais errar

    Feitos de dor

    Minha paz

    Tão claro

    Recomeçar

    1 Segundo

    Palavras soltas

    Sua cruz

    Forças para lutar

    Última

    Lágrima

    Encontrar

    Vida rude

    Sufocado

    Roots Bloody Roots – Sepultura cover

    Contando com a participação de Ana Carla nos vocais, a banda tocou pela primeira vez sua nova música de trabalho com a nova formação após a entrada de Rodrigo Carpes na guitarra, o single “Forças para Lutar”, que tem previsão de lançamento ainda para o primeiro semestre nas plataformas digitais. As participações seguiram com Dionatan “Foca”, ex-guitarrista e amigo de longa data da banda. “Foca” assumiu a guitarra no lugar de Rodrigo Carpes e participou nas músicas antigas “Última”“Lágrima” e “Encontrar”, de uma época pré-2014 e que não faziam parte do repertório da banda há alguns anos.

    Para finalizar, a banda tocou um cover de Sepultura, a música escolhida foi “Roots Bloody Roots” e encerrou o show com chave de ouro levando o público a fazer um coro em uníssono. O evento marcou, além do relançamento e aniversário do álbum “2K18”, a retomada da banda nos palcos e divulgação de novo material de trabalho. Sem se encapsular em um estilo especifico, a banda NEURO RUPTURA caminha livremente entre o Rock Alternativo, o New Metal, Nu Metal, Metal Alternativo e todas as referencias advindas de seus integrantes.

    Ouça “2K18” no Youtube:

    https://bit.ly/NR2K18YT

    Foto por Indy Witch (www.facebook.com/indywitchphotos)

    Contatos: Site: www.neuroruptura.com.br Facebook: www.facebook.com/neurorupturaoficial

    Instagram: www.instagram.com/neuroruptura

    Twitter: www.twitter.com/neuroruptura

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  • SHADOWS LEGACY: músicos elegem suas favoritas de tocar ao vivo

    SHADOWS LEGACY: músicos elegem suas favoritas de tocar ao vivo

    Quem já acompanhou um show do SHADOWS LEGACY sabe o tamanho da energia que o grupo exala durante sua apresentação, tocando cada música de seu set list com raça e “sangue nos olhos”. Mas toda banda tem suas músicas favoritas pra levar para o palco. Dessa vez nossos heróis do Heavy Metal vão nos contar suas favoritas: Bruno Cardoso: ‘Prelude To The End’, do álbum ‘Lost Humanity’. Ouça: https://open.spotify.com/track/69ZPiWzOuqENCHGVuq8TLl Leandro Motta: ‘Sea Of Revenge’, do álbum ‘Lost Humanity’. Ouça: https://open.spotify.com/track/3SLKoxETIGEKOXjSLMPh8w Max Batista: ‘The Final Act’, do álbum ‘Lost Humanity’. Ouça: https://open.spotify.com/track/28VtB67spe0bng4aml9hkb Luciano Rivero: ‘Hate Within’, do álbum ‘You’re Going Straight To Hell’. Ouça: https://open.spotify.com/track/1T3x38QrbgC1OcXXAdu5l2 Augusto Morais: ‘Tough Ain’t Enough’, do álbum ‘Lost Humanity’. Ouça: https://open.spotify.com/track/52ZKtkCBXvu2g2LOVFzYzb Infelizmente o Brasil é enorme territorialmente e nem todos os headbangers têm acesso a um show do SHADOWS LEGACY, então para matar um pouco dessa curiosidade, confiram alguns vídeos ao vivo: https://www.facebook.com/shadowslegacy/videos/298765640798587/?t=0 https://www.facebook.com/shadowslegacy/videos/318914088752103/?t=0 https://www.facebook.com/shadowslegacy/videos/1987284954906053/?t=0 O grupo segue promovendo seu novo disco, ‘Lost Humanity’, eleito como um dos grandes lançamentos brasileiros do ano passado. A versão física – e outros materiais do SHADOWS LEGACY – pode ser encontrada diretamente com a banda, por e-mail e pelas redes sociais do grupo. Alguns canais de WhatsApp também foram disponibilizados: (067) 99287-5362 (Leandro Motta) ou (067) 99257-3791 (Max Batista). Já a versão digital está disponível nos principais sites do mundo, confira alguns links: Spotify: https://open.spotify.com/album/7h5TLKoe8lJQH0thy0VhDT iTunes: https://itunes.apple.com/us/album/lost-humanity/1444426064 Google: https://goo.gl/5wwBMM Deezer: https://www.deezer.com/br/album/80066332 Links relacionados: E-Mail: [email protected] Facebook: https://www.facebook.com/shadowslegacy Instagram: https://www.instagram.com/shadowslegacyofficial/ YouTube: https://www.youtube.com/ShadowsLegacyBand Spotify: https://open.spotify.com/artist/3HUIeIhRvyQysgbV8jugrH iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/shadows-legacy/1089843933 Metal Media: https://www.metalmedia.com.br/shadowslegacy Fonte: Metal Media

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  • TCHANDALA: Dejair Benjamim comenta as mudanças nas faixas de ‘Turning The Hourglass’

    TCHANDALA: Dejair Benjamim comenta as mudanças nas faixas de ‘Turning The Hourglass’

    No começo desse ano o TCHANDALA lançou o EP ‘Turning The Hourglass’ que conta com releituras de grandes músicas de sua carreira.

    ‘Turning The Hourglass’ conta com regravações de duas músicas do primeiro CD da TCHANDALA, ‘Fantastic Darkness’, e uma versão diferente para ‘Father’s Spirit’, do CD ‘Resilience’.

    O trabalho apresenta participações especiais de Patrícia Sandes (Voz), Zéq Oliver (Voz), Renan Fontes (Piano/Cordas) e Marcos Cupertino (Backing Vocal/Guitarra Solo).

    O vocalista Dejair Benjamim comenta um pouco sobre as mudanças dessas versões para as originais:

    “‘Fantastic Darkness’ e ‘Mirror of Decade’ representam dois dos grandes clássicos da banda e sempre quisemos fazer uma nova roupagem com uma gravação mais moderna, assim como todas as músicas do primeiro CD.”

    O material está disponível para audição nas principais distribuidoras de música digital, veja alguns links:

    Spotify: https://open.spotify.com/album/3561N17yVvu70OS9ycByQd
    iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/turning-the-hourglass-single/1450311224
    Deezer: https://www.deezer.com/en/album/84372072
    Google: https://bit.ly/2Ybdn3D

    O EP também pode ser conferido no YouTube. Conheça o canal oficial da banda:

    https://www.youtube.com/user/Tchandala

    O TCHANDALA também começou a compor seu novo disco, sucessor direto do álbum ‘Resilience’ de 2017. Em breve mais novidades sobre o trabalho.

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    iTunes: https://itunes.apple.com/br/artist/tchandala/1193528538
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    Fonte: Metal Media

     

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