O supergrupo sueco THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA lançou o clipe oficial para Turn to Miami. A música é parte do quarto álbum de estúdio do grupo, Sometimes the World Ain’t Enough, que será lançado amanhã, 29 de junho, via Nuclear Blast.
Recentemente, a banda também disponibilizou para os fãs o vídeo oficial para This Time, uma das novas composições que integrarão Sometimes the World Ain’t Enough, o novo álbum do grupo.
A banda comentou, com o bom humor costumeiro: “Gravar o vídeo para o nosso primeiro single, This Time, foi como combinar diferentes dimensões em um coquetel espacial. Várias vezes durante a filmagem, os membros da banda tiveram que ligar para as autoridades fiscais, confirmar seus nomes no registro, para ter certeza de que não tinham perdido todo o contato com a realidade. O resultado é certamente hipnotizante, e levará você a uma jornada que será difícil de digerir. Este também é o nosso primeiro vídeo com as “The Airline Annas”, nossas lindas e talentosas vocalistas de apoio. Elas certamente fizeram esse vídeo brilhar. A música em si, é a abertura do álbum e pode não ser representativa de todo o álbum – nenhuma música realmente é, mas nós gostamos que seja assim. Nós fazemos álbuns, e todas e cada uma das canções tem sua própria vida, para juntos formarem um álbum com classe, ganchos e um baixo que poderia andar um milhão de milhas sem parar para molhar a garganta”.
O novo disco foi novamente produzido pelos próprios membros da banda, e gravado no estúdio Handsome Hard Music / Larsson, assim como no Nordic Sound Lab em Skara, na Suécia. As tarefas de mixagem foram assumidas pelo guitarrista/percussionista Sebastian Forslund e a masterização foi feita por Thomas “Plec” Johansson no The Panic Room.
O grupo sueco GRAND MAGUS está trabalhando no sucessor do álbum de 2016, Sword Songs. As gravações estão ocorrendo no Sweetspot Studio, na Suécia, com o produtor Staffan Karlsson (ARCH ENEMY, FIREWIND, SPIRITUALBEGGARS).
O vocalista / guitarrista Janne “J.B.” Christoffersson afirma: “O GRAND MAGUS está de volta ao estúdio para gravar o nono álbum. Foi um processo muito especial desta vez. Decidimos deixar de lado a filosofia atual, gravar bateria primeiro e depois baixo e depois guitarra, etc. Desta vez nos reunimos, tocamos e criamos juntos durante os últimos seis meses com o objetivo de gravar as faixas básicas ao vivo. Isso basicamente significa: aquilo que fazemos toda vez que tocamos ao vivo. Quando fazemos isso, tocamos juntos. Antes de tudo, isso é música, e não um projeto de ciências. Isso nos levou a usar o estúdio que você vê no vídeo [abaixo] Nós gravamos take por take (geralmente primeiro takes, haha) até o groove, até o sentimento e a violência estarem certos. Agora vamos começar com os overdubs, solos e vocais. Estamos cheios de alegria e achamos que vocês também ficarão. Vitória no metal!”
Sword Songs foi produzido por Nico Elgstrand no Studio Supa em Estocolmo, na Suécia. Guitarras, vocais e baixo foram gravados no Studio Supa, enquanto a bateria foi feita com Roberto Laghi no Top Floor Studios em Gotemburgo, na Suécia. O álbum foi mixado por Roberto Laghi (Oral Majority Records, Gotemburgo) e masterizado por Svante Forsbäck (Chartmakers, Helsinki).
Uma campanha GoFundMe foi lançada para o baixista do SAINT VITUS, Mark Adams, que sofre de mal de Parkinson. Todos os fundos arrecadados através da campanha serão direcionados para as necessidades médicas de Adams.
Adams, que não tem condições de pagar pelos cuidados de saúde adequados e precisa de assistência, está ausente de algumas das excursões recentes do SAINT VITUS. Tocando baixo para o grupo nas apresentações ao vivo, está o ex-CROWBAR e atual baixista do DOWN, Pat Bruders.
A doença de Parkinson tem afetado muitos músicos nos últimos anos. Os cantores Linda Ronstadt e Neil Diamond sofrem com isso e, em fevereiro, o baterista do MR. BIG,Pat Torpey morreu de complicações da doença de Parkinson, aos 64 anos.
O guitarrista do JUDAS PRIEST, Glenn Tipton, é outro que foi diagnosticado com mal de Parkinson, quatro anos atrás – depois de ter sido atingido pela doença pelo menos meia década antes.
O POWERMAN 5000 lançou o videoclipe oficial da música Footsteps And Voices. A faixa é tirada do último álbum da banda, New Wave, lançado em outubro de 2017 pela Pavement Entertainment.
O vocalista do POWERMAN 5000, Spider One, disse ao ‘Artist Waves’ sobre a inspiração para New Wave: “Eu queria fazer um disco que eu não estivesse ouvindo no mundo do rock. Eu não posso dizer que sou muito fã do que eu estou ouvindo esses dias. O rock se tornou bastante controlado. Há uma sensação bem comum na maioria das bandas, e liricamente eu ouço muitos sentimentos genéricos. Então, eu acho que, pessoalmente, eu estava frustrado e inspirado para fazer algo que foi contra tudo isso”.
Em relação a sonoridade do sucessor de Builders Of The Future, de 2014, Spider One disse: “Nós fomos um pouco mais sujos neste novo álbum. Rasgamos mais do que os últimos discos. Um dos objetivos era recriar o barulho do show ao vivo. Mantenha-se no caos”.
Maturidade e peso se refletem nas 10 faixas de “Saving You From Reality”, o disco de estreia da Melyra. O álbum conceitual traz como temática central a fuga da realidade como forma de escapar dos problemas, ou mesmo de não enlouquecer. Atual e pulsante, o disco mostra que o metal nacional continua firme, forte e necessário.
“É um grande passo e uma grande conquista. Estamos felizes por conseguirmos expressar esses sentimentos em música! Esse álbum contém muitas das nossas questões e muitas das nossas respostas, que andam lado a lado. Sentimos que com ele estamos prontas para alçar voos mais longos e crescer como banda”, explica Fe Schenker, guitarrista e backing vocal.
Além de Fe, a Melyra é formada por Nena Accioly (baixo e guturais), Roberta Tesch (guitarra e backing vocal) e Verônica Vox (voz). O grupo carioca ficou conhecido no cenário do metal nacional após abrir o show do Arch Enemy, no Circo Voador (RJ) e participar do disco em tributo aos 25 anos de carreira de Edu Falaschi, ex-vocalista do Angra. No currículo elas também trazem o EP “Catch Me If You Can” (2014) e os singles “Run and Burn” e “Dead Light”.
A fuga da realidade abordada no disco não foi premeditada. Após o processo de composição, durante a fase de seleção das músicas é que a temática surgiu.
“Em estúdio, nós costumamos sentar juntas pra ‘montar’ a música como achamos que ela deve soar, sempre com a colaboração de todas. Depois partimos pros arranjos com todos os instrumentos e linha vocal. Normalmente começamos pelos riffs de guitarra, mas não é uma regra. A ‘Poison of Myself’ começou da letra”, exemplifica Fe.
Gestado durante dois anos, o álbum de estreia reflete as emoções e pensamentos das integrantes da banda.
Foto: Gabriel Peres
“Assim como todo mundo, travamos nossas lutas diárias em busca da melhor resposta que poderíamos dar para nós mesmas e para o mundo. Porém, alguns dias precisamos fugir da realidade. São uns dias que a gente precisa se desligar de tudo pra poder sobreviver até a noite seguinte”, define Fe.
O álbum “Saving You From Reality” foi produzido, gravado, mixado e masterizado por Celo Oliveira, do estúdio Kolera. A capa foi criada por Carlos Fides (Evergrey, Noturnal, Almah, Edu Falaschi), enquanto o encarte é de Daniel Accioly e as fotos de Gabriel Peres.
Lançamento: 31/10/2018
Formação: Verônica Vox (vocal), Fe Schenker (guitarra, backing vocals), Roberta Tesch (guitar, backing vocals), Nena Accioly (baixo, gutural), Ana de Ferreira (bateria)
Gravado no Kolera Studio, produzido, mixado e masterizado por Celo Oliveira
Depois de quarto anos sem lançamentos, Slipknot volta ao cenário fonográfico e surpreende os fãs ao liberar o single “All Out Life”, que chega acompanhado de videoclipe inédito, dirigido por M. Shawn Crahan.
Conhecida pelo grande número de integrantes, a banda americana viu o sucesso comercial com os hits “Me Inside” e “Purity”. Disco de platina ainda no início dos anos 2000, Slipknot entrou na mesma época, com o álbum homônimo ao nome da banda, na lista dos “50 álbuns mais pesados de todos os tempos”. Entre os prêmios, certificações RIAA para seis projetos, além de oito nomeações ao Grammy Awards, todos na categoria “Best Metal Performance”, sendo vencedores em 2006, com “Before I Forget”.
Air Raid, um dos nomes da cena que vem renovando o heavy metal tradicional e ficou conhecida como NWOTHM, estará pela primeira vez no Brasil. O show em São Paulo ocorre no dia 18 de novembro (domingo), a partir das 18h, no Manifesto Bar.
Criado em 2009 pelos guitarristas Andreas Johansson e Johan Karlsson, o grupo sueco fez sua estreia com o EP “Danger Ahead” (2012), mas começou a atrair a atenção dos fãs de heavy metal tradicional com o álbum “Night of the Axe”, que os levou a tocar no festival alemão “Keep It True” (2013). Na sequência, a banda passou por uma mudança com a entrada do vocalista Arthur W Andersson, que realizou turnês pela Europa e Japão, e estreou no álbum “Point of Impact” (2014). Tudo caminhava bem, mas novamente os suecos foram obrigados a trocar de vocalista.
Com Fredrik Werner no posto de frontman, o grupo, completado atualmente por Andreas Johansson e Magnus Mil (guitarras), Robin Utbult (baixo) e Vidar Mårtensson (bateria), vem promovendo o terceiro álbum, “Across the Line”, lançado no Brasil pela Kill Again Records. Além de shows na Europa e Japão, agora é a vez de sentir o poder de fogo dos suecos em São Paulo. No repertório, músicas como “Hold the Flame”, “Midnight Burner”, “Aiming for the Sky”, “A Blade in the Dark”, “Night of the Axe” e “Hell and Back”.
Veja o clipe de “Hold the Flame” em https://is.gd/QWsfSb
Serviço – Air Raid em São Paulo:
Data: 18 de novembro (domingo)
Horário: 18h
Local: Manifesto Bar
Endereço: Rua Iguatemi, 36, Itaim Bibi – São Paulo/SP
Ingresso: R$ 40 (pista promocional antecipado) + 1kg de alimento, à venda online pela Ticket Brasil em https://is.gd/ErUkkb
Contato: (11) 2574-5256
E-mail: [email protected]
Site: www.manifestobar.com.br
Fonte: ASE Press
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Com pouco mais de 01 mês de atividades, um novo canal no YouTube, vem chamando atenção por sua crescente visibilidade perante os fãs de música pesada no Brasil. O canal “FlashBanger” apresentado por Steph Ciciliatti, tem como objetivo entrevistar músicos do cenário nacional, apresentando um release (vídeo), sobre toda a trajetória do músico em questão.
O quarto vídeo disponibilizado pelo “FlashBanger” traz como figura principal, uma das maiores vocalistas do país. May “Undead” Puertas é o centro dos 9 min de programa que conta toda sua história dentro da música, apresentando todas as fases e trabalhos que a musicista possui em sua carreira de forma cronológica e organizada.
Além de conferir uma sinopse muito bem elaborada sobre a carreira de May Puertas, a própria vocalista, em vídeo, conta sobre suas técnicas, estudos e carreira a frente de sua antiga banda Necromesis até o presente momento como frontman do Torture Squad, desde 2015.
Assista ao programa “FlashBanger” especial May “Undead” Puertas”:
O filme Bohemian Rhapsody é uma celebração do Queen, sua música e seu extraordinário vocalista Freddie Mercury, que desafiou os estereótipos para se tornar um dos vocalistas mais ovacionados do mundo.
O diretor Bryan Singer (dos filmes X-Men) foi demitido algumas semanas antes de completar a produção, com Dexter Fletcher entrando em seu lugar para terminar o filme. Por que? Primeiro anunciaram que ele estava com alguns problemas familiares, porém, o motivo não foi esse. O diretor foi demitido após uma grande briga com o protagonista Rami Malek, após Bryan Singer faltar várias vezes nas filmagens. Com isso, o diretor de fotografia, Thomas Newton Sigel, teve de assumir o comando nesses momentos.
A banda no filme
O filme mostra a ascensão meteórica da banda através de suas canções icônicas. Interessante como Freddie Mercury se apresenta a Brian May e Roger Taylor como candidato a vocalista e também interessante a composição da música Bohemian Rhapsody que recebe grande destaque no filme. Inclusive essa cena acontece sem muita correria, sem atropelos. A criatividade de Freddie e a energia que ele coloca para que Roger Taylor cante a parte operística da maneira que ele queria é marcante.
O filme ainda mostra como Freddie se relacionava com a família, sua timidez fora do palco, seu amor por Mary Austin, sua crescente atração por homens e como ele vai crescendo como artista e pessoa, passando do ponto por conta do seu estilo de vida fora de controle e assim quase levando a banda a um final precoce.
Sobre Mary Austin, que é personagem importante no filme, Mercury comentou certa vez: “Todos os meus amantes me perguntam por que eles não podem substituir Mary, mas é simplesmente impossível. A única amiga que eu tenho é Mary, e eu não quero mais ninguém. Foi um casamento, acreditamos um no outro, isso é suficiente para mim”. Ele escreveu Love Of My Life para ela, além de outras composições.
A apresentação triunfante no Live Aid em 13/07/85, festival beneficente para angariar fundos para aliviar a fome na Etiópia, organizado por Bob Geldof e Midge Ure, é um dos grandes momentos do filme. Mesmo ano que em que a banda passou pelo Brasil no primeiro Rock in Rio em janeiro de 1985. Segundo Brian May, esse show de apenas 20 minutos foi um dos mais importantes da carreira da banda e ele disse que todos estavam bem no palco, mas Freddie levou o show para um nível muito superior. E ele está certo. Basta ver o vídeo dessa apresentação, principalmente a execução de Radio Ga Ga.
Esse show deu novo fôlego para a banda que agendou uma grande turnê para 1986 com destaque para o show no estádio Wembley em Londres que foi gravado e lançado em DVD como o título de Queen At Wembley. Uma pena que o filme termina no ano de 1985 e não retrata esse momento da banda. A última turnê com Freddie Mercury.
Na verdade, o filme reinventa a linha do tempo da vida de Freddie Mercury, inserindo uma cena em que ele revela a seus companheiros de banda que ele contraiu HIV antes do Live Aid, dois anos antes de ter sido diagnosticado, numa tentativa de dar ao show no Live Aid, e, portanto, ao filme, significado adicional.
Live Aid
Tenho que ressaltar a performance do ator Rami Malek que traz afetividade, humor e uma humanidade realista para Freddie Mercury. A maneira como Malek consegue fazer o olhar de Freddie é excelente. Uma das melhores performances de cinema de 2018.
Os fãs do Queen vão gostar do filme através de seus sucessos e logicamente muitos dos clássicos são tocados, mas aqueles que, como eu, esperavam uma avaliação mais pujante do vocalista Freddie Mercury podem ficar desapontados. Existe uma suavidade no roteiro e acaba sendo superficial. Mas reitero: o poder das músicas do Queen faz valer a pena!
Após a apresentação do filme, o evento ainda contou com o show da banda Malta e mais os convidados Frejat, Rafael Bittencourt (Angra), Lívia Dabarian e Júnior Carelli (Noturnall) executando covers do Queen.
A Fender Musical Instruments Corporation (FMIC) anunciou hoje que está colaborando com um dos mais lendários guitarristas do rock – Jimmy Page – para recriar sua famosa Fender Telecaster de 1959, 50 anos após a formação do LED ZEPPELIN em outubro de 1968.
Entre as guitarras mais icônicas da música está a Telecaster, de Jimmy Page, conhecido por seus dois designs, “mirror” e “dragon”. A famosa guitarra ajudou a alavancar a carreira de Page primeiro com o YARDBIRDS e depois com o LED ZEPPELIN, e foi usada para gravar Led Zeppelin I, além de inúmeras canções de sucesso em álbuns de renome mundial. Para celebrar o 50º aniversário do LED ZEPPELIN e a célebre carreira de Page como ícone da guitarra, a Fender lançará quatro modelos exclusivos de guitarras ‘signature’ ao longo de 2019, dando aos fãs e colecionadores a chance de possuir um pedaço da história. Dois modelos serão fabricados nas linhas de produção da Fender, e dois serão produzidos na Fender Custom Shop – nomeadas como Limited Edition Jimmy Page Telecaster Set.
“É uma honra incrível que uma das mais respeitadas lendas do rock tenha confiado a Fender a recriação de uma de suas guitarras mais famosas”, disse Mike Lewis, vice-presidente de desenvolvimento de produtos da Fender Custom Shop. “Alguns dos artistas mais conceituados do mundo trabalham com a Fender Custom Shop, porque é o auge do artesanato da marca Fender e da comunidade de construção de guitarras”.
“Esta exclusiva Fender Telecaster tem uma incrível história, e ajudou a inspirar alguns dos maiores clássicos do rock de todos os tempos, tanto nos anos finais do THE YARDBIRDS quanto na gênese do LED ZEPPELIN“, acrescentou Justin Norvell, também da Fender. “Agora estamos dando a uma nova geração de guitarristas acesso a dois ótimos instrumentos em homenagem a Jimmy, sua carreira célebre e o incrível conjunto da sua obra musical criado e executado nesta guitarra”.
“Essa guitarra é muito especial e tem muita história, então eu me aproximei da Fender para ver se eles estariam interessados em recriá-la”, disse Page. “Eles realmente acertaram 110%, ou 150%. Está tudo tão absolutamente como ela é, como deveria ser e como sempre foi”.