Categoria: Roadie News

  • SYMPHONY X – 03 de agosto de 2019, São Paulo/SP

    SYMPHONY X – 03 de agosto de 2019, São Paulo/SP

    Até que não demorou tanto. Na verdade, Russel Allen e Cia. desembarcaram em São Paulo (SP) pela última vez apenas três anos atrás, mas, quando se trata de música, saudade e ansiedade não podem ser medidas de forma racional, então, sim, havia certa ansiedade pela presença dos norte-americanos, isso era claro na fila que se formava diante do Tropical Butantã em uma noite fria deste início de agosto. Da minha parte, a ansiedade tinha nome e sobrenome: Michael Romeo, o impressionante guitarrista do Symphony X. Confesso que depois de ter ouvido à exaustão o último álbum solo do guitarrista (War of the Worlds Pt. 1, lançado no ano passado), eu estava decidido a não perder a próxima aparição dele por essas bandas, e já que ele estaria aqui com o Symphony X e todo o seu incrível repertório, tanto melhor.

    Então, tudo estava posto para que fosse uma grande apresentação, e com o público devidamente aquecido pelo show do Vers’Over, restava apenas aguardar a chegada da atração principal, o que não demorou muito. Com um palco ainda bastante escuro, uma introdução começou a ser executada, e não demorou para que Michael Romeo e o baixista Mike LePond puxassem a fila, a exceção do vocalista Russel Allen, que apareceria um pouco mais tarde. A verdade é que não tinha como prestar atenção em outra coisa: assim que Iconoclast (única de Iconoclast, 2011) começou a ser tocada, LePond e Romeo tomaram os holofotes para si, e não havia maneira de desviar os olhos do espetáculo que os dois produziam com seus respectivos instrumentos, já nos primeiros segundos do show.

    A verdade é que bateria e teclados também já estavam despejando doses e mais doses de metal progressivo, mas demorou alguns instantes até que percebêssemos que tinha mais acontecendo, uma bela primeira impressão, que só fez melhorar com a entrada de Russel Allen alguns minutos depois. Foram os aplausos e gritos entusiásticos do público que me fizeram retomar a atenção ao conjunto da obra, o que acabou sendo muito bom. Confesso que só fiquei sabendo que Allen tinha passado por problemas de saúde muito depois, já que a performance correta e empolgada do vocalista não demonstrava nenhum tipo de desconforto, e novamente, que ótima impressão isso deixa, já que todos nós cansamos de ver bandas que parecem fazer sua apresentação protocolar com um olho na passagem de avião e outro no relógio, se bem me entendem.

    Fato é que a noite só estava começando. A intensa Evolution (The Grand Design) foi recebida com empolgação pela plateia, e foi a única do louvado V: The New Mythology Suite (2000) a dar as caras nesta noite, mas com um repertório tão vasto, quem poderia reclamar? Serpent’s Kiss (Paradise Lost, 2007) também não fez feio, e o mais recente álbum de estúdio, Underworld (2015) começou a aparecer logo em seguida, com a execução refinada de Nevermore, outra com ótimas linhas de guitarra. Com Allen interagindo o tempo todo com a plateia (é sério que ele não estava bem?), Without You e Run With The Devil deram sequência ao programa, enquanto a plateia se aquecia e a noite avançava.

    Sea of Lies foi uma ótima escolha para a apresentação. Confesso que eu havia previamente criado todo um discurso mental que pretendia defender ferreamente aqui sobre o quanto Of Sins And Shadows deveria ser a música certa para representar o clássico The Divine Wings of Tragedy (1996), mas todos os meus argumentos caíram por terra assim que LePond nos ofereceu as primeiras notas da canção, e o solo incrível de Romeo foi apenas mais um lembrete que eles sabiam muito bem o que estavam fazendo. Da minha parte, tudo isso fez com que Set the World on Fire (The Lie of Lies) passasse meio batida na sequência, mas o encerramento com a longa e incrível The Odyssey (do álbum de mesmo nome, lançado em 2002), foi mais do que digna de menção, foi digna de louvor. Que bela canção, e que banda competente para tocar isso ao vivo. Repensando aquilo que afirmei no início, três anos foi tempo demais. Que a próxima visita demore menos, e que venha acompanhada de um novo álbum.

  • MAYHEM: Novo álbum, “Daemon” será lançado em outubro

    MAYHEM: Novo álbum, “Daemon” será lançado em outubro

    O MAYHEM, nome pioneiro do black metal norueguês, lançará seu novo álbum de estúdio, Daemon, em 25 de outubro.

    Daemon não é uma continuação direta de Esoteric Warfare. Como todos os álbuns do MAYHEM antes, Daemon só representa a si mesmo. É um lobo solitário e singular. De fato, Daemon também não é um novo capítulo na carreira célebre do MAYHEM. Pelo contrário, é um novo tomo, de caráter autoritário e selvagem. Composto com a mesma formação – Necrobutcher (baixo), Hellhammer (bateria), Attila (vocal), Teloch (guitarra) e Ghul (guitarra) – que lidou com Esoteric Warfare e tocou De Mysteriis Dom Sathanas na íntegra nos últimos anos, Daemon não é um retorno para canções clássicas como Freezing Moon, Pagan Fears ou Buried By Time And Dust. Isso é o que foi o álbum ao vivo, De Mysteriis Dom Sathanas Alive (2016). Daemon é mudança, uma oportunidade para a boca do inferno se abrir mais.

    “O MAYHEM sempre será o MAYHEM“, afirma o guitarrista / compositor Teloch. “Se colocarmos o gênero de lado um pouco, ninguém mais soa como o MAYHEM. Mesmo quando De Mysteriis saiu, ele não foi inicialmente considerado um álbum de black metal, se minha memória não falha. Difícil de rotular essa banda. ‘Metal’ seria o mais adequado. Não é puro black metal na minha opinião. Apesar da opinião geral, não tenho certeza se é, mas as pessoas podem chamar do que quiserem, se é black metal para elas, então, tudo bem. Nós realmente não nos importamos. Para mim, é importante manter algum tipo de vibração de black metal, pelo menos”.

    O processo todo foi concebido em diferentes lugares. O MAYHEM entrou no NBS Audio Studio (também conhecido como Necromorbus Studio) em Söderfors, na Suécia, para gravar bateria e vocais com o produtor / engenheiro de som Tore Stjerna. O recém instalado Studio A, instalado em uma antiga igreja, recebey Hellhammer e Attila Csihar para gravar suas respectivas partes para Daemon. Então Ghul gravou suas guitarras na Holanda, enquanto o baixo foi projetado por Teloch e tocado por Necrobutcher no Lupercal Studio em Oslo, Noruega. Teloch levou suas faixas de guitarra para o SleikBallaMi Studio, também em Oslo. Daemon foi então levado de volta para Stjerna para mixagem, e enviado para Thomas Johansson no The Panic Room para masterização. O processo todo levou cerca de três meses para ser concluído.

    Confira o tracklist:

    1. The Dying False King
    2. Agenda Ignis
    3. Bad Blood
    4. Malum
    5. Falsified And Hated
    6. Aeon Daemonium
    7. Worthless Abomination Destroyed
    8. Daemon Spawn
    9. Of Worms And Ruins
    10. Invoke The Oath
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  • TARJA: Confira o novo vídeo, “Tears In Rain”

    TARJA: Confira o novo vídeo, “Tears In Rain”

    A cantora finlandesa Tarja Turunen lançará seu novo álbum de estúdio, In The Raw, no dia 30 de agosto, via earMUSIC. O videoclipe oficial do novo single, Tears In Rain, pode ser visto abaixo.

    “Para o meu terceiro single, Tears in Rain, eu estava procurando por um vídeo forte”, explica Tarja. “Eu não queria entrar em um clichê de lágrimas e chuva ou uma história de separação. A música é sobre superar dificuldades que poderiam se aplicar a qualquer aspecto da vida. As instruções que dei ao diretor Florian Kaltenbach (Victim of Ritual, 500 Letters) foram para evitar o óbvio. Eu queria um vídeo de ação em que eu pudesse participar. Ele propôs a ideia do roller derby e eu adorei.”

    Três anos depois de seu último álbum, The Shadow Self, de 2016, In The Raw mostra Tarja e sua bela voz soando mais impressionante do que nunca. Trabalhando com muitos dos mesmos músicos e equipe de produção de antes, a intenção era trazer a ideia de crueza para combinar com os sentimentos que Tarja estava tendo desde o início do processo.

    In The Raw mostra Tarja aproveitando a emoção crua e indo a lugares pessoais em suas letras. Abrindo-se mais do que nunca, ela diz que ficou se sentiu muito vulnerável por conta da sua honestidade, mas também satisfeita com aonde ela tinha ido com suas palavras.

    “O ouro, como pensamos, é algo polido e perfeito, sofisticado, um luxo. Mas em seu estado natural, é um elemento bruto”, explica a cantora. Esse sentimento engloba a música em seu próximo álbum: uma combinação de orquestração sofisticada e refinada, coro, e sua voz classicamente treinada com um núcleo musical obscuro e pesado. Simplificando, In The Raw é um trabalho de arte impecável banhado a ouro.

    O conceito do ouro e seu estado bruto se estende ao trabalho artístico do álbum. A arte mostra Tarja na Gruta de São Miguel, em Gibraltar, emoldurado em cores vivas e brilho dourado.

    O primeiro olhar para o álbum, a nova canção Dead Promises, mostra todos estes predicados e muito mais. Combinando o poder impressionante da voz de Tarja com uma guitarra estrondosa, a agressividade de que fala é trazida para a frente, não ameaçando quebrar algo frágil, mas reforçando seu poder.

    “Eu realmente gosto de como a guitarra soa: na sua cara”, diz ela. “Se eu estou cantando poderosamente, eu preciso de algo poderoso atrás de mim para que eu não me sinta como se estivesse sozinha”.

    Os fãs encontrarão no álbum uma incrível versão em dueto da música com os vocais convidados de Björn “Speed” Strid, vocalista do SOILWORK.

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  • SUICIDAL ANGELS: Confira o novo vídeo, “Bloody Ground”

    SUICIDAL ANGELS: Confira o novo vídeo, “Bloody Ground”

    Os thrashers gregos do SUICIDAL ANGELS lançaram seu novo álbum, Years Of Aggression, no dia 9 de agosto pela NoiseArt Records. O sucessor de Division Of Blood, de 2016, foi gravado no Zero Gravity Studios em Atenas, na Grécia, e no Soundlodge Studios em Papenburg, na Alemanha. A arte da capa foi criada pelo aclamado Ed Repka (MEGADETH, DEATH, MUNICIPAL WASTE).

    Abaixo você pode conferir o vídeo oficial para a música Bloody Ground.

    A banda declara: “Years Of Aggression neste campo sangrento, mas nascemos do ódio! Três anos após o lançamento de Division Of Blood, extensas turnês e inúmeros festivais, chegou a hora de retornar com um novo álbum. Mais forte do que nunca, apresentamos a capa do nosso sétimo álbum de estúdio chamado, Years Of Aggression, criada mais uma vez pelo próprio todo-poderoso, Ed Repka. Fique ligado, mantenha o foco, mais e mais ainda está por vir. Lembre-se, para aqueles que tentam nos derrubar, nós éramos e somos o fogo, e ainda queimamos!!”

    O membro fundador, guitarrista e vocalista Nick Melissourgos preparou as músicas para Years Of Aggression. O álbum foi produzido pelos próprios membros da banda. Nove canções, dirigidas por raiva irreprimível, foram finalmente mixadas por Jens Bogren no Fascination Street Studios em Örebro, na Suécia, e masterizadas por Tony Lindgren.

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  • TAMUYA | PAVIO | SANTA MUERTE – 26 de julho de 2019, São Paulo/SP

    TAMUYA | PAVIO | SANTA MUERTE – 26 de julho de 2019, São Paulo/SP

    Sextou! O tradicional bordão coube nessa sexta-feira, 26 de julho, cuja noite estava na dúvida entre o frio e a temperatura agradável, mas que tinha uma certeza. Seria noite de metal, com bandas nacionais de qualidade: as cariocas Tamuya e Pavio, além das meninas paulistas da Santa Muerte. O local escolhido foi o Espaço Som, que, uma semana antes, havia recebido o Andralls. O estúdio com espaço para shows está com uma cara um pouco diferente após a reforma de algumas de suas instalações, como os banheiros, a área externa, a criação de um camarim para as bandas e até do bebedouro, o que mostra uma preocupação com o todo.

    Previsto para 20h, os shows tiveram início vinte e cinco minutos depois com as meninas da Santa Muerte. Adeptas de um thrash bem cru, com muitos flertes com o punk rock, Marilia Massaro (vocal e guitarra), Rebecca Prado e Jhully Silva (bateria) nem se importaram com o pouco público que entrava e meteram os pés no peito dos presentes. Num set curto, de pouco mais de vinte minutos, Circulo de Sangre e Trap or Track foram os destaques. Vale citar o profissionalismo da vocalista, que, mesmo numa gripe daquelas, mandou ver.

    A pausa para aquela “resenha” durou até 21h20, quando o Pavio deu início ao seu show. Com um som que carrega referências do hardcore nova-iorquino (Agnostic Front, Madball), Marcelo Prol (vocal) e Cezar Rocha (guitarra) contaram nessa apresentação com João Paulo Mugrab (Tamuya,  baixo) e com Daniel Barbosa (bateria). Durante o set de meia hora, fomos brindados com uma banda engajada politicamente contra o atual governo e que produz sons de qualidade. Cuviteiro, O Jogo Vai Virar e principalmente Mulheres Fortes (dedicada a todo público feminino presente) foram os ápices da apresentação do quarteto.

    Após uma pausa mais longa que o normal, às 22h40 foi a vez do Tamuya mostrar seu thrash repleto de elementos da música brasileira aos paulistanos. Seguros no palco, Luciano Vassan (vocal e guitarra), Leonardo Emanoel (guitarra), João Paulo Mugrab (baixo), JP Rodrigues (bateria) e Paula Perez (percussão) basearam o set no álbum The Last of Guaranis (2016), como na poderosa Voice of Nhaderu (que contou com um ‘VTNC’ ao presidente do Brasil), além de Violence and Blood e Immortal King. Só essas teriam feito valer a noite, mas os caras fugiram do óbvio e mandaram uma excelente versão para Embolada do Tempo (Alceu Valença), um chute no saco dos radicais. Trechos de A Cidade (Chico Science e Nação Zumbi) e uma versão em português para Senzala/Favela foram outros ápices do show dos caras, que já possuem um público fiel em São Paulo.

    Acabado o show e a “fome de metal” saciada, foi uma verdadeira luta contra o tempo para pegar as conduções para casa. Mas, no fim, tudo valeu a pena. E que venham mais!

  • BRUJERIA: Confira as infos dos 11 shows que a banda fará na América do Sul em Novembro

    BRUJERIA: Confira as infos dos 11 shows que a banda fará na América do Sul em Novembro

    Em novembro os polêmicos mexicanos do Brujeria retornam ao Brasil para nove datas – além de uma no Uruguai, e uma no Paraguai.

    A ‘quadrilha’ do Brujeria traz os icônicos Juan Brujo (vocal), Fantasma (vocal, baixo), Bruja Encabronada (vocais femininos), Aa Kuernito (guitarra), Hongo (guitarra), Pinche Peach (vocal e samplers), El Criminal (guitarra), Hongo Jr (bateria). Mas isso pode mudar a qualquer momento, uma vez que os músicos escondem suas reais identidades – por se tratar de uma banda misteriosa, muitos dizem que há músicos famosos da cena metálica entre seus integrantes. Formado em 1989, o Brujeria possui 3 EPs e 4 álbuns de estúdio – entre eles os clássicos “Matando Güeros” (93) e “Raza Odiada” (1995). O mais recente é “Pocho Aztlan”, lançado em 2016. Confira os shows e seus links para ingressos e informações gerais. BRASIL  07.11 – Belém, PA @ Botequim Ticket Link – https://bit.ly/2XfaQEF Fb Event – https://bit.ly/2YKqmwf 08.11 – Recife, PE @ Estelita Ticket Link – https://bit.ly/2T90iG1 Fb Event – https://bit.ly/2YM981J 09.11 – Feira de Santana, BA @ Dopesmoke Festival Ticket Link – https://bit.ly/2ZBc4eM Fb Event – https://bit.ly/31k6Ap5 10.11 – São Paulo, SP @ Carioca Clube Ticket Link – https://bit.ly/2Yp8mIy Fb Event – https://bit.ly/2yFCWhJ 13.11 – São José dos Campos, SP @ Hocus Pocus Ticket Link – https://bit.ly/2KiILrZ Fb Event – https://bit.ly/2Kl6tUN 14.11 – Maringa, PR @ Tribo´s Bar Ticket Link – https://bit.ly/31mVqjC Fb Event – https://bit.ly/2TaglDi 15.11 – Curitiba, PR @ Jokers Ticket Link – https://bit.ly/2YMa7Pt Fb Event – https://bit.ly/2Kxl9yM 16.11 – Florianópolis, SC @ Celula Showcase Ticket Link – https://bit.ly/2YNnVoS Fb Event – https://bit.ly/2TcLFl5 17.11 – Caxias do Sul, RS @ Shivas Music Club Ticket Link – https://bit.ly/31iNMqg Fb Event – https://bit.ly/2OEGDPv URUGUAI  19.11 – Montevideo, Uruguay @ Music Box PARAGUAI  20.11 – Asuncion, Paraguay @ Absoluto Rock Assista o Brujeria no  Wacken 2017: https://www.youtube.com/watch?v=VlVfBGz65cQ A produção da turnê é da Xaninho Discos. Informações: [email protected] Páginas relacionadas: www.brujeria.com www.xaninhodiscos.com.br

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  • Assista o Lyric Video de “Warbringer”, nova música do HELLISH WAR com participação de Chris Boltendahl

    Assista o Lyric Video de “Warbringer”, nova música do HELLISH WAR com participação de Chris Boltendahl

    “Wine Of Gods”, novo álbum de estúdio do Hellish War, já está disponível! O disco foi lançado no último dia 19 de Julho em um evento fechado para imprensa e convidados no Central Panelaço em São Paulo.  “Wine Of Gods” foi gravado no Omni Studio em Cosmópolis/SP e no Reverbera Studio em Santos/SP e mixado e masterizado no PiccoliStudio em Londres, Inglaterra, por Ricardo Piccoli, com quem a banda havia trabalhado em seu disco anterior, “Keep It Hellish”.

    Dez faixas inéditas compõem esse novo trabalho do Hellish War: “Wine Of Gods”, “Trial By Fire”, “Falcon”, “Dawn Of The Brave”, “Devin”, “House On The Hill”, “Burning Wings”, “Paradox Empire”, “The Wanderer” e “Warbringer”.  A última citada, “Warbringer”, reserva uma participação muito especial: a do frontman do Grave Digger, Chris Boltendahl! O vocalista alemão, que na música divide os vocais com Bil Martins, comentou sobre sua participação. “Estou orgulhoso de fazer parte do novo álbum da banda brasileira Hellish War. Eles soam como se fossem uma banda europeia dos anos 80, como numa mistura do velho Running Wild, Rage e Grave Digger. Os riffs e vocais poderiam ter sido compostos na Alemanha ou em qualquer outra parte da Europa. Os fãs vão se surpreender com a energia e o poder dessa banda! Eu os desejo tudo de bom e muito sucesso no futuro com seu novo álbum, Wine Of Gods”. O Lyric Video oficial de “Warbringer” já está disponível no canal oficial do Hellish War no Youtube: https://youtu.be/EWe2e0BXDsk  “Wine Of Gods” já está disponível em CD Digipack – com distribuição pela Anti Posers Records – e também em versão digital para todas as plataformas de música: Spotify: https://spoti.fi/33bJsuG  Deezer: https://bit.ly/2M68TbY  Google Play: https://bit.ly/2Yz8R2T  iTunes: https://apple.co/2OFK7RN  Amazon: https://amzn.to/2YREoZ7  Napster: https://bit.ly/2OM09K5  Youtube: https://bit.ly/33iVKRX  “Wine Of Gods” também ganhará uma versão em vinil a ser lançada pela Abigail Records em Setembro. Três shows de lançamento, em Campinas, Sorocaba e Santos, também estão programados para acontecer entre Agosto e Setembro. Em Sorocaba a apresentação acontece no próximo dia 17 de Agosto no Parque dos Espanhóis (R. Dr. Campos Salles, s/n – Vila Assis) a partir das 19h. O Brave será a banda convidada na noite. Em Santos a apresentação acontece no dia 01 de Setembro no Boteco Valongo (R. São Bento, 43 – Centro) a partir das 18h. O Living Metal será a banda convidada na noite. Em ambas ocasiões os shows terão entrada franca. Além de Bil Martins, completam a formação do Hellish War em “Wine Of Gods” os guitarristas Vulcano e Daniel Job, o baixista JR e o baterista Daniel Person. “Wine Of Gods” foi integralmente financiado pelo Proac Editais, programa de investimento direto do Governo do Estado de São Paulo através da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

    Mais Informações: 

    www.facebook.com/hellishwar www.instagram.com/hellishwar www.youtube.com/hellishwarofficial  www.twitter.com/hellishwar www.instagram.com/antiposersrecords www.facebook.com/AbigailRecordsBr

    www.proac.sp.gov.br

    Press Release e Gestão Cultural: Eliton Tomasi – SOM DO DARMA [email protected] www.somdodarma.com.br (15) 99134-3443 Informações para Imprensa: Susi dos Santos – SOM DO DARMA [email protected] www.somdodarma.com.br (15) 99117-6613 Crédito Foto: Susi dos Santos

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  • Rafael Bittencourt fala sobre novos planos do Angra e do Bittencourt Project no novo episódio do Rock Add

    Rafael Bittencourt fala sobre novos planos do Angra e do Bittencourt Project no novo episódio do Rock Add

    O guitarrista e líder do Angra, Rafael Bittencourt está no novo episódio do podcast Rock Add. Ele falou sobre os planos para o seu projeto solo, Bittencourt Project, e também, do Angra, que encerrou uma turnê recentemente – além de outros assuntos. O Rock Add agora também pode ser acompanhado no Spotify. Ouça: https://spoti.fi/2KChWOm Ou no Youtube: https://bit.ly/33pKaF1 E no Soundcloud: https://bit.ly/2yKVHjV O Rock Add é apresentado por Luciano Piantonni e Daniel Closs, e tem novas edições a cada quinta feira (Os links são disponibilizados no Facebook do Podcast). Siga os canais oficiais do Rock Add: www.rockadd.com.br https://www.facebook.com/rock.add.br/ www.instagram.com/rock.add.br/ https://spoti.fi/2M7ajTt https://youtube.com/c/rockadd https://soundcloud.com/user-646114045

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  • SEPULTURA já está gravando o novo álbum, confira as informações iniciais

    SEPULTURA já está gravando o novo álbum, confira as informações iniciais

    O SEPULTURA está em estúdio iniciando o processo de gravação do seu novo álbum, que deverá ser lançado em fevereiro de 2020 via Nuclear Blast. O sucessor de Machine Messiah, de 2017, está mais uma vez sendo gravado no Fascination Street Studios em Örebro, Suécia, com o produtor Jens Bogren, que entre outros grandes nomes já trabalhou com SOILWORK, OPETH, KATATONIA, AMON AMARTH, KREATOR e DRAGONFORCE.

    A notícia foi divulgada previamente pela própria banda em sua página oficial no Facebook, com a mensagem: “Entramos em estúdio para escrever mais um capítulo na história do SEPULTURA!! Vocês estão prontos?!”. Desde 5 de agosto a banda tem atualizado sua página com o progresso das sessões, e você pode acessar a página oficial da banda clicando aqui.

    O guitarrista Andreas Kisser, falou sobre os planos de gravação da banda durante uma recente entrevista com o ‘TV1.kg’ do Quirguistão. Ele disse: “Desde setembro-outubro do ano passado, começamos a juntar ideias, demos. Eu e Eloy Casagrande, o baterista, trabalhando em São Paulo, construindo a estrutura básica das músicas, e Derrick [Green, vocal] e Paulo [Jr., baixo] trabalhando em suas casas também, adicionando sua contribuição. Agora nós temos cerca de 10 músicas. Gostaríamos de lançar um álbum com 12 músicas – essa é a ideia – além de gravar algumas covers e faixas bônus para lançamentos especiais e outras coisas.”

    Machine Messiah foi o décimo quarto álbum de estúdio do SEPULTURA, e o oitavo desde que Green se juntou às fileiras. Para compreender melhor os detalhes que cercam aquele que até o momento é o mais recente álbum de estúdio da banda, leia a entrevista completa na edição #217 da ROADIE CREW. Para adquiri-la, clique aqui.

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  • RUSH: Confira o vídeo ao vivo para “Distant Early Warning”, do filme “Cinema Strangiato”

    RUSH: Confira o vídeo ao vivo para “Distant Early Warning”, do filme “Cinema Strangiato”

    Um vídeo ao vivo da música Distant Early Warning, da lenda do rock progressivo canadense RUSH pode ser visto abaixo. O clipe é retirado do novo vídeo do RUSH, Cinema Strangiato: An Annual Exercise In Fan Indulgence, que terá uma sessão cinematográfica única em 21 de agosto.

    O filme, que leva os espectadores aos bastidores da turnê de 40 anos do RUSH em 2015, conta com apresentações de músicas, cenas inéditas de soundcheck e backstage e novas entrevistas com o produtor Nick Raskulinecz e alguns dos fãs consagrados do RUSH, como Tom Morello (RAGE AGAINST THE MACHINE), Billy Corgan (SMASHING PUMPKINS), Taylor Hawkins (FOO FIGHTERS), o violinista Jonathan Dinklage e mais.

    O vocalista e baixista do RUSH, Geddy Lee, que lançou o livro Geddy Lee’s Big Beautiful Book Of Bass em dezembro, disse: “Estou animado para os fãs verem novos clipes da nossa turnê R40, mas também para dar uma olhada nos bastidores da criação de Geddy Lee’s Big Beautiful Book Of Bass.”

    O RUSH permanece completamente inativo desde que completou a turnê R40 Live quase quatro anos atrás. O baterista Neil Peart estava lutando contra uma enorme dor física durante a maior parte da caminhada, incluindo uma infecção no pé que fez com que fosse agonizante até mesmo andar.

    Há alguns anos, o guitarrista Alex Lifeson disse à Rolling Stone que ele recebe injeções para a artrite psoriática. Ele foi hospitalizado anteriormente por anemia por sangramento de úlceras e sofreu problemas respiratórios.

    Lifeson e Lee disseram repetidamente que o RUSH nunca fará um show, a menos que os três músicos concordem em participar. Eles não se apresentaram como RUSH sem Peart desde que ele se juntou à banda em 1974.

    Nos primeiros seis anos de existência do RUSH, John Rutsey ocupava o posto de baterista, e tocou no LP de estreia da banda. Toda a história de uma das maiores lendas do rock progressivo e da música pesada em geral você confere mensalmente nas páginas da ROADIE CREW, que está trazendo mensalmente parte da jornada na seção ‘Background’ da revista.

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